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    <description>Transparência e proximidade com os seus investimentos</description>
    <pubDate>Fri, 15 May 2026 19:15:23 -0300</pubDate>
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        <title>NovusCast - 15 de Maio 2025</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, a semana foi marcada pela divulgação dos dados de inflação nos Estados Unidos. O CPI surpreendeu para cima, com alta de 0,6% no mês, puxado principalmente por alimentação e disseminado entre os componentes. O núcleo veio próximo das expectativas, com preços de bens mais comportados, mas inflação de serviços ainda elevada, especialmente em itens mais voláteis. O PPI também veio mais forte, embora os componentes relevantes para o PCE tenham sido mais benignos. Na atividade, varejo e produção industrial surpreenderam positivamente, reforçando o cenário de crescimento resiliente. No Reino Unido, continuou a pressão política sobre o primeiro-ministro Keir Starmer após o resultado fraco nas eleições locais, com aumento das especulações sobre sua permanência no cargo. No campo geopolítico, seguiram as discussões sobre possível acordo entre Estados Unidos e Irã, mas ainda sem avanços concretos. Também houve encontro entre Donald Trump e Xi Jinping, sem grandes anúncios, mas mantendo o esforço de aproximação entre os dois países.</p>
<p>No Brasil, o IPCA veio em 0,67%, em linha com o esperado, com piora de serviços subjacentes, reduzindo espaço para cortes de juros. A PMC surpreendeu positivamente, com alta disseminada. No campo político, foi divulgada nova pesquisa eleitoral, com melhora do Lula e piora do Flávio Bolsonaro. Além disso, a semana foi marcada pela divulgação de conversas envolvendo Flávio e Daniel Vorcaro, trazendo impacto negativo para a oposição.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 5 anos abriu 25 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P 500 +0,13%, Nasdaq -0,38% e Russell 2000 -2,37%. No Reino Unido, o juro de 30 anos abriu 27 bps. No Brasil, o jan/31 abriu 64 bps, o Ibovespa caiu 3,71% e, o real, 3,3%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para os PMIs de maio e para a ata da última reunião do Fed. No Brasil, o foco segue nos desdobramentos políticos.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, a semana foi marcada pela divulgação dos dados de inflação nos Estados Unidos. O CPI surpreendeu para cima, com alta de 0,6% no mês, puxado principalmente por alimentação e disseminado entre os componentes. O núcleo veio próximo das expectativas, com preços de bens mais comportados, mas inflação de serviços ainda elevada, especialmente em itens mais voláteis. O PPI também veio mais forte, embora os componentes relevantes para o PCE tenham sido mais benignos. Na atividade, varejo e produção industrial surpreenderam positivamente, reforçando o cenário de crescimento resiliente. No Reino Unido, continuou a pressão política sobre o primeiro-ministro Keir Starmer após o resultado fraco nas eleições locais, com aumento das especulações sobre sua permanência no cargo. No campo geopolítico, seguiram as discussões sobre possível acordo entre Estados Unidos e Irã, mas ainda sem avanços concretos. Também houve encontro entre Donald Trump e Xi Jinping, sem grandes anúncios, mas mantendo o esforço de aproximação entre os dois países.</p>
<p>No Brasil, o IPCA veio em 0,67%, em linha com o esperado, com piora de serviços subjacentes, reduzindo espaço para cortes de juros. A PMC surpreendeu positivamente, com alta disseminada. No campo político, foi divulgada nova pesquisa eleitoral, com melhora do Lula e piora do Flávio Bolsonaro. Além disso, a semana foi marcada pela divulgação de conversas envolvendo Flávio e Daniel Vorcaro, trazendo impacto negativo para a oposição.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 5 anos abriu 25 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P 500 +0,13%, Nasdaq -0,38% e Russell 2000 -2,37%. No Reino Unido, o juro de 30 anos abriu 27 bps. No Brasil, o jan/31 abriu 64 bps, o Ibovespa caiu 3,71% e, o real, 3,3%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para os PMIs de maio e para a ata da última reunião do Fed. No Brasil, o foco segue nos desdobramentos políticos.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, a semana foi marcada pela divulgação dos dados de inflação nos Estados Unidos. O CPI surpreendeu para cima, com alta de 0,6% no mês, puxado principalmente por alimentação e disseminado entre os componentes. O núcleo veio próximo das expectativas, com preços de bens mais comportados, mas inflação de serviços ainda elevada, especialmente em itens mais voláteis. O PPI também veio mais forte, embora os componentes relevantes para o PCE tenham sido mais benignos. Na atividade, varejo e produção industrial surpreenderam positivamente, reforçando o cenário de crescimento resiliente. No Reino Unido, continuou a pressão política sobre o primeiro-ministro Keir Starmer após o resultado fraco nas eleições locais, com aumento das especulações sobre sua permanência no cargo. No campo geopolítico, seguiram as discussões sobre possível acordo entre Estados Unidos e Irã, mas ainda sem avanços concretos. Também houve encontro entre Donald Trump e Xi Jinping, sem grandes anúncios, mas mantendo o esforço de aproximação entre os dois países.
No Brasil, o IPCA veio em 0,67%, em linha com o esperado, com piora de serviços subjacentes, reduzindo espaço para cortes de juros. A PMC surpreendeu positivamente, com alta disseminada. No campo político, foi divulgada nova pesquisa eleitoral, com melhora do Lula e piora do Flávio Bolsonaro. Além disso, a semana foi marcada pela divulgação de conversas envolvendo Flávio e Daniel Vorcaro, trazendo impacto negativo para a oposição.
Nos EUA, o juro de 5 anos abriu 25 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P 500 +0,13%, Nasdaq -0,38% e Russell 2000 -2,37%. No Reino Unido, o juro de 30 anos abriu 27 bps. No Brasil, o jan/31 abriu 64 bps, o Ibovespa caiu 3,71% e, o real, 3,3%.
Na próxima semana, destaque para os PMIs de maio e para a ata da última reunião do Fed. No Brasil, o foco segue nos desdobramentos políticos.]]></itunes:summary>
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        <title>NovusCast - 8 de Maio 2026</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, a semana foi marcada pela divulgação dos dados de mercado de trabalho nos Estados Unidos. O payroll voltou a surpreender positivamente, mas a pesquisa das famílias mostrou sinais mais fracos, com queda no número de empregados, leve aumento da taxa de desemprego e redução da taxa de participação. No campo geopolítico, voltaram as notícias de possível avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã, incluindo discussões sobre moratória do enriquecimento nuclear iraniano, retirada de sanções e flexibilização das restrições no estreito de Ormuz, mantendo o mercado atento aos desdobramentos, sem confirmação por parte do Irã.</p>
<p>No Brasil, a produção industrial de março veio levemente positiva, reforçando expectativa de crescimento forte no primeiro trimestre. A ata do Copom trouxe leitura um pouco mais dovish que o comunicado, aumentando marginalmente a probabilidade de continuidade dos cortes de juros, embora o cenário de petróleo elevado siga limitando espaço para aceleração do ciclo. A balança comercial de abril registrou superávit recorde para o mês, impulsionada por soja, carne e petróleo, ajudando o desempenho do real.</p>
<p>Nos EUA, os juros fecharam a semana com variações marginais, enquanto o destaque ficou para as ações de tecnologia – Nasdaq +5,5%, S&amp;P 500 2,33% e Russell 2000 +1,72%. No Brasil, o jan/29 fechou 15 bps, o Ibovespa caiu 1,71% e o real valorizou 1,37%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para dados de inflação nos EUA e no Brasil, e dados de varejo nos EUA.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, a semana foi marcada pela divulgação dos dados de mercado de trabalho nos Estados Unidos. O payroll voltou a surpreender positivamente, mas a pesquisa das famílias mostrou sinais mais fracos, com queda no número de empregados, leve aumento da taxa de desemprego e redução da taxa de participação. No campo geopolítico, voltaram as notícias de possível avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã, incluindo discussões sobre moratória do enriquecimento nuclear iraniano, retirada de sanções e flexibilização das restrições no estreito de Ormuz, mantendo o mercado atento aos desdobramentos, sem confirmação por parte do Irã.</p>
<p>No Brasil, a produção industrial de março veio levemente positiva, reforçando expectativa de crescimento forte no primeiro trimestre. A ata do Copom trouxe leitura um pouco mais dovish que o comunicado, aumentando marginalmente a probabilidade de continuidade dos cortes de juros, embora o cenário de petróleo elevado siga limitando espaço para aceleração do ciclo. A balança comercial de abril registrou superávit recorde para o mês, impulsionada por soja, carne e petróleo, ajudando o desempenho do real.</p>
<p>Nos EUA, os juros fecharam a semana com variações marginais, enquanto o destaque ficou para as ações de tecnologia – Nasdaq +5,5%, S&amp;P 500 2,33% e Russell 2000 +1,72%. No Brasil, o jan/29 fechou 15 bps, o Ibovespa caiu 1,71% e o real valorizou 1,37%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para dados de inflação nos EUA e no Brasil, e dados de varejo nos EUA.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, a semana foi marcada pela divulgação dos dados de mercado de trabalho nos Estados Unidos. O payroll voltou a surpreender positivamente, mas a pesquisa das famílias mostrou sinais mais fracos, com queda no número de empregados, leve aumento da taxa de desemprego e redução da taxa de participação. No campo geopolítico, voltaram as notícias de possível avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã, incluindo discussões sobre moratória do enriquecimento nuclear iraniano, retirada de sanções e flexibilização das restrições no estreito de Ormuz, mantendo o mercado atento aos desdobramentos, sem confirmação por parte do Irã.
No Brasil, a produção industrial de março veio levemente positiva, reforçando expectativa de crescimento forte no primeiro trimestre. A ata do Copom trouxe leitura um pouco mais dovish que o comunicado, aumentando marginalmente a probabilidade de continuidade dos cortes de juros, embora o cenário de petróleo elevado siga limitando espaço para aceleração do ciclo. A balança comercial de abril registrou superávit recorde para o mês, impulsionada por soja, carne e petróleo, ajudando o desempenho do real.
Nos EUA, os juros fecharam a semana com variações marginais, enquanto o destaque ficou para as ações de tecnologia – Nasdaq +5,5%, S&amp;P 500 2,33% e Russell 2000 +1,72%. No Brasil, o jan/29 fechou 15 bps, o Ibovespa caiu 1,71% e o real valorizou 1,37%.
Na próxima semana, destaque para dados de inflação nos EUA e no Brasil, e dados de varejo nos EUA.]]></itunes:summary>
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        <title>NovusCast - 30 de Abril 2026</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, a semana foi marcada por decisões de política monetária condicionadas ao cenário de guerra. Na Zona do Euro, o CPI de abril veio em linha, com headline pressionado por energia e núcleo comportado. A leitura do ECB, que manteve a taxa inalterada, foi de que o cenário segue compatível com novas altas de juros, caso não haja melhora relevante nos preços de energia. No Reino Unido, o banco central também não alterou a taxa de juros, destacando risco de desancoragem, mas também sinais de desaceleração do mercado de trabalho. Nos Estados Unidos, o PIB do primeiro trimestre mostrou consumo um pouco melhor, mas ainda com contribuição inferior à do final de 2025, compensada por forte investimento, especialmente em tecnologia. A inflação medida pelo PCE confirmou as expectativas, enquanto a renda real caiu no mês, mas com crescimento real do consumo. Na decisão do Fed, que também não alterou a taxa, houve divisão sobre retirar o viés de corte de juros do guidance, mas a maioria dos diretores optou por esperar.</p>
<p>No Brasil, o IPCA-15 veio em 0,89%, com impacto baixista de passagem aérea. Excluindo esse item, a inflação segue elevada, com pressão em bens industriais e efeitos do petróleo se espalhando, com expectativa de números altos nos próximos meses. O mercado de trabalho segue forte, como confirmado pelo Caged e pela PNAD. No campo político, a rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF foi um evento relevante, sinalizando dificuldades do governo na articulação. O Copom cortou juros em 25 bps e sinalizou que o ciclo de calibragem pode ser menor que o anteriormente previsto.</p>
<p>Nos EUA, os juros abriram entre 5 e 10 bps, e as bolsas tiveram leve alta – S&amp;P 500 +0,61%, Nasdaq +0,54% e Russell 2000 +0,46%. No Brasil, o jan/29 abriu 23 bps, o Ibovespa caiu 1,8% e o real valorizou 0,52%. O petróleo subiu 11,3%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para o payroll nos EUA. No Brasil, atenção à ata do Copom e aos dados de atividade.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, a semana foi marcada por decisões de política monetária condicionadas ao cenário de guerra. Na Zona do Euro, o CPI de abril veio em linha, com headline pressionado por energia e núcleo comportado. A leitura do ECB, que manteve a taxa inalterada, foi de que o cenário segue compatível com novas altas de juros, caso não haja melhora relevante nos preços de energia. No Reino Unido, o banco central também não alterou a taxa de juros, destacando risco de desancoragem, mas também sinais de desaceleração do mercado de trabalho. Nos Estados Unidos, o PIB do primeiro trimestre mostrou consumo um pouco melhor, mas ainda com contribuição inferior à do final de 2025, compensada por forte investimento, especialmente em tecnologia. A inflação medida pelo PCE confirmou as expectativas, enquanto a renda real caiu no mês, mas com crescimento real do consumo. Na decisão do Fed, que também não alterou a taxa, houve divisão sobre retirar o viés de corte de juros do guidance, mas a maioria dos diretores optou por esperar.</p>
<p>No Brasil, o IPCA-15 veio em 0,89%, com impacto baixista de passagem aérea. Excluindo esse item, a inflação segue elevada, com pressão em bens industriais e efeitos do petróleo se espalhando, com expectativa de números altos nos próximos meses. O mercado de trabalho segue forte, como confirmado pelo Caged e pela PNAD. No campo político, a rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF foi um evento relevante, sinalizando dificuldades do governo na articulação. O Copom cortou juros em 25 bps e sinalizou que o ciclo de calibragem pode ser menor que o anteriormente previsto.</p>
<p>Nos EUA, os juros abriram entre 5 e 10 bps, e as bolsas tiveram leve alta – S&amp;P 500 +0,61%, Nasdaq +0,54% e Russell 2000 +0,46%. No Brasil, o jan/29 abriu 23 bps, o Ibovespa caiu 1,8% e o real valorizou 0,52%. O petróleo subiu 11,3%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para o payroll nos EUA. No Brasil, atenção à ata do Copom e aos dados de atividade.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, a semana foi marcada por decisões de política monetária condicionadas ao cenário de guerra. Na Zona do Euro, o CPI de abril veio em linha, com headline pressionado por energia e núcleo comportado. A leitura do ECB, que manteve a taxa inalterada, foi de que o cenário segue compatível com novas altas de juros, caso não haja melhora relevante nos preços de energia. No Reino Unido, o banco central também não alterou a taxa de juros, destacando risco de desancoragem, mas também sinais de desaceleração do mercado de trabalho. Nos Estados Unidos, o PIB do primeiro trimestre mostrou consumo um pouco melhor, mas ainda com contribuição inferior à do final de 2025, compensada por forte investimento, especialmente em tecnologia. A inflação medida pelo PCE confirmou as expectativas, enquanto a renda real caiu no mês, mas com crescimento real do consumo. Na decisão do Fed, que também não alterou a taxa, houve divisão sobre retirar o viés de corte de juros do guidance, mas a maioria dos diretores optou por esperar.
No Brasil, o IPCA-15 veio em 0,89%, com impacto baixista de passagem aérea. Excluindo esse item, a inflação segue elevada, com pressão em bens industriais e efeitos do petróleo se espalhando, com expectativa de números altos nos próximos meses. O mercado de trabalho segue forte, como confirmado pelo Caged e pela PNAD. No campo político, a rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF foi um evento relevante, sinalizando dificuldades do governo na articulação. O Copom cortou juros em 25 bps e sinalizou que o ciclo de calibragem pode ser menor que o anteriormente previsto.
Nos EUA, os juros abriram entre 5 e 10 bps, e as bolsas tiveram leve alta – S&amp;P 500 +0,61%, Nasdaq +0,54% e Russell 2000 +0,46%. No Brasil, o jan/29 abriu 23 bps, o Ibovespa caiu 1,8% e o real valorizou 0,52%. O petróleo subiu 11,3%.
Na próxima semana, destaque para o payroll nos EUA. No Brasil, atenção à ata do Copom e aos dados de atividade.]]></itunes:summary>
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        <title>NovusCast - 24 de Abril 2026</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luis André Oliveira e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, a semana trouxe dados relevantes, mas o foco seguiu no conflito entre Estados Unidos e Irã. Nos EUA, o varejo veio mais forte puxado por gasolina, enquanto o consumo real segue desacelerando desde o fim de 2024. Na Europa, os PMIs mostraram alta de manufaturas, influenciadas por fatores de oferta e estoques, enquanto serviços e o composto vieram mais fracos, indicando risco para a atividade. No Reino Unido, a inflação headline veio mais alta, também pressionada por energia, enquanto o núcleo ficou em linha com o esperado. As expectativas de inflação de curto prazo subiram, mas as de prazo mais longo seguem ancoradas. Em paralelo, seguem as negociações envolvendo o conflito, com conversas ocorrendo por meio de intermediários, mas sem confirmação de encontro direto entre Irã e Estados Unidos.</p>
<p>No Brasil, a semana foi mais esvaziada em dados por conta do feriado. No campo político, o governo enviou proposta para utilizar receitas adicionais do petróleo para reduzir tributos sobre combustíveis, buscando neutralidade fiscal. Houve também avanço inicial na discussão sobre redução da jornada de trabalho – escala 6x1. Além disso, o governo prepara medidas voltadas à renegociação de dívidas para famílias de menor renda e reforço na regulação de apostas.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 2 anos abriu 7 bps, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&amp;P 500 +0,55%, Nasdaq +2,37% e Russell 2000 +0,36%. No Brasil, o jan/29 abriu 33 bps, o Ibovespa caiu 2,55% e o real desvalorizou apenas 0,06%. O petróleo subiu 17%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para decisões de política monetária nos EUA, Europa, Reino Unido, Japão, Canadá e Brasil; além do PIB e PCE nos EUA; IPCA-15 e dados de mercado de trabalho no Brasil.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luis André Oliveira e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, a semana trouxe dados relevantes, mas o foco seguiu no conflito entre Estados Unidos e Irã. Nos EUA, o varejo veio mais forte puxado por gasolina, enquanto o consumo real segue desacelerando desde o fim de 2024. Na Europa, os PMIs mostraram alta de manufaturas, influenciadas por fatores de oferta e estoques, enquanto serviços e o composto vieram mais fracos, indicando risco para a atividade. No Reino Unido, a inflação headline veio mais alta, também pressionada por energia, enquanto o núcleo ficou em linha com o esperado. As expectativas de inflação de curto prazo subiram, mas as de prazo mais longo seguem ancoradas. Em paralelo, seguem as negociações envolvendo o conflito, com conversas ocorrendo por meio de intermediários, mas sem confirmação de encontro direto entre Irã e Estados Unidos.</p>
<p>No Brasil, a semana foi mais esvaziada em dados por conta do feriado. No campo político, o governo enviou proposta para utilizar receitas adicionais do petróleo para reduzir tributos sobre combustíveis, buscando neutralidade fiscal. Houve também avanço inicial na discussão sobre redução da jornada de trabalho – escala 6x1. Além disso, o governo prepara medidas voltadas à renegociação de dívidas para famílias de menor renda e reforço na regulação de apostas.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 2 anos abriu 7 bps, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&amp;P 500 +0,55%, Nasdaq +2,37% e Russell 2000 +0,36%. No Brasil, o jan/29 abriu 33 bps, o Ibovespa caiu 2,55% e o real desvalorizou apenas 0,06%. O petróleo subiu 17%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para decisões de política monetária nos EUA, Europa, Reino Unido, Japão, Canadá e Brasil; além do PIB e PCE nos EUA; IPCA-15 e dados de mercado de trabalho no Brasil.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luis André Oliveira e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, a semana trouxe dados relevantes, mas o foco seguiu no conflito entre Estados Unidos e Irã. Nos EUA, o varejo veio mais forte puxado por gasolina, enquanto o consumo real segue desacelerando desde o fim de 2024. Na Europa, os PMIs mostraram alta de manufaturas, influenciadas por fatores de oferta e estoques, enquanto serviços e o composto vieram mais fracos, indicando risco para a atividade. No Reino Unido, a inflação headline veio mais alta, também pressionada por energia, enquanto o núcleo ficou em linha com o esperado. As expectativas de inflação de curto prazo subiram, mas as de prazo mais longo seguem ancoradas. Em paralelo, seguem as negociações envolvendo o conflito, com conversas ocorrendo por meio de intermediários, mas sem confirmação de encontro direto entre Irã e Estados Unidos.
No Brasil, a semana foi mais esvaziada em dados por conta do feriado. No campo político, o governo enviou proposta para utilizar receitas adicionais do petróleo para reduzir tributos sobre combustíveis, buscando neutralidade fiscal. Houve também avanço inicial na discussão sobre redução da jornada de trabalho – escala 6x1. Além disso, o governo prepara medidas voltadas à renegociação de dívidas para famílias de menor renda e reforço na regulação de apostas.
Nos EUA, o juro de 2 anos abriu 7 bps, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&amp;P 500 +0,55%, Nasdaq +2,37% e Russell 2000 +0,36%. No Brasil, o jan/29 abriu 33 bps, o Ibovespa caiu 2,55% e o real desvalorizou apenas 0,06%. O petróleo subiu 17%.
Na próxima semana, destaque para decisões de política monetária nos EUA, Europa, Reino Unido, Japão, Canadá e Brasil; além do PIB e PCE nos EUA; IPCA-15 e dados de mercado de trabalho no Brasil.]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 17 de Abril 2026</title>
        <itunes:title>NovusCast - 17 de Abril 2026</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, a semana foi marcada por avanço nas negociações envolvendo o conflito entre Estados Unidos e Irã. O estreito de Ormuz foi declarado reaberto, ainda com restrições operacionais, e houve sinalizações de um possível acordo, com Trump indicando que o Irã teria aceitado termos relevantes, incluindo a remoção de urânio, ainda que sem confirmação oficial. A expectativa é de avanço nas negociações no curto prazo. Nos dados econômicos, o PPI veio abaixo do esperado, ajudando a consolidar projeções mais baixas para o PCE – apesar de núcleos ainda rodando em patamar desconfortável para o Fed. O Beige Book indicou empresas em postura de espera diante das incertezas, com pressão de custos. Nas reuniões do FMI, membros do Banco Central Europeu sinalizaram preferência por aguardar, sem viés de elevação de juros diante das incertezas sobre os efeitos de segunda ordem para a inflação.</p>
<p>No Brasil, a semana foi marcada por comunicações do Banco Central durante reuniões do FMI, com sinais mistos entre diretores – o Nilton David sendo interpretado como mais dovish, e o Paulo Picchetti como mais hawkish. Dados de atividade (PMC e PMS) vieram mais fracos na margem, mas influenciados por efeitos de calendário. No campo político, pesquisas indicaram avanço de Flávio Bolsonaro sobre Lula, enquanto o governo sinalizou medidas para combate ao elevado patamar de endividamento das famílias por um lado, e por outro vem tentando evitar novas medidas fiscalmente negativas.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 5 anos fechou 10 bps, e as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P 500 +4,54%, Nasdaq +6,20% e Russell 2000 +5,56%. No Brasil, o jan/29 fechou 22 bps, o Ibovespa caiu 0,8% e o real subiu 0,56%. O petróleo caiu 12%.</p>
<p>Na próxima semana, no Brasil, a agenda é mais esvaziada. No exterior, destaque para vendas no varejo nos EUA e PMIs de abril dos EUA e Europa.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, a semana foi marcada por avanço nas negociações envolvendo o conflito entre Estados Unidos e Irã. O estreito de Ormuz foi declarado reaberto, ainda com restrições operacionais, e houve sinalizações de um possível acordo, com Trump indicando que o Irã teria aceitado termos relevantes, incluindo a remoção de urânio, ainda que sem confirmação oficial. A expectativa é de avanço nas negociações no curto prazo. Nos dados econômicos, o PPI veio abaixo do esperado, ajudando a consolidar projeções mais baixas para o PCE – apesar de núcleos ainda rodando em patamar desconfortável para o Fed. O Beige Book indicou empresas em postura de espera diante das incertezas, com pressão de custos. Nas reuniões do FMI, membros do Banco Central Europeu sinalizaram preferência por aguardar, sem viés de elevação de juros diante das incertezas sobre os efeitos de segunda ordem para a inflação.</p>
<p>No Brasil, a semana foi marcada por comunicações do Banco Central durante reuniões do FMI, com sinais mistos entre diretores – o Nilton David sendo interpretado como mais dovish, e o Paulo Picchetti como mais hawkish. Dados de atividade (PMC e PMS) vieram mais fracos na margem, mas influenciados por efeitos de calendário. No campo político, pesquisas indicaram avanço de Flávio Bolsonaro sobre Lula, enquanto o governo sinalizou medidas para combate ao elevado patamar de endividamento das famílias por um lado, e por outro vem tentando evitar novas medidas fiscalmente negativas.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 5 anos fechou 10 bps, e as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P 500 +4,54%, Nasdaq +6,20% e Russell 2000 +5,56%. No Brasil, o jan/29 fechou 22 bps, o Ibovespa caiu 0,8% e o real subiu 0,56%. O petróleo caiu 12%.</p>
<p>Na próxima semana, no Brasil, a agenda é mais esvaziada. No exterior, destaque para vendas no varejo nos EUA e PMIs de abril dos EUA e Europa.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, a semana foi marcada por avanço nas negociações envolvendo o conflito entre Estados Unidos e Irã. O estreito de Ormuz foi declarado reaberto, ainda com restrições operacionais, e houve sinalizações de um possível acordo, com Trump indicando que o Irã teria aceitado termos relevantes, incluindo a remoção de urânio, ainda que sem confirmação oficial. A expectativa é de avanço nas negociações no curto prazo. Nos dados econômicos, o PPI veio abaixo do esperado, ajudando a consolidar projeções mais baixas para o PCE – apesar de núcleos ainda rodando em patamar desconfortável para o Fed. O Beige Book indicou empresas em postura de espera diante das incertezas, com pressão de custos. Nas reuniões do FMI, membros do Banco Central Europeu sinalizaram preferência por aguardar, sem viés de elevação de juros diante das incertezas sobre os efeitos de segunda ordem para a inflação.
No Brasil, a semana foi marcada por comunicações do Banco Central durante reuniões do FMI, com sinais mistos entre diretores – o Nilton David sendo interpretado como mais dovish, e o Paulo Picchetti como mais hawkish. Dados de atividade (PMC e PMS) vieram mais fracos na margem, mas influenciados por efeitos de calendário. No campo político, pesquisas indicaram avanço de Flávio Bolsonaro sobre Lula, enquanto o governo sinalizou medidas para combate ao elevado patamar de endividamento das famílias por um lado, e por outro vem tentando evitar novas medidas fiscalmente negativas.
Nos EUA, o juro de 5 anos fechou 10 bps, e as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P 500 +4,54%, Nasdaq +6,20% e Russell 2000 +5,56%. No Brasil, o jan/29 fechou 22 bps, o Ibovespa caiu 0,8% e o real subiu 0,56%. O petróleo caiu 12%.
Na próxima semana, no Brasil, a agenda é mais esvaziada. No exterior, destaque para vendas no varejo nos EUA e PMIs de abril dos EUA e Europa.]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 10 de Abril 2026</title>
        <itunes:title>NovusCast - 10 de Abril 2026</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, a semana foi marcada por uma redução de risco no conflito entre Estados Unidos e Irã. Após ameaça de escalada, um acordo de cessar-fogo de duas semanas foi mediado. Ainda assim, houve violações e o estreito de Ormuz seguiu com fluxo muito baixo, mantendo a relevância do tema para o mercado de petróleo. Nos dados econômicos, o CPI de março veio com surpresa baixista, com headline elevado, mas núcleo mais comportado e abaixo do esperado, indicando inflação subjacente ainda controlada. O payroll mostrou criação forte de vagas no setor privado, embora com sinais mistos na pesquisa das famílias.</p>
<p>No Brasil, o IPCA veio em 0,88%, com surpresa altista frente ao esperado, concentrada em alimentação e bens industriais, com leitura qualitativa mais benigna. Ainda assim, a perspectiva segue de inflação pressionada nos próximos meses, com impacto maior do petróleo esperado para abril e maio. Dados de atividade, como vendas e produção de veículos, vieram fortes, indicando início de ano aquecido. Houve piora das expectativas de inflação de 2028 reportadas no Focus.</p>
<p>Nos EUA, os juros fecharam marginalmente, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&amp;P 500 +3,56%, Nasdaq 4,45% e Russell 2000 +3,97%. O petróleo caiu mais de 10%. No Brasil, o jan/35 fechou 40 bps, o Ibovespa subiu 4,93% e o real valorizou 3,04%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para dados adicionais de inflação nos EUA, além da continuidade das negociações entre Estados Unidos e Irã e da comunicação dos bancos centrais. No Brasil, atenção aos dados de atividade (PMC e PMS).</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, a semana foi marcada por uma redução de risco no conflito entre Estados Unidos e Irã. Após ameaça de escalada, um acordo de cessar-fogo de duas semanas foi mediado. Ainda assim, houve violações e o estreito de Ormuz seguiu com fluxo muito baixo, mantendo a relevância do tema para o mercado de petróleo. Nos dados econômicos, o CPI de março veio com surpresa baixista, com headline elevado, mas núcleo mais comportado e abaixo do esperado, indicando inflação subjacente ainda controlada. O payroll mostrou criação forte de vagas no setor privado, embora com sinais mistos na pesquisa das famílias.</p>
<p>No Brasil, o IPCA veio em 0,88%, com surpresa altista frente ao esperado, concentrada em alimentação e bens industriais, com leitura qualitativa mais benigna. Ainda assim, a perspectiva segue de inflação pressionada nos próximos meses, com impacto maior do petróleo esperado para abril e maio. Dados de atividade, como vendas e produção de veículos, vieram fortes, indicando início de ano aquecido. Houve piora das expectativas de inflação de 2028 reportadas no Focus.</p>
<p>Nos EUA, os juros fecharam marginalmente, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&amp;P 500 +3,56%, Nasdaq 4,45% e Russell 2000 +3,97%. O petróleo caiu mais de 10%. No Brasil, o jan/35 fechou 40 bps, o Ibovespa subiu 4,93% e o real valorizou 3,04%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para dados adicionais de inflação nos EUA, além da continuidade das negociações entre Estados Unidos e Irã e da comunicação dos bancos centrais. No Brasil, atenção aos dados de atividade (PMC e PMS).</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, a semana foi marcada por uma redução de risco no conflito entre Estados Unidos e Irã. Após ameaça de escalada, um acordo de cessar-fogo de duas semanas foi mediado. Ainda assim, houve violações e o estreito de Ormuz seguiu com fluxo muito baixo, mantendo a relevância do tema para o mercado de petróleo. Nos dados econômicos, o CPI de março veio com surpresa baixista, com headline elevado, mas núcleo mais comportado e abaixo do esperado, indicando inflação subjacente ainda controlada. O payroll mostrou criação forte de vagas no setor privado, embora com sinais mistos na pesquisa das famílias.
No Brasil, o IPCA veio em 0,88%, com surpresa altista frente ao esperado, concentrada em alimentação e bens industriais, com leitura qualitativa mais benigna. Ainda assim, a perspectiva segue de inflação pressionada nos próximos meses, com impacto maior do petróleo esperado para abril e maio. Dados de atividade, como vendas e produção de veículos, vieram fortes, indicando início de ano aquecido. Houve piora das expectativas de inflação de 2028 reportadas no Focus.
Nos EUA, os juros fecharam marginalmente, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&amp;P 500 +3,56%, Nasdaq 4,45% e Russell 2000 +3,97%. O petróleo caiu mais de 10%. No Brasil, o jan/35 fechou 40 bps, o Ibovespa subiu 4,93% e o real valorizou 3,04%.
Na próxima semana, destaque para dados adicionais de inflação nos EUA, além da continuidade das negociações entre Estados Unidos e Irã e da comunicação dos bancos centrais. No Brasil, atenção aos dados de atividade (PMC e PMS).]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>Call Mensal - Março 2026</title>
        <itunes:title>Call Mensal - Março 2026</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Na segunda-feira, dia 06/04/2026, nossa equipe de gestão e pesquisa econômica realizou o call mensal, abordando os assuntos mais relevantes do mês de março. Novamente realizamos a conferência pelo Zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixe de acompanhar!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Na segunda-feira, dia 06/04/2026, nossa equipe de gestão e pesquisa econômica realizou o call mensal, abordando os assuntos mais relevantes do mês de março. Novamente realizamos a conferência pelo Zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixe de acompanhar!</p>
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        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 02 de Abril 2026</title>
        <itunes:title>NovusCast - 02 de Abril 2026</itunes:title>
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                    <comments>https://novuscapital.podbean.com/e/novuscast-02-de-abril-2026/#comments</comments>        <pubDate>Thu, 02 Apr 2026 18:03:13 -0300</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, além do noticiário intenso sobre o conflito no Oriente Médio, a semana trouxe alguns dados econômicos americanos. O JOLTS veio em linha com o esperado, com baixo número de contratações e demissões e, no varejo, houve surpresa positiva no headline, mas com crescimento subjacente mais moderado (ambos referentes a fevereiro). O ADP veio levemente acima da expectativa, com contratações em setores mais defensivos, enquanto o ISM de manufatura ficou marginalmente acima do consenso, com pressão em preços pagos (ambos referentes a março). Ainda assim, o principal foco seguiu sendo a guerra, com tentativas de negociação frustradas, continuidade de ataques e aumento do isolamento diplomático dos EUA. Trump reiterou prazo de duas a três semanas para o fim do conflito, mas sem clareza sobre o desfecho.</p>
<p>No Brasil, a semana teve poucos dados, com destaque para a produção industrial acima do esperado, reforçando atividade mais forte no início do ano. O Caged veio em linha com a expectativa. Dados de crédito indicaram moderação marginal.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 10 anos fechou 12 bps, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&amp;P 500 +3,36%, Nasdaq +3,95% e Russell 2000+3,28%. No Brasil, o jan/27 fechou 47 bps, o Ibovespa subiu 3,56% e o real valorizou 1,59%. O petróleo subiu mais 12%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para a continuidade da guerra, dados de inflação (PCE e o CPI) e payroll (ainda nessa sexta) nos EUA. No Brasil, atenção ao IPCA.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, além do noticiário intenso sobre o conflito no Oriente Médio, a semana trouxe alguns dados econômicos americanos. O JOLTS veio em linha com o esperado, com baixo número de contratações e demissões e, no varejo, houve surpresa positiva no headline, mas com crescimento subjacente mais moderado (ambos referentes a fevereiro). O ADP veio levemente acima da expectativa, com contratações em setores mais defensivos, enquanto o ISM de manufatura ficou marginalmente acima do consenso, com pressão em preços pagos (ambos referentes a março). Ainda assim, o principal foco seguiu sendo a guerra, com tentativas de negociação frustradas, continuidade de ataques e aumento do isolamento diplomático dos EUA. Trump reiterou prazo de duas a três semanas para o fim do conflito, mas sem clareza sobre o desfecho.</p>
<p>No Brasil, a semana teve poucos dados, com destaque para a produção industrial acima do esperado, reforçando atividade mais forte no início do ano. O Caged veio em linha com a expectativa. Dados de crédito indicaram moderação marginal.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 10 anos fechou 12 bps, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&amp;P 500 +3,36%, Nasdaq +3,95% e Russell 2000+3,28%. No Brasil, o jan/27 fechou 47 bps, o Ibovespa subiu 3,56% e o real valorizou 1,59%. O petróleo subiu mais 12%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para a continuidade da guerra, dados de inflação (PCE e o CPI) e payroll (ainda nessa sexta) nos EUA. No Brasil, atenção ao IPCA.</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, além do noticiário intenso sobre o conflito no Oriente Médio, a semana trouxe alguns dados econômicos americanos. O JOLTS veio em linha com o esperado, com baixo número de contratações e demissões e, no varejo, houve surpresa positiva no headline, mas com crescimento subjacente mais moderado (ambos referentes a fevereiro). O ADP veio levemente acima da expectativa, com contratações em setores mais defensivos, enquanto o ISM de manufatura ficou marginalmente acima do consenso, com pressão em preços pagos (ambos referentes a março). Ainda assim, o principal foco seguiu sendo a guerra, com tentativas de negociação frustradas, continuidade de ataques e aumento do isolamento diplomático dos EUA. Trump reiterou prazo de duas a três semanas para o fim do conflito, mas sem clareza sobre o desfecho.
No Brasil, a semana teve poucos dados, com destaque para a produção industrial acima do esperado, reforçando atividade mais forte no início do ano. O Caged veio em linha com a expectativa. Dados de crédito indicaram moderação marginal.
Nos EUA, o juro de 10 anos fechou 12 bps, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&amp;P 500 +3,36%, Nasdaq +3,95% e Russell 2000+3,28%. No Brasil, o jan/27 fechou 47 bps, o Ibovespa subiu 3,56% e o real valorizou 1,59%. O petróleo subiu mais 12%.
Na próxima semana, destaque para a continuidade da guerra, dados de inflação (PCE e o CPI) e payroll (ainda nessa sexta) nos EUA. No Brasil, atenção ao IPCA.]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 27 de Março 2026</title>
        <itunes:title>NovusCast - 27 de Março 2026</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, a semana foi marcada por sinais mistos no conflito no Oriente Médio. O início da semana trouxe uma leitura mais construtiva, com sinalização de negociações e adiamento de ataques a infraestrutura energética, mas ao longo dos dias houve intensificação das ofensivas e aumento das ameaças. O estreito de Ormuz seguiu com fluxo bastante restrito, com relatos de interceptação de navios e restrições operacionais. A incerteza sobre a duração do conflito e seus impactos segue elevada, especialmente pelo canal de energia. Na política monetária, a comunicação do Banco Central Europeu ganhou destaque, com a Lagarde adotando tom mais hawk e sinalizando a preocupação da entidade com o risco inflacionário, afirmando poder agir nas próximas reuniões, enquanto a Schnabel reforçou a importância de não agir precipitadamente, nem ignorando, nem antecipando os efeitos da guerra. O banco central do México cortou os juros em 0,25%.</p>
<p>No Brasil, o IPCA-15 voltou a surpreender para cima, com alta de 0,44%, acima das expectativas, impactado principalmente por passagens aéreas, apesar de composição dos núcleos um pouco melhor. A ata e o Relatório de Inflação reforçaram a mensagem de calibragem e serenidade do Banco Central, com o ritmo de cortes dependente do preço do petróleo. A PNAD indicou leve alta do desemprego, mas ainda próxima das mínimas históricas, com massa salarial real em crescimento.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 5 anos abriu 6 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P 500 -2,12%, Nasdaq -3,20% e Russell 2000 +0,46%. No Brasil, o jan/35 abriu 10 bps, o Ibovespa subiu 3,03% e o real valorizou 1,47%. </p>
<p>Na próxima semana, atenção ao payroll nos EUA e à inflação da Zona do Euro, além dos desdobramentos do conflito. No Brasil, destaque para o Caged, produção industrial e dados de crédito.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, a semana foi marcada por sinais mistos no conflito no Oriente Médio. O início da semana trouxe uma leitura mais construtiva, com sinalização de negociações e adiamento de ataques a infraestrutura energética, mas ao longo dos dias houve intensificação das ofensivas e aumento das ameaças. O estreito de Ormuz seguiu com fluxo bastante restrito, com relatos de interceptação de navios e restrições operacionais. A incerteza sobre a duração do conflito e seus impactos segue elevada, especialmente pelo canal de energia. Na política monetária, a comunicação do Banco Central Europeu ganhou destaque, com a Lagarde adotando tom mais hawk e sinalizando a preocupação da entidade com o risco inflacionário, afirmando poder agir nas próximas reuniões, enquanto a Schnabel reforçou a importância de não agir precipitadamente, nem ignorando, nem antecipando os efeitos da guerra. O banco central do México cortou os juros em 0,25%.</p>
<p>No Brasil, o IPCA-15 voltou a surpreender para cima, com alta de 0,44%, acima das expectativas, impactado principalmente por passagens aéreas, apesar de composição dos núcleos um pouco melhor. A ata e o Relatório de Inflação reforçaram a mensagem de calibragem e serenidade do Banco Central, com o ritmo de cortes dependente do preço do petróleo. A PNAD indicou leve alta do desemprego, mas ainda próxima das mínimas históricas, com massa salarial real em crescimento.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 5 anos abriu 6 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P 500 -2,12%, Nasdaq -3,20% e Russell 2000 +0,46%. No Brasil, o jan/35 abriu 10 bps, o Ibovespa subiu 3,03% e o real valorizou 1,47%. </p>
<p>Na próxima semana, atenção ao payroll nos EUA e à inflação da Zona do Euro, além dos desdobramentos do conflito. No Brasil, destaque para o Caged, produção industrial e dados de crédito.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, a semana foi marcada por sinais mistos no conflito no Oriente Médio. O início da semana trouxe uma leitura mais construtiva, com sinalização de negociações e adiamento de ataques a infraestrutura energética, mas ao longo dos dias houve intensificação das ofensivas e aumento das ameaças. O estreito de Ormuz seguiu com fluxo bastante restrito, com relatos de interceptação de navios e restrições operacionais. A incerteza sobre a duração do conflito e seus impactos segue elevada, especialmente pelo canal de energia. Na política monetária, a comunicação do Banco Central Europeu ganhou destaque, com a Lagarde adotando tom mais hawk e sinalizando a preocupação da entidade com o risco inflacionário, afirmando poder agir nas próximas reuniões, enquanto a Schnabel reforçou a importância de não agir precipitadamente, nem ignorando, nem antecipando os efeitos da guerra. O banco central do México cortou os juros em 0,25%.
No Brasil, o IPCA-15 voltou a surpreender para cima, com alta de 0,44%, acima das expectativas, impactado principalmente por passagens aéreas, apesar de composição dos núcleos um pouco melhor. A ata e o Relatório de Inflação reforçaram a mensagem de calibragem e serenidade do Banco Central, com o ritmo de cortes dependente do preço do petróleo. A PNAD indicou leve alta do desemprego, mas ainda próxima das mínimas históricas, com massa salarial real em crescimento.
Nos EUA, o juro de 5 anos abriu 6 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P 500 -2,12%, Nasdaq -3,20% e Russell 2000 +0,46%. No Brasil, o jan/35 abriu 10 bps, o Ibovespa subiu 3,03% e o real valorizou 1,47%. 
Na próxima semana, atenção ao payroll nos EUA e à inflação da Zona do Euro, além dos desdobramentos do conflito. No Brasil, destaque para o Caged, produção industrial e dados de crédito.]]></itunes:summary>
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        <title>NovusCast - 20 de Março 2026</title>
        <itunes:title>NovusCast - 20 de Março 2026</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, a semana foi marcada pela continuidade do conflito no Oriente Médio, com aumento das incertezas sobre sua duração e impactos. Os ataques passaram a atingir também infraestruturas energéticas, elevando o risco não só sobre o estreito de Ormuz, mas sobre outras rotas relevantes de petróleo e gás. Em paralelo, foi semana de decisões de bancos centrais. O Fed manteve os juros, revisou projeções de inflação e atividade para cima e indicou maior cautela, destacando a necessidade de mais progresso na inflação. O BoE e o ECB também mantiveram os juros inalterados, com decisão unânime e mais hawkish do primeiro.</p>
<p>No Brasil, o BCB cortou a Selic em 25 bps, com projeção de inflação menor que a expectativa, transmitindo uma mensagem de calibragem e serenidade. A semana foi marcada por forte volatilidade na curva de juros, com atuação do Tesouro via recompra de títulos no início da semana.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 2 anos abriu 18 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P500 -1,9%, Nasdaq -1,98% e Russell 2000 -1,68%. O juro de 2 anos do Reino Unido abriu 44 bps. No Brasil, o jan/29 abriu 23 bps e o Ibovespa desvalorizou 0,81%. Apesar da volatilidade, o petróleo fechou a semana sem variação relevante, o ouro caiu 10,50% e o DXY 0,86%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para a ata do Copom e o relatório de inflação do Banco Central, além do IPCA-15 e da PNAD. No cenário internacional, o foco permanece na evolução do conflito e seus desdobramentos.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, a semana foi marcada pela continuidade do conflito no Oriente Médio, com aumento das incertezas sobre sua duração e impactos. Os ataques passaram a atingir também infraestruturas energéticas, elevando o risco não só sobre o estreito de Ormuz, mas sobre outras rotas relevantes de petróleo e gás. Em paralelo, foi semana de decisões de bancos centrais. O Fed manteve os juros, revisou projeções de inflação e atividade para cima e indicou maior cautela, destacando a necessidade de mais progresso na inflação. O BoE e o ECB também mantiveram os juros inalterados, com decisão unânime e mais hawkish do primeiro.</p>
<p>No Brasil, o BCB cortou a Selic em 25 bps, com projeção de inflação menor que a expectativa, transmitindo uma mensagem de calibragem e serenidade. A semana foi marcada por forte volatilidade na curva de juros, com atuação do Tesouro via recompra de títulos no início da semana.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 2 anos abriu 18 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P500 -1,9%, Nasdaq -1,98% e Russell 2000 -1,68%. O juro de 2 anos do Reino Unido abriu 44 bps. No Brasil, o jan/29 abriu 23 bps e o Ibovespa desvalorizou 0,81%. Apesar da volatilidade, o petróleo fechou a semana sem variação relevante, o ouro caiu 10,50% e o DXY 0,86%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para a ata do Copom e o relatório de inflação do Banco Central, além do IPCA-15 e da PNAD. No cenário internacional, o foco permanece na evolução do conflito e seus desdobramentos.</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, a semana foi marcada pela continuidade do conflito no Oriente Médio, com aumento das incertezas sobre sua duração e impactos. Os ataques passaram a atingir também infraestruturas energéticas, elevando o risco não só sobre o estreito de Ormuz, mas sobre outras rotas relevantes de petróleo e gás. Em paralelo, foi semana de decisões de bancos centrais. O Fed manteve os juros, revisou projeções de inflação e atividade para cima e indicou maior cautela, destacando a necessidade de mais progresso na inflação. O BoE e o ECB também mantiveram os juros inalterados, com decisão unânime e mais hawkish do primeiro.
No Brasil, o BCB cortou a Selic em 25 bps, com projeção de inflação menor que a expectativa, transmitindo uma mensagem de calibragem e serenidade. A semana foi marcada por forte volatilidade na curva de juros, com atuação do Tesouro via recompra de títulos no início da semana.
Nos EUA, o juro de 2 anos abriu 18 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P500 -1,9%, Nasdaq -1,98% e Russell 2000 -1,68%. O juro de 2 anos do Reino Unido abriu 44 bps. No Brasil, o jan/29 abriu 23 bps e o Ibovespa desvalorizou 0,81%. Apesar da volatilidade, o petróleo fechou a semana sem variação relevante, o ouro caiu 10,50% e o DXY 0,86%.
Na próxima semana, destaque para a ata do Copom e o relatório de inflação do Banco Central, além do IPCA-15 e da PNAD. No cenário internacional, o foco permanece na evolução do conflito e seus desdobramentos.]]></itunes:summary>
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        <title>NovusCast - 13 de Março 2026</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o principal destaque seguiu sendo o conflito no Oriente Médio. O filho do aiatolá Ali Khamenei foi confirmado como novo líder supremo do Irã e os ataques entre Irã, Israel e Estados Unidos continuaram ao longo da semana. O estreito de Ormuz operou com fluxo praticamente zero de navios, ampliando a incerteza sobre o fornecimento de petróleo e a duração do conflito. Nos EUA, o CPI veio em linha com o esperado, com composição benigna, mas o “supercore” do PCE veio um pouco mais elevado que a expectativa.</p>
<p>No Brasil, os dados de atividade (comércio e serviços) vieram mais fortes que o esperado. O IPCA de fevereiro veio em 0,70%, acima da expectativa de 0,64%, com surpresa concentrada em alimentação no domicílio e cuidados pessoais. A alta recente do petróleo trouxe incerteza para o início do ciclo de cortes de juros, levando o mercado a discutir redução de 25 bps em vez de 50 bps. No campo político, pesquisas mostraram empate entre Lula e Flávio Bolsonaro em cenários de segundo turno. O governo também anunciou medidas para reduzir impostos sobre combustíveis e compensar a arrecadação com taxação sobre exportação de petróleo.</p>
<p>No mercado de crédito, a semana foi marcada por abertura nos spreads e pressão no secundário. Entre os eventos corporativos, a Raízen entrou com recuperação extrajudicial para reestruturar cerca de R$65 bilhões em dívidas. O GPA entrou em recuperação judicial envolvendo aproximadamente R$4,5 bilhões, enquanto a Oncoclínicas iniciou negociação com debenturistas para waiver de pagamentos de juros sobre dívida de cerca de R$4,8 bilhões.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 2 anos abriu 16 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo, caindo entre 1% e 2%. No Brasil, o jan/29 abriu 66 bps, e o Ibovespa caiu 0,95%. O petróleo subiu mais de 8% na semana. </p>
<p>Na próxima semana, destaque para as reuniões dos bancos centrais dos EUA, Europa, Inglaterra, Japão e Brasil.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o principal destaque seguiu sendo o conflito no Oriente Médio. O filho do aiatolá Ali Khamenei foi confirmado como novo líder supremo do Irã e os ataques entre Irã, Israel e Estados Unidos continuaram ao longo da semana. O estreito de Ormuz operou com fluxo praticamente zero de navios, ampliando a incerteza sobre o fornecimento de petróleo e a duração do conflito. Nos EUA, o CPI veio em linha com o esperado, com composição benigna, mas o “supercore” do PCE veio um pouco mais elevado que a expectativa.</p>
<p>No Brasil, os dados de atividade (comércio e serviços) vieram mais fortes que o esperado. O IPCA de fevereiro veio em 0,70%, acima da expectativa de 0,64%, com surpresa concentrada em alimentação no domicílio e cuidados pessoais. A alta recente do petróleo trouxe incerteza para o início do ciclo de cortes de juros, levando o mercado a discutir redução de 25 bps em vez de 50 bps. No campo político, pesquisas mostraram empate entre Lula e Flávio Bolsonaro em cenários de segundo turno. O governo também anunciou medidas para reduzir impostos sobre combustíveis e compensar a arrecadação com taxação sobre exportação de petróleo.</p>
<p>No mercado de crédito, a semana foi marcada por abertura nos spreads e pressão no secundário. Entre os eventos corporativos, a Raízen entrou com recuperação extrajudicial para reestruturar cerca de R$65 bilhões em dívidas. O GPA entrou em recuperação judicial envolvendo aproximadamente R$4,5 bilhões, enquanto a Oncoclínicas iniciou negociação com debenturistas para waiver de pagamentos de juros sobre dívida de cerca de R$4,8 bilhões.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 2 anos abriu 16 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo, caindo entre 1% e 2%. No Brasil, o jan/29 abriu 66 bps, e o Ibovespa caiu 0,95%. O petróleo subiu mais de 8% na semana. </p>
<p>Na próxima semana, destaque para as reuniões dos bancos centrais dos EUA, Europa, Inglaterra, Japão e Brasil.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, o principal destaque seguiu sendo o conflito no Oriente Médio. O filho do aiatolá Ali Khamenei foi confirmado como novo líder supremo do Irã e os ataques entre Irã, Israel e Estados Unidos continuaram ao longo da semana. O estreito de Ormuz operou com fluxo praticamente zero de navios, ampliando a incerteza sobre o fornecimento de petróleo e a duração do conflito. Nos EUA, o CPI veio em linha com o esperado, com composição benigna, mas o “supercore” do PCE veio um pouco mais elevado que a expectativa.
No Brasil, os dados de atividade (comércio e serviços) vieram mais fortes que o esperado. O IPCA de fevereiro veio em 0,70%, acima da expectativa de 0,64%, com surpresa concentrada em alimentação no domicílio e cuidados pessoais. A alta recente do petróleo trouxe incerteza para o início do ciclo de cortes de juros, levando o mercado a discutir redução de 25 bps em vez de 50 bps. No campo político, pesquisas mostraram empate entre Lula e Flávio Bolsonaro em cenários de segundo turno. O governo também anunciou medidas para reduzir impostos sobre combustíveis e compensar a arrecadação com taxação sobre exportação de petróleo.
