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    <description>O falar criativo é o podcast sobre ideias, o processo criativo das pessoas de diferentes áreas, mas que em comum têm o facto usar as ideias para produzir algo de valor.</description>
    <pubDate>Mon, 22 Apr 2024 09:00:00 +0100</pubDate>
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        <copyright>Copyright 2013  . All rights reserved.</copyright>
    <category>Arts</category>
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          <itunes:summary>O falar criativo é o podcast sobre ideias, o processo criativo das pessoas de diferentes áreas, mas que em comum têm o facto de transformar as ideias em algo de valor. São conversas que abordam diferentes questões relacionadas com o acto de passar das ideias à práctica, a implementação, as rotinas, os mecanismos individuais que usam para conseguir produzir algo de valor.</itunes:summary>
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        <title>Miguel Jorge, manual de banda desenhada, episódio 173</title>
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                                    <description><![CDATA[<p></p>
<p> </p>
<p>O convidado desta vez é o <a href='https://www.instagram.com/migueljorge7/'>Miguel Jorge</a>, autor de banda de desenhada e ilustrador que conheci há uns anos no <a href='http://falarcriativo.com/thu2017/'>THU (Trojan Horse was a Unicorn)</a>. Falámos na altura em conversar para o podcast, e os anos foram passando e não acontecia. Na última quinta-feira, estivemos ambos presentes na apresentação do livro da nossa amiga <a href='http://falarcriativo.com/ep147/'>Raquel Costa</a>, e decidimos que já era tempo.</p>
<p>Falámos sobre o seu percurso, como é costume por aqui, e foi interessante ver como uma paixão de criança, desenhar, se foi transformando na sua arte e sua profissão. Pela simplicidade com que foi acontecendo, poderia parecer fácil, mas nem sempre foi. Se por um lado havia mais facilidade em chegar às pessoas que tomavam decisões, quando o Miguel começou, por outro lado era território novo que não tinha muitas referências para seguir e/ou copiar.</p>
<p>A atitude de curiosidade e abertura do Miguel, têm-lhe permitido encarar as coisas que nem sempre correm como planeado, como aspectos a melhorar e não como falhas. Percebe-se ao conversar com o Miguel que existe uma ética de trabalho que possibilita que as pessoas com quem trabalha continuem a trabalhar com ele, e que o recomendem como alguém com quem é fácil trabalhar.</p>
<p>O Miguel referiu, acerca disto, os conselhos do <a href='https://www.youtube.com/watch?v=ikAb-NYkseI'>Neil Gaiman</a> para freelancers, que se tivermos duas de três coisas, vamos conseguir ter uma carreira. </p>
<p>E quais são essas três coisas?</p>
<ol><li>O nosso trabalho é bom - pode ser fruto de muito trabalho, talento, mas sobretudo uma combinação de ambos.</li>
<li>Somos pessoas fáceis de lidar - no fundo temos as capacidades relacionais que nos permitem manter boas relações</li>
<li>Entregamos os trabalhos a tempo - não falhamos prazos, revelando fiabilidade e compromisso</li>
</ol><p>O Miguel refere que no seu caso serão mais as duas últimas, sabendo que a qualidade do trabalho está lá, e a busca pela melhoria faz parte do modo de estar dele.</p>
<p>Outra coisa que foi referida foi algo que ele aprendeu no THU, a necessidade de apresentar trabalhos finalizados quando estamos a mostrar portfólio, não servem esboços de coisas que podem ser milhares de coisas, mas que na verdade não chegam a ser nada. Feito é melhor que perfeito nunca feito.</p>
<p>Ouçam o episódio e digam-me o que acharam, rui@falarcriativo.com.</p>
<p><a href='https://www.instagram.com/migueljorge7/'>Instagram do Miguel</a></p>
<p><a href='https://www.artstation.com/migueljorge'>Artstation do Miguel</a></p>
<p> </p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p> </p>
<p>O convidado desta vez é o <a href='https://www.instagram.com/migueljorge7/'>Miguel Jorge</a>, autor de banda de desenhada e ilustrador que conheci há uns anos no <a href='http://falarcriativo.com/thu2017/'>THU (Trojan Horse was a Unicorn)</a>. Falámos na altura em conversar para o podcast, e os anos foram passando e não acontecia. Na última quinta-feira, estivemos ambos presentes na apresentação do livro da nossa amiga <a href='http://falarcriativo.com/ep147/'>Raquel Costa</a>, e decidimos que já era tempo.</p>
<p>Falámos sobre o seu percurso, como é costume por aqui, e foi interessante ver como uma paixão de criança, desenhar, se foi transformando na sua arte e sua profissão. Pela simplicidade com que foi acontecendo, poderia parecer fácil, mas nem sempre foi. Se por um lado havia mais facilidade em chegar às pessoas que tomavam decisões, quando o Miguel começou, por outro lado era território novo que não tinha muitas referências para seguir e/ou copiar.</p>
<p>A atitude de curiosidade e abertura do Miguel, têm-lhe permitido encarar as coisas que nem sempre correm como planeado, como aspectos a melhorar e não como falhas. Percebe-se ao conversar com o Miguel que existe uma ética de trabalho que possibilita que as pessoas com quem trabalha continuem a trabalhar com ele, e que o recomendem como alguém com quem é fácil trabalhar.</p>
<p>O Miguel referiu, acerca disto, os conselhos do <a href='https://www.youtube.com/watch?v=ikAb-NYkseI'>Neil Gaiman</a> para freelancers, que se tivermos duas de três coisas, vamos conseguir ter uma carreira. </p>
<p>E quais são essas três coisas?</p>
<ol><li>O nosso trabalho é bom - pode ser fruto de muito trabalho, talento, mas sobretudo uma combinação de ambos.</li>
<li>Somos pessoas fáceis de lidar - no fundo temos as capacidades relacionais que nos permitem manter boas relações</li>
<li>Entregamos os trabalhos a tempo - não falhamos prazos, revelando fiabilidade e compromisso</li>
</ol><p>O Miguel refere que no seu caso serão mais as duas últimas, sabendo que a qualidade do trabalho está lá, e a busca pela melhoria faz parte do modo de estar dele.</p>
<p>Outra coisa que foi referida foi algo que ele aprendeu no THU, a necessidade de apresentar trabalhos finalizados quando estamos a mostrar portfólio, não servem esboços de coisas que podem ser milhares de coisas, mas que na verdade não chegam a ser nada. Feito é melhor que perfeito nunca feito.</p>
<p>Ouçam o episódio e digam-me o que acharam, rui@falarcriativo.com.</p>
<p><a href='https://www.instagram.com/migueljorge7/'>Instagram do Miguel</a></p>
<p><a href='https://www.artstation.com/migueljorge'>Artstation do Miguel</a></p>
<p> </p>
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O convidado desta vez é o Miguel Jorge, autor de banda de desenhada e ilustrador que conheci há uns anos no THU (Trojan Horse was a Unicorn). Falámos na altura em conversar para o podcast, e os anos foram passando e não acontecia. Na última quinta-feira, estivemos ambos presentes na apresentação do livro da nossa amiga Raquel Costa, e decidimos que já era tempo.
Falámos sobre o seu percurso, como é costume por aqui, e foi interessante ver como uma paixão de criança, desenhar, se foi transformando na sua arte e sua profissão. Pela simplicidade com que foi acontecendo, poderia parecer fácil, mas nem sempre foi. Se por um lado havia mais facilidade em chegar às pessoas que tomavam decisões, quando o Miguel começou, por outro lado era território novo que não tinha muitas referências para seguir e/ou copiar.
A atitude de curiosidade e abertura do Miguel, têm-lhe permitido encarar as coisas que nem sempre correm como planeado, como aspectos a melhorar e não como falhas. Percebe-se ao conversar com o Miguel que existe uma ética de trabalho que possibilita que as pessoas com quem trabalha continuem a trabalhar com ele, e que o recomendem como alguém com quem é fácil trabalhar.
O Miguel referiu, acerca disto, os conselhos do Neil Gaiman para freelancers, que se tivermos duas de três coisas, vamos conseguir ter uma carreira. 
E quais são essas três coisas?
O nosso trabalho é bom - pode ser fruto de muito trabalho, talento, mas sobretudo uma combinação de ambos.
Somos pessoas fáceis de lidar - no fundo temos as capacidades relacionais que nos permitem manter boas relações
Entregamos os trabalhos a tempo - não falhamos prazos, revelando fiabilidade e compromisso
O Miguel refere que no seu caso serão mais as duas últimas, sabendo que a qualidade do trabalho está lá, e a busca pela melhoria faz parte do modo de estar dele.
Outra coisa que foi referida foi algo que ele aprendeu no THU, a necessidade de apresentar trabalhos finalizados quando estamos a mostrar portfólio, não servem esboços de coisas que podem ser milhares de coisas, mas que na verdade não chegam a ser nada. Feito é melhor que perfeito nunca feito.
Ouçam o episódio e digam-me o que acharam, rui@falarcriativo.com.
Instagram do Miguel
Artstation do Miguel
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        <title>Joana Bértholo, o treino e a escrita, episódio 172</title>
        <itunes:title>Joana Bértholo, o treino e a escrita, episódio 172</itunes:title>
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<p class="rich-text editor-rich-text__editable block-editor-rich-text__editable wp-block-paragraph">A convidada desta vez é a <a href='https://www.instagram.com/joanabertholo'>Joana Bértholo</a>, escritora e dramaturga, a qual tomei contacto através do livro "O meu treinador", livro esse onde a Joana fala da sua experiência como jovem atleta de competição, o seu desenvolvimento e as relações com os seus treinadores.</p>








<p class="rich-text editor-rich-text__editable block-editor-rich-text__editable wp-block-paragraph">Alguns dos ouvintes saberão do meu interesse e envolvimento com o desporto jovem, através do meu trabalho como psicólogo estagiário no contexto desportivo em desporto de formação. por essa razão fiquei cheio de curiosidade de entender como poderia ter tido algum tipo de transferência para o seu processo criativo, algo que como é evidente me interessa bastante.</p>







Sem criar grandes spoilers para quem vai ouvir o episódio, existem pontos de contacto entre os dois mundos, o do treino de alto rendimento e a escrita de livros.







<p class="rich-text editor-rich-text__editable block-editor-rich-text__editable wp-block-paragraph">A Joana foi muito generosa na forma como partilhou o seu percurso, a licenciatura em Design de Comunicação, o escrever do seu primeiro livro, o processo de pesquisa intenso que normalmente é a base dos seus livros, mas também o exercício que se propôs na escrita do seu livro "A História de Roma" onde conscientemente escolheu não fazer o mesmo processo de pesquisa dos livros anteriores.</p>








<p class="rich-text editor-rich-text__editable block-editor-rich-text__editable wp-block-paragraph">Um episódio que levanta o véu do processo de escrita da Joana, olhando sempre para o paralelismo entre o objecto produzido e a pessoa que produz, pois dificilmente é separável o autor do seu processo e da sua obra.</p>








<p class="rich-text editor-rich-text__editable block-editor-rich-text__editable wp-block-paragraph">Espero que gostem, e aguardo os vossos comentários em rui@falarcriativo.com.</p>







<ul class="rich-text editor-rich-text__editable block-editor-rich-text__editable"><li><a href='https://ffms.pt/pt-pt/livraria/o-meu-treinador'>Livro "O meu treinador"</a></li>
<li><a href='http://www.joanabertholo.pt/'>Site da Joana</a></li>
</ul>





 

]]></description>
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<p class="rich-text editor-rich-text__editable block-editor-rich-text__editable wp-block-paragraph">A convidada desta vez é a <a href='https://www.instagram.com/joanabertholo'>Joana Bértholo</a>, escritora e dramaturga, a qual tomei contacto através do livro "O meu treinador", livro esse onde a Joana fala da sua experiência como jovem atleta de competição, o seu desenvolvimento e as relações com os seus treinadores.</p>








<p class="rich-text editor-rich-text__editable block-editor-rich-text__editable wp-block-paragraph">Alguns dos ouvintes saberão do meu interesse e envolvimento com o desporto jovem, através do meu trabalho como psicólogo estagiário no contexto desportivo em desporto de formação. por essa razão fiquei cheio de curiosidade de entender como poderia ter tido algum tipo de transferência para o seu processo criativo, algo que como é evidente me interessa bastante.</p>







Sem criar grandes spoilers para quem vai ouvir o episódio, existem pontos de contacto entre os dois mundos, o do treino de alto rendimento e a escrita de livros.







<p class="rich-text editor-rich-text__editable block-editor-rich-text__editable wp-block-paragraph">A Joana foi muito generosa na forma como partilhou o seu percurso, a licenciatura em Design de Comunicação, o escrever do seu primeiro livro, o processo de pesquisa intenso que normalmente é a base dos seus livros, mas também o exercício que se propôs na escrita do seu livro "A História de Roma" onde conscientemente escolheu não fazer o mesmo processo de pesquisa dos livros anteriores.</p>








<p class="rich-text editor-rich-text__editable block-editor-rich-text__editable wp-block-paragraph">Um episódio que levanta o véu do processo de escrita da Joana, olhando sempre para o paralelismo entre o objecto produzido e a pessoa que produz, pois dificilmente é separável o autor do seu processo e da sua obra.</p>








<p class="rich-text editor-rich-text__editable block-editor-rich-text__editable wp-block-paragraph">Espero que gostem, e aguardo os vossos comentários em rui@falarcriativo.com.</p>







<ul class="rich-text editor-rich-text__editable block-editor-rich-text__editable"><li><a href='https://ffms.pt/pt-pt/livraria/o-meu-treinador'>Livro "O meu treinador"</a></li>
<li><a href='http://www.joanabertholo.pt/'>Site da Joana</a></li>
</ul>





 

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A convidada desta vez é a Joana Bértholo, escritora e dramaturga, a qual tomei contacto através do livro "O meu treinador", livro esse onde a Joana fala da sua experiência como jovem atleta de competição, o seu desenvolvimento e as relações com os seus treinadores.








Alguns dos ouvintes saberão do meu interesse e envolvimento com o desporto jovem, através do meu trabalho como psicólogo estagiário no contexto desportivo em desporto de formação. por essa razão fiquei cheio de curiosidade de entender como poderia ter tido algum tipo de transferência para o seu processo criativo, algo que como é evidente me interessa bastante.







Sem criar grandes spoilers para quem vai ouvir o episódio, existem pontos de contacto entre os dois mundos, o do treino de alto rendimento e a escrita de livros.







A Joana foi muito generosa na forma como partilhou o seu percurso, a licenciatura em Design de Comunicação, o escrever do seu primeiro livro, o processo de pesquisa intenso que normalmente é a base dos seus livros, mas também o exercício que se propôs na escrita do seu livro "A História de Roma" onde conscientemente escolheu não fazer o mesmo processo de pesquisa dos livros anteriores.








Um episódio que levanta o véu do processo de escrita da Joana, olhando sempre para o paralelismo entre o objecto produzido e a pessoa que produz, pois dificilmente é separável o autor do seu processo e da sua obra.








Espero que gostem, e aguardo os vossos comentários em rui@falarcriativo.com.







Livro "O meu treinador"
Site da Joana





 

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        <title>Ricardo Nascimento, histórias feitas de água, episódio 171</title>
        <itunes:title>Ricardo Nascimento, histórias feitas de água, episódio 171</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p></p>
<p></p>
<p>O convidado desta vez é o <a href='https://www.instagram.com/ricardo.saltwater/'>Ricardo Nascimento</a>, realizador, cinematógrafo subaquático, fotógrafo, contador de histórias, mas acima de tudo um apaixonado pela água.</p>
<p> </p>
<p>Eu não conhecia o Ricardo pessoalmente, mas desde o primeiro contacto online percebi que tínhamos de nos sentar e conversar, e desde esse primeiro momento foi fácil fluiu, como água (pun intended).</p>
<p> </p>
<p>A história dele é a de alguém que foi descobrindo o seu caminho, experimentando, testando, e dessas experiências e testes foi percebendo o que queria e também o que não queria.</p>
<p> </p>
<p>Engenhoso na sua abordagem às questões que o apaixonam e capaz de encontrar soluções para os desafios que têm surgido para conseguir levar para a frente os projectos que decide criar.</p>
<p> </p>
<p>Começou por fotografar surf e bodyboard, chegou a ter fotos suas publicadas em revistas, mas foi quando encontrou o vídeo que percebeu que era aquilo que queria para si, como falámos na entrevista, o vídeo "era a sua cena".</p>
<p> </p>
<p>Juntamente com o seu amigo <a href='https://www.instagram.com/davidochoapt/'>David Ochoa</a>, fizeram um documentário sobre caça submarina, o <a href='https://www.instagram.com/aguanegrathemovie/'>"Água Negra"</a>, e tomaram a decisão de forma rápida, quase impulsiva, uma semana depois de deciderem fazer o documentário tinham os bilhetes de avião comprados...</p>
<p> </p>
<p>Esta parceria pareceu-me algo muito importante em todo o processo, a capacidade de, simultaneamente, se apoiarem e se desafiarem, foi sem dúvida peça chave para a concretização do projecto.</p>
<p> </p>
<p>O Ricardo tem feito o que é preciso fazer para seguir aquilo que o entusiasma, estar dentro de água.</p>
<p> </p>
<p>Falámos muito sobre saber o que é importante para cada pessoa e fazer por isso. Saber que muitas vezes estamos 80% do nosso tempo a trabalhar para aqueles 20% que são a nossa paixão, mas sabemos porque razão o estamos a fazer.</p>
<p> </p>
<p>Adorei esta longa conversa com o Ricardo, espero que também gostem.</p>
<p> </p>
<p>O instagram do Ricardo, <a href='https://www.instagram.com/ricardo.saltwater/'>aqui</a>.</p>
<p> </p>
<p>Dúvidas, comentários, sugestões, enviem para rui@falarcriativo.com.</p>
<p></p>
]]></description>
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<p></p>
<p>O convidado desta vez é o <a href='https://www.instagram.com/ricardo.saltwater/'>Ricardo Nascimento</a>, realizador, cinematógrafo subaquático, fotógrafo, contador de histórias, mas acima de tudo um apaixonado pela água.</p>
<p> </p>
<p>Eu não conhecia o Ricardo pessoalmente, mas desde o primeiro contacto online percebi que tínhamos de nos sentar e conversar, e desde esse primeiro momento foi fácil fluiu, como água (pun intended).</p>
<p> </p>
<p>A história dele é a de alguém que foi descobrindo o seu caminho, experimentando, testando, e dessas experiências e testes foi percebendo o que queria e também o que não queria.</p>
<p> </p>
<p>Engenhoso na sua abordagem às questões que o apaixonam e capaz de encontrar soluções para os desafios que têm surgido para conseguir levar para a frente os projectos que decide criar.</p>
<p> </p>
<p>Começou por fotografar surf e bodyboard, chegou a ter fotos suas publicadas em revistas, mas foi quando encontrou o vídeo que percebeu que era aquilo que queria para si, como falámos na entrevista, o vídeo "era a sua cena".</p>
<p> </p>
<p>Juntamente com o seu amigo <a href='https://www.instagram.com/davidochoapt/'>David Ochoa</a>, fizeram um documentário sobre caça submarina, o <a href='https://www.instagram.com/aguanegrathemovie/'>"Água Negra"</a>, e tomaram a decisão de forma rápida, quase impulsiva, uma semana depois de deciderem fazer o documentário tinham os bilhetes de avião comprados...</p>
<p> </p>
<p>Esta parceria pareceu-me algo muito importante em todo o processo, a capacidade de, simultaneamente, se apoiarem e se desafiarem, foi sem dúvida peça chave para a concretização do projecto.</p>
<p> </p>
<p>O Ricardo tem feito o que é preciso fazer para seguir aquilo que o entusiasma, estar dentro de água.</p>
<p> </p>
<p>Falámos muito sobre saber o que é importante para cada pessoa e fazer por isso. Saber que muitas vezes estamos 80% do nosso tempo a trabalhar para aqueles 20% que são a nossa paixão, mas sabemos porque razão o estamos a fazer.</p>
<p> </p>
<p>Adorei esta longa conversa com o Ricardo, espero que também gostem.</p>
<p> </p>
<p>O instagram do Ricardo, <a href='https://www.instagram.com/ricardo.saltwater/'>aqui</a>.</p>
<p> </p>
<p>Dúvidas, comentários, sugestões, enviem para rui@falarcriativo.com.</p>
<p></p>
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O convidado desta vez é o Ricardo Nascimento, realizador, cinematógrafo subaquático, fotógrafo, contador de histórias, mas acima de tudo um apaixonado pela água.
 
Eu não conhecia o Ricardo pessoalmente, mas desde o primeiro contacto online percebi que tínhamos de nos sentar e conversar, e desde esse primeiro momento foi fácil fluiu, como água (pun intended).
 
A história dele é a de alguém que foi descobrindo o seu caminho, experimentando, testando, e dessas experiências e testes foi percebendo o que queria e também o que não queria.
 
Engenhoso na sua abordagem às questões que o apaixonam e capaz de encontrar soluções para os desafios que têm surgido para conseguir levar para a frente os projectos que decide criar.
 
Começou por fotografar surf e bodyboard, chegou a ter fotos suas publicadas em revistas, mas foi quando encontrou o vídeo que percebeu que era aquilo que queria para si, como falámos na entrevista, o vídeo "era a sua cena".
 
Juntamente com o seu amigo David Ochoa, fizeram um documentário sobre caça submarina, o "Água Negra", e tomaram a decisão de forma rápida, quase impulsiva, uma semana depois de deciderem fazer o documentário tinham os bilhetes de avião comprados...
 
Esta parceria pareceu-me algo muito importante em todo o processo, a capacidade de, simultaneamente, se apoiarem e se desafiarem, foi sem dúvida peça chave para a concretização do projecto.
 
O Ricardo tem feito o que é preciso fazer para seguir aquilo que o entusiasma, estar dentro de água.
 
Falámos muito sobre saber o que é importante para cada pessoa e fazer por isso. Saber que muitas vezes estamos 80% do nosso tempo a trabalhar para aqueles 20% que são a nossa paixão, mas sabemos porque razão o estamos a fazer.
 
Adorei esta longa conversa com o Ricardo, espero que também gostem.
 
O instagram do Ricardo, aqui.
 
Dúvidas, comentários, sugestões, enviem para rui@falarcriativo.com.
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        <title>Rodrigo Meneses, 10 anos depois, episódio 170</title>
        <itunes:title>Rodrigo Meneses, 10 anos depois, episódio 170</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p></p>
<p> </p>
<p>Foi em Dezembro de 2013 que publiquei o primeiro episódio do Falar Criativo, e convidado foi o Rodrigo.</p>
<p> </p>
<p>10 anos depois, voltamos a conversar.</p>
<p> </p>
<p>Muita coisa mudou, mas muita coisa se manteve na mesma.</p>
<p> </p>
<p>Eu não sou o mesmo, e o Rodrigo também não.</p>
<p> </p>
<p>Falámos de muita coisa, desde um restaurante que foi sonho, depois realidade, e depois uma memória, até saúde mental.</p>
<p> </p>
<p>Os valores, a visão criativa, do Rodrigo, apesar de ter sido abalada, mantém-se coerente com o que <a href='http://falarcriativo.com/episodio-1-rodrigo-meneses/'>falámos na primeira entrevista</a>.</p>
<p> </p>
<p>Este episódio marca o regresso do Falar Criativo, após dois anos sem publicar qualquer episódio. Nesses dois anos terminei a licenciatura em Psicologia e o Mestrado em Psicologia Clínica, andei mesmo ocupado. Fiz outros podcasts com outras pessoas, o <a href='https://open.spotify.com/show/2d8Ezew0bIhymb7hIEHtYe?si=c140cc51b5e1415d'>Ousar Ser</a> com a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-21-rossana-appolloni/'>Rossana Appolloni</a>, o <a href='https://open.spotify.com/show/21Jixbzio5T8cYcJqCaPyz?si=1af4000f77864157'>Talking Youth Work</a> com a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a> e o <a href='https://open.spotify.com/show/1jnhRiZdzrVUvdXHLZZi1N?si=1c26c777cb4e489f'>Bitcoin Talks</a> com o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-33-antonio-pacheco/'>António Vilaça Pacheco</a>.</p>
<p> </p>
<p>Como sempre, fica aqui o email para me dares um olá e me contares o que fizeste neste últimos tempos. rui@falarcriativo.com</p>
<p></p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p> </p>
<p>Foi em Dezembro de 2013 que publiquei o primeiro episódio do Falar Criativo, e convidado foi o Rodrigo.</p>
<p> </p>
<p>10 anos depois, voltamos a conversar.</p>
<p> </p>
<p>Muita coisa mudou, mas muita coisa se manteve na mesma.</p>
<p> </p>
<p>Eu não sou o mesmo, e o Rodrigo também não.</p>
<p> </p>
<p>Falámos de muita coisa, desde um restaurante que foi sonho, depois realidade, e depois uma memória, até saúde mental.</p>
<p> </p>
<p>Os valores, a visão criativa, do Rodrigo, apesar de ter sido abalada, mantém-se coerente com o que <a href='http://falarcriativo.com/episodio-1-rodrigo-meneses/'>falámos na primeira entrevista</a>.</p>
<p> </p>
<p>Este episódio marca o regresso do Falar Criativo, após dois anos sem publicar qualquer episódio. Nesses dois anos terminei a licenciatura em Psicologia e o Mestrado em Psicologia Clínica, andei mesmo ocupado. Fiz outros podcasts com outras pessoas, o <a href='https://open.spotify.com/show/2d8Ezew0bIhymb7hIEHtYe?si=c140cc51b5e1415d'>Ousar Ser</a> com a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-21-rossana-appolloni/'>Rossana Appolloni</a>, o <a href='https://open.spotify.com/show/21Jixbzio5T8cYcJqCaPyz?si=1af4000f77864157'>Talking Youth Work</a> com a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a> e o <a href='https://open.spotify.com/show/1jnhRiZdzrVUvdXHLZZi1N?si=1c26c777cb4e489f'>Bitcoin Talks</a> com o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-33-antonio-pacheco/'>António Vilaça Pacheco</a>.</p>
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<p>Como sempre, fica aqui o email para me dares um olá e me contares o que fizeste neste últimos tempos. rui@falarcriativo.com</p>
<p></p>
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Foi em Dezembro de 2013 que publiquei o primeiro episódio do Falar Criativo, e convidado foi o Rodrigo.
 
10 anos depois, voltamos a conversar.
 
Muita coisa mudou, mas muita coisa se manteve na mesma.
 
Eu não sou o mesmo, e o Rodrigo também não.
 
Falámos de muita coisa, desde um restaurante que foi sonho, depois realidade, e depois uma memória, até saúde mental.
 
Os valores, a visão criativa, do Rodrigo, apesar de ter sido abalada, mantém-se coerente com o que falámos na primeira entrevista.
 
Este episódio marca o regresso do Falar Criativo, após dois anos sem publicar qualquer episódio. Nesses dois anos terminei a licenciatura em Psicologia e o Mestrado em Psicologia Clínica, andei mesmo ocupado. Fiz outros podcasts com outras pessoas, o Ousar Ser com a Rossana Appolloni, o Talking Youth Work com a Anita Silva e o Bitcoin Talks com o António Vilaça Pacheco.
 
Como sempre, fica aqui o email para me dares um olá e me contares o que fizeste neste últimos tempos. rui@falarcriativo.com
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        <title>Bruno do Nascimento, o design multifacetado, episódio 169</title>
        <itunes:title>Bruno do Nascimento, o design multifacetado, episódio 169</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/bruno-do-nascimento-o-design-multifacetado-episodio-169/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 12 Jul 2021 10:01:00 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>Neste regresso após uma pausa de alguns meses, estive à conversa com o <a href='https://www.mrdarkside.net/'>Bruno do Nascimento</a>, designer multidisciplinar conhecido online pelo alter-ego "Mr.DarkSide", que tive o privilégio de conhecer quando fui ao <a href='https://www.iade.europeia.pt/'>IADE</a> participar como mentor para alunos de segundo ano do curso de Design Global, a convite do anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/episodio-62-fernando-mendes/'>Fernando Mendes</a>.</p>
<p>O Bruno é um designer com experiência em várias áreas, tais como Branding, Lettering, Ilustração e ultimamente com o interesse em construir uma carreira em UX&UI (user interface e user experience), tudo coisas que também me interessam, e por essa razão convidei-o para conversarmos.</p>
<p>O grafiti foi algo que esteve presente na sua juventude, onde cedo aprendeu o valor daquilo que fazia e de que forma poderia potenciar o que fazia e sustentar o seu gosto por pintar paredes e deixar a sua marca. Contactava as Câmaras e enviava mockups, propondo intervenções, experiência que lhe trouxe vários ensinamentos bem cedo, como por exemplo lidar com clientes.</p>
<p>Tem experimentado várias coisas na sua vida relacionadas ao design, e tem sabido conjugá-las de forma inteligente, não deixando de lado aquilo que o vai motivando, seja desenhar, fazer ilustrações ou mais recentemente o UI&UX.</p>
<p>Na parte da conversa sobre UX falámos da empatia que é necessária para fazer um bom trabalho, de vestir a pele do outro, lembrando-me um episódio em que o anterior convidado e amigo, <a href='http://falarcriativo.com/episodio-67-tiago-nunes/'>Tiago Nunes</a> colocou algodões nos ouvidos para experienciar o modo de estar no mundo de uma pessoa com audição reduzida.</p>
<p>Na conversa fui percebendo que aquilo que o Bruno tem conseguido está muito bem fundamentado em capacidade de trabalho, gosto pelo que faz, mas penso que acima de tudo um foco no fazer bem feito, amor pelo craft, e a sua mente de principiante disponível para abraçar o que não sabe mas quer aprender.</p>
<p>Como refiro no podcast, recentemente estive no programa Bits na SIC Radical, apresentado pelo anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/episodio-49-joao-vitoria/'>João Vitória</a> a falar sobre podcasts.</p>
<p><a href='https://advnce.sic.pt/programas/bits/2021-07-07-Radio-e-podcasts.-Musica-para-os-teus-ouvidos-97ea6aee'>Fica aqui o link.</a></p>
<p> </p>
<p>Livros sugeridos:
Autor(a) : Martina Flor
<a href='https://www.amazon.com/Golden-Secrets-Lettering-Letter-Artwork/dp/161689573X'>“The Golden Secrets of Lettering: Letter Design from First Sketch to Final Artwork”</a>

Autor(a) : Radim Malinic (Brand Nu) - Trilogia
<a href='https://designmuseumshop.com/products/book-of-ideas-vol-1'>“Book of Ideas Vol.1: A Journal of Creative Direction and Graphic Design”</a>

<a href='https://designmuseumshop.com/products/book-of-ideas-vol-2'>“Book of Ideas Vol.2: a journal of creative direction and graphic design”</a>

<a href='https://designmuseumshop.com/products/book-of-branding'>“Book of Branding”</a>

Autor(a) : Aaron James Draplin
<a href='https://www.abramsbooks.com/product/draplin-design-co_9781419720178/'>“Pretty Much Everything about Aaron James Draplin”</a>

Autor(a) : Pat Kirkham
<a href='https://www.amazon.com.br/Saul-Bass-Life-Film-Design/dp/1856697525'>“Saul Bass: A Life in Film & Design”</a></p>
<p>Qualquer dúvida ou sugestão rui@falarcriativo.com</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Neste regresso após uma pausa de alguns meses, estive à conversa com o <a href='https://www.mrdarkside.net/'>Bruno do Nascimento</a>, designer multidisciplinar conhecido online pelo alter-ego "Mr.DarkSide", que tive o privilégio de conhecer quando fui ao <a href='https://www.iade.europeia.pt/'>IADE</a> participar como mentor para alunos de segundo ano do curso de Design Global, a convite do anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/episodio-62-fernando-mendes/'>Fernando Mendes</a>.</p>
<p>O Bruno é um designer com experiência em várias áreas, tais como Branding, Lettering, Ilustração e ultimamente com o interesse em construir uma carreira em UX&UI (user interface e user experience), tudo coisas que também me interessam, e por essa razão convidei-o para conversarmos.</p>
<p>O grafiti foi algo que esteve presente na sua juventude, onde cedo aprendeu o valor daquilo que fazia e de que forma poderia potenciar o que fazia e sustentar o seu gosto por pintar paredes e deixar a sua marca. Contactava as Câmaras e enviava mockups, propondo intervenções, experiência que lhe trouxe vários ensinamentos bem cedo, como por exemplo lidar com clientes.</p>
<p>Tem experimentado várias coisas na sua vida relacionadas ao design, e tem sabido conjugá-las de forma inteligente, não deixando de lado aquilo que o vai motivando, seja desenhar, fazer ilustrações ou mais recentemente o UI&UX.</p>
<p>Na parte da conversa sobre UX falámos da empatia que é necessária para fazer um bom trabalho, de vestir a pele do outro, lembrando-me um episódio em que o anterior convidado e amigo, <a href='http://falarcriativo.com/episodio-67-tiago-nunes/'>Tiago Nunes</a> colocou algodões nos ouvidos para experienciar o modo de estar no mundo de uma pessoa com audição reduzida.</p>
<p>Na conversa fui percebendo que aquilo que o Bruno tem conseguido está muito bem fundamentado em capacidade de trabalho, gosto pelo que faz, mas penso que acima de tudo um foco no fazer bem feito, amor pelo craft, e a sua mente de principiante disponível para abraçar o que não sabe mas quer aprender.</p>
<p>Como refiro no podcast, recentemente estive no programa Bits na SIC Radical, apresentado pelo anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/episodio-49-joao-vitoria/'>João Vitória</a> a falar sobre podcasts.</p>
<p><a href='https://advnce.sic.pt/programas/bits/2021-07-07-Radio-e-podcasts.-Musica-para-os-teus-ouvidos-97ea6aee'>Fica aqui o link.</a></p>
<p> </p>
<p>Livros sugeridos:<br>
Autor(a) : Martina Flor<br>
<a href='https://www.amazon.com/Golden-Secrets-Lettering-Letter-Artwork/dp/161689573X'>“The Golden Secrets of Lettering: Letter Design from First Sketch to Final Artwork”</a><br>
<br>
Autor(a) : Radim Malinic (Brand Nu) - Trilogia<br>
<a href='https://designmuseumshop.com/products/book-of-ideas-vol-1'>“Book of Ideas Vol.1: A Journal of Creative Direction and Graphic Design”</a><br>
<br>
<a href='https://designmuseumshop.com/products/book-of-ideas-vol-2'>“Book of Ideas Vol.2: a journal of creative direction and graphic design”</a><br>
<br>
<a href='https://designmuseumshop.com/products/book-of-branding'>“Book of Branding”</a><br>
<br>
Autor(a) : Aaron James Draplin<br>
<a href='https://www.abramsbooks.com/product/draplin-design-co_9781419720178/'>“Pretty Much Everything about Aaron James Draplin”</a><br>
<br>
Autor(a) : Pat Kirkham<br>
<a href='https://www.amazon.com.br/Saul-Bass-Life-Film-Design/dp/1856697525'>“Saul Bass: A Life in Film & Design”</a></p>
<p>Qualquer dúvida ou sugestão rui@falarcriativo.com</p>
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O Bruno é um designer com experiência em várias áreas, tais como Branding, Lettering, Ilustração e ultimamente com o interesse em construir uma carreira em UX&UI (user interface e user experience), tudo coisas que também me interessam, e por essa razão convidei-o para conversarmos.
O grafiti foi algo que esteve presente na sua juventude, onde cedo aprendeu o valor daquilo que fazia e de que forma poderia potenciar o que fazia e sustentar o seu gosto por pintar paredes e deixar a sua marca. Contactava as Câmaras e enviava mockups, propondo intervenções, experiência que lhe trouxe vários ensinamentos bem cedo, como por exemplo lidar com clientes.
Tem experimentado várias coisas na sua vida relacionadas ao design, e tem sabido conjugá-las de forma inteligente, não deixando de lado aquilo que o vai motivando, seja desenhar, fazer ilustrações ou mais recentemente o UI&UX.
Na parte da conversa sobre UX falámos da empatia que é necessária para fazer um bom trabalho, de vestir a pele do outro, lembrando-me um episódio em que o anterior convidado e amigo, Tiago Nunes colocou algodões nos ouvidos para experienciar o modo de estar no mundo de uma pessoa com audição reduzida.
Na conversa fui percebendo que aquilo que o Bruno tem conseguido está muito bem fundamentado em capacidade de trabalho, gosto pelo que faz, mas penso que acima de tudo um foco no fazer bem feito, amor pelo craft, e a sua mente de principiante disponível para abraçar o que não sabe mas quer aprender.
Como refiro no podcast, recentemente estive no programa Bits na SIC Radical, apresentado pelo anterior convidado João Vitória a falar sobre podcasts.
Fica aqui o link.
 
Livros sugeridos:Autor(a) : Martina Flor“The Golden Secrets of Lettering: Letter Design from First Sketch to Final Artwork”Autor(a) : Radim Malinic (Brand Nu) - Trilogia“Book of Ideas Vol.1: A Journal of Creative Direction and Graphic Design”“Book of Ideas Vol.2: a journal of creative direction and graphic design”“Book of Branding”Autor(a) : Aaron James Draplin“Pretty Much Everything about Aaron James Draplin”Autor(a) : Pat Kirkham“Saul Bass: A Life in Film & Design”
Qualquer dúvida ou sugestão rui@falarcriativo.com]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Rui Branco</itunes:author>
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        <title>João Delicado, ver para além do olhar, episódio 168</title>
        <itunes:title>João Delicado, ver para além do olhar, episódio 168</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>No episódio de hoje falei com o <a href='https://linktr.ee/joaodelicado'>João Delicado</a>, arquitecto de formação que hoje trabalha como coach e psicoterapeuta. Escreve também regularmente no seu blog com mais de dez anos "Ver para Além do Olhar", e para uma rubrica na RFM.</p>
<p>O João já tinha sido sugerido por uma ouvinte do podcast há uns 4 ou 5 anos, porém não aconteceu na altura.</p>
<p>Conheci-o pessoalmente aquando do lançamento do último livro da <a href='http://falarcriativo.com/episodio-21-rossana-appolloni/'>Rossana Appolloni</a> com quem faço o <a href='https://ousarser.podbean.com/'>podcast "Ousar Ser"</a>, pois entretanto passaram a ser um casal. O mundo é mesmo uma ervilha.</p>
<p>É  tão ervilha que, o autor da música que o Falar Criativo tem como genérico, o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-6-bernardo-barata/'>Bernardo Barata</a>, foi colega de carteira do João Delicado, e os dois foram colegas da anterior convidada Mercês Tomás Gomes.</p>
<p>Adoro quando estas coisas se cruzam, gosto de ter provas concretas das ligações que sinto, são reais.</p>
<p>O João começou por ser campeão de esculturas na areia, e chegou a arquitecto, desencantou-se com a arquitectura e foi para a Companhia de Jesus, saiu e chegou onde está hoje.</p>
<p>O resto da história terão de ouvir no podcast.</p>
<p><a href='https://www.leyaonline.com/pt/livros/esoterismo-e-espiritualidades/vale-a-pena-pensar-nisto/'>Livro do João</a></p>
<p><a href='https://www.paulinas.pt/catalogo-produtos/valerio-albisetti/'>Valerio Albisetti, autor referido pelo João.</a></p>
<p><a href='https://www.wook.pt/livro/tornar-se-pessoa-carl-rogers/1854073'>"Tornar-se Pessoa" de Carl Rogers, livro referido por mim.</a></p>
<p></p>
<p> </p>
<p></p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>No episódio de hoje falei com o <a href='https://linktr.ee/joaodelicado'>João Delicado</a>, arquitecto de formação que hoje trabalha como coach e psicoterapeuta. Escreve também regularmente no seu blog com mais de dez anos "Ver para Além do Olhar", e para uma rubrica na RFM.</p>
<p>O João já tinha sido sugerido por uma ouvinte do podcast há uns 4 ou 5 anos, porém não aconteceu na altura.</p>
<p>Conheci-o pessoalmente aquando do lançamento do último livro da <a href='http://falarcriativo.com/episodio-21-rossana-appolloni/'>Rossana Appolloni</a> com quem faço o <a href='https://ousarser.podbean.com/'>podcast "Ousar Ser"</a>, pois entretanto passaram a ser um casal. O mundo é mesmo uma ervilha.</p>
<p>É  tão ervilha que, o autor da música que o Falar Criativo tem como genérico, o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-6-bernardo-barata/'>Bernardo Barata</a>, foi colega de carteira do João Delicado, e os dois foram colegas da anterior convidada Mercês Tomás Gomes.</p>
<p>Adoro quando estas coisas se cruzam, gosto de ter provas concretas das ligações que sinto, são reais.</p>
<p>O João começou por ser campeão de esculturas na areia, e chegou a arquitecto, desencantou-se com a arquitectura e foi para a Companhia de Jesus, saiu e chegou onde está hoje.</p>
<p>O resto da história terão de ouvir no podcast.</p>
<p><a href='https://www.leyaonline.com/pt/livros/esoterismo-e-espiritualidades/vale-a-pena-pensar-nisto/'>Livro do João</a></p>
<p><a href='https://www.paulinas.pt/catalogo-produtos/valerio-albisetti/'>Valerio Albisetti, autor referido pelo João.</a></p>
<p><a href='https://www.wook.pt/livro/tornar-se-pessoa-carl-rogers/1854073'>"Tornar-se Pessoa" de Carl Rogers, livro referido por mim.</a></p>
<p></p>
<p> </p>
<p></p>
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        <itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje falei com o João Delicado, arquitecto de formação que hoje trabalha como coach e psicoterapeuta. Escreve também regularmente no seu blog com mais de dez anos "Ver para Além do Olhar", e para uma rubrica na RFM.
O João já tinha sido sugerido por uma ouvinte do podcast há uns 4 ou 5 anos, porém não aconteceu na altura.
Conheci-o pessoalmente aquando do lançamento do último livro da Rossana Appolloni com quem faço o podcast "Ousar Ser", pois entretanto passaram a ser um casal. O mundo é mesmo uma ervilha.
É  tão ervilha que, o autor da música que o Falar Criativo tem como genérico, o Bernardo Barata, foi colega de carteira do João Delicado, e os dois foram colegas da anterior convidada Mercês Tomás Gomes.
Adoro quando estas coisas se cruzam, gosto de ter provas concretas das ligações que sinto, são reais.
O João começou por ser campeão de esculturas na areia, e chegou a arquitecto, desencantou-se com a arquitectura e foi para a Companhia de Jesus, saiu e chegou onde está hoje.
O resto da história terão de ouvir no podcast.
Livro do João
Valerio Albisetti, autor referido pelo João.
"Tornar-se Pessoa" de Carl Rogers, livro referido por mim.

 
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        <itunes:author>Rui Branco</itunes:author>
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            </item>
    <item>
        <title>Sofia Rocha e Silva, os preços da criatividade, episódio 167</title>
        <itunes:title>Sofia Rocha e Silva, os preços da criatividade, episódio 167</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/sofia-rocha-e-silva-os-precos-da-criatividade-episodio-167/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 05 Apr 2021 10:00:00 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p></p>
<p>A convidada desta vez é a <a href='https://www.luscofia.com'>Sofia Rocha e Silva</a> , <a href='https://sofiarochaesilva.webflow.io/'>designer</a>, podcaster que tem uma veia para a organização.</p>
<p> </p>
<p>Cheguei à Sofia através do seu <a href='https://podcasts.apple.com/pt/podcast/fazer-pre%C3%A7os-e-assim/id1539091962'>podcast "Fazer Preços e Assim"</a> e fiquei logo fã, pois tenho sentido ao longo do tempo a dificuldade que é fazer orçamentos e ter a noção de como se dá um preço a uma coisa que é na sua essência algo imaterial como a criatividade.</p>
<p> </p>
<p>Como falámos no podcast, ninguém nos ensina a fazer orçamentos, e sem recebermos não podemos achar que temos um profissão, teremos quando muito um hobby mal pago.</p>
<p> </p>
<p>O valor que damos ao nosso trabalho passa dois sinais, a nós e aos outros. O valor que nos dão dificilmente será maior do que aquele que estamos dispostos a cobrar, por isso se torna tão importante ter uma maneira sistemática e realista do que o nosso trabalho vale.</p>
<p> </p>
<p>Aconselho a <a href='https://luscofia.podia.com/oficina-dos-orcamentos'>Oficina dos Orçamentos</a>, o curso online que a Sofia tem no seu site, entenda-se como um bom investimento em vez de apenas um custo.</p>
<p> </p>
<p>A Sofia está a fazer um doutoramento e realizou uma pesquisa cujos dados, não tratados se encontram nesta<a href='https://docs.google.com/spreadsheets/d/1E2aSxI96bXRiLaPHWr5JHNo1xPGRCxM5SThoPachV2c/edit?usp=sharing'> tabela</a>.</p>
<p> </p>
<p>A experiência da Sofia é ajudada pelo trabalho que desenvolve também na <a href='http://transa.pt/'>Transa</a>, uma Cooperativa Cultural em Vila Real que dá resposta a coisas como programação cultural, branding ou ajuda na implementação de projectos.</p>
<p> </p>
<p>Livro referido pela Sofia, foi o <a href='https://www.leituria.com/pt/os-livros/prosa/naif-super'>"Naif. Super." de Erlend Loe</a>.</p>
<p> </p>
<p>O site da Sofia, <a href='https://www.luscofia.com'>Luscofia.</a></p>
<p> </p>
<p>O podcast <a href='https://podcasts.apple.com/pt/podcast/fazer-pre%C3%A7os-e-assim/id1539091962'>"Fazer Preços e Assim".</a></p>
<p> </p>
<p>Neste episódio negociei com a Editora Self para haver um desconto no livro <a href='https://vidaself.com/prod/startup-em-12-meses/'>"Startup em 12 Meses" de Melinda F. Emerson</a>, um livro que também aborda a importância de começar com o lado financeiro organizado. O código de desconto de 15% para além do desconto que está no site é falarcriativo.</p>
<p> </p>
<p>Como sempre, qualquer dúvida ou sugestão o email rui@falarcriativo.com está sempre disponível.</p>
<p></p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>A convidada desta vez é a <a href='https://www.luscofia.com'>Sofia Rocha e Silva</a> , <a href='https://sofiarochaesilva.webflow.io/'>designer</a>, podcaster que tem uma veia para a organização.</p>
<p> </p>
<p>Cheguei à Sofia através do seu <a href='https://podcasts.apple.com/pt/podcast/fazer-pre%C3%A7os-e-assim/id1539091962'>podcast "Fazer Preços e Assim"</a> e fiquei logo fã, pois tenho sentido ao longo do tempo a dificuldade que é fazer orçamentos e ter a noção de como se dá um preço a uma coisa que é na sua essência algo imaterial como a criatividade.</p>
<p> </p>
<p>Como falámos no podcast, ninguém nos ensina a fazer orçamentos, e sem recebermos não podemos achar que temos um profissão, teremos quando muito um hobby mal pago.</p>
<p> </p>
<p>O valor que damos ao nosso trabalho passa dois sinais, a nós e aos outros. O valor que nos dão dificilmente será maior do que aquele que estamos dispostos a cobrar, por isso se torna tão importante ter uma maneira sistemática e realista do que o nosso trabalho vale.</p>
<p> </p>
<p>Aconselho a <a href='https://luscofia.podia.com/oficina-dos-orcamentos'>Oficina dos Orçamentos</a>, o curso online que a Sofia tem no seu site, entenda-se como um bom investimento em vez de apenas um custo.</p>
<p> </p>
<p>A Sofia está a fazer um doutoramento e realizou uma pesquisa cujos dados, não tratados se encontram nesta<a href='https://docs.google.com/spreadsheets/d/1E2aSxI96bXRiLaPHWr5JHNo1xPGRCxM5SThoPachV2c/edit?usp=sharing'> tabela</a>.</p>
<p> </p>
<p>A experiência da Sofia é ajudada pelo trabalho que desenvolve também na <a href='http://transa.pt/'>Transa</a>, uma Cooperativa Cultural em Vila Real que dá resposta a coisas como programação cultural, branding ou ajuda na implementação de projectos.</p>
<p> </p>
<p>Livro referido pela Sofia, foi o <a href='https://www.leituria.com/pt/os-livros/prosa/naif-super'>"Naif. Super." de Erlend Loe</a>.</p>
<p> </p>
<p>O site da Sofia, <a href='https://www.luscofia.com'>Luscofia.</a></p>
<p> </p>
<p>O podcast <a href='https://podcasts.apple.com/pt/podcast/fazer-pre%C3%A7os-e-assim/id1539091962'>"Fazer Preços e Assim".</a></p>
<p> </p>
<p>Neste episódio negociei com a Editora Self para haver um desconto no livro <a href='https://vidaself.com/prod/startup-em-12-meses/'>"Startup em 12 Meses" de Melinda F. Emerson</a>, um livro que também aborda a importância de começar com o lado financeiro organizado. O código de desconto de 15% para além do desconto que está no site é <em>falarcriativo</em>.</p>
<p> </p>
<p>Como sempre, qualquer dúvida ou sugestão o email rui@falarcriativo.com está sempre disponível.</p>
<p></p>
]]></content:encoded>
                                    
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A convidada desta vez é a Sofia Rocha e Silva , designer, podcaster que tem uma veia para a organização.
 
Cheguei à Sofia através do seu podcast "Fazer Preços e Assim" e fiquei logo fã, pois tenho sentido ao longo do tempo a dificuldade que é fazer orçamentos e ter a noção de como se dá um preço a uma coisa que é na sua essência algo imaterial como a criatividade.
 
Como falámos no podcast, ninguém nos ensina a fazer orçamentos, e sem recebermos não podemos achar que temos um profissão, teremos quando muito um hobby mal pago.
 
O valor que damos ao nosso trabalho passa dois sinais, a nós e aos outros. O valor que nos dão dificilmente será maior do que aquele que estamos dispostos a cobrar, por isso se torna tão importante ter uma maneira sistemática e realista do que o nosso trabalho vale.
 
Aconselho a Oficina dos Orçamentos, o curso online que a Sofia tem no seu site, entenda-se como um bom investimento em vez de apenas um custo.
 
A Sofia está a fazer um doutoramento e realizou uma pesquisa cujos dados, não tratados se encontram nesta tabela.
 
A experiência da Sofia é ajudada pelo trabalho que desenvolve também na Transa, uma Cooperativa Cultural em Vila Real que dá resposta a coisas como programação cultural, branding ou ajuda na implementação de projectos.
 
Livro referido pela Sofia, foi o "Naif. Super." de Erlend Loe.
 
O site da Sofia, Luscofia.
 
O podcast "Fazer Preços e Assim".
 
Neste episódio negociei com a Editora Self para haver um desconto no livro "Startup em 12 Meses" de Melinda F. Emerson, um livro que também aborda a importância de começar com o lado financeiro organizado. O código de desconto de 15% para além do desconto que está no site é falarcriativo.
 
Como sempre, qualquer dúvida ou sugestão o email rui@falarcriativo.com está sempre disponível.
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        <itunes:author>Rui Branco</itunes:author>
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        <title>Filipe Teixeira, ilustrador guerreiro, episódio 166</title>
        <itunes:title>Filipe Teixeira, ilustrador guerreiro, episódio 166</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/filipe-teixeira-ilustrador-guerreiro-episodio-166/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 22 Mar 2021 09:00:00 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta vez é o <a href='https://www.behance.net/zen_badger'>Filipe Teixeira</a>, concept artist, ilustrador, que conheci através dos jantares do <a href='https://www.trojan-unicorn.com/'>THU</a>.</p>
<p>O Filipe é alguém que se destaca no grupo, pela boa disposição aliada a uma capacidade de pensar em profundidade nas questões. Saliente também é o seu lado protector daqueles que gosta, que vê como membros da sua tribo, existe nele um carinho guerreiro, uma presença que transmite segurança.</p>
<p>A experiência do Filipe é bastante grande e neste momento trabalha para uma empresa israelita de videojogos como artista 2D a <a href='https://www.baba-entertainment.com/'>Baba Entertainment.</a></p>
<p>Numa das empresas onde trabalhou criou cerca de <a href='https://www.behance.net/gallery/11575081/Pool-by-Miniclip-Miniclip-Mobile-for-iOS-and-Android'>quinhentos tacos para um jogo de pool</a>, onde a atenção aos detalhes é digna de nota.</p>
<p>Existe uma gentileza de gigante, e o seu trabalho reflecte isso, uma força subtil que dificilmente poderemos ficar indiferentes, não uma força bruta que impressiona pelo choque, uma sensibilidade ancorada em disciplina e muitos anos de prática.</p>
<p>Falámos do seu percurso, do seu modo de trabalhar, das suas rotinas, algo que como os ouvintes assíduos sabem é algo que interessa perceber para aprender e implementar alguns processos e rotinas naquilo que faço.</p>
<p><a>Artstation do Filipe</a></p>
<p>Livros referidos no episódio:</p>
<p><a href='https://www.wook.pt/livro/manual-do-guerreiro-da-luz-paulo-coelho/18223998'>"Manual do Guerreiro da Luz" do Paulo Coelho</a></p>
<p><a href='https://www.wook.pt/livro/o-alquimista-paulo-coelho/15237139'>"O Alquimista" do Paulo Coelho</a></p>
<p><a href='https://en.wikipedia.org/wiki/The_Age_of_Misrule'>A triologia "The Age of Misrule" de Mark ChadBours </a></p>
<p>Qualquer dúvida ou sugestão o email rui@falarcriativo.com está sempre disponível.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta vez é o <a href='https://www.behance.net/zen_badger'>Filipe Teixeira</a>, concept artist, ilustrador, que conheci através dos jantares do <a href='https://www.trojan-unicorn.com/'>THU</a>.</p>
<p>O Filipe é alguém que se destaca no grupo, pela boa disposição aliada a uma capacidade de pensar em profundidade nas questões. Saliente também é o seu lado protector daqueles que gosta, que vê como membros da sua tribo, existe nele um carinho guerreiro, uma presença que transmite segurança.</p>
<p>A experiência do Filipe é bastante grande e neste momento trabalha para uma empresa israelita de videojogos como artista 2D a <a href='https://www.baba-entertainment.com/'>Baba Entertainment.</a></p>
<p>Numa das empresas onde trabalhou criou cerca de <a href='https://www.behance.net/gallery/11575081/Pool-by-Miniclip-Miniclip-Mobile-for-iOS-and-Android'>quinhentos tacos para um jogo de pool</a>, onde a atenção aos detalhes é digna de nota.</p>
<p>Existe uma gentileza de gigante, e o seu trabalho reflecte isso, uma força subtil que dificilmente poderemos ficar indiferentes, não uma força bruta que impressiona pelo choque, uma sensibilidade ancorada em disciplina e muitos anos de prática.</p>
<p>Falámos do seu percurso, do seu modo de trabalhar, das suas rotinas, algo que como os ouvintes assíduos sabem é algo que interessa perceber para aprender e implementar alguns processos e rotinas naquilo que faço.</p>
<p><a>Artstation do Filipe</a></p>
<p>Livros referidos no episódio:</p>
<p><a href='https://www.wook.pt/livro/manual-do-guerreiro-da-luz-paulo-coelho/18223998'>"Manual do Guerreiro da Luz" do Paulo Coelho</a></p>
<p><a href='https://www.wook.pt/livro/o-alquimista-paulo-coelho/15237139'>"O Alquimista" do Paulo Coelho</a></p>
<p><a href='https://en.wikipedia.org/wiki/The_Age_of_Misrule'>A triologia "The Age of Misrule" de Mark ChadBours </a></p>
<p>Qualquer dúvida ou sugestão o email rui@falarcriativo.com está sempre disponível.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta vez é o Filipe Teixeira, concept artist, ilustrador, que conheci através dos jantares do THU.
O Filipe é alguém que se destaca no grupo, pela boa disposição aliada a uma capacidade de pensar em profundidade nas questões. Saliente também é o seu lado protector daqueles que gosta, que vê como membros da sua tribo, existe nele um carinho guerreiro, uma presença que transmite segurança.
A experiência do Filipe é bastante grande e neste momento trabalha para uma empresa israelita de videojogos como artista 2D a Baba Entertainment.
Numa das empresas onde trabalhou criou cerca de quinhentos tacos para um jogo de pool, onde a atenção aos detalhes é digna de nota.
Existe uma gentileza de gigante, e o seu trabalho reflecte isso, uma força subtil que dificilmente poderemos ficar indiferentes, não uma força bruta que impressiona pelo choque, uma sensibilidade ancorada em disciplina e muitos anos de prática.
Falámos do seu percurso, do seu modo de trabalhar, das suas rotinas, algo que como os ouvintes assíduos sabem é algo que interessa perceber para aprender e implementar alguns processos e rotinas naquilo que faço.
Artstation do Filipe
Livros referidos no episódio:
"Manual do Guerreiro da Luz" do Paulo Coelho
"O Alquimista" do Paulo Coelho
A triologia "The Age of Misrule" de Mark ChadBours 
Qualquer dúvida ou sugestão o email rui@falarcriativo.com está sempre disponível.]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Rui Branco</itunes:author>
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        <title>Cecília Lopes, yoga com alma, episódio 165</title>
        <itunes:title>Cecília Lopes, yoga com alma, episódio 165</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p></p>
<p>A convidada desta vez é a minha amiga <a href='https://www.facebook.com/suryayogashalaalges'>Cecília Lopes</a>, que conheci numa empresa onde trabalhámos juntos.</p>
<p> </p>
<p>Já fez de tudo um pouco, foi administrativa, tradutora, hoje é professora de yoga e coach de desenvolvimento pessoal.</p>
<p> </p>
<p>Tem sido uma presença na minha vida, umas vezes mais próxima, outras mais distantes, mas sem dúvida que costuma ser uma voz que me tem feito acreditar naquilo que faço e sobretudo a tratar-me bem no processo de seguir os meus sonhos e aspirações.</p>
<p> </p>
<p>O percurso da Cecília é interessante por ser alguém que esteve adormecida no que toca a seguir o que a faz feliz e a forma como quer estar no mundo, mas acordou e hoje em dia usa o que faz como modo de ajudar outros a descobrir o que o faz felizes e como chegar lá, num processo sobretudo de auto-descoberta.</p>
<p> </p>
<p>Quando acordamos, as coisas não começam logo a acontecer, é um caminho de altos e baixos, daí ser importante saber para o que é que estamos a apontar e se vale a pena pagar o preço de todas as dificuldades que a viagem possa trazer.</p>
<p> </p>
<p>Inspirado pela história da Cecília falei com a <a href='https://vidaself.com/'>Editora Self</a>, onde poderão adquirir o livro <a href='https://vidaself.com/prod/o-caminho-da-deusa-guerreira/'>"O caminho da Deusa Guerreira" de Heatherash Amara </a> com 15% de desconto extra sobre o preço do site, usando o código falarcriativo.</p>
<p> </p>
<p><a href='https://www.instagram.com/cecilia_lopes_yoga_terapias/'>Instagram da Cecília</a></p>
<p> </p>
<p><a href='https://www.facebook.com/suryayogashalaalges'>Página de Facebook</a></p>
<p> </p>
<p><a href='https://www.facebook.com/events/178542764032222/'>Link para o curso da Cecília</a></p>
<p> </p>
<p>Livros referidos no episódio:</p>
<p> </p>
<p><a href='https://www.wook.pt/livro/as-cinco-feridas-lise-bourbeau/15075783'>As Cinco Feridas de Lise Bourbeau</a></p>
<p> </p>
<p><a href='https://www.wook.pt/livro/o-teu-corpo-nao-mente-luis-martins-simoes/223030'>O Teu Corpo Não Mente de Luís Martins Simões</a></p>
<p> </p>
<p><a href='https://www.wook.pt/livro/o-monge-urbano-pedram-shojai/18071521'>O Monge Urbano de Pedram Shojai</a></p>
<p> </p>
<p>Qualquer dúvida, sugestão, o email rui@falarcriativo.com está sempre disponível.</p>
<p></p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>A convidada desta vez é a minha amiga <a href='https://www.facebook.com/suryayogashalaalges'>Cecília Lopes</a>, que conheci numa empresa onde trabalhámos juntos.</p>
<p> </p>
<p>Já fez de tudo um pouco, foi administrativa, tradutora, hoje é professora de yoga e coach de desenvolvimento pessoal.</p>
<p> </p>
<p>Tem sido uma presença na minha vida, umas vezes mais próxima, outras mais distantes, mas sem dúvida que costuma ser uma voz que me tem feito acreditar naquilo que faço e sobretudo a tratar-me bem no processo de seguir os meus sonhos e aspirações.</p>
<p> </p>
<p>O percurso da Cecília é interessante por ser alguém que esteve adormecida no que toca a seguir o que a faz feliz e a forma como quer estar no mundo, mas acordou e hoje em dia usa o que faz como modo de ajudar outros a descobrir o que o faz felizes e como chegar lá, num processo sobretudo de auto-descoberta.</p>
<p> </p>
<p>Quando acordamos, as coisas não começam logo a acontecer, é um caminho de altos e baixos, daí ser importante saber para o que é que estamos a apontar e se vale a pena pagar o preço de todas as dificuldades que a viagem possa trazer.</p>
<p> </p>
<p>Inspirado pela história da Cecília falei com a <a href='https://vidaself.com/'>Editora Self</a>, onde poderão adquirir o livro <a href='https://vidaself.com/prod/o-caminho-da-deusa-guerreira/'>"O caminho da Deusa Guerreira" de Heatherash Amara </a> com 15% de desconto extra sobre o preço do site, usando o código <em>falarcriativo</em>.</p>
<p> </p>
<p><a href='https://www.instagram.com/cecilia_lopes_yoga_terapias/'>Instagram da Cecília</a></p>
<p> </p>
<p><a href='https://www.facebook.com/suryayogashalaalges'>Página de Facebook</a></p>
<p> </p>
<p><a href='https://www.facebook.com/events/178542764032222/'>Link para o curso da Cecília</a></p>
<p> </p>
<p>Livros referidos no episódio:</p>
<p> </p>
<p><a href='https://www.wook.pt/livro/as-cinco-feridas-lise-bourbeau/15075783'>As Cinco Feridas de Lise Bourbeau</a></p>
<p> </p>
<p><a href='https://www.wook.pt/livro/o-teu-corpo-nao-mente-luis-martins-simoes/223030'>O Teu Corpo Não Mente de Luís Martins Simões</a></p>
<p> </p>
<p><a href='https://www.wook.pt/livro/o-monge-urbano-pedram-shojai/18071521'>O Monge Urbano de Pedram Shojai</a></p>
<p> </p>
<p>Qualquer dúvida, sugestão, o email rui@falarcriativo.com está sempre disponível.</p>
<p></p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[
A convidada desta vez é a minha amiga Cecília Lopes, que conheci numa empresa onde trabalhámos juntos.
 
Já fez de tudo um pouco, foi administrativa, tradutora, hoje é professora de yoga e coach de desenvolvimento pessoal.
 
Tem sido uma presença na minha vida, umas vezes mais próxima, outras mais distantes, mas sem dúvida que costuma ser uma voz que me tem feito acreditar naquilo que faço e sobretudo a tratar-me bem no processo de seguir os meus sonhos e aspirações.
 