No mercado de crédito, a semana foi marcada por abertura nos spreads e pressão no secundário. Entre os eventos corporativos, a Raízen entrou com recuperação extrajudicial para reestruturar cerca de R$65 bilhões em dívidas. O GPA entrou em recuperação judicial envolvendo aproximadamente R$4,5 bilhões, enquanto a Oncoclínicas iniciou negociação com debenturistas para waiver de pagamentos de juros sobre dívida de cerca de R$4,8 bilhões.
Nos EUA, o juro de 2 anos abriu 16 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo, caindo entre 1% e 2%. No Brasil, o jan/29 abriu 66 bps, e o Ibovespa caiu 0,95%. O petróleo subiu mais de 8% na semana. 
Na próxima semana, destaque para as reuniões dos bancos centrais dos EUA, Europa, Inglaterra, Japão e Brasil.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>Call Mensal - Fevereiro 2026</title>
        <itunes:title>Call Mensal - Fevereiro 2026</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Quarta-feira, dia 04/03/2026, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Fevereiro. Novamente, realizamos a conferência pelo Zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
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                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Quarta-feira, dia 04/03/2026, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Fevereiro. Novamente, realizamos a conferência pelo Zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
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        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 06 de Março 2026</title>
        <itunes:title>NovusCast - 06 de Março 2026</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o destaque foi a escalada do conflito entre Estados Unidos e Israel contra o Irã. Após o fracasso das negociações nucleares, uma ofensiva coordenada resultou na morte do líder supremo Ali Khamenei e na destruição de parte relevante da estrutura de defesa do país, gerando forte incerteza política sobre a sucessão. O Irã respondeu com ataques contra Israel e bases americanas na região, ampliando a tensão no Oriente Médio. Do ponto de vista econômico, a principal preocupação passou a ser o estreito de Ormuz, por onde passa parte relevante do comércio global de petróleo transportado por mar. Além disso, o Payroll nos EUA veio mais fraco que o esperado, com destruição de vagas e leve alta da taxa de desemprego, embora o dado tenha sido influenciado por fatores temporários como greves, condições climáticas e ajuste do censo.</p>
<p>No Brasil, o diretor do BCB Nilton David afirmou que avaliam ajuste para um juro real em patamar mais baixo diante da inflação mais controlada. Do lado dos dados econômicos, o Caged veio ligeiramente acima da mediana, com massa salarial crescendo de forma expressiva; e o PIB do quarto trimestre de 2025 veio em linha com as expectativas, com crescimento de 2,3% no ano, mas com queda da demanda interna. Novos desdobramentos ligados ao Banco Master seguiram no radar, aumentando a atenção aos desenvolvimentos políticos.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 5 anos abriu 23 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P 500 -2,02%, Nasdaq -1,27% e Russell 2000 -4,07%. No Brasil, o jan/31 abriu 68 bps, o Ibovespa caiu 4,99% e o real desvalorizou 2,16%. O petróleo subiu 36%, e o DXY valorizou 1,29%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para a evolução da guerra, inflação nos EUA e, no Brasil, para os dados de atividade (PMC, PMS), inflação e novas pesquisas eleitorais.</p>
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                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o destaque foi a escalada do conflito entre Estados Unidos e Israel contra o Irã. Após o fracasso das negociações nucleares, uma ofensiva coordenada resultou na morte do líder supremo Ali Khamenei e na destruição de parte relevante da estrutura de defesa do país, gerando forte incerteza política sobre a sucessão. O Irã respondeu com ataques contra Israel e bases americanas na região, ampliando a tensão no Oriente Médio. Do ponto de vista econômico, a principal preocupação passou a ser o estreito de Ormuz, por onde passa parte relevante do comércio global de petróleo transportado por mar. Além disso, o Payroll nos EUA veio mais fraco que o esperado, com destruição de vagas e leve alta da taxa de desemprego, embora o dado tenha sido influenciado por fatores temporários como greves, condições climáticas e ajuste do censo.</p>
<p>No Brasil, o diretor do BCB Nilton David afirmou que avaliam ajuste para um juro real em patamar mais baixo diante da inflação mais controlada. Do lado dos dados econômicos, o Caged veio ligeiramente acima da mediana, com massa salarial crescendo de forma expressiva; e o PIB do quarto trimestre de 2025 veio em linha com as expectativas, com crescimento de 2,3% no ano, mas com queda da demanda interna. Novos desdobramentos ligados ao Banco Master seguiram no radar, aumentando a atenção aos desenvolvimentos políticos.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 5 anos abriu 23 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P 500 -2,02%, Nasdaq -1,27% e Russell 2000 -4,07%. No Brasil, o jan/31 abriu 68 bps, o Ibovespa caiu 4,99% e o real desvalorizou 2,16%. O petróleo subiu 36%, e o DXY valorizou 1,29%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para a evolução da guerra, inflação nos EUA e, no Brasil, para os dados de atividade (PMC, PMS), inflação e novas pesquisas eleitorais.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, o destaque foi a escalada do conflito entre Estados Unidos e Israel contra o Irã. Após o fracasso das negociações nucleares, uma ofensiva coordenada resultou na morte do líder supremo Ali Khamenei e na destruição de parte relevante da estrutura de defesa do país, gerando forte incerteza política sobre a sucessão. O Irã respondeu com ataques contra Israel e bases americanas na região, ampliando a tensão no Oriente Médio. Do ponto de vista econômico, a principal preocupação passou a ser o estreito de Ormuz, por onde passa parte relevante do comércio global de petróleo transportado por mar. Além disso, o Payroll nos EUA veio mais fraco que o esperado, com destruição de vagas e leve alta da taxa de desemprego, embora o dado tenha sido influenciado por fatores temporários como greves, condições climáticas e ajuste do censo.
No Brasil, o diretor do BCB Nilton David afirmou que avaliam ajuste para um juro real em patamar mais baixo diante da inflação mais controlada. Do lado dos dados econômicos, o Caged veio ligeiramente acima da mediana, com massa salarial crescendo de forma expressiva; e o PIB do quarto trimestre de 2025 veio em linha com as expectativas, com crescimento de 2,3% no ano, mas com queda da demanda interna. Novos desdobramentos ligados ao Banco Master seguiram no radar, aumentando a atenção aos desenvolvimentos políticos.
Nos EUA, o juro de 5 anos abriu 23 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P 500 -2,02%, Nasdaq -1,27% e Russell 2000 -4,07%. No Brasil, o jan/31 abriu 68 bps, o Ibovespa caiu 4,99% e o real desvalorizou 2,16%. O petróleo subiu 36%, e o DXY valorizou 1,29%.
Na próxima semana, destaque para a evolução da guerra, inflação nos EUA e, no Brasil, para os dados de atividade (PMC, PMS), inflação e novas pesquisas eleitorais.]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 27 de Fevereiro 2026</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, o debate sobre os impactos da inteligência artificial no mercado de trabalho ganhou destaque. Um artigo do Citrini Research trouxe uma visão mais pessimista, sugerindo que a IA pode ampliar a substituição entre capital e trabalho, reduzir a renda do trabalho, enfraquecer o consumo e gerar pressões deflacionárias. Em contraponto, análises como a da Citadel destacaram que grandes ondas tecnológicas historicamente destruíram empregos, mas também criaram novos postos em maior número ou valor, impulsionando ganhos de produtividade e a expansão de novas atividades. A divergência está menos no aumento de produtividade e mais na velocidade de adaptação e na distribuição desses ganhos. A semana também foi marcada pela continuidade das negociações entre Estados Unidos e Irã e, no Japão, pela indicação de novos membros para o BOJ, além de relatos de preocupação do governo com a trajetória recente de alta de juros.
No Brasil, o IPCA-15 surpreendeu para cima, com alta de 0,84% ante expectativa 0,58%, puxado por itens voláteis como passagens aéreas, seguro e perfumes. A curva de juros abriu após o dado. No campo político, pesquisas mostraram continuidade da perda de popularidade do presidente Lula, com Flávio Bolsonaro empatado ou ligeiramente à frente em cenários de segundo turno, além do avanço da agenda da oposição.
A incerteza em torno da IA gerou rotação setorial nos mercados, com destaque para a queda de cerca de 8% dos bancos regionais nos EUA (KRE). Mesmo após resultados fortes, a Nvidia encerrou a semana em baixa. Os índices Nasdaq (-0,20%) e S&amp;P 500 (-0,40%) registraram leves quedas, enquanto o Russell 2000 foi mais impactado, recuando 1,70%. Os juros americanos fecharam, com redução de prêmio na parte longa. O dólar seguiu fraco frente a emergentes e moedas desenvolvidas, com valorização de 1% do real. Ouro e prata avançaram, assim como o petróleo, em meio à tensão geopolítica. O Ibovespa caiu aproximadamente 1%.
Na próxima semana, destaque para payroll, ISMs e vendas no varejo nos EUA, inflação na Zona do Euro e PMIs da China. No Brasil, atenção ao Caged e ao PIB.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.<br>
No cenário internacional, o debate sobre os impactos da inteligência artificial no mercado de trabalho ganhou destaque. Um artigo do Citrini Research trouxe uma visão mais pessimista, sugerindo que a IA pode ampliar a substituição entre capital e trabalho, reduzir a renda do trabalho, enfraquecer o consumo e gerar pressões deflacionárias. Em contraponto, análises como a da Citadel destacaram que grandes ondas tecnológicas historicamente destruíram empregos, mas também criaram novos postos em maior número ou valor, impulsionando ganhos de produtividade e a expansão de novas atividades. A divergência está menos no aumento de produtividade e mais na velocidade de adaptação e na distribuição desses ganhos. A semana também foi marcada pela continuidade das negociações entre Estados Unidos e Irã e, no Japão, pela indicação de novos membros para o BOJ, além de relatos de preocupação do governo com a trajetória recente de alta de juros.<br>
No Brasil, o IPCA-15 surpreendeu para cima, com alta de 0,84% ante expectativa 0,58%, puxado por itens voláteis como passagens aéreas, seguro e perfumes. A curva de juros abriu após o dado. No campo político, pesquisas mostraram continuidade da perda de popularidade do presidente Lula, com Flávio Bolsonaro empatado ou ligeiramente à frente em cenários de segundo turno, além do avanço da agenda da oposição.<br>
A incerteza em torno da IA gerou rotação setorial nos mercados, com destaque para a queda de cerca de 8% dos bancos regionais nos EUA (KRE). Mesmo após resultados fortes, a Nvidia encerrou a semana em baixa. Os índices Nasdaq (-0,20%) e S&amp;P 500 (-0,40%) registraram leves quedas, enquanto o Russell 2000 foi mais impactado, recuando 1,70%. Os juros americanos fecharam, com redução de prêmio na parte longa. O dólar seguiu fraco frente a emergentes e moedas desenvolvidas, com valorização de 1% do real. Ouro e prata avançaram, assim como o petróleo, em meio à tensão geopolítica. O Ibovespa caiu aproximadamente 1%.<br>
Na próxima semana, destaque para payroll, ISMs e vendas no varejo nos EUA, inflação na Zona do Euro e PMIs da China. No Brasil, atenção ao Caged e ao PIB.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.No cenário internacional, o debate sobre os impactos da inteligência artificial no mercado de trabalho ganhou destaque. Um artigo do Citrini Research trouxe uma visão mais pessimista, sugerindo que a IA pode ampliar a substituição entre capital e trabalho, reduzir a renda do trabalho, enfraquecer o consumo e gerar pressões deflacionárias. Em contraponto, análises como a da Citadel destacaram que grandes ondas tecnológicas historicamente destruíram empregos, mas também criaram novos postos em maior número ou valor, impulsionando ganhos de produtividade e a expansão de novas atividades. A divergência está menos no aumento de produtividade e mais na velocidade de adaptação e na distribuição desses ganhos. A semana também foi marcada pela continuidade das negociações entre Estados Unidos e Irã e, no Japão, pela indicação de novos membros para o BOJ, além de relatos de preocupação do governo com a trajetória recente de alta de juros.No Brasil, o IPCA-15 surpreendeu para cima, com alta de 0,84% ante expectativa 0,58%, puxado por itens voláteis como passagens aéreas, seguro e perfumes. A curva de juros abriu após o dado. No campo político, pesquisas mostraram continuidade da perda de popularidade do presidente Lula, com Flávio Bolsonaro empatado ou ligeiramente à frente em cenários de segundo turno, além do avanço da agenda da oposição.A incerteza em torno da IA gerou rotação setorial nos mercados, com destaque para a queda de cerca de 8% dos bancos regionais nos EUA (KRE). Mesmo após resultados fortes, a Nvidia encerrou a semana em baixa. Os índices Nasdaq (-0,20%) e S&amp;P 500 (-0,40%) registraram leves quedas, enquanto o Russell 2000 foi mais impactado, recuando 1,70%. Os juros americanos fecharam, com redução de prêmio na parte longa. O dólar seguiu fraco frente a emergentes e moedas desenvolvidas, com valorização de 1% do real. Ouro e prata avançaram, assim como o petróleo, em meio à tensão geopolítica. O Ibovespa caiu aproximadamente 1%.Na próxima semana, destaque para payroll, ISMs e vendas no varejo nos EUA, inflação na Zona do Euro e PMIs da China. No Brasil, atenção ao Caged e ao PIB.]]></itunes:summary>
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        <title>NovusCast - 20 de Fevereiro 2026</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o PIB do quarto trimestre dos EUA mostrou crescimento abaixo do esperado, com impacto negativo dos gastos do governo, mas o restante da composição melhor. Foi divulgada a minuta da última reunião do Fed, demonstrando que os membros enxergam também possibilidade de aumento de juros. Na Europa, os PMIs melhoraram marginalmente, com destaque para a recuperação da Alemanha, em serviços e manufaturas. A semana também foi marcada pela decisão da Suprema Corte nos EUA derrubando tarifas impostas sob medidas emergenciais, seguida do anúncio de novas tarifas globais temporárias de 10% por parte de Trump, o que, por ora, reduz a tarifa efetiva frente ao cenário anterior. Houve forte noticiário ligado às negociações entre EUA e Irã, com aumento do receio de ataque americano.</p>
<p>No Brasil, o noticiário político ganhou destaque com repercussões do Carnaval, após homenagem ao presidente Lula gerar críticas e impacto negativo em indicadores de popularidade. No campo institucional, o STF voltou ao centro do debate com desenvolvimentos ligados ao Banco Master.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 1 ano abriu 8 bps, e as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P 500 +1,07%, Nasdaq +1,13% e Russell 2000 +0,55%. No Brasil, os juros fecharam marginalmente (jan/29 -9 bps), o Ibovespa valorizou 2,17% e, o real, 0,92%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para IPCA-15, Caged e pesquisa eleitoral no Brasil. Nos EUA, atenção à comunicação de membros do Fed.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o PIB do quarto trimestre dos EUA mostrou crescimento abaixo do esperado, com impacto negativo dos gastos do governo, mas o restante da composição melhor. Foi divulgada a minuta da última reunião do Fed, demonstrando que os membros enxergam também possibilidade de aumento de juros. Na Europa, os PMIs melhoraram marginalmente, com destaque para a recuperação da Alemanha, em serviços e manufaturas. A semana também foi marcada pela decisão da Suprema Corte nos EUA derrubando tarifas impostas sob medidas emergenciais, seguida do anúncio de novas tarifas globais temporárias de 10% por parte de Trump, o que, por ora, reduz a tarifa efetiva frente ao cenário anterior. Houve forte noticiário ligado às negociações entre EUA e Irã, com aumento do receio de ataque americano.</p>
<p>No Brasil, o noticiário político ganhou destaque com repercussões do Carnaval, após homenagem ao presidente Lula gerar críticas e impacto negativo em indicadores de popularidade. No campo institucional, o STF voltou ao centro do debate com desenvolvimentos ligados ao Banco Master.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 1 ano abriu 8 bps, e as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P 500 +1,07%, Nasdaq +1,13% e Russell 2000 +0,55%. No Brasil, os juros fecharam marginalmente (jan/29 -9 bps), o Ibovespa valorizou 2,17% e, o real, 0,92%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para IPCA-15, Caged e pesquisa eleitoral no Brasil. Nos EUA, atenção à comunicação de membros do Fed.</p>
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No cenário internacional, o PIB do quarto trimestre dos EUA mostrou crescimento abaixo do esperado, com impacto negativo dos gastos do governo, mas o restante da composição melhor. Foi divulgada a minuta da última reunião do Fed, demonstrando que os membros enxergam também possibilidade de aumento de juros. Na Europa, os PMIs melhoraram marginalmente, com destaque para a recuperação da Alemanha, em serviços e manufaturas. A semana também foi marcada pela decisão da Suprema Corte nos EUA derrubando tarifas impostas sob medidas emergenciais, seguida do anúncio de novas tarifas globais temporárias de 10% por parte de Trump, o que, por ora, reduz a tarifa efetiva frente ao cenário anterior. Houve forte noticiário ligado às negociações entre EUA e Irã, com aumento do receio de ataque americano.
No Brasil, o noticiário político ganhou destaque com repercussões do Carnaval, após homenagem ao presidente Lula gerar críticas e impacto negativo em indicadores de popularidade. No campo institucional, o STF voltou ao centro do debate com desenvolvimentos ligados ao Banco Master.
Nos EUA, o juro de 1 ano abriu 8 bps, e as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P 500 +1,07%, Nasdaq +1,13% e Russell 2000 +0,55%. No Brasil, os juros fecharam marginalmente (jan/29 -9 bps), o Ibovespa valorizou 2,17% e, o real, 0,92%.
Na próxima semana, destaque para IPCA-15, Caged e pesquisa eleitoral no Brasil. Nos EUA, atenção à comunicação de membros do Fed.]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 13 de Fevereiro 2026</title>
        <itunes:title>NovusCast - 13 de Fevereiro 2026</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, a semana começou com surpresa na eleição do Japão, com vitória expressiva do partido da primeira-ministra Sanae Takaichi, demonstrando sua popularidade e força para avançar numa agenda fiscal expansionista. Nos EUA, as vendas no varejo vieram abaixo do esperado, e o core da inflação veio em linha com a expectativa, apesar do headline um pouco mais baixo. Entretanto, o destaque foi o payroll, que trouxe contratações acima do esperado e recuo da taxa de desemprego.</p>
<p>No Brasil, o IPCA de janeiro foi 0,33%, com aberturas ligeiramente piores, mas ainda dentro de um quadro considerado tranquilo para o início do ano. Os dados de PMS e PMC foram um pouco mais fracos que o esperado, mas sem alterar a expectativa de PIB. Novas pesquisas eleitorais mostraram avanço de Flávio Bolsonaro e redução de sua rejeição, enquanto Lula segue sem recuperar popularidade. O presidente do BCB, Gabriel Galípolo, gerou volatilidade ao mencionar “parcimônia e cautela”, posteriormente reiterando que o relevante é a comunicação oficial da entidade.</p>
<p>No mercado de crédito, houve abertura de spreads em todos os segmentos. Apesar disso, parte relevante do movimento foi puxada por Raízen, após prejuízo trimestral e, principalmente, notícias não oficiais, mas bastante detalhadas, sobre possíveis reestruturações para a empresa, inclusive envolvendo credores.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 10 anos fechou 16 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P 500 -1,39%, Nasdaq -1,37% e Russell 2000 -0,89%. No Brasil, o jan/31 fechou 11 bps, o Ibovespa subiu 1,92% e o real caiu 0,07%. O iene japonês valorizou 3%.</p>
<p>Na próxima semana, atenção ao IBC-Br no Brasil e ao PIB do quarto trimestre nos EUA.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, a semana começou com surpresa na eleição do Japão, com vitória expressiva do partido da primeira-ministra Sanae Takaichi, demonstrando sua popularidade e força para avançar numa agenda fiscal expansionista. Nos EUA, as vendas no varejo vieram abaixo do esperado, e o core da inflação veio em linha com a expectativa, apesar do headline um pouco mais baixo. Entretanto, o destaque foi o payroll, que trouxe contratações acima do esperado e recuo da taxa de desemprego.</p>
<p>No Brasil, o IPCA de janeiro foi 0,33%, com aberturas ligeiramente piores, mas ainda dentro de um quadro considerado tranquilo para o início do ano. Os dados de PMS e PMC foram um pouco mais fracos que o esperado, mas sem alterar a expectativa de PIB. Novas pesquisas eleitorais mostraram avanço de Flávio Bolsonaro e redução de sua rejeição, enquanto Lula segue sem recuperar popularidade. O presidente do BCB, Gabriel Galípolo, gerou volatilidade ao mencionar “parcimônia e cautela”, posteriormente reiterando que o relevante é a comunicação oficial da entidade.</p>
<p>No mercado de crédito, houve abertura de spreads em todos os segmentos. Apesar disso, parte relevante do movimento foi puxada por Raízen, após prejuízo trimestral e, principalmente, notícias não oficiais, mas bastante detalhadas, sobre possíveis reestruturações para a empresa, inclusive envolvendo credores.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 10 anos fechou 16 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P 500 -1,39%, Nasdaq -1,37% e Russell 2000 -0,89%. No Brasil, o jan/31 fechou 11 bps, o Ibovespa subiu 1,92% e o real caiu 0,07%. O iene japonês valorizou 3%.</p>
<p>Na próxima semana, atenção ao IBC-Br no Brasil e ao PIB do quarto trimestre nos EUA.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, a semana começou com surpresa na eleição do Japão, com vitória expressiva do partido da primeira-ministra Sanae Takaichi, demonstrando sua popularidade e força para avançar numa agenda fiscal expansionista. Nos EUA, as vendas no varejo vieram abaixo do esperado, e o core da inflação veio em linha com a expectativa, apesar do headline um pouco mais baixo. Entretanto, o destaque foi o payroll, que trouxe contratações acima do esperado e recuo da taxa de desemprego.
No Brasil, o IPCA de janeiro foi 0,33%, com aberturas ligeiramente piores, mas ainda dentro de um quadro considerado tranquilo para o início do ano. Os dados de PMS e PMC foram um pouco mais fracos que o esperado, mas sem alterar a expectativa de PIB. Novas pesquisas eleitorais mostraram avanço de Flávio Bolsonaro e redução de sua rejeição, enquanto Lula segue sem recuperar popularidade. O presidente do BCB, Gabriel Galípolo, gerou volatilidade ao mencionar “parcimônia e cautela”, posteriormente reiterando que o relevante é a comunicação oficial da entidade.
No mercado de crédito, houve abertura de spreads em todos os segmentos. Apesar disso, parte relevante do movimento foi puxada por Raízen, após prejuízo trimestral e, principalmente, notícias não oficiais, mas bastante detalhadas, sobre possíveis reestruturações para a empresa, inclusive envolvendo credores.
Nos EUA, o juro de 10 anos fechou 16 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P 500 -1,39%, Nasdaq -1,37% e Russell 2000 -0,89%. No Brasil, o jan/31 fechou 11 bps, o Ibovespa subiu 1,92% e o real caiu 0,07%. O iene japonês valorizou 3%.
Na próxima semana, atenção ao IBC-Br no Brasil e ao PIB do quarto trimestre nos EUA.]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 06 de Fevereiro 2026</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o Banco Central Europeu manteve os juros em 2%, em uma reunião sem surpresas relevantes. Já o Banco Central da Inglaterra manteve a taxa em 3,75%, em decisão considerada dovish, com 4 votos por queda, e 5 por manutenção, além de projeções mais favoráveis para a convergência da inflação. Nos EUA, o ISM de manufaturas mostrou alta em novas ordens e produção, que parece impulsionada por recomposição e antecipação de estoques diante de incertezas tarifárias, enquanto o ISM de serviços veio estável, mas com demanda desigual entre os setores. No mercado de trabalho, o ADP veio abaixo do esperado e o número de vagas abertas recuou novamente. No campo geopolítico, EUA e Irã iniciaram negociações.</p>
<p>No Brasil, a ata do Copom deixou aberta a possibilidade de um primeiro corte de maior magnitude que a esperada anteriormente. No campo político, a volta do Congresso e sinalizações sobre possíveis nomes para o Banco Central geraram ruído, especialmente em relação à condução da política monetária. Os nomes que tendem a ser indicados são Guilherme Mello, do Ministério da Fazenda, e Tiago Cavalcanti, professor de Cambridge.</p>
<p>No mercado de crédito, a semana marcou uma mudança de comportamento, com abertura de spreads em debêntures tradicionais e incentivadas, principalmente em nomes mais longos. No primário, o volume foi reduzido. Houve aumento de volatilidade dos títulos de Raízen, após notícias não oficiais e recompra de títulos com cláusulas de cross default da Cosan, elevando a cautela dos investidores.</p>
<p>Nos EUA, os juros tiveram fechamento marginal, e as bolsas seguiram com desempenho misto – S&amp;P 500 -0,17%, Nasdaq -1,97% e Russell 2000 +2,14%. No Brasil, o jan/27 fechou 11 bps, o jan/35 abriu 20 bps, o Ibovespa subiu 0,78% e o real valorizou 0,86%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para o payroll e dados de inflação nos Estados Unidos; eleições parlamentares no Japão; dados de atividade, inflação e pesquisas eleitorais no Brasil.</p>
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                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o Banco Central Europeu manteve os juros em 2%, em uma reunião sem surpresas relevantes. Já o Banco Central da Inglaterra manteve a taxa em 3,75%, em decisão considerada dovish, com 4 votos por queda, e 5 por manutenção, além de projeções mais favoráveis para a convergência da inflação. Nos EUA, o ISM de manufaturas mostrou alta em novas ordens e produção, que parece impulsionada por recomposição e antecipação de estoques diante de incertezas tarifárias, enquanto o ISM de serviços veio estável, mas com demanda desigual entre os setores. No mercado de trabalho, o ADP veio abaixo do esperado e o número de vagas abertas recuou novamente. No campo geopolítico, EUA e Irã iniciaram negociações.</p>
<p>No Brasil, a ata do Copom deixou aberta a possibilidade de um primeiro corte de maior magnitude que a esperada anteriormente. No campo político, a volta do Congresso e sinalizações sobre possíveis nomes para o Banco Central geraram ruído, especialmente em relação à condução da política monetária. Os nomes que tendem a ser indicados são Guilherme Mello, do Ministério da Fazenda, e Tiago Cavalcanti, professor de Cambridge.</p>
<p>No mercado de crédito, a semana marcou uma mudança de comportamento, com abertura de spreads em debêntures tradicionais e incentivadas, principalmente em nomes mais longos. No primário, o volume foi reduzido. Houve aumento de volatilidade dos títulos de Raízen, após notícias não oficiais e recompra de títulos com cláusulas de cross default da Cosan, elevando a cautela dos investidores.</p>
<p>Nos EUA, os juros tiveram fechamento marginal, e as bolsas seguiram com desempenho misto – S&amp;P 500 -0,17%, Nasdaq -1,97% e Russell 2000 +2,14%. No Brasil, o jan/27 fechou 11 bps, o jan/35 abriu 20 bps, o Ibovespa subiu 0,78% e o real valorizou 0,86%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para o payroll e dados de inflação nos Estados Unidos; eleições parlamentares no Japão; dados de atividade, inflação e pesquisas eleitorais no Brasil.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, o Banco Central Europeu manteve os juros em 2%, em uma reunião sem surpresas relevantes. Já o Banco Central da Inglaterra manteve a taxa em 3,75%, em decisão considerada dovish, com 4 votos por queda, e 5 por manutenção, além de projeções mais favoráveis para a convergência da inflação. Nos EUA, o ISM de manufaturas mostrou alta em novas ordens e produção, que parece impulsionada por recomposição e antecipação de estoques diante de incertezas tarifárias, enquanto o ISM de serviços veio estável, mas com demanda desigual entre os setores. No mercado de trabalho, o ADP veio abaixo do esperado e o número de vagas abertas recuou novamente. No campo geopolítico, EUA e Irã iniciaram negociações.
No Brasil, a ata do Copom deixou aberta a possibilidade de um primeiro corte de maior magnitude que a esperada anteriormente. No campo político, a volta do Congresso e sinalizações sobre possíveis nomes para o Banco Central geraram ruído, especialmente em relação à condução da política monetária. Os nomes que tendem a ser indicados são Guilherme Mello, do Ministério da Fazenda, e Tiago Cavalcanti, professor de Cambridge.
No mercado de crédito, a semana marcou uma mudança de comportamento, com abertura de spreads em debêntures tradicionais e incentivadas, principalmente em nomes mais longos. No primário, o volume foi reduzido. Houve aumento de volatilidade dos títulos de Raízen, após notícias não oficiais e recompra de títulos com cláusulas de cross default da Cosan, elevando a cautela dos investidores.
Nos EUA, os juros tiveram fechamento marginal, e as bolsas seguiram com desempenho misto – S&amp;P 500 -0,17%, Nasdaq -1,97% e Russell 2000 +2,14%. No Brasil, o jan/27 fechou 11 bps, o jan/35 abriu 20 bps, o Ibovespa subiu 0,78% e o real valorizou 0,86%.
Na próxima semana, destaque para o payroll e dados de inflação nos Estados Unidos; eleições parlamentares no Japão; dados de atividade, inflação e pesquisas eleitorais no Brasil.]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>Call Mensal - Janeiro 2026</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Quarta-feira, dia 04/01/2026, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Janeiro. Novamente, realizamos a conferência pelo Zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
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                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Quarta-feira, dia 04/01/2026, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Janeiro. Novamente, realizamos a conferência pelo Zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
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        <title>NovusCast - 30 de Janeiro 2026</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, o destaque foi a decisão do Fed, que manteve os juros inalterados, reconhecendo a melhora no cenário de crescimento. Ao longo da semana, Donald Trump anunciou Kevin Warsh como sucessor de Powell na presidência do Fed. Na Zona do Euro, o PIB do quarto trimestre veio levemente acima do esperado, e a taxa de desemprego um pouco abaixo da expectativa. No campo geopolítico, Trump elevou o tom em relação ao Irã, ao mesmo tempo em que sinalizou abertura para um acordo nuclear, o que contribuiu para a alta do petróleo.⁠
⁠
No Brasil, o IPCA-15 de janeiro veio ligeiramente abaixo da expectativa, puxado por alimentação. A composição foi marginalmente pior, mas insuficiente para alterar a leitura de melhora recente da inflação. No mercado de trabalho, Caged e PNAD mostraram um mercado ainda apertado em 2025, com taxa de desemprego em mínima histórica, apesar do Caged apontar para forte recuo de vagas em dezembro. O Copom manteve a Selic em 15% e sinalizou o início do ciclo de flexibilização na próxima reunião, destacando a necessidade de serenidade no ritmo dos cortes.⁠
⁠
Nos EUA, o juro de 10 anos abriu 2 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P 500 +0,34%, Nasdaq -0,21% e Russell 2000 -2,08%. No Brasil, o jan/29 fechou 31 bps, o Ibovespa subiu 1,40% e o real valorizou 0,42%. A prata caiu 17,80% e o petróleo subiu 7,66%.
⁠
Na próxima semana, destaque para os dados de mercado de trabalho nos EUA, decisões dos bancos centrais da Zona do Euro e da Inglaterra e, no Brasil, produção industrial e ata do Copom.⁠⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
⁠<br>
No cenário internacional, o destaque foi a decisão do Fed, que manteve os juros inalterados, reconhecendo a melhora no cenário de crescimento. Ao longo da semana, Donald Trump anunciou Kevin Warsh como sucessor de Powell na presidência do Fed. Na Zona do Euro, o PIB do quarto trimestre veio levemente acima do esperado, e a taxa de desemprego um pouco abaixo da expectativa. No campo geopolítico, Trump elevou o tom em relação ao Irã, ao mesmo tempo em que sinalizou abertura para um acordo nuclear, o que contribuiu para a alta do petróleo.⁠<br>
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No Brasil, o IPCA-15 de janeiro veio ligeiramente abaixo da expectativa, puxado por alimentação. A composição foi marginalmente pior, mas insuficiente para alterar a leitura de melhora recente da inflação. No mercado de trabalho, Caged e PNAD mostraram um mercado ainda apertado em 2025, com taxa de desemprego em mínima histórica, apesar do Caged apontar para forte recuo de vagas em dezembro. O Copom manteve a Selic em 15% e sinalizou o início do ciclo de flexibilização na próxima reunião, destacando a necessidade de serenidade no ritmo dos cortes.⁠<br>
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Nos EUA, o juro de 10 anos abriu 2 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P 500 +0,34%, Nasdaq -0,21% e Russell 2000 -2,08%. No Brasil, o jan/29 fechou 31 bps, o Ibovespa subiu 1,40% e o real valorizou 0,42%. A prata caiu 17,80% e o petróleo subiu 7,66%.<br>
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Na próxima semana, destaque para os dados de mercado de trabalho nos EUA, decisões dos bancos centrais da Zona do Euro e da Inglaterra e, no Brasil, produção industrial e ata do Copom.⁠⁠</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, o destaque foi a decisão do Fed, que manteve os juros inalterados, reconhecendo a melhora no cenário de crescimento. Ao longo da semana, Donald Trump anunciou Kevin Warsh como sucessor de Powell na presidência do Fed. Na Zona do Euro, o PIB do quarto trimestre veio levemente acima do esperado, e a taxa de desemprego um pouco abaixo da expectativa. No campo geopolítico, Trump elevou o tom em relação ao Irã, ao mesmo tempo em que sinalizou abertura para um acordo nuclear, o que contribuiu para a alta do petróleo.⁠⁠No Brasil, o IPCA-15 de janeiro veio ligeiramente abaixo da expectativa, puxado por alimentação. A composição foi marginalmente pior, mas insuficiente para alterar a leitura de melhora recente da inflação. No mercado de trabalho, Caged e PNAD mostraram um mercado ainda apertado em 2025, com taxa de desemprego em mínima histórica, apesar do Caged apontar para forte recuo de vagas em dezembro. O Copom manteve a Selic em 15% e sinalizou o início do ciclo de flexibilização na próxima reunião, destacando a necessidade de serenidade no ritmo dos cortes.⁠⁠Nos EUA, o juro de 10 anos abriu 2 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P 500 +0,34%, Nasdaq -0,21% e Russell 2000 -2,08%. No Brasil, o jan/29 fechou 31 bps, o Ibovespa subiu 1,40% e o real valorizou 0,42%. A prata caiu 17,80% e o petróleo subiu 7,66%.⁠Na próxima semana, destaque para os dados de mercado de trabalho nos EUA, decisões dos bancos centrais da Zona do Euro e da Inglaterra e, no Brasil, produção industrial e ata do Copom.⁠⁠]]></itunes:summary>
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        <title>NovusCast - 23 de Janeiro 2026</title>
        <itunes:title>NovusCast - 23 de Janeiro 2026</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
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No cenário internacional, ocorreu o Fórum Econômico Mundial de Davos, onde Trump amenizou o tom adotado até então, afirmando que não enviaria tropas para a Groenlândia e que não imporá tarifas sobre a Europa. No Japão, a primeira-ministra defendeu a redução temporária de impostos sobre o consumo de alimentos, medida com impacto fiscal e anunciada às vésperas das eleições, que foram confirmadas para o início de fevereiro após a dissolução do Parlamento. O Banco Central do Japão manteve a taxa de juros inalterada e reforçou a estratégia de gradualidade, com ajustes condicionados ao cenário econômico e de preços. Na Europa, os PMIs vieram mistos – de maneira agregada demonstrando estabilidade.⁠
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No Brasil, o foco foi para o noticiário político: o governador Tarcísio de Freitas cancelou a visita a Jair Bolsonaro, e seguiu negando intenção de candidatura presidencial. As pesquisas eleitorais foram positivas para Flávio Bolsonaro, com aumento de intenção de votos em cenários de segundo turno. Também houve destaque para as notícias envolvendo o Banco Master, incluindo possível ligação ao ministro Dias Toffoli, podendo levar o caso novamente para a primeira instância.
⁠
Nos EUA, os juros ficaram praticamente estáveis, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P 500 -0,35%, Nasdaq +0,30% e Russell -0,32%. No Brasil, o jan/29 fechou 19 bps, o Ibovespa subiu 8,53% e o real valorizou 1,62%. O ouro subiu mais 8,38% e o petróleo subiu 3,08%.
⁠
Na próxima semana, destaque para as decisões do Fed e do Copom e, também por aqui, IPCA-15 e dados de mercado de trabalho.
⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
⁠<br>
No cenário internacional, ocorreu o Fórum Econômico Mundial de Davos, onde Trump amenizou o tom adotado até então, afirmando que não enviaria tropas para a Groenlândia e que não imporá tarifas sobre a Europa. No Japão, a primeira-ministra defendeu a redução temporária de impostos sobre o consumo de alimentos, medida com impacto fiscal e anunciada às vésperas das eleições, que foram confirmadas para o início de fevereiro após a dissolução do Parlamento. O Banco Central do Japão manteve a taxa de juros inalterada e reforçou a estratégia de gradualidade, com ajustes condicionados ao cenário econômico e de preços. Na Europa, os PMIs vieram mistos – de maneira agregada demonstrando estabilidade.⁠<br>
⁠<br>
No Brasil, o foco foi para o noticiário político: o governador Tarcísio de Freitas cancelou a visita a Jair Bolsonaro, e seguiu negando intenção de candidatura presidencial. As pesquisas eleitorais foram positivas para Flávio Bolsonaro, com aumento de intenção de votos em cenários de segundo turno. Também houve destaque para as notícias envolvendo o Banco Master, incluindo possível ligação ao ministro Dias Toffoli, podendo levar o caso novamente para a primeira instância.<br>
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Nos EUA, os juros ficaram praticamente estáveis, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P 500 -0,35%, Nasdaq +0,30% e Russell -0,32%. No Brasil, o jan/29 fechou 19 bps, o Ibovespa subiu 8,53% e o real valorizou 1,62%. O ouro subiu mais 8,38% e o petróleo subiu 3,08%.<br>
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Na próxima semana, destaque para as decisões do Fed e do Copom e, também por aqui, IPCA-15 e dados de mercado de trabalho.<br>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, ocorreu o Fórum Econômico Mundial de Davos, onde Trump amenizou o tom adotado até então, afirmando que não enviaria tropas para a Groenlândia e que não imporá tarifas sobre a Europa. No Japão, a primeira-ministra defendeu a redução temporária de impostos sobre o consumo de alimentos, medida com impacto fiscal e anunciada às vésperas das eleições, que foram confirmadas para o início de fevereiro após a dissolução do Parlamento. O Banco Central do Japão manteve a taxa de juros inalterada e reforçou a estratégia de gradualidade, com ajustes condicionados ao cenário econômico e de preços. Na Europa, os PMIs vieram mistos – de maneira agregada demonstrando estabilidade.⁠⁠No Brasil, o foco foi para o noticiário político: o governador Tarcísio de Freitas cancelou a visita a Jair Bolsonaro, e seguiu negando intenção de candidatura presidencial. As pesquisas eleitorais foram positivas para Flávio Bolsonaro, com aumento de intenção de votos em cenários de segundo turno. Também houve destaque para as notícias envolvendo o Banco Master, incluindo possível ligação ao ministro Dias Toffoli, podendo levar o caso novamente para a primeira instância.⁠Nos EUA, os juros ficaram praticamente estáveis, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P 500 -0,35%, Nasdaq +0,30% e Russell -0,32%. No Brasil, o jan/29 fechou 19 bps, o Ibovespa subiu 8,53% e o real valorizou 1,62%. O ouro subiu mais 8,38% e o petróleo subiu 3,08%.⁠Na próxima semana, destaque para as decisões do Fed e do Copom e, também por aqui, IPCA-15 e dados de mercado de trabalho.⁠]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 16 de Janeiro 2026</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, a inflação (CPI) de dezembro nos EUA trouxe surpresa baixista, inclusive nos núcleos – entretanto, por conta do shutdown, algumas coletas sofreram modificações, levantando dúvidas sobre a confiabilidade dos dados. Os dados de varejo por lá vieram um pouco melhores que a expectativa. Politicamente, Trump deu sinais de que pode manter Kevin Hassett na Casa Branca, elevando a expectativa que Kevin Warsh, ex-membro do Fed, assuma a presidência da entidade.</p>
<p>No Brasil, os dados de serviços vieram um pouco mais fracos que o esperado, e os dados de varejo mais fortes. No campo político, o ex-presidente Bolsonaro foi transferido para a Papudinha após diálogo de Michelle Bolsonaro com o STF. Além disso, pesquisas eleitorais mostraram queda na rejeição de Flávio Bolsonaro e aumento nas intenções de voto no segundo turno. Por fim, houve sinalização que Ratinho Jr. e Romeu Zema também serão candidatos nas eleições presidenciais.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 10 anos abriu 6 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P 500 -0,38%, Nasdaq -0,92% e Russell 2000 +2,04%. No Brasil, o jan/35 abriu 16 bps, o Ibovespa subiu 0,88% e o real caiu 0,10%. O ouro subiu mais 1,92%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para os dados de inflação e atividade nos EUA, além de dados de atividade na Europa e possíveis desdobramentos no Irã. No Brasil, o foco serão as pesquisas eleitorais.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, a inflação (CPI) de dezembro nos EUA trouxe surpresa baixista, inclusive nos núcleos – entretanto, por conta do shutdown, algumas coletas sofreram modificações, levantando dúvidas sobre a confiabilidade dos dados. Os dados de varejo por lá vieram um pouco melhores que a expectativa. Politicamente, Trump deu sinais de que pode manter Kevin Hassett na Casa Branca, elevando a expectativa que Kevin Warsh, ex-membro do Fed, assuma a presidência da entidade.</p>
<p>No Brasil, os dados de serviços vieram um pouco mais fracos que o esperado, e os dados de varejo mais fortes. No campo político, o ex-presidente Bolsonaro foi transferido para a Papudinha após diálogo de Michelle Bolsonaro com o STF. Além disso, pesquisas eleitorais mostraram queda na rejeição de Flávio Bolsonaro e aumento nas intenções de voto no segundo turno. Por fim, houve sinalização que Ratinho Jr. e Romeu Zema também serão candidatos nas eleições presidenciais.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 10 anos abriu 6 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P 500 -0,38%, Nasdaq -0,92% e Russell 2000 +2,04%. No Brasil, o jan/35 abriu 16 bps, o Ibovespa subiu 0,88% e o real caiu 0,10%. O ouro subiu mais 1,92%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para os dados de inflação e atividade nos EUA, além de dados de atividade na Europa e possíveis desdobramentos no Irã. No Brasil, o foco serão as pesquisas eleitorais.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, a inflação (CPI) de dezembro nos EUA trouxe surpresa baixista, inclusive nos núcleos – entretanto, por conta do shutdown, algumas coletas sofreram modificações, levantando dúvidas sobre a confiabilidade dos dados. Os dados de varejo por lá vieram um pouco melhores que a expectativa. Politicamente, Trump deu sinais de que pode manter Kevin Hassett na Casa Branca, elevando a expectativa que Kevin Warsh, ex-membro do Fed, assuma a presidência da entidade.
No Brasil, os dados de serviços vieram um pouco mais fracos que o esperado, e os dados de varejo mais fortes. No campo político, o ex-presidente Bolsonaro foi transferido para a Papudinha após diálogo de Michelle Bolsonaro com o STF. Além disso, pesquisas eleitorais mostraram queda na rejeição de Flávio Bolsonaro e aumento nas intenções de voto no segundo turno. Por fim, houve sinalização que Ratinho Jr. e Romeu Zema também serão candidatos nas eleições presidenciais.
Nos EUA, o juro de 10 anos abriu 6 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P 500 -0,38%, Nasdaq -0,92% e Russell 2000 +2,04%. No Brasil, o jan/35 abriu 16 bps, o Ibovespa subiu 0,88% e o real caiu 0,10%. O ouro subiu mais 1,92%.
Na próxima semana, destaque para os dados de inflação e atividade nos EUA, além de dados de atividade na Europa e possíveis desdobramentos no Irã. No Brasil, o foco serão as pesquisas eleitorais.
Não deixe de conferir!]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>Call Mensal - Dezembro 2025</title>
        <itunes:title>Call Mensal - Dezembro 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Quarta-feira, dia 07/01/2026, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Dezembro. Novamente, realizamos a conferência pelo Zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Quarta-feira, dia 07/01/2026, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Dezembro. Novamente, realizamos a conferência pelo Zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
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        <title>NovusCast - 09 de Janeiro 2026</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o destaque foi a captura de Nicolás Maduro por uma operação dos EUA, com a vice-presidente Delcy Rodríguez assumindo interinamente e sinalizando reaproximação diplomática com os americanos. Ao mesmo tempo, o Irã enfrenta novos protestos violentos contra o governo, com mais de 2 mil prisões. Nos EUA, o payroll de dezembro reforçou desaceleração nas contratações, mas sem demissões em massa. Na Zona do Euro, a inflação de dezembro reforçou a leitura de desinflação, mas o ECB segue dependente dos dados antes de sinalizar cortes.</p>
<p>No Brasil, o IPCA de dezembro veio em linha com o esperado, mas com núcleos ligados a serviços de mão de obra ainda elevados. A produção industrial veio com composição mista, sem surpresas relevantes. No campo político, o Flávio Bolsonaro deu uma entrevista em que buscou uma posição mais ao centro.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 2 anos abriu 6 bps, e as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P 500 +1,57%, Nasdaq +2,22% e Russell 2000 +4,67%. No Brasil, o jan/35 abriu 10 bps, o Ibovespa valorizou 1,76% e o real 1,09%. O petróleo subiu 2,55%.</p>
<p>Na próxima semana, atenção para dados de inflação e atividade nos EUA e, no Brasil, dados de atividade (PMC e PMS) e pesquisas eleitorais.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o destaque foi a captura de Nicolás Maduro por uma operação dos EUA, com a vice-presidente Delcy Rodríguez assumindo interinamente e sinalizando reaproximação diplomática com os americanos. Ao mesmo tempo, o Irã enfrenta novos protestos violentos contra o governo, com mais de 2 mil prisões. Nos EUA, o payroll de dezembro reforçou desaceleração nas contratações, mas sem demissões em massa. Na Zona do Euro, a inflação de dezembro reforçou a leitura de desinflação, mas o ECB segue dependente dos dados antes de sinalizar cortes.</p>
<p>No Brasil, o IPCA de dezembro veio em linha com o esperado, mas com núcleos ligados a serviços de mão de obra ainda elevados. A produção industrial veio com composição mista, sem surpresas relevantes. No campo político, o Flávio Bolsonaro deu uma entrevista em que buscou uma posição mais ao centro.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 2 anos abriu 6 bps, e as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P 500 +1,57%, Nasdaq +2,22% e Russell 2000 +4,67%. No Brasil, o jan/35 abriu 10 bps, o Ibovespa valorizou 1,76% e o real 1,09%. O petróleo subiu 2,55%.</p>
<p>Na próxima semana, atenção para dados de inflação e atividade nos EUA e, no Brasil, dados de atividade (PMC e PMS) e pesquisas eleitorais.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, o destaque foi a captura de Nicolás Maduro por uma operação dos EUA, com a vice-presidente Delcy Rodríguez assumindo interinamente e sinalizando reaproximação diplomática com os americanos. Ao mesmo tempo, o Irã enfrenta novos protestos violentos contra o governo, com mais de 2 mil prisões. Nos EUA, o payroll de dezembro reforçou desaceleração nas contratações, mas sem demissões em massa. Na Zona do Euro, a inflação de dezembro reforçou a leitura de desinflação, mas o ECB segue dependente dos dados antes de sinalizar cortes.
No Brasil, o IPCA de dezembro veio em linha com o esperado, mas com núcleos ligados a serviços de mão de obra ainda elevados. A produção industrial veio com composição mista, sem surpresas relevantes. No campo político, o Flávio Bolsonaro deu uma entrevista em que buscou uma posição mais ao centro.
Nos EUA, o juro de 2 anos abriu 6 bps, e as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P 500 +1,57%, Nasdaq +2,22% e Russell 2000 +4,67%. No Brasil, o jan/35 abriu 10 bps, o Ibovespa valorizou 1,76% e o real 1,09%. O petróleo subiu 2,55%.
Na próxima semana, atenção para dados de inflação e atividade nos EUA e, no Brasil, dados de atividade (PMC e PMS) e pesquisas eleitorais.
Não deixe de conferir!]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 26 de Dezembro 2025</title>
        <itunes:title>NovusCast - 26 de Dezembro 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, o destaque foi a divulgação do PIB americano do terceiro trimestre, mais forte que o esperado e com aceleração do consumo frente ao anterior. Já os dados de mercado de trabalho (ADP) seguem indicando contratações em ritmo mais fraco. Por fim, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou encontro com Trump para discutir cessar-fogo com a Rússia.
⁠
No Brasil, foi divulgado o IPCA-15 de dezembro, em linha com a mediana de mercado, mas com leitura qualitativa um pouco pior que a esperada, mostrando pressão em componentes importantes, como serviços subjacentes. No âmbito político, o ex-presidente Jair Bolsonaro cancelou a entrevista que daria e publicou carta endossando a candidatura de seu filho Flávio na próxima eleição presidencial. Foi divulgada nova pesquisa sinalizando praticamente um empate técnico entre Lula e Flávio no segundo turno.
⁠
Nos EUA e no Brasil, os juros fecharam a semana quase no mesmo nível da semana anterior. Já as bolsas tiveram bom desempenho: S&amp;P 500 +1,40%, Nasdaq +1,18%, Russell 2000 +0,19% e Ibovespa +1,53%. As commodities também fecharam em alta.
⁠
Na próxima semana, destaque para a minuta da reunião do Fed, dados de atividade na China e dados de mercado de trabalho no Brasil.
⁠
Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
⁠<br>
No cenário internacional, o destaque foi a divulgação do PIB americano do terceiro trimestre, mais forte que o esperado e com aceleração do consumo frente ao anterior. Já os dados de mercado de trabalho (ADP) seguem indicando contratações em ritmo mais fraco. Por fim, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou encontro com Trump para discutir cessar-fogo com a Rússia.<br>
⁠<br>
No Brasil, foi divulgado o IPCA-15 de dezembro, em linha com a mediana de mercado, mas com leitura qualitativa um pouco pior que a esperada, mostrando pressão em componentes importantes, como serviços subjacentes. No âmbito político, o ex-presidente Jair Bolsonaro cancelou a entrevista que daria e publicou carta endossando a candidatura de seu filho Flávio na próxima eleição presidencial. Foi divulgada nova pesquisa sinalizando praticamente um empate técnico entre Lula e Flávio no segundo turno.<br>
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Nos EUA e no Brasil, os juros fecharam a semana quase no mesmo nível da semana anterior. Já as bolsas tiveram bom desempenho: S&amp;P 500 +1,40%, Nasdaq +1,18%, Russell 2000 +0,19% e Ibovespa +1,53%. As commodities também fecharam em alta.<br>
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Na próxima semana, destaque para a minuta da reunião do Fed, dados de atividade na China e dados de mercado de trabalho no Brasil.<br>
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Não deixe de conferir!⁠</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, o destaque foi a divulgação do PIB americano do terceiro trimestre, mais forte que o esperado e com aceleração do consumo frente ao anterior. Já os dados de mercado de trabalho (ADP) seguem indicando contratações em ritmo mais fraco. Por fim, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou encontro com Trump para discutir cessar-fogo com a Rússia.⁠No Brasil, foi divulgado o IPCA-15 de dezembro, em linha com a mediana de mercado, mas com leitura qualitativa um pouco pior que a esperada, mostrando pressão em componentes importantes, como serviços subjacentes. No âmbito político, o ex-presidente Jair Bolsonaro cancelou a entrevista que daria e publicou carta endossando a candidatura de seu filho Flávio na próxima eleição presidencial. Foi divulgada nova pesquisa sinalizando praticamente um empate técnico entre Lula e Flávio no segundo turno.⁠Nos EUA e no Brasil, os juros fecharam a semana quase no mesmo nível da semana anterior. Já as bolsas tiveram bom desempenho: S&amp;P 500 +1,40%, Nasdaq +1,18%, Russell 2000 +0,19% e Ibovespa +1,53%. As commodities também fecharam em alta.⁠Na próxima semana, destaque para a minuta da reunião do Fed, dados de atividade na China e dados de mercado de trabalho no Brasil.⁠Não deixe de conferir!⁠]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 19 de Dezembro 2025</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Tomás Goulart comentam, no episódio desta semana, os principais acontecimentos no Brasil e no mundo.</p>
<p>Nos Estados Unidos, foram enfim divulgados os dados econômicos de outubro e novembro. A taxa de desemprego subiu para 4,6% e o núcleo da inflação desacelerou para 2,6% em 12 meses. A qualidade dos números, porém, foi afetada por problemas de coleta, o que levou o Federal Reserve a indicar que dará mais peso aos próximos indicadores.</p>
<p>Na Europa, o BCE manteve os juros estáveis e elevou suas projeções de inflação e crescimento. No Reino Unido, o BoE reduziu a taxa em 0,25% após votação apertada, sinalizando aproximação do juro neutro. No Japão, o BoJ elevou a taxa para 0,75% e segue aberto a novas altas. Na China, os dados de atividade voltaram a decepcionar, com destaque para vendas no varejo e crédito às famílias.</p>
<p>No Brasil, a Ata do Copom e o Relatório de Política Monetária foram os principais destaques. O Banco Central reconheceu incerteza sobre o mercado de trabalho, mas retirou a sinalização de inflação acima da meta no horizonte relevante, reacendendo a possibilidade, ainda dependente do cenário, de um corte em janeiro. No campo político, a pesquisa mostrando Flávio Bolsonaro competitivo aumentou a volatilidade e trouxe dúvidas sobre sua capacidade de reduzir a rejeição entre independentes.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 2 ano fechou 4 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P 500 +0,10%, Nasdaq +0,59% e Russell 2000 -0,86%. No Brasil, o jan/29 abriu 23 bps, o Ibovespa caiu 1,43% e o real desvalorizou 2,3%.</p>
<p>Para a próxima semana, as atenções se voltam para a divulgação do PIB dos Estados Unidos no terceiro trimestre. Já a agenda doméstica inclui o IPCA-15 na terça-feira e tende a ser mais esvaziada devido às festas de fim de ano.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Tomás Goulart comentam, no episódio desta semana, os principais acontecimentos no Brasil e no mundo.</p>
<p>Nos Estados Unidos, foram enfim divulgados os dados econômicos de outubro e novembro. A taxa de desemprego subiu para 4,6% e o núcleo da inflação desacelerou para 2,6% em 12 meses. A qualidade dos números, porém, foi afetada por problemas de coleta, o que levou o Federal Reserve a indicar que dará mais peso aos próximos indicadores.</p>
<p>Na Europa, o BCE manteve os juros estáveis e elevou suas projeções de inflação e crescimento. No Reino Unido, o BoE reduziu a taxa em 0,25% após votação apertada, sinalizando aproximação do juro neutro. No Japão, o BoJ elevou a taxa para 0,75% e segue aberto a novas altas. Na China, os dados de atividade voltaram a decepcionar, com destaque para vendas no varejo e crédito às famílias.</p>
<p>No Brasil, a Ata do Copom e o Relatório de Política Monetária foram os principais destaques. O Banco Central reconheceu incerteza sobre o mercado de trabalho, mas retirou a sinalização de inflação acima da meta no horizonte relevante, reacendendo a possibilidade, ainda dependente do cenário, de um corte em janeiro. No campo político, a pesquisa mostrando Flávio Bolsonaro competitivo aumentou a volatilidade e trouxe dúvidas sobre sua capacidade de reduzir a rejeição entre independentes.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 2 ano fechou 4 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P 500 +0,10%, Nasdaq +0,59% e Russell 2000 -0,86%. No Brasil, o jan/29 abriu 23 bps, o Ibovespa caiu 1,43% e o real desvalorizou 2,3%.</p>
<p>Para a próxima semana, as atenções se voltam para a divulgação do PIB dos Estados Unidos no terceiro trimestre. Já a agenda doméstica inclui o IPCA-15 na terça-feira e tende a ser mais esvaziada devido às festas de fim de ano.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Tomás Goulart comentam, no episódio desta semana, os principais acontecimentos no Brasil e no mundo.
Nos Estados Unidos, foram enfim divulgados os dados econômicos de outubro e novembro. A taxa de desemprego subiu para 4,6% e o núcleo da inflação desacelerou para 2,6% em 12 meses. A qualidade dos números, porém, foi afetada por problemas de coleta, o que levou o Federal Reserve a indicar que dará mais peso aos próximos indicadores.
Na Europa, o BCE manteve os juros estáveis e elevou suas projeções de inflação e crescimento. No Reino Unido, o BoE reduziu a taxa em 0,25% após votação apertada, sinalizando aproximação do juro neutro. No Japão, o BoJ elevou a taxa para 0,75% e segue aberto a novas altas. Na China, os dados de atividade voltaram a decepcionar, com destaque para vendas no varejo e crédito às famílias.
No Brasil, a Ata do Copom e o Relatório de Política Monetária foram os principais destaques. O Banco Central reconheceu incerteza sobre o mercado de trabalho, mas retirou a sinalização de inflação acima da meta no horizonte relevante, reacendendo a possibilidade, ainda dependente do cenário, de um corte em janeiro. No campo político, a pesquisa mostrando Flávio Bolsonaro competitivo aumentou a volatilidade e trouxe dúvidas sobre sua capacidade de reduzir a rejeição entre independentes.
Nos EUA, o juro de 2 ano fechou 4 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P 500 +0,10%, Nasdaq +0,59% e Russell 2000 -0,86%. No Brasil, o jan/29 abriu 23 bps, o Ibovespa caiu 1,43% e o real desvalorizou 2,3%.
Para a próxima semana, as atenções se voltam para a divulgação do PIB dos Estados Unidos no terceiro trimestre. Já a agenda doméstica inclui o IPCA-15 na terça-feira e tende a ser mais esvaziada devido às festas de fim de ano.]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 12 de Dezembro 2025</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o grande destaque foi a decisão do Fed, que cortou os juros para o intervalo de 3,50%–3,75%, em linha com o esperado. Havia receio sobre um possível tom mais hawk, que não se concretizou: o Powell deixou em aberto possível novo corte em janeiro, mas esclarecendo que as decisões dependerão dos próximos dados. Também foi anunciada compra de títulos de curto prazo para aumento de reserva. Por fim, foi anunciada a recondução unânime dos presidentes regionais do Fed para os mandatos que se iniciam em 2026. Na Europa, a Schnabel, do ECB, indicou estar confortável com as apostas de que o próximo passo do banco central possa ser uma alta de juros, embora não no curto prazo.</p>
<p>No Brasil, o Copom manteve a Selic inalterada, com mudanças sutis de comunicação, e reduziu sua projeção condicional de inflação no horizonte relevante de 3,3% para 3,2%. O IPCA de novembro veio ligeiramente abaixo do esperado, reforçando a trajetória desinflacionária. Na atividade, o varejo veio um pouco acima e serviços um pouco abaixo da expectativa. O cenário político foi conturbado após o anúncio da candidatura de Flávio Bolsonaro, com votação do PL da Dosimetria, retirada de Moraes e a esposa da Magnitsky e novas pesquisas de opinião.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 1 ano fechou 7 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P 500 -0,63%, Nasdaq -1,93% e Russell 2000 +1,19%. No Brasil, o jan/29 fechou 22 bps, o Ibovespa subiu 2,16% e o real valorizou 0,60%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para dados de mercado de trabalho e inflação nos EUA; dados de atividade na Europa; decisão dos bancos centrais europeu, inglês e japonês e, no Brasil, ata do Copom, Relatório de Política Monetária e pesquisa Quaest.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
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                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o grande destaque foi a decisão do Fed, que cortou os juros para o intervalo de 3,50%–3,75%, em linha com o esperado. Havia receio sobre um possível tom mais hawk, que não se concretizou: o Powell deixou em aberto possível novo corte em janeiro, mas esclarecendo que as decisões dependerão dos próximos dados. Também foi anunciada compra de títulos de curto prazo para aumento de reserva. Por fim, foi anunciada a recondução unânime dos presidentes regionais do Fed para os mandatos que se iniciam em 2026. Na Europa, a Schnabel, do ECB, indicou estar confortável com as apostas de que o próximo passo do banco central possa ser uma alta de juros, embora não no curto prazo.</p>
<p>No Brasil, o Copom manteve a Selic inalterada, com mudanças sutis de comunicação, e reduziu sua projeção condicional de inflação no horizonte relevante de 3,3% para 3,2%. O IPCA de novembro veio ligeiramente abaixo do esperado, reforçando a trajetória desinflacionária. Na atividade, o varejo veio um pouco acima e serviços um pouco abaixo da expectativa. O cenário político foi conturbado após o anúncio da candidatura de Flávio Bolsonaro, com votação do PL da Dosimetria, retirada de Moraes e a esposa da Magnitsky e novas pesquisas de opinião.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 1 ano fechou 7 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P 500 -0,63%, Nasdaq -1,93% e Russell 2000 +1,19%. No Brasil, o jan/29 fechou 22 bps, o Ibovespa subiu 2,16% e o real valorizou 0,60%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para dados de mercado de trabalho e inflação nos EUA; dados de atividade na Europa; decisão dos bancos centrais europeu, inglês e japonês e, no Brasil, ata do Copom, Relatório de Política Monetária e pesquisa Quaest.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, o grande destaque foi a decisão do Fed, que cortou os juros para o intervalo de 3,50%–3,75%, em linha com o esperado. Havia receio sobre um possível tom mais hawk, que não se concretizou: o Powell deixou em aberto possível novo corte em janeiro, mas esclarecendo que as decisões dependerão dos próximos dados. Também foi anunciada compra de títulos de curto prazo para aumento de reserva. Por fim, foi anunciada a recondução unânime dos presidentes regionais do Fed para os mandatos que se iniciam em 2026. Na Europa, a Schnabel, do ECB, indicou estar confortável com as apostas de que o próximo passo do banco central possa ser uma alta de juros, embora não no curto prazo.
No Brasil, o Copom manteve a Selic inalterada, com mudanças sutis de comunicação, e reduziu sua projeção condicional de inflação no horizonte relevante de 3,3% para 3,2%. O IPCA de novembro veio ligeiramente abaixo do esperado, reforçando a trajetória desinflacionária. Na atividade, o varejo veio um pouco acima e serviços um pouco abaixo da expectativa. O cenário político foi conturbado após o anúncio da candidatura de Flávio Bolsonaro, com votação do PL da Dosimetria, retirada de Moraes e a esposa da Magnitsky e novas pesquisas de opinião.
Nos EUA, o juro de 1 ano fechou 7 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P 500 -0,63%, Nasdaq -1,93% e Russell 2000 +1,19%. No Brasil, o jan/29 fechou 22 bps, o Ibovespa subiu 2,16% e o real valorizou 0,60%.
Na próxima semana, destaque para dados de mercado de trabalho e inflação nos EUA; dados de atividade na Europa; decisão dos bancos centrais europeu, inglês e japonês e, no Brasil, ata do Copom, Relatório de Política Monetária e pesquisa Quaest.
Não deixe de conferir!]]></itunes:summary>
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        <title>Call Mensal - Novembro 2025</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Terça-feira, dia 02/12/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Novembro. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Terça-feira, dia 02/12/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Novembro. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
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        <title>NovusCast - 05 de Dezembro 2025</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, a divulgação do ADP reforçou sinais de enfraquecimento no mercado de trabalho americano, com nova queda nas vagas em novembro; o PCE  confirmou a tendência de desaceleração da inflação; e os ISMs mantiveram a tendência de serviços superando manufaturas. O Trump sinalizou provável anúncio do nome de Kevin Hassett para o Fed, ainda sem oficialização. No Japão, o tom mais hawkish do presidente do BoJ, Kazuo Ueda, trouxe expectativa de aumento da taxa de juros. Na Europa, a inflação da Zona do Euro ficou próxima do esperado. </p>
<p>No Brasil, o PIB do 3º trimestre veio levemente abaixo do esperado, principalmente pelo consumo das famílias. Foi divulgada nova pesquisa Atlas, indicando interrupção na melhora da popularidade do presidente Lula. No campo político, a sexta-feira foi marcada por forte tensão: Flávio Bolsonaro anunciou que tem o apoio do pai para disputar a presidência, por ora frustrando a expectativa de consolidação da candidatura de Tarcísio.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 10 anos abriu 12 bps, e as bolsas subiram – S&amp;P 500 +0,31%, Nasdaq +1,01%, Russell 2000 +0,84%. No Brasil, o jan/29 abriu 47 bps, o Ibovespa caiu 1,07% e o real 2,12%.</p>
<p>Na próxima semana, os destaques são as decisões dos bancos centrais americano, canadense, australiano e brasileiro, além de dados de inflação e atividade no Brasil.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, a divulgação do ADP reforçou sinais de enfraquecimento no mercado de trabalho americano, com nova queda nas vagas em novembro; o PCE  confirmou a tendência de desaceleração da inflação; e os ISMs mantiveram a tendência de serviços superando manufaturas. O Trump sinalizou provável anúncio do nome de Kevin Hassett para o Fed, ainda sem oficialização. No Japão, o tom mais hawkish do presidente do BoJ, Kazuo Ueda, trouxe expectativa de aumento da taxa de juros. Na Europa, a inflação da Zona do Euro ficou próxima do esperado. </p>
<p>No Brasil, o PIB do 3º trimestre veio levemente abaixo do esperado, principalmente pelo consumo das famílias. Foi divulgada nova pesquisa Atlas, indicando interrupção na melhora da popularidade do presidente Lula. No campo político, a sexta-feira foi marcada por forte tensão: Flávio Bolsonaro anunciou que tem o apoio do pai para disputar a presidência, por ora frustrando a expectativa de consolidação da candidatura de Tarcísio.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 10 anos abriu 12 bps, e as bolsas subiram – S&amp;P 500 +0,31%, Nasdaq +1,01%, Russell 2000 +0,84%. No Brasil, o jan/29 abriu 47 bps, o Ibovespa caiu 1,07% e o real 2,12%.</p>
<p>Na próxima semana, os destaques são as decisões dos bancos centrais americano, canadense, australiano e brasileiro, além de dados de inflação e atividade no Brasil.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, a divulgação do ADP reforçou sinais de enfraquecimento no mercado de trabalho americano, com nova queda nas vagas em novembro; o PCE  confirmou a tendência de desaceleração da inflação; e os ISMs mantiveram a tendência de serviços superando manufaturas. O Trump sinalizou provável anúncio do nome de Kevin Hassett para o Fed, ainda sem oficialização. No Japão, o tom mais hawkish do presidente do BoJ, Kazuo Ueda, trouxe expectativa de aumento da taxa de juros. Na Europa, a inflação da Zona do Euro ficou próxima do esperado. 
No Brasil, o PIB do 3º trimestre veio levemente abaixo do esperado, principalmente pelo consumo das famílias. Foi divulgada nova pesquisa Atlas, indicando interrupção na melhora da popularidade do presidente Lula. No campo político, a sexta-feira foi marcada por forte tensão: Flávio Bolsonaro anunciou que tem o apoio do pai para disputar a presidência, por ora frustrando a expectativa de consolidação da candidatura de Tarcísio.
Nos EUA, o juro de 10 anos abriu 12 bps, e as bolsas subiram – S&amp;P 500 +0,31%, Nasdaq +1,01%, Russell 2000 +0,84%. No Brasil, o jan/29 abriu 47 bps, o Ibovespa caiu 1,07% e o real 2,12%.
Na próxima semana, os destaques são as decisões dos bancos centrais americano, canadense, australiano e brasileiro, além de dados de inflação e atividade no Brasil.
Não deixe de conferir!]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 28 de Novembro 2025</title>
        <itunes:title>NovusCast - 28 de Novembro 2025</itunes:title>
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                    <comments>https://novuscapital.podbean.com/e/novuscast-28-de-novembro-2025/#comments</comments>        <pubDate>Fri, 28 Nov 2025 20:20:29 -0300</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o destaque foi o discurso de John Williams, do Fed, que reforçou a perspectiva de corte de 25 bps na reunião de dezembro. Os dados nos EUA foram escassos por conta do feriado de Thanksgiving, e os que foram divulgados ainda são referentes a setembro: vendas no varejo um pouco abaixo do esperado, e PPI em linha com a expectativa. No Reino Unido, o governo anunciou um pacote que aumenta impostos e amplia a folga fiscal, mas com a maior parte da consolidação concentrada nos últimos anos da projeção.</p>
<p>No Brasil, o IPCA-15 veio um pouco acima do esperado, mas refletindo também efeitos da COP 30 sobre preços de hospedagem e turismo. Já os dados de mercado de trabalho – Caged e PNAD - mostraram alguma desaceleração, mas ainda nível robusto. Os dados de confiança demonstraram retomada em termos de atividade. Por fim, o presidente do BCB, Gabriel Galípolo, reafirmou o tom de serenidade, indicando que não houve divulgação de dados que alterassem as perspectivas do comitê.</p>
<p>No mercado de crédito, a semana foi mais volátil que o normal e marcada por fluxo irregular. O índice de empresas high grade fechou estável, apesar das oscilações, enquanto o de empresas low rated abriu 15 bps na semana, devolvendo parte da forte compressão do início do mês. O mercado primário ainda seguiu sólido em novembro, mas com pipeline mais esvaziado. A perda do grau de investimento da Raízen foi oficializada, mas já era precificada pelo mercado local.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 10 anos fechou 5 bps, e as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P 500 +3,73%, Nasdaq +4,93% e Russell 2000 +5,52%. O juro de 30 anos no Reino Unido fechou 18 bps. No Brasil, o jan/35 fechou 24 bps, o Ibovespa valorizou 2,78% e o real 1,28%.</p>
<p>Na próxima semana, atenção para o PIB do 3º tri no Brasil e para os ISMs de novembro nos EUA.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o destaque foi o discurso de John Williams, do Fed, que reforçou a perspectiva de corte de 25 bps na reunião de dezembro. Os dados nos EUA foram escassos por conta do feriado de Thanksgiving, e os que foram divulgados ainda são referentes a setembro: vendas no varejo um pouco abaixo do esperado, e PPI em linha com a expectativa. No Reino Unido, o governo anunciou um pacote que aumenta impostos e amplia a folga fiscal, mas com a maior parte da consolidação concentrada nos últimos anos da projeção.</p>
<p>No Brasil, o IPCA-15 veio um pouco acima do esperado, mas refletindo também efeitos da COP 30 sobre preços de hospedagem e turismo. Já os dados de mercado de trabalho – Caged e PNAD - mostraram alguma desaceleração, mas ainda nível robusto. Os dados de confiança demonstraram retomada em termos de atividade. Por fim, o presidente do BCB, Gabriel Galípolo, reafirmou o tom de serenidade, indicando que não houve divulgação de dados que alterassem as perspectivas do comitê.</p>
<p>No mercado de crédito, a semana foi mais volátil que o normal e marcada por fluxo irregular. O índice de empresas high grade fechou estável, apesar das oscilações, enquanto o de empresas low rated abriu 15 bps na semana, devolvendo parte da forte compressão do início do mês. O mercado primário ainda seguiu sólido em novembro, mas com pipeline mais esvaziado. A perda do grau de investimento da Raízen foi oficializada, mas já era precificada pelo mercado local.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 10 anos fechou 5 bps, e as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P 500 +3,73%, Nasdaq +4,93% e Russell 2000 +5,52%. O juro de 30 anos no Reino Unido fechou 18 bps. No Brasil, o jan/35 fechou 24 bps, o Ibovespa valorizou 2,78% e o real 1,28%.</p>
<p>Na próxima semana, atenção para o PIB do 3º tri no Brasil e para os ISMs de novembro nos EUA.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, o destaque foi o discurso de John Williams, do Fed, que reforçou a perspectiva de corte de 25 bps na reunião de dezembro. Os dados nos EUA foram escassos por conta do feriado de Thanksgiving, e os que foram divulgados ainda são referentes a setembro: vendas no varejo um pouco abaixo do esperado, e PPI em linha com a expectativa. No Reino Unido, o governo anunciou um pacote que aumenta impostos e amplia a folga fiscal, mas com a maior parte da consolidação concentrada nos últimos anos da projeção.
No Brasil, o IPCA-15 veio um pouco acima do esperado, mas refletindo também efeitos da COP 30 sobre preços de hospedagem e turismo. Já os dados de mercado de trabalho – Caged e PNAD - mostraram alguma desaceleração, mas ainda nível robusto. Os dados de confiança demonstraram retomada em termos de atividade. Por fim, o presidente do BCB, Gabriel Galípolo, reafirmou o tom de serenidade, indicando que não houve divulgação de dados que alterassem as perspectivas do comitê.
No mercado de crédito, a semana foi mais volátil que o normal e marcada por fluxo irregular. O índice de empresas high grade fechou estável, apesar das oscilações, enquanto o de empresas low rated abriu 15 bps na semana, devolvendo parte da forte compressão do início do mês. O mercado primário ainda seguiu sólido em novembro, mas com pipeline mais esvaziado. A perda do grau de investimento da Raízen foi oficializada, mas já era precificada pelo mercado local.
Nos EUA, o juro de 10 anos fechou 5 bps, e as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P 500 +3,73%, Nasdaq +4,93% e Russell 2000 +5,52%. O juro de 30 anos no Reino Unido fechou 18 bps. No Brasil, o jan/35 fechou 24 bps, o Ibovespa valorizou 2,78% e o real 1,28%.
Na próxima semana, atenção para o PIB do 3º tri no Brasil e para os ISMs de novembro nos EUA.]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 21 de Novembro 2025</title>
        <itunes:title>NovusCast - 21 de Novembro 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o payroll surpreendeu com aceleração na criação de vagas nos EUA, e com aumento da taxa de participação. Apesar disso, a taxa de desemprego subiu, e os salários seguiram desacelerando. A divisão entre membros do Fed segue, mas o presidente do Fed de NY, John Williams, reforçou a visão de que há espaço para cortes em breve, fortalecendo a expectativa de afrouxamento em dezembro. Na Europa, o PMI da Zona do Euro ficou estável, com indústria fraca e serviços sustentando a atividade. No Reino Unido, os dados de atividade vieram piores e os dados de preços indicaram o menor nível do repasse em cinco anos.</p>
<p>No Brasil, o cenário foi dominado pela política. Houve reação negativa do Senado à indicação de Jorge Messias ao STF. O mercado tambem reagiu à possível retirada de despesas com segurança pública do limite de despesas, mencionada por Ricardo Lewandowski, atual ministro da Justiça e Segurança Pública. Foi anunciada a retirada das tarifas americanas sobre produtos brasileiros.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 5 anos fechou 11 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P 500 -1,95%, Nasdaq -3,07% e Russell 2000 -0,78%. No Brasil, o jan/29 abriu 4 bps, o Ibovespa caiu 1,88% e o real desvalorizou 1,96%.</p>
<p>Na próxima semana, haverá divulgação das vendas no varejo nos EUA e, no Brasil, dados de crédito, mercado de trabalho e inflação.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o payroll surpreendeu com aceleração na criação de vagas nos EUA, e com aumento da taxa de participação. Apesar disso, a taxa de desemprego subiu, e os salários seguiram desacelerando. A divisão entre membros do Fed segue, mas o presidente do Fed de NY, John Williams, reforçou a visão de que há espaço para cortes em breve, fortalecendo a expectativa de afrouxamento em dezembro. Na Europa, o PMI da Zona do Euro ficou estável, com indústria fraca e serviços sustentando a atividade. No Reino Unido, os dados de atividade vieram piores e os dados de preços indicaram o menor nível do repasse em cinco anos.</p>
<p>No Brasil, o cenário foi dominado pela política. Houve reação negativa do Senado à indicação de Jorge Messias ao STF. O mercado tambem reagiu à possível retirada de despesas com segurança pública do limite de despesas, mencionada por Ricardo Lewandowski, atual ministro da Justiça e Segurança Pública. Foi anunciada a retirada das tarifas americanas sobre produtos brasileiros.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 5 anos fechou 11 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P 500 -1,95%, Nasdaq -3,07% e Russell 2000 -0,78%. No Brasil, o jan/29 abriu 4 bps, o Ibovespa caiu 1,88% e o real desvalorizou 1,96%.</p>
<p>Na próxima semana, haverá divulgação das vendas no varejo nos EUA e, no Brasil, dados de crédito, mercado de trabalho e inflação.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, o payroll surpreendeu com aceleração na criação de vagas nos EUA, e com aumento da taxa de participação. Apesar disso, a taxa de desemprego subiu, e os salários seguiram desacelerando. A divisão entre membros do Fed segue, mas o presidente do Fed de NY, John Williams, reforçou a visão de que há espaço para cortes em breve, fortalecendo a expectativa de afrouxamento em dezembro. Na Europa, o PMI da Zona do Euro ficou estável, com indústria fraca e serviços sustentando a atividade. No Reino Unido, os dados de atividade vieram piores e os dados de preços indicaram o menor nível do repasse em cinco anos.
No Brasil, o cenário foi dominado pela política. Houve reação negativa do Senado à indicação de Jorge Messias ao STF. O mercado tambem reagiu à possível retirada de despesas com segurança pública do limite de despesas, mencionada por Ricardo Lewandowski, atual ministro da Justiça e Segurança Pública. Foi anunciada a retirada das tarifas americanas sobre produtos brasileiros.
Nos EUA, o juro de 5 anos fechou 11 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P 500 -1,95%, Nasdaq -3,07% e Russell 2000 -0,78%. No Brasil, o jan/29 abriu 4 bps, o Ibovespa caiu 1,88% e o real desvalorizou 1,96%.
Na próxima semana, haverá divulgação das vendas no varejo nos EUA e, no Brasil, dados de crédito, mercado de trabalho e inflação.
Não deixe de conferir!]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 14 de Novembro 2025</title>
        <itunes:title>NovusCast - 14 de Novembro 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, membros do Fed adotaram tom mais hawk ao longo da semana, reforçando que a decisão de dezembro está longe de ser trivial. O governo americano chegou a um acordo orçamentário, encerrando o maior shutdown da história e garantindo financiamento até janeiro. Ainda nos EUA, Trump falou sobre cheques de US$2 mil à população, aumentando o risco fiscal. Na Europa, o Reino Unido recuou na proposta de elevar impostos após revisão positiva das projeções fiscais. Na geopolítica, houve novos ataques entre Rússia e Ucrânia.</p>
<p>No Brasil, a ata do Copom esclareceu que o modelo de projeção condicional do BCB incorporou preliminarmente o impacto da nova faixa de isenção do IR, com o cenário condicional ainda projetando inflação em 3,3%, interpretado como mais dove que a expectativa. O IPCA de outubro veio melhor do que o esperado, com núcleos em desaceleração, exceto os ligados a mão de obra — ainda pressionados por um mercado de trabalho forte. Os dados de atividade vieram mistos: serviços surpreenderam positivamente, enquanto comércio recuou. No campo político, Lula interrompeu a sequência de melhora nas pesquisas e o cenário para 2026 voltou a ficar mais apertado.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 1 ano abriu 7 bps, enquanto as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P 500 +0,08%, Nasdaq -0,21% e Russell 2000 -1,83%. No Reino Unido, o juro de 30 anos abriu 14 bps. No Brasil, o jan/27 fechou 25 bps, o Ibovespa subiu 2,39% e o real valorizou 0,69%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para o payroll nos EUA, PMIs e minuta do FOMC. No Brasil, saem os dados fiscais bimestrais.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, membros do Fed adotaram tom mais hawk ao longo da semana, reforçando que a decisão de dezembro está longe de ser trivial. O governo americano chegou a um acordo orçamentário, encerrando o maior shutdown da história e garantindo financiamento até janeiro. Ainda nos EUA, Trump falou sobre cheques de US$2 mil à população, aumentando o risco fiscal. Na Europa, o Reino Unido recuou na proposta de elevar impostos após revisão positiva das projeções fiscais. Na geopolítica, houve novos ataques entre Rússia e Ucrânia.</p>
<p>No Brasil, a ata do Copom esclareceu que o modelo de projeção condicional do BCB incorporou preliminarmente o impacto da nova faixa de isenção do IR, com o cenário condicional ainda projetando inflação em 3,3%, interpretado como mais dove que a expectativa. O IPCA de outubro veio melhor do que o esperado, com núcleos em desaceleração, exceto os ligados a mão de obra — ainda pressionados por um mercado de trabalho forte. Os dados de atividade vieram mistos: serviços surpreenderam positivamente, enquanto comércio recuou. No campo político, Lula interrompeu a sequência de melhora nas pesquisas e o cenário para 2026 voltou a ficar mais apertado.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 1 ano abriu 7 bps, enquanto as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P 500 +0,08%, Nasdaq -0,21% e Russell 2000 -1,83%. No Reino Unido, o juro de 30 anos abriu 14 bps. No Brasil, o jan/27 fechou 25 bps, o Ibovespa subiu 2,39% e o real valorizou 0,69%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para o payroll nos EUA, PMIs e minuta do FOMC. No Brasil, saem os dados fiscais bimestrais.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, membros do Fed adotaram tom mais hawk ao longo da semana, reforçando que a decisão de dezembro está longe de ser trivial. O governo americano chegou a um acordo orçamentário, encerrando o maior shutdown da história e garantindo financiamento até janeiro. Ainda nos EUA, Trump falou sobre cheques de US$2 mil à população, aumentando o risco fiscal. Na Europa, o Reino Unido recuou na proposta de elevar impostos após revisão positiva das projeções fiscais. Na geopolítica, houve novos ataques entre Rússia e Ucrânia.
No Brasil, a ata do Copom esclareceu que o modelo de projeção condicional do BCB incorporou preliminarmente o impacto da nova faixa de isenção do IR, com o cenário condicional ainda projetando inflação em 3,3%, interpretado como mais dove que a expectativa. O IPCA de outubro veio melhor do que o esperado, com núcleos em desaceleração, exceto os ligados a mão de obra — ainda pressionados por um mercado de trabalho forte. Os dados de atividade vieram mistos: serviços surpreenderam positivamente, enquanto comércio recuou. No campo político, Lula interrompeu a sequência de melhora nas pesquisas e o cenário para 2026 voltou a ficar mais apertado.
Nos EUA, o juro de 1 ano abriu 7 bps, enquanto as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P 500 +0,08%, Nasdaq -0,21% e Russell 2000 -1,83%. No Reino Unido, o juro de 30 anos abriu 14 bps. No Brasil, o jan/27 fechou 25 bps, o Ibovespa subiu 2,39% e o real valorizou 0,69%.
Na próxima semana, destaque para o payroll nos EUA, PMIs e minuta do FOMC. No Brasil, saem os dados fiscais bimestrais.
Não deixe de conferir!]]></itunes:summary>
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        <title>Call Mensal - Outubro 2025</title>
        <itunes:title>Call Mensal - Outubro 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Terça-feira, dia 04/11/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Outubro. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Terça-feira, dia 04/11/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Outubro. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
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        <title>NovusCast - 07 de Novembro 2025</title>
        <itunes:title>NovusCast - 07 de Novembro 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o destaque foi a piora dos dados de mercado de trabalho nos EUA – diante do shutdown, ganham relevância dados alternativos, que apontaram enfraquecimento, com menor intenção de contratação e aumento na expectativa de desemprego. Os ISMs vieram mistos, com serviços um pouco melhores e manufaturas mais fracas, mas o tom geral dos empresários continua de cautela. A Suprema Corte iniciou julgamento sobre os poderes do presidente de impor tarifas unilateralmente, estratégia utilizada por Trump ao longo do atual mandato. No Reino Unido, o BoE manteve juros estáveis por 5 votos a 4, sinalizando percepção de que os riscos altistas para inflação, por ora, diminuíram.</p>
<p>No Brasil, o Copom manteve a Selic em 15% e reforçou a estratégia de juros contracionistas por período prolongado, reduzindo a possibilidade de cortes ainda esse ano. A produção industrial veio em linha com o esperado. O Senado aprovou a isenção de IR para quem ganha até R$5.000, faltando apenas a sanção presidencial. A semana também foi marcada por resultados positivos de empresas brasileiras.</p>
<p>No mercado de crédito, houve correção adicional nos spreads de debêntures tradicionais, com abertura de 36 bps, e nomes low rated abrindo 60 bps, refletindo os fundamentos depois de tantos meses de descasamento devido ao movimento técnico. Debêntures incentivadas tiveram movimento mais técnico, com leve abertura. No exterior, os bonds brasileiros seguiram pressionados, com destaque negativo para nomes já fragilizados como Raízen e Braskem.</p>
<p>Nos EUA, os juros curtos fecharam 6 bps e os longos abriram 5 bps; e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P 500 -1,63%, Nasdaq -3,09% e Russell 2000 -1,88%. No Brasil, os juros abriram marginalmente, o Ibovespa subiu 3,02% e o real valorizou 0,80%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para atividade e inflação na China; possível acordo americano para dar fim ao shutdown; e, no Brasil, ata do Copom, inflação, atividade e pesquisas eleitorais.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o destaque foi a piora dos dados de mercado de trabalho nos EUA – diante do shutdown, ganham relevância dados alternativos, que apontaram enfraquecimento, com menor intenção de contratação e aumento na expectativa de desemprego. Os ISMs vieram mistos, com serviços um pouco melhores e manufaturas mais fracas, mas o tom geral dos empresários continua de cautela. A Suprema Corte iniciou julgamento sobre os poderes do presidente de impor tarifas unilateralmente, estratégia utilizada por Trump ao longo do atual mandato. No Reino Unido, o BoE manteve juros estáveis por 5 votos a 4, sinalizando percepção de que os riscos altistas para inflação, por ora, diminuíram.</p>
<p>No Brasil, o Copom manteve a Selic em 15% e reforçou a estratégia de juros contracionistas por período prolongado, reduzindo a possibilidade de cortes ainda esse ano. A produção industrial veio em linha com o esperado. O Senado aprovou a isenção de IR para quem ganha até R$5.000, faltando apenas a sanção presidencial. A semana também foi marcada por resultados positivos de empresas brasileiras.</p>
<p>No mercado de crédito, houve correção adicional nos spreads de debêntures tradicionais, com abertura de 36 bps, e nomes low rated abrindo 60 bps, refletindo os fundamentos depois de tantos meses de descasamento devido ao movimento técnico. Debêntures incentivadas tiveram movimento mais técnico, com leve abertura. No exterior, os bonds brasileiros seguiram pressionados, com destaque negativo para nomes já fragilizados como Raízen e Braskem.</p>
<p>Nos EUA, os juros curtos fecharam 6 bps e os longos abriram 5 bps; e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P 500 -1,63%, Nasdaq -3,09% e Russell 2000 -1,88%. No Brasil, os juros abriram marginalmente, o Ibovespa subiu 3,02% e o real valorizou 0,80%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para atividade e inflação na China; possível acordo americano para dar fim ao shutdown; e, no Brasil, ata do Copom, inflação, atividade e pesquisas eleitorais.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, o destaque foi a piora dos dados de mercado de trabalho nos EUA – diante do shutdown, ganham relevância dados alternativos, que apontaram enfraquecimento, com menor intenção de contratação e aumento na expectativa de desemprego. Os ISMs vieram mistos, com serviços um pouco melhores e manufaturas mais fracas, mas o tom geral dos empresários continua de cautela. A Suprema Corte iniciou julgamento sobre os poderes do presidente de impor tarifas unilateralmente, estratégia utilizada por Trump ao longo do atual mandato. No Reino Unido, o BoE manteve juros estáveis por 5 votos a 4, sinalizando percepção de que os riscos altistas para inflação, por ora, diminuíram.
No Brasil, o Copom manteve a Selic em 15% e reforçou a estratégia de juros contracionistas por período prolongado, reduzindo a possibilidade de cortes ainda esse ano. A produção industrial veio em linha com o esperado. O Senado aprovou a isenção de IR para quem ganha até R$5.000, faltando apenas a sanção presidencial. A semana também foi marcada por resultados positivos de empresas brasileiras.
No mercado de crédito, houve correção adicional nos spreads de debêntures tradicionais, com abertura de 36 bps, e nomes low rated abrindo 60 bps, refletindo os fundamentos depois de tantos meses de descasamento devido ao movimento técnico. Debêntures incentivadas tiveram movimento mais técnico, com leve abertura. No exterior, os bonds brasileiros seguiram pressionados, com destaque negativo para nomes já fragilizados como Raízen e Braskem.
Nos EUA, os juros curtos fecharam 6 bps e os longos abriram 5 bps; e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P 500 -1,63%, Nasdaq -3,09% e Russell 2000 -1,88%. No Brasil, os juros abriram marginalmente, o Ibovespa subiu 3,02% e o real valorizou 0,80%.
Na próxima semana, destaque para atividade e inflação na China; possível acordo americano para dar fim ao shutdown; e, no Brasil, ata do Copom, inflação, atividade e pesquisas eleitorais.
Não deixe de conferir!]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 31 de Outubro 2025</title>
        <itunes:title>NovusCast - 31 de Outubro 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o destaque foi a decisão do Fed, que reduziu os juros em 0,25% e adotou tom mais hawk do que o esperado, com sinalização de divergência interna do comitê e os impactos do shutdown na leitura dos dados recentes, apesar de alguns pontos doves no discurso. Os bancos centrais da Europa e do Japão mantiveram os juros estáveis, com mensagens em linha com os últimos comunicados. Já o banco central canadense também reduziu os juros em 0,25%, sugerindo cenário de estabilidade no patamar atual. No comércio global, Trump anunciou acordos com países asiáticos, incluindo redução de tarifas com a China e compromissos logísticos e agrícolas. A maioria dos resultados das empresas de tecnologia americanas foram positivos.</p>
<p>No Brasil, os dados do mercado de trabalho foram mistos: o Caged veio acima do esperado e a PNAD trouxe sinais de desaceleração. Os indicadores de confiança de outubro e os dados de crédito também trouxeram sinais de fraqueza. No campo político, o encontro entre Lula e Trump reforçou expectativas de acordo comercial. Também houve repercussão da operação policial no Rio de Janeiro, que mobilizou apoio da direita e pode impactar as próximas pesquisas eleitorais.</p>
<p>Nos EUA, os juros abriram (vértice de 2 anos +10 bps), e as bolsas performaram bem – S&amp;P 500 +0,71% e Nasdaq +1,97%. No Brasil, os juros abriram marginalmente, o Ibovespa subiu 2,30% e o real valorizou 0,23%. As commodities agrícolas fecharam a semana em alta.</p>
<p>Na próxima semana, atenção para a reunião do Copom no Brasil, além dos dados de ISMs nos EUA e decisão de juros do Banco Central da Inglaterra.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o destaque foi a decisão do Fed, que reduziu os juros em 0,25% e adotou tom mais hawk do que o esperado, com sinalização de divergência interna do comitê e os impactos do shutdown na leitura dos dados recentes, apesar de alguns pontos doves no discurso. Os bancos centrais da Europa e do Japão mantiveram os juros estáveis, com mensagens em linha com os últimos comunicados. Já o banco central canadense também reduziu os juros em 0,25%, sugerindo cenário de estabilidade no patamar atual. No comércio global, Trump anunciou acordos com países asiáticos, incluindo redução de tarifas com a China e compromissos logísticos e agrícolas. A maioria dos resultados das empresas de tecnologia americanas foram positivos.</p>
<p>No Brasil, os dados do mercado de trabalho foram mistos: o Caged veio acima do esperado e a PNAD trouxe sinais de desaceleração. Os indicadores de confiança de outubro e os dados de crédito também trouxeram sinais de fraqueza. No campo político, o encontro entre Lula e Trump reforçou expectativas de acordo comercial. Também houve repercussão da operação policial no Rio de Janeiro, que mobilizou apoio da direita e pode impactar as próximas pesquisas eleitorais.</p>
<p>Nos EUA, os juros abriram (vértice de 2 anos +10 bps), e as bolsas performaram bem – S&amp;P 500 +0,71% e Nasdaq +1,97%. No Brasil, os juros abriram marginalmente, o Ibovespa subiu 2,30% e o real valorizou 0,23%. As commodities agrícolas fecharam a semana em alta.</p>
<p>Na próxima semana, atenção para a reunião do Copom no Brasil, além dos dados de ISMs nos EUA e decisão de juros do Banco Central da Inglaterra.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, o destaque foi a decisão do Fed, que reduziu os juros em 0,25% e adotou tom mais hawk do que o esperado, com sinalização de divergência interna do comitê e os impactos do shutdown na leitura dos dados recentes, apesar de alguns pontos doves no discurso. Os bancos centrais da Europa e do Japão mantiveram os juros estáveis, com mensagens em linha com os últimos comunicados. Já o banco central canadense também reduziu os juros em 0,25%, sugerindo cenário de estabilidade no patamar atual. No comércio global, Trump anunciou acordos com países asiáticos, incluindo redução de tarifas com a China e compromissos logísticos e agrícolas. A maioria dos resultados das empresas de tecnologia americanas foram positivos.
No Brasil, os dados do mercado de trabalho foram mistos: o Caged veio acima do esperado e a PNAD trouxe sinais de desaceleração. Os indicadores de confiança de outubro e os dados de crédito também trouxeram sinais de fraqueza. No campo político, o encontro entre Lula e Trump reforçou expectativas de acordo comercial. Também houve repercussão da operação policial no Rio de Janeiro, que mobilizou apoio da direita e pode impactar as próximas pesquisas eleitorais.
Nos EUA, os juros abriram (vértice de 2 anos +10 bps), e as bolsas performaram bem – S&amp;P 500 +0,71% e Nasdaq +1,97%. No Brasil, os juros abriram marginalmente, o Ibovespa subiu 2,30% e o real valorizou 0,23%. As commodities agrícolas fecharam a semana em alta.
Na próxima semana, atenção para a reunião do Copom no Brasil, além dos dados de ISMs nos EUA e decisão de juros do Banco Central da Inglaterra.
Não deixe de conferir!]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 24 de Outubro 2025</title>
        <itunes:title>NovusCast - 24 de Outubro 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o CPI dos EUA veio abaixo do esperado, mostrando que o repasse das tarifas sobre bens continua fraco; enquanto os PMIs subiram, puxados por serviços. Na Europa, os PMIs também surpreenderam positivamente, com melhora puxada pela Alemanha. Já no Reino Unido, o CPI de setembro surpreendeu para baixo e o PMI também veio mais forte. A tensão geopolítica aumentou com novas sanções a empresas russas. </p>
<p>No Brasil, o IPCA-15 veio abaixo do esperado, com queda significativa de serviços subjacentes e melhora da dinâmica dos núcleos. O Focus trouxe melhora nas expectativas de inflação, principalmente nos vértices mais longos. O governo decidiu incorporar as despesas que constavam na MP 1.303 em outras propostas, separando a parte de redução de despesas da parte de aumento de receitas, com o primeiro apresentando maior probabilidade de aprovação. As pesquisas eleitorais mostraram resultados divergentes, com melhora e piora na avaliação do governo.</p>
<p>No mercado de crédito, o destaque foi a reversão parcial da forte compressão dos spreads de debêntures incentivadas observada desde junho. O índice de debêntures incentivadas abriu 40 bps nos últimos 10 dias, devolvendo quase metade do fechamento acumulado anteriormente. Mesmo assim, a semana foi marcada por forte volume no primário, com R$3,5 bi em novas emissões incentivadas, além de pipeline robusto.</p>
<p>Nos EUA, as bolsas subiram (S&amp;P 500 +1,92%), os juros curtos abriram marginalmente, e os longos fecharam marginalmente. No Brasil, o Ibovespa subiu 1,93%, os juros fecharam (jan/31 -31 bps) e o real valorizou 0,40%.</p>
<p>Na próxima semana será importante acompanhar os encontros do Trump com Lula e Xi Jinping; decisões do Fed, ECB, BOC e BoJ; dados de atividade e inflação na Europa e inflação no Japão; e dados de mercado de trabalho e crédito no Brasil.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o CPI dos EUA veio abaixo do esperado, mostrando que o repasse das tarifas sobre bens continua fraco; enquanto os PMIs subiram, puxados por serviços. Na Europa, os PMIs também surpreenderam positivamente, com melhora puxada pela Alemanha. Já no Reino Unido, o CPI de setembro surpreendeu para baixo e o PMI também veio mais forte. A tensão geopolítica aumentou com novas sanções a empresas russas. </p>
<p>No Brasil, o IPCA-15 veio abaixo do esperado, com queda significativa de serviços subjacentes e melhora da dinâmica dos núcleos. O Focus trouxe melhora nas expectativas de inflação, principalmente nos vértices mais longos. O governo decidiu incorporar as despesas que constavam na MP 1.303 em outras propostas, separando a parte de redução de despesas da parte de aumento de receitas, com o primeiro apresentando maior probabilidade de aprovação. As pesquisas eleitorais mostraram resultados divergentes, com melhora e piora na avaliação do governo.</p>
<p>No mercado de crédito, o destaque foi a reversão parcial da forte compressão dos spreads de debêntures incentivadas observada desde junho. O índice de debêntures incentivadas abriu 40 bps nos últimos 10 dias, devolvendo quase metade do fechamento acumulado anteriormente. Mesmo assim, a semana foi marcada por forte volume no primário, com R$3,5 bi em novas emissões incentivadas, além de pipeline robusto.</p>
<p>Nos EUA, as bolsas subiram (S&amp;P 500 +1,92%), os juros curtos abriram marginalmente, e os longos fecharam marginalmente. No Brasil, o Ibovespa subiu 1,93%, os juros fecharam (jan/31 -31 bps) e o real valorizou 0,40%.</p>
<p>Na próxima semana será importante acompanhar os encontros do Trump com Lula e Xi Jinping; decisões do Fed, ECB, BOC e BoJ; dados de atividade e inflação na Europa e inflação no Japão; e dados de mercado de trabalho e crédito no Brasil.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, o CPI dos EUA veio abaixo do esperado, mostrando que o repasse das tarifas sobre bens continua fraco; enquanto os PMIs subiram, puxados por serviços. Na Europa, os PMIs também surpreenderam positivamente, com melhora puxada pela Alemanha. Já no Reino Unido, o CPI de setembro surpreendeu para baixo e o PMI também veio mais forte. A tensão geopolítica aumentou com novas sanções a empresas russas. 
No Brasil, o IPCA-15 veio abaixo do esperado, com queda significativa de serviços subjacentes e melhora da dinâmica dos núcleos. O Focus trouxe melhora nas expectativas de inflação, principalmente nos vértices mais longos. O governo decidiu incorporar as despesas que constavam na MP 1.303 em outras propostas, separando a parte de redução de despesas da parte de aumento de receitas, com o primeiro apresentando maior probabilidade de aprovação. As pesquisas eleitorais mostraram resultados divergentes, com melhora e piora na avaliação do governo.
No mercado de crédito, o destaque foi a reversão parcial da forte compressão dos spreads de debêntures incentivadas observada desde junho. O índice de debêntures incentivadas abriu 40 bps nos últimos 10 dias, devolvendo quase metade do fechamento acumulado anteriormente. Mesmo assim, a semana foi marcada por forte volume no primário, com R$3,5 bi em novas emissões incentivadas, além de pipeline robusto.
Nos EUA, as bolsas subiram (S&amp;P 500 +1,92%), os juros curtos abriram marginalmente, e os longos fecharam marginalmente. No Brasil, o Ibovespa subiu 1,93%, os juros fecharam (jan/31 -31 bps) e o real valorizou 0,40%.
Na próxima semana será importante acompanhar os encontros do Trump com Lula e Xi Jinping; decisões do Fed, ECB, BOC e BoJ; dados de atividade e inflação na Europa e inflação no Japão; e dados de mercado de trabalho e crédito no Brasil.
Não deixe de conferir!]]></itunes:summary>
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        <title>NovusCast - 17 de Outubro 2025</title>
        <itunes:title>NovusCast - 17 de Outubro 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o destaque continuou sendo o embate tarifário entre EUA e China. Apesar das ameaças iniciais de Trump com alíquotas bastante elevadas, o tom foi suavizado ao longo da semana, e o encontro com Xi Jinping a princípio está mantido. Já nos EUA, o shutdown seguiu limitando a divulgação de dados relevantes. Ainda por lá, dois bancos regionais afirmaram ter sido vítimas de fraudes em empréstimos ligados a fundos imobiliários, mas outros bancos afirmaram não ter visto aumento de inadimplência.</p>
<p>No Brasil, dirigentes do Banco Central reforçaram o tom de cautela durante o encontro do FMI, indicando que a taxa de juros deverá permanecer em patamar restritivo pelo tempo necessário para garantir a convergência da inflação. Os dados de serviços (PMS) vieram em linha com o esperado, com destaque positivo nos serviços prestados às famílias, em parte beneficiados pelo efeito do pagamento de precatórios; e os dados de comércio (PMC) tiveram alta impulsionada por setores ligados a crédito.</p>
<p>Nos EUA, os juros fecharam marginalmente (menos de 5 bps), e as bolsas performaram bem: S&amp;P 500 +1,7%, Nasdaq +2,46%, Russell 2000 +2,4%. No Brasil, os juros mais longos fecharam (jan/31 -8 bps), o Ibovespa subiu 1,93% e o real 2,05%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para o IPCA-15 de outubro, novas pesquisas eleitorais, CPI nos EUA, PMIs globais e o eventual anúncio da proposta que substituirá a MP 1.303.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o destaque continuou sendo o embate tarifário entre EUA e China. Apesar das ameaças iniciais de Trump com alíquotas bastante elevadas, o tom foi suavizado ao longo da semana, e o encontro com Xi Jinping a princípio está mantido. Já nos EUA, o shutdown seguiu limitando a divulgação de dados relevantes. Ainda por lá, dois bancos regionais afirmaram ter sido vítimas de fraudes em empréstimos ligados a fundos imobiliários, mas outros bancos afirmaram não ter visto aumento de inadimplência.</p>
<p>No Brasil, dirigentes do Banco Central reforçaram o tom de cautela durante o encontro do FMI, indicando que a taxa de juros deverá permanecer em patamar restritivo pelo tempo necessário para garantir a convergência da inflação. Os dados de serviços (PMS) vieram em linha com o esperado, com destaque positivo nos serviços prestados às famílias, em parte beneficiados pelo efeito do pagamento de precatórios; e os dados de comércio (PMC) tiveram alta impulsionada por setores ligados a crédito.</p>
<p>Nos EUA, os juros fecharam marginalmente (menos de 5 bps), e as bolsas performaram bem: S&amp;P 500 +1,7%, Nasdaq +2,46%, Russell 2000 +2,4%. No Brasil, os juros mais longos fecharam (jan/31 -8 bps), o Ibovespa subiu 1,93% e o real 2,05%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para o IPCA-15 de outubro, novas pesquisas eleitorais, CPI nos EUA, PMIs globais e o eventual anúncio da proposta que substituirá a MP 1.303.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></content:encoded>
                                    
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No cenário internacional, o destaque continuou sendo o embate tarifário entre EUA e China. Apesar das ameaças iniciais de Trump com alíquotas bastante elevadas, o tom foi suavizado ao longo da semana, e o encontro com Xi Jinping a princípio está mantido. Já nos EUA, o shutdown seguiu limitando a divulgação de dados relevantes. Ainda por lá, dois bancos regionais afirmaram ter sido vítimas de fraudes em empréstimos ligados a fundos imobiliários, mas outros bancos afirmaram não ter visto aumento de inadimplência.
No Brasil, dirigentes do Banco Central reforçaram o tom de cautela durante o encontro do FMI, indicando que a taxa de juros deverá permanecer em patamar restritivo pelo tempo necessário para garantir a convergência da inflação. Os dados de serviços (PMS) vieram em linha com o esperado, com destaque positivo nos serviços prestados às famílias, em parte beneficiados pelo efeito do pagamento de precatórios; e os dados de comércio (PMC) tiveram alta impulsionada por setores ligados a crédito.
Nos EUA, os juros fecharam marginalmente (menos de 5 bps), e as bolsas performaram bem: S&amp;P 500 +1,7%, Nasdaq +2,46%, Russell 2000 +2,4%. No Brasil, os juros mais longos fecharam (jan/31 -8 bps), o Ibovespa subiu 1,93% e o real 2,05%.
Na próxima semana, destaque para o IPCA-15 de outubro, novas pesquisas eleitorais, CPI nos EUA, PMIs globais e o eventual anúncio da proposta que substituirá a MP 1.303.