O percurso da Cecília é interessante por ser alguém que esteve adormecida no que toca a seguir o que a faz feliz e a forma como quer estar no mundo, mas acordou e hoje em dia usa o que faz como modo de ajudar outros a descobrir o que o faz felizes e como chegar lá, num processo sobretudo de auto-descoberta.
 
Quando acordamos, as coisas não começam logo a acontecer, é um caminho de altos e baixos, daí ser importante saber para o que é que estamos a apontar e se vale a pena pagar o preço de todas as dificuldades que a viagem possa trazer.
 
Inspirado pela história da Cecília falei com a Editora Self, onde poderão adquirir o livro "O caminho da Deusa Guerreira" de Heatherash Amara  com 15% de desconto extra sobre o preço do site, usando o código falarcriativo.
 
Instagram da Cecília
 
Página de Facebook
 
Link para o curso da Cecília
 
Livros referidos no episódio:
 
As Cinco Feridas de Lise Bourbeau
 
O Teu Corpo Não Mente de Luís Martins Simões
 
O Monge Urbano de Pedram Shojai
 
Qualquer dúvida, sugestão, o email rui@falarcriativo.com está sempre disponível.
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        <itunes:author>Rui Branco</itunes:author>
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            </item>
    <item>
        <title>Pedro Potier, a arte nos jogos, episódio 164</title>
        <itunes:title>Pedro Potier, a arte nos jogos, episódio 164</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/pedro-potier-a-arte-nos-jogos-episodio-164/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 01 Mar 2021 10:00:00 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta vez é  o <a href='https://www.artstation.com/pedro_potier'>Pedro Potier</a> Lead Artist  na <a href='https://www.marmaladegamestudio.com/'>Marmalade Game Studio </a>que têm criado grandes sucessos em videojogos entre eles <a href='https://www.marmaladegamestudio.com/games/monopoly/'>"Monopoly"</a> e <a href='https://www.marmaladegamestudio.com/games/the-game-of-life-vacations/'>"The Game of Life Vacations"</a>.</p>
<p>O Pedro também faz parte de tribo do <a href='http://falarcriativo.com/thu2017/'>THU</a>, o evento criado pelo anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/ep119/'>André Lourenço</a> e há quase um ano prometi ao Pedro que o entrevistaria como prenda de anos. Demorou mas, aconteceu.</p>
<p>A <a href='https://www.marmaladegamestudio.com/'>Marmalade Game Studio</a> onde trabalha, faz videojogos, e como falámos na entrevista, é uma indústria que já movimenta muito dinheiro, mais do que até a do cinema, mas que por algumas razões não tem ainda o reconhecimento equivalente pela grande maioria das pessoas, talvez ainda seja vista como coisa de miúdos. Mas os miúdos que cresceram a jogar videojogos, são hoje homens e mulheres, pais, donas de empresas e isso significa poder de compra.</p>
<p>O Pedro também faz banda desenhada e até desenhos para coisas míticas como são as cartas do <a href='https://magic.wizards.com/en'>Magic: The Gathering</a>.</p>
<p>A maturidade que ainda falta à indústria em Portugal foi outros dos temas, temos talento mas falta uma componente de experiência que talvez se deva ao facto de ainda não existirem muitas empresas e haver um desconhecimento grande sobre as possibilidades de carreira que existem nesta área.</p>
<p>Mais uma conversa que gostei muito e espero que vocês também.</p>
<p></p>
<p>Livros e autores referidos no episódio:</p>
<p> </p>
<ul><li>State of Fear do Michael Crichton</li>
<li>Jasper Ford</li>
<li>Philip Pullman</li>
</ul>
<p> </p>
<p>Série sugerida:</p>
<p> </p>
<ul><li><a href='https://www.imdb.com/title/tt7660850/'>Succession, série da HBO</a></li>
</ul>
<p> </p>
<p>Qualquer dúvida ou sugestão, o email rui@falarcriativo.com, está sempre disponível.</p>
<p></p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta vez é  o <a href='https://www.artstation.com/pedro_potier'>Pedro Potier</a> Lead Artist  na <a href='https://www.marmaladegamestudio.com/'>Marmalade Game Studio </a>que têm criado grandes sucessos em videojogos entre eles <a href='https://www.marmaladegamestudio.com/games/monopoly/'>"Monopoly"</a> e <a href='https://www.marmaladegamestudio.com/games/the-game-of-life-vacations/'>"The Game of Life Vacations"</a>.</p>
<p>O Pedro também faz parte de tribo do <a href='http://falarcriativo.com/thu2017/'>THU</a>, o evento criado pelo anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/ep119/'>André Lourenço</a> e há quase um ano prometi ao Pedro que o entrevistaria como prenda de anos. Demorou mas, aconteceu.</p>
<p>A <a href='https://www.marmaladegamestudio.com/'>Marmalade Game Studio</a> onde trabalha, faz videojogos, e como falámos na entrevista, é uma indústria que já movimenta muito dinheiro, mais do que até a do cinema, mas que por algumas razões não tem ainda o reconhecimento equivalente pela grande maioria das pessoas, talvez ainda seja vista como coisa de miúdos. Mas os miúdos que cresceram a jogar videojogos, são hoje homens e mulheres, pais, donas de empresas e isso significa poder de compra.</p>
<p>O Pedro também faz banda desenhada e até desenhos para coisas míticas como são as cartas do <a href='https://magic.wizards.com/en'>Magic: The Gathering</a>.</p>
<p>A maturidade que ainda falta à indústria em Portugal foi outros dos temas, temos talento mas falta uma componente de experiência que talvez se deva ao facto de ainda não existirem muitas empresas e haver um desconhecimento grande sobre as possibilidades de carreira que existem nesta área.</p>
<p>Mais uma conversa que gostei muito e espero que vocês também.</p>
<p></p>
<p>Livros e autores referidos no episódio:</p>
<p> </p>
<ul><li>State of Fear do Michael Crichton</li>
<li>Jasper Ford</li>
<li>Philip Pullman</li>
</ul>
<p> </p>
<p>Série sugerida:</p>
<p> </p>
<ul><li><a href='https://www.imdb.com/title/tt7660850/'>Succession, série da HBO</a></li>
</ul>
<p> </p>
<p>Qualquer dúvida ou sugestão, o email rui@falarcriativo.com, está sempre disponível.</p>
<p></p>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta vez é  o Pedro Potier Lead Artist  na Marmalade Game Studio que têm criado grandes sucessos em videojogos entre eles "Monopoly" e "The Game of Life Vacations".
O Pedro também faz parte de tribo do THU, o evento criado pelo anterior convidado André Lourenço e há quase um ano prometi ao Pedro que o entrevistaria como prenda de anos. Demorou mas, aconteceu.
A Marmalade Game Studio onde trabalha, faz videojogos, e como falámos na entrevista, é uma indústria que já movimenta muito dinheiro, mais do que até a do cinema, mas que por algumas razões não tem ainda o reconhecimento equivalente pela grande maioria das pessoas, talvez ainda seja vista como coisa de miúdos. Mas os miúdos que cresceram a jogar videojogos, são hoje homens e mulheres, pais, donas de empresas e isso significa poder de compra.
O Pedro também faz banda desenhada e até desenhos para coisas míticas como são as cartas do Magic: The Gathering.
A maturidade que ainda falta à indústria em Portugal foi outros dos temas, temos talento mas falta uma componente de experiência que talvez se deva ao facto de ainda não existirem muitas empresas e haver um desconhecimento grande sobre as possibilidades de carreira que existem nesta área.
Mais uma conversa que gostei muito e espero que vocês também.

Livros e autores referidos no episódio:
 
State of Fear do Michael Crichton
Jasper Ford
Philip Pullman
 
Série sugerida:
 
Succession, série da HBO
 
Qualquer dúvida ou sugestão, o email rui@falarcriativo.com, está sempre disponível.
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        <itunes:author>Rui Branco</itunes:author>
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        <title>Ana Castro Rego, criatividade estratégica, episódio 163</title>
        <itunes:title>Ana Castro Rego, criatividade estratégica, episódio 163</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>A convidada desta vez é a Ana Castro Rego, Strategy & Creative Director na <a href='https://www2.hkstrategies.com/portugal_/pt-pt/'>Hill+Knowlton Strategies</a>  uma agência de relações públicas e comunicação integrada, mas é acima de tudo alguém que conheço há muitos anos e de quem gosto bastante.</p>
<p>Foi um episódio um pouco egoísta, já não falava muito com a Ana há bastante tempo e aproveitei para partilhar o que ela sabe e matar saudades.</p>
<p>A Ana sempre foi daquelas pessoas raras que une o pragmatismo com a criatividade, as coisas são para ser feitas da melhor maneira, mas são para ser feitas. Eu que quando a conheci ainda estava muito ingénuo nas artes criativas, gostava de me perder em pensar dez vezes sobre as coisas antes de me pôr a fazer, e sempre invejei a capacidade da Ana de ser intensa e ligeira ao mesmo tempo.</p>
<p>Sim, porque a Ana ri com facilidade, brinca, mas é focada, assertiva como poucas pessoas que conheço.</p>
<p>O percurso que me descreveu neste episódio só reforçou o que já sabia serem as suas forças, um enorme gosto em criar e a capacidade de implementar ideias, e para quem acompanha o podcast há mais tempo sabe que comecei esta aventura porque tinha muitas ideias e não as colocava em prática, e a Ana é para mim uma referência.</p>
<p>Espero que gostem desta conversa entre amigos que gostam de estratégia, criatividade e de rir facilmente.</p>
<p>Livro referido pela Ana:</p>
<p><a href='https://www.bertrand.pt/livro/homo-deus-historia-breve-do-amanha-yuval-noah-harari/19278254'>"Homo Deus" do Yuval Noah Harari</a></p>
<p>Qualquer dúvida ou sugestão o email rui@falarcriativo.com está sempre disponível.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>A convidada desta vez é a Ana Castro Rego, Strategy & Creative Director na <a href='https://www2.hkstrategies.com/portugal_/pt-pt/'>Hill+Knowlton Strategies</a>  uma agência de relações públicas e comunicação integrada, mas é acima de tudo alguém que conheço há muitos anos e de quem gosto bastante.</p>
<p>Foi um episódio um pouco egoísta, já não falava muito com a Ana há bastante tempo e aproveitei para partilhar o que ela sabe e matar saudades.</p>
<p>A Ana sempre foi daquelas pessoas raras que une o pragmatismo com a criatividade, as coisas são para ser feitas da melhor maneira, mas são para ser feitas. Eu que quando a conheci ainda estava muito ingénuo nas artes criativas, gostava de me perder em pensar dez vezes sobre as coisas antes de me pôr a fazer, e sempre invejei a capacidade da Ana de ser intensa e ligeira ao mesmo tempo.</p>
<p>Sim, porque a Ana ri com facilidade, brinca, mas é focada, assertiva como poucas pessoas que conheço.</p>
<p>O percurso que me descreveu neste episódio só reforçou o que já sabia serem as suas forças, um enorme gosto em criar e a capacidade de implementar ideias, e para quem acompanha o podcast há mais tempo sabe que comecei esta aventura porque tinha muitas ideias e não as colocava em prática, e a Ana é para mim uma referência.</p>
<p>Espero que gostem desta conversa entre amigos que gostam de estratégia, criatividade e de rir facilmente.</p>
<p>Livro referido pela Ana:</p>
<p><a href='https://www.bertrand.pt/livro/homo-deus-historia-breve-do-amanha-yuval-noah-harari/19278254'>"Homo Deus" do Yuval Noah Harari</a></p>
<p>Qualquer dúvida ou sugestão o email rui@falarcriativo.com está sempre disponível.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[A convidada desta vez é a Ana Castro Rego, Strategy & Creative Director na Hill+Knowlton Strategies  uma agência de relações públicas e comunicação integrada, mas é acima de tudo alguém que conheço há muitos anos e de quem gosto bastante.
Foi um episódio um pouco egoísta, já não falava muito com a Ana há bastante tempo e aproveitei para partilhar o que ela sabe e matar saudades.
A Ana sempre foi daquelas pessoas raras que une o pragmatismo com a criatividade, as coisas são para ser feitas da melhor maneira, mas são para ser feitas. Eu que quando a conheci ainda estava muito ingénuo nas artes criativas, gostava de me perder em pensar dez vezes sobre as coisas antes de me pôr a fazer, e sempre invejei a capacidade da Ana de ser intensa e ligeira ao mesmo tempo.
Sim, porque a Ana ri com facilidade, brinca, mas é focada, assertiva como poucas pessoas que conheço.
O percurso que me descreveu neste episódio só reforçou o que já sabia serem as suas forças, um enorme gosto em criar e a capacidade de implementar ideias, e para quem acompanha o podcast há mais tempo sabe que comecei esta aventura porque tinha muitas ideias e não as colocava em prática, e a Ana é para mim uma referência.
Espero que gostem desta conversa entre amigos que gostam de estratégia, criatividade e de rir facilmente.
Livro referido pela Ana:
"Homo Deus" do Yuval Noah Harari
Qualquer dúvida ou sugestão o email rui@falarcriativo.com está sempre disponível.]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Rui Branco</itunes:author>
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        <title>Diogo Reffóios Cunha, nómada digital, episódio 162</title>
        <itunes:title>Diogo Reffóios Cunha, nómada digital, episódio 162</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Olá, após uma pausa maior do que eu gostaria, estou de volta com conversas sobre o universo da criatividade que cada vez entendo como mais vasto.</p>
<p>O convidado desta vez é o <a href='https://www.instagram.com/reffoioscunha/'>Diogo Reffóios Cunha</a>, fundador da <a href='https://nomadadigital.pt/'>Nómada Digital</a>, Creative Communications Manager, mas provavelmente mais conhecido como o “Diogo do Big Brother”.</p>
<p>O Diogo é ouvinte do Falar Criativo e uma vez entrou em contacto comigo a dizer que adorava o podcast e que aprendia bastante com a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita</a>, anterior convidada e com quem fiz os <a href='http://falarcriativo.com/podcast-list/'>Falar mais Criativo</a>. E a coisa ficou por aqui, mas no semestre passado, numa aula de Comunicação Integrada em Marketing (parte da minha licenciatura em Psicologia), a <a href='https://www.linkedin.com/in/monicamendesferreira/'>Professora Mónica Ferreira</a> convida o Diogo para falar de marca, de estratégia, e, perto do fim faço uma pergunta, e o Diogo refere que conhecia aquela voz de um podcast que costumava ouvir (estamos em tempos COVID e eu estava remoto). Convidei-o a ser entrevistado, algo que acedeu prontamente.</p>
<p>O percurso do Diogo é bastante interessante, começou a trabalhar cedo, esteve para ser engenheiro electrotécnico, e como alguém que percebe de publicidade, conseguiu ver que o Big Brother poderia ser uma estratégia para se dar a conhecer, se jogado da forma certa.</p>
<p>Falámos da sua experiência, da sua paixão pelo nomadismo digital, essa capacidade e possibilidade de trabalhar de qualquer lugar para qualquer lugar, e de que forma as escolhas que isso implica têm consequências naquilo a que nos agarramos, coisas, pessoas, lugares.</p>
<p>A saúde mental foi algo que também falámos, tanto na sua experiência pessoal como pelo facto de ser parte da equipa que criou e gere o site <a href='https://www.psicologo.pt/'>psicólogo.pt</a>.</p>
<p>Mais um convidado que reforçou a ideia de que o aborrecimento é uma excelente ferramenta para criar, algo que também acredito, embora aceite e entenda aqueles que escolhem e preferem criar no caos, na confusão.</p>
<p>Espero que gostem desta conversa, eu gosto de estar de volta, apesar de sentir que estou um pouco enferrujado, mas também sei que para fazer melhor preciso estar a fazer.</p>
<p>Site da <a href='https://nomadadigital.pt/'>Nómada Digital</a></p>
<p>Livros mencionados no episódio:</p>
<ul><li><a href='https://www.fnac.pt/4-Horas-por-Semana-Timothy-Ferriss/a286857#st=4+horas+por+semana&ct=Todos+os+produtos&t=p'>"4 Horas por Semana" do Tim Ferriss</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/joao-mota-o-pedagogo-teatral-eugenia-vasques/180657'>"João Mota - O Pedagogo Teatral" de Eugénia Vasques</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Olá, após uma pausa maior do que eu gostaria, estou de volta com conversas sobre o universo da criatividade que cada vez entendo como mais vasto.</p>
<p>O convidado desta vez é o <a href='https://www.instagram.com/reffoioscunha/'>Diogo Reffóios Cunha</a>, fundador da <a href='https://nomadadigital.pt/'>Nómada Digital</a>, Creative Communications Manager, mas provavelmente mais conhecido como o “Diogo do Big Brother”.</p>
<p>O Diogo é ouvinte do Falar Criativo e uma vez entrou em contacto comigo a dizer que adorava o podcast e que aprendia bastante com a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita</a>, anterior convidada e com quem fiz os <a href='http://falarcriativo.com/podcast-list/'>Falar mais Criativo</a>. E a coisa ficou por aqui, mas no semestre passado, numa aula de Comunicação Integrada em Marketing (parte da minha licenciatura em Psicologia), a <a href='https://www.linkedin.com/in/monicamendesferreira/'>Professora Mónica Ferreira</a> convida o Diogo para falar de marca, de estratégia, e, perto do fim faço uma pergunta, e o Diogo refere que conhecia aquela voz de um podcast que costumava ouvir (estamos em tempos COVID e eu estava remoto). Convidei-o a ser entrevistado, algo que acedeu prontamente.</p>
<p>O percurso do Diogo é bastante interessante, começou a trabalhar cedo, esteve para ser engenheiro electrotécnico, e como alguém que percebe de publicidade, conseguiu ver que o Big Brother poderia ser uma estratégia para se dar a conhecer, se jogado da forma certa.</p>
<p>Falámos da sua experiência, da sua paixão pelo nomadismo digital, essa capacidade e possibilidade de trabalhar de qualquer lugar para qualquer lugar, e de que forma as escolhas que isso implica têm consequências naquilo a que nos agarramos, coisas, pessoas, lugares.</p>
<p>A saúde mental foi algo que também falámos, tanto na sua experiência pessoal como pelo facto de ser parte da equipa que criou e gere o site <a href='https://www.psicologo.pt/'>psicólogo.pt</a>.</p>
<p>Mais um convidado que reforçou a ideia de que o aborrecimento é uma excelente ferramenta para criar, algo que também acredito, embora aceite e entenda aqueles que escolhem e preferem criar no caos, na confusão.</p>
<p>Espero que gostem desta conversa, eu gosto de estar de volta, apesar de sentir que estou um pouco enferrujado, mas também sei que para fazer melhor preciso estar a fazer.</p>
<p>Site da <a href='https://nomadadigital.pt/'>Nómada Digital</a></p>
<p>Livros mencionados no episódio:</p>
<ul><li><a href='https://www.fnac.pt/4-Horas-por-Semana-Timothy-Ferriss/a286857#st=4+horas+por+semana&ct=Todos+os+produtos&t=p'>"4 Horas por Semana" do Tim Ferriss</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/joao-mota-o-pedagogo-teatral-eugenia-vasques/180657'>"João Mota - O Pedagogo Teatral" de Eugénia Vasques</a></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[Olá, após uma pausa maior do que eu gostaria, estou de volta com conversas sobre o universo da criatividade que cada vez entendo como mais vasto.
O convidado desta vez é o Diogo Reffóios Cunha, fundador da Nómada Digital, Creative Communications Manager, mas provavelmente mais conhecido como o “Diogo do Big Brother”.
O Diogo é ouvinte do Falar Criativo e uma vez entrou em contacto comigo a dizer que adorava o podcast e que aprendia bastante com a Anita, anterior convidada e com quem fiz os Falar mais Criativo. E a coisa ficou por aqui, mas no semestre passado, numa aula de Comunicação Integrada em Marketing (parte da minha licenciatura em Psicologia), a Professora Mónica Ferreira convida o Diogo para falar de marca, de estratégia, e, perto do fim faço uma pergunta, e o Diogo refere que conhecia aquela voz de um podcast que costumava ouvir (estamos em tempos COVID e eu estava remoto). Convidei-o a ser entrevistado, algo que acedeu prontamente.
O percurso do Diogo é bastante interessante, começou a trabalhar cedo, esteve para ser engenheiro electrotécnico, e como alguém que percebe de publicidade, conseguiu ver que o Big Brother poderia ser uma estratégia para se dar a conhecer, se jogado da forma certa.
Falámos da sua experiência, da sua paixão pelo nomadismo digital, essa capacidade e possibilidade de trabalhar de qualquer lugar para qualquer lugar, e de que forma as escolhas que isso implica têm consequências naquilo a que nos agarramos, coisas, pessoas, lugares.
A saúde mental foi algo que também falámos, tanto na sua experiência pessoal como pelo facto de ser parte da equipa que criou e gere o site psicólogo.pt.
Mais um convidado que reforçou a ideia de que o aborrecimento é uma excelente ferramenta para criar, algo que também acredito, embora aceite e entenda aqueles que escolhem e preferem criar no caos, na confusão.
Espero que gostem desta conversa, eu gosto de estar de volta, apesar de sentir que estou um pouco enferrujado, mas também sei que para fazer melhor preciso estar a fazer.
Site da Nómada Digital
Livros mencionados no episódio:
"4 Horas por Semana" do Tim Ferriss
"João Mota - O Pedagogo Teatral" de Eugénia Vasques
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        <itunes:author>Rui Branco</itunes:author>
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        <title>Rui Viana (repost) episódio 161</title>
        <itunes:title>Rui Viana (repost) episódio 161</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>O episódio desta vez é a recuperação do <a href='http://falarcriativo.com/falar-criativo-episodio-2-rui-viana/'>episódio número dois</a> do Falar Criativo, a minha conversa com o meu amigo <a href='http://ruiviana.blogspot.com/'>Rui Viana</a>.</p>
<p>Infelizmente o Rui faleceu há uns meses, e eu não podia deixar de alguma forma homenagear alguém que tão importante é para mim.</p>
<p>Nesta conversa que tem sete anos, o Rui fala do seu processo criativo, do seu percurso, de si.</p>
<p>No próximo dia 7 de Novembro inaugura uma exposição do Rui Viana na <a href='http://www.galeriamonumental.com/pt/artists/28'>Galeria Monumental</a> em Lisboa que vai estar patente até dia 19 de Dezembro. Quem não conhecia o seu trabalho, esta é uma excelente oportunidade.</p>
<p>Foi-me difícil fazer esta recuperação da nossa conversa, ouvir de novo a sua voz teve um misto de alegria e uma enorme saudade.</p>
<p>Passei com o Rui algumas das melhores tardes da minha vida, no seu atelier a rir, a conversar, a pintar. Foi no atelier do Rui que pintei aquilo que considero o meu primeiro quadro, e o segundo, e foi com ele que fui comprar telas, tintas, foi com ele que fiz o workshop de ilustração científica da Diana Marques, e um grande número de almoços com conversas sem fim, sobre tudo, sobre nada.</p>
<p>O Rui deixa um grande vazio na minha vida, mas sei que onde ele estiver vai estar a rir e a pintar.</p>
<p>Como sempre estou disponível em rui@falarcriativo.com</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O episódio desta vez é a recuperação do <a href='http://falarcriativo.com/falar-criativo-episodio-2-rui-viana/'>episódio número dois</a> do Falar Criativo, a minha conversa com o meu amigo <a href='http://ruiviana.blogspot.com/'>Rui Viana</a>.</p>
<p>Infelizmente o Rui faleceu há uns meses, e eu não podia deixar de alguma forma homenagear alguém que tão importante é para mim.</p>
<p>Nesta conversa que tem sete anos, o Rui fala do seu processo criativo, do seu percurso, de si.</p>
<p>No próximo dia 7 de Novembro inaugura uma exposição do Rui Viana na <a href='http://www.galeriamonumental.com/pt/artists/28'>Galeria Monumental</a> em Lisboa que vai estar patente até dia 19 de Dezembro. Quem não conhecia o seu trabalho, esta é uma excelente oportunidade.</p>
<p>Foi-me difícil fazer esta recuperação da nossa conversa, ouvir de novo a sua voz teve um misto de alegria e uma enorme saudade.</p>
<p>Passei com o Rui algumas das melhores tardes da minha vida, no seu atelier a rir, a conversar, a pintar. Foi no atelier do Rui que pintei aquilo que considero o meu primeiro quadro, e o segundo, e foi com ele que fui comprar telas, tintas, foi com ele que fiz o workshop de ilustração científica da Diana Marques, e um grande número de almoços com conversas sem fim, sobre tudo, sobre nada.</p>
<p>O Rui deixa um grande vazio na minha vida, mas sei que onde ele estiver vai estar a rir e a pintar.</p>
<p>Como sempre estou disponível em rui@falarcriativo.com</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[O episódio desta vez é a recuperação do episódio número dois do Falar Criativo, a minha conversa com o meu amigo Rui Viana.
Infelizmente o Rui faleceu há uns meses, e eu não podia deixar de alguma forma homenagear alguém que tão importante é para mim.
Nesta conversa que tem sete anos, o Rui fala do seu processo criativo, do seu percurso, de si.
No próximo dia 7 de Novembro inaugura uma exposição do Rui Viana na Galeria Monumental em Lisboa que vai estar patente até dia 19 de Dezembro. Quem não conhecia o seu trabalho, esta é uma excelente oportunidade.
Foi-me difícil fazer esta recuperação da nossa conversa, ouvir de novo a sua voz teve um misto de alegria e uma enorme saudade.
Passei com o Rui algumas das melhores tardes da minha vida, no seu atelier a rir, a conversar, a pintar. Foi no atelier do Rui que pintei aquilo que considero o meu primeiro quadro, e o segundo, e foi com ele que fui comprar telas, tintas, foi com ele que fiz o workshop de ilustração científica da Diana Marques, e um grande número de almoços com conversas sem fim, sobre tudo, sobre nada.
O Rui deixa um grande vazio na minha vida, mas sei que onde ele estiver vai estar a rir e a pintar.
Como sempre estou disponível em rui@falarcriativo.com]]></itunes:summary>
        <itunes:author>Rui Branco</itunes:author>
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            </item>
    <item>
        <title>Levar as músicas até ao fim, Marcelo Frota aka MOMO, episódio 160</title>
        <itunes:title>Levar as músicas até ao fim, Marcelo Frota aka MOMO, episódio 160</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta vez é o Marcelo Frota, com nome artístico <a href='https://www.facebook.com/momooficial'>MOMO</a>.</p>
<p>A conversa já foi gravada há algum tempo, só que entretanto deixei de ter oportunidade para editar e construir o episódio.</p>
<p>Falámos de tempo, da dificuldade que o processo de criar comporta, que é preciso ser perseverante e atingir um ponto em que a música fica feita, o quadro acabado, o texto tem um ponto final.</p>
<p>No momento da publicação estamos a viver uma pandemia mundial causada pelo novo Coronavirus, o que implica estarmos em casa sem contacto social. São tempos que trazem desafios, de nos confrontarmos com a solidão, ou com o estarmos sempre com o mesmo grupo de pessoas tal qual um reality show onde concorrentes são fechados numa casa e têm de aprender a conviver o melhor que conseguirem.</p>
<p>Nestes momentos, a criatividade é algo que nos pode salvar, mas também o exercício de nos abrirmos para nos conhecermos melhor, e para aprofundar relações com aqueles que partilham a nossa casa, mas que por vezes não temos tempo de realmente  nos ligarmos.</p>
<p>Livros referidos no episódio:</p>
<ul><li>
<p><a href='https://www.wook.pt/livro/cartas-a-um-jovem-poeta-rainer-maria-rilke/15758753'>Cartas a um Jovem Poeta de Rainer Maria Rilke </a></p>
</li>
<li>
<p><a href='https://www.wook.pt/livro/as-flores-do-mal-charles-baudelaire/81126'>As Flores do Mal de Charles Baudelaire</a></p>
</li>
<li>
<p><a href='https://www.wook.pt/livro/eu-e-outras-poesias-augusto-dos-anjos/14658498'>Eu E Outras Poesias de Augusto dos Anjos </a></p>
</li>
<li>
<p><a href='https://www.wook.pt/livro/ultimas-cartas-ao-meu-irmao-theo-vincent-van-gogh/3050038'>Últimas Cartas ao Meu Irmão Théo de Vincent Van Gogh </a></p>
</li>
<li>
<p><a href='https://www.wook.pt/livro/livro-do-desassossego-fernando-pessoa/11237291'>Livro do Desassossego de Fernando Pessoa</a></p>
</li>
<li>
<p><a href='https://www.wook.pt/livro/angustia-graciliano-ramos/58714'>Angústia de Graciliano Ramos </a></p>
</li>
<li>
<p><a href='https://www.wook.pt/livro/perto-do-coracao-selvagem-clarice-lispector/81358'>Perto do Coração Selvagem de Clarice Lispector</a></p>
</li>
<li>
<p><a href='https://www.wook.pt/livro/cartas-a-lucilio-lucio-aneu-seneca/76321'>Cartas a Lucílio de Lúcio Aneu Séneca </a></p>
</li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/meditacoes-edicao-especial-marco-aurelio/23296997'>Meditações de Marco Aurélio </a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta vez é o Marcelo Frota, com nome artístico <a href='https://www.facebook.com/momooficial'>MOMO</a>.</p>
<p>A conversa já foi gravada há algum tempo, só que entretanto deixei de ter oportunidade para editar e construir o episódio.</p>
<p>Falámos de tempo, da dificuldade que o processo de criar comporta, que é preciso ser perseverante e atingir um ponto em que a música fica feita, o quadro acabado, o texto tem um ponto final.</p>
<p>No momento da publicação estamos a viver uma pandemia mundial causada pelo novo Coronavirus, o que implica estarmos em casa sem contacto social. São tempos que trazem desafios, de nos confrontarmos com a solidão, ou com o estarmos sempre com o mesmo grupo de pessoas tal qual um reality show onde concorrentes são fechados numa casa e têm de aprender a conviver o melhor que conseguirem.</p>
<p>Nestes momentos, a criatividade é algo que nos pode salvar, mas também o exercício de nos abrirmos para nos conhecermos melhor, e para aprofundar relações com aqueles que partilham a nossa casa, mas que por vezes não temos tempo de realmente  nos ligarmos.</p>
<p>Livros referidos no episódio:</p>
<ul><li>
<p><a href='https://www.wook.pt/livro/cartas-a-um-jovem-poeta-rainer-maria-rilke/15758753'>Cartas a um Jovem Poeta de Rainer Maria Rilke </a></p>
</li>
<li>
<p><a href='https://www.wook.pt/livro/as-flores-do-mal-charles-baudelaire/81126'>As Flores do Mal de Charles Baudelaire</a></p>
</li>
<li>
<p><a href='https://www.wook.pt/livro/eu-e-outras-poesias-augusto-dos-anjos/14658498'>Eu E Outras Poesias de Augusto dos Anjos </a></p>
</li>
<li>
<p><a href='https://www.wook.pt/livro/ultimas-cartas-ao-meu-irmao-theo-vincent-van-gogh/3050038'>Últimas Cartas ao Meu Irmão Théo de Vincent Van Gogh </a></p>
</li>
<li>
<p><a href='https://www.wook.pt/livro/livro-do-desassossego-fernando-pessoa/11237291'>Livro do Desassossego de Fernando Pessoa</a></p>
</li>
<li>
<p><a href='https://www.wook.pt/livro/angustia-graciliano-ramos/58714'>Angústia de Graciliano Ramos </a></p>
</li>
<li>
<p><a href='https://www.wook.pt/livro/perto-do-coracao-selvagem-clarice-lispector/81358'>Perto do Coração Selvagem de Clarice Lispector</a></p>
</li>
<li>
<p><a href='https://www.wook.pt/livro/cartas-a-lucilio-lucio-aneu-seneca/76321'>Cartas a Lucílio de Lúcio Aneu Séneca </a></p>
</li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/meditacoes-edicao-especial-marco-aurelio/23296997'>Meditações de Marco Aurélio </a></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta vez é o Marcelo Frota, com nome artístico MOMO.
A conversa já foi gravada há algum tempo, só que entretanto deixei de ter oportunidade para editar e construir o episódio.
Falámos de tempo, da dificuldade que o processo de criar comporta, que é preciso ser perseverante e atingir um ponto em que a música fica feita, o quadro acabado, o texto tem um ponto final.
No momento da publicação estamos a viver uma pandemia mundial causada pelo novo Coronavirus, o que implica estarmos em casa sem contacto social. São tempos que trazem desafios, de nos confrontarmos com a solidão, ou com o estarmos sempre com o mesmo grupo de pessoas tal qual um reality show onde concorrentes são fechados numa casa e têm de aprender a conviver o melhor que conseguirem.
Nestes momentos, a criatividade é algo que nos pode salvar, mas também o exercício de nos abrirmos para nos conhecermos melhor, e para aprofundar relações com aqueles que partilham a nossa casa, mas que por vezes não temos tempo de realmente  nos ligarmos.
Livros referidos no episódio:

Cartas a um Jovem Poeta de Rainer Maria Rilke 


As Flores do Mal de Charles Baudelaire


Eu E Outras Poesias de Augusto dos Anjos 


Últimas Cartas ao Meu Irmão Théo de Vincent Van Gogh 


Livro do Desassossego de Fernando Pessoa


Angústia de Graciliano Ramos 


Perto do Coração Selvagem de Clarice Lispector


Cartas a Lucílio de Lúcio Aneu Séneca 

Meditações de Marco Aurélio 
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        <itunes:author>Rui Branco</itunes:author>
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    <item>
        <title>Voz da Marca com Cristina Nobre Soares, episódio 159</title>
        <itunes:title>Voz da Marca com Cristina Nobre Soares, episódio 159</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/voz-da-marca-com-cristina-nobre-soares-episodio-159/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 02 Dec 2019 14:00:00 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p></p>
<p>A convidada desta vez é a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-64-cristina-nobre-soares/'>Cristina Nobre Soares</a>, anterior convidada, que ao longo destes anos tem sido uma amiga à distância de uma mensagem, um telefonema.</p>
<p> </p>
<p>Fiz questão de lho dizer durante o episódio o importante que foram alguns momentos em que me desafiou, em que me fez questionar as decisões que não tomava, e momentos em que me fez sentir compreendido nas minhas angústias, nas minhas inquietações.</p>
<p> </p>
<p>A Cristina tem uma maneira especial de comunicar, sobretudo na sua escrita, uma escrita maravilhosamente criativa num tom de conversa de café, algo muito difícil de fazer. É mais comum uma escrita distante, quase snobe, ou uma escrita demasiado banal que não nos faz sentir nada, a dela faz-nos sentir os cheiros, ver as cores, sentir os arrepios, mas tudo sem complicar.</p>
<p> </p>
<p>Falámos sobre começar projectos, terminar projectos, e o que fica dessas experiências.</p>
<p> </p>
<p>Percebe-se que gosto de conversar com a Cristina, espero que gostem de ouvir a nossa conversa.</p>
<p> </p>
<p><a href='http://cristinanobresoares.com/'>Site da Cristina. </a></p>
<p> </p>
<p><a href='https://linharecta.blogs.sapo.pt/'>Blog Em Linha Recta.</a></p>
<p></p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>A convidada desta vez é a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-64-cristina-nobre-soares/'>Cristina Nobre Soares</a>, anterior convidada, que ao longo destes anos tem sido uma amiga à distância de uma mensagem, um telefonema.</p>
<p> </p>
<p>Fiz questão de lho dizer durante o episódio o importante que foram alguns momentos em que me desafiou, em que me fez questionar as decisões que não tomava, e momentos em que me fez sentir compreendido nas minhas angústias, nas minhas inquietações.</p>
<p> </p>
<p>A Cristina tem uma maneira especial de comunicar, sobretudo na sua escrita, uma escrita maravilhosamente criativa num tom de conversa de café, algo muito difícil de fazer. É mais comum uma escrita distante, quase snobe, ou uma escrita demasiado banal que não nos faz sentir nada, a dela faz-nos sentir os cheiros, ver as cores, sentir os arrepios, mas tudo sem complicar.</p>
<p> </p>
<p>Falámos sobre começar projectos, terminar projectos, e o que fica dessas experiências.</p>
<p> </p>
<p>Percebe-se que gosto de conversar com a Cristina, espero que gostem de ouvir a nossa conversa.</p>
<p> </p>
<p><a href='http://cristinanobresoares.com/'>Site da Cristina. </a></p>
<p> </p>
<p><a href='https://linharecta.blogs.sapo.pt/'>Blog Em Linha Recta.</a></p>
<p></p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[
A convidada desta vez é a Cristina Nobre Soares, anterior convidada, que ao longo destes anos tem sido uma amiga à distância de uma mensagem, um telefonema.
 
Fiz questão de lho dizer durante o episódio o importante que foram alguns momentos em que me desafiou, em que me fez questionar as decisões que não tomava, e momentos em que me fez sentir compreendido nas minhas angústias, nas minhas inquietações.
 
A Cristina tem uma maneira especial de comunicar, sobretudo na sua escrita, uma escrita maravilhosamente criativa num tom de conversa de café, algo muito difícil de fazer. É mais comum uma escrita distante, quase snobe, ou uma escrita demasiado banal que não nos faz sentir nada, a dela faz-nos sentir os cheiros, ver as cores, sentir os arrepios, mas tudo sem complicar.
 
Falámos sobre começar projectos, terminar projectos, e o que fica dessas experiências.
 
Percebe-se que gosto de conversar com a Cristina, espero que gostem de ouvir a nossa conversa.
 
Site da Cristina. 
 
Blog Em Linha Recta.
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            </item>
    <item>
        <title>Comunicação visual de ciência, Diana Marques, episódio 158</title>
        <itunes:title>Comunicação visual de ciência, Diana Marques, episódio 158</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/comunicacao-visual-de-ciencia-diana-marques-episodio-158/</link>
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                                    <description><![CDATA[
A convidada desta vez é a Diana Marques, comunicadora visual de ciência.


Comunicar ciência é um desafio grande, falamos muitas vezes de conceitos muito abstractos como por exemplo a divisão celular, que embora se possa assistir através de microscópios, existem muito mais camadas que implicam o uso da imaginação como no caso da ilustração científica.


Conheci a Diana num workshop, precisamente de ilustração científica que ela deu há mais de dez anos em Lisboa, que fiz acompanhado do meu amigo e anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/falar-criativo-episodio-2-rui-viana/'>Rui Viana</a>, onde tomei contacto com este mundo fascinante de representação que se pretende o mais rigorosa possível, mas que não invalida e até exige, que sejamos criativos e imaginativos.


Foi uma conversa via Skype pois a Diana vive em Washington, onde trabalha num dos departamentos da National Geographic.


<a href='https://www.dianamarques.com/'>Site da Diana</a>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[
A convidada desta vez é a Diana Marques, comunicadora visual de ciência.


Comunicar ciência é um desafio grande, falamos muitas vezes de conceitos muito abstractos como por exemplo a divisão celular, que embora se possa assistir através de microscópios, existem muito mais camadas que implicam o uso da imaginação como no caso da ilustração científica.


Conheci a Diana num workshop, precisamente de ilustração científica que ela deu há mais de dez anos em Lisboa, que fiz acompanhado do meu amigo e anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/falar-criativo-episodio-2-rui-viana/'>Rui Viana</a>, onde tomei contacto com este mundo fascinante de representação que se pretende o mais rigorosa possível, mas que não invalida e até exige, que sejamos criativos e imaginativos.


Foi uma conversa via Skype pois a Diana vive em Washington, onde trabalha num dos departamentos da National Geographic.


<a href='https://www.dianamarques.com/'>Site da Diana</a>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[
A convidada desta vez é a Diana Marques, comunicadora visual de ciência.


Comunicar ciência é um desafio grande, falamos muitas vezes de conceitos muito abstractos como por exemplo a divisão celular, que embora se possa assistir através de microscópios, existem muito mais camadas que implicam o uso da imaginação como no caso da ilustração científica.


Conheci a Diana num workshop, precisamente de ilustração científica que ela deu há mais de dez anos em Lisboa, que fiz acompanhado do meu amigo e anterior convidado Rui Viana, onde tomei contacto com este mundo fascinante de representação que se pretende o mais rigorosa possível, mas que não invalida e até exige, que sejamos criativos e imaginativos.


Foi uma conversa via Skype pois a Diana vive em Washington, onde trabalha num dos departamentos da National Geographic.


Site da Diana
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            </item>
    <item>
        <title>Ser empreendedor com António Lucena de Faria, episódio 157</title>
        <itunes:title>Ser empreendedor com António Lucena de Faria, episódio 157</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/ser-empreendedor-com-antonio-lucena-de-faria-episodio-157/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 19 Aug 2019 08:00:00 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p></p>

<p>"Todas as pessoas são empreendedoras, mas muitas não têm a oportunidade de o descobrir."</p>
<p>Muhammad Yunus</p>

<p> </p>
<p>O convidado desta vez é o <a href='https://pt.linkedin.com/in/alucenafaria'>António Lucena de Faria</a>, empreendedor, professor universitário, e entre outras coisas, fundador da <a href='http://www.fabricadestartups.com/'>Fábrica de Startups</a> em Oeiras.</p>
<p> </p>
<p>Foi ao fim do dia que fui ter com o António à Fábrica de Startups, mas nem por isso faltou energia a nenhum de nós, a conversa fluiu. Não nos conhecíamos, mas houve empatia desde logo.</p>
<p> </p>
<p>A perspectiva que o ele tem relativamente ao que é ser empreendedor é quase contrária àquela que passa na notícias, de startups que em pouco tempo recebem milhões de investimento, os famosos unicórnios. Tanto é que não acredita em unicórnios, especialmente na Europa.</p>
<p> </p>
<p>Empreender, como falámos, é arriscar, mas esse risco pode ser diminuído usando técnicas ao alcance de todos para testar a nossa ideia, a nossa proposta de valor.</p>
<p> </p>
<p>O António aos quinze anos teve o seu primeiro negócio, colar vidros, colocar areia, colocar água, uns peixes, e abracadabra, temos um aquário!</p>
<p> </p>
<p>Todos somos empreendedores como disse o Muhammad Yunus, da mesma forma que acredito que somos todos criativos, podemos é não querer explorar essa faceta.</p>
<p> </p>
<p>O acto de criar seja uma empresa ou uma obra de arte, é sempre um risco, é fazer uma coisa nova, algo que nunca foi feito, e se não foi feito não sabemos se irá resultar ou não, o que não significa que não possamos fazer, perceber que não funciona, alterar, voltar a fazer, e ir aumentando dessa forma a probabilidade de acertar na criação de valor.</p>
<p> </p>
<p>Não temos, nem devemos apostar tudo, endividarmo-nos, para criar um negócio, devemos sim usar as ferramentas ao nosso dispôr para testar se a nossa ideia tem ou não clientes. O António fala disso, das pequenas apostas (little bets), que criam a oportunidade de aprender sem nos arriscarmos a perder tudo.</p>
<p> </p>
<p>Precisamos de mais e melhores empreendedores, são palavras que tenho de concordar, e para o termos, é necessário que haja a formação e informação necessárias, o que já há, apenas depende das pessoas terem a curiosidade de procurar e usar a ajuda que existe, como por exemplo a Fábrica de Startups.</p>
<p> </p>
<p>Nesse sentido, está neste momento a decorrer a fase de candidatura dum projecto muito interessante, o <a href='https://www.tourismexplorers.pt/'>"Tourism Explorers"</a>, onde o que se procura são ideias e pessoas, sendo que posso ter a ideia, e não ter os conhecimentos necessários, ou posso só ter a vontade de entrar um projecto ajudando na concretização da ideia de outros.</p>
<p> </p>
<p>É muito importante estar rodeado das pessoas certas para que as ideias cheguem mais longe, por essa razão faz parte da metodologia que usam, juntar as pessoas que têm as capacidades necessárias, que se complementam.</p>
<p> </p>
<p>Há a ideia, quanto a mim errada, de que ser empreendedor é algo que se faz sozinho, tal qual herói solitário que tem em si todos os poderes necessários, no entanto, se nos dermos ao trabalho de investigar os grandes casos de sucesso, há sempre um conjunto de pessoas à volta de um elemento mais mediático, que cria as condições para que as ideias cheguem mais longe.</p>
<p> </p>
<p>Outro conceito que abordámos, foi o de que devemos guardar segredo das nossas ideias para que ninguém a roube, que o segredo é a alma do negócio, mas através de muitas das entrevistas que já fiz, e coisas que li, tenho a plena convicção que ao partilhar a minha ideia estou a criar as condições para se torne mais forte, e dessa forma capaz de gerar mais valor.</p>
<p> </p>
<p>Não sabemos tudo, e ao partilhar com alguém vamos conseguir ver outros ângulos, e ouvir outras perspectivas que de outra forma não veríamos, e que poderiam ser a causa de um produto ou serviço mais fraco ou mesmo desnecessário.</p>
<p> </p>
<p>Convém testar as ideias, validá-las, e não é preciso muito para isso, o António fala do seu caso que chegou a vender a ideia num powerpoint, onde explicava como a coisa iria funcionar, e se a ideia for boa e explicada de forma clara e convincente é o suficiente.</p>
<p> </p>

<p>"Os nossos activos mais importantes, não é dinheiro, são aquilo que sabemos, a nossa experiência e a nossa capacidade de fazer coisas."</p>
<p> </p>

<p> </p>
<p>A capacidade de comunicar as nossas ideias é fundamental, e muitas vezes investimos demasiados recursos noutras coisas, achando que se o produto for perfeito, o sucesso está assegurado. Não está.</p>
<p> </p>
<p>Eu posso criar algo que ninguém quer, ou posso criar algo que muita gente quer, mas que ninguém conhece, daí a importância de conseguir comunicar bem, seja para investidores, clientes, ou colegas de equipa.</p>
<p> </p>
<p>Sobre o vender, que para mim nunca foi tarefa fácil, permitam-me partilhar uma frase do António que me convenceu a olhar de forma diferente para o acto.</p>
<p> </p>

<p>"Vender é uma coisa muito nobre, não é mais do que ouvir o que os outros têm para nos dizer, perceber quais os seus problemas, as suas necessidades e em função desses problemas e necessidades, encontrar uma solução. Estamos ali para ajudar."</p>

<p> </p>
<p>Enfim, excelente conversa, longa, pelo que recomendo que ouçam tudo até ao fim.</p>
<p> </p>
<p>Livros referidos no episódio:</p>
<p> </p>
<ul><li><a href='https://www.bookdepository.com/The-E-Myth-Revisited/9780887307287'>"The E-Myth Revisited" do Michael Gerber</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/nudge-richard-h-thaler/21378924'>"Nudge" do Richard H. Thaler</a></li>
<li><a href='https://www.bookdepository.com/Misbehaving/9780241951224'>"Misbehaving" do Richard H. Thaler</a></li>
<li><a href='https://www.bookdepository.com/Thinking-Fast-and-Slow-Daniel-Kahneman/9780141033570?ref=pd_sims_a2c_1'>"Thinking Fast and Slow" do Daniel Kahneman</a></li>
</ul>
<p> </p>
<p><a href='http://www.fabricadestartups.com/'>Site da Fábrica de Startups.</a></p>
<p> </p>
<p><a href='https://www.tourismexplorers.pt/'>Site do programa de aceleração e ideação Tourism Explorers</a></p>
<p> </p>
<p>Dúvidas ou sugestões rui@falarcriativo.com</p>
<p></p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p></p>

<p>"Todas as pessoas são empreendedoras, mas muitas não têm a oportunidade de o descobrir."</p>
<p>Muhammad Yunus</p>

<p> </p>
<p>O convidado desta vez é o <a href='https://pt.linkedin.com/in/alucenafaria'>António Lucena de Faria</a>, empreendedor, professor universitário, e entre outras coisas, fundador da <a href='http://www.fabricadestartups.com/'>Fábrica de Startups</a> em Oeiras.</p>
<p> </p>
<p>Foi ao fim do dia que fui ter com o António à Fábrica de Startups, mas nem por isso faltou energia a nenhum de nós, a conversa fluiu. Não nos conhecíamos, mas houve empatia desde logo.</p>
<p> </p>
<p>A perspectiva que o ele tem relativamente ao que é ser empreendedor é quase contrária àquela que passa na notícias, de startups que em pouco tempo recebem milhões de investimento, os famosos unicórnios. Tanto é que não acredita em unicórnios, especialmente na Europa.</p>
<p> </p>
<p>Empreender, como falámos, é arriscar, mas esse risco pode ser diminuído usando técnicas ao alcance de todos para testar a nossa ideia, a nossa proposta de valor.</p>
<p> </p>
<p>O António aos quinze anos teve o seu primeiro negócio, colar vidros, colocar areia, colocar água, uns peixes, e abracadabra, temos um aquário!</p>
<p> </p>
<p>Todos somos empreendedores como disse o Muhammad Yunus, da mesma forma que acredito que somos todos criativos, podemos é não querer explorar essa faceta.</p>
<p> </p>
<p>O acto de criar seja uma empresa ou uma obra de arte, é sempre um risco, é fazer uma coisa nova, algo que nunca foi feito, e se não foi feito não sabemos se irá resultar ou não, o que não significa que não possamos fazer, perceber que não funciona, alterar, voltar a fazer, e ir aumentando dessa forma a probabilidade de acertar na criação de valor.</p>
<p> </p>
<p>Não temos, nem devemos apostar tudo, endividarmo-nos, para criar um negócio, devemos sim usar as ferramentas ao nosso dispôr para testar se a nossa ideia tem ou não clientes. O António fala disso, das pequenas apostas (little bets), que criam a oportunidade de aprender sem nos arriscarmos a perder tudo.</p>
<p> </p>
<p>Precisamos de mais e melhores empreendedores, são palavras que tenho de concordar, e para o termos, é necessário que haja a formação e informação necessárias, o que já há, apenas depende das pessoas terem a curiosidade de procurar e usar a ajuda que existe, como por exemplo a Fábrica de Startups.</p>
<p> </p>
<p>Nesse sentido, está neste momento a decorrer a fase de candidatura dum projecto muito interessante, o <a href='https://www.tourismexplorers.pt/'>"Tourism Explorers"</a>, onde o que se procura são ideias e pessoas, sendo que posso ter a ideia, e não ter os conhecimentos necessários, ou posso só ter a vontade de entrar um projecto ajudando na concretização da ideia de outros.</p>
<p> </p>
<p>É muito importante estar rodeado das pessoas certas para que as ideias cheguem mais longe, por essa razão faz parte da metodologia que usam, juntar as pessoas que têm as capacidades necessárias, que se complementam.</p>
<p> </p>
<p>Há a ideia, quanto a mim errada, de que ser empreendedor é algo que se faz sozinho, tal qual herói solitário que tem em si todos os poderes necessários, no entanto, se nos dermos ao trabalho de investigar os grandes casos de sucesso, há sempre um conjunto de pessoas à volta de um elemento mais mediático, que cria as condições para que as ideias cheguem mais longe.</p>
<p> </p>
<p>Outro conceito que abordámos, foi o de que devemos guardar segredo das nossas ideias para que ninguém a roube, que o segredo é a alma do negócio, mas através de muitas das entrevistas que já fiz, e coisas que li, tenho a plena convicção que ao partilhar a minha ideia estou a criar as condições para se torne mais forte, e dessa forma capaz de gerar mais valor.</p>
<p> </p>
<p>Não sabemos tudo, e ao partilhar com alguém vamos conseguir ver outros ângulos, e ouvir outras perspectivas que de outra forma não veríamos, e que poderiam ser a causa de um produto ou serviço mais fraco ou mesmo desnecessário.</p>
<p> </p>
<p>Convém testar as ideias, validá-las, e não é preciso muito para isso, o António fala do seu caso que chegou a vender a ideia num powerpoint, onde explicava como a coisa iria funcionar, e se a ideia for boa e explicada de forma clara e convincente é o suficiente.</p>
<p> </p>

<p>"Os nossos activos mais importantes, não é dinheiro, são aquilo que sabemos, a nossa experiência e a nossa capacidade de fazer coisas."</p>
<p> </p>

<p> </p>
<p>A capacidade de comunicar as nossas ideias é fundamental, e muitas vezes investimos demasiados recursos noutras coisas, achando que se o produto for perfeito, o sucesso está assegurado. Não está.</p>
<p> </p>
<p>Eu posso criar algo que ninguém quer, ou posso criar algo que muita gente quer, mas que ninguém conhece, daí a importância de conseguir comunicar bem, seja para investidores, clientes, ou colegas de equipa.</p>
<p> </p>
<p>Sobre o vender, que para mim nunca foi tarefa fácil, permitam-me partilhar uma frase do António que me convenceu a olhar de forma diferente para o acto.</p>
<p> </p>

<p>"Vender é uma coisa muito nobre, não é mais do que ouvir o que os outros têm para nos dizer, perceber quais os seus problemas, as suas necessidades e em função desses problemas e necessidades, encontrar uma solução. Estamos ali para ajudar."</p>

<p> </p>
<p>Enfim, excelente conversa, longa, pelo que recomendo que ouçam tudo até ao fim.</p>
<p> </p>
<p>Livros referidos no episódio:</p>
<p> </p>
<ul><li><a href='https://www.bookdepository.com/The-E-Myth-Revisited/9780887307287'>"The E-Myth Revisited" do Michael Gerber</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/nudge-richard-h-thaler/21378924'>"Nudge" do Richard H. Thaler</a></li>
<li><a href='https://www.bookdepository.com/Misbehaving/9780241951224'>"Misbehaving" do Richard H. Thaler</a></li>
<li><a href='https://www.bookdepository.com/Thinking-Fast-and-Slow-Daniel-Kahneman/9780141033570?ref=pd_sims_a2c_1'>"Thinking Fast and Slow" do Daniel Kahneman</a></li>
</ul>
<p> </p>
<p><a href='http://www.fabricadestartups.com/'>Site da Fábrica de Startups.</a></p>
<p> </p>
<p><a href='https://www.tourismexplorers.pt/'>Site do programa de aceleração e ideação Tourism Explorers</a></p>
<p> </p>
<p>Dúvidas ou sugestões rui@falarcriativo.com</p>
<p></p>
]]></content:encoded>
                                    
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"Todas as pessoas são empreendedoras, mas muitas não têm a oportunidade de o descobrir."
Muhammad Yunus

 
O convidado desta vez é o António Lucena de Faria, empreendedor, professor universitário, e entre outras coisas, fundador da Fábrica de Startups em Oeiras.
 
Foi ao fim do dia que fui ter com o António à Fábrica de Startups, mas nem por isso faltou energia a nenhum de nós, a conversa fluiu. Não nos conhecíamos, mas houve empatia desde logo.
 
A perspectiva que o ele tem relativamente ao que é ser empreendedor é quase contrária àquela que passa na notícias, de startups que em pouco tempo recebem milhões de investimento, os famosos unicórnios. Tanto é que não acredita em unicórnios, especialmente na Europa.
 
Empreender, como falámos, é arriscar, mas esse risco pode ser diminuído usando técnicas ao alcance de todos para testar a nossa ideia, a nossa proposta de valor.
 
O António aos quinze anos teve o seu primeiro negócio, colar vidros, colocar areia, colocar água, uns peixes, e abracadabra, temos um aquário!
 
Todos somos empreendedores como disse o Muhammad Yunus, da mesma forma que acredito que somos todos criativos, podemos é não querer explorar essa faceta.
 
O acto de criar seja uma empresa ou uma obra de arte, é sempre um risco, é fazer uma coisa nova, algo que nunca foi feito, e se não foi feito não sabemos se irá resultar ou não, o que não significa que não possamos fazer, perceber que não funciona, alterar, voltar a fazer, e ir aumentando dessa forma a probabilidade de acertar na criação de valor.
 
Não temos, nem devemos apostar tudo, endividarmo-nos, para criar um negócio, devemos sim usar as ferramentas ao nosso dispôr para testar se a nossa ideia tem ou não clientes. O António fala disso, das pequenas apostas (little bets), que criam a oportunidade de aprender sem nos arriscarmos a perder tudo.
 
Precisamos de mais e melhores empreendedores, são palavras que tenho de concordar, e para o termos, é necessário que haja a formação e informação necessárias, o que já há, apenas depende das pessoas terem a curiosidade de procurar e usar a ajuda que existe, como por exemplo a Fábrica de Startups.
 
Nesse sentido, está neste momento a decorrer a fase de candidatura dum projecto muito interessante, o "Tourism Explorers", onde o que se procura são ideias e pessoas, sendo que posso ter a ideia, e não ter os conhecimentos necessários, ou posso só ter a vontade de entrar um projecto ajudando na concretização da ideia de outros.
 
É muito importante estar rodeado das pessoas certas para que as ideias cheguem mais longe, por essa razão faz parte da metodologia que usam, juntar as pessoas que têm as capacidades necessárias, que se complementam.
 
Há a ideia, quanto a mim errada, de que ser empreendedor é algo que se faz sozinho, tal qual herói solitário que tem em si todos os poderes necessários, no entanto, se nos dermos ao trabalho de investigar os grandes casos de sucesso, há sempre um conjunto de pessoas à volta de um elemento mais mediático, que cria as condições para que as ideias cheguem mais longe.
 
Outro conceito que abordámos, foi o de que devemos guardar segredo das nossas ideias para que ninguém a roube, que o segredo é a alma do negócio, mas através de muitas das entrevistas que já fiz, e coisas que li, tenho a plena convicção que ao partilhar a minha ideia estou a criar as condições para se torne mais forte, e dessa forma capaz de gerar mais valor.
 
Não sabemos tudo, e ao partilhar com alguém vamos conseguir ver outros ângulos, e ouvir outras perspectivas que de outra forma não veríamos, e que poderiam ser a causa de um produto ou serviço mais fraco ou mesmo desnecessário.
 
Convém testar as ideias, validá-las, e não é preciso muito para isso, o António fala do seu caso que chegou a vender a ideia num powerpoint, onde explicava como a coisa iria funcionar, e se a ideia for boa e explicada de forma clara e convincente é o suficiente.
 

"Os nossos activos mais importantes, não é dinheiro, são aqui]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 156, André Lourenço regressa</title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-156-andre-lourenco-regressa/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 05 Aug 2019 22:29:52 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>O <a href='http://falarcriativo.com/ep119/'>André Lourenço</a> fundador do THU, Trojan Horse was a Unicorn, voltou ao podcast para falarmos do estado da educação das artes em Portugal, o crescimento do THU, e um projecto muito interessante que o André lançou juntamente como Ministério da Cultura e a Universidade NOVA, o <a href='https://talent-league.trojan-unicorn.com/'>Talent League</a>.</p>
<p>Neste momento o André é uma pessoa que conheço bem melhor e o tom da conversa mudou relativamente ao episódio de 2016.</p>
<p>Eu tenho estado algumas vezes com ele, e admiro o trabalho que ele tem desenvolvido na marca THU, e o que tem feito pela comunidade artística mundial, incluindo a portuguesa.</p>
<p>Links:</p>
<p>- <a href='http://falarcriativo.com/ep119/'>Episódio com o André</a></p>
<p>- <a href='http://falarcriativo.com/thu2017/'>A minha experiência do THU de 2017</a></p>
<p>- <a href='https://talent-league.trojan-unicorn.com/'>Site do Talent League</a></p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O <a href='http://falarcriativo.com/ep119/'>André Lourenço</a> fundador do THU, Trojan Horse was a Unicorn, voltou ao podcast para falarmos do estado da educação das artes em Portugal, o crescimento do THU, e um projecto muito interessante que o André lançou juntamente como Ministério da Cultura e a Universidade NOVA, o <a href='https://talent-league.trojan-unicorn.com/'>Talent League</a>.</p>
<p>Neste momento o André é uma pessoa que conheço bem melhor e o tom da conversa mudou relativamente ao episódio de 2016.</p>
<p>Eu tenho estado algumas vezes com ele, e admiro o trabalho que ele tem desenvolvido na marca THU, e o que tem feito pela comunidade artística mundial, incluindo a portuguesa.</p>
<p>Links:</p>
<p>- <a href='http://falarcriativo.com/ep119/'>Episódio com o André</a></p>
<p>- <a href='http://falarcriativo.com/thu2017/'>A minha experiência do THU de 2017</a></p>
<p>- <a href='https://talent-league.trojan-unicorn.com/'>Site do Talent League</a></p>
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        <itunes:summary><![CDATA[O André Lourenço fundador do THU, Trojan Horse was a Unicorn, voltou ao podcast para falarmos do estado da educação das artes em Portugal, o crescimento do THU, e um projecto muito interessante que o André lançou juntamente como Ministério da Cultura e a Universidade NOVA, o Talent League.
Neste momento o André é uma pessoa que conheço bem melhor e o tom da conversa mudou relativamente ao episódio de 2016.
Eu tenho estado algumas vezes com ele, e admiro o trabalho que ele tem desenvolvido na marca THU, e o que tem feito pela comunidade artística mundial, incluindo a portuguesa.
Links:
- Episódio com o André
- A minha experiência do THU de 2017
- Site do Talent League]]></itunes:summary>
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                                    <description><![CDATA[

Somos mais cúmplices ou responsáveis?


 


 

]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[

Somos mais cúmplices ou responsáveis?


 


 

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Somos mais cúmplices ou responsáveis?


 


 

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        <title>Que filho quero ser?</title>
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<p>E tu, que filho queres ser?</p>
<p>Diz-me, rui@falarcriativo.com</p>
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<p>E tu, que filho queres ser?</p>
<p>Diz-me, rui@falarcriativo.com</p>
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E tu, que filho queres ser?
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        <title>Ângulo morto</title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/angulo-morto/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 03 Jun 2019 12:00:00 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>Há por vezes coisas mesmo ao nosso lado que simplesmente não vemos.</p>
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        <title>Esperança e Improviso</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Porque continuamos? Que esperança é essa? Ouve, e comenta, estou aqui a para ouvir.</p>
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        <title>Sem desculpas</title>
        <itunes:title>Sem desculpas</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Temos de pedir desculpa por sermos quem somos ou queremos ser? Vale a pena andar encolhido para que vejam as nossas falhas?</p>
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                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Temos de pedir desculpa por sermos quem somos ou queremos ser? Vale a pena andar encolhido para que vejam as nossas falhas?</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Temos de pedir desculpa por sermos quem somos ou queremos ser? Vale a pena andar encolhido para que vejam as nossas falhas?]]></itunes:summary>
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        <title>Vasco Durão e o Guitarras ao Alto 2019</title>
        <itunes:title>Vasco Durão e o Guitarras ao Alto 2019</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>O anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/episodio-23-vasco-durao/'>Vasco Durão</a>, que também já cá tinha voltado para falar do seu Festival Guitarras ao Alto em <a href='http://falarcriativo.com/guitarrasaoalto/'>2016,</a> regressa para nos falar da edição deste ano. Eu gosto muito do Vasco, e gosto muito deste festival o qual já tive o prazer de ir em família, eu a minha mulher e as minhas filhas.</p>
<p>Nesta conversa exploramos o que é organizar um evento deste género, de que forma o posicionamento é importante quando apostamos em criar uma marca, que neste caso é um festival diferente que se assume mais como uma experiência que se destaca pelos locais onde os concertos acontecem.</p>
<p>Um dos guitarristas deste ano é o anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/episodio-30-bruno-pernadas/'>Bruno Pernadas</a>, e o outro é o Mário Delgado.</p>
<p>Aconselho vivamente a irem, vale bem a pena, é algo que dificilmente irão esquecer.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/episodio-23-vasco-durao/'>Vasco Durão</a>, que também já cá tinha voltado para falar do seu Festival Guitarras ao Alto em <a href='http://falarcriativo.com/guitarrasaoalto/'>2016,</a> regressa para nos falar da edição deste ano. Eu gosto muito do Vasco, e gosto muito deste festival o qual já tive o prazer de ir em família, eu a minha mulher e as minhas filhas.</p>
<p>Nesta conversa exploramos o que é organizar um evento deste género, de que forma o posicionamento é importante quando apostamos em criar uma marca, que neste caso é um festival diferente que se assume mais como uma experiência que se destaca pelos locais onde os concertos acontecem.</p>
<p>Um dos guitarristas deste ano é o anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/episodio-30-bruno-pernadas/'>Bruno Pernadas</a>, e o outro é o Mário Delgado.</p>
<p>Aconselho vivamente a irem, vale bem a pena, é algo que dificilmente irão esquecer.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[O anterior convidado Vasco Durão, que também já cá tinha voltado para falar do seu Festival Guitarras ao Alto em 2016, regressa para nos falar da edição deste ano. Eu gosto muito do Vasco, e gosto muito deste festival o qual já tive o prazer de ir em família, eu a minha mulher e as minhas filhas.
Nesta conversa exploramos o que é organizar um evento deste género, de que forma o posicionamento é importante quando apostamos em criar uma marca, que neste caso é um festival diferente que se assume mais como uma experiência que se destaca pelos locais onde os concertos acontecem.
Um dos guitarristas deste ano é o anterior convidado Bruno Pernadas, e o outro é o Mário Delgado.
Aconselho vivamente a irem, vale bem a pena, é algo que dificilmente irão esquecer.]]></itunes:summary>
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        <title>Escolhe-te a ti mesmo, o livro</title>
        <itunes:title>Escolhe-te a ti mesmo, o livro</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/escolhe-te-a-ti-mesmo-o-livro/#comments</comments>        <pubDate>Sat, 04 May 2019 16:00:00 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p></p>
<p>O <a href='http://falarcriativo.com/episodio-33-antonio-pacheco/'>António Vilaça Pacheco</a>, anterior convidado, e com quem fiz em tempos o podcast <a href='https://bitcointalks.podbean.com/'>Bitcoin Talks</a>, desafiou-me a falar sobre um livro que li há uns anos e que agora a Editora Self publica em português.</p>
<p> </p>
<p>Tocámos em vários assuntos abordados no livro <a href='https://vidaself.com/prod/escolhe-te-a-ti-mesmo/'>"Escolhe-te a ti mesmo"</a>, e também um pouco sobre a história da vida do autor, James Altucher.</p>
<p> </p>
<p>Espero que gostem.</p>
<p> </p>
<p><a href='https://vidaself.com/prod/escolhe-te-a-ti-mesmo/'>Link para o livro.</a></p>
<p></p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>O <a href='http://falarcriativo.com/episodio-33-antonio-pacheco/'>António Vilaça Pacheco</a>, anterior convidado, e com quem fiz em tempos o podcast <a href='https://bitcointalks.podbean.com/'>Bitcoin Talks</a>, desafiou-me a falar sobre um livro que li há uns anos e que agora a Editora Self publica em português.</p>
<p> </p>
<p>Tocámos em vários assuntos abordados no livro <a href='https://vidaself.com/prod/escolhe-te-a-ti-mesmo/'>"Escolhe-te a ti mesmo"</a>, e também um pouco sobre a história da vida do autor, James Altucher.</p>
<p> </p>
<p>Espero que gostem.</p>
<p> </p>
<p><a href='https://vidaself.com/prod/escolhe-te-a-ti-mesmo/'>Link para o livro.</a></p>
<p></p>
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        <itunes:summary><![CDATA[
O António Vilaça Pacheco, anterior convidado, e com quem fiz em tempos o podcast Bitcoin Talks, desafiou-me a falar sobre um livro que li há uns anos e que agora a Editora Self publica em português.
 
Tocámos em vários assuntos abordados no livro "Escolhe-te a ti mesmo", e também um pouco sobre a história da vida do autor, James Altucher.
 
Espero que gostem.
 
Link para o livro.
]]></itunes:summary>
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        <title>Simplesmente recomeçar</title>
        <itunes:title>Simplesmente recomeçar</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/simplesmente-recomecar/#comments</comments>        <pubDate>Sat, 20 Apr 2019 17:21:30 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>É simples, respirar, aceitar e recomeçar. Sem amarras, sem "ses" e "talvezes".</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>É simples, respirar, aceitar e recomeçar. Sem amarras, sem "ses" e "talvezes".</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <title>Conversas sobre Ética no Desporto 2019, episódio especial</title>
        <itunes:title>Conversas sobre Ética no Desporto 2019, episódio especial</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>No dia 5 de Abril voltou a acontecer no Colégio Marista de Carcavelos, organizado pela Associação de Pais, em colaboração com a Coordenação do Desporto a “conversa” sobre ética e quais os valores que queremos ter no desporto.</p>
<p>Os convidados desta vez foram André Carvalho, Membro do gabinete de coordenação do PNED; Inês Vigário, Psicóloga do Desporto e do Exercício; José Taira, Ex-jogador de Futebol, Internacional A e Treinador Grau III UEFA A e Deolinda Sousa, Presidente do Clube de Futebol de Sassoeiros.</p>
<p>Eu fui o moderador, e muito aprendo sobre estas questões nas quais tenho bastante interesse, espero que gostem.</p>
<p><a href='http://falarcriativo.com/etica-no-desporto/'>Episódio da anterior edição.</a></p>
<p> </p>
<p><a href='http://www.pned.pt/'>Site do PNED.</a></p>
<p><a href='https://www.facebook.com/psicologadesportiva/'>Página da Inês Vigário.</a></p>
<p><a href='https://www.facebook.com/cfsassoeiros/'>Página do Clube de Futebol de Sassoeiros.</a></p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>No dia 5 de Abril voltou a acontecer no Colégio Marista de Carcavelos, organizado pela Associação de Pais, em colaboração com a Coordenação do Desporto a “conversa” sobre ética e quais os valores que queremos ter no desporto.</p>
<p>Os convidados desta vez foram André Carvalho, Membro do gabinete de coordenação do PNED; Inês Vigário, Psicóloga do Desporto e do Exercício; José Taira, Ex-jogador de Futebol, Internacional A e Treinador Grau III UEFA A e Deolinda Sousa, Presidente do Clube de Futebol de Sassoeiros.</p>
<p>Eu fui o moderador, e muito aprendo sobre estas questões nas quais tenho bastante interesse, espero que gostem.</p>
<p><a href='http://falarcriativo.com/etica-no-desporto/'>Episódio da anterior edição.</a></p>
<p> </p>
<p><a href='http://www.pned.pt/'>Site do PNED.</a></p>
<p><a href='https://www.facebook.com/psicologadesportiva/'>Página da Inês Vigário.</a></p>
<p><a href='https://www.facebook.com/cfsassoeiros/'>Página do Clube de Futebol de Sassoeiros.</a></p>
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        <itunes:summary><![CDATA[No dia 5 de Abril voltou a acontecer no Colégio Marista de Carcavelos, organizado pela Associação de Pais, em colaboração com a Coordenação do Desporto a “conversa” sobre ética e quais os valores que queremos ter no desporto.
Os convidados desta vez foram André Carvalho, Membro do gabinete de coordenação do PNED; Inês Vigário, Psicóloga do Desporto e do Exercício; José Taira, Ex-jogador de Futebol, Internacional A e Treinador Grau III UEFA A e Deolinda Sousa, Presidente do Clube de Futebol de Sassoeiros.
Eu fui o moderador, e muito aprendo sobre estas questões nas quais tenho bastante interesse, espero que gostem.
Episódio da anterior edição.
 
Site do PNED.
Página da Inês Vigário.
Página do Clube de Futebol de Sassoeiros.]]></itunes:summary>
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        <title>Não és especial</title>
        <itunes:title>Não és especial</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/nao-es-especial/#comments</comments>        <pubDate>Sun, 14 Apr 2019 11:00:00 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>Não sabes o que escolher para a tua vida neste momento? Escolhe contribuir para a vida de alguém vais encontrar montes de soluções.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Não sabes o que escolher para a tua vida neste momento? Escolhe contribuir para a vida de alguém vais encontrar montes de soluções.</p>
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        <title>Pensar e duvidar</title>
        <itunes:title>Pensar e duvidar</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/pensar-e-duvidar/#comments</comments>        <pubDate>Fri, 05 Apr 2019 16:00:00 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>Dúvida pode ser começo, faísca, mas não pode ser o combustível, não arde, mas queima-nos.</p>
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        <title>episódio 155, Tiago Pereira</title>
        <itunes:title>episódio 155, Tiago Pereira</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta vez é o músico, realizador, entre outras coisas, Tiago Pereira.</p>
<p>O Tiago tem um projecto muito interessante já há vários anos chamado <a href='http://amusicaportuguesaagostardelapropria.org/'>A Música Portuguesa A Gostar Dela Própria</a>, e a propósito do <a href='https://www.facebook.com/events/575335656275761/'>piquenique que vai acontecer no próximo domingo dia sete de Abril, em Viana do Castelo</a>, decidimos falar sobre o processo dele, o que faz como faz e porque faz.</p>
<p>A memória é sem dúvida algo importante para ele, e, hoje em dia muitas pessoas consideram a memória como algo pouco relevante numa era de agendas, telemóveis e afins, tornam quase obsoleto o acto de recordarmos, e de partilharmos essas lembranças, desenrolando o fio que são as nossas memórias, com os outros.</p>
<p>A tradição oral não tem, na minha opinião, como substituto a tecnologia, podem e devem ser parceiros, ajudarem a tornar mais rica a experiência.</p>
<p>Ver uma foto, e associada a ela um avô contar um história é sem dúvida mais marcante do que ver um filme 3D da mesma situação.</p>
<p>Não sou contra a tecnologia, sou contra o deitar fora tradições que não têm substituto.</p>
<p>Por isso, é ir ao <a href='https://www.facebook.com/events/575335656275761/'>piquenique que vai acontecer no próximo domingo dia sete de Abril, em Viana do Castelo</a> ouvir cantares, histórias e memórias.</p>
<ul><li><a href='http://amusicaportuguesaagostardelapropria.org/'>A Música Portuguesa A Gostar Dela Própria</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/events/575335656275761/'>Evento no Facebook</a></li>
</ul>
<p>Livros referidos:</p>
<ul><li><a href='https://www.wook.pt/livro/a-montanha-magica-thomas-mann/1875727'>A Montanha Mágica de Thomas Mann</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/uma-agulha-no-palheiro-j-d-salinger/86466'>Uma Agulha no Palheiro de J. D. Salinger</a></li>
</ul>
<p>Agradecimento especial à Rita Marques da Impacthouse pela cedência do espaço para a entrevista.</p>
<ul><li><a href='https://www.facebook.com/ImpactHouseLisbon/'>Impact House Lisboa</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta vez é o músico, realizador, entre outras coisas, Tiago Pereira.</p>
<p>O Tiago tem um projecto muito interessante já há vários anos chamado <a href='http://amusicaportuguesaagostardelapropria.org/'>A Música Portuguesa A Gostar Dela Própria</a>, e a propósito do <a href='https://www.facebook.com/events/575335656275761/'>piquenique que vai acontecer no próximo domingo dia sete de Abril, em Viana do Castelo</a>, decidimos falar sobre o processo dele, o que faz como faz e porque faz.</p>
<p>A memória é sem dúvida algo importante para ele, e, hoje em dia muitas pessoas consideram a memória como algo pouco relevante numa era de agendas, telemóveis e afins, tornam quase obsoleto o acto de recordarmos, e de partilharmos essas lembranças, desenrolando o fio que são as nossas memórias, com os outros.</p>
<p>A tradição oral não tem, na minha opinião, como substituto a tecnologia, podem e devem ser parceiros, ajudarem a tornar mais rica a experiência.</p>
<p>Ver uma foto, e associada a ela um avô contar um história é sem dúvida mais marcante do que ver um filme 3D da mesma situação.</p>
<p>Não sou contra a tecnologia, sou contra o deitar fora tradições que não têm substituto.</p>
<p>Por isso, é ir ao <a href='https://www.facebook.com/events/575335656275761/'>piquenique que vai acontecer no próximo domingo dia sete de Abril, em Viana do Castelo</a> ouvir cantares, histórias e memórias.</p>
<ul><li><a href='http://amusicaportuguesaagostardelapropria.org/'>A Música Portuguesa A Gostar Dela Própria</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/events/575335656275761/'>Evento no Facebook</a></li>
</ul>
<p>Livros referidos:</p>
<ul><li><a href='https://www.wook.pt/livro/a-montanha-magica-thomas-mann/1875727'>A Montanha Mágica de Thomas Mann</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/uma-agulha-no-palheiro-j-d-salinger/86466'>Uma Agulha no Palheiro de J. D. Salinger</a></li>
</ul>
<p>Agradecimento especial à Rita Marques da Impacthouse pela cedência do espaço para a entrevista.</p>
<ul><li><a href='https://www.facebook.com/ImpactHouseLisbon/'>Impact House Lisboa</a></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta vez é o músico, realizador, entre outras coisas, Tiago Pereira.
O Tiago tem um projecto muito interessante já há vários anos chamado A Música Portuguesa A Gostar Dela Própria, e a propósito do piquenique que vai acontecer no próximo domingo dia sete de Abril, em Viana do Castelo, decidimos falar sobre o processo dele, o que faz como faz e porque faz.
A memória é sem dúvida algo importante para ele, e, hoje em dia muitas pessoas consideram a memória como algo pouco relevante numa era de agendas, telemóveis e afins, tornam quase obsoleto o acto de recordarmos, e de partilharmos essas lembranças, desenrolando o fio que são as nossas memórias, com os outros.
A tradição oral não tem, na minha opinião, como substituto a tecnologia, podem e devem ser parceiros, ajudarem a tornar mais rica a experiência.
Ver uma foto, e associada a ela um avô contar um história é sem dúvida mais marcante do que ver um filme 3D da mesma situação.
Não sou contra a tecnologia, sou contra o deitar fora tradições que não têm substituto.
Por isso, é ir ao piquenique que vai acontecer no próximo domingo dia sete de Abril, em Viana do Castelo ouvir cantares, histórias e memórias.
A Música Portuguesa A Gostar Dela Própria
Evento no Facebook
Livros referidos:
A Montanha Mágica de Thomas Mann
Uma Agulha no Palheiro de J. D. Salinger
Agradecimento especial à Rita Marques da Impacthouse pela cedência do espaço para a entrevista.
Impact House Lisboa
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        <title>Atitude e perspectiva</title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/atitude-e-perspectiva/#comments</comments>        <pubDate>Sun, 31 Mar 2019 16:00:00 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>Posso não mudar a situação, mas posso sempre mudar o modo como olho para a mesma.</p>
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        <title>Confiar em mim</title>
        <itunes:title>Confiar em mim</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/confiar-em-mim/#comments</comments>        <pubDate>Sat, 23 Mar 2019 16:00:00 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>O grande desafio é tentar depois de não ter corrido bem, se não correu bem da primeira vez que tentamos algo, porque razão devemos confiar em nós nos próximos momentos importantes?</p>
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                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O grande desafio é tentar depois de não ter corrido bem, se não correu bem da primeira vez que tentamos algo, porque razão devemos confiar em nós nos próximos momentos importantes?</p>
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        <title>episódio 154, Tomás Wallenstein</title>
        <itunes:title>episódio 154, Tomás Wallenstein</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta vez é o Tomás Wallenstein, vocalista dos <a href='https://www.facebook.com/capitaofausto/'>Capitão Fausto</a>, banda de rock português que lançou no dia 15 de Março o álbum<a href='https://open.spotify.com/album/1wpFrDOSsNeu0D309bNJ1J?si=RVtwD16nT-i91QA4kVxesw'> “A invenção do dia claro”.</a></p>
<p>Capa do disco</p>
<p>Já havia algum tempo que eu queria falar com alguém da banda, surgiu a oportunidade devido à promoção que está a ser feita do novo disco, e aí fui eu ao estúdio deles para conversar.</p>
<p>Gosto da música que eles fazem, penso que só os conheci por alturas do seu segundo álbum, mas desde aí tenho seguido o que fazem, por isso foi para mim um privilégio ter quase uma hora para conversar com o Tomás.</p>
<p>Capitão Fausto, foto de Matilde Travassos</p>
<p>Não sabia muito bem o tipo de pessoa que ele seria, se seria fácil de falar, se seria reservado, mas a conversa acabou por acontecer com naturalidade, a mesma naturalidade com que o Tomás fala de terem começado a banda, como era preciso alguém escrever letras para as músicas e ele decidiu experimentar.</p>
<p>Se tivesse de escolher uma palavra que retém o que guardei para mim, seria começar.</p>
<p>Não senti qualquer tipo de ansiedade, de pressão para a música deles ter de ser assim ou assado, fazem a música que gostam e acreditam, e sente-se que a ligação entre os membros da banda é forte, com os mesmos ingredientes que uns <a href='http://falarcriativo.com/ep-113-ricardo-araujo-pereira/'>Gato Fedorento</a>, onde não há vedetismo, apenas partilha e gozo de fazerem música juntos.</p>
<p>Livros referidos no episódio:</p>
<ul><li><a href='https://www.wook.pt/livro/a-invencao-do-dia-claro-jose-de-almada-negreiros/11237639'>“A invenção do dia claro” de José de Almada Negreiros</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/a-sonata-de-kreutzer-lev-tolstoi/197578'>“A sonata Kreutzer” de Lev Tolstoi</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/admiravel-mundo-novo-aldous-huxley/15294750'>“O admirável mundo novo” de Aldous Huxley</a></li>
<li style="text-align:right;">Os livros do Harry Potter da J.K. Rowling</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta vez é o Tomás Wallenstein, vocalista dos <a href='https://www.facebook.com/capitaofausto/'>Capitão Fausto</a>, banda de rock português que lançou no dia 15 de Março o álbum<a href='https://open.spotify.com/album/1wpFrDOSsNeu0D309bNJ1J?si=RVtwD16nT-i91QA4kVxesw'> “A invenção do dia claro”.</a></p>
<p>Capa do disco</p>
<p>Já havia algum tempo que eu queria falar com alguém da banda, surgiu a oportunidade devido à promoção que está a ser feita do novo disco, e aí fui eu ao estúdio deles para conversar.</p>
<p>Gosto da música que eles fazem, penso que só os conheci por alturas do seu segundo álbum, mas desde aí tenho seguido o que fazem, por isso foi para mim um privilégio ter quase uma hora para conversar com o Tomás.</p>
<p>Capitão Fausto, foto de Matilde Travassos</p>
<p>Não sabia muito bem o tipo de pessoa que ele seria, se seria fácil de falar, se seria reservado, mas a conversa acabou por acontecer com naturalidade, a mesma naturalidade com que o Tomás fala de terem começado a banda, como era preciso alguém escrever letras para as músicas e ele decidiu experimentar.</p>
<p>Se tivesse de escolher uma palavra que retém o que guardei para mim, seria começar.</p>
<p>Não senti qualquer tipo de ansiedade, de pressão para a música deles ter de ser assim ou assado, fazem a música que gostam e acreditam, e sente-se que a ligação entre os membros da banda é forte, com os mesmos ingredientes que uns <a href='http://falarcriativo.com/ep-113-ricardo-araujo-pereira/'>Gato Fedorento</a>, onde não há vedetismo, apenas partilha e gozo de fazerem música juntos.</p>
<p>Livros referidos no episódio:</p>
<ul><li><a href='https://www.wook.pt/livro/a-invencao-do-dia-claro-jose-de-almada-negreiros/11237639'>“A invenção do dia claro” de José de Almada Negreiros</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/a-sonata-de-kreutzer-lev-tolstoi/197578'>“A sonata Kreutzer” de Lev Tolstoi</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/admiravel-mundo-novo-aldous-huxley/15294750'>“O admirável mundo novo” de Aldous Huxley</a></li>
<li style="text-align:right;">Os livros do Harry Potter da J.K. Rowling</li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta vez é o Tomás Wallenstein, vocalista dos Capitão Fausto, banda de rock português que lançou no dia 15 de Março o álbum “A invenção do dia claro”.
Capa do disco
Já havia algum tempo que eu queria falar com alguém da banda, surgiu a oportunidade devido à promoção que está a ser feita do novo disco, e aí fui eu ao estúdio deles para conversar.
Gosto da música que eles fazem, penso que só os conheci por alturas do seu segundo álbum, mas desde aí tenho seguido o que fazem, por isso foi para mim um privilégio ter quase uma hora para conversar com o Tomás.
Capitão Fausto, foto de Matilde Travassos
Não sabia muito bem o tipo de pessoa que ele seria, se seria fácil de falar, se seria reservado, mas a conversa acabou por acontecer com naturalidade, a mesma naturalidade com que o Tomás fala de terem começado a banda, como era preciso alguém escrever letras para as músicas e ele decidiu experimentar.
Se tivesse de escolher uma palavra que retém o que guardei para mim, seria começar.
Não senti qualquer tipo de ansiedade, de pressão para a música deles ter de ser assim ou assado, fazem a música que gostam e acreditam, e sente-se que a ligação entre os membros da banda é forte, com os mesmos ingredientes que uns Gato Fedorento, onde não há vedetismo, apenas partilha e gozo de fazerem música juntos.
Livros referidos no episódio:
“A invenção do dia claro” de José de Almada Negreiros
“A sonata Kreutzer” de Lev Tolstoi
“O admirável mundo novo” de Aldous Huxley
Os livros do Harry Potter da J.K. Rowling
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        <title>Pedir e dar permissão</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Porque é que não pensamos como fazer brilhar os outros em vez de os ofuscar? </p>
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        <title>Ser hoje e tornar-me amanhã</title>
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        <title>Falta sempre qualquer coisa</title>
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        <title>Tornar mais difícil</title>
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        <title>O que nos impede</title>
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        <title>Depois da tempestade</title>
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        <title>Ser sustentável</title>
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        <title>Nuvem negra</title>
        <itunes:title>Nuvem negra</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Hoje até está sol, mas a qualquer momento podemos encontrar uma nuvem negra.</p>
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        <title>O poder revelador</title>
        <itunes:title>O poder revelador</itunes:title>
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    <item>
        <title>episódio 153, Fernando Marques</title>
        <itunes:title>episódio 153, Fernando Marques</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p></p>
<p>O convidado desta vez é o Fernando Marques criador da InfoDesporto, os primeiros a implementar a estatística de análise do jogo e a colocá-la nos ecrans da TV (ainda com os Apple Classic e patrocinados por esta nova empresa acabada de chegar a Portugal).</p>
<p> </p>
<p>A InfoDesporto é comprada pela PTelecom e o Fernando torna-se um dos administradores.</p>
<p> </p>
<p>Assim que pôde saiu e foi para o Alentejo, comprou uma herdade e transformou-a num espaço produtivo (turismo, criação de vacas e produção de leite de cabra).</p>
<p> </p>
<p>Vendeu tudo passados 12 anos e está agora entre Coimbra e Lisboa a tratar de reflectir sobre como resolvemos problemas, que visão estratégica temos de ter para enfrentar as grandes mudanças sociais que estamos a viver.</p>
<p> </p>
<p>Falámos na importância de termos uma visão de dentro e ao mesmo tempo conseguir ver de fora, para podermos agir localmente, mas sempre vendo a macroescala onde a acção local se insere e interfere.</p>
<p></p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>O convidado desta vez é o Fernando Marques criador da InfoDesporto, os primeiros a implementar a estatística de análise do jogo e a colocá-la nos ecrans da TV (ainda com os Apple Classic e patrocinados por esta nova empresa acabada de chegar a Portugal).</p>
<p> </p>
<p>A InfoDesporto é comprada pela PTelecom e o Fernando torna-se um dos administradores.</p>
<p> </p>
<p>Assim que pôde saiu e foi para o Alentejo, comprou uma herdade e transformou-a num espaço produtivo (turismo, criação de vacas e produção de leite de cabra).</p>
<p> </p>
<p>Vendeu tudo passados 12 anos e está agora entre Coimbra e Lisboa a tratar de reflectir sobre como resolvemos problemas, que visão estratégica temos de ter para enfrentar as grandes mudanças sociais que estamos a viver.</p>
<p> </p>
<p>Falámos na importância de termos uma visão de dentro e ao mesmo tempo conseguir ver de fora, para podermos agir localmente, mas sempre vendo a macroescala onde a acção local se insere e interfere.</p>
<p></p>
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O convidado desta vez é o Fernando Marques criador da InfoDesporto, os primeiros a implementar a estatística de análise do jogo e a colocá-la nos ecrans da TV (ainda com os Apple Classic e patrocinados por esta nova empresa acabada de chegar a Portugal).
 
A InfoDesporto é comprada pela PTelecom e o Fernando torna-se um dos administradores.
 
Assim que pôde saiu e foi para o Alentejo, comprou uma herdade e transformou-a num espaço produtivo (turismo, criação de vacas e produção de leite de cabra).
 
Vendeu tudo passados 12 anos e está agora entre Coimbra e Lisboa a tratar de reflectir sobre como resolvemos problemas, que visão estratégica temos de ter para enfrentar as grandes mudanças sociais que estamos a viver.
 
Falámos na importância de termos uma visão de dentro e ao mesmo tempo conseguir ver de fora, para podermos agir localmente, mas sempre vendo a macroescala onde a acção local se insere e interfere.
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        <title>Escondidas no sótão</title>
        <itunes:title>Escondidas no sótão</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Para se chegar ao ouro é preciso cavar. E tu, cavas ou esperas que o ouro saia da terra e venha ter contigo? rui@falarcriativo.com</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Para se chegar ao ouro é preciso cavar. E tu, cavas ou esperas que o ouro saia da terra e venha ter contigo? rui@falarcriativo.com</p>
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    <item>
        <title>Ninguém vem</title>
        <itunes:title>Ninguém vem</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/ninguem-vem/#comments</comments>        <pubDate>Fri, 28 Dec 2018 16:00:00 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>Estás à espera? De quem? envia email para rui@falarcriativo.com</p>
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                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Estás à espera? De quem? envia email para rui@falarcriativo.com</p>
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        <title>Definições</title>
        <itunes:title>Definições</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Tens claro o que é para TI um sucesso e um fracasso? Diz-me, rui@falarcriativo.com</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Tens claro o que é para TI um sucesso e um fracasso? Diz-me, rui@falarcriativo.com</p>
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        <title>Atitude e Energia</title>
        <itunes:title>Atitude e Energia</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>A nossa atitude importa mais que a nossa energia. O que achas rui@falarcriativo.com</p>
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                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>A nossa atitude importa mais que a nossa energia. O que achas rui@falarcriativo.com</p>
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        <title>episódio 152, Ana Santos</title>
        <itunes:title>episódio 152, Ana Santos</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p></p>
<p>Desta vez a minha convidada é a Ana Santos, socióloga e antropóloga, que fiquei a conhecer quando fui ao Colóquio Internacional Desporto, Ética e Transcendência 2018, colóquio esse que já referi no episódio<a href='http://falarcriativo.com/momento-seguinte/'> momento seguinte.</a></p>
<p> </p>
<p>Ouvi a a Ana falar sobre o futuro da mobilidade, sobre como sociológicamente o futuro nos vai trazer grandes mudanças na relação entre desporto, trabalho e lazer, tal como os entendemos hoje. Por essa razão enviei-lhe um convite, que ela gentilmente aceitou, para falarmos sobre temas que não terão directamente que ver com a criatividade, mas que mexem e muito com o ser humano, principal agente do acto criativo, logo são coisas que dizem respeito à temática do Falar Criativo.</p>
<p> </p>
<p>O projecto <a href='https://www.daravolta.pt/'>"Dar a Volta"</a>, que a Ana é uma das fundadoras, foca-se nas várias interligações que os usos alternativos ao carro podem trazer para o país, para a maneira como nos relacionamos com o território e como podemos gerar valor movendo-nos de outras formas.</p>
<p> </p>
<p>Livros referidos no episódio:</p>
<p> </p>
<ul><li><a href='https://www.wook.pt/livro/sapiens-historia-breve-da-humanidade-yuval-noah-harari/19278255'>"Sapiens" do Yuval Noah Harari</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/homo-deus-historia-breve-do-amanha-yuval-noah-harari/19278254'>"Homo Deus" também do Yuval</a></li>
<li><a href='https://www.lafeltrinelli.it/libri/alessandro-baricco/game/9788806235550'>"The Game" do Alessandro Baricco</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/you-must-change-your-life-peter-sloterdijk/15970210'>"You must change your life" do Peter Sloterdijk</a></li>
</ul>
<p> </p>
<p>Dúvidas, desabafos ou sugestões rui@falarcriativo.com</p>
<p></p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>Desta vez a minha convidada é a Ana Santos, socióloga e antropóloga, que fiquei a conhecer quando fui ao Colóquio Internacional Desporto, Ética e Transcendência 2018, colóquio esse que já referi no episódio<a href='http://falarcriativo.com/momento-seguinte/'> momento seguinte.</a></p>
<p> </p>
<p>Ouvi a a Ana falar sobre o futuro da mobilidade, sobre como sociológicamente o futuro nos vai trazer grandes mudanças na relação entre desporto, trabalho e lazer, tal como os entendemos hoje. Por essa razão enviei-lhe um convite, que ela gentilmente aceitou, para falarmos sobre temas que não terão directamente que ver com a criatividade, mas que mexem e muito com o ser humano, principal agente do acto criativo, logo são coisas que dizem respeito à temática do Falar Criativo.</p>
<p> </p>
<p>O projecto <a href='https://www.daravolta.pt/'>"Dar a Volta"</a>, que a Ana é uma das fundadoras, foca-se nas várias interligações que os usos alternativos ao carro podem trazer para o país, para a maneira como nos relacionamos com o território e como podemos gerar valor movendo-nos de outras formas.</p>
<p> </p>
<p>Livros referidos no episódio:</p>
<p> </p>
<ul><li><a href='https://www.wook.pt/livro/sapiens-historia-breve-da-humanidade-yuval-noah-harari/19278255'>"Sapiens" do Yuval Noah Harari</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/homo-deus-historia-breve-do-amanha-yuval-noah-harari/19278254'>"Homo Deus" também do Yuval</a></li>
<li><a href='https://www.lafeltrinelli.it/libri/alessandro-baricco/game/9788806235550'>"The Game" do Alessandro Baricco</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/you-must-change-your-life-peter-sloterdijk/15970210'>"You must change your life" do Peter Sloterdijk</a></li>
</ul>
<p> </p>
<p>Dúvidas, desabafos ou sugestões rui@falarcriativo.com</p>
<p></p>
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Desta vez a minha convidada é a Ana Santos, socióloga e antropóloga, que fiquei a conhecer quando fui ao Colóquio Internacional Desporto, Ética e Transcendência 2018, colóquio esse que já referi no episódio momento seguinte.
 
Ouvi a a Ana falar sobre o futuro da mobilidade, sobre como sociológicamente o futuro nos vai trazer grandes mudanças na relação entre desporto, trabalho e lazer, tal como os entendemos hoje. Por essa razão enviei-lhe um convite, que ela gentilmente aceitou, para falarmos sobre temas que não terão directamente que ver com a criatividade, mas que mexem e muito com o ser humano, principal agente do acto criativo, logo são coisas que dizem respeito à temática do Falar Criativo.
 
O projecto "Dar a Volta", que a Ana é uma das fundadoras, foca-se nas várias interligações que os usos alternativos ao carro podem trazer para o país, para a maneira como nos relacionamos com o território e como podemos gerar valor movendo-nos de outras formas.
 
Livros referidos no episódio:
 
"Sapiens" do Yuval Noah Harari
"Homo Deus" também do Yuval
"The Game" do Alessandro Baricco
"You must change your life" do Peter Sloterdijk
 
Dúvidas, desabafos ou sugestões rui@falarcriativo.com
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        <title>Cinco anos depois</title>
        <itunes:title>Cinco anos depois</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Neste episódio celebro o quinto aniversário do podcast. Qualquer coisa, digam, rui@falarcriativo.com.</p>
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        <title>Momento seguinte</title>
        <itunes:title>Momento seguinte</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/momento-seguinte/#comments</comments>        <pubDate>Sat, 01 Dec 2018 15:00:00 +0000</pubDate>
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                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Mais um episódio do podcast em que falo um pouco mais sobre mim, sobre o mundo, sobre o que me apoquenta, o que me faz feliz. O que acham? rui@falarcriativo.com</p>
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        <title>Na luta</title>
        <itunes:title>Na luta</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/na-luta/#comments</comments>        <pubDate>Sat, 24 Nov 2018 17:00:00 +0000</pubDate>
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        <title>A minha rotina</title>
        <itunes:title>A minha rotina</itunes:title>
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        <title>episódio 151, Inês Vigário</title>
        <itunes:title>episódio 151, Inês Vigário</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[
A <a href='https://www.facebook.com/psicologadesportiva/'>Inês Vigário</a> foi minha professora na pós-graduação que fiz em psicologia do desporto, é psicóloga, e desde o primeiro momento houve afinidade, sobretudo pela enorme curiosidade que ambos temos.


Na nossa conversa foi difícil não lhe chamar "professora", e foi esta professora que muito me ajudou na estruturação do trabalho final, dando dicas, acalmando as minhas inquietações e inseguranças por ser um arquitecto armado em psicólogo.


Acho-a uma pessoa genuína, disponível e com uma perspectiva muito humana da performance, que deve ser baseada num ser, mas um Ser maior alinhado com uma perspectiva dinâmica de crescimento. Por essa e outras razões achei que os ouvintes do podcast teriam muito a ganhar com a oportunidade de conhecer a Inês.


Espero que gostem, e eu espero ter a oportunidade de ter muitas mais conversas com ela, tenho muito a aprender.


<a href='https://www.facebook.com/psicologadesportiva/'>Facebook da Inês. </a>


O livro referido foi o <a href='https://www.wook.pt/livro/open-a-minha-historia-andre-agassi/15457932'>"Open" do André Agassi.</a>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[
A <a href='https://www.facebook.com/psicologadesportiva/'>Inês Vigário</a> foi minha professora na pós-graduação que fiz em psicologia do desporto, é psicóloga, e desde o primeiro momento houve afinidade, sobretudo pela enorme curiosidade que ambos temos.


Na nossa conversa foi difícil não lhe chamar "professora", e foi esta professora que muito me ajudou na estruturação do trabalho final, dando dicas, acalmando as minhas inquietações e inseguranças por ser um arquitecto armado em psicólogo.


Acho-a uma pessoa genuína, disponível e com uma perspectiva muito humana da performance, que deve ser baseada num ser, mas um Ser maior alinhado com uma perspectiva dinâmica de crescimento. Por essa e outras razões achei que os ouvintes do podcast teriam muito a ganhar com a oportunidade de conhecer a Inês.


Espero que gostem, e eu espero ter a oportunidade de ter muitas mais conversas com ela, tenho muito a aprender.


<a href='https://www.facebook.com/psicologadesportiva/'>Facebook da Inês. </a>


O livro referido foi o <a href='https://www.wook.pt/livro/open-a-minha-historia-andre-agassi/15457932'>"Open" do André Agassi.</a>
]]></content:encoded>
                                    
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A Inês Vigário foi minha professora na pós-graduação que fiz em psicologia do desporto, é psicóloga, e desde o primeiro momento houve afinidade, sobretudo pela enorme curiosidade que ambos temos.


Na nossa conversa foi difícil não lhe chamar "professora", e foi esta professora que muito me ajudou na estruturação do trabalho final, dando dicas, acalmando as minhas inquietações e inseguranças por ser um arquitecto armado em psicólogo.


Acho-a uma pessoa genuína, disponível e com uma perspectiva muito humana da performance, que deve ser baseada num ser, mas um Ser maior alinhado com uma perspectiva dinâmica de crescimento. Por essa e outras razões achei que os ouvintes do podcast teriam muito a ganhar com a oportunidade de conhecer a Inês.


Espero que gostem, e eu espero ter a oportunidade de ter muitas mais conversas com ela, tenho muito a aprender.


Facebook da Inês. 


O livro referido foi o "Open" do André Agassi.
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        <title>Armadilha para macacos</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Mais um episódio do podcast em que falo um pouco mais sobre mim, sobre o mundo, sobre o que me apoquenta, o que me faz feliz. O que acham? rui@falarcriativo.com</p>
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        <title>Rebentar</title>
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        <title>episódio 150, Bárbara Ruano Guimarães</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>A Bárbara é arquitecta, foi minha colega de curso, e após alguns anos sem estarmos juntos, voltámos a reencontrarmo-nos e temos partilhado ideias, angústias, sucessos, uma verdadeira amizade.</p>
<p>A Bárbara é especialista em BaZi uma arte milenar chinesa que entre outras coisas nos ajuda na clarificação do nosso caminho, quais as nossas forças e onde melhor as aplicar.</p>
<p>Falámos do seu livro sobre BaZi, <a href='https://www.wook.pt/livro/o-poder-de-saber-barbara-ruano-guimaraes/21683958'>“O Poder de Saber”</a> , e que grande poder é esse, de saber quem somos, e a partir daí tomar decisões alinhadas como o nosso caminho.</p>
<p>Site: <a href='http://www.barbaraguimaraes.com/'>www.barbararuanog.com</a></p>
<p>Facebook: <a href='https://www.facebook.com/barbararuanoguimaraeslive/'>https://www.facebook.com/barbararuanoguimaraeslive/</a></p>
<p>Instagram: <a href='https://www.instagram.com/barbararuanolive/'>https://www.instagram.com/barbararuanolive/</a></p>
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<p>A Bárbara é especialista em BaZi uma arte milenar chinesa que entre outras coisas nos ajuda na clarificação do nosso caminho, quais as nossas forças e onde melhor as aplicar.</p>
<p>Falámos do seu livro sobre BaZi, <a href='https://www.wook.pt/livro/o-poder-de-saber-barbara-ruano-guimaraes/21683958'>“O Poder de Saber”</a> , e que grande poder é esse, de saber quem somos, e a partir daí tomar decisões alinhadas como o nosso caminho.</p>
<p>Site: <a href='http://www.barbaraguimaraes.com/'>www.barbararuanog.com</a></p>
<p>Facebook: <a href='https://www.facebook.com/barbararuanoguimaraeslive/'>https://www.facebook.com/barbararuanoguimaraeslive/</a></p>
<p>Instagram: <a href='https://www.instagram.com/barbararuanolive/'>https://www.instagram.com/barbararuanolive/</a></p>
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A Bárbara é especialista em BaZi uma arte milenar chinesa que entre outras coisas nos ajuda na clarificação do nosso caminho, quais as nossas forças e onde melhor as aplicar.
Falámos do seu livro sobre BaZi, “O Poder de Saber” , e que grande poder é esse, de saber quem somos, e a partir daí tomar decisões alinhadas como o nosso caminho.
Site: www.barbararuanog.com
Facebook: https://www.facebook.com/barbararuanoguimaraeslive/
Instagram: https://www.instagram.com/barbararuanolive/]]></itunes:summary>
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        <title>Convite ao Caos</title>
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        <title>MagaFest 2018, episódio especial com Inês Magalhães</title>
        <itunes:title>MagaFest 2018, episódio especial com Inês Magalhães</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Desta vez falei com a Inês Magalhães criadora das <a href='https://www.facebook.com/MagaSessions/'>MagaSessions </a> , concertos dentro da casa dela, para poucas pessoas, num ambiente intímo de partilha com os músicos que tocam ao mesmo ao pé do público.</p>
<p>Foi uma entrevista focada no <a href='https://www.facebook.com/events/701669673501610/'>MagaFest no próximo dia 6 de Outubro</a> na casa Independente, mas falámos de mais coisas, por isso, ouçam até ao fim.</p>
<p>Bilhetes à venda no local e no site da <a href='https://ticketline.sapo.pt/evento/magafest-36729'>ticketline</a>.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Desta vez falei com a Inês Magalhães criadora das <a href='https://www.facebook.com/MagaSessions/'>MagaSessions </a> , concertos dentro da casa dela, para poucas pessoas, num ambiente intímo de partilha com os músicos que tocam ao mesmo ao pé do público.</p>
<p>Foi uma entrevista focada no <a href='https://www.facebook.com/events/701669673501610/'>MagaFest no próximo dia 6 de Outubro</a> na casa Independente, mas falámos de mais coisas, por isso, ouçam até ao fim.</p>
<p>Bilhetes à venda no local e no site da <a href='https://ticketline.sapo.pt/evento/magafest-36729'>ticketline</a>.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Desta vez falei com a Inês Magalhães criadora das MagaSessions  , concertos dentro da casa dela, para poucas pessoas, num ambiente intímo de partilha com os músicos que tocam ao mesmo ao pé do público.
Foi uma entrevista focada no MagaFest no próximo dia 6 de Outubro na casa Independente, mas falámos de mais coisas, por isso, ouçam até ao fim.
Bilhetes à venda no local e no site da ticketline.]]></itunes:summary>
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        <title>Decisões para Indecisos</title>
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        <title>Herói, vítima ou aprendiz?</title>
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        <title>episódio 149, Nebula Studios, DFTA</title>
        <itunes:title>episódio 149, Nebula Studios, DFTA</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[
Os convidados desta vez são três, um deles, é um regresso, o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-27-jose-alves-da-silva/'>José Alves da Silva,</a> os outros dois são o Guilherme Afonso e o Miguel Madaíl Freitas, da <a href='https://nebula-studios.com/'>Nebula Studios</a>.


E porque é que eu fui falar com eles?


O José, ou Zé, desenhou um personagem, um coelho lobotomizado, o Lobo, e ofereceu o desenho aos seus amigos da Nebula, que adoraram o personagem e decidiram fazer uma curta metragem de animação.


Eu ao ver um trailer/teaser da curta, perguntei ao Zé se me punha em contacto com a malta envolvida no filme, e assim foi, combinou-se o dia e lá fui eu falar com eles para perceber o como e o porquê de uma curta de animação.


Qualquer dúvida ou sugestão, rui@falarcriativo.com.
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[
Os convidados desta vez são três, um deles, é um regresso, o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-27-jose-alves-da-silva/'>José Alves da Silva,</a> os outros dois são o Guilherme Afonso e o Miguel Madaíl Freitas, da <a href='https://nebula-studios.com/'>Nebula Studios</a>.


E porque é que eu fui falar com eles?


O José, ou Zé, desenhou um personagem, um coelho lobotomizado, o Lobo, e ofereceu o desenho aos seus amigos da Nebula, que adoraram o personagem e decidiram fazer uma curta metragem de animação.


Eu ao ver um trailer/teaser da curta, perguntei ao Zé se me punha em contacto com a malta envolvida no filme, e assim foi, combinou-se o dia e lá fui eu falar com eles para perceber o como e o porquê de uma curta de animação.


Qualquer dúvida ou sugestão, rui@falarcriativo.com.
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        <itunes:summary><![CDATA[
Os convidados desta vez são três, um deles, é um regresso, o José Alves da Silva, os outros dois são o Guilherme Afonso e o Miguel Madaíl Freitas, da Nebula Studios.


E porque é que eu fui falar com eles?


O José, ou Zé, desenhou um personagem, um coelho lobotomizado, o Lobo, e ofereceu o desenho aos seus amigos da Nebula, que adoraram o personagem e decidiram fazer uma curta metragem de animação.


Eu ao ver um trailer/teaser da curta, perguntei ao Zé se me punha em contacto com a malta envolvida no filme, e assim foi, combinou-se o dia e lá fui eu falar com eles para perceber o como e o porquê de uma curta de animação.


Qualquer dúvida ou sugestão, rui@falarcriativo.com.
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        <title>Morrer todos os dias</title>
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        <title>Ondas Grandes</title>
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        <title>A maldição da Perfeição</title>
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        <title>episódio 148, Richard Câmara</title>
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<p class="wp-block-paragraph editor-rich-text__tinymce mce-content-body">O convidado desta vez é o Richard Câmara ilustrador que tem no desenho um verdadeiro aliado.</p>








Foi através de uma partilha do anterior convidado, o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-107-andre-oliveira/'>André Oliveira</a> que cheguei ao Richard, estava a vender alguns livros que comprei, e a quando da entrega combinámos que haveríamos de conversar para o Falar Criativo. 








<p class="wp-block-paragraph editor-rich-text__tinymce mce-content-body">Ele vive em Espanha, mas vem cá de vez em quando para dar uma formação chamada <a href='https://www.facebook.com/events/1519735161407955/'>"Lisboa, da outra margem"</a> , uma formação em diário gráfico destinada a quem quer aprender a desenhar, mas mais do que isso, ter gosto pelo desenho.  </p>














<p class="wp-block-paragraph editor-rich-text__tinymce mce-content-body">À data de publicação deste post, Lisboa, da outra margem já está esgotado, mas o <a href='https://sketchbookcamp.wixsite.com/site%20'>SketchbookCamp</a> também do Richard ainda tem vagas, e eu se não estivesse de férias em família também ia.   À data de publicação deste post, Lisboa, da outra margem já está esgotado, mas o SketchbookCamp também do Richard ainda tem vagas, e eu se não estivesse de férias em família também ia.</p>








 
  Errata: Durante o episódio o Richard enganou-se no nome do Jornalista e coordenador do DN Jovem que referiu a dada altura como sendo o Carlos Dias: o nome correcto é Manuel Dias.


 
  






<p class="wp-block-paragraph editor-rich-text__tinymce mce-content-body"><a href='http://richardcamara.blogspot.com/'>Site do Richard.</a></p>








 
 
 Livro sugerido:


 





<ul class="editor-rich-text__tinymce mce-content-body"><li>"<a href='https://www.goodreads.com/book/show/38208618-cartas-em-cadeia'>Cartas em cadeia" do Miguel Lamas</a></li>
</ul>






 ]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[






<p class="wp-block-paragraph editor-rich-text__tinymce mce-content-body">O convidado desta vez é o Richard Câmara ilustrador que tem no desenho um verdadeiro aliado.</p>








Foi através de uma partilha do anterior convidado, o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-107-andre-oliveira/'>André Oliveira</a> que cheguei ao Richard, estava a vender alguns livros que comprei, e a quando da entrega combinámos que haveríamos de conversar para o Falar Criativo. 








<p class="wp-block-paragraph editor-rich-text__tinymce mce-content-body">Ele vive em Espanha, mas vem cá de vez em quando para dar uma formação chamada <a href='https://www.facebook.com/events/1519735161407955/'>"Lisboa, da outra margem"</a> , uma formação em diário gráfico destinada a quem quer aprender a desenhar, mas mais do que isso, ter gosto pelo desenho.  </p>














<p class="wp-block-paragraph editor-rich-text__tinymce mce-content-body">À data de publicação deste post, Lisboa, da outra margem já está esgotado, mas o <a href='https://sketchbookcamp.wixsite.com/site%20'>SketchbookCamp</a> também do Richard ainda tem vagas, e eu se não estivesse de férias em família também ia.   À data de publicação deste post, Lisboa, da outra margem já está esgotado, mas o SketchbookCamp também do Richard ainda tem vagas, e eu se não estivesse de férias em família também ia.</p>








 
  Errata: Durante o episódio o Richard enganou-se no nome do Jornalista e coordenador do DN Jovem que referiu a dada altura como sendo o Carlos Dias: o nome correcto é Manuel Dias.


 
  






<p class="wp-block-paragraph editor-rich-text__tinymce mce-content-body"><a href='http://richardcamara.blogspot.com/'>Site do Richard.</a></p>








 
 
 Livro sugerido:


 





<ul class="editor-rich-text__tinymce mce-content-body"><li>"<a href='https://www.goodreads.com/book/show/38208618-cartas-em-cadeia'>Cartas em cadeia" do Miguel Lamas</a></li>
</ul>






 ]]></content:encoded>
                                    
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O convidado desta vez é o Richard Câmara ilustrador que tem no desenho um verdadeiro aliado.








Foi através de uma partilha do anterior convidado, o André Oliveira que cheguei ao Richard, estava a vender alguns livros que comprei, e a quando da entrega combinámos que haveríamos de conversar para o Falar Criativo. 








Ele vive em Espanha, mas vem cá de vez em quando para dar uma formação chamada "Lisboa, da outra margem" , uma formação em diário gráfico destinada a quem quer aprender a desenhar, mas mais do que isso, ter gosto pelo desenho.  














À data de publicação deste post, Lisboa, da outra margem já está esgotado, mas o SketchbookCamp também do Richard ainda tem vagas, e eu se não estivesse de férias em família também ia.   À data de publicação deste post, Lisboa, da outra margem já está esgotado, mas o SketchbookCamp também do Richard ainda tem vagas, e eu se não estivesse de férias em família também ia.








 
  Errata: Durante o episódio o Richard enganou-se no nome do Jornalista e coordenador do DN Jovem que referiu a dada altura como sendo o Carlos Dias: o nome correcto é Manuel Dias.


 
  






Site do Richard.








 
 
 Livro sugerido:


 





"Cartas em cadeia" do Miguel Lamas






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        <title>Atalhos</title>
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                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Mais um episódio do podcast em que falo um pouco mais sobre mim, sobre o mundo, sobre o que me apoquenta, o que me faz feliz. O que acham? rui@falarcriativo.com</p>
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        <title>episódio 147, Little Black Spot - Raquel Costa e Nuno Filipe Cancelinha</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Os convidados desta vez são a Raquel Costa e o Nuno Filipe Cancelinha, que juntos compõem o <a href='https://www.instagram.com/littleblackspot/'>Little Black Spot</a>.</p>
<p>Já em Setembro tinha conversado com a Raquel sem saber que estava a conversar com ela, quando estive no <a href='http://falarcriativo.com/thu2017/'>THU</a>, isto é sabia que a Raquel como Little Black Spot existia, mas não a conhecia pessoalmente. Desde aí ficou alinhavado que esta conversa iria acontecer, e quando a voltei a encontrá-la no Amadora BD, conheci também o Nuno, e fiquei com a certeza que tinha mesmo de falar com eles.</p>
<p>Voltei a encontrá-los no Festival de BD de Beja, e aí afinámos calendários para conseguir ter tempo para conversar com tempo.</p>
<p>O leque de coisas que eles fazem é bastante alargado, mas a base é a das histórias, tudo o que fazem conta uma história, seja ele uma ilustração, um texto, uma cadeira, ou a decoração de espaços. São as histórias que nos movem, são elas que nos emocionam, e quando há emoção há acção.</p>
<p>Fica aqui então a pergunta, o que é que te emociona?</p>
<p>Dúvidas, sugestões, o que for, rui@falarcriativo.com.</p>
<p>Livros falados:</p>
<ul><li><a href='https://www.wook.pt/livro/duna-frank-herbert/9582680'>"Dune" do Frank Herbert</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/stardust-o-misterio-da-estrela-cadente-neil-gaiman/45452'>"Stardust" do Neil Gaiman</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/ilhas-na-corrente-ernest-hemingway/15327882'>"Ilhas na Corrente" do Ernest Hemingway</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/corto-maltese-a-balada-do-mar-salgado-hugo-pratt/19675877'>"Corto Maltese - A Balada do Mar Salgado" do Hugo Pratt</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/terra-dos-homens-antoine-de-saint-exupery/16461622'>"Terra dos Homens" do Antoine Saint-Exupéry</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/pedro-paramo-juan-rulfo/19618822'>"Pedro Páramo" de Juan Rulfo</a></li>
</ul>
<p> </p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Os convidados desta vez são a Raquel Costa e o Nuno Filipe Cancelinha, que juntos compõem o <a href='https://www.instagram.com/littleblackspot/'>Little Black Spot</a>.</p>
<p>Já em Setembro tinha conversado com a Raquel sem saber que estava a conversar com ela, quando estive no <a href='http://falarcriativo.com/thu2017/'>THU</a>, isto é sabia que a Raquel como Little Black Spot existia, mas não a conhecia pessoalmente. Desde aí ficou alinhavado que esta conversa iria acontecer, e quando a voltei a encontrá-la no Amadora BD, conheci também o Nuno, e fiquei com a certeza que tinha mesmo de falar com eles.</p>
<p>Voltei a encontrá-los no Festival de BD de Beja, e aí afinámos calendários para conseguir ter tempo para conversar com tempo.</p>
<p>O leque de coisas que eles fazem é bastante alargado, mas a base é a das histórias, tudo o que fazem conta uma história, seja ele uma ilustração, um texto, uma cadeira, ou a decoração de espaços. São as histórias que nos movem, são elas que nos emocionam, e quando há emoção há acção.</p>
<p>Fica aqui então a pergunta, o que é que te emociona?</p>
<p>Dúvidas, sugestões, o que for, rui@falarcriativo.com.</p>
<p>Livros falados:</p>
<ul><li><a href='https://www.wook.pt/livro/duna-frank-herbert/9582680'>"Dune" do Frank Herbert</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/stardust-o-misterio-da-estrela-cadente-neil-gaiman/45452'>"Stardust" do Neil Gaiman</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/ilhas-na-corrente-ernest-hemingway/15327882'>"Ilhas na Corrente" do Ernest Hemingway</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/corto-maltese-a-balada-do-mar-salgado-hugo-pratt/19675877'>"Corto Maltese - A Balada do Mar Salgado" do Hugo Pratt</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/terra-dos-homens-antoine-de-saint-exupery/16461622'>"Terra dos Homens" do Antoine Saint-Exupéry</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/pedro-paramo-juan-rulfo/19618822'>"Pedro Páramo" de Juan Rulfo</a></li>
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        <itunes:summary><![CDATA[Os convidados desta vez são a Raquel Costa e o Nuno Filipe Cancelinha, que juntos compõem o Little Black Spot.
Já em Setembro tinha conversado com a Raquel sem saber que estava a conversar com ela, quando estive no THU, isto é sabia que a Raquel como Little Black Spot existia, mas não a conhecia pessoalmente. Desde aí ficou alinhavado que esta conversa iria acontecer, e quando a voltei a encontrá-la no Amadora BD, conheci também o Nuno, e fiquei com a certeza que tinha mesmo de falar com eles.
Voltei a encontrá-los no Festival de BD de Beja, e aí afinámos calendários para conseguir ter tempo para conversar com tempo.
O leque de coisas que eles fazem é bastante alargado, mas a base é a das histórias, tudo o que fazem conta uma história, seja ele uma ilustração, um texto, uma cadeira, ou a decoração de espaços. São as histórias que nos movem, são elas que nos emocionam, e quando há emoção há acção.
Fica aqui então a pergunta, o que é que te emociona?
Dúvidas, sugestões, o que for, rui@falarcriativo.com.
Livros falados:
"Dune" do Frank Herbert
"Stardust" do Neil Gaiman
"Ilhas na Corrente" do Ernest Hemingway
"Corto Maltese - A Balada do Mar Salgado" do Hugo Pratt
"Terra dos Homens" do Antoine Saint-Exupéry
"Pedro Páramo" de Juan Rulfo
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        <title>Verdade ou consequência</title>
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        <title>Ser ou não ser único</title>
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        <title>episódio 146, Carlos Conceição</title>
        <itunes:title>episódio 146, Carlos Conceição</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta vez é o Carlos Conceição, artista de efeitos especiais, que me foi sugerido pelo anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/ep-114-pedro-andrade/'>Pedro Andrade</a>.</p>
<p>A primeira vez que contactei com o Carlos por email, estava ele no Canadá, falámos da possibilidade de fazer via Skype, mas optámos pela opção de aproveitar quando viesse a Portugal.</p>
<p>O currículo do Carlos é fantástico, trabalhou em grandes filmes, nalguns dos maiores estúdios de efeitos especiais, mas nada da sua atitude deixa passar que haja algum tipo de soberba de achar que é o maior, pelo contrário, é enorme mas na humildade, na paixão e na generosidade.</p>
<p>Que privilégio foi para mim conhecer e conversar com ele.</p>
<ul><li><a href='https://www.roadtocomp.com'>Site do Carlos</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/projroadtocomp/'>Facebook do Carlos</a></li>
</ul>
<p> </p>
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<p>A primeira vez que contactei com o Carlos por email, estava ele no Canadá, falámos da possibilidade de fazer via Skype, mas optámos pela opção de aproveitar quando viesse a Portugal.</p>
<p>O currículo do Carlos é fantástico, trabalhou em grandes filmes, nalguns dos maiores estúdios de efeitos especiais, mas nada da sua atitude deixa passar que haja algum tipo de soberba de achar que é o maior, pelo contrário, é enorme mas na humildade, na paixão e na generosidade.</p>
<p>Que privilégio foi para mim conhecer e conversar com ele.</p>
<ul><li><a href='https://www.roadtocomp.com'>Site do Carlos</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/projroadtocomp/'>Facebook do Carlos</a></li>
</ul>
<p> </p>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta vez é o Carlos Conceição, artista de efeitos especiais, que me foi sugerido pelo anterior convidado Pedro Andrade.
A primeira vez que contactei com o Carlos por email, estava ele no Canadá, falámos da possibilidade de fazer via Skype, mas optámos pela opção de aproveitar quando viesse a Portugal.
O currículo do Carlos é fantástico, trabalhou em grandes filmes, nalguns dos maiores estúdios de efeitos especiais, mas nada da sua atitude deixa passar que haja algum tipo de soberba de achar que é o maior, pelo contrário, é enorme mas na humildade, na paixão e na generosidade.
Que privilégio foi para mim conhecer e conversar com ele.
Site do Carlos
Facebook do Carlos
 ]]></itunes:summary>
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        <title>Crescer ou encolher</title>
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        <title>Episódio Especial, Conversas sobre Ética no Desporto</title>
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        <title>Urgente ou Importante?</title>
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        <title>O preço do lado negro</title>
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        <title>Rituais</title>
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E vocês? O que acham? rui@falarcriativo.pt</p>
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        <title>episódio 145, Ana Serra</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>A convidada desta vez é a Ana Serra, designer, que conheci por ser mulher do anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/episodio-44-sergio-kaufmann/'>Sérgio Kaufmann.</a></p>
<p>Site da agência da Ana, a <a href='http://www.anaana.pt/'>ANA ANA.</a></p>
<p>Livros referidos no episódio:</p>
<ul><li><a href='https://www.wook.pt/livro/a-espuma-dos-dias-boris-vian/81384'>"A Espuma dos Dias" do Boris Vian</a></li>
<li>"<a href='https://www.wook.pt/livro/o-ministerio-da-felicidade-suprema-arundhati-roy/19386509'>O Ministério da Felicidade Suprema" da Arundhati Roy</a></li>
</ul>
<p> </p>
Para ler o texto mais longo com a minhas reflexões sobre a nossa conversa, tornem-se patronos no <a href='http://www.patreon.com/falarcriativo'>Patreon</a>.]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>A convidada desta vez é a Ana Serra, designer, que conheci por ser mulher do anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/episodio-44-sergio-kaufmann/'>Sérgio Kaufmann.</a></p>
<p>Site da agência da Ana, a <a href='http://www.anaana.pt/'>ANA ANA.</a></p>
<p>Livros referidos no episódio:</p>
<ul><li><a href='https://www.wook.pt/livro/a-espuma-dos-dias-boris-vian/81384'>"A Espuma dos Dias" do Boris Vian</a></li>
<li>"<a href='https://www.wook.pt/livro/o-ministerio-da-felicidade-suprema-arundhati-roy/19386509'>O Ministério da Felicidade Suprema" da Arundhati Roy</a></li>
</ul>
<p> </p>
Para ler o texto mais longo com a minhas reflexões sobre a nossa conversa, tornem-se patronos no <a href='http://www.patreon.com/falarcriativo'>Patreon</a>.]]></content:encoded>
                                    
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Site da agência da Ana, a ANA ANA.
Livros referidos no episódio:
"A Espuma dos Dias" do Boris Vian
"O Ministério da Felicidade Suprema" da Arundhati Roy
 
Para ler o texto mais longo com a minhas reflexões sobre a nossa conversa, tornem-se patronos no Patreon.]]></itunes:summary>
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        <title>(In)tolerância e (Im)permanência</title>
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E vocês? O que acham? rui@falarcriativo.pt</p>
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E vocês? O que acham? rui@falarcriativo.pt</p>
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        <title>Motivação e Paciência</title>
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E vocês? O que acham? rui@falarcriativo.pt</p>
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        <title>episódio 144, Nádia Tavares</title>
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                                    <description><![CDATA[<p>A convidada desta vez, é a minha colega de pós-graduação, a <a href='http://dreamachieve.blogs.sapo.pt/8163.html'>Nádia Tavares</a>, ex-atleta internacional na modalidade de basquetebol e psicóloga do desporto.</p>
<ul><li><a href='https://www.facebook.com/nadiacoach/'>Facebook da Dream Achieve</a></li>
</ul>
<p>Livros falados:</p>
<ul><li><a href='https://www.bookdepository.com/The-Inner-Game-of-Tennis/9781447288503'>"The inner game of tennis" do Timothy Gallwey</a></li>
<li><a href='https://www.bookdepository.com/The-Five-Dysfunctions-of-Team-Patrick-M-Lencioni/9780787960759?ref=grid-view&qid=1519167858749&sr=1-1'>"The Five Dysfunctions of a Team" do Patrick Lencioni</a></li>
</ul>
]]></description>
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<ul><li><a href='https://www.facebook.com/nadiacoach/'>Facebook da Dream Achieve</a></li>
</ul>
<p>Livros falados:</p>
<ul><li><a href='https://www.bookdepository.com/The-Inner-Game-of-Tennis/9781447288503'>"The inner game of tennis" do Timothy Gallwey</a></li>
<li><a href='https://www.bookdepository.com/The-Five-Dysfunctions-of-Team-Patrick-M-Lencioni/9780787960759?ref=grid-view&qid=1519167858749&sr=1-1'>"The Five Dysfunctions of a Team" do Patrick Lencioni</a></li>
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        <itunes:summary><![CDATA[A convidada desta vez, é a minha colega de pós-graduação, a Nádia Tavares, ex-atleta internacional na modalidade de basquetebol e psicóloga do desporto.
Facebook da Dream Achieve
Livros falados:
"The inner game of tennis" do Timothy Gallwey
"The Five Dysfunctions of a Team" do Patrick Lencioni
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        <title>Não ser o Maior, não faz de mim mais Pequeno</title>
        <itunes:title>Não ser o Maior, não faz de mim mais Pequeno</itunes:title>
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E vocês? O que acham? rui@falarcriativo.pt</p>
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        <title>Sonhar e Desistir</title>
        <itunes:title>Sonhar e Desistir</itunes:title>
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<p> </p>
<p>As vossas opiniões são importantes, enviem-me um email para <a href='mailto:rui@falarcriativo.com'>rui@falarcriativo.com</a> para saber se gostaram ou não, se acham que devo fazer mais, ou nem por isso.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p><a href='http://falarcriativo.com/sonhar-e-desistir/'>Texto publicado no site</a>, aqui em versão audio.</p>
<p> </p>
<p>As vossas opiniões são importantes, enviem-me um email para <a href='mailto:rui@falarcriativo.com'>rui@falarcriativo.com</a> para saber se gostaram ou não, se acham que devo fazer mais, ou nem por isso.</p>
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As vossas opiniões são importantes, enviem-me um email para rui@falarcriativo.com para saber se gostaram ou não, se acham que devo fazer mais, ou nem por isso.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 143, Miguel Oliveira</title>
        <itunes:title>episódio 143, Miguel Oliveira</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-143-miguel-oliveira/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 05 Feb 2018 16:00:00 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta vez é o <a href='https://www.facebook.com/migueloliveiraphotographer/'>Miguel Oliveira</a>, fotógrafo que conheci no Muraliza Cascais em 2016 numa visita guiada pela anterior convidada <a href='http://falarcriativo.com/episodio-71-lara-seixo-rodrigues/'>Lara Seixo Rodrigues</a>, perguntei logo pela disponibilidade para ser entrevistado, algo que ele concordou.</p>
<p>O tempo passou, e em 2017, no <a href='http://falarcriativo.com/guitarrasaoalto/'>Guitarras ao Alto</a> organizado pelo anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/episodio-23-vasco-durao/'>Vasco Durão</a>, voltei a encontrá-lo e a lembrar da entrevista que gostaria de lhe fazer. Lá arranjámos depois disso uma data em que ele veio a Lisboa, e em que eu consegui ter a agenda liberta para conversarmos com tempo.</p>
Para ler o texto mais longo com a minhas reflexões sobre a nossa conversa, tornem-se patronos no <a href='http://www.patreon.com/falarcriativo'>Patreon</a>.
<p> </p>
<p>Sites do Miguel:</p>
<ul><li><a href='http://www.migueloliveiraphotographer.com'>www.migueloliveiraphotographer.com</a></li>
<li><a href='http://www.pointandshoot.pt'>www.pointandshoot.pt</a></li>
<li><a href='http://www.pointandshoot.pt'>www.offtherecord.pt</a></li>
</ul>
<p>Livros referidos no podcast:</p>
<ul><li><a href='https://www.wook.pt/livro/pela-estrada-fora-jack-kerouac/10633874'>"Pela estrada fora" do Jack Kerouac</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/nao-faco-ideia-vasco-durao/14238821'>"Não faço ideia" do Vasco Durão</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/catcher-in-the-rye-j-d-salinger/4337807'>"Catcher in the rye" do J.D. Sallinger</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/o-caminho-para-o-carater-david-brooks/18548035'>"Caminho para o caráter" do David Brooks</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/a-logica-das-imagens-wim-wenders/4299444'>"A lógica das imagens" do Wim Wenders</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta vez é o <a href='https://www.facebook.com/migueloliveiraphotographer/'>Miguel Oliveira</a>, fotógrafo que conheci no Muraliza Cascais em 2016 numa visita guiada pela anterior convidada <a href='http://falarcriativo.com/episodio-71-lara-seixo-rodrigues/'>Lara Seixo Rodrigues</a>, perguntei logo pela disponibilidade para ser entrevistado, algo que ele concordou.</p>
<p>O tempo passou, e em 2017, no <a href='http://falarcriativo.com/guitarrasaoalto/'>Guitarras ao Alto</a> organizado pelo anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/episodio-23-vasco-durao/'>Vasco Durão</a>, voltei a encontrá-lo e a lembrar da entrevista que gostaria de lhe fazer. Lá arranjámos depois disso uma data em que ele veio a Lisboa, e em que eu consegui ter a agenda liberta para conversarmos com tempo.</p>
Para ler o texto mais longo com a minhas reflexões sobre a nossa conversa, tornem-se patronos no <a href='http://www.patreon.com/falarcriativo'>Patreon</a>.
<p> </p>
<p>Sites do Miguel:</p>
<ul><li><a href='http://www.migueloliveiraphotographer.com'>www.migueloliveiraphotographer.com</a></li>
<li><a href='http://www.pointandshoot.pt'>www.pointandshoot.pt</a></li>
<li><a href='http://www.pointandshoot.pt'>www.offtherecord.pt</a></li>
</ul>
<p>Livros referidos no podcast:</p>
<ul><li><a href='https://www.wook.pt/livro/pela-estrada-fora-jack-kerouac/10633874'>"Pela estrada fora" do Jack Kerouac</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/nao-faco-ideia-vasco-durao/14238821'>"Não faço ideia" do Vasco Durão</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/catcher-in-the-rye-j-d-salinger/4337807'>"Catcher in the rye" do J.D. Sallinger</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/o-caminho-para-o-carater-david-brooks/18548035'>"Caminho para o caráter" do David Brooks</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/a-logica-das-imagens-wim-wenders/4299444'>"A lógica das imagens" do Wim Wenders</a></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta vez é o Miguel Oliveira, fotógrafo que conheci no Muraliza Cascais em 2016 numa visita guiada pela anterior convidada Lara Seixo Rodrigues, perguntei logo pela disponibilidade para ser entrevistado, algo que ele concordou.
O tempo passou, e em 2017, no Guitarras ao Alto organizado pelo anterior convidado Vasco Durão, voltei a encontrá-lo e a lembrar da entrevista que gostaria de lhe fazer. Lá arranjámos depois disso uma data em que ele veio a Lisboa, e em que eu consegui ter a agenda liberta para conversarmos com tempo.
Para ler o texto mais longo com a minhas reflexões sobre a nossa conversa, tornem-se patronos no Patreon.
 