Não deixe de conferir!]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 10 de Outubro 2025</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Yara Cordeiro e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o ambiente foi marcado por instabilidade política: no Japão, a liderança indicada pelo partido governista, defensora de políticas expansionistas, enfrenta crise na coalizão e risco de novas eleições. Na França, o primeiro-ministro renunciou um mês após assumir o cargo, reforçando a percepção de fragilidade política e dificuldade de avanço das reformas fiscais. Nos EUA, o impasse sobre o orçamento persiste com o shutdown, limitando a divulgação de dados econômicos, mas surgiram sinais iniciais de possível acordo. A tensão com a China aumentou após novas sanções comerciais, levando o Trump a ameaçar cancelar o encontro com Xi Jinping e aumentar dramaticamente as tarifas impostas. Foi anunciado cessar-fogo entre Israel e Hamas.</p>
<p>No Brasil, o principal destaque foi o IPCA de setembro: o headline veio um pouco abaixo do esperado, com surpresa baixista relativamente disseminada nos núcleos. A pesquisa Genial/Quaest apontou melhora na avaliação do governo e mostrou enfraquecimento do Tarcísio como sucessor da direita. No campo político, vendeu o prazo para aprovação da MP 1.303, que compensaria parte do aumento do IOF, o que foi visto como uma derrota relevante para o governo e expôs dificuldades de articulação na Câmara. </p>
<p>No mercado de crédito, houve forte estresse nos bonds da Raízen por uma expectativa que a companhia vá perder o grau de investimento. Apesar disso, o impacto no mercado local foi limitado. Na semana, os índices de crédito tiveram abertura pontual de spreads, com fluxo de captação ainda positivo, mas com volume menor no secundário.</p>
<p>Nos EUA, os juros fecharam entre 5 e 10 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo (S&amp;P 500 -2,43%). No Brasil, o Ibovespa caiu 2,44% e o real se desvalorizou 3,33%.</p>
<p>Na próxima semana, atenção para PMS e PMC no Brasil, possível evolução da negociação tarifária entre Brasil e EUA, balança comercial chinesa, Beige Book nos EUA e a última rodada de falas do Fed antes do período de silêncio.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Yara Cordeiro e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o ambiente foi marcado por instabilidade política: no Japão, a liderança indicada pelo partido governista, defensora de políticas expansionistas, enfrenta crise na coalizão e risco de novas eleições. Na França, o primeiro-ministro renunciou um mês após assumir o cargo, reforçando a percepção de fragilidade política e dificuldade de avanço das reformas fiscais. Nos EUA, o impasse sobre o orçamento persiste com o shutdown, limitando a divulgação de dados econômicos, mas surgiram sinais iniciais de possível acordo. A tensão com a China aumentou após novas sanções comerciais, levando o Trump a ameaçar cancelar o encontro com Xi Jinping e aumentar dramaticamente as tarifas impostas. Foi anunciado cessar-fogo entre Israel e Hamas.</p>
<p>No Brasil, o principal destaque foi o IPCA de setembro: o headline veio um pouco abaixo do esperado, com surpresa baixista relativamente disseminada nos núcleos. A pesquisa Genial/Quaest apontou melhora na avaliação do governo e mostrou enfraquecimento do Tarcísio como sucessor da direita. No campo político, vendeu o prazo para aprovação da MP 1.303, que compensaria parte do aumento do IOF, o que foi visto como uma derrota relevante para o governo e expôs dificuldades de articulação na Câmara. </p>
<p>No mercado de crédito, houve forte estresse nos bonds da Raízen por uma expectativa que a companhia vá perder o grau de investimento. Apesar disso, o impacto no mercado local foi limitado. Na semana, os índices de crédito tiveram abertura pontual de spreads, com fluxo de captação ainda positivo, mas com volume menor no secundário.</p>
<p>Nos EUA, os juros fecharam entre 5 e 10 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo (S&amp;P 500 -2,43%). No Brasil, o Ibovespa caiu 2,44% e o real se desvalorizou 3,33%.</p>
<p>Na próxima semana, atenção para PMS e PMC no Brasil, possível evolução da negociação tarifária entre Brasil e EUA, balança comercial chinesa, Beige Book nos EUA e a última rodada de falas do Fed antes do período de silêncio.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Yara Cordeiro e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, o ambiente foi marcado por instabilidade política: no Japão, a liderança indicada pelo partido governista, defensora de políticas expansionistas, enfrenta crise na coalizão e risco de novas eleições. Na França, o primeiro-ministro renunciou um mês após assumir o cargo, reforçando a percepção de fragilidade política e dificuldade de avanço das reformas fiscais. Nos EUA, o impasse sobre o orçamento persiste com o shutdown, limitando a divulgação de dados econômicos, mas surgiram sinais iniciais de possível acordo. A tensão com a China aumentou após novas sanções comerciais, levando o Trump a ameaçar cancelar o encontro com Xi Jinping e aumentar dramaticamente as tarifas impostas. Foi anunciado cessar-fogo entre Israel e Hamas.
No Brasil, o principal destaque foi o IPCA de setembro: o headline veio um pouco abaixo do esperado, com surpresa baixista relativamente disseminada nos núcleos. A pesquisa Genial/Quaest apontou melhora na avaliação do governo e mostrou enfraquecimento do Tarcísio como sucessor da direita. No campo político, vendeu o prazo para aprovação da MP 1.303, que compensaria parte do aumento do IOF, o que foi visto como uma derrota relevante para o governo e expôs dificuldades de articulação na Câmara. 
No mercado de crédito, houve forte estresse nos bonds da Raízen por uma expectativa que a companhia vá perder o grau de investimento. Apesar disso, o impacto no mercado local foi limitado. Na semana, os índices de crédito tiveram abertura pontual de spreads, com fluxo de captação ainda positivo, mas com volume menor no secundário.
Nos EUA, os juros fecharam entre 5 e 10 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo (S&amp;P 500 -2,43%). No Brasil, o Ibovespa caiu 2,44% e o real se desvalorizou 3,33%.
Na próxima semana, atenção para PMS e PMC no Brasil, possível evolução da negociação tarifária entre Brasil e EUA, balança comercial chinesa, Beige Book nos EUA e a última rodada de falas do Fed antes do período de silêncio.
Não deixe de conferir!]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>Call Mensal - Setembro 2025</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Quinta-feira, dia 02/10/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Setembro. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Quinta-feira, dia 02/10/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Setembro. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
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        <title>NovusCast - 03 de Outubro 2025</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, os dados nos EUA seguem indicando desaceleração do mercado de trabalho: apesar da ausência de divulgação do Payroll por conta do shutdown americano, os dados privados do ADP indicaram contração de vagas no mês. Do lado da atividade, os ISMs sinalizaram enfraquecimento da demanda. A OPEP está considerando um aumento na produção de petróleo, em ritmo superior aos anteriores; e o Hamas indicou que está disposto a negociar o plano de paz proposto pelo Trump.</p>
<p>No Brasil, o principal destaque foi a aprovação do projeto que amplia a faixa de isenção do IR para R$5 mil na Câmara dos Deputados, com aumento da tributação dos super ricos, sendo considerada uma vitória do governo. Entretanto, acendeu alertas sobre a possível retomada de pautas populistas no Congresso, como fim da escala 6x1, reajuste do Bolsa Família e redução das tarifas de transporte. Na economia, os dados de indústria de agosto e de confiança de setembro surpreenderam positivamente, enquanto os dados de mercado de trabalho indicaram desaceleração: o Caged veio bem abaixo do esperado e a PNAD mostrou queda na população ocupada pela primeira vez desde 2023.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 2 anos fechou 7 bps, e as bolsas performaram bem: S&amp;P 500 +1,09%, Nasdaq +1,15% e Russell 2000 +1,72%. No Brasil, os juros abriram (jan/29 + 19 bps), o Ibovespa caiu 0,86% e o real valorizou 0,13%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para a minuta do Fed e negociação do shutdown e, no Brasil, para o IPCA de setembro e a possível votação da MP 1.303.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, os dados nos EUA seguem indicando desaceleração do mercado de trabalho: apesar da ausência de divulgação do Payroll por conta do shutdown americano, os dados privados do ADP indicaram contração de vagas no mês. Do lado da atividade, os ISMs sinalizaram enfraquecimento da demanda. A OPEP está considerando um aumento na produção de petróleo, em ritmo superior aos anteriores; e o Hamas indicou que está disposto a negociar o plano de paz proposto pelo Trump.</p>
<p>No Brasil, o principal destaque foi a aprovação do projeto que amplia a faixa de isenção do IR para R$5 mil na Câmara dos Deputados, com aumento da tributação dos super ricos, sendo considerada uma vitória do governo. Entretanto, acendeu alertas sobre a possível retomada de pautas populistas no Congresso, como fim da escala 6x1, reajuste do Bolsa Família e redução das tarifas de transporte. Na economia, os dados de indústria de agosto e de confiança de setembro surpreenderam positivamente, enquanto os dados de mercado de trabalho indicaram desaceleração: o Caged veio bem abaixo do esperado e a PNAD mostrou queda na população ocupada pela primeira vez desde 2023.</p>
<p>Nos EUA, o juro de 2 anos fechou 7 bps, e as bolsas performaram bem: S&amp;P 500 +1,09%, Nasdaq +1,15% e Russell 2000 +1,72%. No Brasil, os juros abriram (jan/29 + 19 bps), o Ibovespa caiu 0,86% e o real valorizou 0,13%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para a minuta do Fed e negociação do shutdown e, no Brasil, para o IPCA de setembro e a possível votação da MP 1.303.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, os dados nos EUA seguem indicando desaceleração do mercado de trabalho: apesar da ausência de divulgação do Payroll por conta do shutdown americano, os dados privados do ADP indicaram contração de vagas no mês. Do lado da atividade, os ISMs sinalizaram enfraquecimento da demanda. A OPEP está considerando um aumento na produção de petróleo, em ritmo superior aos anteriores; e o Hamas indicou que está disposto a negociar o plano de paz proposto pelo Trump.
No Brasil, o principal destaque foi a aprovação do projeto que amplia a faixa de isenção do IR para R$5 mil na Câmara dos Deputados, com aumento da tributação dos super ricos, sendo considerada uma vitória do governo. Entretanto, acendeu alertas sobre a possível retomada de pautas populistas no Congresso, como fim da escala 6x1, reajuste do Bolsa Família e redução das tarifas de transporte. Na economia, os dados de indústria de agosto e de confiança de setembro surpreenderam positivamente, enquanto os dados de mercado de trabalho indicaram desaceleração: o Caged veio bem abaixo do esperado e a PNAD mostrou queda na população ocupada pela primeira vez desde 2023.
Nos EUA, o juro de 2 anos fechou 7 bps, e as bolsas performaram bem: S&amp;P 500 +1,09%, Nasdaq +1,15% e Russell 2000 +1,72%. No Brasil, os juros abriram (jan/29 + 19 bps), o Ibovespa caiu 0,86% e o real valorizou 0,13%.
Na próxima semana, destaque para a minuta do Fed e negociação do shutdown e, no Brasil, para o IPCA de setembro e a possível votação da MP 1.303.
Não deixe de conferir!]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 26 de Setembro 2025</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Gabriel Abelheira, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, os PMIs americanos mostraram moderação na atividade e nos preços. Entretanto, a revisão do PIB e os pedidos de auxílio desemprego abaixo do esperado reforçaram a resiliência da atividade. Dados recentes de agosto, como pedidos de bens duráveis e consumo real, surpreenderam positivamente. Na Europa, os PMIs vieram em linha com as expectativas. No campo geopolítico, tensões voltaram a crescer após declarações de Trump sobre apoio a contraofensivas ucranianas.</p>
<p>No Brasil, o IPCA-15 de setembro veio abaixo do esperado. A ata do Copom e o Relatório de Política Monetária mantiveram tom conservador, demonstrando preocupação com a trajetória desancorada das expectativas e confiança na desaceleração da atividade econômica. No cenário político, manifestações da esquerda ganharam força no final de semana e pressionaram a retirada de pautas sensíveis do Congresso, como a PEC da Blindagem. Ainda, o noticiário foi repleto de informações divergentes sobre as candidaturas de direita para 2026.</p>
<p>No mercado de crédito, as emissões no primário foram um pouco mais fracas, com cerca de R$7,2 bi de emissões tradicionais e R$2,9 bi de incentivadas. Os índices DI core e DI low rated abriram 5 e 6,8 bps, respectivamente, enquanto o índice de incentivadas fechou mais 7 bps. Porém, as atenções ficaram voltadas para as repercussões dos cases de Ambipar e Braskem, esclarecidos no episódio.</p>
<p>Nos EUA, a curva de juros abriu ao longo de todos os vértices, e as bolsas tiveram desempenho negativo (S&amp;P 500 -0,31%). No Brasil, a curva de juros também abriu, o Ibovespa caiu 0,29% e, o real, 0,37%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para dados de mercado de trabalho e possibilidade de shutdown nos EUA, inflação na Europa e emprego e atividade no Brasil.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Gabriel Abelheira, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, os PMIs americanos mostraram moderação na atividade e nos preços. Entretanto, a revisão do PIB e os pedidos de auxílio desemprego abaixo do esperado reforçaram a resiliência da atividade. Dados recentes de agosto, como pedidos de bens duráveis e consumo real, surpreenderam positivamente. Na Europa, os PMIs vieram em linha com as expectativas. No campo geopolítico, tensões voltaram a crescer após declarações de Trump sobre apoio a contraofensivas ucranianas.</p>
<p>No Brasil, o IPCA-15 de setembro veio abaixo do esperado. A ata do Copom e o Relatório de Política Monetária mantiveram tom conservador, demonstrando preocupação com a trajetória desancorada das expectativas e confiança na desaceleração da atividade econômica. No cenário político, manifestações da esquerda ganharam força no final de semana e pressionaram a retirada de pautas sensíveis do Congresso, como a PEC da Blindagem. Ainda, o noticiário foi repleto de informações divergentes sobre as candidaturas de direita para 2026.</p>
<p>No mercado de crédito, as emissões no primário foram um pouco mais fracas, com cerca de R$7,2 bi de emissões tradicionais e R$2,9 bi de incentivadas. Os índices DI core e DI low rated abriram 5 e 6,8 bps, respectivamente, enquanto o índice de incentivadas fechou mais 7 bps. Porém, as atenções ficaram voltadas para as repercussões dos cases de Ambipar e Braskem, esclarecidos no episódio.</p>
<p>Nos EUA, a curva de juros abriu ao longo de todos os vértices, e as bolsas tiveram desempenho negativo (S&amp;P 500 -0,31%). No Brasil, a curva de juros também abriu, o Ibovespa caiu 0,29% e, o real, 0,37%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para dados de mercado de trabalho e possibilidade de shutdown nos EUA, inflação na Europa e emprego e atividade no Brasil.</p>
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No cenário internacional, os PMIs americanos mostraram moderação na atividade e nos preços. Entretanto, a revisão do PIB e os pedidos de auxílio desemprego abaixo do esperado reforçaram a resiliência da atividade. Dados recentes de agosto, como pedidos de bens duráveis e consumo real, surpreenderam positivamente. Na Europa, os PMIs vieram em linha com as expectativas. No campo geopolítico, tensões voltaram a crescer após declarações de Trump sobre apoio a contraofensivas ucranianas.
No Brasil, o IPCA-15 de setembro veio abaixo do esperado. A ata do Copom e o Relatório de Política Monetária mantiveram tom conservador, demonstrando preocupação com a trajetória desancorada das expectativas e confiança na desaceleração da atividade econômica. No cenário político, manifestações da esquerda ganharam força no final de semana e pressionaram a retirada de pautas sensíveis do Congresso, como a PEC da Blindagem. Ainda, o noticiário foi repleto de informações divergentes sobre as candidaturas de direita para 2026.
No mercado de crédito, as emissões no primário foram um pouco mais fracas, com cerca de R$7,2 bi de emissões tradicionais e R$2,9 bi de incentivadas. Os índices DI core e DI low rated abriram 5 e 6,8 bps, respectivamente, enquanto o índice de incentivadas fechou mais 7 bps. Porém, as atenções ficaram voltadas para as repercussões dos cases de Ambipar e Braskem, esclarecidos no episódio.
Nos EUA, a curva de juros abriu ao longo de todos os vértices, e as bolsas tiveram desempenho negativo (S&amp;P 500 -0,31%). No Brasil, a curva de juros também abriu, o Ibovespa caiu 0,29% e, o real, 0,37%.
Na próxima semana, destaque para dados de mercado de trabalho e possibilidade de shutdown nos EUA, inflação na Europa e emprego e atividade no Brasil.]]></itunes:summary>
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        <title>NovusCast - 19 de Setembro 2025</title>
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                    <comments>https://novuscapital.podbean.com/e/novuscast-19-de-setembro-2025/#comments</comments>        <pubDate>Fri, 19 Sep 2025 19:09:53 -0300</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Gabriel Abelheira, Sarah Campos, Yara Cordeiro e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana.</p>
<p>No cenário internacional, o destaque foi a decisão do Fed, que cortou os juros em 25 bps, como esperado. Apesar de projeções atualizadas indicando crescimento mais forte e inflação acima da meta em 2026, a decisão reflete maior preocupação com a desaceleração do mercado de trabalho. Outros bancos centrais também tomaram decisões: no Canadá, a redução também foi de 0,25%, como esperado, mas sem guidance relevante; na Inglaterra, o juro foi mantido inalterado, demonstrando ainda preocupação com a inflação elevada; e no Japão também não houve alteração, com tom mais hawkish.</p>
<p>No Brasil, o Copom manteve a Selic em 15% e sinalizou ter ganhado convicção de ter chegado no patamar de juros suficientemente restritivo, apesar de manter a possibilidade de retomada do ciclo de alta caso necessário. A projeção de inflação para 2026 foi mantida em 3,4%, o que reduz a probabilidade de cortes ainda este ano. Do lado de atividade, a taxa de desemprego cedeu e rendimentos subiram, reforçando resiliência do mercado de trabalho. A Câmara aprovou regime de urgência para o projeto de anistia aos envolvidos no 8/1; a “PEC da blindagem”, que gerou repercussão negativa; e a MP que garante ampliação da isenção da conta de luz. As pesquisas de opinião, apesar de mistas, mostraram estagnação na aprovação do governo.</p>
<p>No mercado de crédito, o fluxo de captação seguiu positivo, pressionando o mercado secundário. No mercado primário, houve emissão de R$5 bi de debêntures tradicionais, e R$2,5 bi de incentivadas. Observou-se fechamento de 6 bps na parcela “low rated” do índice e 5 bps na parcela de infraestrutura.</p>
<p>Nos EUA, a curva de juros abriu nos vértices longos e fechou nos curtos, com S&amp;P 500 em alta de 1,22%. No Brasil, os juros fecharam, o Ibovespa subiu 2,53% e o real se valorizou 0,57%.</p>
<p>Na próxima semana, atenção ao PCE e PMIs nos EUA, além das falas de dirigentes do Fed. No Brasil, destaque para ata do Copom, IPCA-15 de setembro, RPM e o Relatório Bimestral de Receitas e Despesas do governo.</p>
<p>Confira!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Gabriel Abelheira, Sarah Campos, Yara Cordeiro e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana.</p>
<p>No cenário internacional, o destaque foi a decisão do Fed, que cortou os juros em 25 bps, como esperado. Apesar de projeções atualizadas indicando crescimento mais forte e inflação acima da meta em 2026, a decisão reflete maior preocupação com a desaceleração do mercado de trabalho. Outros bancos centrais também tomaram decisões: no Canadá, a redução também foi de 0,25%, como esperado, mas sem guidance relevante; na Inglaterra, o juro foi mantido inalterado, demonstrando ainda preocupação com a inflação elevada; e no Japão também não houve alteração, com tom mais hawkish.</p>
<p>No Brasil, o Copom manteve a Selic em 15% e sinalizou ter ganhado convicção de ter chegado no patamar de juros suficientemente restritivo, apesar de manter a possibilidade de retomada do ciclo de alta caso necessário. A projeção de inflação para 2026 foi mantida em 3,4%, o que reduz a probabilidade de cortes ainda este ano. Do lado de atividade, a taxa de desemprego cedeu e rendimentos subiram, reforçando resiliência do mercado de trabalho. A Câmara aprovou regime de urgência para o projeto de anistia aos envolvidos no 8/1; a “PEC da blindagem”, que gerou repercussão negativa; e a MP que garante ampliação da isenção da conta de luz. As pesquisas de opinião, apesar de mistas, mostraram estagnação na aprovação do governo.</p>
<p>No mercado de crédito, o fluxo de captação seguiu positivo, pressionando o mercado secundário. No mercado primário, houve emissão de R$5 bi de debêntures tradicionais, e R$2,5 bi de incentivadas. Observou-se fechamento de 6 bps na parcela “low rated” do índice e 5 bps na parcela de infraestrutura.</p>
<p>Nos EUA, a curva de juros abriu nos vértices longos e fechou nos curtos, com S&amp;P 500 em alta de 1,22%. No Brasil, os juros fecharam, o Ibovespa subiu 2,53% e o real se valorizou 0,57%.</p>
<p>Na próxima semana, atenção ao PCE e PMIs nos EUA, além das falas de dirigentes do Fed. No Brasil, destaque para ata do Copom, IPCA-15 de setembro, RPM e o Relatório Bimestral de Receitas e Despesas do governo.</p>
<p>Confira!</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Gabriel Abelheira, Sarah Campos, Yara Cordeiro e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana.
No cenário internacional, o destaque foi a decisão do Fed, que cortou os juros em 25 bps, como esperado. Apesar de projeções atualizadas indicando crescimento mais forte e inflação acima da meta em 2026, a decisão reflete maior preocupação com a desaceleração do mercado de trabalho. Outros bancos centrais também tomaram decisões: no Canadá, a redução também foi de 0,25%, como esperado, mas sem guidance relevante; na Inglaterra, o juro foi mantido inalterado, demonstrando ainda preocupação com a inflação elevada; e no Japão também não houve alteração, com tom mais hawkish.
No Brasil, o Copom manteve a Selic em 15% e sinalizou ter ganhado convicção de ter chegado no patamar de juros suficientemente restritivo, apesar de manter a possibilidade de retomada do ciclo de alta caso necessário. A projeção de inflação para 2026 foi mantida em 3,4%, o que reduz a probabilidade de cortes ainda este ano. Do lado de atividade, a taxa de desemprego cedeu e rendimentos subiram, reforçando resiliência do mercado de trabalho. A Câmara aprovou regime de urgência para o projeto de anistia aos envolvidos no 8/1; a “PEC da blindagem”, que gerou repercussão negativa; e a MP que garante ampliação da isenção da conta de luz. As pesquisas de opinião, apesar de mistas, mostraram estagnação na aprovação do governo.
No mercado de crédito, o fluxo de captação seguiu positivo, pressionando o mercado secundário. No mercado primário, houve emissão de R$5 bi de debêntures tradicionais, e R$2,5 bi de incentivadas. Observou-se fechamento de 6 bps na parcela “low rated” do índice e 5 bps na parcela de infraestrutura.
Nos EUA, a curva de juros abriu nos vértices longos e fechou nos curtos, com S&amp;P 500 em alta de 1,22%. No Brasil, os juros fecharam, o Ibovespa subiu 2,53% e o real se valorizou 0,57%.
Na próxima semana, atenção ao PCE e PMIs nos EUA, além das falas de dirigentes do Fed. No Brasil, destaque para ata do Copom, IPCA-15 de setembro, RPM e o Relatório Bimestral de Receitas e Despesas do governo.
Confira!]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 12 de Setembro 2025</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o foco foi a inflação nos EUA: o CPI de agosto veio próximo ao esperado, mas mostrando repasse menor na parte de bens. Considerando-se ainda o PPI, as projeções de PCE foram revisadas para baixo ao longo da semana. O Payroll passou por forte revisão negativa preliminar. Na Europa, o ECB manteve os juros inalterados, com revisão baixista das projeções de inflação subjacente, mas tom hawkish pela Lagarde. Já na geopolítica, a tensão se elevou com novos ataques e invasões aéreas envolvendo Rússia, Ucrânia e Polônia.</p>
<p>No Brasil, os dados de comércio vieram um pouco abaixo do esperado, enquanto os dados de serviço vieram em linha. Já o IPCA de agosto, apesar de negativo, veio acima do esperado, com composição um pouco pior. No campo político, o ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado à prisão, o que reacendeu debates sobre a anistia articulada por Tarcísio de Freitas. Além dessa, outras agendas seguem sob atenção no Congresso, como a isenção de IR e tributação dos isentos. Por fim, novas pesquisas divulgadas mostraram melhora de popularidade do atual governo.</p>
<p>No mercado de crédito, o ambiente continuou construtivo: os principais índices apresentaram leve abertura, mas o segmento incentivado seguiu com fechamento marginal, refletindo demanda forte. No mercado primário, as empresas aproveitaram o apetite para alongar prazos das emissões. O volume semanal foi robusto, com R$7,5 bi em novas ofertas, sendo 65% em debêntures tradicionais e 35% incentivadas.</p>
<p>Nos EUA, os juros curtos tiveram leve abertura, enquanto os juros longos tiveram leve fechamento, e as bolsas desempenharam positivamente (S&amp;P 500 +1,59%). No Brasil, a direção dos movimentos de juros foi similar a dos EUA; o Ibovespa caiu 0,26% e o real subiu 1,09%.</p>
<p>Na próxima semana será importante acompanhar as decisões dos bancos centrais americano, brasileiro, inglês e canadense, além da divulgação das vendas no varejo nos EUA.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o foco foi a inflação nos EUA: o CPI de agosto veio próximo ao esperado, mas mostrando repasse menor na parte de bens. Considerando-se ainda o PPI, as projeções de PCE foram revisadas para baixo ao longo da semana. O Payroll passou por forte revisão negativa preliminar. Na Europa, o ECB manteve os juros inalterados, com revisão baixista das projeções de inflação subjacente, mas tom hawkish pela Lagarde. Já na geopolítica, a tensão se elevou com novos ataques e invasões aéreas envolvendo Rússia, Ucrânia e Polônia.</p>
<p>No Brasil, os dados de comércio vieram um pouco abaixo do esperado, enquanto os dados de serviço vieram em linha. Já o IPCA de agosto, apesar de negativo, veio acima do esperado, com composição um pouco pior. No campo político, o ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado à prisão, o que reacendeu debates sobre a anistia articulada por Tarcísio de Freitas. Além dessa, outras agendas seguem sob atenção no Congresso, como a isenção de IR e tributação dos isentos. Por fim, novas pesquisas divulgadas mostraram melhora de popularidade do atual governo.</p>
<p>No mercado de crédito, o ambiente continuou construtivo: os principais índices apresentaram leve abertura, mas o segmento incentivado seguiu com fechamento marginal, refletindo demanda forte. No mercado primário, as empresas aproveitaram o apetite para alongar prazos das emissões. O volume semanal foi robusto, com R$7,5 bi em novas ofertas, sendo 65% em debêntures tradicionais e 35% incentivadas.</p>
<p>Nos EUA, os juros curtos tiveram leve abertura, enquanto os juros longos tiveram leve fechamento, e as bolsas desempenharam positivamente (S&amp;P 500 +1,59%). No Brasil, a direção dos movimentos de juros foi similar a dos EUA; o Ibovespa caiu 0,26% e o real subiu 1,09%.</p>
<p>Na próxima semana será importante acompanhar as decisões dos bancos centrais americano, brasileiro, inglês e canadense, além da divulgação das vendas no varejo nos EUA.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, o foco foi a inflação nos EUA: o CPI de agosto veio próximo ao esperado, mas mostrando repasse menor na parte de bens. Considerando-se ainda o PPI, as projeções de PCE foram revisadas para baixo ao longo da semana. O Payroll passou por forte revisão negativa preliminar. Na Europa, o ECB manteve os juros inalterados, com revisão baixista das projeções de inflação subjacente, mas tom hawkish pela Lagarde. Já na geopolítica, a tensão se elevou com novos ataques e invasões aéreas envolvendo Rússia, Ucrânia e Polônia.
No Brasil, os dados de comércio vieram um pouco abaixo do esperado, enquanto os dados de serviço vieram em linha. Já o IPCA de agosto, apesar de negativo, veio acima do esperado, com composição um pouco pior. No campo político, o ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado à prisão, o que reacendeu debates sobre a anistia articulada por Tarcísio de Freitas. Além dessa, outras agendas seguem sob atenção no Congresso, como a isenção de IR e tributação dos isentos. Por fim, novas pesquisas divulgadas mostraram melhora de popularidade do atual governo.
No mercado de crédito, o ambiente continuou construtivo: os principais índices apresentaram leve abertura, mas o segmento incentivado seguiu com fechamento marginal, refletindo demanda forte. No mercado primário, as empresas aproveitaram o apetite para alongar prazos das emissões. O volume semanal foi robusto, com R$7,5 bi em novas ofertas, sendo 65% em debêntures tradicionais e 35% incentivadas.
Nos EUA, os juros curtos tiveram leve abertura, enquanto os juros longos tiveram leve fechamento, e as bolsas desempenharam positivamente (S&amp;P 500 +1,59%). No Brasil, a direção dos movimentos de juros foi similar a dos EUA; o Ibovespa caiu 0,26% e o real subiu 1,09%.
Na próxima semana será importante acompanhar as decisões dos bancos centrais americano, brasileiro, inglês e canadense, além da divulgação das vendas no varejo nos EUA.
Não deixe de conferir!]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 05 de Setembro 2025</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Gabriel Abelheira, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o destaque foram os dados de mercado de trabalho nos EUA: a criação líquida de vagas em agosto veio abaixo do esperado, com revisões baixistas nos meses anteriores, e o desemprego subiu para 4,32%. Também foram divulgados dados de atividade: o ISM de manufaturas seguiu em patamar contracionista, enquanto serviços até melhorou, mas segue abaixo da média de 12 meses. O tom das empresas é de cautela em meio à incerteza elevada.</p>
<p>No Brasil, o PIB do 2º trimestre veio um pouco acima do esperado, mas com composição indicando que a desaceleração da atividade segue em curso. A produção industrial de julho recuou 0,2%, próximo ao esperado. O cenário político da semana foi intenso: foi iniciado o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, e ganhou força a articulação por sua anistia, liderada por Tarcísio de Freitas e com apoio de partidos de centro. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, se mostrou disposto a pautar o tema, apesar da indefinição sobre sua abrangência. Também foi apresentado o Orçamento de 2026: apesar de alinhado com o esperado, ainda parece difícil de ser cumprido, com premissas fiscais frágeis e pouco espaço para novas despesas.</p>
<p>Nos EUA, os juros fecharam ao longo da curva toda (vértice de 1 ano -18 bps, vértice de 30 anos -16 bps), e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&amp;P 500 +0,33%, Nasdaq +1,01% e Russell 2000 +1,04%. No Brasil, os juros fecharam a semana praticamente estáveis, o Ibovespa subiu 0,86% e, o real, 0,31%. O petróleo caiu 3,12%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para a reunião da OPEP, dados de inflação dos EUA e decisão do ECB. No Brasil, destaque para o IPCA de agosto, PMS e PMC de julho, além das manifestações do 7 de setembro</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Gabriel Abelheira, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o destaque foram os dados de mercado de trabalho nos EUA: a criação líquida de vagas em agosto veio abaixo do esperado, com revisões baixistas nos meses anteriores, e o desemprego subiu para 4,32%. Também foram divulgados dados de atividade: o ISM de manufaturas seguiu em patamar contracionista, enquanto serviços até melhorou, mas segue abaixo da média de 12 meses. O tom das empresas é de cautela em meio à incerteza elevada.</p>
<p>No Brasil, o PIB do 2º trimestre veio um pouco acima do esperado, mas com composição indicando que a desaceleração da atividade segue em curso. A produção industrial de julho recuou 0,2%, próximo ao esperado. O cenário político da semana foi intenso: foi iniciado o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, e ganhou força a articulação por sua anistia, liderada por Tarcísio de Freitas e com apoio de partidos de centro. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, se mostrou disposto a pautar o tema, apesar da indefinição sobre sua abrangência. Também foi apresentado o Orçamento de 2026: apesar de alinhado com o esperado, ainda parece difícil de ser cumprido, com premissas fiscais frágeis e pouco espaço para novas despesas.</p>
<p>Nos EUA, os juros fecharam ao longo da curva toda (vértice de 1 ano -18 bps, vértice de 30 anos -16 bps), e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&amp;P 500 +0,33%, Nasdaq +1,01% e Russell 2000 +1,04%. No Brasil, os juros fecharam a semana praticamente estáveis, o Ibovespa subiu 0,86% e, o real, 0,31%. O petróleo caiu 3,12%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para a reunião da OPEP, dados de inflação dos EUA e decisão do ECB. No Brasil, destaque para o IPCA de agosto, PMS e PMC de julho, além das manifestações do 7 de setembro</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></content:encoded>
                                    
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No cenário internacional, o destaque foram os dados de mercado de trabalho nos EUA: a criação líquida de vagas em agosto veio abaixo do esperado, com revisões baixistas nos meses anteriores, e o desemprego subiu para 4,32%. Também foram divulgados dados de atividade: o ISM de manufaturas seguiu em patamar contracionista, enquanto serviços até melhorou, mas segue abaixo da média de 12 meses. O tom das empresas é de cautela em meio à incerteza elevada.
No Brasil, o PIB do 2º trimestre veio um pouco acima do esperado, mas com composição indicando que a desaceleração da atividade segue em curso. A produção industrial de julho recuou 0,2%, próximo ao esperado. O cenário político da semana foi intenso: foi iniciado o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, e ganhou força a articulação por sua anistia, liderada por Tarcísio de Freitas e com apoio de partidos de centro. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, se mostrou disposto a pautar o tema, apesar da indefinição sobre sua abrangência. Também foi apresentado o Orçamento de 2026: apesar de alinhado com o esperado, ainda parece difícil de ser cumprido, com premissas fiscais frágeis e pouco espaço para novas despesas.
Nos EUA, os juros fecharam ao longo da curva toda (vértice de 1 ano -18 bps, vértice de 30 anos -16 bps), e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&amp;P 500 +0,33%, Nasdaq +1,01% e Russell 2000 +1,04%. No Brasil, os juros fecharam a semana praticamente estáveis, o Ibovespa subiu 0,86% e, o real, 0,31%. O petróleo caiu 3,12%.
Na próxima semana, destaque para a reunião da OPEP, dados de inflação dos EUA e decisão do ECB. No Brasil, destaque para o IPCA de agosto, PMS e PMC de julho, além das manifestações do 7 de setembro
Não deixe de conferir!]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>Call Mensal - Agosto 2025</title>
        <itunes:title>Call Mensal - Agosto 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Terça-feira, dia 02/09/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Agosto. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
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                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Terça-feira, dia 02/09/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Agosto. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
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        <title>NovusCast - 29 de Agosto 2025</title>
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                    <comments>https://novuscapital.podbean.com/e/novuscast-29-de-agosto-2025/#comments</comments>        <pubDate>Fri, 29 Aug 2025 19:57:53 -0300</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o presidente Trump anunciou formalmente a demissão da diretora do Fed Lisa Cook, que reagiu afirmando que vai recorrer à justiça para manter sua posição. O Waller, também diretor do Fed, manteve discurso no tom dovish que vem adotando há um tempo, afirmando que os dados de mercado de trabalho corroboram a visão de que o Fed já deveria estar reduzindo os juros. Ainda por lá, os dados inflação (PCE) vieram em linha com o esperado. Na Europa, o governo francês enfrenta dificuldades para aprovar cortes fiscais, com ameaça de voto de desconfiança e protestos marcados, pressionando os juros longos. Também foram divulgados dados de inflação de alguns países europeus, sem grandes surpresas.</p>
<p>No Brasil, o governador Tarcísio de Freitas intensificou articulações, elevando a sinalização de intenção presidencial. Já no campo econômico, os dados reforçaram a desaceleração da atividade: os dados de confiança indicaram um mês ruim, assim como os dados de crédito mostraram aceleração no ritmo de piora. Por outro lado, o mercado de trabalho permanece resiliente, com o Caged mostrando, apesar de modesta desaceleração, um ritmo ainda saudável. O IPCA-15 de agosto, apesar da deflação no mês, veio acima do esperado, com pressão na parte de serviços. Por fim, foi divulgada uma investigação da PF sobre o PCC, envolvendo diversos agentes financeiros.</p>
<p>Nos EUA, houve aumento da inclinação da curva de juros (vértice de 2 anos fechou 8 bps, enquanto o de 30 anos abriu 5 bps), e as bolsas fecharam com poucas variações – S&amp;P 500 -0,10%, Nasdaq -0,35% e Russell 2000 +0,19%. No Brasil, os juros fecharam (jan/35 -13 bps), o Ibovespa subiu 2,5% e o real desvalorizou 0,07%.</p>
<p>Na próxima semana, a atenção fica para os dados de emprego e de atividade (manufaturas e serviços) nos EUA e, por aqui, para o PIB do 2º trimestre, produção industrial e divulgação do Orçamento de 2026 (29/08).</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o presidente Trump anunciou formalmente a demissão da diretora do Fed Lisa Cook, que reagiu afirmando que vai recorrer à justiça para manter sua posição. O Waller, também diretor do Fed, manteve discurso no tom dovish que vem adotando há um tempo, afirmando que os dados de mercado de trabalho corroboram a visão de que o Fed já deveria estar reduzindo os juros. Ainda por lá, os dados inflação (PCE) vieram em linha com o esperado. Na Europa, o governo francês enfrenta dificuldades para aprovar cortes fiscais, com ameaça de voto de desconfiança e protestos marcados, pressionando os juros longos. Também foram divulgados dados de inflação de alguns países europeus, sem grandes surpresas.</p>
<p>No Brasil, o governador Tarcísio de Freitas intensificou articulações, elevando a sinalização de intenção presidencial. Já no campo econômico, os dados reforçaram a desaceleração da atividade: os dados de confiança indicaram um mês ruim, assim como os dados de crédito mostraram aceleração no ritmo de piora. Por outro lado, o mercado de trabalho permanece resiliente, com o Caged mostrando, apesar de modesta desaceleração, um ritmo ainda saudável. O IPCA-15 de agosto, apesar da deflação no mês, veio acima do esperado, com pressão na parte de serviços. Por fim, foi divulgada uma investigação da PF sobre o PCC, envolvendo diversos agentes financeiros.</p>
<p>Nos EUA, houve aumento da inclinação da curva de juros (vértice de 2 anos fechou 8 bps, enquanto o de 30 anos abriu 5 bps), e as bolsas fecharam com poucas variações – S&amp;P 500 -0,10%, Nasdaq -0,35% e Russell 2000 +0,19%. No Brasil, os juros fecharam (jan/35 -13 bps), o Ibovespa subiu 2,5% e o real desvalorizou 0,07%.</p>
<p>Na próxima semana, a atenção fica para os dados de emprego e de atividade (manufaturas e serviços) nos EUA e, por aqui, para o PIB do 2º trimestre, produção industrial e divulgação do Orçamento de 2026 (29/08).</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, o presidente Trump anunciou formalmente a demissão da diretora do Fed Lisa Cook, que reagiu afirmando que vai recorrer à justiça para manter sua posição. O Waller, também diretor do Fed, manteve discurso no tom dovish que vem adotando há um tempo, afirmando que os dados de mercado de trabalho corroboram a visão de que o Fed já deveria estar reduzindo os juros. Ainda por lá, os dados inflação (PCE) vieram em linha com o esperado. Na Europa, o governo francês enfrenta dificuldades para aprovar cortes fiscais, com ameaça de voto de desconfiança e protestos marcados, pressionando os juros longos. Também foram divulgados dados de inflação de alguns países europeus, sem grandes surpresas.
No Brasil, o governador Tarcísio de Freitas intensificou articulações, elevando a sinalização de intenção presidencial. Já no campo econômico, os dados reforçaram a desaceleração da atividade: os dados de confiança indicaram um mês ruim, assim como os dados de crédito mostraram aceleração no ritmo de piora. Por outro lado, o mercado de trabalho permanece resiliente, com o Caged mostrando, apesar de modesta desaceleração, um ritmo ainda saudável. O IPCA-15 de agosto, apesar da deflação no mês, veio acima do esperado, com pressão na parte de serviços. Por fim, foi divulgada uma investigação da PF sobre o PCC, envolvendo diversos agentes financeiros.
Nos EUA, houve aumento da inclinação da curva de juros (vértice de 2 anos fechou 8 bps, enquanto o de 30 anos abriu 5 bps), e as bolsas fecharam com poucas variações – S&amp;P 500 -0,10%, Nasdaq -0,35% e Russell 2000 +0,19%. No Brasil, os juros fecharam (jan/35 -13 bps), o Ibovespa subiu 2,5% e o real desvalorizou 0,07%.
Na próxima semana, a atenção fica para os dados de emprego e de atividade (manufaturas e serviços) nos EUA e, por aqui, para o PIB do 2º trimestre, produção industrial e divulgação do Orçamento de 2026 (29/08).
Não deixe de conferir!]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 22 de Agosto 2025</title>
        <itunes:title>NovusCast - 22 de Agosto 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o destaque foi o simpósio de Jackson Hole e o discurso do presidente do Fed, Jerome Powell. Ele reconheceu mudanças no balanço de riscos, destacando sinais de desaceleração na economia e no mercado de trabalho, além de revisões baixistas no payroll. Dessa forma, mesmo com os riscos inflacionários ainda presentes, o banco central sinaliza o corte de juro na próxima reunião. Ele também anunciou a revisão da estratégia de política monetária: foi abandonado o “average inflation targeting” e retomado o modelo pré-pandemia. Os PMIs de agosto surpreenderam positivamente nos EUA, Europa e Reino Unido, com melhora de atividade e emprego, mas sinais de pressão de custos.</p>
<p>No Brasil, o noticiário político foi movimentado: o ministro Flávio Dino sinalizou que decisões de tribunais estrangeiros precisarão ser validadas pelo STF, o que gerou especulações sobre a aplicabilidade da Lei Magnitsky e trouxe ruído para os ativos. A pesquisa da Quaest indicou melhora na popularidade do presidente Lula. Na oposição, foram vazados diversos áudios da família Bolsonaro, que reforçaram a percepção de perda de força e reconhecimento de que Tarcísio de Freitas desponta como principal nome da direita.</p>
<p>Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 5 anos -8 bps), e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P 500 +0,27%, Nasdaq -0,90% e Russell 2000 +3,30%. No Brasil, os juros abriram (jan/35 +30 bps), o Ibovespa subiu 1,19% e o real caiu 0,46%.</p>
<p>Na próxima semana, vale atenção para as falas de membros do Fed e os primeiros dados de inflação de agosto na Europa e, por aqui, dados de confiança, mercado de trabalho (Caged), crédito e IPCA-15.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o destaque foi o simpósio de Jackson Hole e o discurso do presidente do Fed, Jerome Powell. Ele reconheceu mudanças no balanço de riscos, destacando sinais de desaceleração na economia e no mercado de trabalho, além de revisões baixistas no payroll. Dessa forma, mesmo com os riscos inflacionários ainda presentes, o banco central sinaliza o corte de juro na próxima reunião. Ele também anunciou a revisão da estratégia de política monetária: foi abandonado o “average inflation targeting” e retomado o modelo pré-pandemia. Os PMIs de agosto surpreenderam positivamente nos EUA, Europa e Reino Unido, com melhora de atividade e emprego, mas sinais de pressão de custos.</p>
<p>No Brasil, o noticiário político foi movimentado: o ministro Flávio Dino sinalizou que decisões de tribunais estrangeiros precisarão ser validadas pelo STF, o que gerou especulações sobre a aplicabilidade da Lei Magnitsky e trouxe ruído para os ativos. A pesquisa da Quaest indicou melhora na popularidade do presidente Lula. Na oposição, foram vazados diversos áudios da família Bolsonaro, que reforçaram a percepção de perda de força e reconhecimento de que Tarcísio de Freitas desponta como principal nome da direita.</p>
<p>Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 5 anos -8 bps), e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P 500 +0,27%, Nasdaq -0,90% e Russell 2000 +3,30%. No Brasil, os juros abriram (jan/35 +30 bps), o Ibovespa subiu 1,19% e o real caiu 0,46%.</p>
<p>Na próxima semana, vale atenção para as falas de membros do Fed e os primeiros dados de inflação de agosto na Europa e, por aqui, dados de confiança, mercado de trabalho (Caged), crédito e IPCA-15.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, o destaque foi o simpósio de Jackson Hole e o discurso do presidente do Fed, Jerome Powell. Ele reconheceu mudanças no balanço de riscos, destacando sinais de desaceleração na economia e no mercado de trabalho, além de revisões baixistas no payroll. Dessa forma, mesmo com os riscos inflacionários ainda presentes, o banco central sinaliza o corte de juro na próxima reunião. Ele também anunciou a revisão da estratégia de política monetária: foi abandonado o “average inflation targeting” e retomado o modelo pré-pandemia. Os PMIs de agosto surpreenderam positivamente nos EUA, Europa e Reino Unido, com melhora de atividade e emprego, mas sinais de pressão de custos.
No Brasil, o noticiário político foi movimentado: o ministro Flávio Dino sinalizou que decisões de tribunais estrangeiros precisarão ser validadas pelo STF, o que gerou especulações sobre a aplicabilidade da Lei Magnitsky e trouxe ruído para os ativos. A pesquisa da Quaest indicou melhora na popularidade do presidente Lula. Na oposição, foram vazados diversos áudios da família Bolsonaro, que reforçaram a percepção de perda de força e reconhecimento de que Tarcísio de Freitas desponta como principal nome da direita.
Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 5 anos -8 bps), e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P 500 +0,27%, Nasdaq -0,90% e Russell 2000 +3,30%. No Brasil, os juros abriram (jan/35 +30 bps), o Ibovespa subiu 1,19% e o real caiu 0,46%.
Na próxima semana, vale atenção para as falas de membros do Fed e os primeiros dados de inflação de agosto na Europa e, por aqui, dados de confiança, mercado de trabalho (Caged), crédito e IPCA-15.
Não deixe de conferir!]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 15 de Agosto 2025</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, foram divulgados os números de inflação nos EUA mostrando o segmento de bens relativamente comportados, sem o salto temido das tarifas, enquanto os serviços voltaram a mostrar pressão após vários meses mais benignos — o que deve resultar em um PCE de 0,3% no mês, ainda acima do nível compatível com a meta do Fed. Em termos de atividade, as vendas no varejo subiram em julho, com revisão positiva para o mês anterior. Dessa forma, apesar de alguns sinais de fraqueza, o início do terceiro trimestre é melhor que o observado no segundo. Na China, a atividade surpreendeu negativamente. No geral, o quadro confirma a fraqueza da demanda interna e reforça a expectativa de novas medidas de estímulo nesse segundo semestre do ano.</p>
<p>No Brasil, a semana foi marcada por dados de inflação (IPCA de julho) e atividade (PMC e PMS de junho) mais fracos, que levaram a revisões baixistas para o PIB do 2º trimestre e para a inflação de 2025 e 2026. Além disso, tivemos o anúncio do pacote de medidas para socorrer os setores afetados pelo tarifaço de Trump, com linhas de crédito com taxas mais acessíveis condicionadas a manutenção de emprego, flexibilização das compras governamentais de alimentos perecíveis, prorrogação de prazo do regime de drawback, aumento da alíquota do Reintegra e diferimento de impostos por 2 meses. Os aportes do Tesouro a alguns fundos garantidores e a majoração das alíquotas do Reintegra - que somam R$9,5 bilhões - devem ser excepcionalizados do cômputo da meta de primário, o que gerou nova onda de críticas à credibilidade do arcabouço fiscal.</p>
<p>Nos EUA, os vértices mais curtos de juros tiveram fechamento marginal, enquanto o vértice de 30 anos abriu 7 bps; e as bolsas tiveram bom desempenho - S&amp;P 500 +0,94%, Nasdaq +0,43% e Russell 2000 +3,07%. No Brasil, os juros fecharam (jan/27 -21 bps), o Ibovespa subiu 0,31% e, o real, 0,62%.</p>
<p>Para a próxima semana, o foco nos EUA estará no Jackson Hole, enquanto Brasil tem semana esvaziada.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, foram divulgados os números de inflação nos EUA mostrando o segmento de bens relativamente comportados, sem o salto temido das tarifas, enquanto os serviços voltaram a mostrar pressão após vários meses mais benignos — o que deve resultar em um PCE de 0,3% no mês, ainda acima do nível compatível com a meta do Fed. Em termos de atividade, as vendas no varejo subiram em julho, com revisão positiva para o mês anterior. Dessa forma, apesar de alguns sinais de fraqueza, o início do terceiro trimestre é melhor que o observado no segundo. Na China, a atividade surpreendeu negativamente. No geral, o quadro confirma a fraqueza da demanda interna e reforça a expectativa de novas medidas de estímulo nesse segundo semestre do ano.</p>
<p>No Brasil, a semana foi marcada por dados de inflação (IPCA de julho) e atividade (PMC e PMS de junho) mais fracos, que levaram a revisões baixistas para o PIB do 2º trimestre e para a inflação de 2025 e 2026. Além disso, tivemos o anúncio do pacote de medidas para socorrer os setores afetados pelo tarifaço de Trump, com linhas de crédito com taxas mais acessíveis condicionadas a manutenção de emprego, flexibilização das compras governamentais de alimentos perecíveis, prorrogação de prazo do regime de drawback, aumento da alíquota do Reintegra e diferimento de impostos por 2 meses. Os aportes do Tesouro a alguns fundos garantidores e a majoração das alíquotas do Reintegra - que somam R$9,5 bilhões - devem ser excepcionalizados do cômputo da meta de primário, o que gerou nova onda de críticas à credibilidade do arcabouço fiscal.</p>
<p>Nos EUA, os vértices mais curtos de juros tiveram fechamento marginal, enquanto o vértice de 30 anos abriu 7 bps; e as bolsas tiveram bom desempenho - S&amp;P 500 +0,94%, Nasdaq +0,43% e Russell 2000 +3,07%. No Brasil, os juros fecharam (jan/27 -21 bps), o Ibovespa subiu 0,31% e, o real, 0,62%.</p>
<p>Para a próxima semana, o foco nos EUA estará no Jackson Hole, enquanto Brasil tem semana esvaziada.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></content:encoded>
                                    
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No cenário internacional, foram divulgados os números de inflação nos EUA mostrando o segmento de bens relativamente comportados, sem o salto temido das tarifas, enquanto os serviços voltaram a mostrar pressão após vários meses mais benignos — o que deve resultar em um PCE de 0,3% no mês, ainda acima do nível compatível com a meta do Fed. Em termos de atividade, as vendas no varejo subiram em julho, com revisão positiva para o mês anterior. Dessa forma, apesar de alguns sinais de fraqueza, o início do terceiro trimestre é melhor que o observado no segundo. Na China, a atividade surpreendeu negativamente. No geral, o quadro confirma a fraqueza da demanda interna e reforça a expectativa de novas medidas de estímulo nesse segundo semestre do ano.
No Brasil, a semana foi marcada por dados de inflação (IPCA de julho) e atividade (PMC e PMS de junho) mais fracos, que levaram a revisões baixistas para o PIB do 2º trimestre e para a inflação de 2025 e 2026. Além disso, tivemos o anúncio do pacote de medidas para socorrer os setores afetados pelo tarifaço de Trump, com linhas de crédito com taxas mais acessíveis condicionadas a manutenção de emprego, flexibilização das compras governamentais de alimentos perecíveis, prorrogação de prazo do regime de drawback, aumento da alíquota do Reintegra e diferimento de impostos por 2 meses. Os aportes do Tesouro a alguns fundos garantidores e a majoração das alíquotas do Reintegra - que somam R$9,5 bilhões - devem ser excepcionalizados do cômputo da meta de primário, o que gerou nova onda de críticas à credibilidade do arcabouço fiscal.
Nos EUA, os vértices mais curtos de juros tiveram fechamento marginal, enquanto o vértice de 30 anos abriu 7 bps; e as bolsas tiveram bom desempenho - S&amp;P 500 +0,94%, Nasdaq +0,43% e Russell 2000 +3,07%. No Brasil, os juros fecharam (jan/27 -21 bps), o Ibovespa subiu 0,31% e, o real, 0,62%.
Para a próxima semana, o foco nos EUA estará no Jackson Hole, enquanto Brasil tem semana esvaziada.