Sites do Miguel:
www.migueloliveiraphotographer.com
www.pointandshoot.pt
www.offtherecord.pt
Livros referidos no podcast:
"Pela estrada fora" do Jack Kerouac
"Não faço ideia" do Vasco Durão
"Catcher in the rye" do J.D. Sallinger
"Caminho para o caráter" do David Brooks
"A lógica das imagens" do Wim Wenders
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        <itunes:author></itunes:author>
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        <title>A voz dentro da minha cabeça</title>
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                                    <description><![CDATA[<p><a href='http://falarcriativo.com/innervoice/'>Texto publicado no site</a>, aqui em versão audio.</p>
<p> </p>
<p>As vossas opiniões são importantes, enviem-me um email para<a href='mailto:rui@falarcriativo.com'>rui@falarcriativo.com</a> para saber se gostaram ou não, se acham que devo fazer mais, ou nem por isso.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p><a href='http://falarcriativo.com/innervoice/'>Texto publicado no site</a>, aqui em versão audio.</p>
<p> </p>
<p>As vossas opiniões são importantes, enviem-me um email para<a href='mailto:rui@falarcriativo.com'>rui@falarcriativo.com</a> para saber se gostaram ou não, se acham que devo fazer mais, ou nem por isso.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Texto publicado no site, aqui em versão audio.
 
As vossas opiniões são importantes, enviem-me um email pararui@falarcriativo.com para saber se gostaram ou não, se acham que devo fazer mais, ou nem por isso.]]></itunes:summary>
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        <title>Começar</title>
        <itunes:title>Começar</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/comecar/#comments</comments>        <pubDate>Fri, 26 Jan 2018 12:30:00 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>Texto publicado no site, aqui em versão audio.</p>
<p>As vossas opiniões são importantes, enviem-me um email para<a href='mailto:rui@falarcriativo.com'>rui@falarcriativo.com</a> para saber se gostaram ou não, se acham que devo fazer mais, ou nem por isso.</p>
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                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Texto publicado no site, aqui em versão audio.</p>
<p>As vossas opiniões são importantes, enviem-me um email para<a href='mailto:rui@falarcriativo.com'>rui@falarcriativo.com</a> para saber se gostaram ou não, se acham que devo fazer mais, ou nem por isso.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Texto publicado no site, aqui em versão audio.
As vossas opiniões são importantes, enviem-me um email pararui@falarcriativo.com para saber se gostaram ou não, se acham que devo fazer mais, ou nem por isso.]]></itunes:summary>
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        <title>A coragem de estar vivo</title>
        <itunes:title>A coragem de estar vivo</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Texto publicado no site, aqui em versão audio.</p>
<p>As vossas opiniões são importantes, enviem-me um email para <a href='mailto:rui@falarcriativo.com'>rui@falarcriativo.com</a> para saber se gostaram ou não, se acham que devo fazer mais, ou nem por isso.</p>
<p> </p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Texto publicado no site, aqui em versão audio.</p>
<p>As vossas opiniões são importantes, enviem-me um email para <a href='mailto:rui@falarcriativo.com'>rui@falarcriativo.com</a> para saber se gostaram ou não, se acham que devo fazer mais, ou nem por isso.</p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Texto publicado no site, aqui em versão audio.
As vossas opiniões são importantes, enviem-me um email para rui@falarcriativo.com para saber se gostaram ou não, se acham que devo fazer mais, ou nem por isso.
 ]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 142, H.O.W. - Hostels on Wheels</title>
        <itunes:title>episódio 142, H.O.W. - Hostels on Wheels</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[
Os convidados desta vez são o Rodrigo, o Luís e o Hugo, três amigos que decidiram mudar de vida, largar os seus empregos, e criar a sua empresa.


O Hugo é o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-60-hugo-macedo/'>Hugo Macedo</a>, que eu entrevistei há três anos, e foi por isso que fiquei a conhecer a <a href='https://www.howcampers.com/'>H.O.W.</a>, uma empresa de aluguer de autocaravanas, mas mais do que isso é uma maneira de permitir a outros viverem também eles novas aventuras.

 
Retirado do site da HOW:
"Rodrigo, é o careca, o homem de familia, mulher e filhos, o pacote completa. Fala muito, com toda a gente, não se cala. Adora ski e surf, e qualquer atividade que o faça mexer.

<p>Luis é o viajante, dêem-lhe uma mochila e um bilhete de avião e encontram o homem mais feliz deste planeta. O Luís e o Hugo já viajaram por mais de 50 países juntos.</p>
<p>Hugo é o artista, adora África e o desconhecido. De preferência que consiga capturar esses momentos com a sua máquina."</p>

 <a href='https://www.instagram.com/hostelonwheels/'>Instagram da H.O.W.</a>
 

Para ler o texto mais longo com a minhas reflexões sobre a nossa conversa, tornem-se patronos no <a href='http://www.patreon.com/falarcriativo'>Patreon</a>.
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[
Os convidados desta vez são o Rodrigo, o Luís e o Hugo, três amigos que decidiram mudar de vida, largar os seus empregos, e criar a sua empresa.


O Hugo é o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-60-hugo-macedo/'>Hugo Macedo</a>, que eu entrevistei há três anos, e foi por isso que fiquei a conhecer a <a href='https://www.howcampers.com/'>H.O.W.</a>, uma empresa de aluguer de autocaravanas, mas mais do que isso é uma maneira de permitir a outros viverem também eles novas aventuras.

 
Retirado do site da HOW:
"Rodrigo, é o careca, o homem de familia, mulher e filhos, o pacote completa. Fala muito, com toda a gente, não se cala. Adora ski e surf, e qualquer atividade que o faça mexer.

<p>Luis é o viajante, dêem-lhe uma mochila e um bilhete de avião e encontram o homem mais feliz deste planeta. O Luís e o Hugo já viajaram por mais de 50 países juntos.</p>
<p>Hugo é o artista, adora África e o desconhecido. De preferência que consiga capturar esses momentos com a sua máquina."</p>

 <a href='https://www.instagram.com/hostelonwheels/'>Instagram da H.O.W.</a>
 

Para ler o texto mais longo com a minhas reflexões sobre a nossa conversa, tornem-se patronos no <a href='http://www.patreon.com/falarcriativo'>Patreon</a>.
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[
Os convidados desta vez são o Rodrigo, o Luís e o Hugo, três amigos que decidiram mudar de vida, largar os seus empregos, e criar a sua empresa.


O Hugo é o Hugo Macedo, que eu entrevistei há três anos, e foi por isso que fiquei a conhecer a H.O.W., uma empresa de aluguer de autocaravanas, mas mais do que isso é uma maneira de permitir a outros viverem também eles novas aventuras.

 
Retirado do site da HOW:
"Rodrigo, é o careca, o homem de familia, mulher e filhos, o pacote completa. Fala muito, com toda a gente, não se cala. Adora ski e surf, e qualquer atividade que o faça mexer.

Luis é o viajante, dêem-lhe uma mochila e um bilhete de avião e encontram o homem mais feliz deste planeta. O Luís e o Hugo já viajaram por mais de 50 países juntos.
Hugo é o artista, adora África e o desconhecido. De preferência que consiga capturar esses momentos com a sua máquina."

 Instagram da H.O.W.
 

Para ler o texto mais longo com a minhas reflexões sobre a nossa conversa, tornem-se patronos no Patreon.
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    <item>
        <title>episódio 141, Jean Philippe Rosier</title>
        <itunes:title>episódio 141, Jean Philippe Rosier</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-141-jean-philippe-rosier/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 04 Dec 2017 16:30:00 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta vez é o Jean Philippe Rosier, um dos sócios da <a href='https://www.perestroika.com.br/'>Perestroika</a>, uma escola de actividades criativas no Brasil.</p>
<p>Tomei conhecimento do Jean através de um facebook live que a <a href='https://lisbon.impacthub.net/'>Impact Hub Lisbon</a> fez, e percebi logo ali que tinha de falar com ele.</p>

<p style="text-align:center;">"Propósito; fazer sentido e fazer sentir"</p>

<p style="text-align:left;">Livros mencionados no episódio.</p>
<ul><li style="text-align:left;"><a href='https://www.wook.pt/livro/sapiens-historia-breve-da-humanidade-yuval-noah-harari/19278255'>"Sapiens"  do Yuval Nohan Harari</a></li>
<li style="text-align:left;"><a href='https://www.wook.pt/livro/a-forca-do-habito-charles-duhigg/14875279'>"O força do hábito" do Charles Duhigg</a></li>
<li style="text-align:left;"><a href='https://www.wook.pt/livro/coragem-osho/17436251'>"Coragem" do Osho</a></li>
</ul>
<p>Contactos:</p>
<ul><li><a href='https://www.facebook.com/perestroikalisboa/'>Perestroika Lisboa</a></li>
<li>Jean, jean@perestroika.com.br</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta vez é o Jean Philippe Rosier, um dos sócios da <a href='https://www.perestroika.com.br/'>Perestroika</a>, uma escola de actividades criativas no Brasil.</p>
<p>Tomei conhecimento do Jean através de um facebook live que a <a href='https://lisbon.impacthub.net/'>Impact Hub Lisbon</a> fez, e percebi logo ali que tinha de falar com ele.</p>

<p style="text-align:center;">"Propósito; fazer sentido e fazer sentir"</p>

<p style="text-align:left;">Livros mencionados no episódio.</p>
<ul><li style="text-align:left;"><a href='https://www.wook.pt/livro/sapiens-historia-breve-da-humanidade-yuval-noah-harari/19278255'>"Sapiens"  do Yuval Nohan Harari</a></li>
<li style="text-align:left;"><a href='https://www.wook.pt/livro/a-forca-do-habito-charles-duhigg/14875279'>"O força do hábito" do Charles Duhigg</a></li>
<li style="text-align:left;"><a href='https://www.wook.pt/livro/coragem-osho/17436251'>"Coragem" do Osho</a></li>
</ul>
<p>Contactos:</p>
<ul><li><a href='https://www.facebook.com/perestroikalisboa/'>Perestroika Lisboa</a></li>
<li>Jean, jean@perestroika.com.br</li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta vez é o Jean Philippe Rosier, um dos sócios da Perestroika, uma escola de actividades criativas no Brasil.
Tomei conhecimento do Jean através de um facebook live que a Impact Hub Lisbon fez, e percebi logo ali que tinha de falar com ele.

"Propósito; fazer sentido e fazer sentir"

Livros mencionados no episódio.
"Sapiens"  do Yuval Nohan Harari
"O força do hábito" do Charles Duhigg
"Coragem" do Osho
Contactos:
Perestroika Lisboa
Jean, jean@perestroika.com.br
]]></itunes:summary>
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        <title>episódio140, Ricardo Cabral</title>
        <itunes:title>episódio140, Ricardo Cabral</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio140-ricardo-cabral/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 06 Nov 2017 16:30:00 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta vez é o ilustrador <a href='http://ricardopereiracabral.blogspot.pt/'>Ricardo Cabral</a>.</p>
<p>Conheci o Ricardo na última edição de Feira do Livro de Lisboa, em Junho, tendo-me sido apresentado pelo anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/episodio-110-filipe-andrade/'>Filipe Andrade</a>.</p>
<p>Voltei a encontrar-me com ele no <a href='http://falarcriativo.com/thu2017/'>THU</a>, onde falámos algumas vezes, e depois disso, de volta à "vida real" , perguntei-lhe se estaria disponível para ser entrevistado, e este foi o resultado.</p>
<ul><li style="font-weight:400;"><a href='http://ricardopereiracabral.blogspot.pt/'>Site do Ricardo</a></li>
</ul>
<p>Livros falados:</p>
<p><a href='https://www.wook.pt/livro/o-homem-que-passeia-jiro-taniguchi/19619635'>O homem que caminha do Jiro Taniguchi.</a></p>
<p><a href='https://www.wook.pt/autor/howard-phillips-lovecraft/6149'>H.P.Lovecraft.</a></p>
<p><a href='https://www.wook.pt/autor/dave-mckean/30854'>Dave McKean</a>.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta vez é o ilustrador <a href='http://ricardopereiracabral.blogspot.pt/'>Ricardo Cabral</a>.</p>
<p>Conheci o Ricardo na última edição de Feira do Livro de Lisboa, em Junho, tendo-me sido apresentado pelo anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/episodio-110-filipe-andrade/'>Filipe Andrade</a>.</p>
<p>Voltei a encontrar-me com ele no <a href='http://falarcriativo.com/thu2017/'>THU</a>, onde falámos algumas vezes, e depois disso, de volta à "vida real" , perguntei-lhe se estaria disponível para ser entrevistado, e este foi o resultado.</p>
<ul><li style="font-weight:400;"><a href='http://ricardopereiracabral.blogspot.pt/'>Site do Ricardo</a></li>
</ul>
<p>Livros falados:</p>
<p><a href='https://www.wook.pt/livro/o-homem-que-passeia-jiro-taniguchi/19619635'>O homem que caminha do Jiro Taniguchi.</a></p>
<p><a href='https://www.wook.pt/autor/howard-phillips-lovecraft/6149'>H.P.Lovecraft.</a></p>
<p><a href='https://www.wook.pt/autor/dave-mckean/30854'>Dave McKean</a>.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta vez é o ilustrador Ricardo Cabral.
Conheci o Ricardo na última edição de Feira do Livro de Lisboa, em Junho, tendo-me sido apresentado pelo anterior convidado Filipe Andrade.
Voltei a encontrar-me com ele no THU, onde falámos algumas vezes, e depois disso, de volta à "vida real" , perguntei-lhe se estaria disponível para ser entrevistado, e este foi o resultado.
Site do Ricardo
Livros falados:
O homem que caminha do Jiro Taniguchi.
H.P.Lovecraft.
Dave McKean.]]></itunes:summary>
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        <title>Falar mais Criativo - episódio 38, Criatividade no Indivíduo</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 38, Criatividade no Indivíduo</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/falar-mais-criativo-episodio-38-criatividade-no-individuo/#comments</comments>        <pubDate>Fri, 27 Oct 2017 13:19:06 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>O terceiro episódio da triologia da Criatividade nas Organizações, foi publicado em exclusivo na plataforma Patreon.
Fica aqui um pequeno excerto para vos abrir o apetite.
Se quiserem ouvir, tornem-se patronos, por apenas 1 dólar por episódio ajudam o podcast e têm acesso a conteúdos exclusivos
<a href='http://www.patreon.com/falarcriativo'>www.patreon.com/falarcriativo</a></p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O terceiro episódio da triologia da Criatividade nas Organizações, foi publicado em exclusivo na plataforma Patreon.<br>
Fica aqui um pequeno excerto para vos abrir o apetite.<br>
Se quiserem ouvir, tornem-se patronos, por apenas 1 dólar por episódio ajudam o podcast e têm acesso a conteúdos exclusivos<br>
<a href='http://www.patreon.com/falarcriativo'>www.patreon.com/falarcriativo</a></p>
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        <itunes:summary><![CDATA[O terceiro episódio da triologia da Criatividade nas Organizações, foi publicado em exclusivo na plataforma Patreon.Fica aqui um pequeno excerto para vos abrir o apetite.Se quiserem ouvir, tornem-se patronos, por apenas 1 dólar por episódio ajudam o podcast e têm acesso a conteúdos exclusivoswww.patreon.com/falarcriativo]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 139, Vera Marmelo</title>
        <itunes:title>episódio 139, Vera Marmelo</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>A convidada desta vez é a fotógrafa <a href='http://veramarmelo.pt/'>Vera Marmelo</a>, conhecida pelo seu longo trabalho ligado ao mundo da música, dos músicos, dos concertos.</p>
<ul><li><a href='http://v-miopia.blogspot.pt/'>Blog da Vera.</a></li>
<li><a href='https://www.instagram.com/veramarmelo/'>Instagram da Vera.</a></li>
</ul>
Para ler o texto mais longo com a minhas reflexões sobre a nossa conversa, tornem-se patronos no <a href='http://www.patreon.com/falarcriativo'>Patreon</a>.]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>A convidada desta vez é a fotógrafa <a href='http://veramarmelo.pt/'>Vera Marmelo</a>, conhecida pelo seu longo trabalho ligado ao mundo da música, dos músicos, dos concertos.</p>
<ul><li><a href='http://v-miopia.blogspot.pt/'>Blog da Vera.</a></li>
<li><a href='https://www.instagram.com/veramarmelo/'>Instagram da Vera.</a></li>
</ul>
Para ler o texto mais longo com a minhas reflexões sobre a nossa conversa, tornem-se patronos no <a href='http://www.patreon.com/falarcriativo'>Patreon</a>.]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[A convidada desta vez é a fotógrafa Vera Marmelo, conhecida pelo seu longo trabalho ligado ao mundo da música, dos músicos, dos concertos.
Blog da Vera.
Instagram da Vera.
Para ler o texto mais longo com a minhas reflexões sobre a nossa conversa, tornem-se patronos no Patreon.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio especial, a experiência THU</title>
        <itunes:title>episódio especial, a experiência THU</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-especial-a-experiencia-thu/#comments</comments>        <pubDate>Tue, 03 Oct 2017 11:00:00 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>O episódio desta vez, é sobre a minha experiência de ir ao THU, o <a href='https://trojan-unicorn.com/'>Trojan Horse was a Unicorn</a>, o evento criado pelo anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/ep119/'>André Lourenço</a>.</p>
<p>Experiência fantástica, onde aprendi bastante.
</p>
<p></p>
<p> </p>
<p>Pessoas referidas durante o episódio.</p>
<ul><li><a href='http://falarcriativo.com/episodio-27-jose-alves-da-silva/'>José Alves da Silva</a></li>
<li><a href='http://www.karlaortizart.com/'>Karla Ortiz</a></li>
<li><a href='http://ryanwoodwardart.com/'>Ryan Woodward</a></li>
<li><a href='http://www.edhooks.com/'>Ed Hooks</a></li>
<li><a href='http://www.kuciara.com/'>Maciej Kuciara</a></li>
<li><a href='http://vyle-art.com/'>David Levy</a></li>
<li><a href='http://www.scott-eaton.com/'>Scott Eaton</a></li>
<li><a href='https://en.wikipedia.org/wiki/Scott_Ross_(film_executive)'>Scott Ross</a></li>
<li><a href='http://www.imdb.com/name/nm1174214/'>Rodrigo Blaas</a></li>
<li><a href='http://www.jaimemaestro.com/'>Jaime Maestro</a></li>
<li><a href='https://trojan-unicorn.com/blog/articles/cephas-howard-lego-creative-interview'>Cephas Howard</a></li>
<li><a href='http://www.mollycules.com/'>Molly Hahn</a></li>
<li><a href='https://en.wikipedia.org/wiki/Paul_Briggs_(animator)'>Paul Briggs</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O episódio desta vez, é sobre a minha experiência de ir ao THU, o <a href='https://trojan-unicorn.com/'>Trojan Horse was a Unicorn</a>, o evento criado pelo anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/ep119/'>André Lourenço</a>.</p>
<p>Experiência fantástica, onde aprendi bastante.<br>
</p>
<p></p>
<p> </p>
<p>Pessoas referidas durante o episódio.</p>
<ul><li><a href='http://falarcriativo.com/episodio-27-jose-alves-da-silva/'>José Alves da Silva</a></li>
<li><a href='http://www.karlaortizart.com/'>Karla Ortiz</a></li>
<li><a href='http://ryanwoodwardart.com/'>Ryan Woodward</a></li>
<li><a href='http://www.edhooks.com/'>Ed Hooks</a></li>
<li><a href='http://www.kuciara.com/'>Maciej Kuciara</a></li>
<li><a href='http://vyle-art.com/'>David Levy</a></li>
<li><a href='http://www.scott-eaton.com/'>Scott Eaton</a></li>
<li><a href='https://en.wikipedia.org/wiki/Scott_Ross_(film_executive)'>Scott Ross</a></li>
<li><a href='http://www.imdb.com/name/nm1174214/'>Rodrigo Blaas</a></li>
<li><a href='http://www.jaimemaestro.com/'>Jaime Maestro</a></li>
<li><a href='https://trojan-unicorn.com/blog/articles/cephas-howard-lego-creative-interview'>Cephas Howard</a></li>
<li><a href='http://www.mollycules.com/'>Molly Hahn</a></li>
<li><a href='https://en.wikipedia.org/wiki/Paul_Briggs_(animator)'>Paul Briggs</a></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[O episódio desta vez, é sobre a minha experiência de ir ao THU, o Trojan Horse was a Unicorn, o evento criado pelo anterior convidado André Lourenço.
Experiência fantástica, onde aprendi bastante.

 
Pessoas referidas durante o episódio.
José Alves da Silva
Karla Ortiz
Ryan Woodward
Ed Hooks
Maciej Kuciara
David Levy
Scott Eaton
Scott Ross
Rodrigo Blaas
Jaime Maestro
Cephas Howard
Molly Hahn
Paul Briggs
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        <title>episódio 138, Rafael Ribeiro</title>
        <itunes:title>episódio 138, Rafael Ribeiro</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[
O convidado desta vez é o Rafael Ribeiro, músico, técnico de som, produtor, professor de música, e acima de tudo uma pessoa com as ideias bem claras do que quer.


Tem uma banda, os Zuuzaa, que dia 3 de Setembro tocaram na Festa do Avante.
 

<a href='https://zuuzaarock.bandcamp.com/releases'>Site dos Zuuzaa.</a>

<a href='https://pt-br.facebook.com/zuuzaarock/'>Facebook dos Zuuzaa.</a>
 


Livros referidos:


<a href='https://www.bertrand.pt/ficha/o-senhor-dos-aneis-i?id=65447'>- O Senhor dos Anéis de J. R. R. Tolkien</a>


<a href='https://www.presenca.pt/pesquisa/serie/A%2BSaga%2Bdos%2BOtori/'>- A Saga dos Otori</a>
 

Para ler o texto mais longo com a minhas reflexões sobre a nossa conversa, tornem-se patronos no <a href='http://www.patreon.com/falarcriativo'>Patreon</a>.

]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[
O convidado desta vez é o Rafael Ribeiro, músico, técnico de som, produtor, professor de música, e acima de tudo uma pessoa com as ideias bem claras do que quer.


Tem uma banda, os Zuuzaa, que dia 3 de Setembro tocaram na Festa do Avante.
 

<a href='https://zuuzaarock.bandcamp.com/releases'>Site dos Zuuzaa.</a>

<a href='https://pt-br.facebook.com/zuuzaarock/'>Facebook dos Zuuzaa.</a>
 


Livros referidos:


<a href='https://www.bertrand.pt/ficha/o-senhor-dos-aneis-i?id=65447'>- O Senhor dos Anéis de J. R. R. Tolkien</a>


<a href='https://www.presenca.pt/pesquisa/serie/A%2BSaga%2Bdos%2BOtori/'>- A Saga dos Otori</a>
 

Para ler o texto mais longo com a minhas reflexões sobre a nossa conversa, tornem-se patronos no <a href='http://www.patreon.com/falarcriativo'>Patreon</a>.

]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[
O convidado desta vez é o Rafael Ribeiro, músico, técnico de som, produtor, professor de música, e acima de tudo uma pessoa com as ideias bem claras do que quer.


Tem uma banda, os Zuuzaa, que dia 3 de Setembro tocaram na Festa do Avante.
 

Site dos Zuuzaa.

Facebook dos Zuuzaa.
 


Livros referidos:


- O Senhor dos Anéis de J. R. R. Tolkien


- A Saga dos Otori
 

Para ler o texto mais longo com a minhas reflexões sobre a nossa conversa, tornem-se patronos no Patreon.

]]></itunes:summary>
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            </item>
    <item>
        <title>episódio 137, Frankie Chavez</title>
        <itunes:title>episódio 137, Frankie Chavez</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>O conviado desta vez é o <a href='https://www.facebook.com/frankiechavezmusic/'>Frankie Chavez</a>, músico, ao qual cheguei por ter trabalhado com a mulher dele há uns anos. Quando comecei o podcast, foi das primeiras pessoas que convidei e que acedeu, mas só agora, passados quase quatro anos, as agendas alinharam para conseguirmos ter a nossa conversa.</p>
<p>O livro referido é o <a href='https://www.wook.pt/livro/shantaram-gregory-david-roberts/14304384'>"Shantaram" do Gregory David Roberts</a>.</p>
Para ler o texto mais longo com a minhas reflexões sobre a nossa conversa, tornem-se patronos no <a href='http://www.patreon.com/falarcriativo'>Patreon</a>.]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O conviado desta vez é o <a href='https://www.facebook.com/frankiechavezmusic/'>Frankie Chavez</a>, músico, ao qual cheguei por ter trabalhado com a mulher dele há uns anos. Quando comecei o podcast, foi das primeiras pessoas que convidei e que acedeu, mas só agora, passados quase quatro anos, as agendas alinharam para conseguirmos ter a nossa conversa.</p>
<p>O livro referido é o <a href='https://www.wook.pt/livro/shantaram-gregory-david-roberts/14304384'>"Shantaram" do Gregory David Roberts</a>.</p>
Para ler o texto mais longo com a minhas reflexões sobre a nossa conversa, tornem-se patronos no <a href='http://www.patreon.com/falarcriativo'>Patreon</a>.]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[O conviado desta vez é o Frankie Chavez, músico, ao qual cheguei por ter trabalhado com a mulher dele há uns anos. Quando comecei o podcast, foi das primeiras pessoas que convidei e que acedeu, mas só agora, passados quase quatro anos, as agendas alinharam para conseguirmos ter a nossa conversa.
O livro referido é o "Shantaram" do Gregory David Roberts.
Para ler o texto mais longo com a minhas reflexões sobre a nossa conversa, tornem-se patronos no Patreon.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 136, Melo D</title>
        <itunes:title>episódio 136, Melo D</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-136-melo-d/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 03 Jul 2017 17:00:00 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta vez é o Melo D, músico que tem feito muita coisa, em nome próprio e colaborando com outros.</p>
<p>Conheci o Melo D numa festa, desde o início da festa que me parecia ser ele, mas não tinha a certeza, até que alguém lhe perguntou para quando um novo disco, aí disse-lhe: "Ah, tu não és um gajo parecido com o Melo D, tu és "O" Melo D!"</p>
<p>Nessa festa estavam três anteriores convidados, a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-5-merces-gomes/'>Mercês Gomes</a>, o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-9-joao-banazol/'>João Banazol</a>, e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-104-marta-mestre/'>Marta Mestre</a>, coisa que por vezes já me acontece, ir a sítios onde encontro vários convidados do podcast, e isso dá-me gozo, a rede que tenho construído, e o priveligiado que sou em poder conhecer estas pessoas.</p>
<p>Livro falados:</p>
<ul><li><a href='https://www.wook.pt/autor/fiodor-dostoievski/15443'>Livros de Dostoiévski</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/nacao-crioula-jose-eduardo-agualusa/19182601'>"Nação Crioula" do José Eduardo Agualusa</a></li>
<li><a href=''>"Enamoramento e Amor" do Francesco Alberoni</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/siddhartha-hemann-hesse/14769722'>"Siddartha" do Herman Hesse</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/autor/pablo-neruda/19466'>Livros de Pablo Neruda</a></li>
</ul>
<p>Foto de <a href='https://www.facebook.com/grazielacostaphotography/'>Graziela Costa</a>.</p>
Para ler o texto mais longo com a minhas reflexões sobre a nossa conversa, tornem-se patronos no <a href='http://www.patreon.com/falarcriativo'>Patreon</a>.]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta vez é o Melo D, músico que tem feito muita coisa, em nome próprio e colaborando com outros.</p>
<p>Conheci o Melo D numa festa, desde o início da festa que me parecia ser ele, mas não tinha a certeza, até que alguém lhe perguntou para quando um novo disco, aí disse-lhe: "Ah, tu não és um gajo parecido com o Melo D, tu és "O" Melo D!"</p>
<p>Nessa festa estavam três anteriores convidados, a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-5-merces-gomes/'>Mercês Gomes</a>, o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-9-joao-banazol/'>João Banazol</a>, e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-104-marta-mestre/'>Marta Mestre</a>, coisa que por vezes já me acontece, ir a sítios onde encontro vários convidados do podcast, e isso dá-me gozo, a rede que tenho construído, e o priveligiado que sou em poder conhecer estas pessoas.</p>
<p>Livro falados:</p>
<ul><li><a href='https://www.wook.pt/autor/fiodor-dostoievski/15443'>Livros de Dostoiévski</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/nacao-crioula-jose-eduardo-agualusa/19182601'>"Nação Crioula" do José Eduardo Agualusa</a></li>
<li><a href=''>"Enamoramento e Amor" do Francesco Alberoni</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/siddhartha-hemann-hesse/14769722'>"Siddartha" do Herman Hesse</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/autor/pablo-neruda/19466'>Livros de Pablo Neruda</a></li>
</ul>
<p>Foto de <a href='https://www.facebook.com/grazielacostaphotography/'>Graziela Costa</a>.</p>
Para ler o texto mais longo com a minhas reflexões sobre a nossa conversa, tornem-se patronos no <a href='http://www.patreon.com/falarcriativo'>Patreon</a>.]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta vez é o Melo D, músico que tem feito muita coisa, em nome próprio e colaborando com outros.
Conheci o Melo D numa festa, desde o início da festa que me parecia ser ele, mas não tinha a certeza, até que alguém lhe perguntou para quando um novo disco, aí disse-lhe: "Ah, tu não és um gajo parecido com o Melo D, tu és "O" Melo D!"
Nessa festa estavam três anteriores convidados, a Mercês Gomes, o João Banazol, e a Marta Mestre, coisa que por vezes já me acontece, ir a sítios onde encontro vários convidados do podcast, e isso dá-me gozo, a rede que tenho construído, e o priveligiado que sou em poder conhecer estas pessoas.
Livro falados:
Livros de Dostoiévski
"Nação Crioula" do José Eduardo Agualusa
"Enamoramento e Amor" do Francesco Alberoni
"Siddartha" do Herman Hesse
Livros de Pablo Neruda
Foto de Graziela Costa.
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        <title>episódio 135, Luís Simões regressa</title>
        <itunes:title>episódio 135, Luís Simões regressa</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta vez é o Luís Simões, que já cá tinha "estado" no episódio 51, dessa vez via skype, e desta vez ao vivo e a cores.</p>
<p><a href='http://falarcriativo.com/episodio-51-luis-simoes/'>Episódio 51</a></p>
<p>A nossa conversa começou onde terminou a outra, isto é, na altura o Luís estava em Hong Kong, e o que falámos foi do que aconteceu a partir daí, e as mudanças que ele como pessoa sofreu nestas aventuras.</p>

<p style="text-align:center;">Para ler o texto mais longo com a minhas reflexões sobre a nossa conversa, tornem-se patronos no <a href='http://www.patreon.com/falarcriativo'>Patreon</a>.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta vez é o Luís Simões, que já cá tinha "estado" no episódio 51, dessa vez via skype, e desta vez ao vivo e a cores.</p>
<p><a href='http://falarcriativo.com/episodio-51-luis-simoes/'>Episódio 51</a></p>
<p>A nossa conversa começou onde terminou a outra, isto é, na altura o Luís estava em Hong Kong, e o que falámos foi do que aconteceu a partir daí, e as mudanças que ele como pessoa sofreu nestas aventuras.</p>

<p style="text-align:center;">Para ler o texto mais longo com a minhas reflexões sobre a nossa conversa, tornem-se patronos no <a href='http://www.patreon.com/falarcriativo'>Patreon</a>.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta vez é o Luís Simões, que já cá tinha "estado" no episódio 51, dessa vez via skype, e desta vez ao vivo e a cores.
Episódio 51
A nossa conversa começou onde terminou a outra, isto é, na altura o Luís estava em Hong Kong, e o que falámos foi do que aconteceu a partir daí, e as mudanças que ele como pessoa sofreu nestas aventuras.

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    <item>
        <title>episódio 134, Guilherme Duarte</title>
        <itunes:title>episódio 134, Guilherme Duarte</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-134-guilherme-duarte/#comments</comments>        <pubDate>Tue, 02 May 2017 17:00:00 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta vez é o Guilherme Duarte, autor do blogue "Por Falar Noutra Coisa", que ganhou o prémio do Blogue do Ano 2016.</p>
<p>Cheguei ao Guilherme através do anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/episodio-49-joao-vitoria/'>João Vitória</a>.</p>
<p><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2017/05/cadela-Guilherme_Duarte.jpg'></a></p>
<p> </p>
<p style="text-align:center;">A cadela do Guilherme que se ouve durante a entrevista.</p>
<ul><li><a href='http://porfalarnoutracoisa.sapo.pt/'>Site do Blogue do Guilherme</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/PorFalarNoutraCoisa'>Página do Facebook</a></li>
<li><a href='http://guilhermeduarte.pt/'>Site do Guilherme</a></li>
</ul>
<p>Livros falados:</p>
<ul><li>"Os Maias" de Eça de Queirós</li>
<li>"A Aparição" do Virgílio Ferreira</li>
<li>"Com o Humor Não se Brinca" do Nelson Nunes</li>
</ul>
<p style="text-align:center;">Para ler o texto mais longo com a minhas reflexões sobre a nossa conversa, tornem-se patronos no <a href='http://www.patreon.com/falarcriativo'>Patreon</a>.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta vez é o Guilherme Duarte, autor do blogue "Por Falar Noutra Coisa", que ganhou o prémio do Blogue do Ano 2016.</p>
<p>Cheguei ao Guilherme através do anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/episodio-49-joao-vitoria/'>João Vitória</a>.</p>
<p><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2017/05/cadela-Guilherme_Duarte.jpg'></a></p>
<p> </p>
<p style="text-align:center;">A cadela do Guilherme que se ouve durante a entrevista.</p>
<ul><li><a href='http://porfalarnoutracoisa.sapo.pt/'>Site do Blogue do Guilherme</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/PorFalarNoutraCoisa'>Página do Facebook</a></li>
<li><a href='http://guilhermeduarte.pt/'>Site do Guilherme</a></li>
</ul>
<p>Livros falados:</p>
<ul><li>"Os Maias" de Eça de Queirós</li>
<li>"A Aparição" do Virgílio Ferreira</li>
<li>"Com o Humor Não se Brinca" do Nelson Nunes</li>
</ul>
<p style="text-align:center;">Para ler o texto mais longo com a minhas reflexões sobre a nossa conversa, tornem-se patronos no <a href='http://www.patreon.com/falarcriativo'>Patreon</a>.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta vez é o Guilherme Duarte, autor do blogue "Por Falar Noutra Coisa", que ganhou o prémio do Blogue do Ano 2016.
Cheguei ao Guilherme através do anterior convidado João Vitória.

 
A cadela do Guilherme que se ouve durante a entrevista.
Site do Blogue do Guilherme
Página do Facebook
Site do Guilherme
Livros falados:
"Os Maias" de Eça de Queirós
"A Aparição" do Virgílio Ferreira
"Com o Humor Não se Brinca" do Nelson Nunes
Para ler o texto mais longo com a minhas reflexões sobre a nossa conversa, tornem-se patronos no Patreon.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 133, Miguel Góis</title>
        <itunes:title>episódio 133, Miguel Góis</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-133-miguel-gois/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 03 Apr 2017 17:00:00 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o Miguel Góis, mais um dos membros dos Gato Fedorento.</p>
<p>Desta vez quem fez a ponte foi o <a href='http://falarcriativo.com/ep128/'>Zé Diogo Quintela</a>, e combinado o dia, ele veio cá a casa para conversarmos, para ter mais uma parte da história e para perceber como o Miguel reservado que é, se deixou convencer a ser uma estrela de televisão.</p>
<p style="text-align:center;">Se quiserem ajudar o podcast podem fazê-lo através do <a href='https://www.patreon.com/falarcriativo'>Patreon</a>.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o Miguel Góis, mais um dos membros dos Gato Fedorento.</p>
<p>Desta vez quem fez a ponte foi o <a href='http://falarcriativo.com/ep128/'>Zé Diogo Quintela</a>, e combinado o dia, ele veio cá a casa para conversarmos, para ter mais uma parte da história e para perceber como o Miguel reservado que é, se deixou convencer a ser uma estrela de televisão.</p>
<p style="text-align:center;">Se quiserem ajudar o podcast podem fazê-lo através do <a href='https://www.patreon.com/falarcriativo'>Patreon</a>.</p>
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Desta vez quem fez a ponte foi o Zé Diogo Quintela, e combinado o dia, ele veio cá a casa para conversarmos, para ter mais uma parte da história e para perceber como o Miguel reservado que é, se deixou convencer a ser uma estrela de televisão.
Se quiserem ajudar o podcast podem fazê-lo através do Patreon.]]></itunes:summary>
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        <title>Falar mais Criativo - episódio 37, Liderança Criativa</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 37, Liderança Criativa</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>De volta, eu e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita</a>,  para o segundo da trilogia de fecho, falamos desta vez de Liderança Criativa.</p>
<p>O que faz um bom líder? </p>
<p>Como podemos nós ser melhores líderes, e melhor liderados?</p>
<p>Quais os maiores erros que os líderes cometem?</p>
<p>Respondemos a isto e muito mais.</p>
<ul><li>O livro sugerido, é o <a href='https://www.wook.pt/livro/criatividade-ed-catmull/16124298'>Criatividade do Ed Catmull</a>.</li>
</ul>
<p>Qualquer dúvida ou sugestão, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>De volta, eu e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita</a>,  para o segundo da trilogia de fecho, falamos desta vez de Liderança Criativa.</p>
<p>O que faz um bom líder? </p>
<p>Como podemos nós ser melhores líderes, e melhor liderados?</p>
<p>Quais os maiores erros que os líderes cometem?</p>
<p>Respondemos a isto e muito mais.</p>
<ul><li>O livro sugerido, é o <a href='https://www.wook.pt/livro/criatividade-ed-catmull/16124298'>Criatividade do Ed Catmull</a>.</li>
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<p>Qualquer dúvida ou sugestão, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[De volta, eu e a Anita,  para o segundo da trilogia de fecho, falamos desta vez de Liderança Criativa.
O que faz um bom líder? 
Como podemos nós ser melhores líderes, e melhor liderados?
Quais os maiores erros que os líderes cometem?
Respondemos a isto e muito mais.
O livro sugerido, é o Criatividade do Ed Catmull.
Qualquer dúvida ou sugestão, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 132, Rui Pité aka RIOT</title>
        <itunes:title>episódio 132, Rui Pité aka RIOT</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-132-rui-pite-aka-riot/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-132-rui-pite-aka-riot/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 06 Mar 2017 16:32:00 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta vez é o Rui Pité também conhecido como <a href='https://www.facebook.com/RIOT.BURAKA/'>DJ RIOT</a>, membro fundador dos <a href='https://pt-pt.facebook.com/burakasomsistema/'>Buraka Som Sistema</a>.</p>
<p>Tive a sorte de encontrar o Rui no meu local de trabalho, e fiz logo questão de lhe dar os parabéns pelo magnífico concerto de despedida que os Buraka tinham dado em Belém, e claro de o convidar a participar no podcast, ao que acedeu sem hesitar.</p>
<p>No dia combinado lá fui ter com ele ao seu estúdio, onde rapidamente criámos ligação e começámos a conversar, e a conversa foi longa, mais de duas horas...</p>
<p> </p>
<p style="text-align:center;">Se quiserem ajudar o podcast podem fazê-lo através do <a href='https://www.patreon.com/falarcriativo'>Patreon</a>.</p>
<p> </p>
<ul><li>Documentário <a href='https://www.youtube.com/watch?v=u5vAINF-D5Q'>"Off the Beaten Track"</a></li>
<li>Livro mencionado "Weapon X"</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta vez é o Rui Pité também conhecido como <a href='https://www.facebook.com/RIOT.BURAKA/'>DJ RIOT</a>, membro fundador dos <a href='https://pt-pt.facebook.com/burakasomsistema/'>Buraka Som Sistema</a>.</p>
<p>Tive a sorte de encontrar o Rui no meu local de trabalho, e fiz logo questão de lhe dar os parabéns pelo magnífico concerto de despedida que os Buraka tinham dado em Belém, e claro de o convidar a participar no podcast, ao que acedeu sem hesitar.</p>
<p>No dia combinado lá fui ter com ele ao seu estúdio, onde rapidamente criámos ligação e começámos a conversar, e a conversa foi longa, mais de duas horas...</p>
<p> </p>
<p style="text-align:center;">Se quiserem ajudar o podcast podem fazê-lo através do <a href='https://www.patreon.com/falarcriativo'>Patreon</a>.</p>
<p> </p>
<ul><li>Documentário <a href='https://www.youtube.com/watch?v=u5vAINF-D5Q'>"Off the Beaten Track"</a></li>
<li>Livro mencionado "Weapon X"</li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta vez é o Rui Pité também conhecido como DJ RIOT, membro fundador dos Buraka Som Sistema.
Tive a sorte de encontrar o Rui no meu local de trabalho, e fiz logo questão de lhe dar os parabéns pelo magnífico concerto de despedida que os Buraka tinham dado em Belém, e claro de o convidar a participar no podcast, ao que acedeu sem hesitar.
No dia combinado lá fui ter com ele ao seu estúdio, onde rapidamente criámos ligação e começámos a conversar, e a conversa foi longa, mais de duas horas...
 
Se quiserem ajudar o podcast podem fazê-lo através do Patreon.
 
Documentário "Off the Beaten Track"
Livro mencionado "Weapon X"
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        <title>episódio 131, Rui Malvarez</title>
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                                    <description><![CDATA[
 O convidado desta semana é o Rui Malvarez da Produtora de Filmes, <a href='http://www.foreverinmovies.com/'>FIM - Forever in Movies</a> .


Foi por causa do <a href='http://www.foreverinmovies.com/2016/10/17/cmara-municipal-de-lisboa-study-in-lisbon'>video viral do estudante alemão a falar sobre Lisboa</a> que todas as pessoas, ou quase todas decidiram partilhar que fiquei com curiosidade para falar com o Rui, responsável da jovem produtora que em pouco tempo consegue fazer vários videos que atingiram a categoria de viral.
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[
 O convidado desta semana é o Rui Malvarez da Produtora de Filmes, <a href='http://www.foreverinmovies.com/'>FIM - Forever in Movies</a> .


Foi por causa do <a href='http://www.foreverinmovies.com/2016/10/17/cmara-municipal-de-lisboa-study-in-lisbon'>video viral do estudante alemão a falar sobre Lisboa</a> que todas as pessoas, ou quase todas decidiram partilhar que fiquei com curiosidade para falar com o Rui, responsável da jovem produtora que em pouco tempo consegue fazer vários videos que atingiram a categoria de viral.
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 O convidado desta semana é o Rui Malvarez da Produtora de Filmes, FIM - Forever in Movies .


Foi por causa do video viral do estudante alemão a falar sobre Lisboa que todas as pessoas, ou quase todas decidiram partilhar que fiquei com curiosidade para falar com o Rui, responsável da jovem produtora que em pouco tempo consegue fazer vários videos que atingiram a categoria de viral.
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        <title>Falar mais Criativo - episódio 36, Criatividade nas Organizações</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 36, Criatividade nas Organizações</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>De volta, eu e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita</a>, falamos desta vez de Criatividade nas Organizações.</p>
<p>Este voltar será à partida, só para fecharmos o Falar mais Criativo sem ser de forma abrupta, iremos fazer três episódios, e se nada acontecer de surpreendente, acabamos por aqui.</p>
<ul><li>O livro sugerido, é o <a href='https://www.wook.pt/livro/criatividade-ed-catmull/16124298'>Criatividade do Ed Catmull</a>.</li>
</ul>
<p>Qualquer dúvida ou sugestão, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>De volta, eu e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita</a>, falamos desta vez de Criatividade nas Organizações.</p>
<p>Este voltar será à partida, só para fecharmos o Falar mais Criativo sem ser de forma abrupta, iremos fazer três episódios, e se nada acontecer de surpreendente, acabamos por aqui.</p>
<ul><li>O livro sugerido, é o <a href='https://www.wook.pt/livro/criatividade-ed-catmull/16124298'>Criatividade do Ed Catmull</a>.</li>
</ul>
<p>Qualquer dúvida ou sugestão, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[De volta, eu e a Anita, falamos desta vez de Criatividade nas Organizações.
Este voltar será à partida, só para fecharmos o Falar mais Criativo sem ser de forma abrupta, iremos fazer três episódios, e se nada acontecer de surpreendente, acabamos por aqui.
O livro sugerido, é o Criatividade do Ed Catmull.
Qualquer dúvida ou sugestão, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 130, Jorge Coelho</title>
        <itunes:title>episódio 130, Jorge Coelho</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o Jorge Coelho, ilustrador, e um dos portugueses que desenha para a Marvel.</p>
<ul><li><a href='https://www.facebook.com/JCoelho77'>Página do Jorge no Facebook.</a></li>
</ul>
<p>Se quiserem ler as minhas reflexões sobre a entrevista podem fazê-lo na minha página do <a href='http://www.patreon.com/falarcriativo'>Patreon</a>.</p>
<p> </p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o Jorge Coelho, ilustrador, e um dos portugueses que desenha para a Marvel.</p>
<ul><li><a href='https://www.facebook.com/JCoelho77'>Página do Jorge no Facebook.</a></li>
</ul>
<p>Se quiserem ler as minhas reflexões sobre a entrevista podem fazê-lo na minha página do <a href='http://www.patreon.com/falarcriativo'>Patreon</a>.</p>
<p> </p>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Jorge Coelho, ilustrador, e um dos portugueses que desenha para a Marvel.
Página do Jorge no Facebook.
Se quiserem ler as minhas reflexões sobre a entrevista podem fazê-lo na minha página do Patreon.
 ]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 129, Companhia Mascarenhas-Martins</title>
        <itunes:title>episódio 129, Companhia Mascarenhas-Martins</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Os convidados desta vez são a Maria Mascarenhas e o Levi Martins, que fundaram no Montijo uma associação cultural, a <a href='http://mascarenhasmartins.pt/'>Companhia Mascarenhas-Martins</a>.</p>
<p> </p>
<ul><li><a href='http://mascarenhasmartins.pt/'>Site da Companhia Mascarenhas-Martins.</a></li>
</ul>
<p>Livros falados:</p>
<ul><li><a href='https://www.wook.pt/livro/admiravel-mundo-novo-aldous-huxley/15294750'>"Admirável Mundo Novo" do Aldous Huxley.</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/as-vinhas-da-ira-john-steinbeck/15327902'>"As Vinhas da Ira" do John Steinbeck.</a></li>
</ul>
<p>Se quiserem ler as minhas reflexões sobre a entrevista podem fazê-lo na minha página do <a href='http://www.patreon.com/falarcriativo'>Patreon</a>.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Os convidados desta vez são a Maria Mascarenhas e o Levi Martins, que fundaram no Montijo uma associação cultural, a <a href='http://mascarenhasmartins.pt/'>Companhia Mascarenhas-Martins</a>.</p>
<p> </p>
<ul><li><a href='http://mascarenhasmartins.pt/'>Site da Companhia Mascarenhas-Martins.</a></li>
</ul>
<p>Livros falados:</p>
<ul><li><a href='https://www.wook.pt/livro/admiravel-mundo-novo-aldous-huxley/15294750'>"Admirável Mundo Novo" do Aldous Huxley.</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/as-vinhas-da-ira-john-steinbeck/15327902'>"As Vinhas da Ira" do John Steinbeck.</a></li>
</ul>
<p>Se quiserem ler as minhas reflexões sobre a entrevista podem fazê-lo na minha página do <a href='http://www.patreon.com/falarcriativo'>Patreon</a>.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Os convidados desta vez são a Maria Mascarenhas e o Levi Martins, que fundaram no Montijo uma associação cultural, a Companhia Mascarenhas-Martins.
 
Site da Companhia Mascarenhas-Martins.
Livros falados:
"Admirável Mundo Novo" do Aldous Huxley.
"As Vinhas da Ira" do John Steinbeck.
Se quiserem ler as minhas reflexões sobre a entrevista podem fazê-lo na minha página do Patreon.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 128, Zé Diogo Quintela</title>
        <itunes:title>episódio 128, Zé Diogo Quintela</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O convidado desta semana é o Zé Diogo Quintela, escritor de humor, um dos membros dos Gato Fedorento, e ao qual cheguei através do anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/ep-113-ricardo-araujo-pereira/'>Ricardo Araújo Pereira</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">No dia combinado lá fui ter a casa do Zé Diogo, e logo à chegada conheci o seu cão que coincidência das coincidências também se chama Rui, como eu. Como algumas pessoas sabem, eu também já fui treinador de cães, é algo que ainda gosto bastante, e foi o tema de conversa antes de os microfones começarem a gravar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A simpatia e educação são para já um elemento comum entre dois dos elementos dos Gato Fedorento, e para mim que sempre fui fã, tem sido um privilégio conhecer pessoalmente tanto o Zé Diogo como o Ricardo. Tenho algumas conversas com pessoas que me dizem, algo que eu também achava, que as pessoas boas nunca se safam, que é preciso ser sacana para conseguir algo na vida, e aqui tenho prova absoluta do contrário, de que os "bons" também ganham sem ser nos filmes, pois o sucesso que eles tiveram no nosso país, só poderá ser comparado, em termos de popularidade com um Cristiano Ronaldo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Existe aquela expressão que diz que "demora muito tempo a criar um sucesso de um dia para o outro", e aqui é bem verdade, pois quando a popularidade e o reconhecimento pelo público em geral surgiu, ele já escrevia humor há algum tempo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A centelha que fez com que tudo começasse, foi uma coisa que chamo a "arrogância boa", aquele momento em que achamos que sabemos fazer melhor algo que outros fazem, e no caso do Zé Diogo foi o achar que conseguiria escrever melhores fins de piada ( punchlines) que os escritores da série Friends, esse exercício de ouvir o que foi dito, e conseguir imaginar algo que para ele tinha mais graça.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Decidiu enviar uns textos para as Produções Fictícias, conseguiu entrar, e segundo a sua modéstia, hoje em dia é muito mais difícil conseguir um trabalho destes tão facilmente uma vez que a concorrência de quem escreve é muito maior, apesar de nem toda ser boa, há muita que o é.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A versão da história não é diferente do que a que o Ricardo contou, a história é a mesma, porém, a motivação que o levou a aceitar o desafio de fazer stand up pela primeira vez, foi a de não querer ficar para trás, de não se querer arrepender por não ter ido, diz que é uma característica sua.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Referiu-me na troca de emails antes da entrevista, que não sabia se tinha algo de tão interessante para partilhar sobre o processo criativo de escrever humor, mas aquilo que partilhou durante a entrevista, mostra bem o contrário, que percebe do seu ofício, e mais importante ainda, sabe quais são as rotinas que o fazem ter ideias, e disciplina-se para as cumprir. A disciplina é de facto uma ferramenta essencial para a criatividade, não é tão romântico falar nisso, gostamos de cultivar um cenário onde de repente faz-se luz e "A" ideia surge, e tudo é fácil a partir daí.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Gostei muito de ter esta conversa, quando ouvirem vão perceber que construir um projecto à escala que os Gato Fedorento conseguiram fazer, surge porque existe amizade, respeito, saber, profissionalismo, obstinação de querer ver as suas ideias concretizadas, sem nunca almejar à fama, esse resíduo de ser conhecido por um trabalho bem feito.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Há coisas que me ficaram desta conversa, o perceber que nenhum deles queria exposição, que isso, foi o preço que pagaram para conseguir fazer humor do qual se orgulham, que é preferível fazer menos coisas sabendo que se pode fazer mais do que ter tanto para fazer que nos esgotamos e queremos fazer menos, e que o sucesso que vale a pena é o reconhecimento pelos nossos pares.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Vamos ver se consigo completar a caderneta, e entrevistar os restantes elementos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Livros referidos</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='https://www.wook.pt/livro/catch-22-joseph-heller/10952299'>"Catch 22" do Joseph Heller</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/o-deus-das-moscas-william-golding/10918105'>"O Deus das Moscas" do William Golding</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/se-isto-e-um-homem-primo-levi/1458686'>"Se isto é um homem" do Primo Levi</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/influencia-a-psicologia-da-persuasao-robert-b-cialdini/203758'>"Influência" do Robert B. Cialdini</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/o-homem-em-busca-de-um-sentido-viktor-e-frankl/14039126'>"O homem em busca de um sentido" do Viktor E. Frankl</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O convidado desta semana é o Zé Diogo Quintela, escritor de humor, um dos membros dos Gato Fedorento, e ao qual cheguei através do anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/ep-113-ricardo-araujo-pereira/'>Ricardo Araújo Pereira</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">No dia combinado lá fui ter a casa do Zé Diogo, e logo à chegada conheci o seu cão que coincidência das coincidências também se chama Rui, como eu. Como algumas pessoas sabem, eu também já fui treinador de cães, é algo que ainda gosto bastante, e foi o tema de conversa antes de os microfones começarem a gravar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A simpatia e educação são para já um elemento comum entre dois dos elementos dos Gato Fedorento, e para mim que sempre fui fã, tem sido um privilégio conhecer pessoalmente tanto o Zé Diogo como o Ricardo. Tenho algumas conversas com pessoas que me dizem, algo que eu também achava, que as pessoas boas nunca se safam, que é preciso ser sacana para conseguir algo na vida, e aqui tenho prova absoluta do contrário, de que os "bons" também ganham sem ser nos filmes, pois o sucesso que eles tiveram no nosso país, só poderá ser comparado, em termos de popularidade com um Cristiano Ronaldo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Existe aquela expressão que diz que "demora muito tempo a criar um sucesso de um dia para o outro", e aqui é bem verdade, pois quando a popularidade e o reconhecimento pelo público em geral surgiu, ele já escrevia humor há algum tempo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A centelha que fez com que tudo começasse, foi uma coisa que chamo a "arrogância boa", aquele momento em que achamos que sabemos fazer melhor algo que outros fazem, e no caso do Zé Diogo foi o achar que conseguiria escrever melhores fins de piada ( punchlines) que os escritores da série Friends, esse exercício de ouvir o que foi dito, e conseguir imaginar algo que para ele tinha mais graça.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Decidiu enviar uns textos para as Produções Fictícias, conseguiu entrar, e segundo a sua modéstia, hoje em dia é muito mais difícil conseguir um trabalho destes tão facilmente uma vez que a concorrência de quem escreve é muito maior, apesar de nem toda ser boa, há muita que o é.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A versão da história não é diferente do que a que o Ricardo contou, a história é a mesma, porém, a motivação que o levou a aceitar o desafio de fazer stand up pela primeira vez, foi a de não querer ficar para trás, de não se querer arrepender por não ter ido, diz que é uma característica sua.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Referiu-me na troca de emails antes da entrevista, que não sabia se tinha algo de tão interessante para partilhar sobre o processo criativo de escrever humor, mas aquilo que partilhou durante a entrevista, mostra bem o contrário, que percebe do seu ofício, e mais importante ainda, sabe quais são as rotinas que o fazem ter ideias, e disciplina-se para as cumprir. A disciplina é de facto uma ferramenta essencial para a criatividade, não é tão romântico falar nisso, gostamos de cultivar um cenário onde de repente faz-se luz e "A" ideia surge, e tudo é fácil a partir daí.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Gostei muito de ter esta conversa, quando ouvirem vão perceber que construir um projecto à escala que os Gato Fedorento conseguiram fazer, surge porque existe amizade, respeito, saber, profissionalismo, obstinação de querer ver as suas ideias concretizadas, sem nunca almejar à fama, esse resíduo de ser conhecido por um trabalho bem feito.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Há coisas que me ficaram desta conversa, o perceber que nenhum deles queria exposição, que isso, foi o preço que pagaram para conseguir fazer humor do qual se orgulham, que é preferível fazer menos coisas sabendo que se pode fazer mais do que ter tanto para fazer que nos esgotamos e queremos fazer menos, e que o sucesso que vale a pena é o reconhecimento pelos nossos pares.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Vamos ver se consigo completar a caderneta, e entrevistar os restantes elementos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Livros referidos</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='https://www.wook.pt/livro/catch-22-joseph-heller/10952299'>"Catch 22" do Joseph Heller</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/o-deus-das-moscas-william-golding/10918105'>"O Deus das Moscas" do William Golding</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/se-isto-e-um-homem-primo-levi/1458686'>"Se isto é um homem" do Primo Levi</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/influencia-a-psicologia-da-persuasao-robert-b-cialdini/203758'>"Influência" do Robert B. Cialdini</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/o-homem-em-busca-de-um-sentido-viktor-e-frankl/14039126'>"O homem em busca de um sentido" do Viktor E. Frankl</a></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[
O convidado desta semana é o Zé Diogo Quintela, escritor de humor, um dos membros dos Gato Fedorento, e ao qual cheguei através do anterior convidado Ricardo Araújo Pereira.
No dia combinado lá fui ter a casa do Zé Diogo, e logo à chegada conheci o seu cão que coincidência das coincidências também se chama Rui, como eu. Como algumas pessoas sabem, eu também já fui treinador de cães, é algo que ainda gosto bastante, e foi o tema de conversa antes de os microfones começarem a gravar.
A simpatia e educação são para já um elemento comum entre dois dos elementos dos Gato Fedorento, e para mim que sempre fui fã, tem sido um privilégio conhecer pessoalmente tanto o Zé Diogo como o Ricardo. Tenho algumas conversas com pessoas que me dizem, algo que eu também achava, que as pessoas boas nunca se safam, que é preciso ser sacana para conseguir algo na vida, e aqui tenho prova absoluta do contrário, de que os "bons" também ganham sem ser nos filmes, pois o sucesso que eles tiveram no nosso país, só poderá ser comparado, em termos de popularidade com um Cristiano Ronaldo.
Existe aquela expressão que diz que "demora muito tempo a criar um sucesso de um dia para o outro", e aqui é bem verdade, pois quando a popularidade e o reconhecimento pelo público em geral surgiu, ele já escrevia humor há algum tempo.
A centelha que fez com que tudo começasse, foi uma coisa que chamo a "arrogância boa", aquele momento em que achamos que sabemos fazer melhor algo que outros fazem, e no caso do Zé Diogo foi o achar que conseguiria escrever melhores fins de piada ( punchlines) que os escritores da série Friends, esse exercício de ouvir o que foi dito, e conseguir imaginar algo que para ele tinha mais graça.
Decidiu enviar uns textos para as Produções Fictícias, conseguiu entrar, e segundo a sua modéstia, hoje em dia é muito mais difícil conseguir um trabalho destes tão facilmente uma vez que a concorrência de quem escreve é muito maior, apesar de nem toda ser boa, há muita que o é.
A versão da história não é diferente do que a que o Ricardo contou, a história é a mesma, porém, a motivação que o levou a aceitar o desafio de fazer stand up pela primeira vez, foi a de não querer ficar para trás, de não se querer arrepender por não ter ido, diz que é uma característica sua.
Referiu-me na troca de emails antes da entrevista, que não sabia se tinha algo de tão interessante para partilhar sobre o processo criativo de escrever humor, mas aquilo que partilhou durante a entrevista, mostra bem o contrário, que percebe do seu ofício, e mais importante ainda, sabe quais são as rotinas que o fazem ter ideias, e disciplina-se para as cumprir. A disciplina é de facto uma ferramenta essencial para a criatividade, não é tão romântico falar nisso, gostamos de cultivar um cenário onde de repente faz-se luz e "A" ideia surge, e tudo é fácil a partir daí.
Gostei muito de ter esta conversa, quando ouvirem vão perceber que construir um projecto à escala que os Gato Fedorento conseguiram fazer, surge porque existe amizade, respeito, saber, profissionalismo, obstinação de querer ver as suas ideias concretizadas, sem nunca almejar à fama, esse resíduo de ser conhecido por um trabalho bem feito.
Há coisas que me ficaram desta conversa, o perceber que nenhum deles queria exposição, que isso, foi o preço que pagaram para conseguir fazer humor do qual se orgulham, que é preferível fazer menos coisas sabendo que se pode fazer mais do que ter tanto para fazer que nos esgotamos e queremos fazer menos, e que o sucesso que vale a pena é o reconhecimento pelos nossos pares.
Vamos ver se consigo completar a caderneta, e entrevistar os restantes elementos.
Livros referidos"Catch 22" do Joseph Heller"O Deus das Moscas" do William Golding"Se isto é um homem" do Primo Levi"Influência" do Robert B. Cialdini"O homem em busca de um sentido" do Viktor E. Frankl]]></itunes:summary>
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        <title>episódio especial ZONA com Nuno Moreira</title>
        <itunes:title>episódio especial ZONA com Nuno Moreira</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-especial-zona-com-nuno-moreira/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-especial-zona-com-nuno-moreira/#comments</comments>        <pubDate>Fri, 21 Oct 2016 23:45:54 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Este episódio especial é com o anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/episodio-25-nuno-moreira/'>Nuno Moreira</a>, que entrevistei em 2014, na altura acerca do seu outro livro o <a href='http://nmphotos.org/State-of-Mind'>"State of Mind"</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Nuno vivia no Japão, e entrevistei-o via Skype, desta vez, como ele voltou para Portugal pôde ser pessoalmente.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O seu novo livro <a href='http://nmphotos.org/ZONA'>"ZONA"</a>, é um trabalho mais pessoal, e foi sobre este trabalho, e sobre a abordagem, a metodologia, que falámos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Na Casa da Escrita em Coimbra, até ao final do mês de Outubro, está uma exposição com fotografias do livro.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Este episódio especial é com o anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/episodio-25-nuno-moreira/'>Nuno Moreira</a>, que entrevistei em 2014, na altura acerca do seu outro livro o <a href='http://nmphotos.org/State-of-Mind'>"State of Mind"</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Nuno vivia no Japão, e entrevistei-o via Skype, desta vez, como ele voltou para Portugal pôde ser pessoalmente.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O seu novo livro <a href='http://nmphotos.org/ZONA'>"ZONA"</a>, é um trabalho mais pessoal, e foi sobre este trabalho, e sobre a abordagem, a metodologia, que falámos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Na Casa da Escrita em Coimbra, até ao final do mês de Outubro, está uma exposição com fotografias do livro.</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[
Este episódio especial é com o anterior convidado Nuno Moreira, que entrevistei em 2014, na altura acerca do seu outro livro o "State of Mind".
O Nuno vivia no Japão, e entrevistei-o via Skype, desta vez, como ele voltou para Portugal pôde ser pessoalmente.
O seu novo livro "ZONA", é um trabalho mais pessoal, e foi sobre este trabalho, e sobre a abordagem, a metodologia, que falámos.
Na Casa da Escrita em Coimbra, até ao final do mês de Outubro, está uma exposição com fotografias do livro.]]></itunes:summary>
        <itunes:author></itunes:author>
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    <item>
        <title>episódio 127, Ana Julia Ghirello</title>
        <itunes:title>episódio 127, Ana Julia Ghirello</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-127-ana-julia-ghirello/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-127-ana-julia-ghirello/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 03 Oct 2016 10:00:00 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[
A convidada desta semana é a Ana Julia Ghirello, fundadora da <a href='http://www.abellha.co/'>abeLLha</a>, uma incubadora de empreendedorismo social, e co-fundadora da aplicação <a href='http://www.goodpeopleapp.com.br/'>GoodPeople</a>. Só isto já é dose!
 