Não deixe de conferir!]]></itunes:summary>
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        <title>NovusCast - 08 de Agosto 2025</title>
        <itunes:title>NovusCast - 08 de Agosto 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Tomás Goulart debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, os destaques foram a repercussão do último relatório de emprego dos EUA e possíveis mudanças na composição do Federal Reserve. O presidente Donald Trump indicou, para um mandato temporário no board do Fed, Stephen Miran, atual presidente do Conselho de Assessores Econômicos. A escolha foi interpretada como um movimento para tornar a autoridade monetária mais alinhada ao presidente. Paralelamente, a leitura mais fraca dos dados de emprego levou algumas consultorias globais a colocar no radar a possibilidade de um corte de 50 bps na reunião de setembro. De dado econômico, tivemos o ISM de serviços, que veio pior do que o esperado, com fraqueza em novas ordens e reafirmando um enfraquecimento no mercado de trabalho. Também entrou em vigor o novo pacote de tarifas de importação norte-americanas, reforçando preocupações com o comércio global.</p>
<p>No Brasil, a semana começou com a decretação da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro por participação nos atos do domingo anterior. O episódio provocou forte reação de deputados bolsonaristas, que chegaram a assumir temporariamente a presidência da Câmara em protesto. Após negociações, foi firmado um acordo para votação de pautas de interesse do grupo, restabelecendo a normalidade na Casa. No campo econômico, a ata do Copom veio levemente mais dovish que o esperado, com o Banco Central mais confiante na desaceleração da atividade, embora mantendo a sinalização de juros elevados por período prolongado. Os dados de mercado de trabalho de junho ficaram ligeiramente abaixo das projeções, mas ainda indicam um mercado aquecido.</p>
<p>Nos mercados internacionais, os juros dos Treasuries abriram taxa após forte fechamento na semana anterior (Treasury de 2 anos: +8 bps). As bolsas americanas avançaram — S&amp;P 500 +2,34%, Nasdaq +3,61% e Russell 2000 +2,53% — e o dólar (DXY) recuou 0,89%, refletindo um enfraquecimento global da moeda. No Brasil, a curva de juros fechou (Jan/31: -17 bps), o Ibovespa subiu 2,68% e o real se valorizou 1,90% frente ao dólar.</p>
<p>Para a próxima semana, o foco estará no IPCA e nos indicadores de atividade no Brasil, enquanto, nos EUA, a atenção se volta para a divulgação dos números de inflação.</p>
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                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Tomás Goulart debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, os destaques foram a repercussão do último relatório de emprego dos EUA e possíveis mudanças na composição do Federal Reserve. O presidente Donald Trump indicou, para um mandato temporário no board do Fed, Stephen Miran, atual presidente do Conselho de Assessores Econômicos. A escolha foi interpretada como um movimento para tornar a autoridade monetária mais alinhada ao presidente. Paralelamente, a leitura mais fraca dos dados de emprego levou algumas consultorias globais a colocar no radar a possibilidade de um corte de 50 bps na reunião de setembro. De dado econômico, tivemos o ISM de serviços, que veio pior do que o esperado, com fraqueza em novas ordens e reafirmando um enfraquecimento no mercado de trabalho. Também entrou em vigor o novo pacote de tarifas de importação norte-americanas, reforçando preocupações com o comércio global.</p>
<p>No Brasil, a semana começou com a decretação da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro por participação nos atos do domingo anterior. O episódio provocou forte reação de deputados bolsonaristas, que chegaram a assumir temporariamente a presidência da Câmara em protesto. Após negociações, foi firmado um acordo para votação de pautas de interesse do grupo, restabelecendo a normalidade na Casa. No campo econômico, a ata do Copom veio levemente mais dovish que o esperado, com o Banco Central mais confiante na desaceleração da atividade, embora mantendo a sinalização de juros elevados por período prolongado. Os dados de mercado de trabalho de junho ficaram ligeiramente abaixo das projeções, mas ainda indicam um mercado aquecido.</p>
<p>Nos mercados internacionais, os juros dos Treasuries abriram taxa após forte fechamento na semana anterior (Treasury de 2 anos: +8 bps). As bolsas americanas avançaram — S&amp;P 500 +2,34%, Nasdaq +3,61% e Russell 2000 +2,53% — e o dólar (DXY) recuou 0,89%, refletindo um enfraquecimento global da moeda. No Brasil, a curva de juros fechou (Jan/31: -17 bps), o Ibovespa subiu 2,68% e o real se valorizou 1,90% frente ao dólar.</p>
<p>Para a próxima semana, o foco estará no IPCA e nos indicadores de atividade no Brasil, enquanto, nos EUA, a atenção se volta para a divulgação dos números de inflação.</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Tomás Goulart debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, os destaques foram a repercussão do último relatório de emprego dos EUA e possíveis mudanças na composição do Federal Reserve. O presidente Donald Trump indicou, para um mandato temporário no board do Fed, Stephen Miran, atual presidente do Conselho de Assessores Econômicos. A escolha foi interpretada como um movimento para tornar a autoridade monetária mais alinhada ao presidente. Paralelamente, a leitura mais fraca dos dados de emprego levou algumas consultorias globais a colocar no radar a possibilidade de um corte de 50 bps na reunião de setembro. De dado econômico, tivemos o ISM de serviços, que veio pior do que o esperado, com fraqueza em novas ordens e reafirmando um enfraquecimento no mercado de trabalho. Também entrou em vigor o novo pacote de tarifas de importação norte-americanas, reforçando preocupações com o comércio global.
No Brasil, a semana começou com a decretação da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro por participação nos atos do domingo anterior. O episódio provocou forte reação de deputados bolsonaristas, que chegaram a assumir temporariamente a presidência da Câmara em protesto. Após negociações, foi firmado um acordo para votação de pautas de interesse do grupo, restabelecendo a normalidade na Casa. No campo econômico, a ata do Copom veio levemente mais dovish que o esperado, com o Banco Central mais confiante na desaceleração da atividade, embora mantendo a sinalização de juros elevados por período prolongado. Os dados de mercado de trabalho de junho ficaram ligeiramente abaixo das projeções, mas ainda indicam um mercado aquecido.
Nos mercados internacionais, os juros dos Treasuries abriram taxa após forte fechamento na semana anterior (Treasury de 2 anos: +8 bps). As bolsas americanas avançaram — S&amp;P 500 +2,34%, Nasdaq +3,61% e Russell 2000 +2,53% — e o dólar (DXY) recuou 0,89%, refletindo um enfraquecimento global da moeda. No Brasil, a curva de juros fechou (Jan/31: -17 bps), o Ibovespa subiu 2,68% e o real se valorizou 1,90% frente ao dólar.
Para a próxima semana, o foco estará no IPCA e nos indicadores de atividade no Brasil, enquanto, nos EUA, a atenção se volta para a divulgação dos números de inflação.]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>Call Mensal - Julho 2025</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Segunda-feira, dia 04/08/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Julho. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Segunda-feira, dia 04/08/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Julho. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Segunda-feira, dia 04/08/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Julho. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 01 de Agosto 2025</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o destaque foi a decisão do Fed, que manteve os juros inalterados, como esperado. O Powell adotou tom um pouco mais hawk na conferência de imprensa, evitando sinalizar corte em setembro e reforçando a necessidade de observar os próximos dados de inflação e emprego. O payroll decepcionou, principalmente por conta das expressivas revisões baixistas dos dois meses anteriores. O ISM de manufaturas veio fraco, com destaque negativo para o componente de emprego; e o PIB do 2º trimestre trouxe headline forte, apesar da demanda doméstica fraca. A tensão com o Bureau of Labor Statistics (BLS) aumentou após críticas e demissão da líder de estatística por parte de Trump, que também indicará novo nome ao board do Fed após o anúncio de saída da dirigente Adriana Kugler.</p>
<p>No Brasil, o Copom manteve a Selic em 15% e reforçou a necessidade de cautela, com possibilidade de retomada do ciclo de alta caso seja necessário. O mercado de trabalho seguiu robusto em junho. Em contrapartida, os indicadores de confiança (julho) e a produção industrial (junho) mostraram sinais de fraqueza, reforçando desaceleração da atividade. No campo comercial, o governo americano excluiu parte dos produtos brasileiros da tarifa adicional de 40%, postergando a vigência da medida para 07/08. O governo brasileiro segue indicando tentativa de negociação, mas já prepara pacote de ajuda aos setores mais afetados. Por fim, foi oficializada a sanção do ministro Alexandre de Moraes sob a Lei Magnitsky.</p>
<p>Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 1 ano -25 bps), e as bolsas recuaram – S&amp;P 500 -2,36%, Nasdaq -2,19% e Russell 2000 -4,17%. O dólar (DXY) subiu 1,07%. No Brasil, os juros também fecharam (jan/31 -11 bps), o Ibovespa caiu 0,81% e o real subiu 0,40%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para ata do Copom, Caged, e manifestações políticas no Brasil e, nos EUA, dados de atividade (ISM de serviços) e eventuais novas indicações de tarifas.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o destaque foi a decisão do Fed, que manteve os juros inalterados, como esperado. O Powell adotou tom um pouco mais hawk na conferência de imprensa, evitando sinalizar corte em setembro e reforçando a necessidade de observar os próximos dados de inflação e emprego. O payroll decepcionou, principalmente por conta das expressivas revisões baixistas dos dois meses anteriores. O ISM de manufaturas veio fraco, com destaque negativo para o componente de emprego; e o PIB do 2º trimestre trouxe headline forte, apesar da demanda doméstica fraca. A tensão com o Bureau of Labor Statistics (BLS) aumentou após críticas e demissão da líder de estatística por parte de Trump, que também indicará novo nome ao board do Fed após o anúncio de saída da dirigente Adriana Kugler.</p>
<p>No Brasil, o Copom manteve a Selic em 15% e reforçou a necessidade de cautela, com possibilidade de retomada do ciclo de alta caso seja necessário. O mercado de trabalho seguiu robusto em junho. Em contrapartida, os indicadores de confiança (julho) e a produção industrial (junho) mostraram sinais de fraqueza, reforçando desaceleração da atividade. No campo comercial, o governo americano excluiu parte dos produtos brasileiros da tarifa adicional de 40%, postergando a vigência da medida para 07/08. O governo brasileiro segue indicando tentativa de negociação, mas já prepara pacote de ajuda aos setores mais afetados. Por fim, foi oficializada a sanção do ministro Alexandre de Moraes sob a Lei Magnitsky.</p>
<p>Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 1 ano -25 bps), e as bolsas recuaram – S&amp;P 500 -2,36%, Nasdaq -2,19% e Russell 2000 -4,17%. O dólar (DXY) subiu 1,07%. No Brasil, os juros também fecharam (jan/31 -11 bps), o Ibovespa caiu 0,81% e o real subiu 0,40%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para ata do Copom, Caged, e manifestações políticas no Brasil e, nos EUA, dados de atividade (ISM de serviços) e eventuais novas indicações de tarifas.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, o destaque foi a decisão do Fed, que manteve os juros inalterados, como esperado. O Powell adotou tom um pouco mais hawk na conferência de imprensa, evitando sinalizar corte em setembro e reforçando a necessidade de observar os próximos dados de inflação e emprego. O payroll decepcionou, principalmente por conta das expressivas revisões baixistas dos dois meses anteriores. O ISM de manufaturas veio fraco, com destaque negativo para o componente de emprego; e o PIB do 2º trimestre trouxe headline forte, apesar da demanda doméstica fraca. A tensão com o Bureau of Labor Statistics (BLS) aumentou após críticas e demissão da líder de estatística por parte de Trump, que também indicará novo nome ao board do Fed após o anúncio de saída da dirigente Adriana Kugler.
No Brasil, o Copom manteve a Selic em 15% e reforçou a necessidade de cautela, com possibilidade de retomada do ciclo de alta caso seja necessário. O mercado de trabalho seguiu robusto em junho. Em contrapartida, os indicadores de confiança (julho) e a produção industrial (junho) mostraram sinais de fraqueza, reforçando desaceleração da atividade. No campo comercial, o governo americano excluiu parte dos produtos brasileiros da tarifa adicional de 40%, postergando a vigência da medida para 07/08. O governo brasileiro segue indicando tentativa de negociação, mas já prepara pacote de ajuda aos setores mais afetados. Por fim, foi oficializada a sanção do ministro Alexandre de Moraes sob a Lei Magnitsky.
Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 1 ano -25 bps), e as bolsas recuaram – S&amp;P 500 -2,36%, Nasdaq -2,19% e Russell 2000 -4,17%. O dólar (DXY) subiu 1,07%. No Brasil, os juros também fecharam (jan/31 -11 bps), o Ibovespa caiu 0,81% e o real subiu 0,40%.
Na próxima semana, destaque para ata do Copom, Caged, e manifestações políticas no Brasil e, nos EUA, dados de atividade (ISM de serviços) e eventuais novas indicações de tarifas.
Não deixe de conferir!]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 25 de Julho 2025</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, os EUA anunciaram um acordo comercial com o Japão, fixando a tarifa de importação do país em 15% - nível acima do atual, mas abaixo dos 25% sugeridos pelo Trump. O PMI dos EUA atingiu o melhor ritmo de crescimento do ano, sustentado inteiramente por serviços, enquanto a indústria enfrenta retração. Na Europa, o ECB manteve o juro inalterado, como esperado. O Comitê sinaliza que a barra para novos cortes é elevada.  </p>
<p>No Brasil, o IPCA-15 veio ligeiramente acima do esperado, puxado por uma alta nos preços de passagens aéreas. No entanto, o ambiente inflacionário segue mais positivo, com os núcleos da inflação apresentando comportamento próximo ao padrão sazonal. No âmbito comercial, ainda não há novidades concretas das negociações comerciais com os EUA, mas o vice-presidente Geraldo Alckmin esteve em contato com o Secretário do Comércio americano e relatou a disposição brasileira em negociar.  </p>
<p>Nos EUA, as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P 500 +1,5% e Nasdaq +1,0% e os juros longos fecharam (30y -6bps). O EUR valorizou 1,0%. No Brasil, os juros também fecharam (jan/27 -15 bps) e o Ibovespa ficou estável. O petróleo caiu ao redor de 2%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para as decisões do FOMC e do Copom. Serão divulgados também os dados de emprego e atividade nos EUA, além de inflação e PIB na Europa. </p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, os EUA anunciaram um acordo comercial com o Japão, fixando a tarifa de importação do país em 15% - nível acima do atual, mas abaixo dos 25% sugeridos pelo Trump. O PMI dos EUA atingiu o melhor ritmo de crescimento do ano, sustentado inteiramente por serviços, enquanto a indústria enfrenta retração. Na Europa, o ECB manteve o juro inalterado, como esperado. O Comitê sinaliza que a barra para novos cortes é elevada.  </p>
<p>No Brasil, o IPCA-15 veio ligeiramente acima do esperado, puxado por uma alta nos preços de passagens aéreas. No entanto, o ambiente inflacionário segue mais positivo, com os núcleos da inflação apresentando comportamento próximo ao padrão sazonal. No âmbito comercial, ainda não há novidades concretas das negociações comerciais com os EUA, mas o vice-presidente Geraldo Alckmin esteve em contato com o Secretário do Comércio americano e relatou a disposição brasileira em negociar.  </p>
<p>Nos EUA, as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P 500 +1,5% e Nasdaq +1,0% e os juros longos fecharam (30y -6bps). O EUR valorizou 1,0%. No Brasil, os juros também fecharam (jan/27 -15 bps) e o Ibovespa ficou estável. O petróleo caiu ao redor de 2%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para as decisões do FOMC e do Copom. Serão divulgados também os dados de emprego e atividade nos EUA, além de inflação e PIB na Europa. </p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, os EUA anunciaram um acordo comercial com o Japão, fixando a tarifa de importação do país em 15% - nível acima do atual, mas abaixo dos 25% sugeridos pelo Trump. O PMI dos EUA atingiu o melhor ritmo de crescimento do ano, sustentado inteiramente por serviços, enquanto a indústria enfrenta retração. Na Europa, o ECB manteve o juro inalterado, como esperado. O Comitê sinaliza que a barra para novos cortes é elevada.  
No Brasil, o IPCA-15 veio ligeiramente acima do esperado, puxado por uma alta nos preços de passagens aéreas. No entanto, o ambiente inflacionário segue mais positivo, com os núcleos da inflação apresentando comportamento próximo ao padrão sazonal. No âmbito comercial, ainda não há novidades concretas das negociações comerciais com os EUA, mas o vice-presidente Geraldo Alckmin esteve em contato com o Secretário do Comércio americano e relatou a disposição brasileira em negociar.  
Nos EUA, as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P 500 +1,5% e Nasdaq +1,0% e os juros longos fecharam (30y -6bps). O EUR valorizou 1,0%. No Brasil, os juros também fecharam (jan/27 -15 bps) e o Ibovespa ficou estável. O petróleo caiu ao redor de 2%.
Na próxima semana, destaque para as decisões do FOMC e do Copom. Serão divulgados também os dados de emprego e atividade nos EUA, além de inflação e PIB na Europa. 
Não deixe de conferir!]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 18 de Julho 2025</title>
        <itunes:title>NovusCast - 18 de Julho 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, a divulgação do CPI de junho nos EUA seguiu mostrando moderação na parte de serviços, mas refletindo efeitos das tarifas na parte de bens – assim como no PPI. As vendas no varejo vieram mais fortes. A pressão política sobre o Fed aumentou, com o Trump e congressistas defendendo cortes imediatos e ventilando nomes para substituir o Powell no comando da autoridade monetária. No âmbito comercial, o Trump seguiu anunciando novas tarifas, como sobre matérias-primas, além de ameaçar elevar ainda mais as tarifas sobre a Europa, indicando a continuidade da escalada protecionista.</p>
<p>No Brasil, o governo manteve a retórica de defesa da soberania e busca por negociação sobre as tarifas americanas, mas o ambiente político foi tensionado por novas medidas do STF contra o Bolsonaro, que foi alvo de medidas cautelares. O Departamento do Comércio dos EUA também iniciou uma investigação sobre práticas comerciais no Brasil. A reunião de conciliação entre o Executivo e o Legislativo sobre o IOF terminou sem acordo, e o ministro Alexandre de Moraes decidiu pela manutenção do decreto do governo, com exceção do risco sacado. As pesquisas de opinião divulgadas indicaram melhora na aprovação do governo.</p>
<p>Nos EUA, a parte curta da curva de juros apresentou leve fechamento, e a parte longa leve abertura, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&amp;P 500 +0,59%, Nasdaq +1,25% e Russell 2000 +0,23%. No Brasil, o jan/35 abriu 28 bps, o Ibovespa caiu 2,06% e, o real, 0,35%.</p>
<p>Na próxima semana será importante acompanhar os dados de atividade nos EUA, a reunião do Banco Central Europeu, o IPCA-15 e o Relatório Bimestral de Receitas e Despesas no Brasil.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, a divulgação do CPI de junho nos EUA seguiu mostrando moderação na parte de serviços, mas refletindo efeitos das tarifas na parte de bens – assim como no PPI. As vendas no varejo vieram mais fortes. A pressão política sobre o Fed aumentou, com o Trump e congressistas defendendo cortes imediatos e ventilando nomes para substituir o Powell no comando da autoridade monetária. No âmbito comercial, o Trump seguiu anunciando novas tarifas, como sobre matérias-primas, além de ameaçar elevar ainda mais as tarifas sobre a Europa, indicando a continuidade da escalada protecionista.</p>
<p>No Brasil, o governo manteve a retórica de defesa da soberania e busca por negociação sobre as tarifas americanas, mas o ambiente político foi tensionado por novas medidas do STF contra o Bolsonaro, que foi alvo de medidas cautelares. O Departamento do Comércio dos EUA também iniciou uma investigação sobre práticas comerciais no Brasil. A reunião de conciliação entre o Executivo e o Legislativo sobre o IOF terminou sem acordo, e o ministro Alexandre de Moraes decidiu pela manutenção do decreto do governo, com exceção do risco sacado. As pesquisas de opinião divulgadas indicaram melhora na aprovação do governo.</p>
<p>Nos EUA, a parte curta da curva de juros apresentou leve fechamento, e a parte longa leve abertura, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&amp;P 500 +0,59%, Nasdaq +1,25% e Russell 2000 +0,23%. No Brasil, o jan/35 abriu 28 bps, o Ibovespa caiu 2,06% e, o real, 0,35%.</p>
<p>Na próxima semana será importante acompanhar os dados de atividade nos EUA, a reunião do Banco Central Europeu, o IPCA-15 e o Relatório Bimestral de Receitas e Despesas no Brasil.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, a divulgação do CPI de junho nos EUA seguiu mostrando moderação na parte de serviços, mas refletindo efeitos das tarifas na parte de bens – assim como no PPI. As vendas no varejo vieram mais fortes. A pressão política sobre o Fed aumentou, com o Trump e congressistas defendendo cortes imediatos e ventilando nomes para substituir o Powell no comando da autoridade monetária. No âmbito comercial, o Trump seguiu anunciando novas tarifas, como sobre matérias-primas, além de ameaçar elevar ainda mais as tarifas sobre a Europa, indicando a continuidade da escalada protecionista.
No Brasil, o governo manteve a retórica de defesa da soberania e busca por negociação sobre as tarifas americanas, mas o ambiente político foi tensionado por novas medidas do STF contra o Bolsonaro, que foi alvo de medidas cautelares. O Departamento do Comércio dos EUA também iniciou uma investigação sobre práticas comerciais no Brasil. A reunião de conciliação entre o Executivo e o Legislativo sobre o IOF terminou sem acordo, e o ministro Alexandre de Moraes decidiu pela manutenção do decreto do governo, com exceção do risco sacado. As pesquisas de opinião divulgadas indicaram melhora na aprovação do governo.
Nos EUA, a parte curta da curva de juros apresentou leve fechamento, e a parte longa leve abertura, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&amp;P 500 +0,59%, Nasdaq +1,25% e Russell 2000 +0,23%. No Brasil, o jan/35 abriu 28 bps, o Ibovespa caiu 2,06% e, o real, 0,35%.
Na próxima semana será importante acompanhar os dados de atividade nos EUA, a reunião do Banco Central Europeu, o IPCA-15 e o Relatório Bimestral de Receitas e Despesas no Brasil.
Não deixe de conferir!]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 11 de Julho 2011</title>
        <itunes:title>NovusCast - 11 de Julho 2011</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o destaque foi a escalada protecionista dos EUA. O governo Trump anunciou tarifas revisadas para vários parceiros comerciais, com alíquotas menores que as anunciadas no “Liberation Day”, mas ainda elevadas. Ainda não foram divulgadas as tarifas para a Europa, enquanto as impostas para o Canadá foram de 35%. O início de vigência das mesmas é dia 1º de agosto, havendo espaço para negociações até lá.</p>
<p>No Brasil não foi diferente, sendo anunciada tarifa de 50% sobre as exportações do país para os EUA. A resposta do governo foi firme: não irá para o confronto direto, tentando negociar, mas caso não haja sucesso, haverá retaliação com base na Lei da Reciprocidade. As notícias mais positivas do Congresso foram ofuscadas pelo tema: o deputado Arthur Lira (relator) apresentou o projeto de ampliação da faixa de isenção de IR, com algumas alterações, mas mantendo intacto o core da compensação que incide sobre os super ricos; e a Câmara aprovou a urgência para votação do projeto de corte de benefícios federais, do deputado Mauro Benevides. No âmbito econômico, o IPCA de junho veio um pouco acima do esperado, mas com surpresa em itens de fora do núcleo; e os dados setoriais de varejo e serviços confirmaram a desaceleração gradual da atividade.</p>
<p>Nos EUA, os juros abriram (vértice de 30 anos +9 bps), e as bolsas fecharam no negativo – S&amp;P 500 -0,31%, Nasdaq -0,38% e Russell 2000 -0,63%. No Brasil, os juros também abriram (jan/31 +32 bps), o Ibovespa caiu 3,59% e, o real, 2,49%.</p>
<p>Na próxima semana será importante acompanhar os dados de inflação e varejo nos EUA; dados de atividade na China; dados de atividade e audiência de conciliação entre o Executivo e o Legislativo aqui no Brasil.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o destaque foi a escalada protecionista dos EUA. O governo Trump anunciou tarifas revisadas para vários parceiros comerciais, com alíquotas menores que as anunciadas no “Liberation Day”, mas ainda elevadas. Ainda não foram divulgadas as tarifas para a Europa, enquanto as impostas para o Canadá foram de 35%. O início de vigência das mesmas é dia 1º de agosto, havendo espaço para negociações até lá.</p>
<p>No Brasil não foi diferente, sendo anunciada tarifa de 50% sobre as exportações do país para os EUA. A resposta do governo foi firme: não irá para o confronto direto, tentando negociar, mas caso não haja sucesso, haverá retaliação com base na Lei da Reciprocidade. As notícias mais positivas do Congresso foram ofuscadas pelo tema: o deputado Arthur Lira (relator) apresentou o projeto de ampliação da faixa de isenção de IR, com algumas alterações, mas mantendo intacto o core da compensação que incide sobre os super ricos; e a Câmara aprovou a urgência para votação do projeto de corte de benefícios federais, do deputado Mauro Benevides. No âmbito econômico, o IPCA de junho veio um pouco acima do esperado, mas com surpresa em itens de fora do núcleo; e os dados setoriais de varejo e serviços confirmaram a desaceleração gradual da atividade.</p>
<p>Nos EUA, os juros abriram (vértice de 30 anos +9 bps), e as bolsas fecharam no negativo – S&amp;P 500 -0,31%, Nasdaq -0,38% e Russell 2000 -0,63%. No Brasil, os juros também abriram (jan/31 +32 bps), o Ibovespa caiu 3,59% e, o real, 2,49%.</p>
<p>Na próxima semana será importante acompanhar os dados de inflação e varejo nos EUA; dados de atividade na China; dados de atividade e audiência de conciliação entre o Executivo e o Legislativo aqui no Brasil.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, o destaque foi a escalada protecionista dos EUA. O governo Trump anunciou tarifas revisadas para vários parceiros comerciais, com alíquotas menores que as anunciadas no “Liberation Day”, mas ainda elevadas. Ainda não foram divulgadas as tarifas para a Europa, enquanto as impostas para o Canadá foram de 35%. O início de vigência das mesmas é dia 1º de agosto, havendo espaço para negociações até lá.
No Brasil não foi diferente, sendo anunciada tarifa de 50% sobre as exportações do país para os EUA. A resposta do governo foi firme: não irá para o confronto direto, tentando negociar, mas caso não haja sucesso, haverá retaliação com base na Lei da Reciprocidade. As notícias mais positivas do Congresso foram ofuscadas pelo tema: o deputado Arthur Lira (relator) apresentou o projeto de ampliação da faixa de isenção de IR, com algumas alterações, mas mantendo intacto o core da compensação que incide sobre os super ricos; e a Câmara aprovou a urgência para votação do projeto de corte de benefícios federais, do deputado Mauro Benevides. No âmbito econômico, o IPCA de junho veio um pouco acima do esperado, mas com surpresa em itens de fora do núcleo; e os dados setoriais de varejo e serviços confirmaram a desaceleração gradual da atividade.
Nos EUA, os juros abriram (vértice de 30 anos +9 bps), e as bolsas fecharam no negativo – S&amp;P 500 -0,31%, Nasdaq -0,38% e Russell 2000 -0,63%. No Brasil, os juros também abriram (jan/31 +32 bps), o Ibovespa caiu 3,59% e, o real, 2,49%.
Na próxima semana será importante acompanhar os dados de inflação e varejo nos EUA; dados de atividade na China; dados de atividade e audiência de conciliação entre o Executivo e o Legislativo aqui no Brasil.
Não deixe de conferir!]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>Call Mensal - Junho 2025</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Quarta-feira, dia 02/07/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Junho. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Quarta-feira, dia 02/07/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Junho. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Quarta-feira, dia 02/07/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Junho. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!]]></itunes:summary>
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        <title>NovusCast - 04 de Julho 2025</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, os dados de mercado de trabalho nos EUA mostraram resiliência, com criação líquida de 147 mil vagas em junho e queda da taxa de desemprego, embora tenha trazido alguns pequenos sinais de deterioração. O JOLTs também veio acima do esperado. Os dados de atividade (ISMs) vieram mistos: serviços um pouco melhores que a expectativa, e manufaturas com alta marginal, mas ainda em patamar contracionista. Nos discursos do Fórum de Sintra, dirigentes do ECB indicaram preocupação com a apreciação do euro, alimentando expectativa de novos cortes.</p>
<p>No Brasil, a relação entre Executivo, Congresso e STF começou a semana conturbada, mas terminou em tom mais conciliador em torno do impasse sobre o IOF, com suspensão dos decretos e agendamento de audiência de conciliação entre as partes. O Caged de maio mostrou desaceleração na criação de vagas, apesar da criação de vagas formais ainda sólida. Por fim, a produção industrial de maio veio em linha com o esperado, mas com composição um pouco pior.</p>
<p>Nos EUA, os juros abriram (vértice de 2 anos +13 bps), e as bolsas tiveram boa performance – S&amp;P 500 +1,72%, Nasdaq +1,48% e Russell 2000 +3,52%. No Brasil, os juros fecharam (jan/35 -28 bps), o Ibovespa subiu 3,21% e, o real, +1,21%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para a ata do FOMC, dados de inflação na China, prazo dos 90 dias de suspensão de algumas tarifas impostas pelo Trump, dados de varejo, serviços e inflação no Brasil, e avanços sobre medidas fiscais em negociação no Congresso.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, os dados de mercado de trabalho nos EUA mostraram resiliência, com criação líquida de 147 mil vagas em junho e queda da taxa de desemprego, embora tenha trazido alguns pequenos sinais de deterioração. O JOLTs também veio acima do esperado. Os dados de atividade (ISMs) vieram mistos: serviços um pouco melhores que a expectativa, e manufaturas com alta marginal, mas ainda em patamar contracionista. Nos discursos do Fórum de Sintra, dirigentes do ECB indicaram preocupação com a apreciação do euro, alimentando expectativa de novos cortes.</p>
<p>No Brasil, a relação entre Executivo, Congresso e STF começou a semana conturbada, mas terminou em tom mais conciliador em torno do impasse sobre o IOF, com suspensão dos decretos e agendamento de audiência de conciliação entre as partes. O Caged de maio mostrou desaceleração na criação de vagas, apesar da criação de vagas formais ainda sólida. Por fim, a produção industrial de maio veio em linha com o esperado, mas com composição um pouco pior.</p>
<p>Nos EUA, os juros abriram (vértice de 2 anos +13 bps), e as bolsas tiveram boa performance – S&amp;P 500 +1,72%, Nasdaq +1,48% e Russell 2000 +3,52%. No Brasil, os juros fecharam (jan/35 -28 bps), o Ibovespa subiu 3,21% e, o real, +1,21%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para a ata do FOMC, dados de inflação na China, prazo dos 90 dias de suspensão de algumas tarifas impostas pelo Trump, dados de varejo, serviços e inflação no Brasil, e avanços sobre medidas fiscais em negociação no Congresso.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, os dados de mercado de trabalho nos EUA mostraram resiliência, com criação líquida de 147 mil vagas em junho e queda da taxa de desemprego, embora tenha trazido alguns pequenos sinais de deterioração. O JOLTs também veio acima do esperado. Os dados de atividade (ISMs) vieram mistos: serviços um pouco melhores que a expectativa, e manufaturas com alta marginal, mas ainda em patamar contracionista. Nos discursos do Fórum de Sintra, dirigentes do ECB indicaram preocupação com a apreciação do euro, alimentando expectativa de novos cortes.
No Brasil, a relação entre Executivo, Congresso e STF começou a semana conturbada, mas terminou em tom mais conciliador em torno do impasse sobre o IOF, com suspensão dos decretos e agendamento de audiência de conciliação entre as partes. O Caged de maio mostrou desaceleração na criação de vagas, apesar da criação de vagas formais ainda sólida. Por fim, a produção industrial de maio veio em linha com o esperado, mas com composição um pouco pior.
Nos EUA, os juros abriram (vértice de 2 anos +13 bps), e as bolsas tiveram boa performance – S&amp;P 500 +1,72%, Nasdaq +1,48% e Russell 2000 +3,52%. No Brasil, os juros fecharam (jan/35 -28 bps), o Ibovespa subiu 3,21% e, o real, +1,21%.
Na próxima semana, destaque para a ata do FOMC, dados de inflação na China, prazo dos 90 dias de suspensão de algumas tarifas impostas pelo Trump, dados de varejo, serviços e inflação no Brasil, e avanços sobre medidas fiscais em negociação no Congresso.
Não deixe de conferir!]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 27 de Junho 2025</title>
        <itunes:title>NovusCast - 27 de Junho 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, a semana se iniciou com o ataque americano às instalações nucleares do Irã, que reagiu com resposta moderada. Dos dados econômicos nos EUA, chamou atenção a revisão baixista de consumo do 1º trimestre; e o PCE reforçou sinais de desaceleração no 2º trimestre, assim como inflação mais controlada.</p>
<p>No Brasil, o IPCA-15 veio benigno e abaixo do esperado, com núcleos em desaceleração. A ata do Copom teve tom um pouco mais dovish que o comunicado, reforçando o compromisso com juros altos por período prolongado, mas sem endurecer o discurso. O Relatório de Inflação trouxe revisão para cima do hiato do produto e ligeira alta na projeção condicional de inflação a partir de 2027. Os dados de mercado de trabalho seguiram demonstrando robustez; e o primário de maio foi negativo, em linha com o esperado. No âmbito político, o Congresso derrubou o decreto do IOF imposto pelo governo, elevando a tensão entre Executivo e Legislativo.</p>
<p>Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 2 anos -16 bps), e as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P 500 +3,44%, Nasdaq +4,20% e Russell 2000 +3%. No Brasil, os juros também fecharam (jan/27 -12 bps), o Ibovespa caiu 0,18% e o real valorizou 0,49%. O petróleo caiu ao redor de 12%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para dados de emprego e atividade nos EUA, desenvolvimentos sobre o pacote fiscal americano, falas dos dirigentes de bancos centrais no Fórum de Sintra e, por aqui, atenção ao Caged.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, a semana se iniciou com o ataque americano às instalações nucleares do Irã, que reagiu com resposta moderada. Dos dados econômicos nos EUA, chamou atenção a revisão baixista de consumo do 1º trimestre; e o PCE reforçou sinais de desaceleração no 2º trimestre, assim como inflação mais controlada.</p>
<p>No Brasil, o IPCA-15 veio benigno e abaixo do esperado, com núcleos em desaceleração. A ata do Copom teve tom um pouco mais dovish que o comunicado, reforçando o compromisso com juros altos por período prolongado, mas sem endurecer o discurso. O Relatório de Inflação trouxe revisão para cima do hiato do produto e ligeira alta na projeção condicional de inflação a partir de 2027. Os dados de mercado de trabalho seguiram demonstrando robustez; e o primário de maio foi negativo, em linha com o esperado. No âmbito político, o Congresso derrubou o decreto do IOF imposto pelo governo, elevando a tensão entre Executivo e Legislativo.</p>
<p>Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 2 anos -16 bps), e as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P 500 +3,44%, Nasdaq +4,20% e Russell 2000 +3%. No Brasil, os juros também fecharam (jan/27 -12 bps), o Ibovespa caiu 0,18% e o real valorizou 0,49%. O petróleo caiu ao redor de 12%.</p>
<p>Na próxima semana, destaque para dados de emprego e atividade nos EUA, desenvolvimentos sobre o pacote fiscal americano, falas dos dirigentes de bancos centrais no Fórum de Sintra e, por aqui, atenção ao Caged.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, a semana se iniciou com o ataque americano às instalações nucleares do Irã, que reagiu com resposta moderada. Dos dados econômicos nos EUA, chamou atenção a revisão baixista de consumo do 1º trimestre; e o PCE reforçou sinais de desaceleração no 2º trimestre, assim como inflação mais controlada.
No Brasil, o IPCA-15 veio benigno e abaixo do esperado, com núcleos em desaceleração. A ata do Copom teve tom um pouco mais dovish que o comunicado, reforçando o compromisso com juros altos por período prolongado, mas sem endurecer o discurso. O Relatório de Inflação trouxe revisão para cima do hiato do produto e ligeira alta na projeção condicional de inflação a partir de 2027. Os dados de mercado de trabalho seguiram demonstrando robustez; e o primário de maio foi negativo, em linha com o esperado. No âmbito político, o Congresso derrubou o decreto do IOF imposto pelo governo, elevando a tensão entre Executivo e Legislativo.
Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 2 anos -16 bps), e as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P 500 +3,44%, Nasdaq +4,20% e Russell 2000 +3%. No Brasil, os juros também fecharam (jan/27 -12 bps), o Ibovespa caiu 0,18% e o real valorizou 0,49%. O petróleo caiu ao redor de 12%.
Na próxima semana, destaque para dados de emprego e atividade nos EUA, desenvolvimentos sobre o pacote fiscal americano, falas dos dirigentes de bancos centrais no Fórum de Sintra e, por aqui, atenção ao Caged.
Não deixe de conferir!]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 20 de Junho 2025</title>
        <itunes:title>NovusCast - 20 de Junho 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Gabriel Abelheira, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o foco foi a reunião do Fed: a decisão foi por manter os juros inalterados, como amplamente esperado, mas o SEP revelou um comitê dividido. Houve revisão para cima nas projeções de inflação, e o Powell adotou tom cauteloso, destacando a resiliência da economia e os riscos associados às tarifas. A comunicação dos dirigentes seguiu heterogênea: o Waller defendeu corte já em julho, enquanto o Barkin reforçou a necessidade de prudência. Ainda por lá, os dados de varejo de maio vieram mistos, apesar do headline mais fraco. No cenário geopolítico, o conflito entre Israel e Irã segue ocorrendo, e as atenções estão voltadas para a decisão americana de envolvimento ou não na guerra, com o Trump alegando preferir seguir pelo caminho da diplomacia.</p>
<p>No Brasil, o Copom subiu a Selic em 0,25%, mantendo o balanço de riscos e as projeções de 2026 inalteradas. O comunicado sinalizou o fim do ciclo, mas reforçou a necessidade de manter os juros contracionistas por bastante tempo. No Congresso, a Câmara aprovou a urgência do projeto que suspende os efeitos do decreto do IOF; foram derrubados diversos vetos presidenciais; e foi criada a CPMI para investigação das fraudes no INSS.</p>
<p>Nos EUA, os juros tiveram movimentos pouco expressivos (vértice de 2 anos fechando 4 bps), assim como as bolsas - S&amp;P 500 -0,15%, Nasdaq -0,02% e Russell 2000 +0,42%. No Brasil, o jan/26 abriu 12 bps, enquanto o jan/35 fechou 15 bps; o Ibovespa caiu 0,07% e o real valorizou 0,48%.</p>
<p>Na próxima semana, será importante acompanhar a comunicação dos membros do Fed, os dados de atividade na Europa e, por aqui, a ata do Copom, o Relatório de Política Monetária, dados de inflação (IPCA-15), crédito, mercado de trabalho e confianças – além do projeto de corte linear dos benefícios tributários a ser apresentado pela equipe econômica.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Gabriel Abelheira, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o foco foi a reunião do Fed: a decisão foi por manter os juros inalterados, como amplamente esperado, mas o SEP revelou um comitê dividido. Houve revisão para cima nas projeções de inflação, e o Powell adotou tom cauteloso, destacando a resiliência da economia e os riscos associados às tarifas. A comunicação dos dirigentes seguiu heterogênea: o Waller defendeu corte já em julho, enquanto o Barkin reforçou a necessidade de prudência. Ainda por lá, os dados de varejo de maio vieram mistos, apesar do headline mais fraco. No cenário geopolítico, o conflito entre Israel e Irã segue ocorrendo, e as atenções estão voltadas para a decisão americana de envolvimento ou não na guerra, com o Trump alegando preferir seguir pelo caminho da diplomacia.</p>
<p>No Brasil, o Copom subiu a Selic em 0,25%, mantendo o balanço de riscos e as projeções de 2026 inalteradas. O comunicado sinalizou o fim do ciclo, mas reforçou a necessidade de manter os juros contracionistas por bastante tempo. No Congresso, a Câmara aprovou a urgência do projeto que suspende os efeitos do decreto do IOF; foram derrubados diversos vetos presidenciais; e foi criada a CPMI para investigação das fraudes no INSS.</p>
<p>Nos EUA, os juros tiveram movimentos pouco expressivos (vértice de 2 anos fechando 4 bps), assim como as bolsas - S&amp;P 500 -0,15%, Nasdaq -0,02% e Russell 2000 +0,42%. No Brasil, o jan/26 abriu 12 bps, enquanto o jan/35 fechou 15 bps; o Ibovespa caiu 0,07% e o real valorizou 0,48%.</p>
<p>Na próxima semana, será importante acompanhar a comunicação dos membros do Fed, os dados de atividade na Europa e, por aqui, a ata do Copom, o Relatório de Política Monetária, dados de inflação (IPCA-15), crédito, mercado de trabalho e confianças – além do projeto de corte linear dos benefícios tributários a ser apresentado pela equipe econômica.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Gabriel Abelheira, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, o foco foi a reunião do Fed: a decisão foi por manter os juros inalterados, como amplamente esperado, mas o SEP revelou um comitê dividido. Houve revisão para cima nas projeções de inflação, e o Powell adotou tom cauteloso, destacando a resiliência da economia e os riscos associados às tarifas. A comunicação dos dirigentes seguiu heterogênea: o Waller defendeu corte já em julho, enquanto o Barkin reforçou a necessidade de prudência. Ainda por lá, os dados de varejo de maio vieram mistos, apesar do headline mais fraco. No cenário geopolítico, o conflito entre Israel e Irã segue ocorrendo, e as atenções estão voltadas para a decisão americana de envolvimento ou não na guerra, com o Trump alegando preferir seguir pelo caminho da diplomacia.
No Brasil, o Copom subiu a Selic em 0,25%, mantendo o balanço de riscos e as projeções de 2026 inalteradas. O comunicado sinalizou o fim do ciclo, mas reforçou a necessidade de manter os juros contracionistas por bastante tempo. No Congresso, a Câmara aprovou a urgência do projeto que suspende os efeitos do decreto do IOF; foram derrubados diversos vetos presidenciais; e foi criada a CPMI para investigação das fraudes no INSS.
Nos EUA, os juros tiveram movimentos pouco expressivos (vértice de 2 anos fechando 4 bps), assim como as bolsas - S&amp;P 500 -0,15%, Nasdaq -0,02% e Russell 2000 +0,42%. No Brasil, o jan/26 abriu 12 bps, enquanto o jan/35 fechou 15 bps; o Ibovespa caiu 0,07% e o real valorizou 0,48%.
Na próxima semana, será importante acompanhar a comunicação dos membros do Fed, os dados de atividade na Europa e, por aqui, a ata do Copom, o Relatório de Política Monetária, dados de inflação (IPCA-15), crédito, mercado de trabalho e confianças – além do projeto de corte linear dos benefícios tributários a ser apresentado pela equipe econômica.
Não deixe de conferir!]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 13 de Junho 2025</title>
        <itunes:title>NovusCast - 13 de Junho 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, foram divulgados números de inflação nos EUA, abaixo da expectativa, tanto para bens, quanto para serviços; e de emprego - os pedidos de auxílio-desemprego novamente vieram acima do esperado. No contexto geopolítico, Israel realizou o que chamou de ataque preventivo a instalações nucleares e militares no Irã, que já respondeu ao ataque e ameaça retaliação adicional.
⁠
No Brasil, o Galípolo reforçou que a mensagem principal do Copom está contida na ata. Em termos de dados econômicos, o IPCA de maio veio melhor que o esperado, inclusive nos núcleos; a PMC um pouco mais fraca, e a PMS em linha com a expectativa. O cenário político também esteve conturbado ao longo da semana: após publicação de MP pelo governo, propondo medidas compensatórias diferentes das anunciadas anteriormente, o presidente da Câmara pautou urgência para derrubada do decreto do IOF; e o STF pediu explicações sobre a existência de “emendas paralelas”, gerando atrito na relação com o Congresso.
⁠
No mercado de crédito, a semana também foi marcada por maior demanda nos mercados primário e secundário, com volume de negociação elevado, e R$16 bi de emissões primárias – além de um pipeline robusto para a próxima semana, que também tende a ser influenciado, nas próximas semanas, por uma antecipação do mercado à possível aprovação da MP 1.303/2025 e taxação de diversos instrumentos hoje isentos.
⁠
Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 5 anos -12 bps), o dólar (DXY) enfraqueceu 1,06% e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P500 -0,39%, Nasdaq -0,60% e Russell 2000 -1,49%. No Brasil, os juros também fecharam (jan/29 -20 bps), o Ibovespa subiu 0,82% e o real +0,30%. O petróleo subiu 13%.
⁠
Na próxima, será importante acompanhar os dados de varejo nos EUA, além das decisões do Fed e do Copom.
⁠
Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
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No cenário internacional, foram divulgados números de inflação nos EUA, abaixo da expectativa, tanto para bens, quanto para serviços; e de emprego - os pedidos de auxílio-desemprego novamente vieram acima do esperado. No contexto geopolítico, Israel realizou o que chamou de ataque preventivo a instalações nucleares e militares no Irã, que já respondeu ao ataque e ameaça retaliação adicional.<br>
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No Brasil, o Galípolo reforçou que a mensagem principal do Copom está contida na ata. Em termos de dados econômicos, o IPCA de maio veio melhor que o esperado, inclusive nos núcleos; a PMC um pouco mais fraca, e a PMS em linha com a expectativa. O cenário político também esteve conturbado ao longo da semana: após publicação de MP pelo governo, propondo medidas compensatórias diferentes das anunciadas anteriormente, o presidente da Câmara pautou urgência para derrubada do decreto do IOF; e o STF pediu explicações sobre a existência de “emendas paralelas”, gerando atrito na relação com o Congresso.<br>
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No mercado de crédito, a semana também foi marcada por maior demanda nos mercados primário e secundário, com volume de negociação elevado, e R$16 bi de emissões primárias – além de um pipeline robusto para a próxima semana, que também tende a ser influenciado, nas próximas semanas, por uma antecipação do mercado à possível aprovação da MP 1.303/2025 e taxação de diversos instrumentos hoje isentos.<br>
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Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 5 anos -12 bps), o dólar (DXY) enfraqueceu 1,06% e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P500 -0,39%, Nasdaq -0,60% e Russell 2000 -1,49%. No Brasil, os juros também fecharam (jan/29 -20 bps), o Ibovespa subiu 0,82% e o real +0,30%. O petróleo subiu 13%.<br>
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Na próxima, será importante acompanhar os dados de varejo nos EUA, além das decisões do Fed e do Copom.<br>
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Não deixe de conferir!⁠</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, foram divulgados números de inflação nos EUA, abaixo da expectativa, tanto para bens, quanto para serviços; e de emprego - os pedidos de auxílio-desemprego novamente vieram acima do esperado. No contexto geopolítico, Israel realizou o que chamou de ataque preventivo a instalações nucleares e militares no Irã, que já respondeu ao ataque e ameaça retaliação adicional.⁠No Brasil, o Galípolo reforçou que a mensagem principal do Copom está contida na ata. Em termos de dados econômicos, o IPCA de maio veio melhor que o esperado, inclusive nos núcleos; a PMC um pouco mais fraca, e a PMS em linha com a expectativa. O cenário político também esteve conturbado ao longo da semana: após publicação de MP pelo governo, propondo medidas compensatórias diferentes das anunciadas anteriormente, o presidente da Câmara pautou urgência para derrubada do decreto do IOF; e o STF pediu explicações sobre a existência de “emendas paralelas”, gerando atrito na relação com o Congresso.⁠No mercado de crédito, a semana também foi marcada por maior demanda nos mercados primário e secundário, com volume de negociação elevado, e R$16 bi de emissões primárias – além de um pipeline robusto para a próxima semana, que também tende a ser influenciado, nas próximas semanas, por uma antecipação do mercado à possível aprovação da MP 1.303/2025 e taxação de diversos instrumentos hoje isentos.⁠Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 5 anos -12 bps), o dólar (DXY) enfraqueceu 1,06% e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P500 -0,39%, Nasdaq -0,60% e Russell 2000 -1,49%. No Brasil, os juros também fecharam (jan/29 -20 bps), o Ibovespa subiu 0,82% e o real +0,30%. O petróleo subiu 13%.⁠Na próxima, será importante acompanhar os dados de varejo nos EUA, além das decisões do Fed e do Copom.⁠Não deixe de conferir!⁠]]></itunes:summary>
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        <title>Call Mensal - Maio 2025</title>
        <itunes:title>Call Mensal - Maio 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Terça-feira, dia 03/06/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Maio. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Terça-feira, dia 03/06/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Maio. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
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        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 06 de Junho 2025</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o foco recaiu sobre os dados de atividade e emprego nos EUA. Os ISMs vieram fracos, com destaque negativo para o setor de serviços. Ainda assim, o payroll surpreendeu positivamente, indicando mercado de trabalho ainda resiliente, mesmo com sinais pontuais de desaceleração. O Banco Central da Europa cortou os juros em 0,25%, como esperado, mas com sinalizações um pouco mais hawks; e o Banco Central do Canadá manteve a taxa de juros inalterada. O petróleo subiu 6,2% na semana, em meio à piora do quadro geopolítico entre Rússia e Ucrânia. Por fim, houve intensa troca de farpas entre Trump e Musk, após ele anunciar sua saída oficial do governo americano.</p>
<p>No Brasil, o Galípolo, ao participar de um debate promovido pelo CDPP, adotou tom mais hawk, sugerindo que o Copom ainda discute alta de juros, levando o mercado a precificar maior possibilidade de aumento da Selic. No campo fiscal, as lideranças do Congresso se reunirão para discutir medidas que substituam a arrecadação do IOF — com notícias sobre eventuais propostas que incluam cortes em subsídios, nos recursos do Fundeb, revisão de gastos com BPC, tentativa de uso de dividendo retiro por estatais, entre outros.</p>
<p>No mercado de crédito, observou-se forte ritmo de emissões primárias na semana, porém mais concentrada em nomes high grade - com o mercado ainda demonstrando apetite e aceitação pela oferta. No mercado secundário observou-se certa reprecificação, com o índice geral de debêntures abrindo 5 bps.</p>
<p>Nos EUA, os juros abriram (vértice de 5 anos +16 bps), e as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P 500 +1,50%, Nasdaq +1,97%, Russell 2000 +3,19%. No Brasil, os juros também abriram (jan/27 +16 bps); o Ibovespa caiu 0,67% e o real valorizou 2,63%.</p>
<p>Na próxima, será importante acompanhar os dados de inflação nos EUA e no Brasil, além de dados de atividade e anúncios sobre as medidas arrecadatórias por aqui.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o foco recaiu sobre os dados de atividade e emprego nos EUA. Os ISMs vieram fracos, com destaque negativo para o setor de serviços. Ainda assim, o payroll surpreendeu positivamente, indicando mercado de trabalho ainda resiliente, mesmo com sinais pontuais de desaceleração. O Banco Central da Europa cortou os juros em 0,25%, como esperado, mas com sinalizações um pouco mais hawks; e o Banco Central do Canadá manteve a taxa de juros inalterada. O petróleo subiu 6,2% na semana, em meio à piora do quadro geopolítico entre Rússia e Ucrânia. Por fim, houve intensa troca de farpas entre Trump e Musk, após ele anunciar sua saída oficial do governo americano.</p>
<p>No Brasil, o Galípolo, ao participar de um debate promovido pelo CDPP, adotou tom mais hawk, sugerindo que o Copom ainda discute alta de juros, levando o mercado a precificar maior possibilidade de aumento da Selic. No campo fiscal, as lideranças do Congresso se reunirão para discutir medidas que substituam a arrecadação do IOF — com notícias sobre eventuais propostas que incluam cortes em subsídios, nos recursos do Fundeb, revisão de gastos com BPC, tentativa de uso de dividendo retiro por estatais, entre outros.</p>
<p>No mercado de crédito, observou-se forte ritmo de emissões primárias na semana, porém mais concentrada em nomes high grade - com o mercado ainda demonstrando apetite e aceitação pela oferta. No mercado secundário observou-se certa reprecificação, com o índice geral de debêntures abrindo 5 bps.</p>
<p>Nos EUA, os juros abriram (vértice de 5 anos +16 bps), e as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P 500 +1,50%, Nasdaq +1,97%, Russell 2000 +3,19%. No Brasil, os juros também abriram (jan/27 +16 bps); o Ibovespa caiu 0,67% e o real valorizou 2,63%.</p>
<p>Na próxima, será importante acompanhar os dados de inflação nos EUA e no Brasil, além de dados de atividade e anúncios sobre as medidas arrecadatórias por aqui.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, o foco recaiu sobre os dados de atividade e emprego nos EUA. Os ISMs vieram fracos, com destaque negativo para o setor de serviços. Ainda assim, o payroll surpreendeu positivamente, indicando mercado de trabalho ainda resiliente, mesmo com sinais pontuais de desaceleração. O Banco Central da Europa cortou os juros em 0,25%, como esperado, mas com sinalizações um pouco mais hawks; e o Banco Central do Canadá manteve a taxa de juros inalterada. O petróleo subiu 6,2% na semana, em meio à piora do quadro geopolítico entre Rússia e Ucrânia. Por fim, houve intensa troca de farpas entre Trump e Musk, após ele anunciar sua saída oficial do governo americano.
No Brasil, o Galípolo, ao participar de um debate promovido pelo CDPP, adotou tom mais hawk, sugerindo que o Copom ainda discute alta de juros, levando o mercado a precificar maior possibilidade de aumento da Selic. No campo fiscal, as lideranças do Congresso se reunirão para discutir medidas que substituam a arrecadação do IOF — com notícias sobre eventuais propostas que incluam cortes em subsídios, nos recursos do Fundeb, revisão de gastos com BPC, tentativa de uso de dividendo retiro por estatais, entre outros.