Mas a Ana Julia ainda faz consultoria a empresas usando a sua experiência para ajudar as empresas a ter modelos mais actuais, tendo por exemplo um modelo de gestão mais horizontal.
Eu também sou dos defensores desse modelo, acredito que todos temos, ou podemos ter um papel mais interventivo, mais participativo, e nos modelos mais verticais não há espaço para tal.
 


Cheguei à Ana Julia através do Fel Mendes, que entrou em contacto comigo para saber do meu interesse nestes projectos, e na pessoa da Ana Julia. Assim que investiguei um pouco sobre o que tinha feito, e até o seu percurso, fiquei cheio de curiosidade de falar com ela.
 


O percurso é cheio de acasos, disponibilidade para falhar, força de vontade e criatividade para conseguir aquilo a que se propõe.
Há uma frase que disse na entrevista que espelha bem o seu mindset, e que considero ser importante vermos as coisas dessa forma:
<p style="font-size:22.95px;text-align:center;">"É fazendo  que a gente sabe o que quer e o que não quer"</p>
<p style="font-size:22.95px;text-align:center;">Ana Julia Ghirello</p>
 


 Outra coisa que referiu como motor do que tem feito, é "acreditar nos meus incómodos", acreditar que se há algo que sente não estar bem, ela vai arranjar maneira de resolver.
Há fé, crença de que é possível, temos é de ver como, viabilizar, estudar a melhor forma, ser organizados, ter foco, paixão. Parecem muitos ingredientes, mas se não ficarmos parados a reclamar de como as coisas deveriam ser, toda essa energia é canalizada para o que pode ser, e começamos a juntar à nossa volta as pessoas e os recursos necessários.
Não é fácil, há sacrifícios, mas há dor também em não fazer, por essa razão, mais vale fazer.

<p style="font-size:22.95px;text-align:center;">"Com o exercitar da autoconfiança, novos poderes surgirão"</p>
<p style="font-size:22.95px;text-align:center;">Ralph Waldo Emerson</p>

<p>Outra coisa que referiu, e com a qual concordo plenamente, é o facto de nos estarmos a fazer e a refazer todos os dias, que somos seres vivos, orgânicos, que mudam, que têm a capacidade de se adaptar, da mesma forma que as própria empresas deverão ter essa capacidade.</p>
<p>O podcast esteve parado dois meses e meio, e acho que esta conversa é um óptimo recomeço.</p>

<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Livros referidos:</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='https://www.wook.pt/livro/o-irmao-alemao-chico-buarque/16179872'>"O irmão alemão" do Chico Buarque</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/o-homem-em-busca-de-um-sentido-viktor-e-frankl/14039126'>"Um homem em busca de sentido" do Vitor Frankl</a></li>
<li><a href='http://www.bookdepository.com/Change-the-World-without-Taking-Power-John-Holloway/9780745329185?ref=grid-view'>"Change the world without taking power" do John Holloway</a></li>
<li><a href='http://www.bookdepository.com/Capital-John-Lanchester/9780571234622?ref=grid-view'>"Capital" do John Lanchester</a></li>
<li><a href='http://www.bookdepository.com/The-More-Beautiful-World-Our-Hearts-Know-is-Possible-Charles-Eisenstein/9781583947241?ref=grid-view'>"The More Beautiful World Our Hearts Know is Possible" do Charles Einsenstein</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Sites relativos aos projectos da Ana Julia:</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.abellha.co/'>Site da abeLLha</a><a href='http://www.abellha.co/'> </a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/abeLLhaCo/'>Facebook da abeLLha</a> </li>
<li><a href='http://www.goodpeopleapp.com.br/'>Site do GoodPeople</a> </li>
<li><a href='https://www.facebook.com/goodpeopleapp'>Facebook do GoodPeople</a> </li>
<li><a href='https://www.facebook.com/goodpeopleapp/videos/1782751541965864/'>Vídeo do GoodPeople</a> </li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[
A convidada desta semana é a Ana Julia Ghirello, fundadora da <a href='http://www.abellha.co/'>abeLLha</a>, uma incubadora de empreendedorismo social, e co-fundadora da aplicação <a href='http://www.goodpeopleapp.com.br/'>GoodPeople</a>. Só isto já é dose!
 
<br>

Mas a Ana Julia ainda faz consultoria a empresas usando a sua experiência para ajudar as empresas a ter modelos mais actuais, tendo por exemplo um modelo de gestão mais horizontal.
Eu também sou dos defensores desse modelo, acredito que todos temos, ou podemos ter um papel mais interventivo, mais participativo, e nos modelos mais verticais não há espaço para tal.
 
<br>

Cheguei à Ana Julia através do Fel Mendes, que entrou em contacto comigo para saber do meu interesse nestes projectos, e na pessoa da Ana Julia. Assim que investiguei um pouco sobre o que tinha feito, e até o seu percurso, fiquei cheio de curiosidade de falar com ela.
 
<br>

O percurso é cheio de acasos, disponibilidade para falhar, força de vontade e criatividade para conseguir aquilo a que se propõe.
Há uma frase que disse na entrevista que espelha bem o seu mindset, e que considero ser importante vermos as coisas dessa forma:
<p style="font-size:22.95px;text-align:center;">"É fazendo  que a gente sabe o que quer e o que não quer"</p>
<p style="font-size:22.95px;text-align:center;">Ana Julia Ghirello</p>
 
<br>

 Outra coisa que referiu como motor do que tem feito, é "acreditar nos meus incómodos", acreditar que se há algo que sente não estar bem, ela vai arranjar maneira de resolver.
Há fé, crença de que é possível, temos é de ver como, viabilizar, estudar a melhor forma, ser organizados, ter foco, paixão. Parecem muitos ingredientes, mas se não ficarmos parados a reclamar de como as coisas deveriam ser, toda essa energia é canalizada para o que pode ser, e começamos a juntar à nossa volta as pessoas e os recursos necessários.
Não é fácil, há sacrifícios, mas há dor também em não fazer, por essa razão, mais vale fazer.

<p style="font-size:22.95px;text-align:center;">"Com o exercitar da autoconfiança, novos poderes surgirão"</p>
<p style="font-size:22.95px;text-align:center;">Ralph Waldo Emerson</p>

<p>Outra coisa que referiu, e com a qual concordo plenamente, é o facto de nos estarmos a fazer e a refazer todos os dias, que somos seres vivos, orgânicos, que mudam, que têm a capacidade de se adaptar, da mesma forma que as própria empresas deverão ter essa capacidade.</p>
<p>O podcast esteve parado dois meses e meio, e acho que esta conversa é um óptimo recomeço.</p>

<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Livros referidos:</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='https://www.wook.pt/livro/o-irmao-alemao-chico-buarque/16179872'>"O irmão alemão" do Chico Buarque</a></li>
<li><a href='https://www.wook.pt/livro/o-homem-em-busca-de-um-sentido-viktor-e-frankl/14039126'>"Um homem em busca de sentido" do Vitor Frankl</a></li>
<li><a href='http://www.bookdepository.com/Change-the-World-without-Taking-Power-John-Holloway/9780745329185?ref=grid-view'>"Change the world without taking power" do John Holloway</a></li>
<li><a href='http://www.bookdepository.com/Capital-John-Lanchester/9780571234622?ref=grid-view'>"Capital" do John Lanchester</a></li>
<li><a href='http://www.bookdepository.com/The-More-Beautiful-World-Our-Hearts-Know-is-Possible-Charles-Eisenstein/9781583947241?ref=grid-view'>"The More Beautiful World Our Hearts Know is Possible" do Charles Einsenstein</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Sites relativos aos projectos da Ana Julia:</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.abellha.co/'>Site da abeLLha</a><a href='http://www.abellha.co/'> </a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/abeLLhaCo/'>Facebook da abeLLha</a> </li>
<li><a href='http://www.goodpeopleapp.com.br/'>Site do GoodPeople</a> </li>
<li><a href='https://www.facebook.com/goodpeopleapp'>Facebook do GoodPeople</a> </li>
<li><a href='https://www.facebook.com/goodpeopleapp/videos/1782751541965864/'>Vídeo do GoodPeople</a> </li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[
A convidada desta semana é a Ana Julia Ghirello, fundadora da abeLLha, uma incubadora de empreendedorismo social, e co-fundadora da aplicação GoodPeople. Só isto já é dose!
 

Mas a Ana Julia ainda faz consultoria a empresas usando a sua experiência para ajudar as empresas a ter modelos mais actuais, tendo por exemplo um modelo de gestão mais horizontal.
Eu também sou dos defensores desse modelo, acredito que todos temos, ou podemos ter um papel mais interventivo, mais participativo, e nos modelos mais verticais não há espaço para tal.
 

Cheguei à Ana Julia através do Fel Mendes, que entrou em contacto comigo para saber do meu interesse nestes projectos, e na pessoa da Ana Julia. Assim que investiguei um pouco sobre o que tinha feito, e até o seu percurso, fiquei cheio de curiosidade de falar com ela.
 

O percurso é cheio de acasos, disponibilidade para falhar, força de vontade e criatividade para conseguir aquilo a que se propõe.
Há uma frase que disse na entrevista que espelha bem o seu mindset, e que considero ser importante vermos as coisas dessa forma:
"É fazendo  que a gente sabe o que quer e o que não quer"
Ana Julia Ghirello
 

 Outra coisa que referiu como motor do que tem feito, é "acreditar nos meus incómodos", acreditar que se há algo que sente não estar bem, ela vai arranjar maneira de resolver.
Há fé, crença de que é possível, temos é de ver como, viabilizar, estudar a melhor forma, ser organizados, ter foco, paixão. Parecem muitos ingredientes, mas se não ficarmos parados a reclamar de como as coisas deveriam ser, toda essa energia é canalizada para o que pode ser, e começamos a juntar à nossa volta as pessoas e os recursos necessários.
Não é fácil, há sacrifícios, mas há dor também em não fazer, por essa razão, mais vale fazer.

"Com o exercitar da autoconfiança, novos poderes surgirão"
Ralph Waldo Emerson
Outra coisa que referiu, e com a qual concordo plenamente, é o facto de nos estarmos a fazer e a refazer todos os dias, que somos seres vivos, orgânicos, que mudam, que têm a capacidade de se adaptar, da mesma forma que as própria empresas deverão ter essa capacidade.
O podcast esteve parado dois meses e meio, e acho que esta conversa é um óptimo recomeço.
Livros referidos:"O irmão alemão" do Chico Buarque"Um homem em busca de sentido" do Vitor Frankl"Change the world without taking power" do John Holloway"Capital" do John Lanchester"The More Beautiful World Our Hearts Know is Possible" do Charles EinsensteinSites relativos aos projectos da Ana Julia:Site da abeLLha Facebook da abeLLha Site do GoodPeople Facebook do GoodPeople Vídeo do GoodPeople ]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 126, Filipe Melo e Juan Cavia, Os Vampiros</title>
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<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O episódio desta semana tem o Filipe Melo e Juan Cavia como convidados.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O <a href='http://falarcriativo.com/episodio-22-filipe-melo/'>Filipe Melo</a>, anterior convidado, é realizador, músico, argumentista, e mais aquilo que lhe apetecer fazer, o Juan Cavia é ilustrador e director de arte, juntos fazem magia. O mais recente livro de banda desenhada <a href='http://www.tintadachina.pt/book.php?code=cd5f3f9478f7afea0c262f5fdf336182'>"Os Vampiros"</a>, é o quinto livro que fazem juntos, depois das aventuras do <a href='http://www.tintadachina.pt/booksC.php?code=81888260384c68fbbb43aa035580b67c'>"Dog Mendonça e Pizza Boy"</a>, um livro diferente, mas na minha modesta opinião, fantástico.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Não me vou alongar, a nossa conversa é bastante clara, dá para perceber o enorme trabalho por trás do resultado final, e o livro vale bem a pena comprar, é daqueles aos quais voltaremos muita vez, e de cada viagem, novas camadas iremos descobrir.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Gravámos numa esplanada em Lisboa, no <a href='https://www.facebook.com/BluCafeLisboa/'>Blu Café</a>, e agradeço ao Senhor Vitor, dono do café, toda a disponibilidade e simpatia.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O episódio desta semana tem o Filipe Melo e Juan Cavia como convidados.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O <a href='http://falarcriativo.com/episodio-22-filipe-melo/'>Filipe Melo</a>, anterior convidado, é realizador, músico, argumentista, e mais aquilo que lhe apetecer fazer, o Juan Cavia é ilustrador e director de arte, juntos fazem magia. O mais recente livro de banda desenhada <a href='http://www.tintadachina.pt/book.php?code=cd5f3f9478f7afea0c262f5fdf336182'>"Os Vampiros"</a>, é o quinto livro que fazem juntos, depois das aventuras do <a href='http://www.tintadachina.pt/booksC.php?code=81888260384c68fbbb43aa035580b67c'>"Dog Mendonça e Pizza Boy"</a>, um livro diferente, mas na minha modesta opinião, fantástico.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Não me vou alongar, a nossa conversa é bastante clara, dá para perceber o enorme trabalho por trás do resultado final, e o livro vale bem a pena comprar, é daqueles aos quais voltaremos muita vez, e de cada viagem, novas camadas iremos descobrir.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Gravámos numa esplanada em Lisboa, no <a href='https://www.facebook.com/BluCafeLisboa/'>Blu Café</a>, e agradeço ao Senhor Vitor, dono do café, toda a disponibilidade e simpatia.</p>
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O episódio desta semana tem o Filipe Melo e Juan Cavia como convidados.
O Filipe Melo, anterior convidado, é realizador, músico, argumentista, e mais aquilo que lhe apetecer fazer, o Juan Cavia é ilustrador e director de arte, juntos fazem magia. O mais recente livro de banda desenhada "Os Vampiros", é o quinto livro que fazem juntos, depois das aventuras do "Dog Mendonça e Pizza Boy", um livro diferente, mas na minha modesta opinião, fantástico.
Não me vou alongar, a nossa conversa é bastante clara, dá para perceber o enorme trabalho por trás do resultado final, e o livro vale bem a pena comprar, é daqueles aos quais voltaremos muita vez, e de cada viagem, novas camadas iremos descobrir.
Gravámos numa esplanada em Lisboa, no Blu Café, e agradeço ao Senhor Vitor, dono do café, toda a disponibilidade e simpatia.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 125, Afonso Cruz</title>
        <itunes:title>episódio 125, Afonso Cruz</itunes:title>
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<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O convidado desta semana é o Afonso Cruz, escritor, ilustrador, realizador, e músico, que eu há muito gostava de ter entrevistado, desde que ouvi a entrevista que ele deu à Inês Meneses no Fala com Ela, mas que me fez ir adiando, pois acho que a conversa entre os dois foi muito boa, e havia o receio de me comparar, e falhar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Mas um destes dias, ao ler um texto do Afonso, partilhei-o e na partilha disse que gostava de conversar com ele. Minutos depois, o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-118-filipe-lopes/'>Filipe Lopes</a>, anterior convidado, e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-78-edite-amorim/'>Edite Amorim</a> anterior convidada, puseram-me em contacto com ele através do facebook, o que mostra que estamos todos muitos próximos e disponíveis para ajudar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Combinámos o dia e eu iria deslocar-me a Avis no Alentejo, onde ele vive, mas sorte a minha e disponibilidade dele, veio à Feira do livro de Lisboa, e acabou por passar antes cá em casa para conversarmos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Afonso é um grande escritor, com prémios já no seu currículo, e acho que vai ser ainda maior, tem uma maneira cativante de escrever, muito criativa, é produtivo, e tem a noção do ofício da escrita, algo que faz faltas a muitos de nós, nos quais me incluo, esta noção que há um lado oficinal, pragmático quando queremos desenvolver a nossa arte, seja ela escrever, pintar, desenhar, inventar, e até fazer podcasts. A repetição, a tentativa, a experimentação, são ferramentas essenciais para o crescimento, a evolução, é nestas iterações que percebemos o que faz ou não sentido, onde podemos melhorar, e de que forma.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O seu processo criativo é interessante, trouxe-o da animação onde trabalhou, onde define um início, e um fim, e um meio, e vai preenchendo os meios que existem entre dois momentos, simples e eficaz. Tenho reflectido sobre esta maneira de trabalhar, e admito que me agrada como estrutura de trabalho, e até como estrutura de vida, pois, torna-nos conscientes de onde estamos, o nosso início, estabelecemos um fim, o objectivo a alcançar, e vamos pensando como poderemos ir preenchendo as partes que ainda não sabemos, mas que podemos apontar como possibilidades, com a vantagem de sermos tolerantes com as mudanças de objectivos, caso faça sentido, e atentos às respostas que nos podem surgir, uma vez que vamos construindo uma narrativa que vai ganhando sentido, com pontos intermédios aos quais vamos apontando.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A entrevista é longa e cheia de sabedoria, de alguém que tem tido confiança no seu trabalho, que tem a coragem de ser freelancer desde o início da sua carreira, coisa que eu gostaria, mas não tenho a coragem, pois ao contrário dele, se o mês se aproxima do fim e não há muito trabalho/dinheiro,  acredito mais que ele não vai surgir, do que tudo se resolverá e vai correr bem. Percebo que o seu método, a sua experiência, não são comparáveis à minha, percebo que o trabalho com espinha dorsal tem muito mais possibilidade de ser bom. Se eu partir para uma viagem sem saber para onde vou, porque vou, dificilmente encontrarei aquilo que pretendo, serei apenas alguém à deriva, e esse tem sido muito do meu percurso, arrancar sem destino nenhum, como diziam os Trovante na sua 125 Azul, e embora me tenha encontrado com muita gente interessante, não sinto que tenha feito nada digno de nota. Talvez me exija demasiado, mas provavelmente a minha insatisfação, seja o motor para continuar a fazer, para fazer mais e melhor.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Vou tentar desenhar as minhas ideias e projectos desta forma, preencher espaços, pergunta a pergunta.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>Livro do Afonso que tenho, <a href='https://www.wook.pt/livro/enciclopedia-da-estoria-universal-afonso-cruz/14828730'>"Enciclopédia Universal da Estória Universal"</a>, e que falamos durante a entrevista.</li>
<li>Livro que falamos no fim, <a href='http://www.montra.gulbenkian.pt/content.aspx?contentid=58D46A43-F972-4CB9-AAA9-6411CF3EB937&channelid=54ACB978-0C3C-4942-A8BB-50ACD7A161EC&schemaid=F4925399-2C83-4518-84D3-9C84DDCF3706'>"Cartas a Lucílio" de Lúcio Aneu Séneca</a>.</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O convidado desta semana é o Afonso Cruz, escritor, ilustrador, realizador, e músico, que eu há muito gostava de ter entrevistado, desde que ouvi a entrevista que ele deu à Inês Meneses no Fala com Ela, mas que me fez ir adiando, pois acho que a conversa entre os dois foi muito boa, e havia o receio de me comparar, e falhar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Mas um destes dias, ao ler um texto do Afonso, partilhei-o e na partilha disse que gostava de conversar com ele. Minutos depois, o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-118-filipe-lopes/'>Filipe Lopes</a>, anterior convidado, e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-78-edite-amorim/'>Edite Amorim</a> anterior convidada, puseram-me em contacto com ele através do facebook, o que mostra que estamos todos muitos próximos e disponíveis para ajudar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Combinámos o dia e eu iria deslocar-me a Avis no Alentejo, onde ele vive, mas sorte a minha e disponibilidade dele, veio à Feira do livro de Lisboa, e acabou por passar antes cá em casa para conversarmos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Afonso é um grande escritor, com prémios já no seu currículo, e acho que vai ser ainda maior, tem uma maneira cativante de escrever, muito criativa, é produtivo, e tem a noção do ofício da escrita, algo que faz faltas a muitos de nós, nos quais me incluo, esta noção que há um lado oficinal, pragmático quando queremos desenvolver a nossa arte, seja ela escrever, pintar, desenhar, inventar, e até fazer podcasts. A repetição, a tentativa, a experimentação, são ferramentas essenciais para o crescimento, a evolução, é nestas iterações que percebemos o que faz ou não sentido, onde podemos melhorar, e de que forma.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O seu processo criativo é interessante, trouxe-o da animação onde trabalhou, onde define um início, e um fim, e um meio, e vai preenchendo os meios que existem entre dois momentos, simples e eficaz. Tenho reflectido sobre esta maneira de trabalhar, e admito que me agrada como estrutura de trabalho, e até como estrutura de vida, pois, torna-nos conscientes de onde estamos, o nosso início, estabelecemos um fim, o objectivo a alcançar, e vamos pensando como poderemos ir preenchendo as partes que ainda não sabemos, mas que podemos apontar como possibilidades, com a vantagem de sermos tolerantes com as mudanças de objectivos, caso faça sentido, e atentos às respostas que nos podem surgir, uma vez que vamos construindo uma narrativa que vai ganhando sentido, com pontos intermédios aos quais vamos apontando.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A entrevista é longa e cheia de sabedoria, de alguém que tem tido confiança no seu trabalho, que tem a coragem de ser freelancer desde o início da sua carreira, coisa que eu gostaria, mas não tenho a coragem, pois ao contrário dele, se o mês se aproxima do fim e não há muito trabalho/dinheiro,  acredito mais que ele não vai surgir, do que tudo se resolverá e vai correr bem. Percebo que o seu método, a sua experiência, não são comparáveis à minha, percebo que o trabalho com espinha dorsal tem muito mais possibilidade de ser bom. Se eu partir para uma viagem sem saber para onde vou, porque vou, dificilmente encontrarei aquilo que pretendo, serei apenas alguém à deriva, e esse tem sido muito do meu percurso, arrancar sem destino nenhum, como diziam os Trovante na sua 125 Azul, e embora me tenha encontrado com muita gente interessante, não sinto que tenha feito nada digno de nota. Talvez me exija demasiado, mas provavelmente a minha insatisfação, seja o motor para continuar a fazer, para fazer mais e melhor.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Vou tentar desenhar as minhas ideias e projectos desta forma, preencher espaços, pergunta a pergunta.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>Livro do Afonso que tenho, <a href='https://www.wook.pt/livro/enciclopedia-da-estoria-universal-afonso-cruz/14828730'>"Enciclopédia Universal da Estória Universal"</a>, e que falamos durante a entrevista.</li>
<li>Livro que falamos no fim, <a href='http://www.montra.gulbenkian.pt/content.aspx?contentid=58D46A43-F972-4CB9-AAA9-6411CF3EB937&channelid=54ACB978-0C3C-4942-A8BB-50ACD7A161EC&schemaid=F4925399-2C83-4518-84D3-9C84DDCF3706'>"Cartas a Lucílio" de Lúcio Aneu Séneca</a>.</li>
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O convidado desta semana é o Afonso Cruz, escritor, ilustrador, realizador, e músico, que eu há muito gostava de ter entrevistado, desde que ouvi a entrevista que ele deu à Inês Meneses no Fala com Ela, mas que me fez ir adiando, pois acho que a conversa entre os dois foi muito boa, e havia o receio de me comparar, e falhar.
Mas um destes dias, ao ler um texto do Afonso, partilhei-o e na partilha disse que gostava de conversar com ele. Minutos depois, o Filipe Lopes, anterior convidado, e a Edite Amorim anterior convidada, puseram-me em contacto com ele através do facebook, o que mostra que estamos todos muitos próximos e disponíveis para ajudar.
Combinámos o dia e eu iria deslocar-me a Avis no Alentejo, onde ele vive, mas sorte a minha e disponibilidade dele, veio à Feira do livro de Lisboa, e acabou por passar antes cá em casa para conversarmos.
O Afonso é um grande escritor, com prémios já no seu currículo, e acho que vai ser ainda maior, tem uma maneira cativante de escrever, muito criativa, é produtivo, e tem a noção do ofício da escrita, algo que faz faltas a muitos de nós, nos quais me incluo, esta noção que há um lado oficinal, pragmático quando queremos desenvolver a nossa arte, seja ela escrever, pintar, desenhar, inventar, e até fazer podcasts. A repetição, a tentativa, a experimentação, são ferramentas essenciais para o crescimento, a evolução, é nestas iterações que percebemos o que faz ou não sentido, onde podemos melhorar, e de que forma.
O seu processo criativo é interessante, trouxe-o da animação onde trabalhou, onde define um início, e um fim, e um meio, e vai preenchendo os meios que existem entre dois momentos, simples e eficaz. Tenho reflectido sobre esta maneira de trabalhar, e admito que me agrada como estrutura de trabalho, e até como estrutura de vida, pois, torna-nos conscientes de onde estamos, o nosso início, estabelecemos um fim, o objectivo a alcançar, e vamos pensando como poderemos ir preenchendo as partes que ainda não sabemos, mas que podemos apontar como possibilidades, com a vantagem de sermos tolerantes com as mudanças de objectivos, caso faça sentido, e atentos às respostas que nos podem surgir, uma vez que vamos construindo uma narrativa que vai ganhando sentido, com pontos intermédios aos quais vamos apontando.
A entrevista é longa e cheia de sabedoria, de alguém que tem tido confiança no seu trabalho, que tem a coragem de ser freelancer desde o início da sua carreira, coisa que eu gostaria, mas não tenho a coragem, pois ao contrário dele, se o mês se aproxima do fim e não há muito trabalho/dinheiro,  acredito mais que ele não vai surgir, do que tudo se resolverá e vai correr bem. Percebo que o seu método, a sua experiência, não são comparáveis à minha, percebo que o trabalho com espinha dorsal tem muito mais possibilidade de ser bom. Se eu partir para uma viagem sem saber para onde vou, porque vou, dificilmente encontrarei aquilo que pretendo, serei apenas alguém à deriva, e esse tem sido muito do meu percurso, arrancar sem destino nenhum, como diziam os Trovante na sua 125 Azul, e embora me tenha encontrado com muita gente interessante, não sinto que tenha feito nada digno de nota. Talvez me exija demasiado, mas provavelmente a minha insatisfação, seja o motor para continuar a fazer, para fazer mais e melhor.
Vou tentar desenhar as minhas ideias e projectos desta forma, preencher espaços, pergunta a pergunta.Livro do Afonso que tenho, "Enciclopédia Universal da Estória Universal", e que falamos durante a entrevista.Livro que falamos no fim, "Cartas a Lucílio" de Lúcio Aneu Séneca.]]></itunes:summary>
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        <title>Falar mais Criativo - episódio 35, Parceiros Criativos</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 35, Parceiros Criativos</itunes:title>
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<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Esta semana eu e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita</a>, falamos daquelas pessoas que nos ajudam a ser mais criativos, e a importância que tem, estarmos atentos quem são, e como potenciar essas interacções.</p>

<p style="font-size:22.95px;text-align:center;">"Diz-me com quem andas, e dir-te-ei quem és"</p>

<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Todos nós temos grupos, ou pessoas em particular, onde o nonsense, a parvoíce, o absurdo têm lugar e são aceites, e é nesse "espaço" que podemos muitas vezes desbloqueat, ou apenas praticar a nossa capacidade de gerar ideias, ou encontrar soluções para problemas.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Devemos também estar atentos à tendência que temos para nos moldarmos, de perdermos a identidade como forma de fazer parte, de nos sentirmos aceites.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Há sempre pessoas na nossa vida com quem podemos ser patetas, e são parceiros a estimar.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>O livro sugerido, é <a href='https://www.wook.pt/livro/o-ponto-peter-h-reynolds/1854046'>"O Ponto" do Peter H. Reynolds</a>, que eu não conhecia, mas a Anita sim, e devo dizer que fiquei muito fã, mensagem simples e poderosa para seres humanos de todas as idades.</li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Qualquer dúvida ou sugestão, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gamil.com</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Esta semana eu e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita</a>, falamos daquelas pessoas que nos ajudam a ser mais criativos, e a importância que tem, estarmos atentos quem são, e como potenciar essas interacções.</p>

<p style="font-size:22.95px;text-align:center;">"Diz-me com quem andas, e dir-te-ei quem és"</p>

<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Todos nós temos grupos, ou pessoas em particular, onde o nonsense, a parvoíce, o absurdo têm lugar e são aceites, e é nesse "espaço" que podemos muitas vezes desbloqueat, ou apenas praticar a nossa capacidade de gerar ideias, ou encontrar soluções para problemas.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Devemos também estar atentos à tendência que temos para nos moldarmos, de perdermos a identidade como forma de fazer parte, de nos sentirmos aceites.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Há sempre pessoas na nossa vida com quem podemos ser patetas, e são parceiros a estimar.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>O livro sugerido, é <a href='https://www.wook.pt/livro/o-ponto-peter-h-reynolds/1854046'>"O Ponto" do Peter H. Reynolds</a>, que eu não conhecia, mas a Anita sim, e devo dizer que fiquei muito fã, mensagem simples e poderosa para seres humanos de todas as idades.</li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Qualquer dúvida ou sugestão, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gamil.com</p>
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Esta semana eu e a Anita, falamos daquelas pessoas que nos ajudam a ser mais criativos, e a importância que tem, estarmos atentos quem são, e como potenciar essas interacções.
"Diz-me com quem andas, e dir-te-ei quem és"
Todos nós temos grupos, ou pessoas em particular, onde o nonsense, a parvoíce, o absurdo têm lugar e são aceites, e é nesse "espaço" que podemos muitas vezes desbloqueat, ou apenas praticar a nossa capacidade de gerar ideias, ou encontrar soluções para problemas.
Devemos também estar atentos à tendência que temos para nos moldarmos, de perdermos a identidade como forma de fazer parte, de nos sentirmos aceites.
Há sempre pessoas na nossa vida com quem podemos ser patetas, e são parceiros a estimar.O livro sugerido, é "O Ponto" do Peter H. Reynolds, que eu não conhecia, mas a Anita sim, e devo dizer que fiquei muito fã, mensagem simples e poderosa para seres humanos de todas as idades.Qualquer dúvida ou sugestão, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gamil.com]]></itunes:summary>
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        <title>episódio especial Guitarras ao Alto, com Vasco Durão</title>
        <itunes:title>episódio especial Guitarras ao Alto, com Vasco Durão</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-especial-guitarras-ao-alto-com-vasco-durao/#comments</comments>        <pubDate>Tue, 14 Jun 2016 12:00:00 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Neste episódio extra, falei com o anterior convidado, o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-23-vasco-durao/'>Vasco Durão</a> sobre um projecto dele, o <a href='http://guitarrasaoalto.pt/'>Guitarras ao Alto</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">É já no próximo fim de semana, todos os detalhes nos seguintes links:</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://guitarrasaoalto.pt/'>Site.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/guitarrasaoalto/'>Página do Facebook.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/events/1721692234783400/'>Página do Evento.</a></li>
<li><a href='https://www.instagram.com/guitarrasaoalto/'>Instagram.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Neste episódio extra, falei com o anterior convidado, o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-23-vasco-durao/'>Vasco Durão</a> sobre um projecto dele, o <a href='http://guitarrasaoalto.pt/'>Guitarras ao Alto</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">É já no próximo fim de semana, todos os detalhes nos seguintes links:</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://guitarrasaoalto.pt/'>Site.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/guitarrasaoalto/'>Página do Facebook.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/events/1721692234783400/'>Página do Evento.</a></li>
<li><a href='https://www.instagram.com/guitarrasaoalto/'>Instagram.</a></li>
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        <itunes:summary><![CDATA[
Neste episódio extra, falei com o anterior convidado, o Vasco Durão sobre um projecto dele, o Guitarras ao Alto.
É já no próximo fim de semana, todos os detalhes nos seguintes links:Site.Página do Facebook.Página do Evento.Instagram.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 124, Mónica Abdurehaman</title>
        <itunes:title>episódio 124, Mónica Abdurehaman</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-124-monica-abdurehaman/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-124-monica-abdurehaman/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 13 Jun 2016 11:00:00 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A convidada desta semana é Mónica Abdurehaman, User Experience Designer e também a mulher do <a href='http://falarcriativo.com/ep-114-pedro-andrade/'>Pedro Andrade</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A entrevista foi gravada no Atrium Saldanha, daí haver algum ruído de fundo, que eu prefiro não ter, mas que não impede de aproveitar a nossa conversa.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A Mónica tal como o Pedro, vive em Londres, e como ela veio cá para uma conferência, sobre UX (user experience), a <a href='https://www.ux-lx.com/'>UXLX</a>, aproveitei para a entrevistar, pois esta questão da experiência do utilizador, e de que forma essa experiência pode ser boa ou má, é algo que me interessa, uma vez que o próprio podcast é em si uma experiência, que espero seja boa, mas também espero, venha ser melhor.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O percurso que teve, é também ele diversificado, de mudanças de área, entre belas artes, design de equipamento, visual effects, a Mónica andou à procura, por vezes já pouco acreditava se seria o UX mais uma dessas mudanças passageiras, mas ao que me pareceu, como é uma área onde há diversidade e várias possibilidades de intervir, será este o sítio onde irá permanecer, ou talvez não. Com certas pessoas, nas quais me incluo, por vezes a única constante é mesmo a mudança.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A experiência do utilizador está em quase tudo, se não mesmo em tudo o que fazemos, e por essa razão, cabe a quem tem um serviço ou um produto e que pretenda que seja consumido ou utilizado, saber qual a melhor para criar uma experiência que valha a pena o tempo e o dinheiro do público alvo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Existe muito de comportamento humano nesta área, por essa razão, é algo que gosto, eu que sou um curioso das pessoas, e das razões por que fazem o que fazem. Não percebo muito do assunto, pois se percebesse talvez o podcast fosse uma experiência mais interessante, o que levaria a maior interacção com os ouvintes. As pessoas fazem o download, mas é muito diferente saber que a "Sara", o "Miguel", ouvem o podcast e gostam ou não gostam, do que ver o download número 33 e 265. Mas isto não é sobre mim.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Muitas marcas já perceberam que o principal foco deve ser o utilizador, o como usam, consomem os seus produtos ou serviços, e quais as razões para o fazerem, ou não fazerem.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O consumo mudou, as pessoas já não escravas do que as marcas oferecem, há escolha, demasiada escolha até, o que torna muito complicado ser o produto escolhido, ser a marca eleita para ter acesso à minha atenção, como consequência, a minha acção de comprar, ou utilizar. Sim porque muitas coisas não compramos, mas escolhemos utilizar, bem ou mal, conforme a experiência está em sintonia com as pessoas que são o público alvo, como o caso de um peão utilizar ou não uma passadeira, dependendo se o local está ajustado aos seus comportamentos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">No caso do percurso de Mónica, também ele é uma "user experience", ela trabalhou nalgumas áreas, percebeu as coisas que não gostava e não queria para si, e quando, quase por acaso encontrou o UX, foi-lhe mais fácil decidir que não queria fazer noitadas, que queria trabalhar numa empresa pequena, e que seria melhor se fosse algo com várias facetas, dias diferentes, fazendo coisas diferentes, mas que têm como ponto comum, todos nós, os utilizadores.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">

</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>Livro sugerido é o <a href='https://www.wook.pt/livro/mataram-a-cotovia-harper-lee/12851080'>To Kill a Mockingbird (Mataram a Cotovia) da Harper Lee</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">

</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A <a href='https://bernardobarata.bandcamp.com/track/a-fuga-3'>música do genérico</a> é do anterior convidado, o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-6-bernardo-barata/'>Bernardo Barata</a>.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A convidada desta semana é Mónica Abdurehaman, User Experience Designer e também a mulher do <a href='http://falarcriativo.com/ep-114-pedro-andrade/'>Pedro Andrade</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A entrevista foi gravada no Atrium Saldanha, daí haver algum ruído de fundo, que eu prefiro não ter, mas que não impede de aproveitar a nossa conversa.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A Mónica tal como o Pedro, vive em Londres, e como ela veio cá para uma conferência, sobre UX (user experience), a <a href='https://www.ux-lx.com/'>UXLX</a>, aproveitei para a entrevistar, pois esta questão da experiência do utilizador, e de que forma essa experiência pode ser boa ou má, é algo que me interessa, uma vez que o próprio podcast é em si uma experiência, que espero seja boa, mas também espero, venha ser melhor.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O percurso que teve, é também ele diversificado, de mudanças de área, entre belas artes, design de equipamento, visual effects, a Mónica andou à procura, por vezes já pouco acreditava se seria o UX mais uma dessas mudanças passageiras, mas ao que me pareceu, como é uma área onde há diversidade e várias possibilidades de intervir, será este o sítio onde irá permanecer, ou talvez não. Com certas pessoas, nas quais me incluo, por vezes a única constante é mesmo a mudança.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A experiência do utilizador está em quase tudo, se não mesmo em tudo o que fazemos, e por essa razão, cabe a quem tem um serviço ou um produto e que pretenda que seja consumido ou utilizado, saber qual a melhor para criar uma experiência que valha a pena o tempo e o dinheiro do público alvo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Existe muito de comportamento humano nesta área, por essa razão, é algo que gosto, eu que sou um curioso das pessoas, e das razões por que fazem o que fazem. Não percebo muito do assunto, pois se percebesse talvez o podcast fosse uma experiência mais interessante, o que levaria a maior interacção com os ouvintes. As pessoas fazem o download, mas é muito diferente saber que a "Sara", o "Miguel", ouvem o podcast e gostam ou não gostam, do que ver o download número 33 e 265. Mas isto não é sobre mim.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Muitas marcas já perceberam que o principal foco deve ser o utilizador, o como usam, consomem os seus produtos ou serviços, e quais as razões para o fazerem, ou não fazerem.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O consumo mudou, as pessoas já não escravas do que as marcas oferecem, há escolha, demasiada escolha até, o que torna muito complicado ser o produto escolhido, ser a marca eleita para ter acesso à minha atenção, como consequência, a minha acção de comprar, ou utilizar. Sim porque muitas coisas não compramos, mas escolhemos utilizar, bem ou mal, conforme a experiência está em sintonia com as pessoas que são o público alvo, como o caso de um peão utilizar ou não uma passadeira, dependendo se o local está ajustado aos seus comportamentos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">No caso do percurso de Mónica, também ele é uma <em>"user experience"</em>, ela trabalhou nalgumas áreas, percebeu as coisas que não gostava e não queria para si, e quando, quase por acaso encontrou o UX, foi-lhe mais fácil decidir que não queria fazer noitadas, que queria trabalhar numa empresa pequena, e que seria melhor se fosse algo com várias facetas, dias diferentes, fazendo coisas diferentes, mas que têm como ponto comum, todos nós, os utilizadores.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">
<br>
</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>Livro sugerido é o <a href='https://www.wook.pt/livro/mataram-a-cotovia-harper-lee/12851080'>To Kill a Mockingbird (Mataram a Cotovia) da Harper Lee</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">
<br>
</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A <a href='https://bernardobarata.bandcamp.com/track/a-fuga-3'>música do genérico</a> é do anterior convidado, o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-6-bernardo-barata/'>Bernardo Barata</a>.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[
A convidada desta semana é Mónica Abdurehaman, User Experience Designer e também a mulher do Pedro Andrade.
A entrevista foi gravada no Atrium Saldanha, daí haver algum ruído de fundo, que eu prefiro não ter, mas que não impede de aproveitar a nossa conversa.
A Mónica tal como o Pedro, vive em Londres, e como ela veio cá para uma conferência, sobre UX (user experience), a UXLX, aproveitei para a entrevistar, pois esta questão da experiência do utilizador, e de que forma essa experiência pode ser boa ou má, é algo que me interessa, uma vez que o próprio podcast é em si uma experiência, que espero seja boa, mas também espero, venha ser melhor.
O percurso que teve, é também ele diversificado, de mudanças de área, entre belas artes, design de equipamento, visual effects, a Mónica andou à procura, por vezes já pouco acreditava se seria o UX mais uma dessas mudanças passageiras, mas ao que me pareceu, como é uma área onde há diversidade e várias possibilidades de intervir, será este o sítio onde irá permanecer, ou talvez não. Com certas pessoas, nas quais me incluo, por vezes a única constante é mesmo a mudança.
A experiência do utilizador está em quase tudo, se não mesmo em tudo o que fazemos, e por essa razão, cabe a quem tem um serviço ou um produto e que pretenda que seja consumido ou utilizado, saber qual a melhor para criar uma experiência que valha a pena o tempo e o dinheiro do público alvo.
Existe muito de comportamento humano nesta área, por essa razão, é algo que gosto, eu que sou um curioso das pessoas, e das razões por que fazem o que fazem. Não percebo muito do assunto, pois se percebesse talvez o podcast fosse uma experiência mais interessante, o que levaria a maior interacção com os ouvintes. As pessoas fazem o download, mas é muito diferente saber que a "Sara", o "Miguel", ouvem o podcast e gostam ou não gostam, do que ver o download número 33 e 265. Mas isto não é sobre mim.
Muitas marcas já perceberam que o principal foco deve ser o utilizador, o como usam, consomem os seus produtos ou serviços, e quais as razões para o fazerem, ou não fazerem.
O consumo mudou, as pessoas já não escravas do que as marcas oferecem, há escolha, demasiada escolha até, o que torna muito complicado ser o produto escolhido, ser a marca eleita para ter acesso à minha atenção, como consequência, a minha acção de comprar, ou utilizar. Sim porque muitas coisas não compramos, mas escolhemos utilizar, bem ou mal, conforme a experiência está em sintonia com as pessoas que são o público alvo, como o caso de um peão utilizar ou não uma passadeira, dependendo se o local está ajustado aos seus comportamentos.
No caso do percurso de Mónica, também ele é uma "user experience", ela trabalhou nalgumas áreas, percebeu as coisas que não gostava e não queria para si, e quando, quase por acaso encontrou o UX, foi-lhe mais fácil decidir que não queria fazer noitadas, que queria trabalhar numa empresa pequena, e que seria melhor se fosse algo com várias facetas, dias diferentes, fazendo coisas diferentes, mas que têm como ponto comum, todos nós, os utilizadores.

Livro sugerido é o To Kill a Mockingbird (Mataram a Cotovia) da Harper Lee

A música do genérico é do anterior convidado, o Bernardo Barata.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>Falar mais Criativo - episódio 34, Criatividade no Trapézio</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 34, Criatividade no Trapézio</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/falar-mais-criativo-episodio-34-criatividade-no-trapezio/#comments</comments>        <pubDate>Tue, 07 Jun 2016 23:14:01 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Esta semana com a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita</a> na Bulgária, falámos sobre uma experiência que ela teve, ao assistir um trapezista a estar com o seu próprio processo criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Falámos sobre a constatação de que as ideias precisam de tempo, e que cada vez nos é mais difícil termos tempo sem nada, espaço para o nada, onde as coisas surgem.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Referi um texto do Afonso Cruz, <a href='http://visao.sapo.pt/jornaldeletras/rubricas/paralaxe-kavafis-so-para-ser-mais-preciso=f818213'>"Paralaxe:Kavafis, só para ser mais preciso" </a>, sobre um poema de Constatino Kavafis, <a href='http://www.bancodeescola.com/itaca.htm'>Ítaca</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Neste episódio referimos um outro episódio do Falar mais Criativo, o <a href='http://falarcriativo.com/fmc-14/'>Play.</a></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Livro sugerido é o <a href='https://www.bookdepository.com/Artists-Way-Julia-Cameron/9780330343589'>"The Artist´s Way" da Julia Cameron</a>.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Esta semana com a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita</a> na Bulgária, falámos sobre uma experiência que ela teve, ao assistir um trapezista a estar com o seu próprio processo criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Falámos sobre a constatação de que as ideias precisam de tempo, e que cada vez nos é mais difícil termos tempo sem nada, espaço para o nada, onde as coisas surgem.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Referi um texto do Afonso Cruz, <a href='http://visao.sapo.pt/jornaldeletras/rubricas/paralaxe-kavafis-so-para-ser-mais-preciso=f818213'>"Paralaxe:Kavafis, só para ser mais preciso" </a>, sobre um poema de Constatino Kavafis, <a href='http://www.bancodeescola.com/itaca.htm'>Ítaca</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Neste episódio referimos um outro episódio do Falar mais Criativo, o <a href='http://falarcriativo.com/fmc-14/'>Play.</a></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Livro sugerido é o <a href='https://www.bookdepository.com/Artists-Way-Julia-Cameron/9780330343589'>"The Artist´s Way" da Julia Cameron</a>.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[
Esta semana com a Anita na Bulgária, falámos sobre uma experiência que ela teve, ao assistir um trapezista a estar com o seu próprio processo criativo.
Falámos sobre a constatação de que as ideias precisam de tempo, e que cada vez nos é mais difícil termos tempo sem nada, espaço para o nada, onde as coisas surgem.
Referi um texto do Afonso Cruz, "Paralaxe:Kavafis, só para ser mais preciso" , sobre um poema de Constatino Kavafis, Ítaca.
Neste episódio referimos um outro episódio do Falar mais Criativo, o Play.
Livro sugerido é o "The Artist´s Way" da Julia Cameron.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 123, Afonso Salcedo</title>
        <itunes:title>episódio 123, Afonso Salcedo</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-123-afonso-salcedo/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 30 May 2016 09:00:00 +0100</pubDate>
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<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O convidado desta semana é o Afonso Salcedo, entre outras coisas, director de fotografia, realizador, que já trabalhou na Pixar e na DreamWorks.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Por alturas da entrevista do <a href='http://falarcriativo.com/ep119/'>André Lourenço</a>, o também anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/episodio-27-jose-alves-da-silva/'>José Alves da Silva</a>, sugeriu o nome do Afonso, e que o André seria a pessoa ideal para fazer a ponte.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Uma vez que o Afonso está em Palo Alto, São Francisco, e só para Setembro aquando do THU virá cá, tive de combinar a nossa conversa por Skype, e devo dizer que desde o primeiro momento, do primeiro mail, se mostrou extremamente acessível e até me deu os parabéns pela entrevista que fiz ao André.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">No dia combinado, acabado de chegar do meu emprego, subi para o escritório e liguei o Skype, e após um pequeno desencontro, lá começámos a conversar. Em momento nenhum houve qualquer tipo de estranheza na maneira como conversámos, parecia que já o conhecia, havia disponibilidade de ambas as partes para uma conversa aberta.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Afonso pode ser considerado quase um prodígio, teve uma média de entrada na faculdade de 21, numa escala de 0 a 20, pode parecer estranho, mas ele explica durante o podcast. Esta questão de pessoas para quem a vida académica é mais fácil, pode muitas vezes ser uma maldição, quem para muitas coisa tem jeito, acaba por ter mais dificuldade em escolher uma determinada área, e foi isso que lhe aconteceu, começou um curso de electrotecnia de computadores, desistiu, mudou-e para Inglaterra, trabalhou na Blockbuster, tirou um mestrado, frequentou uma escola de artes performativas, onde teve contacto com um lado mais artístico e criativo da sua personalidade, algo que reconhece como marcante para si.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Afonso falou de crises existenciais nestas mudanças todas, mas em todas foi capaz de se ouvir, de se conectar com o que o faz realmente feliz, e foi mudando, amadurecendo, até chegar ao mundo dos filmes, começando por trabalhar no filme do Harry Potter, o Prisioneiro de Azkaban, onde fazia o turno da noite, e após alguns filmes, achou que precisava de mudar, e mudou-e para Palo Alto, sem certezas, a não a de que queria experimentar outra realidade, aquela realidade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Acabou por chegar à <a href='http://www.pixar.com/'>Pixar</a>, onde percebeu rapidamente que era uma empresa diferente, para melhor, onde a diferença é aceite, e onde todos têm uma opinião com o mesmo valor, onde segundo ele não há egos. Sobre este assunto ele refere o livro do Ed Catmull, o <a href='https://www.wook.pt/livro/criatividade-ed-catmull/16124298'>"Criatividade"</a>, como sendo um livro que descreve a maneira daquela grande empresa trabalhar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Também trabalhou na DreamWorks, por querer mudar experimentar, crescer, a experiência não correu tão bem, mas ao sair fez questão de dizer o que na sua opinião funcionava bem, e o que não funcionava.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Não posso dizer que conheça o Afonso, mas daquilo que fiquei a conhecer na nossa conversa, posso dizer que é um verdadeiro guerreiro do bem, um discreto soldado que tem a coragem de falar em defesa daquilo que acredita, mas que acima de tudo tem a coragem de se ouvir, de lutar por aquilo que o faz feliz.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Falámos da morte, de como para ele, e também para mim, a curiosidade pela morte nada tem de mórbido, pelo contrário, é um meio de de dar valor à vida, de fazer justiça ao estar vivo, de viver os dias que temos de forma plena, em sintonia com a nossa natureza.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A vida é demasiado curta para a passarmos infelizes.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Afonso é um daqueles exemplos de que o Bem ganha, que as boas pessoas conseguem chegar longe, ao contrário de muitas opiniões de café, que dizem que o mundo é dos sacanas, e que para chegar mais alto é preciso pisar pessoas pelo caminho.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Para mim, foi sem dúvida inspirador falar com ele, espero que para quem ouvir o seja também.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Afonso tem um projecto a precisar de apoio no Indiegogo, o <a href='https://www.indiegogo.com/projects/sonic-runway-burning-man-2016#/'>Sonic Runway</a> no <a href='http://burningman.org/'>Burning Man</a>, quem puder e quiser, acho que é de ajudar, eu já o fiz.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A música do podcast é do anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/episodio-6-bernardo-barata/'>Bernardo Barata</a>, e podem ouvir todo o albúm <a href='https://bernardobarata.bandcamp.com/album/turista'>aqui</a>, fazer o download, e como apoiantes que são de boa música pagar o que entenderem.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">

</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O video que foi ideia dele, e que fez chorar o Steve Jobs...e a mim também! Apanhou-me num dia que precisava de ouvir que as coisas melhoram.

</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.sutrostudios.com/'>Site do Afonso.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">

</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>Livros sugeridos:</li>
<li> <a href='http://www.bookdepository.com/When-Breath-Becomes-Air-Paul-Kalanithi/9781847923677'>"When Breath Becomes Air"</a> do Paul  Kalanithi</li>
<li> <a href='http://www.bookdepository.com/His-Dark-Materials/9781407131184'>"His Dark Materials"</a> do Phillip Pullman</li>
<li> <a href='https://www.wook.pt/livro/a-boleia-pela-galaxia-douglas-adams/169837'>"À Boleia pela Galáxia" </a>do Douglas Adams.</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O convidado desta semana é o Afonso Salcedo, entre outras coisas, director de fotografia, realizador, que já trabalhou na Pixar e na DreamWorks.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Por alturas da entrevista do <a href='http://falarcriativo.com/ep119/'>André Lourenço</a>, o também anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/episodio-27-jose-alves-da-silva/'>José Alves da Silva</a>, sugeriu o nome do Afonso, e que o André seria a pessoa ideal para fazer a ponte.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Uma vez que o Afonso está em Palo Alto, São Francisco, e só para Setembro aquando do THU virá cá, tive de combinar a nossa conversa por Skype, e devo dizer que desde o primeiro momento, do primeiro mail, se mostrou extremamente acessível e até me deu os parabéns pela entrevista que fiz ao André.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">No dia combinado, acabado de chegar do meu emprego, subi para o escritório e liguei o Skype, e após um pequeno desencontro, lá começámos a conversar. Em momento nenhum houve qualquer tipo de estranheza na maneira como conversámos, parecia que já o conhecia, havia disponibilidade de ambas as partes para uma conversa aberta.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Afonso pode ser considerado quase um prodígio, teve uma média de entrada na faculdade de 21, numa escala de 0 a 20, pode parecer estranho, mas ele explica durante o podcast. Esta questão de pessoas para quem a vida académica é mais fácil, pode muitas vezes ser uma maldição, quem para muitas coisa tem jeito, acaba por ter mais dificuldade em escolher uma determinada área, e foi isso que lhe aconteceu, começou um curso de electrotecnia de computadores, desistiu, mudou-e para Inglaterra, trabalhou na Blockbuster, tirou um mestrado, frequentou uma escola de artes performativas, onde teve contacto com um lado mais artístico e criativo da sua personalidade, algo que reconhece como marcante para si.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Afonso falou de crises existenciais nestas mudanças todas, mas em todas foi capaz de se ouvir, de se conectar com o que o faz realmente feliz, e foi mudando, amadurecendo, até chegar ao mundo dos filmes, começando por trabalhar no filme do Harry Potter, o Prisioneiro de Azkaban, onde fazia o turno da noite, e após alguns filmes, achou que precisava de mudar, e mudou-e para Palo Alto, sem certezas, a não a de que queria experimentar outra realidade, aquela realidade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Acabou por chegar à <a href='http://www.pixar.com/'>Pixar</a>, onde percebeu rapidamente que era uma empresa diferente, para melhor, onde a diferença é aceite, e onde todos têm uma opinião com o mesmo valor, onde segundo ele não há egos. Sobre este assunto ele refere o livro do Ed Catmull, o <a href='https://www.wook.pt/livro/criatividade-ed-catmull/16124298'>"Criatividade"</a>, como sendo um livro que descreve a maneira daquela grande empresa trabalhar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Também trabalhou na DreamWorks, por querer mudar experimentar, crescer, a experiência não correu tão bem, mas ao sair fez questão de dizer o que na sua opinião funcionava bem, e o que não funcionava.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Não posso dizer que conheça o Afonso, mas daquilo que fiquei a conhecer na nossa conversa, posso dizer que é um verdadeiro guerreiro do bem, um discreto soldado que tem a coragem de falar em defesa daquilo que acredita, mas que acima de tudo tem a coragem de se ouvir, de lutar por aquilo que o faz feliz.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Falámos da morte, de como para ele, e também para mim, a curiosidade pela morte nada tem de mórbido, pelo contrário, é um meio de de dar valor à vida, de fazer justiça ao estar vivo, de viver os dias que temos de forma plena, em sintonia com a nossa natureza.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A vida é demasiado curta para a passarmos infelizes.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Afonso é um daqueles exemplos de que o Bem ganha, que as boas pessoas conseguem chegar longe, ao contrário de muitas opiniões de café, que dizem que o mundo é dos sacanas, e que para chegar mais alto é preciso pisar pessoas pelo caminho.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Para mim, foi sem dúvida inspirador falar com ele, espero que para quem ouvir o seja também.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Afonso tem um projecto a precisar de apoio no Indiegogo, o <a href='https://www.indiegogo.com/projects/sonic-runway-burning-man-2016#/'>Sonic Runway</a> no <a href='http://burningman.org/'>Burning Man</a>, quem puder e quiser, acho que é de ajudar, eu já o fiz.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A música do podcast é do anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/episodio-6-bernardo-barata/'>Bernardo Barata</a>, e podem ouvir todo o albúm <a href='https://bernardobarata.bandcamp.com/album/turista'>aqui</a>, fazer o download, e como apoiantes que são de boa música pagar o que entenderem.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">
<br>
</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O video que foi ideia dele, e que fez chorar o Steve Jobs...e a mim também! Apanhou-me num dia que precisava de ouvir que as coisas melhoram.
<br>
</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.sutrostudios.com/'>Site do Afonso.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">
<br>
</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>Livros sugeridos:</li>
<li> <a href='http://www.bookdepository.com/When-Breath-Becomes-Air-Paul-Kalanithi/9781847923677'>"When Breath Becomes Air"</a> do Paul  Kalanithi</li>
<li> <a href='http://www.bookdepository.com/His-Dark-Materials/9781407131184'>"His Dark Materials"</a> do Phillip Pullman</li>
<li> <a href='https://www.wook.pt/livro/a-boleia-pela-galaxia-douglas-adams/169837'>"À Boleia pela Galáxia" </a>do Douglas Adams.</li>
</ul>
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O convidado desta semana é o Afonso Salcedo, entre outras coisas, director de fotografia, realizador, que já trabalhou na Pixar e na DreamWorks.
Por alturas da entrevista do André Lourenço, o também anterior convidado José Alves da Silva, sugeriu o nome do Afonso, e que o André seria a pessoa ideal para fazer a ponte.
Uma vez que o Afonso está em Palo Alto, São Francisco, e só para Setembro aquando do THU virá cá, tive de combinar a nossa conversa por Skype, e devo dizer que desde o primeiro momento, do primeiro mail, se mostrou extremamente acessível e até me deu os parabéns pela entrevista que fiz ao André.
No dia combinado, acabado de chegar do meu emprego, subi para o escritório e liguei o Skype, e após um pequeno desencontro, lá começámos a conversar. Em momento nenhum houve qualquer tipo de estranheza na maneira como conversámos, parecia que já o conhecia, havia disponibilidade de ambas as partes para uma conversa aberta.
O Afonso pode ser considerado quase um prodígio, teve uma média de entrada na faculdade de 21, numa escala de 0 a 20, pode parecer estranho, mas ele explica durante o podcast. Esta questão de pessoas para quem a vida académica é mais fácil, pode muitas vezes ser uma maldição, quem para muitas coisa tem jeito, acaba por ter mais dificuldade em escolher uma determinada área, e foi isso que lhe aconteceu, começou um curso de electrotecnia de computadores, desistiu, mudou-e para Inglaterra, trabalhou na Blockbuster, tirou um mestrado, frequentou uma escola de artes performativas, onde teve contacto com um lado mais artístico e criativo da sua personalidade, algo que reconhece como marcante para si.
O Afonso falou de crises existenciais nestas mudanças todas, mas em todas foi capaz de se ouvir, de se conectar com o que o faz realmente feliz, e foi mudando, amadurecendo, até chegar ao mundo dos filmes, começando por trabalhar no filme do Harry Potter, o Prisioneiro de Azkaban, onde fazia o turno da noite, e após alguns filmes, achou que precisava de mudar, e mudou-e para Palo Alto, sem certezas, a não a de que queria experimentar outra realidade, aquela realidade.
Acabou por chegar à Pixar, onde percebeu rapidamente que era uma empresa diferente, para melhor, onde a diferença é aceite, e onde todos têm uma opinião com o mesmo valor, onde segundo ele não há egos. Sobre este assunto ele refere o livro do Ed Catmull, o "Criatividade", como sendo um livro que descreve a maneira daquela grande empresa trabalhar.
Também trabalhou na DreamWorks, por querer mudar experimentar, crescer, a experiência não correu tão bem, mas ao sair fez questão de dizer o que na sua opinião funcionava bem, e o que não funcionava.
Não posso dizer que conheça o Afonso, mas daquilo que fiquei a conhecer na nossa conversa, posso dizer que é um verdadeiro guerreiro do bem, um discreto soldado que tem a coragem de falar em defesa daquilo que acredita, mas que acima de tudo tem a coragem de se ouvir, de lutar por aquilo que o faz feliz.
Falámos da morte, de como para ele, e também para mim, a curiosidade pela morte nada tem de mórbido, pelo contrário, é um meio de de dar valor à vida, de fazer justiça ao estar vivo, de viver os dias que temos de forma plena, em sintonia com a nossa natureza.
A vida é demasiado curta para a passarmos infelizes.
O Afonso é um daqueles exemplos de que o Bem ganha, que as boas pessoas conseguem chegar longe, ao contrário de muitas opiniões de café, que dizem que o mundo é dos sacanas, e que para chegar mais alto é preciso pisar pessoas pelo caminho.
Para mim, foi sem dúvida inspirador falar com ele, espero que para quem ouvir o seja também.
O Afonso tem um projecto a precisar de apoio no Indiegogo, o Sonic Runway no Burning Man, quem puder e quiser, acho que é de ajudar, eu já o fiz.
A música do podcast é do anterior convidado Bernardo Barata, e podem ouvir todo o albúm aqui, fazer o download, e como apoiantes que são de boa música pagar o que entenderem.