No mercado de crédito, observou-se forte ritmo de emissões primárias na semana, porém mais concentrada em nomes high grade - com o mercado ainda demonstrando apetite e aceitação pela oferta. No mercado secundário observou-se certa reprecificação, com o índice geral de debêntures abrindo 5 bps.
Nos EUA, os juros abriram (vértice de 5 anos +16 bps), e as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P 500 +1,50%, Nasdaq +1,97%, Russell 2000 +3,19%. No Brasil, os juros também abriram (jan/27 +16 bps); o Ibovespa caiu 0,67% e o real valorizou 2,63%.
Na próxima, será importante acompanhar os dados de inflação nos EUA e no Brasil, além de dados de atividade e anúncios sobre as medidas arrecadatórias por aqui.
Não deixe de conferir!]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 30 de Maio 2025</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Gabriel Abelheira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o destaque foram novamente as tarifas comerciais nos EUA. Após decisão judicial que suspendia a autoridade do governo Trump para impor tarifas com base em lei de emergência, um recurso reverteu a decisão, restabelecendo a validade das medidas. Ganhou força também o debate sobre a seção 899, proposta que prevê taxação sobre rendimentos de empresas estrangeiras que operam nos EUA — o que gerou preocupação entre investidores. No campo dos dados, o PCE de abril reforçou o cenário de inflação benigna, com alta mais significativa da renda real e da poupança. Os pedidos de auxílio-desemprego vieram um pouco acima do esperado.</p>
<p>No Brasil, o destaque foi o desgaste político em torno do IOF. A tentativa do governo de elevar a arrecadação gerou reação negativa no Congresso, evidenciando que a estratégia de aumento de impostos não é aceita pela sociedade. Na economia, o IPCA-15 surpreendeu positivamente com alívio em serviços, enquanto os dados de trabalho seguiram fortes (desemprego na mínima) e o PIB do 1º tri teve surpresa positiva na formação bruta de capital fixo, apesar da fraqueza em serviços. Por fim, a Moody’s rebaixou a perspectiva do Brasil de “positiva” para “estável”.</p>
<p>Nos EUA, os juros fecharam (vários vértices ao redor de 10 bps), e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&amp;P 500 +1,88%, Nasdaq +2,03% e Russell 2000 +1,3%. O resultado da NVIDIA foi divulgado, e a empresa subiu 2,92%. No Brasil, o jan/27 abriu 16 bps, enquanto o jan/35 fechou 9 bps; o Ibovespa caiu 0,58% e, o real, 1,33%.</p>
<p>⁠Na próxima semana, será importante acompanhar os dados de atividade e mercado de trabalho nos EUA, de atividade aqui no Brasil, e as decisões dos bancos centrais da Europa e do Canadá.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Gabriel Abelheira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, o destaque foram novamente as tarifas comerciais nos EUA. Após decisão judicial que suspendia a autoridade do governo Trump para impor tarifas com base em lei de emergência, um recurso reverteu a decisão, restabelecendo a validade das medidas. Ganhou força também o debate sobre a seção 899, proposta que prevê taxação sobre rendimentos de empresas estrangeiras que operam nos EUA — o que gerou preocupação entre investidores. No campo dos dados, o PCE de abril reforçou o cenário de inflação benigna, com alta mais significativa da renda real e da poupança. Os pedidos de auxílio-desemprego vieram um pouco acima do esperado.</p>
<p>No Brasil, o destaque foi o desgaste político em torno do IOF. A tentativa do governo de elevar a arrecadação gerou reação negativa no Congresso, evidenciando que a estratégia de aumento de impostos não é aceita pela sociedade. Na economia, o IPCA-15 surpreendeu positivamente com alívio em serviços, enquanto os dados de trabalho seguiram fortes (desemprego na mínima) e o PIB do 1º tri teve surpresa positiva na formação bruta de capital fixo, apesar da fraqueza em serviços. Por fim, a Moody’s rebaixou a perspectiva do Brasil de “positiva” para “estável”.</p>
<p>Nos EUA, os juros fecharam (vários vértices ao redor de 10 bps), e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&amp;P 500 +1,88%, Nasdaq +2,03% e Russell 2000 +1,3%. O resultado da NVIDIA foi divulgado, e a empresa subiu 2,92%. No Brasil, o jan/27 abriu 16 bps, enquanto o jan/35 fechou 9 bps; o Ibovespa caiu 0,58% e, o real, 1,33%.</p>
<p>⁠Na próxima semana, será importante acompanhar os dados de atividade e mercado de trabalho nos EUA, de atividade aqui no Brasil, e as decisões dos bancos centrais da Europa e do Canadá.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Gabriel Abelheira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, o destaque foram novamente as tarifas comerciais nos EUA. Após decisão judicial que suspendia a autoridade do governo Trump para impor tarifas com base em lei de emergência, um recurso reverteu a decisão, restabelecendo a validade das medidas. Ganhou força também o debate sobre a seção 899, proposta que prevê taxação sobre rendimentos de empresas estrangeiras que operam nos EUA — o que gerou preocupação entre investidores. No campo dos dados, o PCE de abril reforçou o cenário de inflação benigna, com alta mais significativa da renda real e da poupança. Os pedidos de auxílio-desemprego vieram um pouco acima do esperado.
No Brasil, o destaque foi o desgaste político em torno do IOF. A tentativa do governo de elevar a arrecadação gerou reação negativa no Congresso, evidenciando que a estratégia de aumento de impostos não é aceita pela sociedade. Na economia, o IPCA-15 surpreendeu positivamente com alívio em serviços, enquanto os dados de trabalho seguiram fortes (desemprego na mínima) e o PIB do 1º tri teve surpresa positiva na formação bruta de capital fixo, apesar da fraqueza em serviços. Por fim, a Moody’s rebaixou a perspectiva do Brasil de “positiva” para “estável”.
Nos EUA, os juros fecharam (vários vértices ao redor de 10 bps), e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&amp;P 500 +1,88%, Nasdaq +2,03% e Russell 2000 +1,3%. O resultado da NVIDIA foi divulgado, e a empresa subiu 2,92%. No Brasil, o jan/27 abriu 16 bps, enquanto o jan/35 fechou 9 bps; o Ibovespa caiu 0,58% e, o real, 1,33%.
⁠Na próxima semana, será importante acompanhar os dados de atividade e mercado de trabalho nos EUA, de atividade aqui no Brasil, e as decisões dos bancos centrais da Europa e do Canadá.
Não deixe de conferir!]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 23 de Maio 2025</title>
        <itunes:title>NovusCast - 23 de Maio 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, o destaque foi a aprovação do projeto de orçamento nos EUA. O texto aprovado na Câmara prevê corte de impostos já a partir de 2026, enquanto as medidas de redução de gastos ficam para os próximos anos — o que gerou críticas sobre a credibilidade do ajuste fiscal proposto. No Senado, o texto deve enfrentar resistência, sobretudo pela retirada de incentivos à energia limpa e cortes no “Medicaid”. Além disso, o presidente Trump anunciou tarifas de 50% contra produtos da União Europeia a partir de junho, reacendendo preocupações sobre uma escalada comercial em meio à fragilidade do crescimento europeu – inclusive, os dados de atividade divulgados essa semana decepcionaram, principalmente na parte de serviços.
⁠
No Brasil, a semana foi marcada por ruído em torno de um decreto que elevava o IOF sobre diversas operações, inclusive operações offshore dos fundos brasileiros, o que foi interpretado pelo mercado como uma possível medida de controle de capitais. A reação negativa levou o governo a recuar parcialmente, mas a medida ofuscou a divulgação do Relatório Bimestral de Receitas e Despesas, que havia sinalizado maior esforço fiscal por meio de bloqueios significativos e revisão de estimativas. Além disso, falas públicas de diretores do Banco Central reforçaram a leitura de que o ciclo de alta da Selic foi encerrado, e que a taxa deve permanecer elevada por um período prolongado.⁠
⁠
Nos EUA, os juros abriram (vértice de 30 anos +10 bps), as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P 500 -2,61%, Nasdaq -2,39% e Russell 2000 -3,47% - e o dólar se enfraqueceu. No Brasil, o Ibovespa teve leve queda (-0,98%), os juros mais longos abriram (jan/35 + 11 bps) e o real subiu 0,33%. 
⁠
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana, os destaques são o PIB do 1º trimestre no Brasil e os dados de crédito e emprego. No exterior, atenção para os pedidos de bens duráveis nos EUA. Serão divulgados também dados de inflação aqui, nos EUA, na Europa e no Japão.⁠
⁠
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
⁠<br>
No cenário internacional, o destaque foi a aprovação do projeto de orçamento nos EUA. O texto aprovado na Câmara prevê corte de impostos já a partir de 2026, enquanto as medidas de redução de gastos ficam para os próximos anos — o que gerou críticas sobre a credibilidade do ajuste fiscal proposto. No Senado, o texto deve enfrentar resistência, sobretudo pela retirada de incentivos à energia limpa e cortes no “Medicaid”. Além disso, o presidente Trump anunciou tarifas de 50% contra produtos da União Europeia a partir de junho, reacendendo preocupações sobre uma escalada comercial em meio à fragilidade do crescimento europeu – inclusive, os dados de atividade divulgados essa semana decepcionaram, principalmente na parte de serviços.<br>
⁠<br>
No Brasil, a semana foi marcada por ruído em torno de um decreto que elevava o IOF sobre diversas operações, inclusive operações offshore dos fundos brasileiros, o que foi interpretado pelo mercado como uma possível medida de controle de capitais. A reação negativa levou o governo a recuar parcialmente, mas a medida ofuscou a divulgação do Relatório Bimestral de Receitas e Despesas, que havia sinalizado maior esforço fiscal por meio de bloqueios significativos e revisão de estimativas. Além disso, falas públicas de diretores do Banco Central reforçaram a leitura de que o ciclo de alta da Selic foi encerrado, e que a taxa deve permanecer elevada por um período prolongado.⁠<br>
⁠<br>
Nos EUA, os juros abriram (vértice de 30 anos +10 bps), as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P 500 -2,61%, Nasdaq -2,39% e Russell 2000 -3,47% - e o dólar se enfraqueceu. No Brasil, o Ibovespa teve leve queda (-0,98%), os juros mais longos abriram (jan/35 + 11 bps) e o real subiu 0,33%. <br>
⁠<br>
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana, os destaques são o PIB do 1º trimestre no Brasil e os dados de crédito e emprego. No exterior, atenção para os pedidos de bens duráveis nos EUA. Serão divulgados também dados de inflação aqui, nos EUA, na Europa e no Japão.⁠<br>
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⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, o destaque foi a aprovação do projeto de orçamento nos EUA. O texto aprovado na Câmara prevê corte de impostos já a partir de 2026, enquanto as medidas de redução de gastos ficam para os próximos anos — o que gerou críticas sobre a credibilidade do ajuste fiscal proposto. No Senado, o texto deve enfrentar resistência, sobretudo pela retirada de incentivos à energia limpa e cortes no “Medicaid”. Além disso, o presidente Trump anunciou tarifas de 50% contra produtos da União Europeia a partir de junho, reacendendo preocupações sobre uma escalada comercial em meio à fragilidade do crescimento europeu – inclusive, os dados de atividade divulgados essa semana decepcionaram, principalmente na parte de serviços.⁠No Brasil, a semana foi marcada por ruído em torno de um decreto que elevava o IOF sobre diversas operações, inclusive operações offshore dos fundos brasileiros, o que foi interpretado pelo mercado como uma possível medida de controle de capitais. A reação negativa levou o governo a recuar parcialmente, mas a medida ofuscou a divulgação do Relatório Bimestral de Receitas e Despesas, que havia sinalizado maior esforço fiscal por meio de bloqueios significativos e revisão de estimativas. Além disso, falas públicas de diretores do Banco Central reforçaram a leitura de que o ciclo de alta da Selic foi encerrado, e que a taxa deve permanecer elevada por um período prolongado.⁠⁠Nos EUA, os juros abriram (vértice de 30 anos +10 bps), as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P 500 -2,61%, Nasdaq -2,39% e Russell 2000 -3,47% - e o dólar se enfraqueceu. No Brasil, o Ibovespa teve leve queda (-0,98%), os juros mais longos abriram (jan/35 + 11 bps) e o real subiu 0,33%. ⁠⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana, os destaques são o PIB do 1º trimestre no Brasil e os dados de crédito e emprego. No exterior, atenção para os pedidos de bens duráveis nos EUA. Serão divulgados também dados de inflação aqui, nos EUA, na Europa e no Japão.⁠⁠⁠Não deixe de conferir!⁠]]></itunes:summary>
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        <title>NovusCast - 16 de Maio 2025</title>
        <itunes:title>NovusCast - 16 de Maio 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos comentam, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, destaque para o acordo comercial entre EUA e China. Ambos surpreenderam ao anunciar uma redução significativa de tarifas, tanto pela magnitude quanto pela agilidade da decisão, o que impulsionou os mercados globais.</p>
<p>Nos EUA, os dados de inflação vieram abaixo do esperado (CPI, PPI e preços de importação), e os componentes do PCE também sinalizam uma pressão inflacionária mais branda — criando um ponto de partida mais favorável antes de avaliarmos os efeitos das novas tarifas. Já os dados de atividade indicaram uma leve desaceleração no início do segundo trimestre. No campo político, o debate sobre o orçamento começou a ganhar força, com republicanos pressionando por cortes no programa Medicaid. O desfecho será relevante para entendermos a trajetória fiscal norte-americana.</p>
<p>Como mencionado acima, ao longo da semana o mercado reagiu positivamente às reduções de tarifas, com bolsas globais em alta e alguns ativos, como o ouro, passando por realização. Nos EUA, os juros subiram (vértice de 10 anos +10 bps) e as bolsas avançaram: S&amp;P 500 +5,27%, Nasdaq +6,81%, Russell 2000 +4,46%. No Brasil, os vértices longos da curva abriram (jan/35 +27 bps, jan/31 +26 bps, jan/29 +25 bps), os curtos oscilaram menos (jan/26 -6 bps, jan/27 +2 bps). O Ibovespa subiu 1,96%, o índice de Small Caps avançou 4,17% e o real ficou estável.</p>
<p>Por aqui, destaque para a ata do Copom, que reforçou um tom mais dovish ao apontar sinais de desaceleração via mercado de crédito, sugerindo menor disposição do comitê em seguir com o aperto monetário. No campo político, o governo reiterou sua intenção de manter estímulos fiscais em meio à queda de popularidade apontada nas pesquisas.</p>
<p>Na próxima semana, as atenções se voltam para a votação do orçamento dos EUA, os dados de atividade de abril na China e a divulgação dos PMIs globais.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos comentam, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.</p>
<p>No cenário internacional, destaque para o acordo comercial entre EUA e China. Ambos surpreenderam ao anunciar uma redução significativa de tarifas, tanto pela magnitude quanto pela agilidade da decisão, o que impulsionou os mercados globais.</p>
<p>Nos EUA, os dados de inflação vieram abaixo do esperado (CPI, PPI e preços de importação), e os componentes do PCE também sinalizam uma pressão inflacionária mais branda — criando um ponto de partida mais favorável antes de avaliarmos os efeitos das novas tarifas. Já os dados de atividade indicaram uma leve desaceleração no início do segundo trimestre. No campo político, o debate sobre o orçamento começou a ganhar força, com republicanos pressionando por cortes no programa Medicaid. O desfecho será relevante para entendermos a trajetória fiscal norte-americana.</p>
<p>Como mencionado acima, ao longo da semana o mercado reagiu positivamente às reduções de tarifas, com bolsas globais em alta e alguns ativos, como o ouro, passando por realização. Nos EUA, os juros subiram (vértice de 10 anos +10 bps) e as bolsas avançaram: S&amp;P 500 +5,27%, Nasdaq +6,81%, Russell 2000 +4,46%. No Brasil, os vértices longos da curva abriram (jan/35 +27 bps, jan/31 +26 bps, jan/29 +25 bps), os curtos oscilaram menos (jan/26 -6 bps, jan/27 +2 bps). O Ibovespa subiu 1,96%, o índice de Small Caps avançou 4,17% e o real ficou estável.</p>
<p>Por aqui, destaque para a ata do Copom, que reforçou um tom mais dovish ao apontar sinais de desaceleração via mercado de crédito, sugerindo menor disposição do comitê em seguir com o aperto monetário. No campo político, o governo reiterou sua intenção de manter estímulos fiscais em meio à queda de popularidade apontada nas pesquisas.</p>
<p>Na próxima semana, as atenções se voltam para a votação do orçamento dos EUA, os dados de atividade de abril na China e a divulgação dos PMIs globais.</p>
<p>Não deixe de conferir!</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos comentam, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, destaque para o acordo comercial entre EUA e China. Ambos surpreenderam ao anunciar uma redução significativa de tarifas, tanto pela magnitude quanto pela agilidade da decisão, o que impulsionou os mercados globais.
Nos EUA, os dados de inflação vieram abaixo do esperado (CPI, PPI e preços de importação), e os componentes do PCE também sinalizam uma pressão inflacionária mais branda — criando um ponto de partida mais favorável antes de avaliarmos os efeitos das novas tarifas. Já os dados de atividade indicaram uma leve desaceleração no início do segundo trimestre. No campo político, o debate sobre o orçamento começou a ganhar força, com republicanos pressionando por cortes no programa Medicaid. O desfecho será relevante para entendermos a trajetória fiscal norte-americana.
Como mencionado acima, ao longo da semana o mercado reagiu positivamente às reduções de tarifas, com bolsas globais em alta e alguns ativos, como o ouro, passando por realização. Nos EUA, os juros subiram (vértice de 10 anos +10 bps) e as bolsas avançaram: S&amp;P 500 +5,27%, Nasdaq +6,81%, Russell 2000 +4,46%. No Brasil, os vértices longos da curva abriram (jan/35 +27 bps, jan/31 +26 bps, jan/29 +25 bps), os curtos oscilaram menos (jan/26 -6 bps, jan/27 +2 bps). O Ibovespa subiu 1,96%, o índice de Small Caps avançou 4,17% e o real ficou estável.
Por aqui, destaque para a ata do Copom, que reforçou um tom mais dovish ao apontar sinais de desaceleração via mercado de crédito, sugerindo menor disposição do comitê em seguir com o aperto monetário. No campo político, o governo reiterou sua intenção de manter estímulos fiscais em meio à queda de popularidade apontada nas pesquisas.
Na próxima semana, as atenções se voltam para a votação do orçamento dos EUA, os dados de atividade de abril na China e a divulgação dos PMIs globais.
Não deixe de conferir!]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 09 de Maio 2025</title>
        <itunes:title>NovusCast - 09 de Maio 2025</itunes:title>
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                    <comments>https://novuscapital.podbean.com/e/novuscast-09-de-maio-2025/#comments</comments>        <pubDate>Fri, 09 May 2025 19:26:48 -0300</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Gabriel Abelheira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, o Fed manteve a taxa de juros americana inalterada, como amplamente esperado, reforçando que não há urgência para definição dos próximos passos, que dependerão dos dados econômicos. Foram divulgados também dados de atividade (ISM de serviços), que subiram marginalmente no mês. No âmbito das tarifas, foi anunciado acordo entre EUA e Reino Unido. E lá, o BoE também se reuniu, reduzindo a taxa de juros em 0,25%, também conforme a expectativa. Por fim, foram divulgados dados de balança comercial da China, demonstrando exportações ainda firmes – apesar do recuo com os EUA, houve aumento de fluxo com outros países asiáticos, reforçando a hipótese de que esteja ocorrendo triangulação.
⁠
No Brasil, o Copom optou por elevar a taxa de juros em 0,50%, tornando o balanço de riscos para a inflação simétrico, mas com projeção para 2026 ainda elevada (3,6%). De dados econômicos, foi divulgado o IPCA, em linha com o esperado; e a produção industrial, demonstrando que a atividade segue sustentada. No âmbito político, o caso das fraudes do INSS segue repercutindo, podendo trazer impactos fiscais e de popularidade para o governo. Foram divulgados resultados corporativos, com destaque para os bancos, que foram bem recebidos pelos investidores.
⁠
Nos EUA, os juros abriram (vértice de 10 anos +7 bps), e as bolsas fecharam com variações menos relevantes – S&amp;P 500 -0,47%, Nasdaq -0,20%, Russell 2000 +0,12%. No Brasil, os vértices mais curtos abriram (jan/26 +11 bps), enquanto os mais longos fecharam (jan/31 -29 bps); o Ibovespa subiu 1,02% e o real ficou estável.
⁠
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar a divulgação da ata do Copom, dados de atividade aqui (PMS e PMC) e nos EUA (vendas no varejo), dados de inflação nos EUA, e possíveis negociações entre China e EUA.
⁠
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
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                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Gabriel Abelheira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
⁠<br>
No cenário internacional, o Fed manteve a taxa de juros americana inalterada, como amplamente esperado, reforçando que não há urgência para definição dos próximos passos, que dependerão dos dados econômicos. Foram divulgados também dados de atividade (ISM de serviços), que subiram marginalmente no mês. No âmbito das tarifas, foi anunciado acordo entre EUA e Reino Unido. E lá, o BoE também se reuniu, reduzindo a taxa de juros em 0,25%, também conforme a expectativa. Por fim, foram divulgados dados de balança comercial da China, demonstrando exportações ainda firmes – apesar do recuo com os EUA, houve aumento de fluxo com outros países asiáticos, reforçando a hipótese de que esteja ocorrendo triangulação.<br>
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No Brasil, o Copom optou por elevar a taxa de juros em 0,50%, tornando o balanço de riscos para a inflação simétrico, mas com projeção para 2026 ainda elevada (3,6%). De dados econômicos, foi divulgado o IPCA, em linha com o esperado; e a produção industrial, demonstrando que a atividade segue sustentada. No âmbito político, o caso das fraudes do INSS segue repercutindo, podendo trazer impactos fiscais e de popularidade para o governo. Foram divulgados resultados corporativos, com destaque para os bancos, que foram bem recebidos pelos investidores.<br>
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Nos EUA, os juros abriram (vértice de 10 anos +7 bps), e as bolsas fecharam com variações menos relevantes – S&amp;P 500 -0,47%, Nasdaq -0,20%, Russell 2000 +0,12%. No Brasil, os vértices mais curtos abriram (jan/26 +11 bps), enquanto os mais longos fecharam (jan/31 -29 bps); o Ibovespa subiu 1,02% e o real ficou estável.<br>
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⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar a divulgação da ata do Copom, dados de atividade aqui (PMS e PMC) e nos EUA (vendas no varejo), dados de inflação nos EUA, e possíveis negociações entre China e EUA.<br>
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⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Gabriel Abelheira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, o Fed manteve a taxa de juros americana inalterada, como amplamente esperado, reforçando que não há urgência para definição dos próximos passos, que dependerão dos dados econômicos. Foram divulgados também dados de atividade (ISM de serviços), que subiram marginalmente no mês. No âmbito das tarifas, foi anunciado acordo entre EUA e Reino Unido. E lá, o BoE também se reuniu, reduzindo a taxa de juros em 0,25%, também conforme a expectativa. Por fim, foram divulgados dados de balança comercial da China, demonstrando exportações ainda firmes – apesar do recuo com os EUA, houve aumento de fluxo com outros países asiáticos, reforçando a hipótese de que esteja ocorrendo triangulação.⁠No Brasil, o Copom optou por elevar a taxa de juros em 0,50%, tornando o balanço de riscos para a inflação simétrico, mas com projeção para 2026 ainda elevada (3,6%). De dados econômicos, foi divulgado o IPCA, em linha com o esperado; e a produção industrial, demonstrando que a atividade segue sustentada. No âmbito político, o caso das fraudes do INSS segue repercutindo, podendo trazer impactos fiscais e de popularidade para o governo. Foram divulgados resultados corporativos, com destaque para os bancos, que foram bem recebidos pelos investidores.⁠Nos EUA, os juros abriram (vértice de 10 anos +7 bps), e as bolsas fecharam com variações menos relevantes – S&amp;P 500 -0,47%, Nasdaq -0,20%, Russell 2000 +0,12%. No Brasil, os vértices mais curtos abriram (jan/26 +11 bps), enquanto os mais longos fecharam (jan/31 -29 bps); o Ibovespa subiu 1,02% e o real ficou estável.⁠⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar a divulgação da ata do Copom, dados de atividade aqui (PMS e PMC) e nos EUA (vendas no varejo), dados de inflação nos EUA, e possíveis negociações entre China e EUA.⁠⁠Não deixe de conferir!⁠]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>Call Mensal - Abril 2025</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Segunda-feira, dia 05/05/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Abril. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Segunda-feira, dia 05/05/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Abril. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Segunda-feira, dia 05/05/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Abril. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!]]></itunes:summary>
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        <title>NovusCast - 02 de Maio 2025</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Gabriel Abelheira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, foram divulgados dados de mercado de trabalho nos EUA, com destaque para o “Payroll”, que veio acima da expectativa, demonstrando um bom ritmo de criação de vagas e taxa de desemprego estável. Ainda por lá, foi divulgado o PIB do 1º trimestre: apesar do número fraco, consumo e investimento fixo surpreenderam para cima (também podendo ser um efeito de antecipação às tarifas). Foram divulgados resultados de diversas empresas americanas, com destaque para Microsoft e Meta, com resultados positivos; Amazon em linha; Apple mal recebido pelos investidores. As negociações comerciais entre EUA e China parecem estar alcançando tom mais ameno.
⁠
No Brasil, também foram divulgados dados de mercado de trabalho, indicando devolução da alta observada em fevereiro, mas ainda sem demonstração significativa de desaceleração.
⁠
Nos EUA, os juros abriram (vértice de 30 anos +9 bps), e as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P 500 +2,92%, Nasdaq +3,45% e Russell 2000 +3,22%. No Brasil, os juros mais curtos tiveram leve abertura (jan/27 +5 bps), enquanto os juros mais longos fecharam (jan/35 -26 bps), e o Ibovespa subiu 0,29%.
⁠
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar a reunião da OPEP, as decisões do Fed e do Copom, dados de atividade nos EUA (ISM de serviços) e dados de inflação no Brasil (IPCA).
⁠
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Gabriel Abelheira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
⁠<br>
No cenário internacional, foram divulgados dados de mercado de trabalho nos EUA, com destaque para o “Payroll”, que veio acima da expectativa, demonstrando um bom ritmo de criação de vagas e taxa de desemprego estável. Ainda por lá, foi divulgado o PIB do 1º trimestre: apesar do número fraco, consumo e investimento fixo surpreenderam para cima (também podendo ser um efeito de antecipação às tarifas). Foram divulgados resultados de diversas empresas americanas, com destaque para Microsoft e Meta, com resultados positivos; Amazon em linha; Apple mal recebido pelos investidores. As negociações comerciais entre EUA e China parecem estar alcançando tom mais ameno.<br>
⁠<br>
No Brasil, também foram divulgados dados de mercado de trabalho, indicando devolução da alta observada em fevereiro, mas ainda sem demonstração significativa de desaceleração.<br>
⁠<br>
Nos EUA, os juros abriram (vértice de 30 anos +9 bps), e as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P 500 +2,92%, Nasdaq +3,45% e Russell 2000 +3,22%. No Brasil, os juros mais curtos tiveram leve abertura (jan/27 +5 bps), enquanto os juros mais longos fecharam (jan/35 -26 bps), e o Ibovespa subiu 0,29%.<br>
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⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar a reunião da OPEP, as decisões do Fed e do Copom, dados de atividade nos EUA (ISM de serviços) e dados de inflação no Brasil (IPCA).<br>
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⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Gabriel Abelheira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, foram divulgados dados de mercado de trabalho nos EUA, com destaque para o “Payroll”, que veio acima da expectativa, demonstrando um bom ritmo de criação de vagas e taxa de desemprego estável. Ainda por lá, foi divulgado o PIB do 1º trimestre: apesar do número fraco, consumo e investimento fixo surpreenderam para cima (também podendo ser um efeito de antecipação às tarifas). Foram divulgados resultados de diversas empresas americanas, com destaque para Microsoft e Meta, com resultados positivos; Amazon em linha; Apple mal recebido pelos investidores. As negociações comerciais entre EUA e China parecem estar alcançando tom mais ameno.⁠No Brasil, também foram divulgados dados de mercado de trabalho, indicando devolução da alta observada em fevereiro, mas ainda sem demonstração significativa de desaceleração.⁠Nos EUA, os juros abriram (vértice de 30 anos +9 bps), e as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P 500 +2,92%, Nasdaq +3,45% e Russell 2000 +3,22%. No Brasil, os juros mais curtos tiveram leve abertura (jan/27 +5 bps), enquanto os juros mais longos fecharam (jan/35 -26 bps), e o Ibovespa subiu 0,29%.⁠⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar a reunião da OPEP, as decisões do Fed e do Copom, dados de atividade nos EUA (ISM de serviços) e dados de inflação no Brasil (IPCA).⁠⁠Não deixe de conferir!⁠]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 25  de Abril 2025</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Gabriel Abelheira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, ocorreu a reunião de primavera do FMI, na qual diversos banqueiros centrais se reúnem para debater o cenário econômico. O Banco Central Europeu reforçou a preocupação com o crescimento, visando o choque global das tarifas, mas sem se comprometer com o próximo movimento de juros; e o Fed reforçou a mensagem mais cautelosa que vem trazendo, diante da ausência de clareza sobre o cenário. Ainda, houve rumores sobre uma possível intenção do Trump demitir o presidente da entidade, Jerome Powell, posteriormente negados por ele. A semana também foi marcada por sinais conflitantes entre EUA e China a respeito das negociações comerciais.
⁠
No Brasil, foi divulgado o IPCA-15: o número veio praticamente em linha com a expectativa, e mostrando redução da pressão observada entre o final de 2024 e o início de 2025 sobre os serviços subjacentes. Além disso, também no encontro do FMI, diferentes diretores do BCB discursaram, sinalizando acreditarem que já haviam se antecipado nas elevações de juros, e que o contexto atual nos aproxima do encerramento do ciclo.
⁠
Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 30 anos -10 bps), e as bolsas tiveram ótimo desempenho – S&amp;P500 +4,59%, Nasdaq +6,43% e Russell2000 +4,09%. No Brasil, os juros também fecharam (jan/31 -38 bps), o Ibovespa subiu 3,93% e o real valorizou 2,18%.
⁠
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de mercado de trabalho no Brasil e nos EUA; além de dados de atividade nos EUA (ISM de manufaturas e PIB do 1º trimestre) e na Europa (PIB do 1º trimestre).
⁠
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Gabriel Abelheira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
⁠<br>
No cenário internacional, ocorreu a reunião de primavera do FMI, na qual diversos banqueiros centrais se reúnem para debater o cenário econômico. O Banco Central Europeu reforçou a preocupação com o crescimento, visando o choque global das tarifas, mas sem se comprometer com o próximo movimento de juros; e o Fed reforçou a mensagem mais cautelosa que vem trazendo, diante da ausência de clareza sobre o cenário. Ainda, houve rumores sobre uma possível intenção do Trump demitir o presidente da entidade, Jerome Powell, posteriormente negados por ele. A semana também foi marcada por sinais conflitantes entre EUA e China a respeito das negociações comerciais.<br>
⁠<br>
No Brasil, foi divulgado o IPCA-15: o número veio praticamente em linha com a expectativa, e mostrando redução da pressão observada entre o final de 2024 e o início de 2025 sobre os serviços subjacentes. Além disso, também no encontro do FMI, diferentes diretores do BCB discursaram, sinalizando acreditarem que já haviam se antecipado nas elevações de juros, e que o contexto atual nos aproxima do encerramento do ciclo.<br>
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Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 30 anos -10 bps), e as bolsas tiveram ótimo desempenho – S&amp;P500 +4,59%, Nasdaq +6,43% e Russell2000 +4,09%. No Brasil, os juros também fecharam (jan/31 -38 bps), o Ibovespa subiu 3,93% e o real valorizou 2,18%.<br>
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⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de mercado de trabalho no Brasil e nos EUA; além de dados de atividade nos EUA (ISM de manufaturas e PIB do 1º trimestre) e na Europa (PIB do 1º trimestre).<br>
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⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Gabriel Abelheira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, ocorreu a reunião de primavera do FMI, na qual diversos banqueiros centrais se reúnem para debater o cenário econômico. O Banco Central Europeu reforçou a preocupação com o crescimento, visando o choque global das tarifas, mas sem se comprometer com o próximo movimento de juros; e o Fed reforçou a mensagem mais cautelosa que vem trazendo, diante da ausência de clareza sobre o cenário. Ainda, houve rumores sobre uma possível intenção do Trump demitir o presidente da entidade, Jerome Powell, posteriormente negados por ele. A semana também foi marcada por sinais conflitantes entre EUA e China a respeito das negociações comerciais.⁠No Brasil, foi divulgado o IPCA-15: o número veio praticamente em linha com a expectativa, e mostrando redução da pressão observada entre o final de 2024 e o início de 2025 sobre os serviços subjacentes. Além disso, também no encontro do FMI, diferentes diretores do BCB discursaram, sinalizando acreditarem que já haviam se antecipado nas elevações de juros, e que o contexto atual nos aproxima do encerramento do ciclo.⁠Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 30 anos -10 bps), e as bolsas tiveram ótimo desempenho – S&amp;P500 +4,59%, Nasdaq +6,43% e Russell2000 +4,09%. No Brasil, os juros também fecharam (jan/31 -38 bps), o Ibovespa subiu 3,93% e o real valorizou 2,18%.⁠⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de mercado de trabalho no Brasil e nos EUA; além de dados de atividade nos EUA (ISM de manufaturas e PIB do 1º trimestre) e na Europa (PIB do 1º trimestre).⁠⁠Não deixe de conferir!⁠]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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    <item>
        <title>NovusCast - 17 de Abril 2025</title>
        <itunes:title>NovusCast - 17 de Abril 2025</itunes:title>
        <link>https://novuscapital.podbean.com/e/novuscast-17-de-abril-2025/</link>
                    <comments>https://novuscapital.podbean.com/e/novuscast-17-de-abril-2025/#comments</comments>        <pubDate>Thu, 17 Apr 2025 18:35:17 -0300</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
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No cenário internacional, o Banco Central Europeu cortou a taxa de juros em 0,25% - apesar de ter sido a magnitude esperada, o tom veio um pouco mais dove que a expectativa, sob as óticas de inflação e de atividade. Nos EUA, foram divulgados dados de varejo um pouco melhores que a expectativa - mas ainda referentes a março, antes do anúncio das tarifas; e “soft data” referentes a abril, já refletindo expectativa de contração da atividade. No âmbito de política monetária, um dos membros do Fed, Christopher J. Waller, começou a semana com falas mais dovish, focando no efeito transitório da inflação; mas o presidente da entidade, Jerome Powell, seguiu com tom mais hawk e cauteloso.
⁠
No Brasil, foi enviado ao Congresso o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2026, cuja notícia positiva foi a manutenção das metas fiscais de superávit até 2029.
⁠
Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 5 anos -22 bps), e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P -1,5%, Nasdaq -2,31% e Russell2000 +1,1%. No Brasil, os juros também fecharam (jan/35 -28 bps), o Ibovespa subiu 1,54% e, o real, 1,03%. 
⁠
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de atividade (PMIs) nos EUA e na Europa; o IPCA-15 aqui no Brasil; e a reunião de primavera do FMI.
⁠
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
⁠<br>
No cenário internacional, o Banco Central Europeu cortou a taxa de juros em 0,25% - apesar de ter sido a magnitude esperada, o tom veio um pouco mais dove que a expectativa, sob as óticas de inflação e de atividade. Nos EUA, foram divulgados dados de varejo um pouco melhores que a expectativa - mas ainda referentes a março, antes do anúncio das tarifas; e “soft data” referentes a abril, já refletindo expectativa de contração da atividade. No âmbito de política monetária, um dos membros do Fed, Christopher J. Waller, começou a semana com falas mais dovish, focando no efeito transitório da inflação; mas o presidente da entidade, Jerome Powell, seguiu com tom mais hawk e cauteloso.<br>
⁠<br>
No Brasil, foi enviado ao Congresso o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2026, cuja notícia positiva foi a manutenção das metas fiscais de superávit até 2029.<br>
⁠<br>
Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 5 anos -22 bps), e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P -1,5%, Nasdaq -2,31% e Russell2000 +1,1%. No Brasil, os juros também fecharam (jan/35 -28 bps), o Ibovespa subiu 1,54% e, o real, 1,03%. <br>
⁠<br>
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de atividade (PMIs) nos EUA e na Europa; o IPCA-15 aqui no Brasil; e a reunião de primavera do FMI.<br>
⁠<br>
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, o Banco Central Europeu cortou a taxa de juros em 0,25% - apesar de ter sido a magnitude esperada, o tom veio um pouco mais dove que a expectativa, sob as óticas de inflação e de atividade. Nos EUA, foram divulgados dados de varejo um pouco melhores que a expectativa - mas ainda referentes a março, antes do anúncio das tarifas; e “soft data” referentes a abril, já refletindo expectativa de contração da atividade. No âmbito de política monetária, um dos membros do Fed, Christopher J. Waller, começou a semana com falas mais dovish, focando no efeito transitório da inflação; mas o presidente da entidade, Jerome Powell, seguiu com tom mais hawk e cauteloso.⁠No Brasil, foi enviado ao Congresso o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2026, cuja notícia positiva foi a manutenção das metas fiscais de superávit até 2029.⁠Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 5 anos -22 bps), e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P -1,5%, Nasdaq -2,31% e Russell2000 +1,1%. No Brasil, os juros também fecharam (jan/35 -28 bps), o Ibovespa subiu 1,54% e, o real, 1,03%. ⁠⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de atividade (PMIs) nos EUA e na Europa; o IPCA-15 aqui no Brasil; e a reunião de primavera do FMI.⁠⁠Não deixe de conferir!⁠]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 11 de Abril 2025</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, foram divulgados os dados de inflação de março nos EUA: tanto a inflação ao consumidor, quanto ao produtor, vieram abaixo do esperado. Entretanto, as atenções seguiram voltadas para a implementação de tarifas pelo governo Trump: após muitas mudanças e reação negativa às tarifas recíprocas anunciadas em 02/04, o presidente americano estabeleceu uma pausa de 90 dias sobre as mesmas, mantendo a tarifa base de 10% (além do que já havia sido imposto sobre automóveis, aço e alumínio). Porém, na direção contrária, com a China a guerra comercial foi intensificada: as tarifas estão agora em 145% - e, como retaliação, o país impôs tarifas de 125% sobre os EUA.
⁠
No Brasil, também foi divulgada a inflação de março, que não trouxe grandes surpresas, mas seguiu indicando dinâmica negativa na parte de serviços. Já os dados de atividade (comércio e serviços) vieram ligeiramente melhores que o esperado.
⁠
Nos EUA, o juro de 10 anos abriu 50 bps, e as bolsas tiveram desempenho positivo expressivo – S&amp;P500 +5,7%, Nasdaq +7,43%, Russell2000 +1,82%. No Brasil, os juros também abriram (jan/29 +15 bps), o Ibovespa subiu 0,34% e o real caiu 0,42%. O índice de dólar global, DXY, caiu 3,14%.
⁠
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de varejo nos EUA; as negociações tarifárias entre EUA e Europa (e, eventualmente, China); decisões dos bancos centrais da Europa e do Canadá; e as falas dos membros do Fed.
⁠
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
⁠<br>
No cenário internacional, foram divulgados os dados de inflação de março nos EUA: tanto a inflação ao consumidor, quanto ao produtor, vieram abaixo do esperado. Entretanto, as atenções seguiram voltadas para a implementação de tarifas pelo governo Trump: após muitas mudanças e reação negativa às tarifas recíprocas anunciadas em 02/04, o presidente americano estabeleceu uma pausa de 90 dias sobre as mesmas, mantendo a tarifa base de 10% (além do que já havia sido imposto sobre automóveis, aço e alumínio). Porém, na direção contrária, com a China a guerra comercial foi intensificada: as tarifas estão agora em 145% - e, como retaliação, o país impôs tarifas de 125% sobre os EUA.<br>
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No Brasil, também foi divulgada a inflação de março, que não trouxe grandes surpresas, mas seguiu indicando dinâmica negativa na parte de serviços. Já os dados de atividade (comércio e serviços) vieram ligeiramente melhores que o esperado.<br>
⁠<br>
Nos EUA, o juro de 10 anos abriu 50 bps, e as bolsas tiveram desempenho positivo expressivo – S&amp;P500 +5,7%, Nasdaq +7,43%, Russell2000 +1,82%. No Brasil, os juros também abriram (jan/29 +15 bps), o Ibovespa subiu 0,34% e o real caiu 0,42%. O índice de dólar global, DXY, caiu 3,14%.<br>
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⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de varejo nos EUA; as negociações tarifárias entre EUA e Europa (e, eventualmente, China); decisões dos bancos centrais da Europa e do Canadá; e as falas dos membros do Fed.<br>
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⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, foram divulgados os dados de inflação de março nos EUA: tanto a inflação ao consumidor, quanto ao produtor, vieram abaixo do esperado. Entretanto, as atenções seguiram voltadas para a implementação de tarifas pelo governo Trump: após muitas mudanças e reação negativa às tarifas recíprocas anunciadas em 02/04, o presidente americano estabeleceu uma pausa de 90 dias sobre as mesmas, mantendo a tarifa base de 10% (além do que já havia sido imposto sobre automóveis, aço e alumínio). Porém, na direção contrária, com a China a guerra comercial foi intensificada: as tarifas estão agora em 145% - e, como retaliação, o país impôs tarifas de 125% sobre os EUA.⁠No Brasil, também foi divulgada a inflação de março, que não trouxe grandes surpresas, mas seguiu indicando dinâmica negativa na parte de serviços. Já os dados de atividade (comércio e serviços) vieram ligeiramente melhores que o esperado.⁠Nos EUA, o juro de 10 anos abriu 50 bps, e as bolsas tiveram desempenho positivo expressivo – S&amp;P500 +5,7%, Nasdaq +7,43%, Russell2000 +1,82%. No Brasil, os juros também abriram (jan/29 +15 bps), o Ibovespa subiu 0,34% e o real caiu 0,42%. O índice de dólar global, DXY, caiu 3,14%.⁠⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de varejo nos EUA; as negociações tarifárias entre EUA e Europa (e, eventualmente, China); decisões dos bancos centrais da Europa e do Canadá; e as falas dos membros do Fed.⁠⁠Não deixe de conferir!⁠]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>Call Mensal - Março 2025</title>
        <itunes:title>Call Mensal - Março 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Quarta-feira, dia 02/04/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Março. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Quarta-feira, dia 02/04/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Março. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
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        <title>NovusCast - 4 de Abril 2025</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Gabriel Abelheira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, o grande destaque foi o “Liberation Day”, anúncio das tarifas a serem impostas pelo governo Trump: a alíquota básica para todas as importações será de 10%, e foram anunciadas tarifas mais elevadas para países específicos, como a China (34%) e a Europa (20%). O presidente do Fed, Jerome Powell, discursou, reforçando a mensagem que a entidade não tem pressa para cortar os juros, tendo em vista que, apesar das incertezas e riscos, a economia segue resiliente. Por fim, o “Payroll” surpreendeu ao vir mais forte que o esperado, mas ficou em segundo plano diante da repercussão das tarifas.
⁠
No Brasil, não houve grandes destaques, apenas nova pesquisa de popularidade sinalizando continuidade do movimento de aumento da desaprovação do governo.
⁠
Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 5 anos -27 bps), e as bolsas tiveram forte desempenho negativo – S&amp;P500 -9,08%, Nasdaq -9,77% e Russell2000 -9,7%. No Brasil, os juros também fecharam bastante – jan/27 -86 bps, o Ibovespa caiu 3,52% e, o real, 1,39%.
⁠
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os desenvolvimentos a respeito das tarifas, e a divulgação dos dados de inflação nos EUA e no Brasil.
⁠
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Gabriel Abelheira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
⁠<br>
No cenário internacional, o grande destaque foi o “Liberation Day”, anúncio das tarifas a serem impostas pelo governo Trump: a alíquota básica para todas as importações será de 10%, e foram anunciadas tarifas mais elevadas para países específicos, como a China (34%) e a Europa (20%). O presidente do Fed, Jerome Powell, discursou, reforçando a mensagem que a entidade não tem pressa para cortar os juros, tendo em vista que, apesar das incertezas e riscos, a economia segue resiliente. Por fim, o “Payroll” surpreendeu ao vir mais forte que o esperado, mas ficou em segundo plano diante da repercussão das tarifas.<br>
⁠<br>
No Brasil, não houve grandes destaques, apenas nova pesquisa de popularidade sinalizando continuidade do movimento de aumento da desaprovação do governo.<br>
⁠<br>
Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 5 anos -27 bps), e as bolsas tiveram forte desempenho negativo – S&amp;P500 -9,08%, Nasdaq -9,77% e Russell2000 -9,7%. No Brasil, os juros também fecharam bastante – jan/27 -86 bps, o Ibovespa caiu 3,52% e, o real, 1,39%.<br>
⁠<br>
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os desenvolvimentos a respeito das tarifas, e a divulgação dos dados de inflação nos EUA e no Brasil.<br>
⁠<br>
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Gabriel Abelheira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, o grande destaque foi o “Liberation Day”, anúncio das tarifas a serem impostas pelo governo Trump: a alíquota básica para todas as importações será de 10%, e foram anunciadas tarifas mais elevadas para países específicos, como a China (34%) e a Europa (20%). O presidente do Fed, Jerome Powell, discursou, reforçando a mensagem que a entidade não tem pressa para cortar os juros, tendo em vista que, apesar das incertezas e riscos, a economia segue resiliente. Por fim, o “Payroll” surpreendeu ao vir mais forte que o esperado, mas ficou em segundo plano diante da repercussão das tarifas.⁠No Brasil, não houve grandes destaques, apenas nova pesquisa de popularidade sinalizando continuidade do movimento de aumento da desaprovação do governo.⁠Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 5 anos -27 bps), e as bolsas tiveram forte desempenho negativo – S&amp;P500 -9,08%, Nasdaq -9,77% e Russell2000 -9,7%. No Brasil, os juros também fecharam bastante – jan/27 -86 bps, o Ibovespa caiu 3,52% e, o real, 1,39%.⁠⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os desenvolvimentos a respeito das tarifas, e a divulgação dos dados de inflação nos EUA e no Brasil.⁠⁠Não deixe de conferir!⁠]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>NovusCast - 28 de Março 2025</title>
        <itunes:title>NovusCast - 28 de Março 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, foi divulgado o PCE nos EUA, que não trouxe surpresa do lado da inflação, tendo em vista que já tinham sido divulgados outros dados que compõem o número, mas trouxe surpresa do lado de consumo, que decepcionou, apesar do crescimento da renda disponível. Ainda por lá, o Trump anunciou tarifa de 25% sobre automóveis e peças. Na Europa, foram divulgados os dados de inflação da Espanha e da França, ambos abaixo do esperado.
⁠
No Brasil, a ata do Copom trouxe viés mais hawk, demonstrando preocupação com a inflação, principalmente de serviços. Já o Relatório de Política Monetária trouxe algumas perspectivas mais dovishs do lado de atividade, mas com projeções de inflação ainda muito elevadas. Foram divulgados também alguns dados econômicos: o IPCA-15, apesar de headline mais baixo que o esperado, ainda demonstrou pressão nos serviços; o Caged, com recorde de criação de empregos; e a PNAD, que seguiu mostrando recuo na taxa de desemprego e aumento da massa salarial e do rendimento real.
⁠
Nos EUA, os juros fecharam a semana com variação marginal, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P500 -1,53%, Nasdaq -2,39% e Russell2000 -1,64%. No Brasil, os juros abriram (jan/29 +29 bps), o Ibovespa caiu 0,33% e o real desvalorizou 0,57%.
⁠
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de atividade (ISMs) e emprego (Payroll) nos EUA – além das falas do Powell e possível anúncio das tarifas pelo Trump; o restante dos dados de inflação na Europa; e divulgação de pesquisas de opinião do governo no Brasil.
⁠
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
⁠<br>
No cenário internacional, foi divulgado o PCE nos EUA, que não trouxe surpresa do lado da inflação, tendo em vista que já tinham sido divulgados outros dados que compõem o número, mas trouxe surpresa do lado de consumo, que decepcionou, apesar do crescimento da renda disponível. Ainda por lá, o Trump anunciou tarifa de 25% sobre automóveis e peças. Na Europa, foram divulgados os dados de inflação da Espanha e da França, ambos abaixo do esperado.<br>
⁠<br>
No Brasil, a ata do Copom trouxe viés mais hawk, demonstrando preocupação com a inflação, principalmente de serviços. Já o Relatório de Política Monetária trouxe algumas perspectivas mais dovishs do lado de atividade, mas com projeções de inflação ainda muito elevadas. Foram divulgados também alguns dados econômicos: o IPCA-15, apesar de headline mais baixo que o esperado, ainda demonstrou pressão nos serviços; o Caged, com recorde de criação de empregos; e a PNAD, que seguiu mostrando recuo na taxa de desemprego e aumento da massa salarial e do rendimento real.<br>
⁠<br>
Nos EUA, os juros fecharam a semana com variação marginal, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P500 -1,53%, Nasdaq -2,39% e Russell2000 -1,64%. No Brasil, os juros abriram (jan/29 +29 bps), o Ibovespa caiu 0,33% e o real desvalorizou 0,57%.<br>
⁠<br>
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de atividade (ISMs) e emprego (Payroll) nos EUA – além das falas do Powell e possível anúncio das tarifas pelo Trump; o restante dos dados de inflação na Europa; e divulgação de pesquisas de opinião do governo no Brasil.<br>
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⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, foi divulgado o PCE nos EUA, que não trouxe surpresa do lado da inflação, tendo em vista que já tinham sido divulgados outros dados que compõem o número, mas trouxe surpresa do lado de consumo, que decepcionou, apesar do crescimento da renda disponível. Ainda por lá, o Trump anunciou tarifa de 25% sobre automóveis e peças. Na Europa, foram divulgados os dados de inflação da Espanha e da França, ambos abaixo do esperado.⁠No Brasil, a ata do Copom trouxe viés mais hawk, demonstrando preocupação com a inflação, principalmente de serviços. Já o Relatório de Política Monetária trouxe algumas perspectivas mais dovishs do lado de atividade, mas com projeções de inflação ainda muito elevadas. Foram divulgados também alguns dados econômicos: o IPCA-15, apesar de headline mais baixo que o esperado, ainda demonstrou pressão nos serviços; o Caged, com recorde de criação de empregos; e a PNAD, que seguiu mostrando recuo na taxa de desemprego e aumento da massa salarial e do rendimento real.⁠Nos EUA, os juros fecharam a semana com variação marginal, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P500 -1,53%, Nasdaq -2,39% e Russell2000 -1,64%. No Brasil, os juros abriram (jan/29 +29 bps), o Ibovespa caiu 0,33% e o real desvalorizou 0,57%.⁠⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de atividade (ISMs) e emprego (Payroll) nos EUA – além das falas do Powell e possível anúncio das tarifas pelo Trump; o restante dos dados de inflação na Europa; e divulgação de pesquisas de opinião do governo no Brasil.⁠⁠Não deixe de conferir!⁠]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 21 de Março 2025</title>
        <itunes:title>NovusCast - 21 de Março 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Gabriel Abelheira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, o Fed optou por manter a taxa de juros inalterada, revisando, para esse ano, a atividade para baixo, e a inflação para cima. Na conferência de imprensa, o Powell trouxe viés mais dove, principalmente ao mencionar expectativa de transitoriedade sobre os efeitos inflacionários das tarifas anunciadas pelo governo. No Reino Unido, o BoE também manteve o juro inalterado, como esperado. Com relação aos dados econômicos, o destaque ficou para as vendas no varejo nos EUA, que surpreenderam para cima. Por fim, foi aprovado na Alemanha o pacote fiscal anunciado no início do mês.
⁠
No Brasil, o destaque foi o Copom, que elevou a taxa de juros em 1%, como esperado, sinalizando alta de menor magnitude na próxima reunião. De maneira geral, o comunicado foi interpretado como mais hawk que a expectativa. Ainda, a semana foi movimentada no Congresso, com a aprovação do Orçamento, o anúncio do projeto de isenção do IR e as compensações sugeridas, novidades para o programa “Minha Casa, Minha Vida” e outras medidas expansionistas.
⁠
Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 5 anos -9 bps), e as bolsas tiveram desempenho marginalmente positivo – S&amp;P500 +0,51%, Nasdaq +0,25% e Russell2000 +0,63%. No Brasil, o jan/27 abriu 22 bps, o Ibovespa valorizou 2,63% e, o real, 0,24%.
⁠
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de atividade (PMIs) e inflação de março na Europa, inflação nos EUA e, por aqui, ata do Copom, Relatório Trimestral de Inflação e IPCA-15.
⁠
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Gabriel Abelheira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
⁠<br>
No cenário internacional, o Fed optou por manter a taxa de juros inalterada, revisando, para esse ano, a atividade para baixo, e a inflação para cima. Na conferência de imprensa, o Powell trouxe viés mais dove, principalmente ao mencionar expectativa de transitoriedade sobre os efeitos inflacionários das tarifas anunciadas pelo governo. No Reino Unido, o BoE também manteve o juro inalterado, como esperado. Com relação aos dados econômicos, o destaque ficou para as vendas no varejo nos EUA, que surpreenderam para cima. Por fim, foi aprovado na Alemanha o pacote fiscal anunciado no início do mês.<br>
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No Brasil, o destaque foi o Copom, que elevou a taxa de juros em 1%, como esperado, sinalizando alta de menor magnitude na próxima reunião. De maneira geral, o comunicado foi interpretado como mais hawk que a expectativa. Ainda, a semana foi movimentada no Congresso, com a aprovação do Orçamento, o anúncio do projeto de isenção do IR e as compensações sugeridas, novidades para o programa “Minha Casa, Minha Vida” e outras medidas expansionistas.<br>
⁠<br>
Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 5 anos -9 bps), e as bolsas tiveram desempenho marginalmente positivo – S&amp;P500 +0,51%, Nasdaq +0,25% e Russell2000 +0,63%. No Brasil, o jan/27 abriu 22 bps, o Ibovespa valorizou 2,63% e, o real, 0,24%.<br>
⁠<br>
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de atividade (PMIs) e inflação de março na Europa, inflação nos EUA e, por aqui, ata do Copom, Relatório Trimestral de Inflação e IPCA-15.<br>
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⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Gabriel Abelheira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, o Fed optou por manter a taxa de juros inalterada, revisando, para esse ano, a atividade para baixo, e a inflação para cima. Na conferência de imprensa, o Powell trouxe viés mais dove, principalmente ao mencionar expectativa de transitoriedade sobre os efeitos inflacionários das tarifas anunciadas pelo governo. No Reino Unido, o BoE também manteve o juro inalterado, como esperado. Com relação aos dados econômicos, o destaque ficou para as vendas no varejo nos EUA, que surpreenderam para cima. Por fim, foi aprovado na Alemanha o pacote fiscal anunciado no início do mês.⁠No Brasil, o destaque foi o Copom, que elevou a taxa de juros em 1%, como esperado, sinalizando alta de menor magnitude na próxima reunião. De maneira geral, o comunicado foi interpretado como mais hawk que a expectativa. Ainda, a semana foi movimentada no Congresso, com a aprovação do Orçamento, o anúncio do projeto de isenção do IR e as compensações sugeridas, novidades para o programa “Minha Casa, Minha Vida” e outras medidas expansionistas.⁠Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 5 anos -9 bps), e as bolsas tiveram desempenho marginalmente positivo – S&amp;P500 +0,51%, Nasdaq +0,25% e Russell2000 +0,63%. No Brasil, o jan/27 abriu 22 bps, o Ibovespa valorizou 2,63% e, o real, 0,24%.⁠⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de atividade (PMIs) e inflação de março na Europa, inflação nos EUA e, por aqui, ata do Copom, Relatório Trimestral de Inflação e IPCA-15.⁠⁠Não deixe de conferir!⁠]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 14 de Março 2025</title>
        <itunes:title>NovusCast - 14 de Março 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Gabriel Abelheira, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, foram divulgados dados de inflação nos EUA, abaixo do esperado, mas com os componentes do CPI e do PPI levando a uma projeção de PCE mais alta para fevereiro. No âmbito político, as ameaças e negociações tarifárias seguem acontecendo, com algumas tarifas tendo entrado em vigor essa semana, como sobre aço e alumínio. Ainda por lá, os partidos chegaram em um acordo para evitar a paralisação orçamentária. Na Alemanha, os partidos locais também chegaram a um acordo sobre o pacote fiscal. Por fim, houve sinalização de possíveis estímulos econômicos na China na próxima semana.
⁠
No Brasil, os dados de atividade de janeiro vieram mistos, com manufatura (indústria de transformação) um pouco mais forte, varejo mais forte, e recuo marginal em serviços (apesar de mais significativo no grupo de serviços prestados às famílias). A inflação de fevereiro veio em linha com o esperado, mas sem alívio na parte de serviços subjacentes. No Congresso, está avançando a aprovação de novas regras de transparência para as emendas parlamentares, e foram retomados os trâmites para aprovação do Orçamento de 2025.
⁠
Nos EUA, os juros abriram marginalmente, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P500 -2,27%, Nasdaq -2,46% e Russell2000 -1,51%. O dólar desvalorizou um pouco globalmente (-0,10%), e o Eurostoxx caiu 1,17%. No Brasil, os juros fecharam (jan/29 -14 bps), o Ibovespa subiu 3,14% e, o real, 0,83%.
⁠
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar as decisões dos bancos centrais dos EUA, do Reino Unido e do Brasil, e os dados de vendas no varejo e inflação (PCE) nos EUA.
⁠
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Gabriel Abelheira, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
⁠<br>
No cenário internacional, foram divulgados dados de inflação nos EUA, abaixo do esperado, mas com os componentes do CPI e do PPI levando a uma projeção de PCE mais alta para fevereiro. No âmbito político, as ameaças e negociações tarifárias seguem acontecendo, com algumas tarifas tendo entrado em vigor essa semana, como sobre aço e alumínio. Ainda por lá, os partidos chegaram em um acordo para evitar a paralisação orçamentária. Na Alemanha, os partidos locais também chegaram a um acordo sobre o pacote fiscal. Por fim, houve sinalização de possíveis estímulos econômicos na China na próxima semana.<br>
⁠<br>
No Brasil, os dados de atividade de janeiro vieram mistos, com manufatura (indústria de transformação) um pouco mais forte, varejo mais forte, e recuo marginal em serviços (apesar de mais significativo no grupo de serviços prestados às famílias). A inflação de fevereiro veio em linha com o esperado, mas sem alívio na parte de serviços subjacentes. No Congresso, está avançando a aprovação de novas regras de transparência para as emendas parlamentares, e foram retomados os trâmites para aprovação do Orçamento de 2025.<br>
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Nos EUA, os juros abriram marginalmente, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P500 -2,27%, Nasdaq -2,46% e Russell2000 -1,51%. O dólar desvalorizou um pouco globalmente (-0,10%), e o Eurostoxx caiu 1,17%. No Brasil, os juros fecharam (jan/29 -14 bps), o Ibovespa subiu 3,14% e, o real, 0,83%.<br>
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⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar as decisões dos bancos centrais dos EUA, do Reino Unido e do Brasil, e os dados de vendas no varejo e inflação (PCE) nos EUA.<br>
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⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Gabriel Abelheira, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, foram divulgados dados de inflação nos EUA, abaixo do esperado, mas com os componentes do CPI e do PPI levando a uma projeção de PCE mais alta para fevereiro. No âmbito político, as ameaças e negociações tarifárias seguem acontecendo, com algumas tarifas tendo entrado em vigor essa semana, como sobre aço e alumínio. Ainda por lá, os partidos chegaram em um acordo para evitar a paralisação orçamentária. Na Alemanha, os partidos locais também chegaram a um acordo sobre o pacote fiscal. Por fim, houve sinalização de possíveis estímulos econômicos na China na próxima semana.⁠No Brasil, os dados de atividade de janeiro vieram mistos, com manufatura (indústria de transformação) um pouco mais forte, varejo mais forte, e recuo marginal em serviços (apesar de mais significativo no grupo de serviços prestados às famílias). A inflação de fevereiro veio em linha com o esperado, mas sem alívio na parte de serviços subjacentes. No Congresso, está avançando a aprovação de novas regras de transparência para as emendas parlamentares, e foram retomados os trâmites para aprovação do Orçamento de 2025.⁠Nos EUA, os juros abriram marginalmente, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P500 -2,27%, Nasdaq -2,46% e Russell2000 -1,51%. O dólar desvalorizou um pouco globalmente (-0,10%), e o Eurostoxx caiu 1,17%. No Brasil, os juros fecharam (jan/29 -14 bps), o Ibovespa subiu 3,14% e, o real, 0,83%.⁠⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar as decisões dos bancos centrais dos EUA, do Reino Unido e do Brasil, e os dados de vendas no varejo e inflação (PCE) nos EUA.⁠⁠Não deixe de conferir!⁠]]></itunes:summary>
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        <title>Call Mensal - Fevereiro 2025</title>
        <itunes:title>Call Mensal - Fevereiro 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Quinta-feira, dia 06/03/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Fevereiro. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Quinta-feira, dia 06/03/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Fevereiro. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
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        <title>NovusCast - 07 de Março 2025</title>
        <itunes:title>NovusCast - 07 de Março 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, o destaque da semana foi o governo alemão anunciar a criação de um fundo de infraestrutura, além da revisão de regras fiscais e investimentos em defesa, a serem avaliados pelo parlamento nas próximas semanas. Ainda na Europa, o ECB reduziu a taxa de juros em 0,25%, como esperado, afirmando que a política monetária está significativamente menos restritiva. Nos EUA, os dados de atividade seguiram demonstrando desaceleração - com exceção do ISM de serviços, um pouco mais forte que o esperado, e o número de contratações do Payroll em linha. As sinalizações do presidente Trump a respeito das tarifas seguem voláteis, e o Fed, através da fala do Powell, não trouxe novas indicações.
⁠
No Brasil, foi divulgado o PIB do 4º trimestre/2024, pior que o esperado. A semana, apesar de mais curta, foi marcada por uma série de notícias com teor fiscal mais negativo (como edição de MP para ampliar utilização do Fundo Social e sugestão do uso de recursos públicos para reduzir as contas de luz), e foco em medidas para a redução dos preços dos alimentos (como zerar a tarifa de importação de alguns itens).
⁠
Nos EUA, os juros mais longos abriram ao redor de 10 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P500 -3,10%, Nasdaq -3,27% e Russell2000 -4,05%. Na Alemanha, o juro de 10 anos abriu 43 bps, e a bolsa (DAX) subiu 2,03%. No Brasil, o jan/29 fechou 51 bps, o Ibovespa subiu 1,82% e o real valorizou 1,64%.
⁠
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de inflação nos EUA (CPI e PPI) e no Brasil (IPCA) e, ainda por aqui, dados de atividade (produção industrial - PIM, varejo - PMC e serviços - PMS).
⁠
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
⁠<br>
No cenário internacional, o destaque da semana foi o governo alemão anunciar a criação de um fundo de infraestrutura, além da revisão de regras fiscais e investimentos em defesa, a serem avaliados pelo parlamento nas próximas semanas. Ainda na Europa, o ECB reduziu a taxa de juros em 0,25%, como esperado, afirmando que a política monetária está significativamente menos restritiva. Nos EUA, os dados de atividade seguiram demonstrando desaceleração - com exceção do ISM de serviços, um pouco mais forte que o esperado, e o número de contratações do Payroll em linha. As sinalizações do presidente Trump a respeito das tarifas seguem voláteis, e o Fed, através da fala do Powell, não trouxe novas indicações.<br>
⁠<br>
No Brasil, foi divulgado o PIB do 4º trimestre/2024, pior que o esperado. A semana, apesar de mais curta, foi marcada por uma série de notícias com teor fiscal mais negativo (como edição de MP para ampliar utilização do Fundo Social e sugestão do uso de recursos públicos para reduzir as contas de luz), e foco em medidas para a redução dos preços dos alimentos (como zerar a tarifa de importação de alguns itens).<br>
⁠<br>
Nos EUA, os juros mais longos abriram ao redor de 10 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P500 -3,10%, Nasdaq -3,27% e Russell2000 -4,05%. Na Alemanha, o juro de 10 anos abriu 43 bps, e a bolsa (DAX) subiu 2,03%. No Brasil, o jan/29 fechou 51 bps, o Ibovespa subiu 1,82% e o real valorizou 1,64%.<br>
⁠<br>
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de inflação nos EUA (CPI e PPI) e no Brasil (IPCA) e, ainda por aqui, dados de atividade (produção industrial - PIM, varejo - PMC e serviços - PMS).<br>
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⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, o destaque da semana foi o governo alemão anunciar a criação de um fundo de infraestrutura, além da revisão de regras fiscais e investimentos em defesa, a serem avaliados pelo parlamento nas próximas semanas. Ainda na Europa, o ECB reduziu a taxa de juros em 0,25%, como esperado, afirmando que a política monetária está significativamente menos restritiva. Nos EUA, os dados de atividade seguiram demonstrando desaceleração - com exceção do ISM de serviços, um pouco mais forte que o esperado, e o número de contratações do Payroll em linha. As sinalizações do presidente Trump a respeito das tarifas seguem voláteis, e o Fed, através da fala do Powell, não trouxe novas indicações.⁠No Brasil, foi divulgado o PIB do 4º trimestre/2024, pior que o esperado. A semana, apesar de mais curta, foi marcada por uma série de notícias com teor fiscal mais negativo (como edição de MP para ampliar utilização do Fundo Social e sugestão do uso de recursos públicos para reduzir as contas de luz), e foco em medidas para a redução dos preços dos alimentos (como zerar a tarifa de importação de alguns itens).⁠Nos EUA, os juros mais longos abriram ao redor de 10 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P500 -3,10%, Nasdaq -3,27% e Russell2000 -4,05%. Na Alemanha, o juro de 10 anos abriu 43 bps, e a bolsa (DAX) subiu 2,03%. No Brasil, o jan/29 fechou 51 bps, o Ibovespa subiu 1,82% e o real valorizou 1,64%.⁠⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de inflação nos EUA (CPI e PPI) e no Brasil (IPCA) e, ainda por aqui, dados de atividade (produção industrial - PIM, varejo - PMC e serviços - PMS).⁠⁠Não deixe de conferir!⁠]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 28 de Fevereiro 2025</title>
        <itunes:title>NovusCast - 28 de Fevereiro 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, foram divulgados mais alguns indicadores econômicos sinalizando atividade americana mais fraca. Também foi divulgada a balança comercial de janeiro, deficitária por conta do forte aumento das importações. Os dados de inflação de Tóquio e alguns países da Europa vieram melhores que a expectativa. No âmbito geopolítico, Trump e Zelensky trocaram farpas publicamente, tornando mais distante um possível acordo. Por fim, o Trump voltou a falar das tarifas, reforçando que na próxima semana se iniciam as novas cobranças sobre o México, o Canadá e a China.
⁠
No Brasil, apesar do headline do IPCA-15 abaixo do esperado, diversos componentes importantes para a perspectiva futura vieram pressionados. Os dados de emprego trouxeram informações mistas, com o Caged mostrando recuperação da leitura de dezembro, mas a PNAD trazendo sinais de desaceleração do mercado de trabalho. No âmbito político: foi divulgada nova pesquisa da Quaest, demonstrando continuidade da perda de popularidade do Lula, que ao longo da semana divulgou diversas ações que buscam estimular a economia e fez um pronunciamento, que será recorrente, em rede nacional. Ainda, nomeou a Gleise Hoffmann para a Secretaria de Relações Institucionais.
⁠
Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 5 anos -26 bps), e as bolsas tiveram queda: S&amp;P500 -0,98%, Nasdaq -3,38% e Russell2000 -1,47%. No Brasil, os juros abriram (jan/29 +75 bps), o Ibovespa desvalorizou 3,41% e o real -2,62%.
⁠
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de atividade e mercado de trabalho, além das falas dos diretores do Fed, nos EUA; a reunião do Congresso Chinês; PIB e atividade do Congresso no Brasil.
⁠
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
⁠<br>
No cenário internacional, foram divulgados mais alguns indicadores econômicos sinalizando atividade americana mais fraca. Também foi divulgada a balança comercial de janeiro, deficitária por conta do forte aumento das importações. Os dados de inflação de Tóquio e alguns países da Europa vieram melhores que a expectativa. No âmbito geopolítico, Trump e Zelensky trocaram farpas publicamente, tornando mais distante um possível acordo. Por fim, o Trump voltou a falar das tarifas, reforçando que na próxima semana se iniciam as novas cobranças sobre o México, o Canadá e a China.<br>
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No Brasil, apesar do headline do IPCA-15 abaixo do esperado, diversos componentes importantes para a perspectiva futura vieram pressionados. Os dados de emprego trouxeram informações mistas, com o Caged mostrando recuperação da leitura de dezembro, mas a PNAD trazendo sinais de desaceleração do mercado de trabalho. No âmbito político: foi divulgada nova pesquisa da Quaest, demonstrando continuidade da perda de popularidade do Lula, que ao longo da semana divulgou diversas ações que buscam estimular a economia e fez um pronunciamento, que será recorrente, em rede nacional. Ainda, nomeou a Gleise Hoffmann para a Secretaria de Relações Institucionais.<br>
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Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 5 anos -26 bps), e as bolsas tiveram queda: S&amp;P500 -0,98%, Nasdaq -3,38% e Russell2000 -1,47%. No Brasil, os juros abriram (jan/29 +75 bps), o Ibovespa desvalorizou 3,41% e o real -2,62%.<br>
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⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de atividade e mercado de trabalho, além das falas dos diretores do Fed, nos EUA; a reunião do Congresso Chinês; PIB e atividade do Congresso no Brasil.<br>
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⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, foram divulgados mais alguns indicadores econômicos sinalizando atividade americana mais fraca. Também foi divulgada a balança comercial de janeiro, deficitária por conta do forte aumento das importações. Os dados de inflação de Tóquio e alguns países da Europa vieram melhores que a expectativa. No âmbito geopolítico, Trump e Zelensky trocaram farpas publicamente, tornando mais distante um possível acordo. Por fim, o Trump voltou a falar das tarifas, reforçando que na próxima semana se iniciam as novas cobranças sobre o México, o Canadá e a China.⁠No Brasil, apesar do headline do IPCA-15 abaixo do esperado, diversos componentes importantes para a perspectiva futura vieram pressionados. Os dados de emprego trouxeram informações mistas, com o Caged mostrando recuperação da leitura de dezembro, mas a PNAD trazendo sinais de desaceleração do mercado de trabalho. No âmbito político: foi divulgada nova pesquisa da Quaest, demonstrando continuidade da perda de popularidade do Lula, que ao longo da semana divulgou diversas ações que buscam estimular a economia e fez um pronunciamento, que será recorrente, em rede nacional. Ainda, nomeou a Gleise Hoffmann para a Secretaria de Relações Institucionais.⁠Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 5 anos -26 bps), e as bolsas tiveram queda: S&amp;P500 -0,98%, Nasdaq -3,38% e Russell2000 -1,47%. No Brasil, os juros abriram (jan/29 +75 bps), o Ibovespa desvalorizou 3,41% e o real -2,62%.⁠⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de atividade e mercado de trabalho, além das falas dos diretores do Fed, nos EUA; a reunião do Congresso Chinês; PIB e atividade do Congresso no Brasil.⁠⁠Não deixe de conferir!⁠]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 21 de Fevereiro 2025</title>
        <itunes:title>NovusCast - 21 de Fevereiro 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Gabriel Abelheira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, os bancos centrais da Austrália e da Nova Zelândia reduziram suas taxas de juros em 0,25% e 0,50% respectivamente, em linha com o esperado. Os diretores do Fed seguiram com o mesmo tom nas comunicações – falas e minuta da última reunião – mas com ampliação da discussão a respeito da redução de balanço (“quantitative tightening”). Os PMIs na Zona do Euro vieram estáveis, e nos EUA com desaceleração significativa. Ao final da semana, foi publicado que pesquisadores descobriram um novo vírus com potencial pandêmico pior que a COVID-19.</p>
<p>No Brasil, houve continuidade da divulgação de pesquisas reforçando a perda de popularidade do presidente Lula, com simulações de segundo turno indicando uma perda para a família Bolsonaro. O atual diretor de política monetária do BCB, Nilton David, participou de uma live, trazendo discurso mais dove. 
⁠
Nos EUA, os juros fecharam até 7 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P500 -1,66%, Nasdaq -2,26% e Russell2000 -3,71%. No Brasil, o jan/27 fechou 40 bps, o Ibovespa caiu 0,85% e o real -0,55%.
⁠
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar a divulgação de dados de inflação nos EUA (PCE), na Europa, em Tóquio e no Brasil (IPCA-15), e as eleições alemãs.
⁠
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Gabriel Abelheira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
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No cenário internacional, os bancos centrais da Austrália e da Nova Zelândia reduziram suas taxas de juros em 0,25% e 0,50% respectivamente, em linha com o esperado. Os diretores do Fed seguiram com o mesmo tom nas comunicações – falas e minuta da última reunião – mas com ampliação da discussão a respeito da redução de balanço (“quantitative tightening”). Os PMIs na Zona do Euro vieram estáveis, e nos EUA com desaceleração significativa. Ao final da semana, foi publicado que pesquisadores descobriram um novo vírus com potencial pandêmico pior que a COVID-19.</p>
<p>No Brasil, houve continuidade da divulgação de pesquisas reforçando a perda de popularidade do presidente Lula, com simulações de segundo turno indicando uma perda para a família Bolsonaro. O atual diretor de política monetária do BCB, Nilton David, participou de uma live, trazendo discurso mais dove. <br>
⁠<br>
Nos EUA, os juros fecharam até 7 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P500 -1,66%, Nasdaq -2,26% e Russell2000 -3,71%. No Brasil, o jan/27 fechou 40 bps, o Ibovespa caiu 0,85% e o real -0,55%.<br>
⁠<br>
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar a divulgação de dados de inflação nos EUA (PCE), na Europa, em Tóquio e no Brasil (IPCA-15), e as eleições alemãs.<br>
⁠<br>
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Gabriel Abelheira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, os bancos centrais da Austrália e da Nova Zelândia reduziram suas taxas de juros em 0,25% e 0,50% respectivamente, em linha com o esperado. Os diretores do Fed seguiram com o mesmo tom nas comunicações – falas e minuta da última reunião – mas com ampliação da discussão a respeito da redução de balanço (“quantitative tightening”). Os PMIs na Zona do Euro vieram estáveis, e nos EUA com desaceleração significativa. Ao final da semana, foi publicado que pesquisadores descobriram um novo vírus com potencial pandêmico pior que a COVID-19.
No Brasil, houve continuidade da divulgação de pesquisas reforçando a perda de popularidade do presidente Lula, com simulações de segundo turno indicando uma perda para a família Bolsonaro. O atual diretor de política monetária do BCB, Nilton David, participou de uma live, trazendo discurso mais dove. ⁠Nos EUA, os juros fecharam até 7 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P500 -1,66%, Nasdaq -2,26% e Russell2000 -3,71%. No Brasil, o jan/27 fechou 40 bps, o Ibovespa caiu 0,85% e o real -0,55%.⁠⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar a divulgação de dados de inflação nos EUA (PCE), na Europa, em Tóquio e no Brasil (IPCA-15), e as eleições alemãs.⁠⁠Não deixe de conferir!⁠]]></itunes:summary>
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        <title>NovusCast - 14 de Fevereiro 2025</title>
        <itunes:title>NovusCast - 14 de Fevereiro 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, foram divulgados alguns dados americanos de inflação – apesar do CPI vir bastante acima da expectativa, com composição ruim, o resultado dos componentes que integram o PCE – tanto do CPI, quanto do PPI – levaram a revisões baixistas das projeções do mercado. Também foram divulgados dados de atividade, com destaque para as vendas no varejo, que sinalizaram atividade mais fraca. No âmbito político, o Trump indicou nova postergação das tarifas, e o Xi Jinping planeja presidir um simpósio para se aproximar do setor privado, principalmente empresas de tecnologia. Ainda, foram divulgadas diversas notícias sobre um possível acordo de paz entre Rússia e Ucrânia.</p>
<p>No Brasil, os dados de atividade (PMS – serviços, PMC – comércio) vieram abaixo do esperado. Foi divulgada nova pesquisa Datafolha, sinalizando forte queda da aprovação do presidente Lula, que também falou ao longo da semana e levantou dúvidas a respeito do cenário eleitoral de 2026.
⁠
Nos EUA, os juros terminaram a semana fechando marginalmente, e as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P500 +1,47% e Nasdaq +2,9%. No Brasil, o jan/27 fechou 49 bps, o Ibovespa subiu 2,89% e o real valorizou 1,94%.
⁠
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de atividade (PMIs) nos EUA e na Europa; a fala do Waller, membro do Fed, e a divulgação da última minuta do FOMC; e as decisões dos bancos centrais da Austrália e da Nova Zelândia.
⁠
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
⁠<br>
No cenário internacional, foram divulgados alguns dados americanos de inflação – apesar do CPI vir bastante acima da expectativa, com composição ruim, o resultado dos componentes que integram o PCE – tanto do CPI, quanto do PPI – levaram a revisões baixistas das projeções do mercado. Também foram divulgados dados de atividade, com destaque para as vendas no varejo, que sinalizaram atividade mais fraca. No âmbito político, o Trump indicou nova postergação das tarifas, e o Xi Jinping planeja presidir um simpósio para se aproximar do setor privado, principalmente empresas de tecnologia. Ainda, foram divulgadas diversas notícias sobre um possível acordo de paz entre Rússia e Ucrânia.</p>
<p>No Brasil, os dados de atividade (PMS – serviços, PMC – comércio) vieram abaixo do esperado. Foi divulgada nova pesquisa Datafolha, sinalizando forte queda da aprovação do presidente Lula, que também falou ao longo da semana e levantou dúvidas a respeito do cenário eleitoral de 2026.<br>
⁠<br>
Nos EUA, os juros terminaram a semana fechando marginalmente, e as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P500 +1,47% e Nasdaq +2,9%. No Brasil, o jan/27 fechou 49 bps, o Ibovespa subiu 2,89% e o real valorizou 1,94%.<br>
⁠<br>
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de atividade (PMIs) nos EUA e na Europa; a fala do Waller, membro do Fed, e a divulgação da última minuta do FOMC; e as decisões dos bancos centrais da Austrália e da Nova Zelândia.<br>
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⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, foram divulgados alguns dados americanos de inflação – apesar do CPI vir bastante acima da expectativa, com composição ruim, o resultado dos componentes que integram o PCE – tanto do CPI, quanto do PPI – levaram a revisões baixistas das projeções do mercado. Também foram divulgados dados de atividade, com destaque para as vendas no varejo, que sinalizaram atividade mais fraca. No âmbito político, o Trump indicou nova postergação das tarifas, e o Xi Jinping planeja presidir um simpósio para se aproximar do setor privado, principalmente empresas de tecnologia. Ainda, foram divulgadas diversas notícias sobre um possível acordo de paz entre Rússia e Ucrânia.
No Brasil, os dados de atividade (PMS – serviços, PMC – comércio) vieram abaixo do esperado. Foi divulgada nova pesquisa Datafolha, sinalizando forte queda da aprovação do presidente Lula, que também falou ao longo da semana e levantou dúvidas a respeito do cenário eleitoral de 2026.⁠Nos EUA, os juros terminaram a semana fechando marginalmente, e as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P500 +1,47% e Nasdaq +2,9%. No Brasil, o jan/27 fechou 49 bps, o Ibovespa subiu 2,89% e o real valorizou 1,94%.⁠⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de atividade (PMIs) nos EUA e na Europa; a fala do Waller, membro do Fed, e a divulgação da última minuta do FOMC; e as decisões dos bancos centrais da Austrália e da Nova Zelândia.⁠⁠Não deixe de conferir!⁠]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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    <item>
        <title>NovusCast - 7 de Fevereiro 2025</title>
        <itunes:title>NovusCast - 7 de Fevereiro 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, foram divulgados dados do mercado de trabalho americano, com destaque para o “payroll”, que veio abaixo da expectativa, mas com revisões altistas para os meses anteriores. No Reino Unido, o banco central cortou a taxa de juros em 0,25%, como esperado, mas com composição dos votos mais dovish. No México, a decisão foi pelo corte de 0,50%, com sinalização de possibilidade de nova queda na próxima reunião. Ainda, o noticiário a respeito das tarifas a serem impostas pelo Trump seguiu intenso, com postergação do início da taxação sobre México e Canadá, e ameaça de imposição de tarifas por parte da China.
⁠
No Brasil, o foco da semana foi a divulgação da ata do Copom, mais hawkish que o comunicado, detalhando as alterações sobre o balanço de riscos e a cautela com as expectativas sobre a atividade. Foram divulgados dados de atividade (indústria), melhores que o esperado. No final da semana, foram divulgadas e desmentidas notícias sobre um possível reajuste do Bolsa Família.
⁠
Nos EUA, os vértices mais curtos da curva de juros abriram, e os mais longos fecharam (“flattening”), enquanto as bolsas tiveram desempenho misto: S&amp;P500 -0,24%, Nasdaq +0,06% e Russell2000 -0,35%. No Brasil, os juros abriram (jan/27 +22 bps), o Ibovespa caiu 1,2% e o real valorizou 0,60%.
⁠
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar dados de inflação e atividade nos EUA e no Brasil, a fala do presidente do Fed e o noticiário resultante da retomada das atividades no Congresso.
⁠
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
⁠<br>
No cenário internacional, foram divulgados dados do mercado de trabalho americano, com destaque para o “payroll”, que veio abaixo da expectativa, mas com revisões altistas para os meses anteriores. No Reino Unido, o banco central cortou a taxa de juros em 0,25%, como esperado, mas com composição dos votos mais dovish. No México, a decisão foi pelo corte de 0,50%, com sinalização de possibilidade de nova queda na próxima reunião. Ainda, o noticiário a respeito das tarifas a serem impostas pelo Trump seguiu intenso, com postergação do início da taxação sobre México e Canadá, e ameaça de imposição de tarifas por parte da China.<br>
⁠<br>
No Brasil, o foco da semana foi a divulgação da ata do Copom, mais hawkish que o comunicado, detalhando as alterações sobre o balanço de riscos e a cautela com as expectativas sobre a atividade. Foram divulgados dados de atividade (indústria), melhores que o esperado. No final da semana, foram divulgadas e desmentidas notícias sobre um possível reajuste do Bolsa Família.<br>
⁠<br>
Nos EUA, os vértices mais curtos da curva de juros abriram, e os mais longos fecharam (“flattening”), enquanto as bolsas tiveram desempenho misto: S&amp;P500 -0,24%, Nasdaq +0,06% e Russell2000 -0,35%. No Brasil, os juros abriram (jan/27 +22 bps), o Ibovespa caiu 1,2% e o real valorizou 0,60%.<br>
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⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar dados de inflação e atividade nos EUA e no Brasil, a fala do presidente do Fed e o noticiário resultante da retomada das atividades no Congresso.<br>
⁠<br>
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, foram divulgados dados do mercado de trabalho americano, com destaque para o “payroll”, que veio abaixo da expectativa, mas com revisões altistas para os meses anteriores. No Reino Unido, o banco central cortou a taxa de juros em 0,25%, como esperado, mas com composição dos votos mais dovish. No México, a decisão foi pelo corte de 0,50%, com sinalização de possibilidade de nova queda na próxima reunião. Ainda, o noticiário a respeito das tarifas a serem impostas pelo Trump seguiu intenso, com postergação do início da taxação sobre México e Canadá, e ameaça de imposição de tarifas por parte da China.⁠No Brasil, o foco da semana foi a divulgação da ata do Copom, mais hawkish que o comunicado, detalhando as alterações sobre o balanço de riscos e a cautela com as expectativas sobre a atividade. Foram divulgados dados de atividade (indústria), melhores que o esperado. No final da semana, foram divulgadas e desmentidas notícias sobre um possível reajuste do Bolsa Família.⁠Nos EUA, os vértices mais curtos da curva de juros abriram, e os mais longos fecharam (“flattening”), enquanto as bolsas tiveram desempenho misto: S&amp;P500 -0,24%, Nasdaq +0,06% e Russell2000 -0,35%. No Brasil, os juros abriram (jan/27 +22 bps), o Ibovespa caiu 1,2% e o real valorizou 0,60%.⁠⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar dados de inflação e atividade nos EUA e no Brasil, a fala do presidente do Fed e o noticiário resultante da retomada das atividades no Congresso.⁠⁠Não deixe de conferir!⁠]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>Call Mensal - Janeiro 2025</title>
        <itunes:title>Call Mensal - Janeiro 2025</itunes:title>
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                    <comments>https://novuscapital.podbean.com/e/call-mensal-janeiro-2025/#comments</comments>        <pubDate>Thu, 06 Feb 2025 19:18:46 -0300</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>Terça-feira, dia 04/02/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Janeiro. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Terça-feira, dia 04/02/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Janeiro. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Terça-feira, dia 04/02/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Janeiro. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!]]></itunes:summary>
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        <title>NovusCast - 31 de Janeiro 2025</title>
        <itunes:title>NovusCast - 31 de Janeiro 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, a semana foi marcada por decisões dos bancos centrais dos EUA, que manteve a taxa de juros inalterada, da Europa e do Canadá, ambos optando pelo corte de 0,25% - as 3 decisões em linha com o esperado. Também foi divulgado o PIB americano do 4º trimestre de 2024: um pouco abaixo do esperado, mas puxado por consumo mais forte. Houve intenso fluxo de notícias a respeito das tarifas a serem impostas pelo governo Trump, com possível anúncio ao longo do final de semana.
⁠
No Brasil, o destaque foi a reunião do Copom, que conforme a expectativa, optou por elevar a Selic em 1%, mas surpreendeu por não referendar a retórica hawk adotada na última decisão, alterando o balanço de riscos prévio. Foi divulgada nova pesquisa de opinião, que sinalizou continuidade da perda de popularidade do governo Lula – que, posteriormente, concedeu entrevista coletiva. Do lado dos dados econômicos, o Caged e a PNAD Contínua demonstraram desaceleração do mercado de trabalho; e os indicadores de confiança reforçaram essa moderação da atividade no começo do ano.
⁠
Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 5 anos -10 bps), e as bolsas caíram – S&amp;P500 -1%, Nasdaq -1,36% e Russell2000 -0,87%. O começo da semana foi marcado pelo anúncio do novo modelo de inteligência artificial da startup chinesa Deepseek, que impactou as empresas americanas (Nvidia -16% na semana). No Brasil, os juros também fecharam (jan/31 -42 bps), o Ibovespa subiu 3%, e o real valorizou 1,19%.
⁠
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de inflação na Zona do Euro e de mercado de trabalho nos EUA e, por aqui, a ata do Copom e o retorno das atividades do Congresso.
⁠
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
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No cenário internacional, a semana foi marcada por decisões dos bancos centrais dos EUA, que manteve a taxa de juros inalterada, da Europa e do Canadá, ambos optando pelo corte de 0,25% - as 3 decisões em linha com o esperado. Também foi divulgado o PIB americano do 4º trimestre de 2024: um pouco abaixo do esperado, mas puxado por consumo mais forte. Houve intenso fluxo de notícias a respeito das tarifas a serem impostas pelo governo Trump, com possível anúncio ao longo do final de semana.<br>
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No Brasil, o destaque foi a reunião do Copom, que conforme a expectativa, optou por elevar a Selic em 1%, mas surpreendeu por não referendar a retórica hawk adotada na última decisão, alterando o balanço de riscos prévio. Foi divulgada nova pesquisa de opinião, que sinalizou continuidade da perda de popularidade do governo Lula – que, posteriormente, concedeu entrevista coletiva. Do lado dos dados econômicos, o Caged e a PNAD Contínua demonstraram desaceleração do mercado de trabalho; e os indicadores de confiança reforçaram essa moderação da atividade no começo do ano.<br>
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Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 5 anos -10 bps), e as bolsas caíram – S&amp;P500 -1%, Nasdaq -1,36% e Russell2000 -0,87%. O começo da semana foi marcado pelo anúncio do novo modelo de inteligência artificial da startup chinesa Deepseek, que impactou as empresas americanas (Nvidia -16% na semana). No Brasil, os juros também fecharam (jan/31 -42 bps), o Ibovespa subiu 3%, e o real valorizou 1,19%.<br>
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⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de inflação na Zona do Euro e de mercado de trabalho nos EUA e, por aqui, a ata do Copom e o retorno das atividades do Congresso.<br>
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⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, a semana foi marcada por decisões dos bancos centrais dos EUA, que manteve a taxa de juros inalterada, da Europa e do Canadá, ambos optando pelo corte de 0,25% - as 3 decisões em linha com o esperado. Também foi divulgado o PIB americano do 4º trimestre de 2024: um pouco abaixo do esperado, mas puxado por consumo mais forte. Houve intenso fluxo de notícias a respeito das tarifas a serem impostas pelo governo Trump, com possível anúncio ao longo do final de semana.⁠No Brasil, o destaque foi a reunião do Copom, que conforme a expectativa, optou por elevar a Selic em 1%, mas surpreendeu por não referendar a retórica hawk adotada na última decisão, alterando o balanço de riscos prévio. Foi divulgada nova pesquisa de opinião, que sinalizou continuidade da perda de popularidade do governo Lula – que, posteriormente, concedeu entrevista coletiva. Do lado dos dados econômicos, o Caged e a PNAD Contínua demonstraram desaceleração do mercado de trabalho; e os indicadores de confiança reforçaram essa moderação da atividade no começo do ano.⁠Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 5 anos -10 bps), e as bolsas caíram – S&amp;P500 -1%, Nasdaq -1,36% e Russell2000 -0,87%. O começo da semana foi marcado pelo anúncio do novo modelo de inteligência artificial da startup chinesa Deepseek, que impactou as empresas americanas (Nvidia -16% na semana). No Brasil, os juros também fecharam (jan/31 -42 bps), o Ibovespa subiu 3%, e o real valorizou 1,19%.⁠⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de inflação na Zona do Euro e de mercado de trabalho nos EUA e, por aqui, a ata do Copom e o retorno das atividades do Congresso.⁠⁠Não deixe de conferir!⁠]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 24 de Janeiro 2025</title>
        <itunes:title>NovusCast - 24 de Janeiro 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Gabriel Abelheira, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, o destaque foi a posse do Trump, que na largada assinou uma série de ordens executivas, que de certa forma servem de indicação das prioridades do governo: o foco, por ora, foi em imigração e energia, visando uma queda nos preços de petróleo. No Japão, o banco central se reuniu, decidindo elevar a taxa de juros em 0,25%, reiterando que considera que as taxas ainda estão em patamar abaixo do neutro. Foram também divulgados dados de atividade (PMIs) na Europa, com surpresa positiva; e nos EUA, com surpresa negativa em serviços – mas provavelmente impactados pelo clima e pelas queimadas por lá.
⁠
No Brasil, foi divulgado o IPCA-15 de janeiro, com headline mais forte que o esperado e composição ruim, demonstrando pressão na parte de serviços subjacentes – ponto de atenção do BCB. No âmbito político, foram noticiadas possíveis medidas para reduzir os preços dos alimentos, que resultaram em mais um impacto negativo para a imagem do governo.
⁠
Nos EUA, a curva de juros fechou sem variações muito expressivas, as bolsas em alta – S&amp;P500 +1,74%, Nasdaq +1,55% e Russell2000 +1,4%, e o dólar enfraquecido (DXY -1,73%). No Brasil, o jan/26 abriu 18 bps, enquanto os vértices mais longos ficaram próximos à estabilidade, o Ibovespa subiu apenas 0,08%, e o real valorizou 2,8%.
⁠
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar as reuniões dos bancos centrais dos EUA, da Europa, do Canadá e do Brasil; dados de atividade nos EUA; de atividade e inflação na Europa; e de mercado de trabalho e fiscais aqui no Brasil.
⁠
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Gabriel Abelheira, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
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No cenário internacional, o destaque foi a posse do Trump, que na largada assinou uma série de ordens executivas, que de certa forma servem de indicação das prioridades do governo: o foco, por ora, foi em imigração e energia, visando uma queda nos preços de petróleo. No Japão, o banco central se reuniu, decidindo elevar a taxa de juros em 0,25%, reiterando que considera que as taxas ainda estão em patamar abaixo do neutro. Foram também divulgados dados de atividade (PMIs) na Europa, com surpresa positiva; e nos EUA, com surpresa negativa em serviços – mas provavelmente impactados pelo clima e pelas queimadas por lá.<br>
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No Brasil, foi divulgado o IPCA-15 de janeiro, com headline mais forte que o esperado e composição ruim, demonstrando pressão na parte de serviços subjacentes – ponto de atenção do BCB. No âmbito político, foram noticiadas possíveis medidas para reduzir os preços dos alimentos, que resultaram em mais um impacto negativo para a imagem do governo.<br>
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Nos EUA, a curva de juros fechou sem variações muito expressivas, as bolsas em alta – S&amp;P500 +1,74%, Nasdaq +1,55% e Russell2000 +1,4%, e o dólar enfraquecido (DXY -1,73%). No Brasil, o jan/26 abriu 18 bps, enquanto os vértices mais longos ficaram próximos à estabilidade, o Ibovespa subiu apenas 0,08%, e o real valorizou 2,8%.<br>
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⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar as reuniões dos bancos centrais dos EUA, da Europa, do Canadá e do Brasil; dados de atividade nos EUA; de atividade e inflação na Europa; e de mercado de trabalho e fiscais aqui no Brasil.<br>
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⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Gabriel Abelheira, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, o destaque foi a posse do Trump, que na largada assinou uma série de ordens executivas, que de certa forma servem de indicação das prioridades do governo: o foco, por ora, foi em imigração e energia, visando uma queda nos preços de petróleo. No Japão, o banco central se reuniu, decidindo elevar a taxa de juros em 0,25%, reiterando que considera que as taxas ainda estão em patamar abaixo do neutro. Foram também divulgados dados de atividade (PMIs) na Europa, com surpresa positiva; e nos EUA, com surpresa negativa em serviços – mas provavelmente impactados pelo clima e pelas queimadas por lá.⁠No Brasil, foi divulgado o IPCA-15 de janeiro, com headline mais forte que o esperado e composição ruim, demonstrando pressão na parte de serviços subjacentes – ponto de atenção do BCB. No âmbito político, foram noticiadas possíveis medidas para reduzir os preços dos alimentos, que resultaram em mais um impacto negativo para a imagem do governo.⁠Nos EUA, a curva de juros fechou sem variações muito expressivas, as bolsas em alta – S&amp;P500 +1,74%, Nasdaq +1,55% e Russell2000 +1,4%, e o dólar enfraquecido (DXY -1,73%). No Brasil, o jan/26 abriu 18 bps, enquanto os vértices mais longos ficaram próximos à estabilidade, o Ibovespa subiu apenas 0,08%, e o real valorizou 2,8%.⁠⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar as reuniões dos bancos centrais dos EUA, da Europa, do Canadá e do Brasil; dados de atividade nos EUA; de atividade e inflação na Europa; e de mercado de trabalho e fiscais aqui no Brasil.⁠⁠Não deixe de conferir!⁠]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 17 de Janeiro 2025</title>
        <itunes:title>NovusCast - 17 de Janeiro 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, o destaque foi a divulgação dos dados de inflação nos EUA (PPI e CPI), um pouco abaixo do esperado, gerando expectativa similar para o PCE. Ainda por lá, foram divulgados dados de vendas no varejo e produção industrial, indicando atividade forte; e o diretor Christopher Waller, do Fed, trouxe discurso dove, indicando tranquilidade a respeito dos dados e expectativa de 3 a 4 cortes de juros ao longo do ano. No Reino Unido, os dados de inflação também surpreenderam positivamente.
⁠
No Brasil, foram divulgados dados de atividade (PMS – serviços), mais fracos que o esperado, que levaram a revisões baixistas para o PIB do 4º trimestre. Entretanto, as atenções ficaram voltadas para a polêmica ao redor do tema de uma suposta taxação do PIX, que levou o governo a recuar e revogar a norma da Receita Federal que tratava do monitoramento das movimentações financeiras.
⁠
Nos EUA, os juros fecharam na semana (5 anos -15 bps), e as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P500 +2,91%, Nasdaq +2,85% e Russell2000 +3,96%. No Reino Unido, os juros também fecharam (entre 15 e 20 bps). No Brasil, o jan/26 fechou 10 bps, enquanto o jan/35 abriu 12 bps, e o Ibovespa subiu 2,94%.
⁠
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar a posse do novo presidente americano, Donald Trump; dados de atividade (PMIs) na Europa; reunião do banco central do Japão (BoJ); e divulgação do IPCA-15 aqui no Brasil.
⁠
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
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No cenário internacional, o destaque foi a divulgação dos dados de inflação nos EUA (PPI e CPI), um pouco abaixo do esperado, gerando expectativa similar para o PCE. Ainda por lá, foram divulgados dados de vendas no varejo e produção industrial, indicando atividade forte; e o diretor Christopher Waller, do Fed, trouxe discurso dove, indicando tranquilidade a respeito dos dados e expectativa de 3 a 4 cortes de juros ao longo do ano. No Reino Unido, os dados de inflação também surpreenderam positivamente.<br>
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No Brasil, foram divulgados dados de atividade (PMS – serviços), mais fracos que o esperado, que levaram a revisões baixistas para o PIB do 4º trimestre. Entretanto, as atenções ficaram voltadas para a polêmica ao redor do tema de uma suposta taxação do PIX, que levou o governo a recuar e revogar a norma da Receita Federal que tratava do monitoramento das movimentações financeiras.<br>
⁠<br>
Nos EUA, os juros fecharam na semana (5 anos -15 bps), e as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P500 +2,91%, Nasdaq +2,85% e Russell2000 +3,96%. No Reino Unido, os juros também fecharam (entre 15 e 20 bps). No Brasil, o jan/26 fechou 10 bps, enquanto o jan/35 abriu 12 bps, e o Ibovespa subiu 2,94%.<br>
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⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar a posse do novo presidente americano, Donald Trump; dados de atividade (PMIs) na Europa; reunião do banco central do Japão (BoJ); e divulgação do IPCA-15 aqui no Brasil.<br>
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⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, o destaque foi a divulgação dos dados de inflação nos EUA (PPI e CPI), um pouco abaixo do esperado, gerando expectativa similar para o PCE. Ainda por lá, foram divulgados dados de vendas no varejo e produção industrial, indicando atividade forte; e o diretor Christopher Waller, do Fed, trouxe discurso dove, indicando tranquilidade a respeito dos dados e expectativa de 3 a 4 cortes de juros ao longo do ano. No Reino Unido, os dados de inflação também surpreenderam positivamente.⁠No Brasil, foram divulgados dados de atividade (PMS – serviços), mais fracos que o esperado, que levaram a revisões baixistas para o PIB do 4º trimestre. Entretanto, as atenções ficaram voltadas para a polêmica ao redor do tema de uma suposta taxação do PIX, que levou o governo a recuar e revogar a norma da Receita Federal que tratava do monitoramento das movimentações financeiras.⁠Nos EUA, os juros fecharam na semana (5 anos -15 bps), e as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P500 +2,91%, Nasdaq +2,85% e Russell2000 +3,96%. No Reino Unido, os juros também fecharam (entre 15 e 20 bps). No Brasil, o jan/26 fechou 10 bps, enquanto o jan/35 abriu 12 bps, e o Ibovespa subiu 2,94%.⁠⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar a posse do novo presidente americano, Donald Trump; dados de atividade (PMIs) na Europa; reunião do banco central do Japão (BoJ); e divulgação do IPCA-15 aqui no Brasil.⁠⁠Não deixe de conferir!⁠]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 10 de Janeiro 2025</title>
        <itunes:title>NovusCast - 10 de Janeiro 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Gabriel Abelheira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, o destaque foi a divulgação dos dados referentes ao mercado de trabalho americano, com destaque para o payroll, que trouxe surpresa altista significativa no número de contratações, além de queda no desemprego. Alguns membros do Fed falaram ao longo da semana, reforçando que não há urgência para novos cortes – e diversos bancos americanos alteraram a perspectiva para condução de política monetária por lá ao longo do ano. O Elon Musk declarou que tem dúvidas se de fato será possível cortar os US$2 trilhões em gastos projetados anteriormente.
⁠
No Brasil, foi divulgado o IPCA de dezembro, em linha com o esperado, mas elevando a preocupação sobre a pressão nos núcleos de serviços e industriais. Foram divulgados também alguns dados de atividade mais fracos que o esperado.
⁠
Nos EUA, os juros de 5 e 10 anos abriram 16 bps, e as bolsas tiveram performance negativa – S&amp;P500 -1,94%, Nasdaq -2,24% e Russell2000 -3,49%. No Brasil, o destaque foi o juro longo (jan/35 +30 bps); o Ibovespa subiu 0,27% e, o real, 1,27%.
⁠
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de inflação nos EUA e no Reino Unido, além de dados de atividade nos EUA (varejo) e no Brasil (PMS – serviços).
⁠
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Gabriel Abelheira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
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No cenário internacional, o destaque foi a divulgação dos dados referentes ao mercado de trabalho americano, com destaque para o payroll, que trouxe surpresa altista significativa no número de contratações, além de queda no desemprego. Alguns membros do Fed falaram ao longo da semana, reforçando que não há urgência para novos cortes – e diversos bancos americanos alteraram a perspectiva para condução de política monetária por lá ao longo do ano. O Elon Musk declarou que tem dúvidas se de fato será possível cortar os US$2 trilhões em gastos projetados anteriormente.<br>
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No Brasil, foi divulgado o IPCA de dezembro, em linha com o esperado, mas elevando a preocupação sobre a pressão nos núcleos de serviços e industriais. Foram divulgados também alguns dados de atividade mais fracos que o esperado.<br>
⁠<br>
Nos EUA, os juros de 5 e 10 anos abriram 16 bps, e as bolsas tiveram performance negativa – S&amp;P500 -1,94%, Nasdaq -2,24% e Russell2000 -3,49%. No Brasil, o destaque foi o juro longo (jan/35 +30 bps); o Ibovespa subiu 0,27% e, o real, 1,27%.<br>
⁠<br>
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de inflação nos EUA e no Reino Unido, além de dados de atividade nos EUA (varejo) e no Brasil (PMS – serviços).<br>
⁠<br>
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Gabriel Abelheira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, o destaque foi a divulgação dos dados referentes ao mercado de trabalho americano, com destaque para o payroll, que trouxe surpresa altista significativa no número de contratações, além de queda no desemprego. Alguns membros do Fed falaram ao longo da semana, reforçando que não há urgência para novos cortes – e diversos bancos americanos alteraram a perspectiva para condução de política monetária por lá ao longo do ano. O Elon Musk declarou que tem dúvidas se de fato será possível cortar os US$2 trilhões em gastos projetados anteriormente.⁠No Brasil, foi divulgado o IPCA de dezembro, em linha com o esperado, mas elevando a preocupação sobre a pressão nos núcleos de serviços e industriais. Foram divulgados também alguns dados de atividade mais fracos que o esperado.⁠Nos EUA, os juros de 5 e 10 anos abriram 16 bps, e as bolsas tiveram performance negativa – S&amp;P500 -1,94%, Nasdaq -2,24% e Russell2000 -3,49%. No Brasil, o destaque foi o juro longo (jan/35 +30 bps); o Ibovespa subiu 0,27% e, o real, 1,27%.⁠⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de inflação nos EUA e no Reino Unido, além de dados de atividade nos EUA (varejo) e no Brasil (PMS – serviços).⁠⁠Não deixe de conferir!⁠]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>Call Mensal - Dezembro 2024</title>
        <itunes:title>Call Mensal - Dezembro 2024</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Terça-feira, dia 07/01/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Dezembro. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Terça-feira, dia 07/01/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Dezembro. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Terça-feira, dia 07/01/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Dezembro. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!]]></itunes:summary>
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        <title>NovusCast - 03 de Janeiro 2025</title>
        <itunes:title>NovusCast - 03 de Janeiro 2025</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luis André Oliveira, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, foram divulgados dados de atividade (ISM de manufaturas) nos EUA, um pouco mais altos que o esperado, com melhora em componentes de demanda e queda em componentes de emprego. Também foi oficializado o fim do acordo que permitia o envio de gás russo para a Europa através do território da Ucrânia, como amplamente esperado. Foram divulgadas notícias de que o presidente Biden está planejando banir perfurações de petróleo e gás em certas áreas federais, através de uma lei que dificulta reversões futuras, impactando os planos do Trump de aumento de produção. O Mike Johnson foi reeleito como presidente da Câmara dos Representantes dos EUA. Por fim, foram divulgados dados de atividade também na China, com a parte de manufaturas ainda fraca, mas melhora na parte de serviços e construção.
⁠
No Brasil, o noticiário seguiu repercutindo o bloqueio das emendas parlamentares, mas sem grandes novidades tendo em vista o recesso do Congresso. Ainda, foram divulgados os dados fiscais do BCB relativos a novembro, em linha com o esperado, mas com revisões baixistas no histórico da dívida pública, impactadas pela surpresa altista no PIB nominal do 3º tri/2024.