O video que foi ideia dele, e que fez chora]]></itunes:summary>
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        <title>Falar mais Criativo - episódio 33, Pressupostos.</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 33, Pressupostos.</itunes:title>
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<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Esta semana eu e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>,  falamos sobre Pressupostos, coisas que assumimos com sendo verdades inabaláveis, e que muitas vezes nos limitam a encontrar soluções para os problemas que enfrentamos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O episódio foi gravado durante a minha hora de almoço, nos jardins da Gulbenkian, por isso não estranhem se ouvirem passarinhos, aviões, e outros barulhos de cidade.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[
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<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O episódio foi gravado durante a minha hora de almoço, nos jardins da Gulbenkian, por isso não estranhem se ouvirem passarinhos, aviões, e outros barulhos de cidade.</p>
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Esta semana eu e a Anita Silva,  falamos sobre Pressupostos, coisas que assumimos com sendo verdades inabaláveis, e que muitas vezes nos limitam a encontrar soluções para os problemas que enfrentamos.
O episódio foi gravado durante a minha hora de almoço, nos jardins da Gulbenkian, por isso não estranhem se ouvirem passarinhos, aviões, e outros barulhos de cidade.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 122, Henrique Santos</title>
        <itunes:title>episódio 122, Henrique Santos</itunes:title>
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<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O convidado desta semana é o Henrique Santos, educador de infância, que me foi sugerido pelo anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/episodio-118-filipe-lopes/'>Filipe Lopes</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Fui ter com o Henrique à escola onde ele dá aulas, apresentou-me aos seus alunos, fomos almoçar, e depois disso, fomos com calma gravar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Este é um episódio diferente, não houve tanto um tom nos processos, houve sim muita reflexão sobre o ênfase excessivo que é colocado em certas disciplinas dos currículos escolares, como a matemática e português, e pouco ou nenhum, noutras como as artes ou filosofia.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Henrique tem uma preocupação, uma consciência de servir, de missão, no seu papel como educador, sente-se que não passa por achar que tem a ver com ele, mas sim com o que é importante para criar seres humanos solidários, com valores.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Nas escolas hoje em dia é dada (quanto a mim) demasiada importância a resultados, e pouco aos valores.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Existe um foco apenas em quantificar saber, sem haver interesse sobre que alunos são estes, de que formam tratam os seus pares, os seus educadores, os seus pais, e todas as pessoas com quem no seu dia a dia se cruzam.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Referiu-me que lhe faz falta o feedback, a comunicação com os pais para reflectir sobre o seu desempenho, sobre a maneira como desenvolve o seu trabalho, e ao haver uma distância entre  o papel dos pais e dos professores cria-se espaço para existir algo que ele falou, que é o síndrome dos pais separados. As crianças percebem que ao serem o canal de comunicação conseguem gerir de forma que lhes convenha, o que os pais sabem sobre a escola, e o que os professores sabem da relação com os pais.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">É importante, é mesmo essencial que os pais participem, que sejam presentes na escola dos filhos. Não digo com isto que sejam um estorvo, mas que ajudem, dando sugestões, estando atentos a práticas que considerem poder ser melhoradas, e apoiando os professores no objectivo comum que é crianças que cresçam seres humanos felizes e com valores.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Eu sou um pai que está presente, que conhece os pais dos colegas das minhas filhas, sobretudo na escola da minha filha, faço parte de um grupo de teatro, que me permitiu mais facilmente me integrar, perceber as dinâmicas da escola, e entender de que forma poderia contribuir, tornado a escola melhor para a minha filha e para os outros alunos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Henrique tem um projecto fora da escola, a Try-Out Kids, que realiza campos de férias e actividades ao livre no concelho de Mafra, e sentiu na pele o querer desenvolver a sua ideia, e encontrar localismos, desconfiança por não ser da terra, fazendo com que tivesse de recorrer no primeiro ano de actividade a agentes exteriores ao concelho.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">É difícil muitas vezes as pessoas perceberem que se nos juntarmos, conseguimos todos ganhar mais, numa mentalidade de abundância o meu contributo junto com o teu tem muito mais força, mais impacto, e dessa forma mais retorno, porém numa mentalidade de escassez, se tu ganhares algo, implica que eu estou a perder algo, e aqui voltamos à questão da educação, pois a quantificação e competição resultante de exames, separa as crianças, faz com que cresçam a entender os colegas como rivais e não como parceiros.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A escola tem de mudar, tem de deixar de ser o sítio onde é debitado conhecimento, mas sim o sítio onde vamos experimentar, falhar, colaborar, questionar, e como consequência, crescer e vencer, todos.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.try-out.pt/'>Site da Try-Out</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/tryoutkids/'>Facebook Try-Out</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">

</p>
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<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O convidado desta semana é o Henrique Santos, educador de infância, que me foi sugerido pelo anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/episodio-118-filipe-lopes/'>Filipe Lopes</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Fui ter com o Henrique à escola onde ele dá aulas, apresentou-me aos seus alunos, fomos almoçar, e depois disso, fomos com calma gravar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Este é um episódio diferente, não houve tanto um tom nos processos, houve sim muita reflexão sobre o ênfase excessivo que é colocado em certas disciplinas dos currículos escolares, como a matemática e português, e pouco ou nenhum, noutras como as artes ou filosofia.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Henrique tem uma preocupação, uma consciência de servir, de missão, no seu papel como educador, sente-se que não passa por achar que tem a ver com ele, mas sim com o que é importante para criar seres humanos solidários, com valores.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Nas escolas hoje em dia é dada (quanto a mim) demasiada importância a resultados, e pouco aos valores.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Existe um foco apenas em quantificar saber, sem haver interesse sobre que alunos são estes, de que formam tratam os seus pares, os seus educadores, os seus pais, e todas as pessoas com quem no seu dia a dia se cruzam.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Referiu-me que lhe faz falta o feedback, a comunicação com os pais para reflectir sobre o seu desempenho, sobre a maneira como desenvolve o seu trabalho, e ao haver uma distância entre  o papel dos pais e dos professores cria-se espaço para existir algo que ele falou, que é o síndrome dos pais separados. As crianças percebem que ao serem o canal de comunicação conseguem gerir de forma que lhes convenha, o que os pais sabem sobre a escola, e o que os professores sabem da relação com os pais.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">É importante, é mesmo essencial que os pais participem, que sejam presentes na escola dos filhos. Não digo com isto que sejam um estorvo, mas que ajudem, dando sugestões, estando atentos a práticas que considerem poder ser melhoradas, e apoiando os professores no objectivo comum que é crianças que cresçam seres humanos felizes e com valores.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Eu sou um pai que está presente, que conhece os pais dos colegas das minhas filhas, sobretudo na escola da minha filha, faço parte de um grupo de teatro, que me permitiu mais facilmente me integrar, perceber as dinâmicas da escola, e entender de que forma poderia contribuir, tornado a escola melhor para a minha filha e para os outros alunos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Henrique tem um projecto fora da escola, a Try-Out Kids, que realiza campos de férias e actividades ao livre no concelho de Mafra, e sentiu na pele o querer desenvolver a sua ideia, e encontrar localismos, desconfiança por não ser da terra, fazendo com que tivesse de recorrer no primeiro ano de actividade a agentes exteriores ao concelho.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">É difícil muitas vezes as pessoas perceberem que se nos juntarmos, conseguimos todos ganhar mais, numa mentalidade de abundância o meu contributo junto com o teu tem muito mais força, mais impacto, e dessa forma mais retorno, porém numa mentalidade de escassez, se tu ganhares algo, implica que eu estou a perder algo, e aqui voltamos à questão da educação, pois a quantificação e competição resultante de exames, separa as crianças, faz com que cresçam a entender os colegas como rivais e não como parceiros.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A escola tem de mudar, tem de deixar de ser o sítio onde é debitado conhecimento, mas sim o sítio onde vamos experimentar, falhar, colaborar, questionar, e como consequência, crescer e vencer, todos.</p>
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<br>
</p>
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O convidado desta semana é o Henrique Santos, educador de infância, que me foi sugerido pelo anterior convidado Filipe Lopes.
Fui ter com o Henrique à escola onde ele dá aulas, apresentou-me aos seus alunos, fomos almoçar, e depois disso, fomos com calma gravar.
Este é um episódio diferente, não houve tanto um tom nos processos, houve sim muita reflexão sobre o ênfase excessivo que é colocado em certas disciplinas dos currículos escolares, como a matemática e português, e pouco ou nenhum, noutras como as artes ou filosofia.
O Henrique tem uma preocupação, uma consciência de servir, de missão, no seu papel como educador, sente-se que não passa por achar que tem a ver com ele, mas sim com o que é importante para criar seres humanos solidários, com valores.
Nas escolas hoje em dia é dada (quanto a mim) demasiada importância a resultados, e pouco aos valores.
Existe um foco apenas em quantificar saber, sem haver interesse sobre que alunos são estes, de que formam tratam os seus pares, os seus educadores, os seus pais, e todas as pessoas com quem no seu dia a dia se cruzam.
Referiu-me que lhe faz falta o feedback, a comunicação com os pais para reflectir sobre o seu desempenho, sobre a maneira como desenvolve o seu trabalho, e ao haver uma distância entre  o papel dos pais e dos professores cria-se espaço para existir algo que ele falou, que é o síndrome dos pais separados. As crianças percebem que ao serem o canal de comunicação conseguem gerir de forma que lhes convenha, o que os pais sabem sobre a escola, e o que os professores sabem da relação com os pais.
É importante, é mesmo essencial que os pais participem, que sejam presentes na escola dos filhos. Não digo com isto que sejam um estorvo, mas que ajudem, dando sugestões, estando atentos a práticas que considerem poder ser melhoradas, e apoiando os professores no objectivo comum que é crianças que cresçam seres humanos felizes e com valores.
Eu sou um pai que está presente, que conhece os pais dos colegas das minhas filhas, sobretudo na escola da minha filha, faço parte de um grupo de teatro, que me permitiu mais facilmente me integrar, perceber as dinâmicas da escola, e entender de que forma poderia contribuir, tornado a escola melhor para a minha filha e para os outros alunos.
O Henrique tem um projecto fora da escola, a Try-Out Kids, que realiza campos de férias e actividades ao livre no concelho de Mafra, e sentiu na pele o querer desenvolver a sua ideia, e encontrar localismos, desconfiança por não ser da terra, fazendo com que tivesse de recorrer no primeiro ano de actividade a agentes exteriores ao concelho.
É difícil muitas vezes as pessoas perceberem que se nos juntarmos, conseguimos todos ganhar mais, numa mentalidade de abundância o meu contributo junto com o teu tem muito mais força, mais impacto, e dessa forma mais retorno, porém numa mentalidade de escassez, se tu ganhares algo, implica que eu estou a perder algo, e aqui voltamos à questão da educação, pois a quantificação e competição resultante de exames, separa as crianças, faz com que cresçam a entender os colegas como rivais e não como parceiros.
A escola tem de mudar, tem de deixar de ser o sítio onde é debitado conhecimento, mas sim o sítio onde vamos experimentar, falhar, colaborar, questionar, e como consequência, crescer e vencer, todos.Site da Try-OutFacebook Try-Out
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        <title>Falar mais Criativo - episódio 32, Imaginação</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 32, Imaginação</itunes:title>
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<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Esta semana eu e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>,  falamos sobre Imaginação, conceito que eu confundia um pouco com a própria da criatividade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Fazemos dois exercícios para estimular a imaginação, o dos Híbridos Imaginários, e o Discurso aos Marcianos, cujo meu resultado foi a imagem acima. Exercícios do livro do <a href='http://creativethinking.net/#sthash.59PaGzb2.dpbs'>Michael Michalko, "Thinker Toys".</a></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Eu também inventei um exercício que faço com as minhas filhas no carro, e o resultado de um desses jogos foi o Jurugu, animal imaginário criado numa viagem de carro.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2016/05/Jurugu.jpg'></a></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">

</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>O livro sugerido é o <a href='http://www.bookdepository.com/Codex-Seraphinianus-XXXIII-Luigi-Serafini/9780847842131?ref=grid-view'>"Codex Seraphinianus" do Luigi Serafini.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Esta semana eu e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>,  falamos sobre Imaginação, conceito que eu confundia um pouco com a própria da criatividade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Fazemos dois exercícios para estimular a imaginação, o dos Híbridos Imaginários, e o Discurso aos Marcianos, cujo meu resultado foi a imagem acima. Exercícios do livro do <a href='http://creativethinking.net/#sthash.59PaGzb2.dpbs'>Michael Michalko, "Thinker Toys".</a></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Eu também inventei um exercício que faço com as minhas filhas no carro, e o resultado de um desses jogos foi o Jurugu, animal imaginário criado numa viagem de carro.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2016/05/Jurugu.jpg'></a></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">
<br>
</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>O livro sugerido é o <a href='http://www.bookdepository.com/Codex-Seraphinianus-XXXIII-Luigi-Serafini/9780847842131?ref=grid-view'>"Codex Seraphinianus" do Luigi Serafini.</a></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[
Esta semana eu e a Anita Silva,  falamos sobre Imaginação, conceito que eu confundia um pouco com a própria da criatividade.
Fazemos dois exercícios para estimular a imaginação, o dos Híbridos Imaginários, e o Discurso aos Marcianos, cujo meu resultado foi a imagem acima. Exercícios do livro do Michael Michalko, "Thinker Toys".
Eu também inventei um exercício que faço com as minhas filhas no carro, e o resultado de um desses jogos foi o Jurugu, animal imaginário criado numa viagem de carro.


O livro sugerido é o "Codex Seraphinianus" do Luigi Serafini.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 121, Marcelo Quinan</title>
        <itunes:title>episódio 121, Marcelo Quinan</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-121-marcelo-quinan/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 02 May 2016 10:00:00 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[
<p style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;color:rgb(23,23,23);">O convidado desta semana é o Marcelo Quinan, que veio a Portugal fazer um trabalho com a malta da <a href='http://with-company.com/'>With Company</a>, <a href='http://falarcriativo.com/episodio-11-rui-quinta/'>Rui Quinta</a> e <a href='http://falarcriativo.com/episodio-67-tiago-nunes/'>Tiago Nunes</a>, e eles aproveitaram a presença dele, e convidaram-no para fazer uma das suas Flash Sessions.</p>
<p style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;color:rgb(23,23,23);">Assim que o ouvi, percebi que teria de o convidar para o podcast, o seu percurso, a sua visão do design, e dos seus processos, cativaram-me no primeiro instante.</p>
<p style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;color:rgb(23,23,23);">Ele foi-se embora no dia seguinte, e a nossa conversa teve de ser marcada para mais tarde, via Skype. Após algumas marcações e desmarcações, lá conseguimos combinar um dia.</p>
<p style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;color:rgb(23,23,23);">Se eu gostei de o ouvir na With, mais gostei de falar com ele, pela sua simpatia, disponibilidade em partilhar o que aprendeu, o que não sabe, a sua maneira de trabalhar, e uma visão inovadora da maneira de trabalhar uma marca, uma empresa, um produto, um serviço.</p>
<p style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;color:rgb(23,23,23);">Um auto didacta, como se auto intitula, tem um percurso de fazer, de querer aprender, e evoluir pela curiosidade, pela necessidade de resolver problemas. Começou por trabalhar aos 16 anos na localização do sistema operativo da Apple, no fundo a tradução para português, mas tendo atenção que a imagem de uma frase em inglês não é igual em português, e o desenho da experiência teria de ter isso em atenção.</p>
<p style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;color:rgb(23,23,23);">Chegou a trabalhar na Apple nos Estados Unidos, mas por pouco tempo, mas este contacto com o design cuidado de tudo o que marca faz, foi determinante na sua maneira de encarar a experiência do utilizador.</p>
<p style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;color:rgb(23,23,23);">Por ser um early adopter, teve a oportunidade de dar aulas numa Universidade aos 21 anos, sem ter um curso superior, uma situação que lhe permitia ter tempo para desenvolver uma paixão, a fotografia, que encara com algo que não se quer "casar", quer continuar "amante" da fotografia. Sobre a fotografia falámos a experiência muito diferente que é fotografar usando o viewfinder de uma máquina fotográfica, e o usar um ecrã de telemóvel. Na primeira, escolhemos abstrairmo-nos de partes do que nos rodeia, escolhemos um ponto de vista, na outra fazemos parte do meio ambiente, e não somos forçados a escolher, e na vida, temos sempre de ter um ponto de vista, que poderá mudar, mas não podemos ser tudo ao mesmo tempo.</p>
<p style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;color:rgb(23,23,23);">Quando cá esteve apresentou uma teoria muito interessante, em que cruza a hierarquia das necessidade do Abrahm Maslow, e a experiência do utlizador, e acrescentou uma frase fantástica:</p>

<p style="font-size:22.95px;text-align:center;">"Funcional não basta para a vida."</p>

<p style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;color:rgb(23,23,23);">A hierarquia das necessidades tem cinco níveis:</p>
<ol style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);"><li style="text-align:left;">necessidades fisiológicas (comida, sono, sexo, excreção, água)</li>
<li style="text-align:left;">necessidades de segurança (integridade física, emprego estável)</li>
<li style="text-align:left;">necessidades sociais (amor, família, pertença)</li>
<li style="text-align:left;">necessidades de estima (que passam por duas vertentes, o reconhecimento das nossas capacidades pessoais e o reconhecimento dos outros face à nossa capacidade de adequação às funções que desempenhamos)</li>
<li style="text-align:left;">necessidades de auto-realização</li>
</ol><p style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;color:rgb(23,23,23);">A hierarquia do modelo do Marcelo para a experiência do utilizador equivale-se da seguinte forma:</p>
<ol style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);"><li>Funcionalidade (funciona ou não funciona)</li>
<li>Confiança (funciona sempre, às vezes, nunca)</li>
<li>Usabilidade (é muito complicado de usar, preciso de grandes instruções, tem uma curva de aprendizagem longa)</li>
<li>Pro Actividade (permite-me usar de outras formas, faz-me querer fazer mais, usar mais, é tolerante ao erro sem me bloquear a utilização)</li>
<li>Criatividade ( é inovador, interessante, belo)</li>
</ol><p style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;color:rgb(23,23,23);">É quanto a mim um modelo que nos permite criar boas experiências, e perceber em que nível o meu serviço, o meu produto, falha. Posso ter um carro inovador e lindíssimo, mas se só funciona às vezes, ou é muito complicado de usar, não vou querer embarcar na viagem.</p>
<p style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;color:rgb(23,23,23);">Muito poderia falar aqui sobre o que aprendi nas duas horas que estive à conversa com ele, mas deixo a quem vai ouvir, espaço para digerir as duas horas de conversa, como melhor vos convir.</p>
<ul style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);"><li><a href='http://levelofambiguity.tumblr.com/'>Site de fotografia do Marcelo.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/NoOne-317195881778032/'>Facebook da NOONE, agência do Marcelo.</a>

</li>
<li><a href='https://pt.wikipedia.org/wiki/Produto_vi%C3%A1vel_m%C3%ADnimo'>Definição de algo que falamos, o MVP (minimum viable product)</a></li>
<li><a href='https://vimeo.com/13965194'>Video da campanha com que ganhou um prémio em Cannes.</a></li>
</ul>


]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[
<p style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;color:rgb(23,23,23);">O convidado desta semana é o Marcelo Quinan, que veio a Portugal fazer um trabalho com a malta da <a href='http://with-company.com/'>With Company</a>, <a href='http://falarcriativo.com/episodio-11-rui-quinta/'>Rui Quinta</a> e <a href='http://falarcriativo.com/episodio-67-tiago-nunes/'>Tiago Nunes</a>, e eles aproveitaram a presença dele, e convidaram-no para fazer uma das suas Flash Sessions.</p>
<p style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;color:rgb(23,23,23);">Assim que o ouvi, percebi que teria de o convidar para o podcast, o seu percurso, a sua visão do design, e dos seus processos, cativaram-me no primeiro instante.</p>
<p style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;color:rgb(23,23,23);">Ele foi-se embora no dia seguinte, e a nossa conversa teve de ser marcada para mais tarde, via Skype. Após algumas marcações e desmarcações, lá conseguimos combinar um dia.</p>
<p style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;color:rgb(23,23,23);">Se eu gostei de o ouvir na With, mais gostei de falar com ele, pela sua simpatia, disponibilidade em partilhar o que aprendeu, o que não sabe, a sua maneira de trabalhar, e uma visão inovadora da maneira de trabalhar uma marca, uma empresa, um produto, um serviço.</p>
<p style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;color:rgb(23,23,23);">Um auto didacta, como se auto intitula, tem um percurso de fazer, de querer aprender, e evoluir pela curiosidade, pela necessidade de resolver problemas. Começou por trabalhar aos 16 anos na localização do sistema operativo da Apple, no fundo a tradução para português, mas tendo atenção que a imagem de uma frase em inglês não é igual em português, e o desenho da experiência teria de ter isso em atenção.</p>
<p style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;color:rgb(23,23,23);">Chegou a trabalhar na Apple nos Estados Unidos, mas por pouco tempo, mas este contacto com o design cuidado de tudo o que marca faz, foi determinante na sua maneira de encarar a experiência do utilizador.</p>
<p style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;color:rgb(23,23,23);">Por ser um early adopter, teve a oportunidade de dar aulas numa Universidade aos 21 anos, sem ter um curso superior, uma situação que lhe permitia ter tempo para desenvolver uma paixão, a fotografia, que encara com algo que não se quer "casar", quer continuar "amante" da fotografia. Sobre a fotografia falámos a experiência muito diferente que é fotografar usando o viewfinder de uma máquina fotográfica, e o usar um ecrã de telemóvel. Na primeira, escolhemos abstrairmo-nos de partes do que nos rodeia, escolhemos um ponto de vista, na outra fazemos parte do meio ambiente, e não somos forçados a escolher, e na vida, temos sempre de ter um ponto de vista, que poderá mudar, mas não podemos ser tudo ao mesmo tempo.</p>
<p style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;color:rgb(23,23,23);">Quando cá esteve apresentou uma teoria muito interessante, em que cruza a hierarquia das necessidade do Abrahm Maslow, e a experiência do utlizador, e acrescentou uma frase fantástica:</p>

<p style="font-size:22.95px;text-align:center;">"Funcional não basta para a vida."</p>

<p style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;color:rgb(23,23,23);">A hierarquia das necessidades tem cinco níveis:</p>
<ol style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);"><li style="text-align:left;">necessidades fisiológicas (comida, sono, sexo, excreção, água)</li>
<li style="text-align:left;">necessidades de segurança (integridade física, emprego estável)</li>
<li style="text-align:left;">necessidades sociais (amor, família, pertença)</li>
<li style="text-align:left;">necessidades de estima (que passam por duas vertentes, o reconhecimento das nossas capacidades pessoais e o reconhecimento dos outros face à nossa capacidade de adequação às funções que desempenhamos)</li>
<li style="text-align:left;">necessidades de auto-realização</li>
</ol><p style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;color:rgb(23,23,23);">A hierarquia do modelo do Marcelo para a experiência do utilizador equivale-se da seguinte forma:</p>
<ol style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);"><li>Funcionalidade (funciona ou não funciona)</li>
<li>Confiança (funciona sempre, às vezes, nunca)</li>
<li>Usabilidade (é muito complicado de usar, preciso de grandes instruções, tem uma curva de aprendizagem longa)</li>
<li>Pro Actividade (permite-me usar de outras formas, faz-me querer fazer mais, usar mais, é tolerante ao erro sem me bloquear a utilização)</li>
<li>Criatividade ( é inovador, interessante, belo)</li>
</ol><p style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;color:rgb(23,23,23);">É quanto a mim um modelo que nos permite criar boas experiências, e perceber em que nível o meu serviço, o meu produto, falha. Posso ter um carro inovador e lindíssimo, mas se só funciona às vezes, ou é muito complicado de usar, não vou querer embarcar na viagem.</p>
<p style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;color:rgb(23,23,23);">Muito poderia falar aqui sobre o que aprendi nas duas horas que estive à conversa com ele, mas deixo a quem vai ouvir, espaço para digerir as duas horas de conversa, como melhor vos convir.</p>
<ul style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);"><li><a href='http://levelofambiguity.tumblr.com/'>Site de fotografia do Marcelo.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/NoOne-317195881778032/'>Facebook da NOONE, agência do Marcelo.</a>
<br>
</li>
<li><a href='https://pt.wikipedia.org/wiki/Produto_vi%C3%A1vel_m%C3%ADnimo'>Definição de algo que falamos, o MVP (minimum viable product)</a></li>
<li><a href='https://vimeo.com/13965194'>Video da campanha com que ganhou um prémio em Cannes.</a></li>
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<br>
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O convidado desta semana é o Marcelo Quinan, que veio a Portugal fazer um trabalho com a malta da With Company, Rui Quinta e Tiago Nunes, e eles aproveitaram a presença dele, e convidaram-no para fazer uma das suas Flash Sessions.
Assim que o ouvi, percebi que teria de o convidar para o podcast, o seu percurso, a sua visão do design, e dos seus processos, cativaram-me no primeiro instante.
Ele foi-se embora no dia seguinte, e a nossa conversa teve de ser marcada para mais tarde, via Skype. Após algumas marcações e desmarcações, lá conseguimos combinar um dia.
Se eu gostei de o ouvir na With, mais gostei de falar com ele, pela sua simpatia, disponibilidade em partilhar o que aprendeu, o que não sabe, a sua maneira de trabalhar, e uma visão inovadora da maneira de trabalhar uma marca, uma empresa, um produto, um serviço.
Um auto didacta, como se auto intitula, tem um percurso de fazer, de querer aprender, e evoluir pela curiosidade, pela necessidade de resolver problemas. Começou por trabalhar aos 16 anos na localização do sistema operativo da Apple, no fundo a tradução para português, mas tendo atenção que a imagem de uma frase em inglês não é igual em português, e o desenho da experiência teria de ter isso em atenção.
Chegou a trabalhar na Apple nos Estados Unidos, mas por pouco tempo, mas este contacto com o design cuidado de tudo o que marca faz, foi determinante na sua maneira de encarar a experiência do utilizador.
Por ser um early adopter, teve a oportunidade de dar aulas numa Universidade aos 21 anos, sem ter um curso superior, uma situação que lhe permitia ter tempo para desenvolver uma paixão, a fotografia, que encara com algo que não se quer "casar", quer continuar "amante" da fotografia. Sobre a fotografia falámos a experiência muito diferente que é fotografar usando o viewfinder de uma máquina fotográfica, e o usar um ecrã de telemóvel. Na primeira, escolhemos abstrairmo-nos de partes do que nos rodeia, escolhemos um ponto de vista, na outra fazemos parte do meio ambiente, e não somos forçados a escolher, e na vida, temos sempre de ter um ponto de vista, que poderá mudar, mas não podemos ser tudo ao mesmo tempo.
Quando cá esteve apresentou uma teoria muito interessante, em que cruza a hierarquia das necessidade do Abrahm Maslow, e a experiência do utlizador, e acrescentou uma frase fantástica:
"Funcional não basta para a vida."
A hierarquia das necessidades tem cinco níveis:necessidades fisiológicas (comida, sono, sexo, excreção, água)necessidades de segurança (integridade física, emprego estável)necessidades sociais (amor, família, pertença)necessidades de estima (que passam por duas vertentes, o reconhecimento das nossas capacidades pessoais e o reconhecimento dos outros face à nossa capacidade de adequação às funções que desempenhamos)necessidades de auto-realizaçãoA hierarquia do modelo do Marcelo para a experiência do utilizador equivale-se da seguinte forma:Funcionalidade (funciona ou não funciona)Confiança (funciona sempre, às vezes, nunca)Usabilidade (é muito complicado de usar, preciso de grandes instruções, tem uma curva de aprendizagem longa)Pro Actividade (permite-me usar de outras formas, faz-me querer fazer mais, usar mais, é tolerante ao erro sem me bloquear a utilização)Criatividade ( é inovador, interessante, belo)É quanto a mim um modelo que nos permite criar boas experiências, e perceber em que nível o meu serviço, o meu produto, falha. Posso ter um carro inovador e lindíssimo, mas se só funciona às vezes, ou é muito complicado de usar, não vou querer embarcar na viagem.
Muito poderia falar aqui sobre o que aprendi nas duas horas que estive à conversa com ele, mas deixo a quem vai ouvir, espaço para digerir as duas horas de conversa, como melhor vos convir.Site de fotografia do Marcelo.Facebook da NOONE, agência do Marcelo.
Definição de algo que falamos, o MVP (minimum viable product)Video da campanha com que ganhou um prémio em Cannes.
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        <title>Falar mais Criativo - episódio 31, Criatividade: Liberdade ou Limitações</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 31, Criatividade: Liberdade ou Limitações</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/falar-mais-criativo-episodio-31-criatividade-liberdade-ou-limitacoes/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/falar-mais-criativo-episodio-31-criatividade-liberdade-ou-limitacoes/#comments</comments>        <pubDate>Tue, 26 Apr 2016 21:36:05 +0100</pubDate>
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<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Esta semana eu e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos sobre a liberdade, e as limitações no processo criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">As limitações, são muitas vezes encaradas como problemas, mas neste episódio mostramos que não tem de ser assim, e fazemos exercícios para o demonstrar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Referimos um episódio anterior, o do <a href='http://falarcriativo.com/fmc-13/'>pensamento divergente e convergente</a>, uma vez que para este processo de ideação é necessário conhecer os dois conceitos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O excesso de liberdade é em muitos casos um entrave a ideias mais criativas, os limites exteriores ou auto impostos podem ser uma grande ajuda, e mesmo essenciais.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li style="text-align:left;">O livro sugerido é o <a href='http://www.bookdepository.com/The-Power-of-Broke-Daymond-John-Daniel-Paisner/9781101903599?ref=grid-view'>"The Power of Broke" do Daymond John</a>.</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Esta semana eu e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos sobre a liberdade, e as limitações no processo criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">As limitações, são muitas vezes encaradas como problemas, mas neste episódio mostramos que não tem de ser assim, e fazemos exercícios para o demonstrar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Referimos um episódio anterior, o do <a href='http://falarcriativo.com/fmc-13/'>pensamento divergente e convergente</a>, uma vez que para este processo de ideação é necessário conhecer os dois conceitos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O excesso de liberdade é em muitos casos um entrave a ideias mais criativas, os limites exteriores ou auto impostos podem ser uma grande ajuda, e mesmo essenciais.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li style="text-align:left;">O livro sugerido é o <a href='http://www.bookdepository.com/The-Power-of-Broke-Daymond-John-Daniel-Paisner/9781101903599?ref=grid-view'>"The Power of Broke" do Daymond John</a>.</li>
</ul>
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Esta semana eu e a Anita Silva, falamos sobre a liberdade, e as limitações no processo criativo.
As limitações, são muitas vezes encaradas como problemas, mas neste episódio mostramos que não tem de ser assim, e fazemos exercícios para o demonstrar.
Referimos um episódio anterior, o do pensamento divergente e convergente, uma vez que para este processo de ideação é necessário conhecer os dois conceitos.
O excesso de liberdade é em muitos casos um entrave a ideias mais criativas, os limites exteriores ou auto impostos podem ser uma grande ajuda, e mesmo essenciais.O livro sugerido é o "The Power of Broke" do Daymond John.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 120, Rui Nascimento Alves</title>
        <itunes:title>episódio 120, Rui Nascimento Alves</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-120-rui-nascimento-alves/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-120-rui-nascimento-alves/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 18 Apr 2016 10:00:00 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O convidado desta semana é o Rui Nascimento Alves, formado em sociologia, director de recursos humanos numa multinacional, e autor do livro, <a href='http://www.wook.pt/authors/detail/id/3545026'>"Segurar Loucos ou Empurrar Elefantes?"</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Rui foi-me sugerido por uma ouvinte do podcast a Ana Mesquita Patrocínio, e quando vi o título do livro, fiquei convencido.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Eu considero-me mais um louco do que um elefante, talvez seja mania minha, mas vejo o difícil que é às empresas lidar e gerir pessoas que pensam de maneira diferente, que questionam o "sempre se fez assim".</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Já o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-79-vitor-belanciano/'>Vitor Belanciano </a>tinha referido no seu excelente artigo <a href='https://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/a-mentira-da-criatividade-1693493'>"A mentira da Criatividade"</a> que: "Depois existe essa fantasia de que as estruturas desejam pessoas criativas no seu seio. Na teoria, talvez. Mas se estas o forem realmente é quase certo que irão gerar incertezas. Não serão muito fáceis de enquadrar. Terão um espírito independente e critico. E necessitarão de tempo."  Porém o que acontece em tempos de crise é que o tempo deixa de existir, e faz mais falta o elefante que abre a porta todos os dia às nove e não questiona, do que o louco que tem ideias inovadoras, mas que se interroga sobre a necessidade de se abrir a porta todos os dias às nove.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O interesse do Rui em tentar perceber o desafio que é para as empresas este equilíbrio entre estes dois tipos de personalidade, fez com que fosse perguntar aos directores de várias empresas portuguesas, como gerem as pessoas neste contexto de dificuldade que vivemos actualmente.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Um dos entrevistados do livro diz que "liderar, é no fundo servir", algo que concordo plenamente, mas infelizmente, muitos "chefes" acham que liderar é no fundo servir-se. Sim, o líder serve as pessoas, as organizações, a comunidade, os "chefes" são normalmente pessoas inseguras, que receiam mais aquilo que podem perder do que aquilo que podem ganhar ao ajudar as pessoas que consigo trabalham.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A questão da gestão de pessoas é algo que mexe muito comigo, pois para mim o tempo é muito importante, e sabendo que a maior parte de nós passará mais tempo no local de trabalho do que com aqueles que nos são mais próximos, não é secundário trabalhar em algo que gostamos, e com pessoas que nos ajudam a crescer.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Falamos no desafio que é hoje em dia em manter talento, o dinheiro já não é o único factor que segura as pessoas, cada vez mais as pessoas dão importância a coisas como a flexibilidade, o tempo dedicado em voluntariado, e no seu desenvolvimento pessoal.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Antigamente um emprego era para a vida, isso acabou. A maior parte das pessoas da minha geração, mais do que ter vários empregos, irá ter várias profissões, o que é um grande desafio para as empresas, pois irão investir tempo e recursos em pessoas que muito provavelmente só estarão de passagem.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Ouvi uma frase que registei, e que foi:</p>

<p style="font-size:22.95px;">"Pior do que uma empresa investir numa pessoa e ela se ir embora, é não investir e ela ficar."</p>

<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Liderar é muito difícil, mas pode-se tornar fácil a partir do momento em que realizamos que liderar não é sobre nós, que os líderes não se auto elegem, são escolhidos por aqueles que querem ser liderados por eles.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A primeira regra, segundo o Rui, para se ser um bom líder, é ser feliz. Só uma pessoa feliz conseguirá fazer os outros felizes. Nota registada.</p>


]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O convidado desta semana é o Rui Nascimento Alves, formado em sociologia, director de recursos humanos numa multinacional, e autor do livro, <a href='http://www.wook.pt/authors/detail/id/3545026'>"Segurar Loucos ou Empurrar Elefantes?"</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Rui foi-me sugerido por uma ouvinte do podcast a Ana Mesquita Patrocínio, e quando vi o título do livro, fiquei convencido.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Eu considero-me mais um louco do que um elefante, talvez seja mania minha, mas vejo o difícil que é às empresas lidar e gerir pessoas que pensam de maneira diferente, que questionam o "sempre se fez assim".</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Já o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-79-vitor-belanciano/'>Vitor Belanciano </a>tinha referido no seu excelente artigo <a href='https://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/a-mentira-da-criatividade-1693493'>"A mentira da Criatividade"</a> que: <em>"Depois existe essa fantasia de que as estruturas desejam pessoas criativas no seu seio. Na teoria, talvez. Mas se estas o forem realmente é quase certo que irão gerar incertezas. Não serão muito fáceis de enquadrar. Terão um espírito independente e critico. E necessitarão de tempo." </em> Porém o que acontece em tempos de crise é que o tempo deixa de existir, e faz mais falta o elefante que abre a porta todos os dia às nove e não questiona, do que o louco que tem ideias inovadoras, mas que se interroga sobre a necessidade de se abrir a porta todos os dias às nove.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O interesse do Rui em tentar perceber o desafio que é para as empresas este equilíbrio entre estes dois tipos de personalidade, fez com que fosse perguntar aos directores de várias empresas portuguesas, como gerem as pessoas neste contexto de dificuldade que vivemos actualmente.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Um dos entrevistados do livro diz que "liderar, é no fundo servir", algo que concordo plenamente, mas infelizmente, muitos "chefes" acham que liderar é no fundo servir-se. Sim, o líder serve as pessoas, as organizações, a comunidade, os "chefes" são normalmente pessoas inseguras, que receiam mais aquilo que podem perder do que aquilo que podem ganhar ao ajudar as pessoas que consigo trabalham.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A questão da gestão de pessoas é algo que mexe muito comigo, pois para mim o tempo é muito importante, e sabendo que a maior parte de nós passará mais tempo no local de trabalho do que com aqueles que nos são mais próximos, não é secundário trabalhar em algo que gostamos, e com pessoas que nos ajudam a crescer.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Falamos no desafio que é hoje em dia em manter talento, o dinheiro já não é o único factor que segura as pessoas, cada vez mais as pessoas dão importância a coisas como a flexibilidade, o tempo dedicado em voluntariado, e no seu desenvolvimento pessoal.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Antigamente um emprego era para a vida, isso acabou. A maior parte das pessoas da minha geração, mais do que ter vários empregos, irá ter várias profissões, o que é um grande desafio para as empresas, pois irão investir tempo e recursos em pessoas que muito provavelmente só estarão de passagem.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Ouvi uma frase que registei, e que foi:</p>

<p style="font-size:22.95px;">"Pior do que uma empresa investir numa pessoa e ela se ir embora, é não investir e ela ficar."</p>

<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Liderar é muito difícil, mas pode-se tornar fácil a partir do momento em que realizamos que liderar não é sobre nós, que os líderes não se auto elegem, são escolhidos por aqueles que querem ser liderados por eles.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A primeira regra, segundo o Rui, para se ser um bom líder, é ser feliz. Só uma pessoa feliz conseguirá fazer os outros felizes. Nota registada.</p>

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O convidado desta semana é o Rui Nascimento Alves, formado em sociologia, director de recursos humanos numa multinacional, e autor do livro, "Segurar Loucos ou Empurrar Elefantes?".
O Rui foi-me sugerido por uma ouvinte do podcast a Ana Mesquita Patrocínio, e quando vi o título do livro, fiquei convencido.
Eu considero-me mais um louco do que um elefante, talvez seja mania minha, mas vejo o difícil que é às empresas lidar e gerir pessoas que pensam de maneira diferente, que questionam o "sempre se fez assim".
Já o Vitor Belanciano tinha referido no seu excelente artigo "A mentira da Criatividade" que: "Depois existe essa fantasia de que as estruturas desejam pessoas criativas no seu seio. Na teoria, talvez. Mas se estas o forem realmente é quase certo que irão gerar incertezas. Não serão muito fáceis de enquadrar. Terão um espírito independente e critico. E necessitarão de tempo."  Porém o que acontece em tempos de crise é que o tempo deixa de existir, e faz mais falta o elefante que abre a porta todos os dia às nove e não questiona, do que o louco que tem ideias inovadoras, mas que se interroga sobre a necessidade de se abrir a porta todos os dias às nove.
O interesse do Rui em tentar perceber o desafio que é para as empresas este equilíbrio entre estes dois tipos de personalidade, fez com que fosse perguntar aos directores de várias empresas portuguesas, como gerem as pessoas neste contexto de dificuldade que vivemos actualmente.
Um dos entrevistados do livro diz que "liderar, é no fundo servir", algo que concordo plenamente, mas infelizmente, muitos "chefes" acham que liderar é no fundo servir-se. Sim, o líder serve as pessoas, as organizações, a comunidade, os "chefes" são normalmente pessoas inseguras, que receiam mais aquilo que podem perder do que aquilo que podem ganhar ao ajudar as pessoas que consigo trabalham.
A questão da gestão de pessoas é algo que mexe muito comigo, pois para mim o tempo é muito importante, e sabendo que a maior parte de nós passará mais tempo no local de trabalho do que com aqueles que nos são mais próximos, não é secundário trabalhar em algo que gostamos, e com pessoas que nos ajudam a crescer.
Falamos no desafio que é hoje em dia em manter talento, o dinheiro já não é o único factor que segura as pessoas, cada vez mais as pessoas dão importância a coisas como a flexibilidade, o tempo dedicado em voluntariado, e no seu desenvolvimento pessoal.
Antigamente um emprego era para a vida, isso acabou. A maior parte das pessoas da minha geração, mais do que ter vários empregos, irá ter várias profissões, o que é um grande desafio para as empresas, pois irão investir tempo e recursos em pessoas que muito provavelmente só estarão de passagem.
Ouvi uma frase que registei, e que foi:
"Pior do que uma empresa investir numa pessoa e ela se ir embora, é não investir e ela ficar."
Liderar é muito difícil, mas pode-se tornar fácil a partir do momento em que realizamos que liderar não é sobre nós, que os líderes não se auto elegem, são escolhidos por aqueles que querem ser liderados por eles.
A primeira regra, segundo o Rui, para se ser um bom líder, é ser feliz. Só uma pessoa feliz conseguirá fazer os outros felizes. Nota registada.

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        <title>Falar mais Criativo - episódio 30, Criatividade e Caos.</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 30, Criatividade e Caos.</itunes:title>
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<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Esta semana eu e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos sobre Criatividade e Caos, que não são a mesma coisa embora eu ache que há partes caóticas no processo criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O processo criativo é uma denominação que questionamos neste episódio, e sugerimos alguns nomes alternativos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Frases geniais da Dona Anita neste episódio:</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">"Nós não possuímos o nosso processo criativo."</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">"Não é possível racionalizar o processo criativo na sua totalidade."</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li> O livro sugerido é o <a href='http://www.wook.pt/ficha/destroi-este-diario/a/id/15975110'>"Destrói este diário" da Keri Smith.</a></li>
<li>Também falamos do <a href='http://www.bookdepository.com/Fooled-by-Randomness-Nassim-Nicholas-Taleb/9780141031484?ref=grid-view'>"Fooled by Randomness" do Nassim Taleb.</a></li>
<li>Exercícios falados, <a href='http://www.dragondreaming.org/'>Dragon Dreaming</a> e <a href='http://lifehacker.com/write-morning-pages-by-hand-every-day-to-boost-produc-1623157620'>Morning Pages.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Esta semana eu e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos sobre Criatividade e Caos, que não são a mesma coisa embora eu ache que há partes caóticas no processo criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O processo criativo é uma denominação que questionamos neste episódio, e sugerimos alguns nomes alternativos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Frases geniais da Dona Anita neste episódio:</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><em>"Nós não possuímos o nosso processo criativo."</em></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><em>"Não é possível racionalizar o processo criativo na sua totalidade."</em></p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li> O livro sugerido é o <a href='http://www.wook.pt/ficha/destroi-este-diario/a/id/15975110'>"Destrói este diário" da Keri Smith.</a></li>
<li>Também falamos do <a href='http://www.bookdepository.com/Fooled-by-Randomness-Nassim-Nicholas-Taleb/9780141031484?ref=grid-view'>"Fooled by Randomness" do Nassim Taleb.</a></li>
<li>Exercícios falados, <a href='http://www.dragondreaming.org/'>Dragon Dreaming</a> e <a href='http://lifehacker.com/write-morning-pages-by-hand-every-day-to-boost-produc-1623157620'>Morning Pages.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[
Esta semana eu e a Anita Silva, falamos sobre Criatividade e Caos, que não são a mesma coisa embora eu ache que há partes caóticas no processo criativo.
O processo criativo é uma denominação que questionamos neste episódio, e sugerimos alguns nomes alternativos.
Frases geniais da Dona Anita neste episódio:
"Nós não possuímos o nosso processo criativo."
"Não é possível racionalizar o processo criativo na sua totalidade." O livro sugerido é o "Destrói este diário" da Keri Smith.Também falamos do "Fooled by Randomness" do Nassim Taleb.Exercícios falados, Dragon Dreaming e Morning Pages.Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.]]></itunes:summary>
        <itunes:author></itunes:author>
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    <item>
        <title>episódio 119, André Lourenço</title>
        <itunes:title>episódio 119, André Lourenço</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-119-andre-lourenco/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 04 Apr 2016 10:00:00 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O convidado desta semana é o André Lourenço, entre outras coisas, fundador do <a href='http://www.trojan-unicorn.com/'>THU, Trojan Horse was an Unicorn.</a></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O que é o THU?</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O THU é um evento para artistas digitais, isso não será algo de inovador, mas a filosofia por trás do evento é, de tal forma que já começaram a surgir eventos "á lá THU" por esse mundo fora.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O André foi-me sugerido pelo <a href='http://falarcriativo.com/episodio-27-jose-alves-da-silva/'>José Alves da Silva</a>, convidado 27, por duas vezes, uma quando o entrevistei em 2014, e outra mais recentemente. Confesso que da primeira vez tive alguma curiosidade, mas não dei seguimento à coisa, não entrei em contacto com o André, não consigo explicar porquê, mas agora fez-se luz, e fez tudo o sentido, e sinto que o entrevistei na altura certa.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O THU está numa altura madura, e já é referência, e o André também ele está mais tranquilo e em paz.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Com 27 anos o André tinha uma dívida gigantesca, estava falido, voltou para casa dos pais, e teve de refazer tudo não a partir do zero, mas a partir de negativos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O que ele fez de diferente de muitos empresários com dívidas, foi que não fugiu às suas responsabilidades, e quis honrar os compromissos assumidos. Quando lhe perguntei qual a motivação para se levantar após tão grande tombo, respondeu-me, que a motivação era pagar as dívidas e limpar o seu nome.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A entrevista é longa, mas sinto que para percebermos o André e o sucesso do THU, era essencial enquadrar o percurso, as mudanças de mindset, a evolução e o crescimento dele como pessoa, e de que forma isso se reflecte na maneira como encara os desafios que tão grande evento acarreta.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Falamos de que somos muitas vezes a maior barreira entre o queremos, e o que obtemos, arranjamos desculpas, seja o facto de sermos portugueses, seja não termos os conhecimentos certos. O falhar, a relação entre estar preparado para o que pode correr mal, a coragem de assumir erros, o retirar o ego da frente, e ter a inteligência emocional de perceber os outros, o que os motiva, e de que forma se mudam mentalidades.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O THU é um evento que tem tudo a ver com o Falar Criativo, é um evento que tenta mostrar que as dúvidas e as inseguranças, são constantes, mesmo entre aqueles que já estão nos patamares mais altos, e que tenta passar a mensagem na primeira pessoa, através daqueles que todos os dias lutam para mostrar as suas ideias, a sua arte.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Gostei muito de conhecer o André, e tenho a certeza que através de pessoas como ele, nós portugueses podemos mais uma vez dar novos mundos ao mundo, nem que seja numa maneira mais humana de fazer eventos.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.blko.co.uk/'>Site da Black Orange, onde o André é CEO.</a></li>
<li><a href='http://www.trojan-unicorn.com/'>Site do THU.</a></li>
<li><a href='https://medium.com/@andrelourencoluis/chapter-1-before-thu-971a6718b745#.55cwrom1w'>Artigo do André no Medium onde fala no seu percurso.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">

</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>Livro sugerido é o <a href='http://www.wook.pt/ficha/inteligencia-emocional/a/id/3501417'>"Inteligência Emocional" do Daniel Goleman</a>.</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O convidado desta semana é o André Lourenço, entre outras coisas, fundador do <a href='http://www.trojan-unicorn.com/'>THU, Trojan Horse was an Unicorn.</a></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O que é o THU?</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O THU é um evento para artistas digitais, isso não será algo de inovador, mas a filosofia por trás do evento é, de tal forma que já começaram a surgir eventos "á lá THU" por esse mundo fora.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O André foi-me sugerido pelo <a href='http://falarcriativo.com/episodio-27-jose-alves-da-silva/'>José Alves da Silva</a>, convidado 27, por duas vezes, uma quando o entrevistei em 2014, e outra mais recentemente. Confesso que da primeira vez tive alguma curiosidade, mas não dei seguimento à coisa, não entrei em contacto com o André, não consigo explicar porquê, mas agora fez-se luz, e fez tudo o sentido, e sinto que o entrevistei na altura certa.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O THU está numa altura madura, e já é referência, e o André também ele está mais tranquilo e em paz.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Com 27 anos o André tinha uma dívida gigantesca, estava falido, voltou para casa dos pais, e teve de refazer tudo não a partir do zero, mas a partir de negativos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O que ele fez de diferente de muitos empresários com dívidas, foi que não fugiu às suas responsabilidades, e quis honrar os compromissos assumidos. Quando lhe perguntei qual a motivação para se levantar após tão grande tombo, respondeu-me, que a motivação era pagar as dívidas e limpar o seu nome.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A entrevista é longa, mas sinto que para percebermos o André e o sucesso do THU, era essencial enquadrar o percurso, as mudanças de mindset, a evolução e o crescimento dele como pessoa, e de que forma isso se reflecte na maneira como encara os desafios que tão grande evento acarreta.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Falamos de que somos muitas vezes a maior barreira entre o queremos, e o que obtemos, arranjamos desculpas, seja o facto de sermos portugueses, seja não termos os conhecimentos certos. O falhar, a relação entre estar preparado para o que pode correr mal, a coragem de assumir erros, o retirar o ego da frente, e ter a inteligência emocional de perceber os outros, o que os motiva, e de que forma se mudam mentalidades.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O THU é um evento que tem tudo a ver com o Falar Criativo, é um evento que tenta mostrar que as dúvidas e as inseguranças, são constantes, mesmo entre aqueles que já estão nos patamares mais altos, e que tenta passar a mensagem na primeira pessoa, através daqueles que todos os dias lutam para mostrar as suas ideias, a sua arte.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Gostei muito de conhecer o André, e tenho a certeza que através de pessoas como ele, nós portugueses podemos mais uma vez dar novos mundos ao mundo, nem que seja numa maneira mais humana de fazer eventos.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.blko.co.uk/'>Site da Black Orange, onde o André é CEO.</a></li>
<li><a href='http://www.trojan-unicorn.com/'>Site do THU.</a></li>
<li><a href='https://medium.com/@andrelourencoluis/chapter-1-before-thu-971a6718b745#.55cwrom1w'>Artigo do André no Medium onde fala no seu percurso.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">
<br>
</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>Livro sugerido é o <a href='http://www.wook.pt/ficha/inteligencia-emocional/a/id/3501417'>"Inteligência Emocional" do Daniel Goleman</a>.</li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[
O convidado desta semana é o André Lourenço, entre outras coisas, fundador do THU, Trojan Horse was an Unicorn.
O que é o THU?
O THU é um evento para artistas digitais, isso não será algo de inovador, mas a filosofia por trás do evento é, de tal forma que já começaram a surgir eventos "á lá THU" por esse mundo fora.
O André foi-me sugerido pelo José Alves da Silva, convidado 27, por duas vezes, uma quando o entrevistei em 2014, e outra mais recentemente. Confesso que da primeira vez tive alguma curiosidade, mas não dei seguimento à coisa, não entrei em contacto com o André, não consigo explicar porquê, mas agora fez-se luz, e fez tudo o sentido, e sinto que o entrevistei na altura certa.
O THU está numa altura madura, e já é referência, e o André também ele está mais tranquilo e em paz.
Com 27 anos o André tinha uma dívida gigantesca, estava falido, voltou para casa dos pais, e teve de refazer tudo não a partir do zero, mas a partir de negativos.
O que ele fez de diferente de muitos empresários com dívidas, foi que não fugiu às suas responsabilidades, e quis honrar os compromissos assumidos. Quando lhe perguntei qual a motivação para se levantar após tão grande tombo, respondeu-me, que a motivação era pagar as dívidas e limpar o seu nome.
A entrevista é longa, mas sinto que para percebermos o André e o sucesso do THU, era essencial enquadrar o percurso, as mudanças de mindset, a evolução e o crescimento dele como pessoa, e de que forma isso se reflecte na maneira como encara os desafios que tão grande evento acarreta.
Falamos de que somos muitas vezes a maior barreira entre o queremos, e o que obtemos, arranjamos desculpas, seja o facto de sermos portugueses, seja não termos os conhecimentos certos. O falhar, a relação entre estar preparado para o que pode correr mal, a coragem de assumir erros, o retirar o ego da frente, e ter a inteligência emocional de perceber os outros, o que os motiva, e de que forma se mudam mentalidades.
O THU é um evento que tem tudo a ver com o Falar Criativo, é um evento que tenta mostrar que as dúvidas e as inseguranças, são constantes, mesmo entre aqueles que já estão nos patamares mais altos, e que tenta passar a mensagem na primeira pessoa, através daqueles que todos os dias lutam para mostrar as suas ideias, a sua arte.
Gostei muito de conhecer o André, e tenho a certeza que através de pessoas como ele, nós portugueses podemos mais uma vez dar novos mundos ao mundo, nem que seja numa maneira mais humana de fazer eventos.Site da Black Orange, onde o André é CEO.Site do THU.Artigo do André no Medium onde fala no seu percurso.
Livro sugerido é o "Inteligência Emocional" do Daniel Goleman.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>Falar mais Criativo - episódio 29, Exercício da Audiência</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 29, Exercício da Audiência</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Esta semana eu e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos sobre um exercício que está vocacionado para fazer com crianças, mas que qualquer pessoa pode fazer. O Exercício da Audiência.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">É um exercício que promove uma consciência de que necessitamos de estímulos para promover a criatividade, e de que forma cada pessoa gere esses estímulos.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>
<p> O livro sugerido é o <a href='http://www.bookdepository.com/How-Have-Kick-Ass-Ideas-Chris-Barez-Brown/9781602392434?ref=grid-view'>"How to have kickass ideas" do Chris Barez-Brown.</a></p>
</li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Esta semana eu e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos sobre um exercício que está vocacionado para fazer com crianças, mas que qualquer pessoa pode fazer. O Exercício da Audiência.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">É um exercício que promove uma consciência de que necessitamos de estímulos para promover a criatividade, e de que forma cada pessoa gere esses estímulos.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>
<p> O livro sugerido é o <a href='http://www.bookdepository.com/How-Have-Kick-Ass-Ideas-Chris-Barez-Brown/9781602392434?ref=grid-view'>"How to have kickass ideas" do Chris Barez-Brown.</a></p>
</li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[
Esta semana eu e a Anita Silva, falamos sobre um exercício que está vocacionado para fazer com crianças, mas que qualquer pessoa pode fazer. O Exercício da Audiência.

É um exercício que promove uma consciência de que necessitamos de estímulos para promover a criatividade, e de que forma cada pessoa gere esses estímulos.
 O livro sugerido é o "How to have kickass ideas" do Chris Barez-Brown.Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 118, Filipe Lopes</title>
        <itunes:title>episódio 118, Filipe Lopes</itunes:title>
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<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O convidado desta semana é o Filipe Lopes, contador de histórias, tem um projecto muito interessante, o <a href='http://www.apoesianaotemgrades.pt/'>"A poesia não tem grades"</a>, e foi-me sugerido pela anterior convidada e amiga, <a href='http://falarcriativo.com/episodio-78-edite-amorim/'>Edite Amorim</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Filipe tornou-se ouvinte do podcast quando tomou conhecimento do mesmo, e disse-me que uma vez que já existem tantos episódios, tem sido para ele muito bom, pois são companhia nas viagens que faz.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Entrevistar ouvintes pode ser mais difícil, pois conhecem algumas perguntas que costumo fazer, sim, algumas são comuns, mas percebo o desafio de estar ainda mais presente, para perguntar sobre aquilo que está a ser dito, e não seguir uma agenda muito rígida.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Cada vez mais me convenço que é através da capacidade de fazer falar outros, que adiciono valor. Sempre fui o menino com a mania que sabia, e com a resposta na ponta da língua, mas a ouvir é que se aprende, não a falar. E eu quero aprender, tenho uma fome gigante de saber, digiro é mal tanta informação, por isso tenho de "comer" mais devagar, saborear melhor, as conversas, os livros, as pessoas, a vida.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Enquanto agora escrevo, só me ocorre esta passagem da canção do António Variações.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;text-align:center;">"...não consigo compreender

Sempre esta sensação

Que estou a perder</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;text-align:center;">Tenho pressa de sair

Quero sentir ao chegar

Vontade de partir

P'ra outro lugar</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;text-align:center;">Vou continuar a procurar

O meu mundo

O meu lugar

Porque até aqui eu só:

Estou bem aonde eu não estou

Porque eu só quero ir

Aonde eu não vou

Porque eu só estou bem

Aonde eu não estou"</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Os livros sempre foram para mim momento de sair de mim, de descansar, preciso deles, mas percebo que só com uma boa digestão, sairei nutrido.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Filipe teve no seu início de carreira como contador de histórias uma experiência que o fez perceber claramente, que contar histórias não é sobre nós, é sobre quem nos ouve, é para o outro. Por isso é essencial deixar o ego de fora.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Há muita humanidade e profundidade no Filipe, é genuíno, e pena tenho que projectos como o dele tenham de lutar tanto com questões triviais como financiamento.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Podemos evitar problemas, ou remediá-los. É mais fácil, rápido e barato evitar, mas é muito mais visível remediar. Essa é a razão porque se gasta mais dinheiro a tratar doentes, do que a evitar que as pessoas se tornem doentes. É mais fácil condenar e prender, do que ter políticas de prevenção de comportamentos de riscos, dando alternativas aos jovens como a arte, ou o desporto.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Pessoas esclarecidas, e sãs, mais dificilmente cometem crimes. Condenemos o crimes, mas primeiro tentemos salvar as pessoas.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li style="text-align:left;"><a href='https://www.facebook.com/FilipeLopesFL/'>Página do Filipe</a></li>
<li style="text-align:left;"><a href='http://www.apoesianaotemgrades.pt/'>Site da Poesia Não Tem Grades</a></li>
<li style="text-align:left;"><a href='http://ocontadordehistorias.com/'>Site do Contador de Histórias</a></li>
<li style="text-align:left;"><a href='https://www.facebook.com/poesiasemgrades/'>Facebook da Poesia Não Tem Grades</a></li>
<li style="text-align:left;"><a href='https://www.facebook.com/OContadordeHistorias/'>Facebook do Contador de Histórias</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O livro que o Filipe mais ofereceu, o <a href='http://www.wook.pt/ficha/o-balaozinho-vermelho/a/id/196426'>Balãozinho Vermelho de Iela Mari.</a></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Foto do Filipe tirada por <a href='http://vitorinocoragem.com/'>Vitorino Coragem</a>, ao qual agradeço o uso da mesma.</p>


]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O convidado desta semana é o Filipe Lopes, contador de histórias, tem um projecto muito interessante, o <a href='http://www.apoesianaotemgrades.pt/'>"A poesia não tem grades"</a>, e foi-me sugerido pela anterior convidada e amiga, <a href='http://falarcriativo.com/episodio-78-edite-amorim/'>Edite Amorim</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Filipe tornou-se ouvinte do podcast quando tomou conhecimento do mesmo, e disse-me que uma vez que já existem tantos episódios, tem sido para ele muito bom, pois são companhia nas viagens que faz.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Entrevistar ouvintes pode ser mais difícil, pois conhecem algumas perguntas que costumo fazer, sim, algumas são comuns, mas percebo o desafio de estar ainda mais presente, para perguntar sobre aquilo que está a ser dito, e não seguir uma agenda muito rígida.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Cada vez mais me convenço que é através da capacidade de fazer falar outros, que adiciono valor. Sempre fui o menino com a mania que sabia, e com a resposta na ponta da língua, mas a ouvir é que se aprende, não a falar. E eu quero aprender, tenho uma fome gigante de saber, digiro é mal tanta informação, por isso tenho de "comer" mais devagar, saborear melhor, as conversas, os livros, as pessoas, a vida.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Enquanto agora escrevo, só me ocorre esta passagem da canção do António Variações.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;text-align:center;">"...não consigo compreender
<br>
Sempre esta sensação
<br>
Que estou a perder</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;text-align:center;">Tenho pressa de sair
<br>
Quero sentir ao chegar
<br>
Vontade de partir
<br>
P'ra outro lugar</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;text-align:center;">Vou continuar a procurar
<br>
O meu mundo
<br>
O meu lugar
<br>
Porque até aqui eu só:
<br>
Estou bem aonde eu não estou
<br>
Porque eu só quero ir
<br>
Aonde eu não vou
<br>
Porque eu só estou bem
<br>
Aonde eu não estou"</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Os livros sempre foram para mim momento de sair de mim, de descansar, preciso deles, mas percebo que só com uma boa digestão, sairei nutrido.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Filipe teve no seu início de carreira como contador de histórias uma experiência que o fez perceber claramente, que contar histórias não é sobre nós, é sobre quem nos ouve, é para o outro. Por isso é essencial deixar o ego de fora.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Há muita humanidade e profundidade no Filipe, é genuíno, e pena tenho que projectos como o dele tenham de lutar tanto com questões triviais como financiamento.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Podemos evitar problemas, ou remediá-los. É mais fácil, rápido e barato evitar, mas é muito mais visível remediar. Essa é a razão porque se gasta mais dinheiro a tratar doentes, do que a evitar que as pessoas se tornem doentes. É mais fácil condenar e prender, do que ter políticas de prevenção de comportamentos de riscos, dando alternativas aos jovens como a arte, ou o desporto.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Pessoas esclarecidas, e sãs, mais dificilmente cometem crimes. Condenemos o crimes, mas primeiro tentemos salvar as pessoas.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li style="text-align:left;"><a href='https://www.facebook.com/FilipeLopesFL/'>Página do Filipe</a></li>
<li style="text-align:left;"><a href='http://www.apoesianaotemgrades.pt/'>Site da Poesia Não Tem Grades</a></li>
<li style="text-align:left;"><a href='http://ocontadordehistorias.com/'>Site do Contador de Histórias</a></li>
<li style="text-align:left;"><a href='https://www.facebook.com/poesiasemgrades/'>Facebook da Poesia Não Tem Grades</a></li>
<li style="text-align:left;"><a href='https://www.facebook.com/OContadordeHistorias/'>Facebook do Contador de Histórias</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O livro que o Filipe mais ofereceu, o <a href='http://www.wook.pt/ficha/o-balaozinho-vermelho/a/id/196426'>Balãozinho Vermelho de Iela Mari.</a></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Foto do Filipe tirada por <a href='http://vitorinocoragem.com/'>Vitorino Coragem</a>, ao qual agradeço o uso da mesma.</p>

<br>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[
O convidado desta semana é o Filipe Lopes, contador de histórias, tem um projecto muito interessante, o "A poesia não tem grades", e foi-me sugerido pela anterior convidada e amiga, Edite Amorim.
O Filipe tornou-se ouvinte do podcast quando tomou conhecimento do mesmo, e disse-me que uma vez que já existem tantos episódios, tem sido para ele muito bom, pois são companhia nas viagens que faz.
Entrevistar ouvintes pode ser mais difícil, pois conhecem algumas perguntas que costumo fazer, sim, algumas são comuns, mas percebo o desafio de estar ainda mais presente, para perguntar sobre aquilo que está a ser dito, e não seguir uma agenda muito rígida.
Cada vez mais me convenço que é através da capacidade de fazer falar outros, que adiciono valor. Sempre fui o menino com a mania que sabia, e com a resposta na ponta da língua, mas a ouvir é que se aprende, não a falar. E eu quero aprender, tenho uma fome gigante de saber, digiro é mal tanta informação, por isso tenho de "comer" mais devagar, saborear melhor, as conversas, os livros, as pessoas, a vida.
Enquanto agora escrevo, só me ocorre esta passagem da canção do António Variações.
"...não consigo compreender
Sempre esta sensação
Que estou a perder
Tenho pressa de sair
Quero sentir ao chegar
Vontade de partir
P'ra outro lugar
Vou continuar a procurar
O meu mundo
O meu lugar
Porque até aqui eu só:
Estou bem aonde eu não estou
Porque eu só quero ir
Aonde eu não vou
Porque eu só estou bem
Aonde eu não estou"
Os livros sempre foram para mim momento de sair de mim, de descansar, preciso deles, mas percebo que só com uma boa digestão, sairei nutrido.
O Filipe teve no seu início de carreira como contador de histórias uma experiência que o fez perceber claramente, que contar histórias não é sobre nós, é sobre quem nos ouve, é para o outro. Por isso é essencial deixar o ego de fora.
Há muita humanidade e profundidade no Filipe, é genuíno, e pena tenho que projectos como o dele tenham de lutar tanto com questões triviais como financiamento.
Podemos evitar problemas, ou remediá-los. É mais fácil, rápido e barato evitar, mas é muito mais visível remediar. Essa é a razão porque se gasta mais dinheiro a tratar doentes, do que a evitar que as pessoas se tornem doentes. É mais fácil condenar e prender, do que ter políticas de prevenção de comportamentos de riscos, dando alternativas aos jovens como a arte, ou o desporto.
Pessoas esclarecidas, e sãs, mais dificilmente cometem crimes. Condenemos o crimes, mas primeiro tentemos salvar as pessoas.Página do FilipeSite da Poesia Não Tem GradesSite do Contador de HistóriasFacebook da Poesia Não Tem GradesFacebook do Contador de HistóriasO livro que o Filipe mais ofereceu, o Balãozinho Vermelho de Iela Mari.
Foto do Filipe tirada por Vitorino Coragem, ao qual agradeço o uso da mesma.