⁠
Nos EUA, os juros fecharam entre 2 e 5 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P500 -0,48%, Nasdaq -0,68% e Russell2000 +1,06%. O petróleo subiu quase 5%, enquanto o XLE (índice setorial de energia americano) subiu 3,44%. No Brasil, o jan/26 fechou 29 bps, o Ibovespa caiu 1,44% e o real ficou estável.
⁠
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de inflação no Brasil e na Zona do Euro, de mercado de trabalho nos EUA, e de atividade (indústria e varejo) também por aqui.
⁠
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luis André Oliveira, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
⁠<br>
No cenário internacional, foram divulgados dados de atividade (ISM de manufaturas) nos EUA, um pouco mais altos que o esperado, com melhora em componentes de demanda e queda em componentes de emprego. Também foi oficializado o fim do acordo que permitia o envio de gás russo para a Europa através do território da Ucrânia, como amplamente esperado. Foram divulgadas notícias de que o presidente Biden está planejando banir perfurações de petróleo e gás em certas áreas federais, através de uma lei que dificulta reversões futuras, impactando os planos do Trump de aumento de produção. O Mike Johnson foi reeleito como presidente da Câmara dos Representantes dos EUA. Por fim, foram divulgados dados de atividade também na China, com a parte de manufaturas ainda fraca, mas melhora na parte de serviços e construção.<br>
⁠<br>
No Brasil, o noticiário seguiu repercutindo o bloqueio das emendas parlamentares, mas sem grandes novidades tendo em vista o recesso do Congresso. Ainda, foram divulgados os dados fiscais do BCB relativos a novembro, em linha com o esperado, mas com revisões baixistas no histórico da dívida pública, impactadas pela surpresa altista no PIB nominal do 3º tri/2024.<br>
⁠<br>
Nos EUA, os juros fecharam entre 2 e 5 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P500 -0,48%, Nasdaq -0,68% e Russell2000 +1,06%. O petróleo subiu quase 5%, enquanto o XLE (índice setorial de energia americano) subiu 3,44%. No Brasil, o jan/26 fechou 29 bps, o Ibovespa caiu 1,44% e o real ficou estável.<br>
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⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de inflação no Brasil e na Zona do Euro, de mercado de trabalho nos EUA, e de atividade (indústria e varejo) também por aqui.<br>
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⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luis André Oliveira, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, foram divulgados dados de atividade (ISM de manufaturas) nos EUA, um pouco mais altos que o esperado, com melhora em componentes de demanda e queda em componentes de emprego. Também foi oficializado o fim do acordo que permitia o envio de gás russo para a Europa através do território da Ucrânia, como amplamente esperado. Foram divulgadas notícias de que o presidente Biden está planejando banir perfurações de petróleo e gás em certas áreas federais, através de uma lei que dificulta reversões futuras, impactando os planos do Trump de aumento de produção. O Mike Johnson foi reeleito como presidente da Câmara dos Representantes dos EUA. Por fim, foram divulgados dados de atividade também na China, com a parte de manufaturas ainda fraca, mas melhora na parte de serviços e construção.⁠No Brasil, o noticiário seguiu repercutindo o bloqueio das emendas parlamentares, mas sem grandes novidades tendo em vista o recesso do Congresso. Ainda, foram divulgados os dados fiscais do BCB relativos a novembro, em linha com o esperado, mas com revisões baixistas no histórico da dívida pública, impactadas pela surpresa altista no PIB nominal do 3º tri/2024.⁠Nos EUA, os juros fecharam entre 2 e 5 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P500 -0,48%, Nasdaq -0,68% e Russell2000 +1,06%. O petróleo subiu quase 5%, enquanto o XLE (índice setorial de energia americano) subiu 3,44%. No Brasil, o jan/26 fechou 29 bps, o Ibovespa caiu 1,44% e o real ficou estável.⁠⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de inflação no Brasil e na Zona do Euro, de mercado de trabalho nos EUA, e de atividade (indústria e varejo) também por aqui.⁠⁠Não deixe de conferir!⁠]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 27 de Dezembro 2024</title>
        <itunes:title>NovusCast - 27 de Dezembro 2024</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Tomás Goulart debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, foi divulgada a inflação de Tóquio, que, apesar de ter vindo marginalmente abaixo da esperada, não foi suficiente para conter o movimento de abertura dos juros, tendo em vista a estabilização do core acima de 2%.
⁠
No Brasil, também foi divulgado dado de inflação (IPCA-15), significativamente abaixo da expectativa, mas com composição bastante negativa: serviços subjacentes indo para patamar mais elevado que anteriormente. Foram divulgados também dado de mercado de trabalho, um pouco mais fracos que o esperado. Ainda, o ministro Flávio Dino, do STF, determinou a suspensão do pagamento das emendas parlamentares, elevando o clima de tensão entre os três Poderes.
⁠
Nos EUA, o juro de 10 anos abriu 10 bps, fazendo máxima recente; e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&amp;P500 +0,67%, Nasdaq +0,86% e Russell2000 +0,10%. No Brasil, a curva de juros teve mais uma semana de forte abertura (jan/31 +113 bps), o Ibovespa caiu 1,50% e, o real, -1,73%.
⁠
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de atividade nos EUA e na China.
⁠
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Tomás Goulart debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
⁠<br>
No cenário internacional, foi divulgada a inflação de Tóquio, que, apesar de ter vindo marginalmente abaixo da esperada, não foi suficiente para conter o movimento de abertura dos juros, tendo em vista a estabilização do core acima de 2%.<br>
⁠<br>
No Brasil, também foi divulgado dado de inflação (IPCA-15), significativamente abaixo da expectativa, mas com composição bastante negativa: serviços subjacentes indo para patamar mais elevado que anteriormente. Foram divulgados também dado de mercado de trabalho, um pouco mais fracos que o esperado. Ainda, o ministro Flávio Dino, do STF, determinou a suspensão do pagamento das emendas parlamentares, elevando o clima de tensão entre os três Poderes.<br>
⁠<br>
Nos EUA, o juro de 10 anos abriu 10 bps, fazendo máxima recente; e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&amp;P500 +0,67%, Nasdaq +0,86% e Russell2000 +0,10%. No Brasil, a curva de juros teve mais uma semana de forte abertura (jan/31 +113 bps), o Ibovespa caiu 1,50% e, o real, -1,73%.<br>
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⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de atividade nos EUA e na China.<br>
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⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Tomás Goulart debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, foi divulgada a inflação de Tóquio, que, apesar de ter vindo marginalmente abaixo da esperada, não foi suficiente para conter o movimento de abertura dos juros, tendo em vista a estabilização do core acima de 2%.⁠No Brasil, também foi divulgado dado de inflação (IPCA-15), significativamente abaixo da expectativa, mas com composição bastante negativa: serviços subjacentes indo para patamar mais elevado que anteriormente. Foram divulgados também dado de mercado de trabalho, um pouco mais fracos que o esperado. Ainda, o ministro Flávio Dino, do STF, determinou a suspensão do pagamento das emendas parlamentares, elevando o clima de tensão entre os três Poderes.⁠Nos EUA, o juro de 10 anos abriu 10 bps, fazendo máxima recente; e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&amp;P500 +0,67%, Nasdaq +0,86% e Russell2000 +0,10%. No Brasil, a curva de juros teve mais uma semana de forte abertura (jan/31 +113 bps), o Ibovespa caiu 1,50% e, o real, -1,73%.⁠⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de atividade nos EUA e na China.⁠⁠Não deixe de conferir!⁠]]></itunes:summary>
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        <title>NovusCast - 20 de Dezembro 2024</title>
        <itunes:title>NovusCast - 20 de Dezembro 2024</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, o principal evento da semana foi a reunião do Fed, que anunciou corte de 0,25% na taxa de juros, com revisões altistas das projeções de inflação. Foram divulgados também alguns dados econômicos, mas sem surpresas relevantes frente às expectativas, corroborando as estimativas de crescimento do PIB ao redor de 3% no 4º trimestre do ano. Ainda por lá, está em andamento a aprovação do Orçamento – caso não seja alcançada, pode gerar paralisação do governo. No Reino Unido, o banco central manteve a taxa de juros inalterada, mantendo o guidance de ajustes graduais, e os números de salário vieram mais elevados que o esperado. 
⁠
No Brasil, a ata do Copom reafirmou a intenção de mais 2 altas de 1% na taxa de juros, reforçando o tom hawk trazido na reunião. Foi aprovado no Congresso o pacote fiscal, com algumas alterações que desidrataram a proposta inicial. O BCB vendeu uma quantia significativa da reserva de dólares; e ao final da semana o presidente Lula divulgou um vídeo ao lado de alguns ministros dando boas-vindas ao novo presidente da entidade, Gabriel Galípolo.
⁠
Nos EUA, o juro de 5 anos abriu 13 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P500 -1,99%, Nasdaq -2,25% e Russell2000 -4,45%. No Brasil, a semana foi novamente marcada por grande volatilidade, encerrada com o jan/31 abrindo apenas 7 bps, o Ibovespa em queda de 2,01% e o real -0,47%.</p>
<p>⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar dados de atividade nos EUA, e dados de inflação no Japão e no Brasil.
⁠
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
⁠<br>
No cenário internacional, o principal evento da semana foi a reunião do Fed, que anunciou corte de 0,25% na taxa de juros, com revisões altistas das projeções de inflação. Foram divulgados também alguns dados econômicos, mas sem surpresas relevantes frente às expectativas, corroborando as estimativas de crescimento do PIB ao redor de 3% no 4º trimestre do ano. Ainda por lá, está em andamento a aprovação do Orçamento – caso não seja alcançada, pode gerar paralisação do governo. No Reino Unido, o banco central manteve a taxa de juros inalterada, mantendo o guidance de ajustes graduais, e os números de salário vieram mais elevados que o esperado. <br>
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No Brasil, a ata do Copom reafirmou a intenção de mais 2 altas de 1% na taxa de juros, reforçando o tom hawk trazido na reunião. Foi aprovado no Congresso o pacote fiscal, com algumas alterações que desidrataram a proposta inicial. O BCB vendeu uma quantia significativa da reserva de dólares; e ao final da semana o presidente Lula divulgou um vídeo ao lado de alguns ministros dando boas-vindas ao novo presidente da entidade, Gabriel Galípolo.<br>
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Nos EUA, o juro de 5 anos abriu 13 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P500 -1,99%, Nasdaq -2,25% e Russell2000 -4,45%. No Brasil, a semana foi novamente marcada por grande volatilidade, encerrada com o jan/31 abrindo apenas 7 bps, o Ibovespa em queda de 2,01% e o real -0,47%.</p>
<p>⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar dados de atividade nos EUA, e dados de inflação no Japão e no Brasil.<br>
⁠<br>
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, o principal evento da semana foi a reunião do Fed, que anunciou corte de 0,25% na taxa de juros, com revisões altistas das projeções de inflação. Foram divulgados também alguns dados econômicos, mas sem surpresas relevantes frente às expectativas, corroborando as estimativas de crescimento do PIB ao redor de 3% no 4º trimestre do ano. Ainda por lá, está em andamento a aprovação do Orçamento – caso não seja alcançada, pode gerar paralisação do governo. No Reino Unido, o banco central manteve a taxa de juros inalterada, mantendo o guidance de ajustes graduais, e os números de salário vieram mais elevados que o esperado. ⁠No Brasil, a ata do Copom reafirmou a intenção de mais 2 altas de 1% na taxa de juros, reforçando o tom hawk trazido na reunião. Foi aprovado no Congresso o pacote fiscal, com algumas alterações que desidrataram a proposta inicial. O BCB vendeu uma quantia significativa da reserva de dólares; e ao final da semana o presidente Lula divulgou um vídeo ao lado de alguns ministros dando boas-vindas ao novo presidente da entidade, Gabriel Galípolo.⁠Nos EUA, o juro de 5 anos abriu 13 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&amp;P500 -1,99%, Nasdaq -2,25% e Russell2000 -4,45%. No Brasil, a semana foi novamente marcada por grande volatilidade, encerrada com o jan/31 abrindo apenas 7 bps, o Ibovespa em queda de 2,01% e o real -0,47%.
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar dados de atividade nos EUA, e dados de inflação no Japão e no Brasil.⁠⁠Não deixe de conferir!⁠]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 13 de Dezembro 2024</title>
        <itunes:title>NovusCast - 13 de Dezembro 2024</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, foram divulgados diversos números de inflação nos EUA, com destaque para o CPI, que veio em linha com o esperado, demonstrando desaceleração no componente de habitação. Em conjunto com os demais dados, levou a revisões baixistas para as projeções do PCE – mas, apesar disso, a variação esperada ainda é elevada. Ainda, os bancos centrais da Europa, do Canadá e da Austrália se reuniram, reduzindo os juros em 0,25%, 0,50% e mantendo inalterado, respectivamente – em linha com a expectativa.
⁠
No Brasil, o headline do IPCA veio de acordo com o esperado, mas núcleos vieram mais pressionados, enquanto os dados de comércio e serviços surpreenderam para cima, demonstrando que a atividade segue muito forte no início do 4º trimestre. Também houve decisão do Copom, que subiu o juro em 1%, anunciando mais 2 altas de mesma magnitude, mais hawk que o esperado. Ainda, o presidente Lula foi internado no começo da semana, o que impactou bastante os mercados, tendo em vista as chances de ser ou não candidato à presidência em 2026. 
⁠
Nos EUA, o juro de 30 anos abriu 26 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P500 -0,64%, Nasdaq +0,73% e Russell2000 -2,58%. No Brasil, os juros também abriram (jan/26 +44 bps), o Ibovespa caiu 1,06% e o real valorizou 0,50%. O petróleo subiu 5,83%.
⁠
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar dados de atividade na China e nos EUA, as decisões dos bancos centrais americano, inglês e japonês e, por aqui, a ata do Copom e o Relatório Trimestral de Inflação.
⁠
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
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No cenário internacional, foram divulgados diversos números de inflação nos EUA, com destaque para o CPI, que veio em linha com o esperado, demonstrando desaceleração no componente de habitação. Em conjunto com os demais dados, levou a revisões baixistas para as projeções do PCE – mas, apesar disso, a variação esperada ainda é elevada. Ainda, os bancos centrais da Europa, do Canadá e da Austrália se reuniram, reduzindo os juros em 0,25%, 0,50% e mantendo inalterado, respectivamente – em linha com a expectativa.<br>
⁠<br>
No Brasil, o headline do IPCA veio de acordo com o esperado, mas núcleos vieram mais pressionados, enquanto os dados de comércio e serviços surpreenderam para cima, demonstrando que a atividade segue muito forte no início do 4º trimestre. Também houve decisão do Copom, que subiu o juro em 1%, anunciando mais 2 altas de mesma magnitude, mais hawk que o esperado. Ainda, o presidente Lula foi internado no começo da semana, o que impactou bastante os mercados, tendo em vista as chances de ser ou não candidato à presidência em 2026. <br>
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Nos EUA, o juro de 30 anos abriu 26 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P500 -0,64%, Nasdaq +0,73% e Russell2000 -2,58%. No Brasil, os juros também abriram (jan/26 +44 bps), o Ibovespa caiu 1,06% e o real valorizou 0,50%. O petróleo subiu 5,83%.<br>
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⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar dados de atividade na China e nos EUA, as decisões dos bancos centrais americano, inglês e japonês e, por aqui, a ata do Copom e o Relatório Trimestral de Inflação.<br>
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⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, foram divulgados diversos números de inflação nos EUA, com destaque para o CPI, que veio em linha com o esperado, demonstrando desaceleração no componente de habitação. Em conjunto com os demais dados, levou a revisões baixistas para as projeções do PCE – mas, apesar disso, a variação esperada ainda é elevada. Ainda, os bancos centrais da Europa, do Canadá e da Austrália se reuniram, reduzindo os juros em 0,25%, 0,50% e mantendo inalterado, respectivamente – em linha com a expectativa.⁠No Brasil, o headline do IPCA veio de acordo com o esperado, mas núcleos vieram mais pressionados, enquanto os dados de comércio e serviços surpreenderam para cima, demonstrando que a atividade segue muito forte no início do 4º trimestre. Também houve decisão do Copom, que subiu o juro em 1%, anunciando mais 2 altas de mesma magnitude, mais hawk que o esperado. Ainda, o presidente Lula foi internado no começo da semana, o que impactou bastante os mercados, tendo em vista as chances de ser ou não candidato à presidência em 2026. ⁠Nos EUA, o juro de 30 anos abriu 26 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P500 -0,64%, Nasdaq +0,73% e Russell2000 -2,58%. No Brasil, os juros também abriram (jan/26 +44 bps), o Ibovespa caiu 1,06% e o real valorizou 0,50%. O petróleo subiu 5,83%.⁠⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar dados de atividade na China e nos EUA, as decisões dos bancos centrais americano, inglês e japonês e, por aqui, a ata do Copom e o Relatório Trimestral de Inflação.⁠⁠Não deixe de conferir!⁠]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 06 de Dezembro 2024</title>
        <itunes:title>NovusCast - 06 de Dezembro 2024</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, foram divulgados diversos dados econômicos americanos, com destaque para os de mercado de trabalho, que demonstraram continuidade do processo de desaceleração. Além disso, alguns membros do Fed falaram durante a semana: o Waller disse que, caso os dados sigam dentro do esperado, o cenário base dele é de novo corte na reunião de dezembro.</p>
<p>No Brasil, foi divulgado o PIB do 3º trimestre de 2024, que seguiu mostrando crescimento robusto. Os dados de produção industrial, apesar de headline mais fraco, mostraram força na parte de bens de capitais e bens duráveis. De toda forma, o noticiário sobre o pacote fiscal seguiu bastante negativo – apesar da aprovação da urgência dos projetos, o Congresso vem apresentando resistência.
⁠
Nos EUA, o juro de 1 ano fechou 10 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P500 +0,96%, Nasdaq +3,31% e Russell2000 -1,06%. O destaque ficou para a bolsa europeia, que subiu 3,61%. No Brasil, os juros tiveram mais uma semana de forte abertura (jan/27 +64 bps), o Ibovespa subiu 0,22% e o real desvalorizou 1,90%.
⁠
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar a divulgação de dados de inflação nos EUA e no Brasil, e as reuniões dos bancos centrais da Europa, do Canadá, da Austrália e também por aqui.
⁠
⁠Não deixe de conferir!⁠⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
⁠<br>
No cenário internacional, foram divulgados diversos dados econômicos americanos, com destaque para os de mercado de trabalho, que demonstraram continuidade do processo de desaceleração. Além disso, alguns membros do Fed falaram durante a semana: o Waller disse que, caso os dados sigam dentro do esperado, o cenário base dele é de novo corte na reunião de dezembro.</p>
<p>No Brasil, foi divulgado o PIB do 3º trimestre de 2024, que seguiu mostrando crescimento robusto. Os dados de produção industrial, apesar de headline mais fraco, mostraram força na parte de bens de capitais e bens duráveis. De toda forma, o noticiário sobre o pacote fiscal seguiu bastante negativo – apesar da aprovação da urgência dos projetos, o Congresso vem apresentando resistência.<br>
⁠<br>
Nos EUA, o juro de 1 ano fechou 10 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P500 +0,96%, Nasdaq +3,31% e Russell2000 -1,06%. O destaque ficou para a bolsa europeia, que subiu 3,61%. No Brasil, os juros tiveram mais uma semana de forte abertura (jan/27 +64 bps), o Ibovespa subiu 0,22% e o real desvalorizou 1,90%.<br>
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⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar a divulgação de dados de inflação nos EUA e no Brasil, e as reuniões dos bancos centrais da Europa, do Canadá, da Austrália e também por aqui.<br>
⁠<br>
⁠Não deixe de conferir!⁠⁠</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, foram divulgados diversos dados econômicos americanos, com destaque para os de mercado de trabalho, que demonstraram continuidade do processo de desaceleração. Além disso, alguns membros do Fed falaram durante a semana: o Waller disse que, caso os dados sigam dentro do esperado, o cenário base dele é de novo corte na reunião de dezembro.
No Brasil, foi divulgado o PIB do 3º trimestre de 2024, que seguiu mostrando crescimento robusto. Os dados de produção industrial, apesar de headline mais fraco, mostraram força na parte de bens de capitais e bens duráveis. De toda forma, o noticiário sobre o pacote fiscal seguiu bastante negativo – apesar da aprovação da urgência dos projetos, o Congresso vem apresentando resistência.⁠Nos EUA, o juro de 1 ano fechou 10 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P500 +0,96%, Nasdaq +3,31% e Russell2000 -1,06%. O destaque ficou para a bolsa europeia, que subiu 3,61%. No Brasil, os juros tiveram mais uma semana de forte abertura (jan/27 +64 bps), o Ibovespa subiu 0,22% e o real desvalorizou 1,90%.⁠⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar a divulgação de dados de inflação nos EUA e no Brasil, e as reuniões dos bancos centrais da Europa, do Canadá, da Austrália e também por aqui.⁠⁠Não deixe de conferir!⁠⁠]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>Call Mensal - Novembro 2024</title>
        <itunes:title>Call Mensal - Novembro 2024</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Quarta-feira, dia 04/12/2024, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Novembro. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Quarta-feira, dia 04/12/2024, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Novembro. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
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        <title>NovusCast - 29 de Novembro 2024</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, foi divulgado indicador de inflação americano referente a outubro (PCE), que veio em linha com o esperado. A minuta da última reunião do FOMC também não trouxe novidades relevantes. Ainda por lá, Scott Bessent, bem-visto em Wall Street, foi confirmado como o escolhido para o cargo de secretário do Tesouro do governo Trump; e o futuro presidente declarou que pretende implementar tarifas expressivas sobre as importações do México e do Canadá. Por fim, foram divulgados dados de inflação também no Japão, mais altos que a expectativa, e na Zona do Euro, mais baixos – puxados pela parte de serviços.
⁠
No Brasil, os dados de mercado de trabalho demonstraram pequena moderação no âmbito formal, enquanto o informal segue avançando de forma robusta; e o IPCA-15 veio um pouco acima do esperado, pressionado pelas passagens aéreas. Entretanto, o destaque da semana foi a divulgação do pacote de corte de gastos, que além de vir mais desidratado que o esperado, veio acompanhado de um anúncio de isenção de imposto de renda para quem ganha até R$5.000, o que foi negativamente interpretado pelo mercado. Por fim, foram anunciados os nomes para a nova diretoria do BCB, a princípio positivos.
⁠
Nos EUA, o juro de 5 anos fechou 25 bps, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&amp;P500 +1,06%, Nasdaq +0,74% e Russell2000 +1,17%. No Brasil, a curva de juros teve forte abertura (jan/26 +68 bps), o Ibovespa caiu 2,68% e o real desvalorizou 2,75%.
⁠
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de atividade e de mercado de trabalho nos EUA e, por aqui, dados de atividade (PIB e produção industrial), além de novas sinalizações por parte do governo.
⁠
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
⁠<br>
No cenário internacional, foi divulgado indicador de inflação americano referente a outubro (PCE), que veio em linha com o esperado. A minuta da última reunião do FOMC também não trouxe novidades relevantes. Ainda por lá, Scott Bessent, bem-visto em Wall Street, foi confirmado como o escolhido para o cargo de secretário do Tesouro do governo Trump; e o futuro presidente declarou que pretende implementar tarifas expressivas sobre as importações do México e do Canadá. Por fim, foram divulgados dados de inflação também no Japão, mais altos que a expectativa, e na Zona do Euro, mais baixos – puxados pela parte de serviços.<br>
⁠<br>
No Brasil, os dados de mercado de trabalho demonstraram pequena moderação no âmbito formal, enquanto o informal segue avançando de forma robusta; e o IPCA-15 veio um pouco acima do esperado, pressionado pelas passagens aéreas. Entretanto, o destaque da semana foi a divulgação do pacote de corte de gastos, que além de vir mais desidratado que o esperado, veio acompanhado de um anúncio de isenção de imposto de renda para quem ganha até R$5.000, o que foi negativamente interpretado pelo mercado. Por fim, foram anunciados os nomes para a nova diretoria do BCB, a princípio positivos.<br>
⁠<br>
Nos EUA, o juro de 5 anos fechou 25 bps, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&amp;P500 +1,06%, Nasdaq +0,74% e Russell2000 +1,17%. No Brasil, a curva de juros teve forte abertura (jan/26 +68 bps), o Ibovespa caiu 2,68% e o real desvalorizou 2,75%.<br>
⁠<br>
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de atividade e de mercado de trabalho nos EUA e, por aqui, dados de atividade (PIB e produção industrial), além de novas sinalizações por parte do governo.<br>
⁠<br>
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, foi divulgado indicador de inflação americano referente a outubro (PCE), que veio em linha com o esperado. A minuta da última reunião do FOMC também não trouxe novidades relevantes. Ainda por lá, Scott Bessent, bem-visto em Wall Street, foi confirmado como o escolhido para o cargo de secretário do Tesouro do governo Trump; e o futuro presidente declarou que pretende implementar tarifas expressivas sobre as importações do México e do Canadá. Por fim, foram divulgados dados de inflação também no Japão, mais altos que a expectativa, e na Zona do Euro, mais baixos – puxados pela parte de serviços.⁠No Brasil, os dados de mercado de trabalho demonstraram pequena moderação no âmbito formal, enquanto o informal segue avançando de forma robusta; e o IPCA-15 veio um pouco acima do esperado, pressionado pelas passagens aéreas. Entretanto, o destaque da semana foi a divulgação do pacote de corte de gastos, que além de vir mais desidratado que o esperado, veio acompanhado de um anúncio de isenção de imposto de renda para quem ganha até R$5.000, o que foi negativamente interpretado pelo mercado. Por fim, foram anunciados os nomes para a nova diretoria do BCB, a princípio positivos.⁠Nos EUA, o juro de 5 anos fechou 25 bps, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&amp;P500 +1,06%, Nasdaq +0,74% e Russell2000 +1,17%. No Brasil, a curva de juros teve forte abertura (jan/26 +68 bps), o Ibovespa caiu 2,68% e o real desvalorizou 2,75%.⁠⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar os dados de atividade e de mercado de trabalho nos EUA e, por aqui, dados de atividade (PIB e produção industrial), além de novas sinalizações por parte do governo.⁠⁠Não deixe de conferir!⁠]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 22 de Novembro 2024</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luis André Oliveira, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, foram divulgados dados de atividade (PMIs) de diversos países, reforçando a divergência entre os Estados Unidos e o restante do mundo, especialmente a Europa, onde as 2 maiores economias (França e Alemanha) foram as principais forças baixistas. Novos nomes para o governo Trump foram veiculados, havendo a expectativa que Scott Bessent ou Kevin Warsh assumam o cargo de secretário do Tesouro. Por fim, houve intensificação dos ataques entre Rússia e Ucrânia, com elevação do tom das ameaças.
⁠
No Brasil, não houve divulgação de dados econômicos relevantes, estando as atenções voltadas para o pacote de corte de gastos, cuja divulgação foi novamente adiada. No podcast, abordamos mais detalhes sobre as medidas que estão sendo debatidas.
⁠
Nos EUA, os juros curtos abriram ao redor de 8 bps, enquanto os juros mais longos fecharam perto da estabilidade; e as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P500 +1,68%, Nasdaq +1,87% e Russell2000 +4,30%. No Brasil, os juros tiveram comportamento similar, e o Ibovespa subiu 0,91%. O euro desvalorizou 1,19%. O destaque da semana foi o petróleo, que subiu 6,46%, refletindo os avanços da guerra e os rumores sobre possível postergação de aumento de oferta pela OPEP. A Petrobras, diante desse cenário e com plano estratégico tendo sido bem recebido pelo mercado, subiu 5,58%. 
⁠
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar a divulgação de dados de inflação nos EUA, na Europa, no Japão e no Brasil, além de dados de mercado de trabalho por aqui.
⁠
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luis André Oliveira, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
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No cenário internacional, foram divulgados dados de atividade (PMIs) de diversos países, reforçando a divergência entre os Estados Unidos e o restante do mundo, especialmente a Europa, onde as 2 maiores economias (França e Alemanha) foram as principais forças baixistas. Novos nomes para o governo Trump foram veiculados, havendo a expectativa que Scott Bessent ou Kevin Warsh assumam o cargo de secretário do Tesouro. Por fim, houve intensificação dos ataques entre Rússia e Ucrânia, com elevação do tom das ameaças.<br>
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No Brasil, não houve divulgação de dados econômicos relevantes, estando as atenções voltadas para o pacote de corte de gastos, cuja divulgação foi novamente adiada. No podcast, abordamos mais detalhes sobre as medidas que estão sendo debatidas.<br>
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Nos EUA, os juros curtos abriram ao redor de 8 bps, enquanto os juros mais longos fecharam perto da estabilidade; e as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P500 +1,68%, Nasdaq +1,87% e Russell2000 +4,30%. No Brasil, os juros tiveram comportamento similar, e o Ibovespa subiu 0,91%. O euro desvalorizou 1,19%. O destaque da semana foi o petróleo, que subiu 6,46%, refletindo os avanços da guerra e os rumores sobre possível postergação de aumento de oferta pela OPEP. A Petrobras, diante desse cenário e com plano estratégico tendo sido bem recebido pelo mercado, subiu 5,58%. <br>
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⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar a divulgação de dados de inflação nos EUA, na Europa, no Japão e no Brasil, além de dados de mercado de trabalho por aqui.<br>
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⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luis André Oliveira, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, foram divulgados dados de atividade (PMIs) de diversos países, reforçando a divergência entre os Estados Unidos e o restante do mundo, especialmente a Europa, onde as 2 maiores economias (França e Alemanha) foram as principais forças baixistas. Novos nomes para o governo Trump foram veiculados, havendo a expectativa que Scott Bessent ou Kevin Warsh assumam o cargo de secretário do Tesouro. Por fim, houve intensificação dos ataques entre Rússia e Ucrânia, com elevação do tom das ameaças.⁠No Brasil, não houve divulgação de dados econômicos relevantes, estando as atenções voltadas para o pacote de corte de gastos, cuja divulgação foi novamente adiada. No podcast, abordamos mais detalhes sobre as medidas que estão sendo debatidas.⁠Nos EUA, os juros curtos abriram ao redor de 8 bps, enquanto os juros mais longos fecharam perto da estabilidade; e as bolsas tiveram bom desempenho – S&amp;P500 +1,68%, Nasdaq +1,87% e Russell2000 +4,30%. No Brasil, os juros tiveram comportamento similar, e o Ibovespa subiu 0,91%. O euro desvalorizou 1,19%. O destaque da semana foi o petróleo, que subiu 6,46%, refletindo os avanços da guerra e os rumores sobre possível postergação de aumento de oferta pela OPEP. A Petrobras, diante desse cenário e com plano estratégico tendo sido bem recebido pelo mercado, subiu 5,58%. ⁠⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar a divulgação de dados de inflação nos EUA, na Europa, no Japão e no Brasil, além de dados de mercado de trabalho por aqui.⁠⁠Não deixe de conferir!⁠]]></itunes:summary>
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        <title>NovusCast - 14 de Novembro 2024</title>
        <itunes:title>NovusCast - 14 de Novembro 2024</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, foram divulgados dados de inflação nos EUA, com o headline e o core do CPI em linha com o esperado, mas, somado ao PPI, elevando marginalmente a expectativa para o PCE de outubro. Diversos membros da ala mais hawkish do Fed falaram durante a semana, e o Powell sinalizou que a economia não está enviando sinais de que há pressa para quedas adicionais de juros. Ainda, o próximo presidente dos EUA, Donald Trump, nomeou novos membros para o seu governo, com nomes de aliados próximos, de viés mais hawk.
⁠
No Brasil, foi divulgada a ata do Copom, que manteve a comunicação de que a condução da política monetária seguirá dependente dos dados econômicos e que o foco é a convergência da inflação para a meta, complementando que altas adicionais das expectativas poderão levar a um alongamento do ciclo. Foram divulgadas também a PMC, um pouco mais fraca que o esperado, e a PMS, que trouxe surpresa altista. De toda forma, as atenções seguiram voltadas para o pacote de corte de gastos, cuja divulgação foi novamente adiada – entretanto, as notícias vindas de Brasília trouxeram sinalizações um pouco melhores.
⁠
Nos EUA, os juros abriram entre 6 e 14 bps, e as bolsas fecharam no negativo – S&amp;P500 -0,77%, Nasdaq -1,04% e Russell2000 -2,61%. Refletindo o “trade Trump”, foi mais uma semana de dólar forte, principalmente contra os países desenvolvidos, e de alta de 15% do bitcoin. No Brasil, o jan/27 abriu 30 bps e o Ibovespa ficou estável.
⁠
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar a divulgação de dados de atividade (PMI) nos EUA e na Europa, dados de inflação no Canadá e no Reino Unido e, por aqui, o encontro do G20 e o possível anúncio fiscal.
⁠
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
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No cenário internacional, foram divulgados dados de inflação nos EUA, com o headline e o core do CPI em linha com o esperado, mas, somado ao PPI, elevando marginalmente a expectativa para o PCE de outubro. Diversos membros da ala mais hawkish do Fed falaram durante a semana, e o Powell sinalizou que a economia não está enviando sinais de que há pressa para quedas adicionais de juros. Ainda, o próximo presidente dos EUA, Donald Trump, nomeou novos membros para o seu governo, com nomes de aliados próximos, de viés mais hawk.<br>
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No Brasil, foi divulgada a ata do Copom, que manteve a comunicação de que a condução da política monetária seguirá dependente dos dados econômicos e que o foco é a convergência da inflação para a meta, complementando que altas adicionais das expectativas poderão levar a um alongamento do ciclo. Foram divulgadas também a PMC, um pouco mais fraca que o esperado, e a PMS, que trouxe surpresa altista. De toda forma, as atenções seguiram voltadas para o pacote de corte de gastos, cuja divulgação foi novamente adiada – entretanto, as notícias vindas de Brasília trouxeram sinalizações um pouco melhores.<br>
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Nos EUA, os juros abriram entre 6 e 14 bps, e as bolsas fecharam no negativo – S&amp;P500 -0,77%, Nasdaq -1,04% e Russell2000 -2,61%. Refletindo o “trade Trump”, foi mais uma semana de dólar forte, principalmente contra os países desenvolvidos, e de alta de 15% do bitcoin. No Brasil, o jan/27 abriu 30 bps e o Ibovespa ficou estável.<br>
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⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar a divulgação de dados de atividade (PMI) nos EUA e na Europa, dados de inflação no Canadá e no Reino Unido e, por aqui, o encontro do G20 e o possível anúncio fiscal.<br>
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⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, foram divulgados dados de inflação nos EUA, com o headline e o core do CPI em linha com o esperado, mas, somado ao PPI, elevando marginalmente a expectativa para o PCE de outubro. Diversos membros da ala mais hawkish do Fed falaram durante a semana, e o Powell sinalizou que a economia não está enviando sinais de que há pressa para quedas adicionais de juros. Ainda, o próximo presidente dos EUA, Donald Trump, nomeou novos membros para o seu governo, com nomes de aliados próximos, de viés mais hawk.⁠No Brasil, foi divulgada a ata do Copom, que manteve a comunicação de que a condução da política monetária seguirá dependente dos dados econômicos e que o foco é a convergência da inflação para a meta, complementando que altas adicionais das expectativas poderão levar a um alongamento do ciclo. Foram divulgadas também a PMC, um pouco mais fraca que o esperado, e a PMS, que trouxe surpresa altista. De toda forma, as atenções seguiram voltadas para o pacote de corte de gastos, cuja divulgação foi novamente adiada – entretanto, as notícias vindas de Brasília trouxeram sinalizações um pouco melhores.⁠Nos EUA, os juros abriram entre 6 e 14 bps, e as bolsas fecharam no negativo – S&amp;P500 -0,77%, Nasdaq -1,04% e Russell2000 -2,61%. Refletindo o “trade Trump”, foi mais uma semana de dólar forte, principalmente contra os países desenvolvidos, e de alta de 15% do bitcoin. No Brasil, o jan/27 abriu 30 bps e o Ibovespa ficou estável.⁠⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar a divulgação de dados de atividade (PMI) nos EUA e na Europa, dados de inflação no Canadá e no Reino Unido e, por aqui, o encontro do G20 e o possível anúncio fiscal.⁠⁠Não deixe de conferir!⁠]]></itunes:summary>
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        <title>NovusCast - 08 de Novembro 2024</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Gabriel Abelheira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, o principal evento da semana foi a vitória do Trump na eleição presidencial americana, acompanhada de elevada probabilidade de ocorrer a “red wave” (vitória republicana também na Câmara dos Representantes e no Senado). Após o resultado, já começaram a circular alguns nomes para o governo, sendo um deles o de Robert Lighthizer para representante comercial, cargo que ocupou no mandato anterior de Trump, quando liderou a guerra comercial com a China. No âmbito de política monetária, o Fed e o BoE cortaram os juros em 0,25%, sem alterações relevantes de discurso. Por fim, a reunião do Congresso chinês terminou com a confirmação de um pacote de 10 trilhões de yuans para estimular a economia, mas sem menção específica a medidas para os setores imobiliário e de consumo.
⁠
No Brasil, ainda não houve divulgação da agenda de corte de despesas por parte do governo, com piora da percepção a respeito do que será apresentado – e diversos ministros mostrando resistência aos ajustes. Também tivemos reunião do banco central por aqui, que elevou a taxa de juros em 0,50%, deixando claro o quanto as implicações fiscais são relevantes para a política monetária. Foi divulgado o IPCA de outubro, com headline em linha, mas composição bastante negativa.
⁠
Nos EUA, o juro de 1 ano abriu 3 bps, enquanto o juro mais longo (30 anos) fechou 11 bps – o destaque ficou para as bolsas: S&amp;P500 +4,66%, Nasdaq +5,41% e Russell2000 +8,57%. Por aqui, os juros tiveram movimento similar, com o jan/25 abrindo 7 bps, e o jan/29 fechando 36 bps. O Ibovespa caiu 0,23%. O dólar valorizou globalmente (DXY), mas o real conseguiu subir 2,36%. 
⁠
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar a divulgação de dados de inflação e atividade nos EUA e, por aqui, dados de atividade e a ata do Copom.
⁠
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Gabriel Abelheira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
⁠<br>
No cenário internacional, o principal evento da semana foi a vitória do Trump na eleição presidencial americana, acompanhada de elevada probabilidade de ocorrer a “red wave” (vitória republicana também na Câmara dos Representantes e no Senado). Após o resultado, já começaram a circular alguns nomes para o governo, sendo um deles o de Robert Lighthizer para representante comercial, cargo que ocupou no mandato anterior de Trump, quando liderou a guerra comercial com a China. No âmbito de política monetária, o Fed e o BoE cortaram os juros em 0,25%, sem alterações relevantes de discurso. Por fim, a reunião do Congresso chinês terminou com a confirmação de um pacote de 10 trilhões de yuans para estimular a economia, mas sem menção específica a medidas para os setores imobiliário e de consumo.<br>
⁠<br>
No Brasil, ainda não houve divulgação da agenda de corte de despesas por parte do governo, com piora da percepção a respeito do que será apresentado – e diversos ministros mostrando resistência aos ajustes. Também tivemos reunião do banco central por aqui, que elevou a taxa de juros em 0,50%, deixando claro o quanto as implicações fiscais são relevantes para a política monetária. Foi divulgado o IPCA de outubro, com headline em linha, mas composição bastante negativa.<br>
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Nos EUA, o juro de 1 ano abriu 3 bps, enquanto o juro mais longo (30 anos) fechou 11 bps – o destaque ficou para as bolsas: S&amp;P500 +4,66%, Nasdaq +5,41% e Russell2000 +8,57%. Por aqui, os juros tiveram movimento similar, com o jan/25 abrindo 7 bps, e o jan/29 fechando 36 bps. O Ibovespa caiu 0,23%. O dólar valorizou globalmente (DXY), mas o real conseguiu subir 2,36%. <br>
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⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar a divulgação de dados de inflação e atividade nos EUA e, por aqui, dados de atividade e a ata do Copom.<br>
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⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
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        <title>Call Mensal - Outubro 2024</title>
        <itunes:title>Call Mensal - Outubro 2024</itunes:title>
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                    <comments>https://novuscapital.podbean.com/e/call-mensal-outubro-2024/#comments</comments>        <pubDate>Thu, 07 Nov 2024 21:12:05 -0300</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>Terça-feira, dia 05/11/2024, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Outubro. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
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                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Terça-feira, dia 05/11/2024, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Outubro. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Terça-feira, dia 05/11/2024, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Outubro. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 01 de Novembro 2024</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, foram divulgados diversos dados econômicos importantes, principalmente nos EUA: os dados de mercado de trabalho vieram bastante mistos, com o JOLTs e o Payroll mais fracos que a expectativa, e o ADP e o Jobless Claims mais fortes, com dúvidas sobre o impacto dos furacões e da greve sobre essas estatísticas. Foram divulgados também dados de atividade nos EUA, com o PIB forte e o ISM mais fraco (com pressão sobre preços pagos) e, na China, demonstrando recuperação. Na Europa, a inflação trouxe surpresa altista. No Japão, o BoJ sinalizou que deve voltar a elevar a taxa de juros nas próximas reuniões. No Reino Unido, o Orçamento divulgado foi mais expansionista que o esperado e coloca dúvidas no mercado com relação aos próximos movimentos de juros.</p>
<p>No Brasil, os dados de atividade (indústria) vieram em linha, e os dados de mercado de trabalho (PNAD e Caged) reforçam que o mesmo segue sustentado. Com relação ao fiscal, a demora do governo em anunciar formalmente a agenda de cortes de despesas, e o receio sobre a real viabilidade das medidas sendo veiculadas serem colocadas em prática e garantirem a sustentabilidade do arcabouço fiscal, vêm elevando a frustração.
⁠
Nos EUA, os juros abriram (5 anos +16 bps), e as bolsas fecharam no negativo – S&amp;P500 -1,37% e Nasdaq -1,57%. No Brasil, os juros tiveram abertura ainda mais expressiva (jan/27 +41 bps), o Ibovespa caiu 1,36% e, o real, 2,77%. No Reino Unido, o juro curto (2 anos) abriu 26 bps.
⁠
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar a eleição presidencial americana; as decisões dos bancos centrais dos EUA, Inglaterra e Brasil; o IPCA por aqui; e o possível anúncio do pacote fiscal chinês.
⁠
⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
⁠<br>
No cenário internacional, foram divulgados diversos dados econômicos importantes, principalmente nos EUA: os dados de mercado de trabalho vieram bastante mistos, com o JOLTs e o Payroll mais fracos que a expectativa, e o ADP e o Jobless Claims mais fortes, com dúvidas sobre o impacto dos furacões e da greve sobre essas estatísticas. Foram divulgados também dados de atividade nos EUA, com o PIB forte e o ISM mais fraco (com pressão sobre preços pagos) e, na China, demonstrando recuperação. Na Europa, a inflação trouxe surpresa altista. No Japão, o BoJ sinalizou que deve voltar a elevar a taxa de juros nas próximas reuniões. No Reino Unido, o Orçamento divulgado foi mais expansionista que o esperado e coloca dúvidas no mercado com relação aos próximos movimentos de juros.</p>
<p>No Brasil, os dados de atividade (indústria) vieram em linha, e os dados de mercado de trabalho (PNAD e Caged) reforçam que o mesmo segue sustentado. Com relação ao fiscal, a demora do governo em anunciar formalmente a agenda de cortes de despesas, e o receio sobre a real viabilidade das medidas sendo veiculadas serem colocadas em prática e garantirem a sustentabilidade do arcabouço fiscal, vêm elevando a frustração.<br>
⁠<br>
Nos EUA, os juros abriram (5 anos +16 bps), e as bolsas fecharam no negativo – S&amp;P500 -1,37% e Nasdaq -1,57%. No Brasil, os juros tiveram abertura ainda mais expressiva (jan/27 +41 bps), o Ibovespa caiu 1,36% e, o real, 2,77%. No Reino Unido, o juro curto (2 anos) abriu 26 bps.<br>
⁠<br>
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar a eleição presidencial americana; as decisões dos bancos centrais dos EUA, Inglaterra e Brasil; o IPCA por aqui; e o possível anúncio do pacote fiscal chinês.<br>
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⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, foram divulgados diversos dados econômicos importantes, principalmente nos EUA: os dados de mercado de trabalho vieram bastante mistos, com o JOLTs e o Payroll mais fracos que a expectativa, e o ADP e o Jobless Claims mais fortes, com dúvidas sobre o impacto dos furacões e da greve sobre essas estatísticas. Foram divulgados também dados de atividade nos EUA, com o PIB forte e o ISM mais fraco (com pressão sobre preços pagos) e, na China, demonstrando recuperação. Na Europa, a inflação trouxe surpresa altista. No Japão, o BoJ sinalizou que deve voltar a elevar a taxa de juros nas próximas reuniões. No Reino Unido, o Orçamento divulgado foi mais expansionista que o esperado e coloca dúvidas no mercado com relação aos próximos movimentos de juros.
No Brasil, os dados de atividade (indústria) vieram em linha, e os dados de mercado de trabalho (PNAD e Caged) reforçam que o mesmo segue sustentado. Com relação ao fiscal, a demora do governo em anunciar formalmente a agenda de cortes de despesas, e o receio sobre a real viabilidade das medidas sendo veiculadas serem colocadas em prática e garantirem a sustentabilidade do arcabouço fiscal, vêm elevando a frustração.⁠Nos EUA, os juros abriram (5 anos +16 bps), e as bolsas fecharam no negativo – S&amp;P500 -1,37% e Nasdaq -1,57%. No Brasil, os juros tiveram abertura ainda mais expressiva (jan/27 +41 bps), o Ibovespa caiu 1,36% e, o real, 2,77%. No Reino Unido, o juro curto (2 anos) abriu 26 bps.⁠⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar a eleição presidencial americana; as decisões dos bancos centrais dos EUA, Inglaterra e Brasil; o IPCA por aqui; e o possível anúncio do pacote fiscal chinês.⁠⁠Não deixe de conferir!⁠]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>PODCAST NOVUS CAPITAL | FMI - ANNUAL MEETINGS 2024</title>
        <itunes:title>PODCAST NOVUS CAPITAL | FMI - ANNUAL MEETINGS 2024</itunes:title>
        <link>https://novuscapital.podbean.com/e/podcast-novus-capital-fmi-annual-meetings%c2%a02024/</link>
                    <comments>https://novuscapital.podbean.com/e/podcast-novus-capital-fmi-annual-meetings%c2%a02024/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 28 Oct 2024 18:27:15 -0300</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>O sócio e economista-chefe da Novus Capital, Tomás Goulart, esteve em Washington DC na última semana participando do encontro anual do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial.</p>
<p>Gravamos um podcast especial trazendo os destaques do encontro, as principais pautas discutidas e, principalmente, as expectativas para o evento mais importante da próxima semana: a eleição presidencial americana.</p>
<p>Confira!</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O sócio e economista-chefe da Novus Capital, Tomás Goulart, esteve em Washington DC na última semana participando do encontro anual do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial.</p>
<p>Gravamos um podcast especial trazendo os destaques do encontro, as principais pautas discutidas e, principalmente, as expectativas para o evento mais importante da próxima semana: a eleição presidencial americana.</p>
<p>Confira!</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[O sócio e economista-chefe da Novus Capital, Tomás Goulart, esteve em Washington DC na última semana participando do encontro anual do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial.
Gravamos um podcast especial trazendo os destaques do encontro, as principais pautas discutidas e, principalmente, as expectativas para o evento mais importante da próxima semana: a eleição presidencial americana.
Confira!]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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        <title>NovusCast - 25 de Outubro 2024</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠
⁠
No cenário internacional, o Banco Central do Canadá cortou o juro em 0,50%, conforme a expectativa, sob a justificativa de que a inflação já está dentro da meta. Na Zona do Euro, a semana foi marcada por comunicações de diferentes fontes que indicaram que uma parte dos diretores do ECB acredita que os juros devem chegar a nível menor que o neutro, ampliando o debate sobre a magnitude do próximo corte. Na China, foi agendada a reunião do Congresso para os dias 04 a 08 de novembro, novamente elevando a expectativa de anúncio de estímulos fiscais.
⁠
No Brasil, foi divulgado o IPCA-15 de outubro, com headline próximo ao esperado, mas composição pior, com pressão na parte de serviços subjacentes. Foi destaque também a reunião do G20 da qual participaram, lado a lado, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o presidente do BCB, Roberto Campos Neto. Por fim, no encontro anual do FMI, que ocorreu essa semana em Washington, não pareceu haver disposição para elevação de juros em ritmo mais acelerado.
⁠
Nos EUA, o juro de 5 anos abriu 18 bps, as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P500 -0,96%, Nasdaq +0,14%, Russell2000 -2,99%, e o dólar seguiu forte. No Brasil, o jan/29 fechou 13 bps, o Ibovespa caiu 0,46% e, o real, 0,26%.
⁠
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar dados de atividade, mercado de trabalho e inflação nos EUA; atividade e inflação na Europa; atividade e mercado de trabalho aqui no Brasil. Além disso, no Reino Unido, são esperadas alterações das regras fiscais no anúncio do Orçamento de Primavera.</p>
<p>⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠<br>
⁠<br>
No cenário internacional, o Banco Central do Canadá cortou o juro em 0,50%, conforme a expectativa, sob a justificativa de que a inflação já está dentro da meta. Na Zona do Euro, a semana foi marcada por comunicações de diferentes fontes que indicaram que uma parte dos diretores do ECB acredita que os juros devem chegar a nível menor que o neutro, ampliando o debate sobre a magnitude do próximo corte. Na China, foi agendada a reunião do Congresso para os dias 04 a 08 de novembro, novamente elevando a expectativa de anúncio de estímulos fiscais.<br>
⁠<br>
No Brasil, foi divulgado o IPCA-15 de outubro, com headline próximo ao esperado, mas composição pior, com pressão na parte de serviços subjacentes. Foi destaque também a reunião do G20 da qual participaram, lado a lado, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o presidente do BCB, Roberto Campos Neto. Por fim, no encontro anual do FMI, que ocorreu essa semana em Washington, não pareceu haver disposição para elevação de juros em ritmo mais acelerado.<br>
⁠<br>
Nos EUA, o juro de 5 anos abriu 18 bps, as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P500 -0,96%, Nasdaq +0,14%, Russell2000 -2,99%, e o dólar seguiu forte. No Brasil, o jan/29 fechou 13 bps, o Ibovespa caiu 0,46% e, o real, 0,26%.<br>
⁠<br>
⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar dados de atividade, mercado de trabalho e inflação nos EUA; atividade e inflação na Europa; atividade e mercado de trabalho aqui no Brasil. Além disso, no Reino Unido, são esperadas alterações das regras fiscais no anúncio do Orçamento de Primavera.</p>
<p>⁠Não deixe de conferir!⁠</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠⁠No cenário internacional, o Banco Central do Canadá cortou o juro em 0,50%, conforme a expectativa, sob a justificativa de que a inflação já está dentro da meta. Na Zona do Euro, a semana foi marcada por comunicações de diferentes fontes que indicaram que uma parte dos diretores do ECB acredita que os juros devem chegar a nível menor que o neutro, ampliando o debate sobre a magnitude do próximo corte. Na China, foi agendada a reunião do Congresso para os dias 04 a 08 de novembro, novamente elevando a expectativa de anúncio de estímulos fiscais.⁠No Brasil, foi divulgado o IPCA-15 de outubro, com headline próximo ao esperado, mas composição pior, com pressão na parte de serviços subjacentes. Foi destaque também a reunião do G20 da qual participaram, lado a lado, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o presidente do BCB, Roberto Campos Neto. Por fim, no encontro anual do FMI, que ocorreu essa semana em Washington, não pareceu haver disposição para elevação de juros em ritmo mais acelerado.⁠Nos EUA, o juro de 5 anos abriu 18 bps, as bolsas tiveram desempenho misto – S&amp;P500 -0,96%, Nasdaq +0,14%, Russell2000 -2,99%, e o dólar seguiu forte. No Brasil, o jan/29 fechou 13 bps, o Ibovespa caiu 0,46% e, o real, 0,26%.⁠⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar dados de atividade, mercado de trabalho e inflação nos EUA; atividade e inflação na Europa; atividade e mercado de trabalho aqui no Brasil. Além disso, no Reino Unido, são esperadas alterações das regras fiscais no anúncio do Orçamento de Primavera.
⁠Não deixe de conferir!⁠]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Novus Capital</itunes:author>
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