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    <item>
        <title>Falar mais Criativo - episódio 28, Impacto e Visibilidade</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 28, Impacto e Visibilidade</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/falar-mais-criativo-episodio-28-impacto-e-visibilidade/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/falar-mais-criativo-episodio-28-impacto-e-visibilidade/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 14 Mar 2016 09:30:00 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Esta semana eu e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos sobre um assunto que também nos diz respeito, o impacto e a visibilidade que os projectos podem e devem ter, mas que se não for pensado e planeado nunca terão.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Acontece aqui mesmo, no Falar Criativo, que impacto e visibilidade tenho, e quais gostaria de ter.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Workshop <a href='https://www.facebook.com/events/182825652093260/'>"Como criar Visibilidade e Impacto em projectos socioeducativos" </a>onde a Anita vai estar a dar formação, e eu assistir.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>O livro sugerido é um que já li várias vezes, o <a href='http://www.wook.pt/ficha/nao-basta-ser-bom-e-preciso-querer-ser-bom-/a/id/15302881'>"Não Basta Ser Bom, é Preciso Querer Ser Bom" do Paul Arden.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Esta semana eu e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos sobre um assunto que também nos diz respeito, o impacto e a visibilidade que os projectos podem e devem ter, mas que se não for pensado e planeado nunca terão.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Acontece aqui mesmo, no Falar Criativo, que impacto e visibilidade tenho, e quais gostaria de ter.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Workshop <a href='https://www.facebook.com/events/182825652093260/'>"Como criar Visibilidade e Impacto em projectos socioeducativos" </a>onde a Anita vai estar a dar formação, e eu assistir.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>O livro sugerido é um que já li várias vezes, o <a href='http://www.wook.pt/ficha/nao-basta-ser-bom-e-preciso-querer-ser-bom-/a/id/15302881'>"Não Basta Ser Bom, é Preciso Querer Ser Bom" do Paul Arden.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[
Esta semana eu e a Anita Silva, falamos sobre um assunto que também nos diz respeito, o impacto e a visibilidade que os projectos podem e devem ter, mas que se não for pensado e planeado nunca terão.
Acontece aqui mesmo, no Falar Criativo, que impacto e visibilidade tenho, e quais gostaria de ter.
Workshop "Como criar Visibilidade e Impacto em projectos socioeducativos" onde a Anita vai estar a dar formação, e eu assistir.O livro sugerido é um que já li várias vezes, o "Não Basta Ser Bom, é Preciso Querer Ser Bom" do Paul Arden.Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 117, Ricardo Araújo Pereira regressa</title>
        <itunes:title>episódio 117, Ricardo Araújo Pereira regressa</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-117-ricardo-araujo-pereira-regressa/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 07 Mar 2016 15:08:49 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta semana, é novamente o <a href='http://falarcriativo.com/ep-113-ricardo-araujo-pereira/'>Ricardo Araújo Pereira</a>, que regressou para falarmos de algumas coisas que tinham ficado de fora da primeira conversa.</p>
<p>Após a primeira conversa, ficámos os dois com a sensação que havia assuntos que importantes que seria interessante abordar.</p>
<p>Combinado
 o dia, lá me encontrei com ele, desta vez em minha casa, sítio onde 
gosto muito de receber os convidados, e onde de acho que normalmente me 
correm melhor as entrevistas, pois estou muito mais à vontade, e 
descontraído.</p>
<p>O principal assunto que tinha ficado de fora da 
primeira conversa, foi os "Gato Fedorento", que foram sem dúvida aquilo 
que fez com que o Ricardo se tornasse mais conhecido, uma vez que houve 
uma altura em Portugal que o grupo foi na minha opinião a marca mais 
forte  do país, logo a seguir ao Cristiano Ronaldo.</p>
<p>Falámos de como se juntaram, como as coisas começaram, e como as coisas de repente explodiram e se tornaram enormes.</p>
<p>A
 fama, é algo que não estava nos planos, foi um dano colateral, eles só 
queriam escrever textos humorísticos, e mesmo hoje em dia, é esse o 
trabalho deles, escrever. A representação dos seus próprios personagens 
foi algo que se apresentou como inevitável por não haver dinheiro para 
contratar actores que representassem os seus textos.</p>
<p>A escassez 
teve as suas vantagens na minha opinião, porque o lado de "palhaçada 
entre amigos" é notório para quem os via, e essa amizade e à vontade, 
contribuíram para um resultado que tocou mais as pessoas, por 
identificarem ali, uma dinâmica que também tinham com os amigos. Eu pelo
 menos sentia-o, e outras pessoas que já falei sobre o assunto também.</p>
<p>O
 Ricardo fala de técnicas para escrita criativa, exercícios que me 
parecem interessantes, e que sem dúvida irei experimentar, sim, porque 
eu um dia vou escrever textos humorísticos, acreditem em mim!</p>
<p>Nos links em baixo partilho as ditas técnicas.</p>
<p>Ele
 foi muita vez "provocado" a vestir o papel de líder do grupo por parte 
da imprensa, nunca o quis ser, nunca enfiou o carapuço, mas na minha 
opinião, ele portou-se como um líder, um dos bons.</p>
<p>Um líder para 
mim, é aquele que quando há algo menos bom na direcção do grupo, recebe o
 embate, protegendo os outros. Ele ao ser mais cobiçado pelos media, 
aliviou a pressão sobre os restantes membros, mas, tal como os grandes 
líderes, na altura de receber o reconhecimento e ou louvores, é o 
primeiro a chamar a atenção que aquilo é um esforço de grupo, e que 
nenhum é mais importante que outro.</p>
<p>Não sei se será a última vez que estive com ele ou não, mas mesmo que seja, vale bem a pena.</p>
<p>Se
 eu o admirava como escritor/comediante antes, muito mais fiquei a 
admirar ao ver de perto algo que já referi da primeira vez, o seu lado 
humano, e isso é muito maior que o seu metro e noventa e três.</p>
<ul><li>Técnica de <a href='http://www.wook.pt/ficha/exercices-de-style/a/id/12644048'>Raymond Queneau, "Exercices de Style".</a>

</li>
<li>Técnica de Georges Perec, "La disparition", <a href='http://www.ina.fr/video/I09345611'>video</a> e <a href='http://www.amazon.fr/La-Disparition-Georges-Perec/dp/207071523X'>livro</a>.</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta semana, é novamente o <a href='http://falarcriativo.com/ep-113-ricardo-araujo-pereira/'>Ricardo Araújo Pereira</a>, que regressou para falarmos de algumas coisas que tinham ficado de fora da primeira conversa.</p>
<p>Após a primeira conversa, ficámos os dois com a sensação que havia assuntos que importantes que seria interessante abordar.</p>
<p>Combinado
 o dia, lá me encontrei com ele, desta vez em minha casa, sítio onde 
gosto muito de receber os convidados, e onde de acho que normalmente me 
correm melhor as entrevistas, pois estou muito mais à vontade, e 
descontraído.</p>
<p>O principal assunto que tinha ficado de fora da 
primeira conversa, foi os "Gato Fedorento", que foram sem dúvida aquilo 
que fez com que o Ricardo se tornasse mais conhecido, uma vez que houve 
uma altura em Portugal que o grupo foi na minha opinião a marca mais 
forte  do país, logo a seguir ao Cristiano Ronaldo.</p>
<p>Falámos de como se juntaram, como as coisas começaram, e como as coisas de repente explodiram e se tornaram enormes.</p>
<p>A
 fama, é algo que não estava nos planos, foi um dano colateral, eles só 
queriam escrever textos humorísticos, e mesmo hoje em dia, é esse o 
trabalho deles, escrever. A representação dos seus próprios personagens 
foi algo que se apresentou como inevitável por não haver dinheiro para 
contratar actores que representassem os seus textos.</p>
<p>A escassez 
teve as suas vantagens na minha opinião, porque o lado de "palhaçada 
entre amigos" é notório para quem os via, e essa amizade e à vontade, 
contribuíram para um resultado que tocou mais as pessoas, por 
identificarem ali, uma dinâmica que também tinham com os amigos. Eu pelo
 menos sentia-o, e outras pessoas que já falei sobre o assunto também.</p>
<p>O
 Ricardo fala de técnicas para escrita criativa, exercícios que me 
parecem interessantes, e que sem dúvida irei experimentar, sim, porque 
eu um dia vou escrever textos humorísticos, acreditem em mim!</p>
<p>Nos links em baixo partilho as ditas técnicas.</p>
<p>Ele
 foi muita vez "provocado" a vestir o papel de líder do grupo por parte 
da imprensa, nunca o quis ser, nunca enfiou o carapuço, mas na minha 
opinião, ele portou-se como um líder, um dos bons.</p>
<p>Um líder para 
mim, é aquele que quando há algo menos bom na direcção do grupo, recebe o
 embate, protegendo os outros. Ele ao ser mais cobiçado pelos media, 
aliviou a pressão sobre os restantes membros, mas, tal como os grandes 
líderes, na altura de receber o reconhecimento e ou louvores, é o 
primeiro a chamar a atenção que aquilo é um esforço de grupo, e que 
nenhum é mais importante que outro.</p>
<p>Não sei se será a última vez que estive com ele ou não, mas mesmo que seja, vale bem a pena.</p>
<p>Se
 eu o admirava como escritor/comediante antes, muito mais fiquei a 
admirar ao ver de perto algo que já referi da primeira vez, o seu lado 
humano, e isso é muito maior que o seu metro e noventa e três.</p>
<ul><li>Técnica de <a href='http://www.wook.pt/ficha/exercices-de-style/a/id/12644048'>Raymond Queneau, "Exercices de Style".</a>
<br>
</li>
<li>Técnica de Georges Perec, "La disparition", <a href='http://www.ina.fr/video/I09345611'>video</a> e <a href='http://www.amazon.fr/La-Disparition-Georges-Perec/dp/207071523X'>livro</a>.</li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana, é novamente o Ricardo Araújo Pereira, que regressou para falarmos de algumas coisas que tinham ficado de fora da primeira conversa.
Após a primeira conversa, ficámos os dois com a sensação que havia assuntos que importantes que seria interessante abordar.
Combinado
 o dia, lá me encontrei com ele, desta vez em minha casa, sítio onde 
gosto muito de receber os convidados, e onde de acho que normalmente me 
correm melhor as entrevistas, pois estou muito mais à vontade, e 
descontraído.
O principal assunto que tinha ficado de fora da 
primeira conversa, foi os "Gato Fedorento", que foram sem dúvida aquilo 
que fez com que o Ricardo se tornasse mais conhecido, uma vez que houve 
uma altura em Portugal que o grupo foi na minha opinião a marca mais 
forte  do país, logo a seguir ao Cristiano Ronaldo.
Falámos de como se juntaram, como as coisas começaram, e como as coisas de repente explodiram e se tornaram enormes.
A
 fama, é algo que não estava nos planos, foi um dano colateral, eles só 
queriam escrever textos humorísticos, e mesmo hoje em dia, é esse o 
trabalho deles, escrever. A representação dos seus próprios personagens 
foi algo que se apresentou como inevitável por não haver dinheiro para 
contratar actores que representassem os seus textos.
A escassez 
teve as suas vantagens na minha opinião, porque o lado de "palhaçada 
entre amigos" é notório para quem os via, e essa amizade e à vontade, 
contribuíram para um resultado que tocou mais as pessoas, por 
identificarem ali, uma dinâmica que também tinham com os amigos. Eu pelo
 menos sentia-o, e outras pessoas que já falei sobre o assunto também.
O
 Ricardo fala de técnicas para escrita criativa, exercícios que me 
parecem interessantes, e que sem dúvida irei experimentar, sim, porque 
eu um dia vou escrever textos humorísticos, acreditem em mim!
Nos links em baixo partilho as ditas técnicas.
Ele
 foi muita vez "provocado" a vestir o papel de líder do grupo por parte 
da imprensa, nunca o quis ser, nunca enfiou o carapuço, mas na minha 
opinião, ele portou-se como um líder, um dos bons.
Um líder para 
mim, é aquele que quando há algo menos bom na direcção do grupo, recebe o
 embate, protegendo os outros. Ele ao ser mais cobiçado pelos media, 
aliviou a pressão sobre os restantes membros, mas, tal como os grandes 
líderes, na altura de receber o reconhecimento e ou louvores, é o 
primeiro a chamar a atenção que aquilo é um esforço de grupo, e que 
nenhum é mais importante que outro.
Não sei se será a última vez que estive com ele ou não, mas mesmo que seja, vale bem a pena.
Se
 eu o admirava como escritor/comediante antes, muito mais fiquei a 
admirar ao ver de perto algo que já referi da primeira vez, o seu lado 
humano, e isso é muito maior que o seu metro e noventa e três.Técnica de Raymond Queneau, "Exercices de Style".
Técnica de Georges Perec, "La disparition", video e livro.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>Falar mais Criativo - episódio 27, Como ligar ideias desconexas</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 27, Como ligar ideias desconexas</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/falar-mais-criativo-episodio-27-como-ligar-ideias-desconexas/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/falar-mais-criativo-episodio-27-como-ligar-ideias-desconexas/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 29 Feb 2016 09:30:00 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Esta semana eu e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos de como ligar ideias desconexas, ideias que à partida parecem não terem qualquer relação, mas que é nesses espaço de encontro entre coisas que aparentam não ter nada a ver que muitas vezes está o valor.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Procuramos ideias inovadoras, que nunca tenham sido pensadas, mas uma boa maneira de chegar lá, será relacionar o que não nos parece ter relação.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">

</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Esta semana eu e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos de como ligar ideias desconexas, ideias que à partida parecem não terem qualquer relação, mas que é nesses espaço de encontro entre coisas que aparentam não ter nada a ver que muitas vezes está o valor.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Procuramos ideias inovadoras, que nunca tenham sido pensadas, mas uma boa maneira de chegar lá, será relacionar o que não nos parece ter relação.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">
<br>
</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[
Esta semana eu e a Anita Silva, falamos de como ligar ideias desconexas, ideias que à partida parecem não terem qualquer relação, mas que é nesses espaço de encontro entre coisas que aparentam não ter nada a ver que muitas vezes está o valor.
Procuramos ideias inovadoras, que nunca tenham sido pensadas, mas uma boa maneira de chegar lá, será relacionar o que não nos parece ter relação.


Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 116 - Bruno Maltez</title>
        <itunes:title>episódio 116 - Bruno Maltez</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-116-bruno-maltez/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-116-bruno-maltez/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 22 Feb 2016 08:00:00 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O convidado desta semana é o Bruno Maltez, arquitecto e ilustrador, que conheci quando fui à primeira reunião do Colab Lisboa.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Embora o Colab Lisboa tenha deixado de existir, os contactos que fiz nessa altura ainda continuam a dar frutos, e encaro essa altura como fundamental para o meu crescimento. Pena que tenha terminado.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Bruno é ouvinte assíduo do podcast, por isso foi algo injusto ele saber tanto sobre mim, e eu não saber sobre ele, mas no fim das mais de duas horas de episódio, fiquei a conhecê-lo bem melhor.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Há algum tempo que pretendia entrevistá-lo, mas ele foi adiando, dizendo que ainda não se sentia à altura de outros convidados, mas que em Fevereiro de 2016 seria. Assim foi.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Temos em comum o facto de sermos arquitectos, família nos CTT, e um gosto particular pela patetice, que no meu entender é uma enorme qualidade, e a maior diferença é o Bruno ter conseguido criar um meio de viver que lhe permite ser o seu próprio patrão, e eu ainda não ter conseguido fazer.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O seu percurso é relativamente linear, há nele um ser decidido, que ora se mostra, ora se esconde, mas está lá, e se for preciso dizer que quer ser ele o responsável por determinado projecto, dirá para quem quiser ouvir, não como forma de ameaça, mas como forma transparente de afirmação daquilo que é.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O divórcio foi algo que o marcou, poderão ouvir em maior detalhe os porquês, mas aquilo que eu acho e que vale o vale, é que o Bruno teve aquilo que em psicologia se chama de "crescimento pós-traumático".</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Quando algo de negativo nos acontece, temos apenas duas opções:</p>
<ol style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>deixar que isso nos afecte a ponto de nos limitar e incapacitar, tornando-os pessoas deprimidas e amargas ou,</li>
<li>aproveitar a quebra no que parecia uma linha recta, reflectir sobre o que vale a pena lutar, o que é realmente importante para nós, e dessa forma renascer mais forte e capaz, tal qual fénix que renasce das cinzas.</li>
</ol><p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A necessidade de providenciar o sustento da filha e as limitações das horas que poderia estar com ela, fizeram com que o Bruno se visse de certa forma obrigado a criar a sua maneira de trabalhar, de ganhar a vida, de maneira a ser compatível com a sua prioridade. A filha.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Por mais que reclame ou me queixe, a vida tem-me sido favorável, pois se ainda não me vi forçado a criar esse meio independente de ganhar a vida, foi porque a dor nunca se tornou insuportável. E é, sem dúvida, a dor que nos faz mudar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">
</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.squarepanda.pt/'>Site do Bruno.</a></li>
<li>O livro sugerido é <a href='http://www.wook.pt/ficha/o-desejo-de-ser-inutil/a/id/173841'>"O Desejo de Ser Inútil" do Hugo Pratt.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O convidado desta semana é o Bruno Maltez, arquitecto e ilustrador, que conheci quando fui à primeira reunião do Colab Lisboa.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Embora o Colab Lisboa tenha deixado de existir, os contactos que fiz nessa altura ainda continuam a dar frutos, e encaro essa altura como fundamental para o meu crescimento. Pena que tenha terminado.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Bruno é ouvinte assíduo do podcast, por isso foi algo injusto ele saber tanto sobre mim, e eu não saber sobre ele, mas no fim das mais de duas horas de episódio, fiquei a conhecê-lo bem melhor.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Há algum tempo que pretendia entrevistá-lo, mas ele foi adiando, dizendo que ainda não se sentia à altura de outros convidados, mas que em Fevereiro de 2016 seria. Assim foi.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Temos em comum o facto de sermos arquitectos, família nos CTT, e um gosto particular pela patetice, que no meu entender é uma enorme qualidade, e a maior diferença é o Bruno ter conseguido criar um meio de viver que lhe permite ser o seu próprio patrão, e eu ainda não ter conseguido fazer.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O seu percurso é relativamente linear, há nele um ser decidido, que ora se mostra, ora se esconde, mas está lá, e se for preciso dizer que quer ser ele o responsável por determinado projecto, dirá para quem quiser ouvir, não como forma de ameaça, mas como forma transparente de afirmação daquilo que é.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O divórcio foi algo que o marcou, poderão ouvir em maior detalhe os porquês, mas aquilo que eu acho e que vale o vale, é que o Bruno teve aquilo que em psicologia se chama de "crescimento pós-traumático".</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Quando algo de negativo nos acontece, temos apenas duas opções:</p>
<ol style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>deixar que isso nos afecte a ponto de nos limitar e incapacitar, tornando-os pessoas deprimidas e amargas ou,</li>
<li>aproveitar a quebra no que parecia uma linha recta, reflectir sobre o que vale a pena lutar, o que é realmente importante para nós, e dessa forma renascer mais forte e capaz, tal qual fénix que renasce das cinzas.</li>
</ol><p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A necessidade de providenciar o sustento da filha e as limitações das horas que poderia estar com ela, fizeram com que o Bruno se visse de certa forma obrigado a criar a sua maneira de trabalhar, de ganhar a vida, de maneira a ser compatível com a sua prioridade. A filha.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Por mais que reclame ou me queixe, a vida tem-me sido favorável, pois se ainda não me vi forçado a criar esse meio independente de ganhar a vida, foi porque a dor nunca se tornou insuportável. E é, sem dúvida, a dor que nos faz mudar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><br>
</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.squarepanda.pt/'>Site do Bruno.</a></li>
<li>O livro sugerido é <a href='http://www.wook.pt/ficha/o-desejo-de-ser-inutil/a/id/173841'>"O Desejo de Ser Inútil" do Hugo Pratt.</a></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Bruno Maltez, arquitecto e ilustrador, que conheci quando fui à primeira reunião do Colab Lisboa.Embora o Colab Lisboa tenha deixado de existir, os contactos que fiz nessa altura ainda continuam a dar frutos, e encaro essa altura como fundamental para o meu crescimento. Pena que tenha terminado.O Bruno é ouvinte assíduo do podcast, por isso foi algo injusto ele saber tanto sobre mim, e eu não saber sobre ele, mas no fim das mais de duas horas de episódio, fiquei a conhecê-lo bem melhor.Há algum tempo que pretendia entrevistá-lo, mas ele foi adiando, dizendo que ainda não se sentia à altura de outros convidados, mas que em Fevereiro de 2016 seria. Assim foi.Temos em comum o facto de sermos arquitectos, família nos CTT, e um gosto particular pela patetice, que no meu entender é uma enorme qualidade, e a maior diferença é o Bruno ter conseguido criar um meio de viver que lhe permite ser o seu próprio patrão, e eu ainda não ter conseguido fazer.O seu percurso é relativamente linear, há nele um ser decidido, que ora se mostra, ora se esconde, mas está lá, e se for preciso dizer que quer ser ele o responsável por determinado projecto, dirá para quem quiser ouvir, não como forma de ameaça, mas como forma transparente de afirmação daquilo que é.O divórcio foi algo que o marcou, poderão ouvir em maior detalhe os porquês, mas aquilo que eu acho e que vale o vale, é que o Bruno teve aquilo que em psicologia se chama de "crescimento pós-traumático".Quando algo de negativo nos acontece, temos apenas duas opções:deixar que isso nos afecte a ponto de nos limitar e incapacitar, tornando-os pessoas deprimidas e amargas ou,aproveitar a quebra no que parecia uma linha recta, reflectir sobre o que vale a pena lutar, o que é realmente importante para nós, e dessa forma renascer mais forte e capaz, tal qual fénix que renasce das cinzas.A necessidade de providenciar o sustento da filha e as limitações das horas que poderia estar com ela, fizeram com que o Bruno se visse de certa forma obrigado a criar a sua maneira de trabalhar, de ganhar a vida, de maneira a ser compatível com a sua prioridade. A filha.Por mais que reclame ou me queixe, a vida tem-me sido favorável, pois se ainda não me vi forçado a criar esse meio independente de ganhar a vida, foi porque a dor nunca se tornou insuportável. E é, sem dúvida, a dor que nos faz mudar.Site do Bruno.O livro sugerido é "O Desejo de Ser Inútil" do Hugo Pratt.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>Falar mais Criativo - episódio 26, Desbloquear: dicas de criatividade para especialistas.</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 26, Desbloquear: dicas de criatividade para especialistas.</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/falar-mais-criativo-episodio-26-desbloquear-dicas-de-criatividade-para-especialistas/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/falar-mais-criativo-episodio-26-desbloquear-dicas-de-criatividade-para-especialistas/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 15 Feb 2016 09:30:00 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Esta semana eu e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, damos uma ajuda aquelas pessoas que por serem especialistas em determinada área, por vezes têm dificuldade em ver soluções inovadoras. </p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">No fundo somos todos, pois todos temos algo em que temos mais conhecimento, e por vezes não conseguimos ver soluções óbvias por estarmos formatados segundo determinadas regras e códigos específicos da área.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A Anita trouxe quatro dicas para ajudar os especialistas a desbloquear, ouçam e fiquem a saber quais são.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Esta semana eu e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, damos uma ajuda aquelas pessoas que por serem especialistas em determinada área, por vezes têm dificuldade em ver soluções inovadoras. </p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">No fundo somos todos, pois todos temos algo em que temos mais conhecimento, e por vezes não conseguimos ver soluções óbvias por estarmos formatados segundo determinadas regras e códigos específicos da área.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A Anita trouxe quatro dicas para ajudar os especialistas a desbloquear, ouçam e fiquem a saber quais são.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Esta semana eu e a Anita Silva, damos uma ajuda aquelas pessoas que por serem especialistas em determinada área, por vezes têm dificuldade em ver soluções inovadoras. No fundo somos todos, pois todos temos algo em que temos mais conhecimento, e por vezes não conseguimos ver soluções óbvias por estarmos formatados segundo determinadas regras e códigos específicos da área.A Anita trouxe quatro dicas para ajudar os especialistas a desbloquear, ouçam e fiquem a saber quais são.Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 115, André Oliveira regressa</title>
        <itunes:title>episódio 115, André Oliveira regressa</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-115-andre-oliveira-regressa/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 08 Feb 2016 09:00:00 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Esta semana o André Oliveira regressa à conversa comigo, uma vez que na <a href='http://falarcriativo.com/episodio-107-andre-oliveira/'>primeira parte</a>, ficou muito por falar. Foi algo que ambos sentimos, sobretudo porque o André ouviu as minhas conversas com o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-110-filipe-andrade/'>Filipe Andrade</a> e o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-108-david-soares/'>David Soares</a>, conversas longas que tiveram o espaço/tempo para ir mais longe.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O André foi lá ter a casa, espaço onde gosto de receber as pessoas, que me é familiar, e que me dispõe a ouvir.  Em relação ao ouvir, há algo mais esotérico que vou partilhar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Ao preparar-me para esta nova conversa com ele, encontrei um texto muito interessante no seu blog escrito pela mulher, a Sofia, intitulado <a href='http://andreoliveirabd.blogspot.pt/2016/01/so-mais-uma-ideia-duvidosa-por-sofia_14.html'>"Só mais uma ideia duvidosa"</a>, e ao acabar de o ler ouvi uma voz na minha cabeça que me disse "Ouve-o com atenção, há muito que podes aprender com a sua sabedoria". Se ainda continuas a ler o texto é porque não te assustei.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">De facto aprendi muito com o André, há mestria na maneira como desenvolve os seus argumentos, como se coordena com os ilustradores, mas sobretudo na coragem que tem de explorar as suas inquietações através dos seus personagens. Inquietações também eu tenho muitas, mas não desenvolvi a capacidade de as projectar em "entidades" exteriores a mim, nem com elas construir histórias cativantes capazes de ganhar prémios.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Uso muitos destes textos que vou escrevendo, aqui e na newsletter como forma de me afastar, de ler de outro ponto de vista coisas que de outra forma me arrebatam, que me paralisam. O André parte de "ideias duvidosas", e constrói outras realidades, que passam a existir, que podem deixar ainda mais dúvidas, mas que se tornam certezas através do trabalho dedicado que ele coloca nelas.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Falámos no exemplo que quer ser para a sua filha, de possibilidade, que mais do que palavras quer deixar exemplo, algo que é muito mais poderoso do que tudo o que se possa dizer.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Ele falou não se lembrar de no seu percurso académico ter tido professores que tivessem sido exemplo para ele, que tivessem tido um papel marcante naquilo que ele faz e acredita. Ouvi outro dia uma frase que referia "haver muita preocupação com dificuldades de aprendizagem, mas pouca ou nenhuma com dificuldades no ensino". Há com certeza professores que por este ou aquele motivo não são exemplo, que tem dificuldades em cativar os alunos, e que não fazem ideia de como apontar caminhos que permitam aos alunos descobrir caminhos mais desafiantes, mas em sintonia com o que de único e especial tenham. Sim, todos temos algo em que somos diferentes, únicos, e por essa razão especiais. Não digo que com isto sejamos todos os maiores e mais bem sucedidos na área que escolhermos, mas seremos com certeza seres humanos mais realizados, felizes, e com disponibilidade para o outro, pois não teremos de andar sempre a navegar os desejos e expectativas que os outros têm para nós.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O André disse que antes de encontrar este meio de expressão andava à deriva, sem saber quem era, a diferença é que hoje em dia, a escrita se tornou um veículo para não ficar parado.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Desejo encontrar o meu veículo. Sinto de alguma forma ser este, o de conversar com almas inquietas e criativas, que questionam, que mais do que profetas, querem ser exemplos de possibilidade.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>Blog que o André refere - <a href='http://horadosaguim.blogspot.pt/'>"A hora do saguim"</a></li>
<li><a href='http://kingpin-of-comics.net/catalog/product_info.php?cPath=131&products_id=11933&osCsid=9hp4qfgrsfiqeam1tu283ir5m2'>"Vil, A tragédia de Diogo Alves"</a></li>
<li><a href='http://www.fnac.pt/Volta-Andre-Oliveira/a882899'>"Volta, O segredo do Vale das Sombras"</a></li>
<li><a href='http://andreoliveirabd.blogspot.pt/'>Blog do André</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Esta semana o André Oliveira regressa à conversa comigo, uma vez que na <a href='http://falarcriativo.com/episodio-107-andre-oliveira/'>primeira parte</a>, ficou muito por falar. Foi algo que ambos sentimos, sobretudo porque o André ouviu as minhas conversas com o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-110-filipe-andrade/'>Filipe Andrade</a> e o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-108-david-soares/'>David Soares</a>, conversas longas que tiveram o espaço/tempo para ir mais longe.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O André foi lá ter a casa, espaço onde gosto de receber as pessoas, que me é familiar, e que me dispõe a ouvir.  Em relação ao ouvir, há algo mais esotérico que vou partilhar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Ao preparar-me para esta nova conversa com ele, encontrei um texto muito interessante no seu blog escrito pela mulher, a Sofia, intitulado <a href='http://andreoliveirabd.blogspot.pt/2016/01/so-mais-uma-ideia-duvidosa-por-sofia_14.html'>"Só mais uma ideia duvidosa"</a>, e ao acabar de o ler ouvi uma voz na minha cabeça que me disse "Ouve-o com atenção, há muito que podes aprender com a sua sabedoria". Se ainda continuas a ler o texto é porque não te assustei.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">De facto aprendi muito com o André, há mestria na maneira como desenvolve os seus argumentos, como se coordena com os ilustradores, mas sobretudo na coragem que tem de explorar as suas inquietações através dos seus personagens. Inquietações também eu tenho muitas, mas não desenvolvi a capacidade de as projectar em "entidades" exteriores a mim, nem com elas construir histórias cativantes capazes de ganhar prémios.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Uso muitos destes textos que vou escrevendo, aqui e na newsletter como forma de me afastar, de ler de outro ponto de vista coisas que de outra forma me arrebatam, que me paralisam. O André parte de "ideias duvidosas", e constrói outras realidades, que passam a existir, que podem deixar ainda mais dúvidas, mas que se tornam certezas através do trabalho dedicado que ele coloca nelas.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Falámos no exemplo que quer ser para a sua filha, de possibilidade, que mais do que palavras quer deixar exemplo, algo que é muito mais poderoso do que tudo o que se possa dizer.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Ele falou não se lembrar de no seu percurso académico ter tido professores que tivessem sido exemplo para ele, que tivessem tido um papel marcante naquilo que ele faz e acredita. Ouvi outro dia uma frase que referia "haver muita preocupação com <em>dificuldades de aprendizagem, </em>mas pouca ou nenhuma com <em>dificuldades no ensino</em>".<em> </em>Há com certeza professores que por este ou aquele motivo não são exemplo, que tem dificuldades em cativar os alunos, e que não fazem ideia de como apontar caminhos que permitam aos alunos descobrir caminhos mais desafiantes, mas em sintonia com o que de único e especial tenham. Sim, todos temos algo em que somos diferentes, únicos, e por essa razão especiais. Não digo que com isto sejamos todos os maiores e mais bem sucedidos na área que escolhermos, mas seremos com certeza seres humanos mais realizados, felizes, e com disponibilidade para o outro, pois não teremos de andar sempre a navegar os desejos e expectativas que os outros têm para nós.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O André disse que antes de encontrar este meio de expressão andava à deriva, sem saber quem era, a diferença é que hoje em dia, a escrita se tornou um veículo para não ficar parado.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Desejo encontrar o meu veículo. Sinto de alguma forma ser este, o de conversar com almas inquietas e criativas, que questionam, que mais do que profetas, querem ser exemplos de possibilidade.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>Blog que o André refere - <a href='http://horadosaguim.blogspot.pt/'>"A hora do saguim"</a></li>
<li><a href='http://kingpin-of-comics.net/catalog/product_info.php?cPath=131&products_id=11933&osCsid=9hp4qfgrsfiqeam1tu283ir5m2'>"Vil, A tragédia de Diogo Alves"</a></li>
<li><a href='http://www.fnac.pt/Volta-Andre-Oliveira/a882899'>"Volta, O segredo do Vale das Sombras"</a></li>
<li><a href='http://andreoliveirabd.blogspot.pt/'>Blog do André</a></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[Esta semana o André Oliveira regressa à conversa comigo, uma vez que na primeira parte, ficou muito por falar. Foi algo que ambos sentimos, sobretudo porque o André ouviu as minhas conversas com o Filipe Andrade e o David Soares, conversas longas que tiveram o espaço/tempo para ir mais longe.O André foi lá ter a casa, espaço onde gosto de receber as pessoas, que me é familiar, e que me dispõe a ouvir.  Em relação ao ouvir, há algo mais esotérico que vou partilhar.Ao preparar-me para esta nova conversa com ele, encontrei um texto muito interessante no seu blog escrito pela mulher, a Sofia, intitulado "Só mais uma ideia duvidosa", e ao acabar de o ler ouvi uma voz na minha cabeça que me disse "Ouve-o com atenção, há muito que podes aprender com a sua sabedoria". Se ainda continuas a ler o texto é porque não te assustei.De facto aprendi muito com o André, há mestria na maneira como desenvolve os seus argumentos, como se coordena com os ilustradores, mas sobretudo na coragem que tem de explorar as suas inquietações através dos seus personagens. Inquietações também eu tenho muitas, mas não desenvolvi a capacidade de as projectar em "entidades" exteriores a mim, nem com elas construir histórias cativantes capazes de ganhar prémios.Uso muitos destes textos que vou escrevendo, aqui e na newsletter como forma de me afastar, de ler de outro ponto de vista coisas que de outra forma me arrebatam, que me paralisam. O André parte de "ideias duvidosas", e constrói outras realidades, que passam a existir, que podem deixar ainda mais dúvidas, mas que se tornam certezas através do trabalho dedicado que ele coloca nelas.Falámos no exemplo que quer ser para a sua filha, de possibilidade, que mais do que palavras quer deixar exemplo, algo que é muito mais poderoso do que tudo o que se possa dizer.Ele falou não se lembrar de no seu percurso académico ter tido professores que tivessem sido exemplo para ele, que tivessem tido um papel marcante naquilo que ele faz e acredita. Ouvi outro dia uma frase que referia "haver muita preocupação com dificuldades de aprendizagem, mas pouca ou nenhuma com dificuldades no ensino". Há com certeza professores que por este ou aquele motivo não são exemplo, que tem dificuldades em cativar os alunos, e que não fazem ideia de como apontar caminhos que permitam aos alunos descobrir caminhos mais desafiantes, mas em sintonia com o que de único e especial tenham. Sim, todos temos algo em que somos diferentes, únicos, e por essa razão especiais. Não digo que com isto sejamos todos os maiores e mais bem sucedidos na área que escolhermos, mas seremos com certeza seres humanos mais realizados, felizes, e com disponibilidade para o outro, pois não teremos de andar sempre a navegar os desejos e expectativas que os outros têm para nós.O André disse que antes de encontrar este meio de expressão andava à deriva, sem saber quem era, a diferença é que hoje em dia, a escrita se tornou um veículo para não ficar parado.Desejo encontrar o meu veículo. Sinto de alguma forma ser este, o de conversar com almas inquietas e criativas, que questionam, que mais do que profetas, querem ser exemplos de possibilidade.Blog que o André refere - "A hora do saguim""Vil, A tragédia de Diogo Alves""Volta, O segredo do Vale das Sombras"Blog do André]]></itunes:summary>
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        <title>Falar mais Criativo - episódio 25, A Lista Phoenix: Beba um café com o seu problema.</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 25, A Lista Phoenix: Beba um café com o seu problema.</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Neste episódio, eu Rui Branco e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos de mais uma técnica para gerar soluções de problemas, que é a Lista de Phoenix (<a href='http://creativitycentral.squarespace.com/creativity-central/2012/10/11/the-phoenix-checklist-innovation-by-the-cia.html'>Phoenix Checklist</a>).</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O problema é, como conseguir mais avaliações e críticas no iTunes para o Falar Criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Se quiserem deixar a avaliação, têm aqui os links.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://support.apple.com/pt-br/HT3928'>link a explicar</a></li>
<li><a href='https://itunes.apple.com/pt/podcast/falar-criativo-criatividade/id775162364?mt=2'>link para o podcast no iTunes</a>.</li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Video a explicar como deixar a avaliação no iTunes.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">
</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A Lista (checklist)  é dividida em duas secções: O Problema e O Plano. Use a lista como uma base para montar sua lista pessoal de perguntas e siga os seguintes passos:</p>
<ol style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>Escreva seu desafio: isole o desafio ou problema que você deseja examinar e está empenhado em solucionar.</li>
<li>Faça perguntas: use a lista para dissecar o desafio ou problema sob as diferentes maneiras que possa imaginar.</li>
<li>Anote as respostas: soluções, necessidades de informações, ideias para avaliação e análise, etc.</li>
</ol> PHOENIX CHECKLISTO PROBLEMA<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>Por que é necessário resolver o problema?</li>
<li>Que benefícios terá pela solução do problema?</li>
<li>O que é desconhecido?</li>
<li>O que é que ainda não compreende?</li>
<li>Que informação tem?</li>
<li>O que não é o problema?</li>
<li>A informação é suficiente? Ou insuficiente? Ou redundante? Ou contraditória?</li>
<li>Pode fazer um diagrama? Ou um desenho?</li>
<li>Quais são as fronteiras/limites do problema?</li>
<li>Pode separar as várias partes do problema? Pode descrevê-las? Quais são as relações entre as partes do problema?</li>
<li>Quais são as constantes (coisas que não podem ser mudadas) do problema?</li>
<li>Já viu este problema antes?</li>
<li>Já viu este problema de uma forma levemente diferente?</li>
<li>Conhece um problema similar?</li>
<li>Pode pensar num problema familiar tendo incertezas iguais ou similares?</li>
<li>Suponha que encontra um problema relacionado ao seu que já tenha sido solucionado. Pode usá-lo? Pode usar o mesmo método de solução?</li>
<li>Pode reformular a apresentação de seu problema? De quantas maneiras diferentes pode apresentá-lo? Mais genérico? Mais específico? As regras podem ser mudadas?</li>
<li>Quais são as melhores, piores e mais prováveis conjecturas que pode imaginar?</li>
</ul>
O PLANO<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>Pode resolver todo o problema? Parte do problema?</li>
<li>Que solução gostaria de ter? Pode desenhá-la?</li>
<li>Que parcela do desconhecido/incerto pode determinar?</li>
<li>O que você pode deduzir da informação que tem?</li>
<li>Usou toda a informação?</li>
<li>Teve em consideração todos os conceitos e opiniões essenciais relacionadas ao problema?</li>
<li>Pode separar os passos do processo de solução de problemas? Pode determinar a correcção de cada passo?</li>
<li>Que técnicas de criatividade pode usar para gerar ideias? Quantas técnicas diferentes?</li>
<li>Consegue visualizar o resultado? Quantos tipos diferentes de resultados consegue visualizar?</li>
<li>De quantas maneiras diferentes tentou solucionar o problema?</li>
<li>O que é que outros fizeram?</li>
<li>Consegue intuir a solução? Consegue verificar o resultado?</li>
<li>O que deve ser feito? Quem deve fazê-lo? Como? Onde? Quando?</li>
<li>O que é que precisa fazer agora?</li>
<li>Quem será responsável por isto?</li>
<li>Pode usar este problema para resolver outro problema?</li>
<li>O que faz este problema único e diferente de qualquer outro?</li>
<li>Quais os melhores pontos de verificação para avaliar os progressos?</li>
<li>Como poderá saber se foi bem sucedido?</li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">
</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Neste episódio, eu Rui Branco e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos de mais uma técnica para gerar soluções de problemas, que é a Lista de Phoenix (<a href='http://creativitycentral.squarespace.com/creativity-central/2012/10/11/the-phoenix-checklist-innovation-by-the-cia.html'>Phoenix Checklist</a>).</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O problema é, como conseguir mais avaliações e críticas no iTunes para o Falar Criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Se quiserem deixar a avaliação, têm aqui os links.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://support.apple.com/pt-br/HT3928'>link a explicar</a></li>
<li><a href='https://itunes.apple.com/pt/podcast/falar-criativo-criatividade/id775162364?mt=2'>link para o podcast no iTunes</a>.</li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Video a explicar como deixar a avaliação no iTunes.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><br>
</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A Lista (<em>checklist)</em>  é dividida em duas secções: O Problema e O Plano. Use a lista como uma base para montar sua lista pessoal de perguntas e siga os seguintes passos:</p>
<ol style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><b>Escreva seu desafio</b>: isole o desafio ou problema que você deseja examinar e está empenhado em solucionar.</li>
<li><b>Faça perguntas</b>: use a lista para dissecar o desafio ou problema sob as diferentes maneiras que possa imaginar.</li>
<li><b>Anote as respostas</b>: soluções, necessidades de informações, ideias para avaliação e análise, etc.</li>
</ol> <b>PHOENIX CHECKLIST</b><b>O PROBLEMA</b><ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>Por que é necessário resolver o problema?</li>
<li>Que benefícios terá pela solução do problema?</li>
<li>O que é desconhecido?</li>
<li>O que é que ainda não compreende?</li>
<li>Que informação tem?</li>
<li>O que não é o problema?</li>
<li>A informação é suficiente? Ou insuficiente? Ou redundante? Ou contraditória?</li>
<li>Pode fazer um diagrama? Ou um desenho?</li>
<li>Quais são as fronteiras/limites do problema?</li>
<li>Pode separar as várias partes do problema? Pode descrevê-las? Quais são as relações entre as partes do problema?</li>
<li>Quais são as constantes (coisas que não podem ser mudadas) do problema?</li>
<li>Já viu este problema antes?</li>
<li>Já viu este problema de uma forma levemente diferente?</li>
<li>Conhece um problema similar?</li>
<li>Pode pensar num problema familiar tendo incertezas iguais ou similares?</li>
<li>Suponha que encontra um problema relacionado ao seu que já tenha sido solucionado. Pode usá-lo? Pode usar o mesmo método de solução?</li>
<li>Pode reformular a apresentação de seu problema? De quantas maneiras diferentes pode apresentá-lo? Mais genérico? Mais específico? As regras podem ser mudadas?</li>
<li>Quais são as melhores, piores e mais prováveis conjecturas que pode imaginar?</li>
</ul>
<b>O PLANO</b><ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>Pode resolver todo o problema? Parte do problema?</li>
<li>Que solução gostaria de ter? Pode desenhá-la?</li>
<li>Que parcela do desconhecido/incerto pode determinar?</li>
<li>O que você pode deduzir da informação que tem?</li>
<li>Usou toda a informação?</li>
<li>Teve em consideração todos os conceitos e opiniões essenciais relacionadas ao problema?</li>
<li>Pode separar os passos do processo de solução de problemas? Pode determinar a correcção de cada passo?</li>
<li>Que técnicas de criatividade pode usar para gerar ideias? Quantas técnicas diferentes?</li>
<li>Consegue visualizar o resultado? Quantos tipos diferentes de resultados consegue visualizar?</li>
<li>De quantas maneiras diferentes tentou solucionar o problema?</li>
<li>O que é que outros fizeram?</li>
<li>Consegue intuir a solução? Consegue verificar o resultado?</li>
<li>O que deve ser feito? Quem deve fazê-lo? Como? Onde? Quando?</li>
<li>O que é que precisa fazer agora?</li>
<li>Quem será responsável por isto?</li>
<li>Pode usar este problema para resolver outro problema?</li>
<li>O que faz este problema único e diferente de qualquer outro?</li>
<li>Quais os melhores pontos de verificação para avaliar os progressos?</li>
<li>Como poderá saber se foi bem sucedido?</li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><br>
</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Neste episódio, eu Rui Branco e a Anita Silva, falamos de mais uma técnica para gerar soluções de problemas, que é a Lista de Phoenix (Phoenix Checklist).O problema é, como conseguir mais avaliações e críticas no iTunes para o Falar Criativo.Se quiserem deixar a avaliação, têm aqui os links.link a explicarlink para o podcast no iTunes.Video a explicar como deixar a avaliação no iTunes.A Lista (checklist)  é dividida em duas secções: O Problema e O Plano. Use a lista como uma base para montar sua lista pessoal de perguntas e siga os seguintes passos:Escreva seu desafio: isole o desafio ou problema que você deseja examinar e está empenhado em solucionar.Faça perguntas: use a lista para dissecar o desafio ou problema sob as diferentes maneiras que possa imaginar.Anote as respostas: soluções, necessidades de informações, ideias para avaliação e análise, etc. PHOENIX CHECKLISTO PROBLEMAPor que é necessário resolver o problema?Que benefícios terá pela solução do problema?O que é desconhecido?O que é que ainda não compreende?Que informação tem?O que não é o problema?A informação é suficiente? Ou insuficiente? Ou redundante? Ou contraditória?Pode fazer um diagrama? Ou um desenho?Quais são as fronteiras/limites do problema?Pode separar as várias partes do problema? Pode descrevê-las? Quais são as relações entre as partes do problema?Quais são as constantes (coisas que não podem ser mudadas) do problema?Já viu este problema antes?Já viu este problema de uma forma levemente diferente?Conhece um problema similar?Pode pensar num problema familiar tendo incertezas iguais ou similares?Suponha que encontra um problema relacionado ao seu que já tenha sido solucionado. Pode usá-lo? Pode usar o mesmo método de solução?Pode reformular a apresentação de seu problema? De quantas maneiras diferentes pode apresentá-lo? Mais genérico? Mais específico? As regras podem ser mudadas?Quais são as melhores, piores e mais prováveis conjecturas que pode imaginar?O PLANOPode resolver todo o problema? Parte do problema?Que solução gostaria de ter? Pode desenhá-la?Que parcela do desconhecido/incerto pode determinar?O que você pode deduzir da informação que tem?Usou toda a informação?Teve em consideração todos os conceitos e opiniões essenciais relacionadas ao problema?Pode separar os passos do processo de solução de problemas? Pode determinar a correcção de cada passo?Que técnicas de criatividade pode usar para gerar ideias? Quantas técnicas diferentes?Consegue visualizar o resultado? Quantos tipos diferentes de resultados consegue visualizar?De quantas maneiras diferentes tentou solucionar o problema?O que é que outros fizeram?Consegue intuir a solução? Consegue verificar o resultado?O que deve ser feito? Quem deve fazê-lo? Como? Onde? Quando?O que é que precisa fazer agora?Quem será responsável por isto?Pode usar este problema para resolver outro problema?O que faz este problema único e diferente de qualquer outro?Quais os melhores pontos de verificação para avaliar os progressos?Como poderá saber se foi bem sucedido?Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 114 - Pedro Andrade</title>
        <itunes:title>episódio 114 - Pedro Andrade</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-114-pedro-andrade/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-114-pedro-andrade/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 25 Jan 2016 09:30:00 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O convidado desta semana é o Pedro Andrade, compositor de efeitos visuais.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Para dizer a verdade, eu não sei bem traduzir o nome daquilo que ele faz, se alguém souber pode-me enviar um email se fizer favor.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Pedro é irmão do anterior convidado Filipe Andrade, que disponibilizou a casa para a entrevista, e ao qual muito agradeço.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Assim que cheguei fui recebido com um abraço do Filipe, com o qual só estive uma vez, mas que sinto que é genuinamente "um gajo muita bacano", e é algo que tem em comum com o Pedro, outro "bacano".</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Foi muito engraçado ver a diferença de percursos dos irmãos, o Filipe aos 11 anos decide que quer desenhar para a Marvel, e segue o seu caminho sem grandes dúvidas. O percurso do Pedro é não linear, com experiências em diferentes áreas, mas todas com aprendizagem, pois se quisermos aprender, há sempre uma lição.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Pedro andou pela música, formou-se em Engenharia Mecânica, foi produtor musical, trabalhou em climatização, e agora está a trabalhar em <a href='https://en.wikipedia.org/wiki/Compositing'>composição</a>, como director 2D.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Há um episódio muito interessante sobre como as coisas podem mudar, se estabelecermos objectivos, e planearmos como os atingir, que é como o Pedro decide aplicar-se nos estudos, faz uma folha de Excel com as cadeiras que lhe faltam fazer, e torna a cave da casa dos pais numa espécie de "batcave" , o sítio onde estuda e traça a sua rota em direcção ao término dos estudos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Na minha experiência, quando sou claro nos objectivos, as coisas parecem acontecer mais rapidamente, e com menos stress. No entanto tenho dificuldade em traçar objectivos, apesar das provas na primeira pessoa de que funcionam, tudo porque a não-escolha é algo com que lido mal, isto é, fico sempre a pensar no que estou a deixar de fazer, em vez de focar no que escolhi fazer. Esqueço-me que tudo é uma escolha, mesmo escolher não-escolher, é em si mesmo uma escolha, contudo é uma escolha muito mais fraca, e com resultados bem caros em termos de paz de espírito.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Pedro no entanto estabeleceu vários planos na sua vida, e foram esses planos que o motivaram, e o fizeram aguentar situações que lhe eram menos agradáveis, mas que foram um meio para atingir um fim. Grande lição, grande lição...</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A conversa é longa, mas sem dúvida interessante, pois tem muita coisa que é para mim importante na minha busca através do Falar Criativo, procurar exemplos reais de coisas que sinto, e que defendo, o sermos eternos aprendizes, os diferentes caminhos para chegar à realização pessoal, e que não é obrigatório ter um canudo para se ser um dos melhores, é sim preciso Saber.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='https://vimeo.com/149091020'>Showreel dos trabalhos do Pedro.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Livros falados no podcast:</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>O Pedro falou em livros da <a href='http://www.wook.pt/product/searchidautores/autor_id/652'>Sophia de Mello Breyner Andresen</a>.</li>
<li><a href='http://www.wook.pt/ficha/1984/a/id/192908'>"1984" do George Orwell.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Filmes falados no podcast:</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='https://www.youtube.com/watch?v=ldKPOqfq6yE'>"A ponte dos Espiões"</a></li>
<li>"<a href='https://www.youtube.com/watch?v=sY1S34973zA'>O Padrinho"</a></li>
<li><a href='https://www.youtube.com/watch?v=sKiwx1XghhY'>"Away we go" (Um lugar para viver" )</a></li>
<li></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O convidado desta semana é o Pedro Andrade, compositor de efeitos visuais.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Para dizer a verdade, eu não sei bem traduzir o nome daquilo que ele faz, se alguém souber pode-me enviar um email se fizer favor.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Pedro é irmão do anterior convidado Filipe Andrade, que disponibilizou a casa para a entrevista, e ao qual muito agradeço.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Assim que cheguei fui recebido com um abraço do Filipe, com o qual só estive uma vez, mas que sinto que é genuinamente "um gajo muita bacano", e é algo que tem em comum com o Pedro, outro "bacano".</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Foi muito engraçado ver a diferença de percursos dos irmãos, o Filipe aos 11 anos decide que quer desenhar para a Marvel, e segue o seu caminho sem grandes dúvidas. O percurso do Pedro é não linear, com experiências em diferentes áreas, mas todas com aprendizagem, pois se quisermos aprender, há sempre uma lição.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Pedro andou pela música, formou-se em Engenharia Mecânica, foi produtor musical, trabalhou em climatização, e agora está a trabalhar em <em><a href='https://en.wikipedia.org/wiki/Compositing'>composição</a></em>, como director 2D.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Há um episódio muito interessante sobre como as coisas podem mudar, se estabelecermos objectivos, e planearmos como os atingir, que é como o Pedro decide aplicar-se nos estudos, faz uma folha de Excel com as cadeiras que lhe faltam fazer, e torna a cave da casa dos pais numa espécie de "<em>batcave" </em>, o sítio onde estuda e traça a sua rota em direcção ao término dos estudos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Na minha experiência, quando sou claro nos objectivos, as coisas parecem acontecer mais rapidamente, e com menos stress. No entanto tenho dificuldade em traçar objectivos, apesar das provas na primeira pessoa de que funcionam, tudo porque a <em>não-escolha </em>é algo com que lido mal, isto é, fico sempre a pensar no que estou a deixar de fazer, em vez de focar no que escolhi fazer. Esqueço-me que tudo é uma escolha, mesmo escolher não-escolher, é em si mesmo uma escolha, contudo é uma escolha muito mais fraca, e com resultados bem caros em termos de paz de espírito.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Pedro no entanto estabeleceu vários planos na sua vida, e foram esses planos que o motivaram, e o fizeram aguentar situações que lhe eram menos agradáveis, mas que foram um meio para atingir um fim. Grande lição, grande lição...</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A conversa é longa, mas sem dúvida interessante, pois tem muita coisa que é para mim importante na minha busca através do Falar Criativo, procurar exemplos reais de coisas que sinto, e que defendo, o sermos eternos aprendizes, os diferentes caminhos para chegar à realização pessoal, e que não é obrigatório ter um canudo para se ser um dos melhores, é sim preciso Saber.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='https://vimeo.com/149091020'>Showreel dos trabalhos do Pedro.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Livros falados no podcast:</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>O Pedro falou em livros da <a href='http://www.wook.pt/product/searchidautores/autor_id/652'>Sophia de Mello Breyner Andresen</a>.</li>
<li><a href='http://www.wook.pt/ficha/1984/a/id/192908'>"1984" do George Orwell.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Filmes falados no podcast:</p>
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<li>"<a href='https://www.youtube.com/watch?v=sY1S34973zA'>O Padrinho"</a></li>
<li><a href='https://www.youtube.com/watch?v=sKiwx1XghhY'>"Away we go" (Um lugar para viver" )</a></li>
<li></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Pedro Andrade, compositor de efeitos visuais.Para dizer a verdade, eu não sei bem traduzir o nome daquilo que ele faz, se alguém souber pode-me enviar um email se fizer favor.O Pedro é irmão do anterior convidado Filipe Andrade, que disponibilizou a casa para a entrevista, e ao qual muito agradeço.Assim que cheguei fui recebido com um abraço do Filipe, com o qual só estive uma vez, mas que sinto que é genuinamente "um gajo muita bacano", e é algo que tem em comum com o Pedro, outro "bacano".Foi muito engraçado ver a diferença de percursos dos irmãos, o Filipe aos 11 anos decide que quer desenhar para a Marvel, e segue o seu caminho sem grandes dúvidas. O percurso do Pedro é não linear, com experiências em diferentes áreas, mas todas com aprendizagem, pois se quisermos aprender, há sempre uma lição.O Pedro andou pela música, formou-se em Engenharia Mecânica, foi produtor musical, trabalhou em climatização, e agora está a trabalhar em composição, como director 2D.Há um episódio muito interessante sobre como as coisas podem mudar, se estabelecermos objectivos, e planearmos como os atingir, que é como o Pedro decide aplicar-se nos estudos, faz uma folha de Excel com as cadeiras que lhe faltam fazer, e torna a cave da casa dos pais numa espécie de "batcave" , o sítio onde estuda e traça a sua rota em direcção ao término dos estudos.Na minha experiência, quando sou claro nos objectivos, as coisas parecem acontecer mais rapidamente, e com menos stress. No entanto tenho dificuldade em traçar objectivos, apesar das provas na primeira pessoa de que funcionam, tudo porque a não-escolha é algo com que lido mal, isto é, fico sempre a pensar no que estou a deixar de fazer, em vez de focar no que escolhi fazer. Esqueço-me que tudo é uma escolha, mesmo escolher não-escolher, é em si mesmo uma escolha, contudo é uma escolha muito mais fraca, e com resultados bem caros em termos de paz de espírito.O Pedro no entanto estabeleceu vários planos na sua vida, e foram esses planos que o motivaram, e o fizeram aguentar situações que lhe eram menos agradáveis, mas que foram um meio para atingir um fim. Grande lição, grande lição...A conversa é longa, mas sem dúvida interessante, pois tem muita coisa que é para mim importante na minha busca através do Falar Criativo, procurar exemplos reais de coisas que sinto, e que defendo, o sermos eternos aprendizes, os diferentes caminhos para chegar à realização pessoal, e que não é obrigatório ter um canudo para se ser um dos melhores, é sim preciso Saber.Showreel dos trabalhos do Pedro.Livros falados no podcast:O Pedro falou em livros da Sophia de Mello Breyner Andresen."1984" do George Orwell.Filmes falados no podcast:"A ponte dos Espiões""O Padrinho""Away we go" (Um lugar para viver" )]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>Falar mais Criativo - episódio 24, Split the Cherry</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 24, Split the Cherry</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/falar-mais-criativo-episodio-24-split-the-cherry/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 18 Jan 2016 09:30:00 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Neste episódio, eu Rui Branco e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos de mais uma técnica para gerar ideias, do livro do Michael Michalko "Thinker Toys", que já tínhamos falado no <a href='http://falarcriativo.com/fmc-22/'>episódio 22</a>, sobre outra técnica, o S.C.A.M.P.E.R..</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">
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</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>O livro sugerido é o <a href='http://www.bookdepository.com/Inside-the-Box-Drew-Boyd-Jacob-Goldenberg/9781846686245'>"Inside the Box" do Drew Boyd e do Jacob Goldenberg.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Neste episódio, eu Rui Branco e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos de mais uma técnica para gerar ideias, do livro do Michael Michalko "Thinker Toys", que já tínhamos falado no <a href='http://falarcriativo.com/fmc-22/'>episódio 22</a>, sobre outra técnica, o S.C.A.M.P.E.R..</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><br>
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        <title>episódio 113 - Ricardo Araújo Pereira</title>
        <itunes:title>episódio 113 - Ricardo Araújo Pereira</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O convidado desta semana é o Ricardo Araújo Pereira, um dos mais conceituados e conhecidos humoristas portugueses.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Ricardo é alguém que admiro bastante, e sou fã desde os tempos em que fazia sketches no programa "Perfeito Anormal", de tal forma que eu sabia de cor algumas dessas rábulas, como por exemplo <a href='https://www.youtube.com/watch?v=z0vb7rj3p1o'>"A minha vida dava um filme indiano"</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">No entanto, não era só como fã, o meu interesse em entrevistá-lo. O trabalho dele, o volume e a qualidade, são um exemplo máximo de criatividade, e algo que um curioso como eu gostaria de perceber, e penso que muitos dos ouvintes do podcast partilharão esse interesse.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Sabendo deste meu desejo, a Nídia Nobre, ouvinte do podcast, descobriu que o Ricardo iria falar numa gala de entrega de prémios, e disse-me que estava ali a minha oportunidade para o convidar a passar pelo Falar Criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">No dia dessa gala tive de pedir para fazer o meu horário seguido, sem pausa, para sair mais cedo, e conseguir ir lá. Chegado ao local, vi que estavam a colocar o microfone no Ricardo, e disse para comigo "Assim que lhe puserem o microfone, vais lá convidar". Bem dito bem feito, eu era um homem com uma missão. Abordei-o, e com a simpatia e educação que o caracterizam, acedeu a ser entrevistado, fazendo algumas perguntas sobre o podcast, e de que forma faríamos a entrevista. Deu-me o seu email, e eu, só aí tive uma enorme sensação de realização de missão cumprida.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">
</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Trocámos emails para combinar, e uma coisa que me deixou logo impressionado foi o facto de ele se ter oferecido para me ir buscar ao meu local de trabalho, uma vez que fizemos a entrevista nas duas horas que tenho de almoço.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">E assim foi, no dia combinado foi-me buscar, e logo mostrou o seu humor, ao questionar-me se eu era o Rui, ou se estaria a colocar um estranho dentro do carro.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">No caminho fui-lhe explicando o projecto, e fiquei a saber que já tinha ido ouvir alguns episódios, nomeadamente o da <a href='http://falarcriativo.com/episodio-26-susana-romana/'>Susana Romana</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Tirámos a fotografia da praxe, na qual pareço um anão (ele é mesmo alto), e começámos a conversar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Eu admito que estava nervoso, pois na preparação que fiz, encontrei muitas entrevistas, muitas interessantes, e pensei para comigo, que caminho escolher para não ser só mais uma, e de que forma conduziria a conversa.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A conversa fluiu, embora eu possa por vezes não ter sido tão paciente como já fui noutras entrevistas, e tenha sido mais participativo do que provavelmente seria desejável. Isto é, senti ao ouvir depois, que parecia haver em mim uma necessidade de que ele reconhecesse valor em mim, e nas minhas ideias e opiniões, eu queria ser visto por alguém que admiro. Todos nós já passámos por situações destas, mas é sempre bom tentar, e fazer melhor para a próxima.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Falámos da dificuldade que o "ser criativo" e ter ideias quando são precisas, das condições necessárias para as ideias surgirem poderem ser facilmente confundidas por nós e pelos outros como preguiça, ou "engonhar".  O John Cleese explica muito bem esta questão neste <a href='https://www.youtube.com/watch?v=Qby0ed4aVpo'>video</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Ricardo referiu questão da criatividade não ser algo exclusivo de certas pessoas, e não ser um talento, mas sim um modo de operar, uma disponibilidade de pensar de forma diferente, uma disponibilidade para brincar/jogar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O saber dizer que não é algo que aconselho a prestarem atenção quando ouvirem o episódio, há dicas muito importantes, de alguém que soube dizer que não a várias propostas, até que surgiu aquela que era irrecusável. A maior parte de nós vai dizendo meios "sins", e na hora de dizer "SIM!", já não temos espaço, nem energia. Nessa nota aconselho <a href='https://sivers.org/hellyeah'>isto.</a></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Houve muita coisa que ficou por falar, mas ficou apontada uma segunda volta, e espero da próxima vez não ter a limitação da minha hora de almoço.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Sinto que talvez tenha alguma dificuldade em resumir neste texto o que aprendi, mas aprendi bastante, mas a coisa mais importante foi a de que ser famoso, e conhecido, não tem de significar distância, e arrogância. O Ricardo é um exemplo de alguém que está ao mais alto nível naquilo que faz, e continua a ser humilde, acessível e humano.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Livros sugeridos:</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://mariodecarvalho.com/obra/era-bom-que-trocassemos-umas-ideias-sobre-o-assunto'>"Era bom que trocássemos umas ideias sobre o assunto" do Mário de Carvalho</a></li>
<li>"<a href='http://www.bookdepository.com/The-Annotated-Alice-Sir-John-Tenniel-Martin-Gardner-Lewis-Carroll/9780393048476'>The Annotated Alice" do Martin Gardner</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Livros referidos:</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.wook.pt/ficha/o-codigo-do-talento/a/id/1553596'>"Código do talento" do Daniel Coyle</a></li>
<li><a href='http://www.wook.pt/ficha/bounce/a/id/10018120'>"Bounce" do Mathew Syed</a></li>
<li></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O convidado desta semana é o Ricardo Araújo Pereira, um dos mais conceituados e conhecidos humoristas portugueses.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Ricardo é alguém que admiro bastante, e sou fã desde os tempos em que fazia sketches no programa "Perfeito Anormal", de tal forma que eu sabia de cor algumas dessas rábulas, como por exemplo <a href='https://www.youtube.com/watch?v=z0vb7rj3p1o'>"A minha vida dava um filme indiano"</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">No entanto, não era só como fã, o meu interesse em entrevistá-lo. O trabalho dele, o volume e a qualidade, são um exemplo máximo de criatividade, e algo que um curioso como eu gostaria de perceber, e penso que muitos dos ouvintes do podcast partilharão esse interesse.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Sabendo deste meu desejo, a Nídia Nobre, ouvinte do podcast, descobriu que o Ricardo iria falar numa gala de entrega de prémios, e disse-me que estava ali a minha oportunidade para o convidar a passar pelo Falar Criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">No dia dessa gala tive de pedir para fazer o meu horário seguido, sem pausa, para sair mais cedo, e conseguir ir lá. Chegado ao local, vi que estavam a colocar o microfone no Ricardo, e disse para comigo "Assim que lhe puserem o microfone, vais lá convidar". Bem dito bem feito, eu era um homem com uma missão. Abordei-o, e com a simpatia e educação que o caracterizam, acedeu a ser entrevistado, fazendo algumas perguntas sobre o podcast, e de que forma faríamos a entrevista. Deu-me o seu email, e eu, só aí tive uma enorme sensação de realização de missão cumprida.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><br>
</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Trocámos emails para combinar, e uma coisa que me deixou logo impressionado foi o facto de ele se ter oferecido para me ir buscar ao meu local de trabalho, uma vez que fizemos a entrevista nas duas horas que tenho de almoço.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">E assim foi, no dia combinado foi-me buscar, e logo mostrou o seu humor, ao questionar-me se eu era o Rui, ou se estaria a colocar um estranho dentro do carro.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">No caminho fui-lhe explicando o projecto, e fiquei a saber que já tinha ido ouvir alguns episódios, nomeadamente o da <a href='http://falarcriativo.com/episodio-26-susana-romana/'>Susana Romana</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Tirámos a fotografia da praxe, na qual pareço um anão (ele é mesmo alto), e começámos a conversar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Eu admito que estava nervoso, pois na preparação que fiz, encontrei muitas entrevistas, muitas interessantes, e pensei para comigo, que caminho escolher para não ser só mais uma, e de que forma conduziria a conversa.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A conversa fluiu, embora eu possa por vezes não ter sido tão paciente como já fui noutras entrevistas, e tenha sido mais participativo do que provavelmente seria desejável. Isto é, senti ao ouvir depois, que parecia haver em mim uma necessidade de que ele reconhecesse valor em mim, e nas minhas ideias e opiniões, eu queria ser visto por alguém que admiro. Todos nós já passámos por situações destas, mas é sempre bom tentar, e fazer melhor para a próxima.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Falámos da dificuldade que o "ser criativo" e ter ideias quando são precisas, das condições necessárias para as ideias surgirem poderem ser facilmente confundidas por nós e pelos outros como preguiça, ou "engonhar".  O John Cleese explica muito bem esta questão neste <a href='https://www.youtube.com/watch?v=Qby0ed4aVpo'>video</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Ricardo referiu questão da criatividade não ser algo exclusivo de certas pessoas, e não ser um talento, mas sim um modo de operar, uma disponibilidade de pensar de forma diferente, uma disponibilidade para brincar/jogar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O saber dizer que não é algo que aconselho a prestarem atenção quando ouvirem o episódio, há dicas muito importantes, de alguém que soube dizer que não a várias propostas, até que surgiu aquela que era irrecusável. A maior parte de nós vai dizendo meios "sins", e na hora de dizer "SIM!", já não temos espaço, nem energia. Nessa nota aconselho <a href='https://sivers.org/hellyeah'>isto.</a></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Houve muita coisa que ficou por falar, mas ficou apontada uma segunda volta, e espero da próxima vez não ter a limitação da minha hora de almoço.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Sinto que talvez tenha alguma dificuldade em resumir neste texto o que aprendi, mas aprendi bastante, mas a coisa mais importante foi a de que ser famoso, e conhecido, não tem de significar distância, e arrogância. O Ricardo é um exemplo de alguém que está ao mais alto nível naquilo que faz, e continua a ser humilde, acessível e humano.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Livros sugeridos:</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://mariodecarvalho.com/obra/era-bom-que-trocassemos-umas-ideias-sobre-o-assunto'>"Era bom que trocássemos umas ideias sobre o assunto" do Mário de Carvalho</a></li>
<li>"<a href='http://www.bookdepository.com/The-Annotated-Alice-Sir-John-Tenniel-Martin-Gardner-Lewis-Carroll/9780393048476'>The Annotated Alice" do Martin Gardner</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Livros referidos:</p>
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<li><a href='http://www.wook.pt/ficha/bounce/a/id/10018120'>"Bounce" do Mathew Syed</a></li>
<li></li>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Ricardo Araújo Pereira, um dos mais conceituados e conhecidos humoristas portugueses.O Ricardo é alguém que admiro bastante, e sou fã desde os tempos em que fazia sketches no programa "Perfeito Anormal", de tal forma que eu sabia de cor algumas dessas rábulas, como por exemplo "A minha vida dava um filme indiano".No entanto, não era só como fã, o meu interesse em entrevistá-lo. O trabalho dele, o volume e a qualidade, são um exemplo máximo de criatividade, e algo que um curioso como eu gostaria de perceber, e penso que muitos dos ouvintes do podcast partilharão esse interesse.Sabendo deste meu desejo, a Nídia Nobre, ouvinte do podcast, descobriu que o Ricardo iria falar numa gala de entrega de prémios, e disse-me que estava ali a minha oportunidade para o convidar a passar pelo Falar Criativo.No dia dessa gala tive de pedir para fazer o meu horário seguido, sem pausa, para sair mais cedo, e conseguir ir lá. Chegado ao local, vi que estavam a colocar o microfone no Ricardo, e disse para comigo "Assim que lhe puserem o microfone, vais lá convidar". Bem dito bem feito, eu era um homem com uma missão. Abordei-o, e com a simpatia e educação que o caracterizam, acedeu a ser entrevistado, fazendo algumas perguntas sobre o podcast, e de que forma faríamos a entrevista. Deu-me o seu email, e eu, só aí tive uma enorme sensação de realização de missão cumprida.Trocámos emails para combinar, e uma coisa que me deixou logo impressionado foi o facto de ele se ter oferecido para me ir buscar ao meu local de trabalho, uma vez que fizemos a entrevista nas duas horas que tenho de almoço.E assim foi, no dia combinado foi-me buscar, e logo mostrou o seu humor, ao questionar-me se eu era o Rui, ou se estaria a colocar um estranho dentro do carro.No caminho fui-lhe explicando o projecto, e fiquei a saber que já tinha ido ouvir alguns episódios, nomeadamente o da Susana Romana.Tirámos a fotografia da praxe, na qual pareço um anão (ele é mesmo alto), e começámos a conversar.Eu admito que estava nervoso, pois na preparação que fiz, encontrei muitas entrevistas, muitas interessantes, e pensei para comigo, que caminho escolher para não ser só mais uma, e de que forma conduziria a conversa.A conversa fluiu, embora eu possa por vezes não ter sido tão paciente como já fui noutras entrevistas, e tenha sido mais participativo do que provavelmente seria desejável. Isto é, senti ao ouvir depois, que parecia haver em mim uma necessidade de que ele reconhecesse valor em mim, e nas minhas ideias e opiniões, eu queria ser visto por alguém que admiro. Todos nós já passámos por situações destas, mas é sempre bom tentar, e fazer melhor para a próxima.Falámos da dificuldade que o "ser criativo" e ter ideias quando são precisas, das condições necessárias para as ideias surgirem poderem ser facilmente confundidas por nós e pelos outros como preguiça, ou "engonhar".  O John Cleese explica muito bem esta questão neste video.O Ricardo referiu questão da criatividade não ser algo exclusivo de certas pessoas, e não ser um talento, mas sim um modo de operar, uma disponibilidade de pensar de forma diferente, uma disponibilidade para brincar/jogar.O saber dizer que não é algo que aconselho a prestarem atenção quando ouvirem o episódio, há dicas muito importantes, de alguém que soube dizer que não a várias propostas, até que surgiu aquela que era irrecusável. A maior parte de nós vai dizendo meios "sins", e na hora de dizer "SIM!", já não temos espaço, nem energia. Nessa nota aconselho isto.Houve muita coisa que ficou por falar, mas ficou apontada uma segunda volta, e espero da próxima vez não ter a limitação da minha hora de almoço.Sinto que talvez tenha alguma dificuldade em resumir neste texto o que aprendi, mas aprendi bastante, mas a coisa mais importante foi a de que ser famoso, e conhecido, não tem de significar distância, e arrogância. O Ricardo é um exemplo de alguém que está ao mais alto nível naquilo que faz, e continua a ser h]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>Falar mais Criativo - episódio 23, Plano Criativo 2016</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 23, Plano Criativo 2016</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/falar-mais-criativo-episodio-23-plano-criativo-2016/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 04 Jan 2016 09:30:00 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>Neste episódio, eu Rui Branco e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, damos uma ajuda para um 2016 mais criativo, através de novas formas de olhar para planos e objectivos.</p>
<p>Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
O site sugerido é o <a href='http://www.sketch-a-day.com/'>Sketch a Day.</a>]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Neste episódio, eu Rui Branco e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, damos uma ajuda para um 2016 mais criativo, através de novas formas de olhar para planos e objectivos.</p>
<p>Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
O site sugerido é o <a href='http://www.sketch-a-day.com/'>Sketch a Day.</a>]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Neste episódio, eu Rui Branco e a Anita Silva, damos uma ajuda para um 2016 mais criativo, através de novas formas de olhar para planos e objectivos.Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.O site sugerido é o Sketch a Day.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 112 - Ana Albuquerque</title>
        <itunes:title>episódio 112 - Ana Albuquerque</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-112-ana-albuquerque/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 28 Dec 2015 09:30:00 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Ana Albuquerque que conheci no colégio 
da minha filha, tendo me sido apresentada como "alguém que devias 
conhecer e entrevistar".</p>
<p>Assim foi, conhecia-a, e depois combinámos a entrevista.</p>
<p>No
 dia combinado, fui ter à casa da Ana, ela quis saber mais sobre o Falar
 Criativo, e pusemo-nos à conversa, de tal maneira que acabou-e o tempo 
que ambos tínhamos disponível e nada de entrevista, zero gravação.</p>
<p>A
 Ana até ficou um pouco sem jeito de termos passado aquele tempo todo à 
conversa, uma hora e meia, e termos de combinar para outro dia. 
Felizmente, ambos tínhamos um bocado disponível no dia seguinte, e 
conseguimos gravar.</p>
<p>Falámos do seu percurso, mas talvez menos 
desse assunto do que é habitual eu falar nestas minhas conversas, e 
centrei-me mais no processo, e o que pretende a Ana transmitir com 
aquilo que faz.</p>
<p>É a segunda convidada que tenho ligada à joalharia, a primeira foi a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-14-leonor-hipolito/'>Leonor Hipólito</a>,
 que tem até hoje o maior número de downloads do Falar Criativo até 
hoje, mais de 800. Falo na Leonor, também porque a Ana a conhece.</p>
<p>As
 jóias são objectos muito pessoais, com os quais normalmente há relação 
próxima, mais ostensiva nalguns casos, e bem discreta noutros. Eu 
entendo a jóia como um adorno para ocasiões especiais, e algo que para 
fazer sentido deve ser de grande valor, deverá ser embuida da carga que 
se pretende transmitir quando se usa.</p>
<p>A Ana falou numa questão que
 fez muito sentido para mim, mas algo que nunca reflecti muito, que é os
 objectos terem uma carga, uma energia, uma identidade que vai para além
 da sua materialidade, isto é, um objecto que mesmo que eu o desfaça em 
pedaços vai sempre carregar uma história daquilo que foi, dos lugares 
por onde passou, as pessoas que foram tocadas por eles... Sou pessoa de 
me apegar aos objectos, guardo t-shirts da minha adolescência, tenho 
dificuldade em separar-me de livros, porque para mim, eles são aquilo 
que se passou, aquilo que vivi. No entanto eles serão sempre apenas uma 
parte, um lembrete, nunca serão o todo da experiência, isso, não volta.</p>
<p> 
</p>
Livro sugerido é o <a href='http://www.wook.pt/ficha/seis-propostas-para-o-proximo-milenio/a/id/97559'>"Seis Propostas para o Próximo Milénio" do Italo Calvino.</a>]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Ana Albuquerque que conheci no colégio 
da minha filha, tendo me sido apresentada como "alguém que devias 
conhecer e entrevistar".</p>
<p>Assim foi, conhecia-a, e depois combinámos a entrevista.</p>
<p>No
 dia combinado, fui ter à casa da Ana, ela quis saber mais sobre o Falar
 Criativo, e pusemo-nos à conversa, de tal maneira que acabou-e o tempo 
que ambos tínhamos disponível e nada de entrevista, zero gravação.</p>
<p>A
 Ana até ficou um pouco sem jeito de termos passado aquele tempo todo à 
conversa, uma hora e meia, e termos de combinar para outro dia. 
Felizmente, ambos tínhamos um bocado disponível no dia seguinte, e 
conseguimos gravar.</p>
<p>Falámos do seu percurso, mas talvez menos 
desse assunto do que é habitual eu falar nestas minhas conversas, e 
centrei-me mais no processo, e o que pretende a Ana transmitir com 
aquilo que faz.</p>
<p>É a segunda convidada que tenho ligada à joalharia, a primeira foi a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-14-leonor-hipolito/'>Leonor Hipólito</a>,
 que tem até hoje o maior número de downloads do Falar Criativo até 
hoje, mais de 800. Falo na Leonor, também porque a Ana a conhece.</p>
<p>As
 jóias são objectos muito pessoais, com os quais normalmente há relação 
próxima, mais ostensiva nalguns casos, e bem discreta noutros. Eu 
entendo a jóia como um adorno para ocasiões especiais, e algo que para 
fazer sentido deve ser de grande valor, deverá ser embuida da carga que 
se pretende transmitir quando se usa.</p>
<p>A Ana falou numa questão que
 fez muito sentido para mim, mas algo que nunca reflecti muito, que é os
 objectos terem uma carga, uma energia, uma identidade que vai para além
 da sua materialidade, isto é, um objecto que mesmo que eu o desfaça em 
pedaços vai sempre carregar uma história daquilo que foi, dos lugares 
por onde passou, as pessoas que foram tocadas por eles... Sou pessoa de 
me apegar aos objectos, guardo t-shirts da minha adolescência, tenho 
dificuldade em separar-me de livros, porque para mim, eles são aquilo 
que se passou, aquilo que vivi. No entanto eles serão sempre apenas uma 
parte, um lembrete, nunca serão o todo da experiência, isso, não volta.</p>
<p> <br>
</p>
Livro sugerido é o <a href='http://www.wook.pt/ficha/seis-propostas-para-o-proximo-milenio/a/id/97559'>"Seis Propostas para o Próximo Milénio" do Italo Calvino.</a>]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[A convidada desta semana é a Ana Albuquerque que conheci no colégio 
da minha filha, tendo me sido apresentada como "alguém que devias 
conhecer e entrevistar".Assim foi, conhecia-a, e depois combinámos a entrevista.No
 dia combinado, fui ter à casa da Ana, ela quis saber mais sobre o Falar
 Criativo, e pusemo-nos à conversa, de tal maneira que acabou-e o tempo 
que ambos tínhamos disponível e nada de entrevista, zero gravação.A
 Ana até ficou um pouco sem jeito de termos passado aquele tempo todo à 
conversa, uma hora e meia, e termos de combinar para outro dia. 
Felizmente, ambos tínhamos um bocado disponível no dia seguinte, e 
conseguimos gravar.Falámos do seu percurso, mas talvez menos 
desse assunto do que é habitual eu falar nestas minhas conversas, e 
centrei-me mais no processo, e o que pretende a Ana transmitir com 
aquilo que faz.É a segunda convidada que tenho ligada à joalharia, a primeira foi a Leonor Hipólito,
 que tem até hoje o maior número de downloads do Falar Criativo até 
hoje, mais de 800. Falo na Leonor, também porque a Ana a conhece.As
 jóias são objectos muito pessoais, com os quais normalmente há relação 
próxima, mais ostensiva nalguns casos, e bem discreta noutros. Eu 
entendo a jóia como um adorno para ocasiões especiais, e algo que para 
fazer sentido deve ser de grande valor, deverá ser embuida da carga que 
se pretende transmitir quando se usa.A Ana falou numa questão que
 fez muito sentido para mim, mas algo que nunca reflecti muito, que é os
 objectos terem uma carga, uma energia, uma identidade que vai para além
 da sua materialidade, isto é, um objecto que mesmo que eu o desfaça em 
pedaços vai sempre carregar uma história daquilo que foi, dos lugares 
por onde passou, as pessoas que foram tocadas por eles... Sou pessoa de 
me apegar aos objectos, guardo t-shirts da minha adolescência, tenho 
dificuldade em separar-me de livros, porque para mim, eles são aquilo 
que se passou, aquilo que vivi. No entanto eles serão sempre apenas uma 
parte, um lembrete, nunca serão o todo da experiência, isso, não volta. Livro sugerido é o "Seis Propostas para o Próximo Milénio" do Italo Calvino.]]></itunes:summary>
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        <title>Falar mais Criativo - episódio 22, S.C.A.M.P.E.R.</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 22, S.C.A.M.P.E.R.</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Neste episódio, eu Rui Branco e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos sobre a técnica <a href='https://en.wikipedia.org/wiki/S.C.A.M.P.E.R'>S.C.A.M.P.E.R.</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>Livro sugerido é o <a href='http://www.amazon.com/Thinkertoys-Handbook-Creative-Thinking-Techniques-2nd/dp/1580087736/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1450298975&sr=8-1&keywords=michalko'>"Thinkertoys: A Handbook of Creative-Thinking Techniques " do Michael Michalko.</a></li>
<li>O jogo sugerido é o <a href='http://www.amazon.com/Thinkpak-Brainstorming-Card-Michael-Michalko/dp/1580087728/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1450307384&sr=8-1&keywords=think+pack'>"Thinkpak: A Brainstorming Card Deck"</a>.</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Neste episódio, eu Rui Branco e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos sobre a técnica <a href='https://en.wikipedia.org/wiki/S.C.A.M.P.E.R'>S.C.A.M.P.E.R.</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>Livro sugerido é o <a href='http://www.amazon.com/Thinkertoys-Handbook-Creative-Thinking-Techniques-2nd/dp/1580087736/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1450298975&sr=8-1&keywords=michalko'>"Thinkertoys: A Handbook of Creative-Thinking Techniques " do Michael Michalko.</a></li>
<li>O jogo sugerido é o <a href='http://www.amazon.com/Thinkpak-Brainstorming-Card-Michael-Michalko/dp/1580087728/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1450307384&sr=8-1&keywords=think+pack'>"Thinkpak: A Brainstorming Card Deck"</a>.</li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[Neste episódio, eu Rui Branco e a Anita Silva, falamos sobre a técnica S.C.A.M.P.E.R..Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.Livro sugerido é o "Thinkertoys: A Handbook of Creative-Thinking Techniques " do Michael Michalko.O jogo sugerido é o "Thinkpak: A Brainstorming Card Deck".]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>Falar mais Criativo - episódio 21, Criatividade e Stress</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 21, Criatividade e Stress</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/falar-mais-criativo-episodio-21-criatividade-e-stress/#comments</comments>        <pubDate>Thu, 10 Dec 2015 09:00:00 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;line-height:26.35px;color:rgb(23,23,23);">Neste episódio, eu Rui Branco e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos sobre  criatividade e stress.</p>
<p style="font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;line-height:26.35px;color:rgb(23,23,23);">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
<p></p>
<ul><li><a href='https://www.youtube.com/watch?v=CXox5t3tURk'>Video sugerido</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;line-height:26.35px;color:rgb(23,23,23);">Neste episódio, eu Rui Branco e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos sobre  criatividade e stress.</p>
<p style="font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;line-height:26.35px;color:rgb(23,23,23);">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
<p></p>
<ul><li><a href='https://www.youtube.com/watch?v=CXox5t3tURk'>Video sugerido</a></li>
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        <title>episódio 111 - Café D'Alma</title>
        <itunes:title>episódio 111 - Café D'Alma</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-111-cafe-dalma/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 07 Dec 2015 09:00:00 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Os convidados desta semana são um, mas também são cinco. São um grupo, os Café D'Alma, mas também são o Nicholas Ratcliffe, a Nádia Sousa, o Jaime Ferreira, a Susana Amaral e a Bárbara Santos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Nicholas é professor de guitarra de um dos primeiros convidados, o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-9-joao-banazol/'>João Banazol</a>, e um dia em conversa com ele surgiu o grupo que o Nicholas tinha, e que seria interessante entrevistar um grupo inteiro.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Passado quase um ano desta conversa, comecei a falar com o Nicholas sobre essa possibilidade, e ele disse-me que daria jeito também ter a entrevista para algo que eles estão a desenvolver para lançamento do grupo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A preparação que fiz foi um pouco diferente, estudei cinco pessoas de uma só vez, mas também tive de estudar e perceber o tos, os Café D'Alma.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Tive receio que a conversa fosse demasiado fragmentada ao dividi-la pelos cinco, mas não, talvez também pelo facto de o Nicholas e a Nádia terem de alguma forma tomado a seu cargo o falar sobre o grupo, sobre os processos e dinâmicas.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">É um conjunto de pessoas, de percursos diferentes, mas que se quiseram juntar para fazer algo diferente para todos, pois embora tivessem tido projectos anteriores, alguns até semelhantes, neste tentam explorar novos territórios fazendo uma mistura rica e diversificada.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Eu admito que ao ouvir algumas coisas deles, senti algo de Madredeus, não sei se pela presença do violoncelo e do acordeão, mas são outra coisa, outro ambiente e uma outra alma.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Eu percebi que seria um desafio pôr todos a participar de maneira igual. Quando os conheci minutos antes da entrevista, alguns membros achavam que não teriam de  falar, e que seria mais fácil se soubessem o que eu ia perguntar. Tentei fazê-los rir, brincando com eles para diminuir o nervosismo, de tal forma que penso ter sido demasiado brincalhão durante a nossa conversa. Mas talvez tenha conseguido tirar mais deles por isso mesmo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Espero que venham a ser grandes. Têm a sensibilidade, a vontade e a capacidade.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.cafedalma.com/'>Site dos Café D'Alma.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/CafeDAlma/'>Página do Facebook.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Os convidados desta semana são um, mas também são cinco. São um grupo, os Café D'Alma, mas também são o Nicholas Ratcliffe, a Nádia Sousa, o Jaime Ferreira, a Susana Amaral e a Bárbara Santos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Nicholas é professor de guitarra de um dos primeiros convidados, o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-9-joao-banazol/'>João Banazol</a>, e um dia em conversa com ele surgiu o grupo que o Nicholas tinha, e que seria interessante entrevistar um grupo inteiro.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Passado quase um ano desta conversa, comecei a falar com o Nicholas sobre essa possibilidade, e ele disse-me que daria jeito também ter a entrevista para algo que eles estão a desenvolver para lançamento do grupo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A preparação que fiz foi um pouco diferente, estudei cinco pessoas de uma só vez, mas também tive de estudar e perceber o tos, os Café D'Alma.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Tive receio que a conversa fosse demasiado fragmentada ao dividi-la pelos cinco, mas não, talvez também pelo facto de o Nicholas e a Nádia terem de alguma forma tomado a seu cargo o falar sobre o grupo, sobre os processos e dinâmicas.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">É um conjunto de pessoas, de percursos diferentes, mas que se quiseram juntar para fazer algo diferente para todos, pois embora tivessem tido projectos anteriores, alguns até semelhantes, neste tentam explorar novos territórios fazendo uma mistura rica e diversificada.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Eu admito que ao ouvir algumas coisas deles, senti algo de Madredeus, não sei se pela presença do violoncelo e do acordeão, mas são outra coisa, outro ambiente e uma outra alma.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Eu percebi que seria um desafio pôr todos a participar de maneira igual. Quando os conheci minutos antes da entrevista, alguns membros achavam que não teriam de  falar, e que seria mais fácil se soubessem o que eu ia perguntar. Tentei fazê-los rir, brincando com eles para diminuir o nervosismo, de tal forma que penso ter sido demasiado brincalhão durante a nossa conversa. Mas talvez tenha conseguido tirar mais deles por isso mesmo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Espero que venham a ser grandes. Têm a sensibilidade, a vontade e a capacidade.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.cafedalma.com/'>Site dos Café D'Alma.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/CafeDAlma/'>Página do Facebook.</a></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[Os convidados desta semana são um, mas também são cinco. São um grupo, os Café D'Alma, mas também são o Nicholas Ratcliffe, a Nádia Sousa, o Jaime Ferreira, a Susana Amaral e a Bárbara Santos.O Nicholas é professor de guitarra de um dos primeiros convidados, o João Banazol, e um dia em conversa com ele surgiu o grupo que o Nicholas tinha, e que seria interessante entrevistar um grupo inteiro.Passado quase um ano desta conversa, comecei a falar com o Nicholas sobre essa possibilidade, e ele disse-me que daria jeito também ter a entrevista para algo que eles estão a desenvolver para lançamento do grupo.A preparação que fiz foi um pouco diferente, estudei cinco pessoas de uma só vez, mas também tive de estudar e perceber o tos, os Café D'Alma.Tive receio que a conversa fosse demasiado fragmentada ao dividi-la pelos cinco, mas não, talvez também pelo facto de o Nicholas e a Nádia terem de alguma forma tomado a seu cargo o falar sobre o grupo, sobre os processos e dinâmicas.É um conjunto de pessoas, de percursos diferentes, mas que se quiseram juntar para fazer algo diferente para todos, pois embora tivessem tido projectos anteriores, alguns até semelhantes, neste tentam explorar novos territórios fazendo uma mistura rica e diversificada.Eu admito que ao ouvir algumas coisas deles, senti algo de Madredeus, não sei se pela presença do violoncelo e do acordeão, mas são outra coisa, outro ambiente e uma outra alma.Eu percebi que seria um desafio pôr todos a participar de maneira igual. Quando os conheci minutos antes da entrevista, alguns membros achavam que não teriam de  falar, e que seria mais fácil se soubessem o que eu ia perguntar. Tentei fazê-los rir, brincando com eles para diminuir o nervosismo, de tal forma que penso ter sido demasiado brincalhão durante a nossa conversa. Mas talvez tenha conseguido tirar mais deles por isso mesmo.Espero que venham a ser grandes. Têm a sensibilidade, a vontade e a capacidade.Site dos Café D'Alma.Página do Facebook.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 110 - Filipe Andrade</title>
        <itunes:title>episódio 110 - Filipe Andrade</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-110-filipe-andrade/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 30 Nov 2015 08:00:00 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O convidado desta semana é o Filipe Andrade, ilustrador que é mais conhecido por desenhar para a <a href='http://marvel.com/'>Marvel</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Mais uma vez vou agradecer ao <a href='http://falarcriativo.com/episodio-107-andre-oliveira/'>André  Oliveira</a> ter feito a ponte que tornou esta conversa possível, é de facto um privilégio ter o André a ajudar o Falar Criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Foi simples de combinar a entrevista, o Filipe já estava "avisado", e é uma pessoa muito acessível. Como o Filipe se encontra a recuperar de uma cirurgia, encontrámo-nos em casa dele, o que permitiu que ele estivesse bem à vontade, e eu tivesse direito a café e bolinhos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Já referi que o Filipe é uma pessoa muito acessível e, quando lá cheguei começámos a conversar sobre o Falar Criativo, sobre os episódios que ele já tinha ouvido, e que lhe faziam companhia enquanto desenhava. Foi para mim logo um bom presságio, um motivo de orgulho, de felicidade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Começámos a gravar, a conversa fluiu, e eu de queixo caído por ouvir na primeira pessoa, muitas coisas que acredito, que sei, mas que ainda tenho dificuldade em colocar em prática.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Outro dia escrevi um texto, para uma publicação que será lançada em Janeiro, onde referia que é sempre fascinante encontrar aqueles casos, aquelas pessoas para quem é claro desde tenra idade, o que querem, e "apenas" se têm de preocupar no como, o "o quê" está resolvido.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Filipe sempre teve a paixão pelo desenho, e aos 11 anos decidiu que queria desenhar para a face mais visível da banda desenhada, a Marvel. Aos 22 anos, conseguiu. Podemos dizer -"que sorte, aos 22 anos já tinha realizado o seu sonho"- ou podemos ver pelo lado mais realista - "que dedicação! 11 anos de esforço e trabalho".</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Quando o ouvimos durante a entrevista percebemos isso mesmo, que perseguir os nossos sonhos implica não fazer outras coisas, são escolhas que fazemos. É mais simples quando por alguma razão é claro o local de aterragem, mas aquilo que hoje se torna mais evidente para mim é que não é tarde, melhor, que nunca é tarde. Aqueles que conseguem alcançar grandes sonhos é por dois motivos: porque sonham grande, e porque são os seus sonhos, não os dos outros.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Todos somos atingidos por expectativas, por opiniões, a maior parte até bem intencionadas, mas alguns têm a coragem de lutar por aquilo que os faz ganhar vida.</p>
<p style="font-size:22.95px;">"A necessidade de ser aceite, pode te tornar invisível" - Jim Carey</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Aqueles que mais do que quererem ser aceites, querem sentir-se bem vivos todos os dias, são aqueles como o Filipe procuram as oportunidades, que se disciplinam e crescem, para quando a altura chega estarem preparados.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Fiquei fascinado com a ética de trabalho que ele tem, com a disciplina e a noção da responsabilidade e privilégio que é desenhar para a Marvel. Ele próprio diz que é essa discilplina que lhe permitiu chegar onde chegou, e manter-se lá.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">É a Marvel o destino final? Não. É um local no mapa na aventura que é a vida dele, e ele sabe isso. Não se deixa encostar ao que conseguiu, sabe que está bem, mas faz tudo ao seu alcance para fazer sempre mais e melhor.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A sabedoria dos seus 29 anos é digna de nota, eu na idade dele ainda não tinha percebido a necessidade do equilíbrio que a vida deve ter, o espaço para o trabalho, o espaço para o resto, os amigos, o desporto, o lazer. Esse espaço conquista-se com disciplina.</p>
<p style="font-size:22.95px;">"Discipline Equals Freedom" - Jocko Willink</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Foi para mim muito emocionante conhecer alguém que desenha para um universo que já me foi muito próximo, onde vivi muitos dias, e sonhei muitas aventuras.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Espero sinceramente que retirem tanto da conversa como eu retirei.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://filipeandradeart.blogspot.pt/'>Blog do Filipe.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/Filipe-Andrade-122657404600596/'>Facebook do Filipe</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Livros sugeridos:</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.wook.pt/ficha/pela-estrada-fora/a/id/10633874'>"Pela estrada fora" do Jack Kerouac</a></li>
<li><a href='http://www.wook.pt/ficha/slash/a/id/395863'>"Slash" a biografia do guitarrista dos Guns N' Roses</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">
</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">
</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">
</p>
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                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O convidado desta semana é o Filipe Andrade, ilustrador que é mais conhecido por desenhar para a <a href='http://marvel.com/'>Marvel</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Mais uma vez vou agradecer ao <a href='http://falarcriativo.com/episodio-107-andre-oliveira/'>André  Oliveira</a> ter feito a ponte que tornou esta conversa possível, é de facto um privilégio ter o André a ajudar o Falar Criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Foi simples de combinar a entrevista, o Filipe já estava "avisado", e é uma pessoa muito acessível. Como o Filipe se encontra a recuperar de uma cirurgia, encontrámo-nos em casa dele, o que permitiu que ele estivesse bem à vontade, e eu tivesse direito a café e bolinhos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Já referi que o Filipe é uma pessoa muito acessível e, quando lá cheguei começámos a conversar sobre o Falar Criativo, sobre os episódios que ele já tinha ouvido, e que lhe faziam companhia enquanto desenhava. Foi para mim logo um bom presságio, um motivo de orgulho, de felicidade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Começámos a gravar, a conversa fluiu, e eu de queixo caído por ouvir na primeira pessoa, muitas coisas que acredito, que sei, mas que ainda tenho dificuldade em colocar em prática.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Outro dia escrevi um texto, para uma publicação que será lançada em Janeiro, onde referia que é sempre fascinante encontrar aqueles casos, aquelas pessoas para quem é claro desde tenra idade, o que querem, e "apenas" se têm de preocupar no como, o "o quê" está resolvido.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Filipe sempre teve a paixão pelo desenho, e aos 11 anos decidiu que queria desenhar para a face mais visível da banda desenhada, a Marvel. Aos 22 anos, conseguiu. Podemos dizer -"que sorte, aos 22 anos já tinha realizado o seu sonho"- ou podemos ver pelo lado mais realista - "que dedicação! 11 anos de esforço e trabalho".</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Quando o ouvimos durante a entrevista percebemos isso mesmo, que perseguir os nossos sonhos implica não fazer outras coisas, são escolhas que fazemos. É mais simples quando por alguma razão é claro o local de aterragem, mas aquilo que hoje se torna mais evidente para mim é que não é tarde, melhor, que nunca é tarde. Aqueles que conseguem alcançar grandes sonhos é por dois motivos: porque sonham grande, e porque são os seus sonhos, não os dos outros.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Todos somos atingidos por expectativas, por opiniões, a maior parte até bem intencionadas, mas alguns têm a coragem de lutar por aquilo que os faz ganhar vida.</p>
<p style="font-size:22.95px;">"A necessidade de ser aceite, pode te tornar invisível" - Jim Carey</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Aqueles que mais do que quererem ser aceites, querem sentir-se bem vivos todos os dias, são aqueles como o Filipe procuram as oportunidades, que se disciplinam e crescem, para quando a altura chega estarem preparados.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Fiquei fascinado com a ética de trabalho que ele tem, com a disciplina e a noção da responsabilidade e privilégio que é desenhar para a Marvel. Ele próprio diz que é essa discilplina que lhe permitiu chegar onde chegou, e manter-se lá.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">É a Marvel o destino final? Não. É um local no mapa na aventura que é a vida dele, e ele sabe isso. Não se deixa encostar ao que conseguiu, sabe que está bem, mas faz tudo ao seu alcance para fazer sempre mais e melhor.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A sabedoria dos seus 29 anos é digna de nota, eu na idade dele ainda não tinha percebido a necessidade do equilíbrio que a vida deve ter, o espaço para o trabalho, o espaço para o resto, os amigos, o desporto, o lazer. Esse espaço conquista-se com disciplina.</p>
<p style="font-size:22.95px;">"Discipline Equals Freedom" - Jocko Willink</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Foi para mim muito emocionante conhecer alguém que desenha para um universo que já me foi muito próximo, onde vivi muitos dias, e sonhei muitas aventuras.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Espero sinceramente que retirem tanto da conversa como eu retirei.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://filipeandradeart.blogspot.pt/'>Blog do Filipe.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/Filipe-Andrade-122657404600596/'>Facebook do Filipe</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Livros sugeridos:</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.wook.pt/ficha/pela-estrada-fora/a/id/10633874'>"Pela estrada fora" do Jack Kerouac</a></li>
<li><a href='http://www.wook.pt/ficha/slash/a/id/395863'>"Slash" a biografia do guitarrista dos Guns N' Roses</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><br>
</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><br>
</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><br>
</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Filipe Andrade, ilustrador que é mais conhecido por desenhar para a Marvel.Mais uma vez vou agradecer ao André  Oliveira ter feito a ponte que tornou esta conversa possível, é de facto um privilégio ter o André a ajudar o Falar Criativo.Foi simples de combinar a entrevista, o Filipe já estava "avisado", e é uma pessoa muito acessível. Como o Filipe se encontra a recuperar de uma cirurgia, encontrámo-nos em casa dele, o que permitiu que ele estivesse bem à vontade, e eu tivesse direito a café e bolinhos.Já referi que o Filipe é uma pessoa muito acessível e, quando lá cheguei começámos a conversar sobre o Falar Criativo, sobre os episódios que ele já tinha ouvido, e que lhe faziam companhia enquanto desenhava. Foi para mim logo um bom presságio, um motivo de orgulho, de felicidade.Começámos a gravar, a conversa fluiu, e eu de queixo caído por ouvir na primeira pessoa, muitas coisas que acredito, que sei, mas que ainda tenho dificuldade em colocar em prática.Outro dia escrevi um texto, para uma publicação que será lançada em Janeiro, onde referia que é sempre fascinante encontrar aqueles casos, aquelas pessoas para quem é claro desde tenra idade, o que querem, e "apenas" se têm de preocupar no como, o "o quê" está resolvido.O Filipe sempre teve a paixão pelo desenho, e aos 11 anos decidiu que queria desenhar para a face mais visível da banda desenhada, a Marvel. Aos 22 anos, conseguiu. Podemos dizer -"que sorte, aos 22 anos já tinha realizado o seu sonho"- ou podemos ver pelo lado mais realista - "que dedicação! 11 anos de esforço e trabalho".Quando o ouvimos durante a entrevista percebemos isso mesmo, que perseguir os nossos sonhos implica não fazer outras coisas, são escolhas que fazemos. É mais simples quando por alguma razão é claro o local de aterragem, mas aquilo que hoje se torna mais evidente para mim é que não é tarde, melhor, que nunca é tarde. Aqueles que conseguem alcançar grandes sonhos é por dois motivos: porque sonham grande, e porque são os seus sonhos, não os dos outros.Todos somos atingidos por expectativas, por opiniões, a maior parte até bem intencionadas, mas alguns têm a coragem de lutar por aquilo que os faz ganhar vida."A necessidade de ser aceite, pode te tornar invisível" - Jim CareyAqueles que mais do que quererem ser aceites, querem sentir-se bem vivos todos os dias, são aqueles como o Filipe procuram as oportunidades, que se disciplinam e crescem, para quando a altura chega estarem preparados.Fiquei fascinado com a ética de trabalho que ele tem, com a disciplina e a noção da responsabilidade e privilégio que é desenhar para a Marvel. Ele próprio diz que é essa discilplina que lhe permitiu chegar onde chegou, e manter-se lá.É a Marvel o destino final? Não. É um local no mapa na aventura que é a vida dele, e ele sabe isso. Não se deixa encostar ao que conseguiu, sabe que está bem, mas faz tudo ao seu alcance para fazer sempre mais e melhor.A sabedoria dos seus 29 anos é digna de nota, eu na idade dele ainda não tinha percebido a necessidade do equilíbrio que a vida deve ter, o espaço para o trabalho, o espaço para o resto, os amigos, o desporto, o lazer. Esse espaço conquista-se com disciplina."Discipline Equals Freedom" - Jocko WillinkFoi para mim muito emocionante conhecer alguém que desenha para um universo que já me foi muito próximo, onde vivi muitos dias, e sonhei muitas aventuras.Espero sinceramente que retirem tanto da conversa como eu retirei.Blog do Filipe.Facebook do FilipeLivros sugeridos:"Pela estrada fora" do Jack Kerouac"Slash" a biografia do guitarrista dos Guns N' Roses]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>Falar mais Criativo - episódio 20, Aprendizagem Não Linear</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 20, Aprendizagem Não Linear</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Neste episódio, eu Rui Branco e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos sobre aprendizagem não linear.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='https://vimeo.com/40000072'>Video sobre o Cane's Arcade.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Neste episódio, eu Rui Branco e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos sobre aprendizagem não linear.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='https://vimeo.com/40000072'>Video sobre o Cane's Arcade.</a></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[Neste episódio, eu Rui Branco e a Anita Silva, falamos sobre aprendizagem não linear.Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.Video sobre o Cane's Arcade.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 109 - Miguel Espiga</title>
        <itunes:title>episódio 109 - Miguel Espiga</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O convidado desta semana é o Miguel Espiga, CEO da <a href='http://www.coderhat.com/'>Coderhat</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Eu conheço o Miguel há já algum tempo, uma vez que a filha mais nova dele, é colega da minha filha mais velha.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A maior parte das conversas que tivemos deve ter sido sobre elas, sobre a escola ou outra trivialidade qualquer. No entanto, há coisa de um ano, falámos sobre bodyboard e que ele algumas vezes que apanhava trânsito, preferia parar o carro dar uma surfada e só depois ir trabalhar. O Rui Branco ficou de orelhas no ar, pois esta flexibilidade e liberdade é algo que deveria ser a regra e não a excepção. Sei que existem profissões ou funções, que não são compatíveis com esta flexibilidade, mas acredito que a maior parte será.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A vontade de conversar com o Miguel, intensificou-se quando a Universidade de Aveiro lançou uma revista comemorativa dos seus 40 anos, e inclui 40 inventores, e 40 empreendedores, entre os quais o Miguel. Ao ler o testemunho para que deu para a dita revista, percebi que a Coderhat é um projecto muito interessante e sólido, e que a visão do Miguel sobre a importância das pessoas na equação do trabalho, é muito semelhante à minha.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Combinámos ao fim da tarde, e ele sugeriu a praia, algo que lhe diz muito.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O percurso do Miguel e da Coderhat até parece fácil, e acho que se o foi, ou tem sido, é porque ele gosta mesmo do que faz, e no seu processo inclui os outros, e sabe que há tarefas que não gosta tanto, e nesses casos há pessoas melhores do que ele para as desempenhar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A humildade de saber que um cargo de topo trás consigo responsabilidade e com isso a necessidade de em determinados momentos precisar de ajuda, e não assumir que se sabe tudo, parece-me que é um ingrediente fundamental.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.coderhat.com/'>Site da Coderhat.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/coderhat/'>Facebook da Coderhat.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Livros sugeridos:</p>
<ol style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.wook.pt/ficha/lolita/a/id/15104997'>"Lolita" do Vladimir Nabokov.</a></li>
<li><a href='http://www.wook.pt/ficha/convite-para-uma-decapitacao/a/id/16999715'>"Convite para uma decapitação" do Vladimir Nabokov.</a></li>
</ol>]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O convidado desta semana é o Miguel Espiga, CEO da <a href='http://www.coderhat.com/'>Coderhat</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Eu conheço o Miguel há já algum tempo, uma vez que a filha mais nova dele, é colega da minha filha mais velha.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A maior parte das conversas que tivemos deve ter sido sobre elas, sobre a escola ou outra trivialidade qualquer. No entanto, há coisa de um ano, falámos sobre bodyboard e que ele algumas vezes que apanhava trânsito, preferia parar o carro dar uma surfada e só depois ir trabalhar. O Rui Branco ficou de orelhas no ar, pois esta flexibilidade e liberdade é algo que deveria ser a regra e não a excepção. Sei que existem profissões ou funções, que não são compatíveis com esta flexibilidade, mas acredito que a maior parte será.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A vontade de conversar com o Miguel, intensificou-se quando a Universidade de Aveiro lançou uma revista comemorativa dos seus 40 anos, e inclui 40 inventores, e 40 empreendedores, entre os quais o Miguel. Ao ler o testemunho para que deu para a dita revista, percebi que a Coderhat é um projecto muito interessante e sólido, e que a visão do Miguel sobre a importância das pessoas na equação do trabalho, é muito semelhante à minha.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Combinámos ao fim da tarde, e ele sugeriu a praia, algo que lhe diz muito.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O percurso do Miguel e da Coderhat até parece fácil, e acho que se o foi, ou tem sido, é porque ele gosta mesmo do que faz, e no seu processo inclui os outros, e sabe que há tarefas que não gosta tanto, e nesses casos há pessoas melhores do que ele para as desempenhar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A humildade de saber que um cargo de topo trás consigo responsabilidade e com isso a necessidade de em determinados momentos precisar de ajuda, e não assumir que se sabe tudo, parece-me que é um ingrediente fundamental.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.coderhat.com/'>Site da Coderhat.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/coderhat/'>Facebook da Coderhat.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Livros sugeridos:</p>
<ol style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.wook.pt/ficha/lolita/a/id/15104997'>"Lolita" do Vladimir Nabokov.</a></li>
<li><a href='http://www.wook.pt/ficha/convite-para-uma-decapitacao/a/id/16999715'>"Convite para uma decapitação" do Vladimir Nabokov.</a></li>
</ol>]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Miguel Espiga, CEO da Coderhat.Eu conheço o Miguel há já algum tempo, uma vez que a filha mais nova dele, é colega da minha filha mais velha.A maior parte das conversas que tivemos deve ter sido sobre elas, sobre a escola ou outra trivialidade qualquer. No entanto, há coisa de um ano, falámos sobre bodyboard e que ele algumas vezes que apanhava trânsito, preferia parar o carro dar uma surfada e só depois ir trabalhar. O Rui Branco ficou de orelhas no ar, pois esta flexibilidade e liberdade é algo que deveria ser a regra e não a excepção. Sei que existem profissões ou funções, que não são compatíveis com esta flexibilidade, mas acredito que a maior parte será.A vontade de conversar com o Miguel, intensificou-se quando a Universidade de Aveiro lançou uma revista comemorativa dos seus 40 anos, e inclui 40 inventores, e 40 empreendedores, entre os quais o Miguel. Ao ler o testemunho para que deu para a dita revista, percebi que a Coderhat é um projecto muito interessante e sólido, e que a visão do Miguel sobre a importância das pessoas na equação do trabalho, é muito semelhante à minha.Combinámos ao fim da tarde, e ele sugeriu a praia, algo que lhe diz muito.O percurso do Miguel e da Coderhat até parece fácil, e acho que se o foi, ou tem sido, é porque ele gosta mesmo do que faz, e no seu processo inclui os outros, e sabe que há tarefas que não gosta tanto, e nesses casos há pessoas melhores do que ele para as desempenhar.A humildade de saber que um cargo de topo trás consigo responsabilidade e com isso a necessidade de em determinados momentos precisar de ajuda, e não assumir que se sabe tudo, parece-me que é um ingrediente fundamental.Site da Coderhat.Facebook da Coderhat.Livros sugeridos:"Lolita" do Vladimir Nabokov."Convite para uma decapitação" do Vladimir Nabokov.]]></itunes:summary>
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        <title>Falar mais Criativo - episódio 19, Ambiguidade</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 19, Ambiguidade</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Neste episódio, eu Rui Branco e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos sobre ambiguidade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>Livro sugerido é o <a href='http://www.wook.pt/ficha/pensar-depressa-e-devagar/a/id/12640883'>"Pensar Depressa e Devagar" do Daniel Kahneman.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Neste episódio, eu Rui Branco e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos sobre ambiguidade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>Livro sugerido é o <a href='http://www.wook.pt/ficha/pensar-depressa-e-devagar/a/id/12640883'>"Pensar Depressa e Devagar" do Daniel Kahneman.</a></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[Neste episódio, eu Rui Branco e a Anita Silva, falamos sobre ambiguidade.Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.Livro sugerido é o "Pensar Depressa e Devagar" do Daniel Kahneman.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 108 - David Soares</title>
        <itunes:title>episódio 108 - David Soares</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-108-david-soares/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 16 Nov 2015 13:05:50 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O convidado desta semana é o David Soares, escritor, uma das pessoas sugeridas pelo anterior convidado, o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-107-andre-oliveira/'>André Oliveira</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Foi o próprio André que lhe falou no podcast, e no meu interesse em entrevistá-lo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Feita a ponte, combinei com o David no Centro Cultural de Belém, e à hora combinada lá nos encontrámos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Enquanto o David tomava um café fomos conversando, e posso dizer que fui entrevistado por ele, entre várias perguntas, quis saber de todos os convidados, quais tinham sido os meus preferidos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Lá lhe disse alguns, mas saliento que todos foram importantes, claro por razões diferentes, e em momentos diferentes.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Tenho um fraco pelo ofício da escrita, sobretudo pela ficção, essa capacidade de imaginar mundos, universos, de criar emoção em quem lê, e sem lhes tocar ter a magia de os fazer viajar, viver aventuras.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Falámos muito sobre o que é o seu universo autoral, de que ideias têm o direito a ser trabalhadas, a busca do tom, o como, a importância de ter coisas para dizer.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A nossa conversa foi longa, mas garanto que houve muitas coisas que gostava também de ter perguntado, tal é a riqueza do processo dele.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O David é bastante sereno, e devo confessar que pela investigação prévia que tinha feito, e por sentir alguma reserva inicial, eu estava no início com algum receio de não estar à altura do escritor que tinha pela frente.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Mas como ouvi outro dia, se estivermos dispostos a ouvir, saberemos o que dizer.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">No momento em que em que comecei a gravar decidi, ouvir, ouvir com muita atenção, aproveitar ao máximo a oportunidade que tinha pela frente, de ouvir na primeira pessoa o processo de alguém tão respeitado, com obra feita, e bem feita.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">É por causa destas oportunidades que vale a pena a parte de esforço que faço para todas as semanas, desde Dezembro de 2013, ter um episódio disponibilizado para outros ouvirem, dignificando os meus convidados, e inspirando quem os ouve.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Tantas coisas que poderia partilhar aqui, e que aprendi nas quase três horas que estive com o David, mas a mais importante é a de ter a "loucura" de estar perante uma mudança, e dar um passo em frente com a confiança que vale a pena.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://cadernosdedaath.blogspot.pt/'>Blog do David.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/escritor.DavidSoares/'>Facebook do David.</a></li>
<li><a href='https://www.youtube.com/user/DavidLSoares/videos'>Canal do Youtube.</a></li>
<li><a href='http://www.saidadeemergencia.com/autor/david-soares/?fz=Destaques+Autores'>Página de autor na editora Saída de Emergência.</a>
</li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Livros sugeridos, foram muitos, mas aqui ficam links para alguns.</p>
<ol style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.wook.pt/ficha/o-tambor-de-lata/a/id/2159871'>"Tambor de lata" do Günter Grass.</a></li>
<li><a href='http://www.wook.pt/ficha/stoner/a/id/15934330'>"Stoner" do John Williams.</a></li>
<li><a href='http://www.bookdepository.com/Darconvilles-Cat-Alexander-Theroux/9780805043655'>"Darconville's Cat" do Alexander Theroux.</a>
</li>
<li></li>
</ol>]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O convidado desta semana é o David Soares, escritor, uma das pessoas sugeridas pelo anterior convidado, o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-107-andre-oliveira/'>André Oliveira</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Foi o próprio André que lhe falou no podcast, e no meu interesse em entrevistá-lo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Feita a ponte, combinei com o David no Centro Cultural de Belém, e à hora combinada lá nos encontrámos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Enquanto o David tomava um café fomos conversando, e posso dizer que fui entrevistado por ele, entre várias perguntas, quis saber de todos os convidados, quais tinham sido os meus preferidos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Lá lhe disse alguns, mas saliento que todos foram importantes, claro por razões diferentes, e em momentos diferentes.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Tenho um fraco pelo ofício da escrita, sobretudo pela ficção, essa capacidade de imaginar mundos, universos, de criar emoção em quem lê, e sem lhes tocar ter a magia de os fazer viajar, viver aventuras.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Falámos muito sobre o que é o seu universo autoral, de que ideias têm o direito a ser trabalhadas, a busca do tom, o como, a importância de ter coisas para dizer.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A nossa conversa foi longa, mas garanto que houve muitas coisas que gostava também de ter perguntado, tal é a riqueza do processo dele.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O David é bastante sereno, e devo confessar que pela investigação prévia que tinha feito, e por sentir alguma reserva inicial, eu estava no início com algum receio de não estar à altura do escritor que tinha pela frente.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Mas como ouvi outro dia, se estivermos dispostos a ouvir, saberemos o que dizer.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">No momento em que em que comecei a gravar decidi, ouvir, ouvir com muita atenção, aproveitar ao máximo a oportunidade que tinha pela frente, de ouvir na primeira pessoa o processo de alguém tão respeitado, com obra feita, e bem feita.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">É por causa destas oportunidades que vale a pena a parte de esforço que faço para todas as semanas, desde Dezembro de 2013, ter um episódio disponibilizado para outros ouvirem, dignificando os meus convidados, e inspirando quem os ouve.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Tantas coisas que poderia partilhar aqui, e que aprendi nas quase três horas que estive com o David, mas a mais importante é a de ter a "loucura" de estar perante uma mudança, e dar um passo em frente com a confiança que vale a pena.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://cadernosdedaath.blogspot.pt/'>Blog do David.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/escritor.DavidSoares/'>Facebook do David.</a></li>
<li><a href='https://www.youtube.com/user/DavidLSoares/videos'>Canal do Youtube.</a></li>
<li><a href='http://www.saidadeemergencia.com/autor/david-soares/?fz=Destaques+Autores'>Página de autor na editora Saída de Emergência.</a><br>
</li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Livros sugeridos, foram muitos, mas aqui ficam links para alguns.</p>
<ol style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.wook.pt/ficha/o-tambor-de-lata/a/id/2159871'>"Tambor de lata" do Günter Grass.</a></li>
<li><a href='http://www.wook.pt/ficha/stoner/a/id/15934330'>"Stoner" do John Williams.</a></li>
<li><a href='http://www.bookdepository.com/Darconvilles-Cat-Alexander-Theroux/9780805043655'>"Darconville's Cat" do Alexander Theroux.</a><br>
</li>
<li></li>
</ol>]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o David Soares, escritor, uma das pessoas sugeridas pelo anterior convidado, o André Oliveira.Foi o próprio André que lhe falou no podcast, e no meu interesse em entrevistá-lo.Feita a ponte, combinei com o David no Centro Cultural de Belém, e à hora combinada lá nos encontrámos.Enquanto o David tomava um café fomos conversando, e posso dizer que fui entrevistado por ele, entre várias perguntas, quis saber de todos os convidados, quais tinham sido os meus preferidos.Lá lhe disse alguns, mas saliento que todos foram importantes, claro por razões diferentes, e em momentos diferentes.Tenho um fraco pelo ofício da escrita, sobretudo pela ficção, essa capacidade de imaginar mundos, universos, de criar emoção em quem lê, e sem lhes tocar ter a magia de os fazer viajar, viver aventuras.Falámos muito sobre o que é o seu universo autoral, de que ideias têm o direito a ser trabalhadas, a busca do tom, o como, a importância de ter coisas para dizer.A nossa conversa foi longa, mas garanto que houve muitas coisas que gostava também de ter perguntado, tal é a riqueza do processo dele.O David é bastante sereno, e devo confessar que pela investigação prévia que tinha feito, e por sentir alguma reserva inicial, eu estava no início com algum receio de não estar à altura do escritor que tinha pela frente.Mas como ouvi outro dia, se estivermos dispostos a ouvir, saberemos o que dizer.No momento em que em que comecei a gravar decidi, ouvir, ouvir com muita atenção, aproveitar ao máximo a oportunidade que tinha pela frente, de ouvir na primeira pessoa o processo de alguém tão respeitado, com obra feita, e bem feita.É por causa destas oportunidades que vale a pena a parte de esforço que faço para todas as semanas, desde Dezembro de 2013, ter um episódio disponibilizado para outros ouvirem, dignificando os meus convidados, e inspirando quem os ouve.Tantas coisas que poderia partilhar aqui, e que aprendi nas quase três horas que estive com o David, mas a mais importante é a de ter a "loucura" de estar perante uma mudança, e dar um passo em frente com a confiança que vale a pena.Blog do David.Facebook do David.Canal do Youtube.Página de autor na editora Saída de Emergência.Livros sugeridos, foram muitos, mas aqui ficam links para alguns."Tambor de lata" do Günter Grass."Stoner" do John Williams."Darconville's Cat" do Alexander Theroux.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 107 - André Oliveira</title>
        <itunes:title>episódio 107 - André Oliveira</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-107-andre-oliveira/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 09 Nov 2015 07:00:00 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O convidado desta semana é o André Oliveira, argumentista que recentemente ganhou o prémio de melhor argumento no <a href='http://www.amadorabd.com/'>festival de banda desenhada da Amadora</a>, com o livro <a href='http://www.wook.pt/ficha/volta/a/id/16568253'>"Volta"</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Nas minhas visitas ao festival, tomei contacto com o trabalho do André, e rapidamente percebi que, primeiro tinha de comprar o livro <a href='http://kingpin-of-comics.net/catalog/product_info.php?cPath=131&products_id=9488'>"Hawk"</a>, e de seguida falar com ele.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">No dia que comprei o livro, fui logo lê-lo, e como a minha história tem muitas coisa parecidas com o Vicente (o personagem principal), facilmente tocou em botões dentro de mim que me fizeram comover, a ponto de ter ficado num estado quase de transe emotiva, da qual só acordei quando voltei ao meu local de trabalho e uma colega me pergunta o que é que se tinha passado, se estava tudo bem.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Estava tudo bem, porque como falei com o André, procuro ser tocado pela arte, sentir-me vivo, sentir renascer coisas que fui desligando, tornar-me mais daquilo que sou.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Nos dias antes de falar como André fartei-me de comentar com várias pessoas que o ia entrevistar, e que até estava algo nervoso, uma vez que percebi pela investigação que fiz, tratar-se de um excelente argumentista, mas acima de tudo uma boa pessoa.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O texto que o Mário Freitas escreveu como prefácio da colectânea <a href='http://www.wook.pt/ficha/casulo/a/id/16489796'>"Casulo"</a>, descreve o Sr Oliveira, que se torna André como sendo um aglutinador de pessoas à sua volta, e alguém com a capacidade de rir de si próprio.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Aquilo que vos posso dizer é que reconheço nele uma grandeza que senti também no <a href='http://falarcriativo.com/episodio-22-filipe-melo/'>Filipe Melo</a>, pessoas que são muito maiores que a sua obra, sendo essa obra gigante. Essa grandeza vem de uma grande generosidade criativa, um ego diminuto que permite trabalhar com muitas e variadas pessoas, com igual grau de sucesso.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Se há característica que tento copiar é essa de conseguir não alimentar o ego, nem sempre o consigo. E a razão para esse insucesso, vem de querer ser visto pelos outros como relevante, e aqueles que são relevantes, simplesmente o são.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Ele escreve livros "na sua pessoa", e eu tento fazer entrevistas na minha pessoa, e aqueles que correram menos bem, foram aqueles em que tentei ser outra pessoa, alguém que achava ser mais o mais indicado para a ocasião, mas não eu. Nessas ocasiões escondi-me, e quem apareceu era um boneco de cartão, sem profundidade. E é na profundidade que está o valor.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Percebo cada vez melhor a força que existe na persistência e na capacidade de ser parte, e não estar permanentemente aos saltos para ser escolhido.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Eu escolho ser parte, eu escolho sonhar com um mundo onde não se divide a tarte em mais partes, mas todos fazemos uma tarte maior.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A banda desenhada parece-me caminhar nesse sentido, e eu fico muito feliz por isso.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='https://www.facebook.com/andreoliveirabd'>Facebook do André.</a></li>
<li><a href='http://andreoliveirabd.blogspot.pt/'>Blog do André.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Livros sugeridos:</p>
<ol style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.wook.pt/ficha/o-amor-infinito-que-te-tenho/a/id/10293069'>"O Amor infinito que te tenho e outras histórias" do Paulo Monteiro</a></li>
<li><a href='http://www.wook.pt/ficha/lisboa-triunfante/a/id/225498'>"Lisboa Triunfante" do David Soares</a></li>
</ol>]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O convidado desta semana é o André Oliveira, argumentista que recentemente ganhou o prémio de melhor argumento no <a href='http://www.amadorabd.com/'>festival de banda desenhada da Amadora</a>, com o livro <a href='http://www.wook.pt/ficha/volta/a/id/16568253'>"Volta"</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Nas minhas visitas ao festival, tomei contacto com o trabalho do André, e rapidamente percebi que, primeiro tinha de comprar o livro <a href='http://kingpin-of-comics.net/catalog/product_info.php?cPath=131&products_id=9488'>"Hawk"</a>, e de seguida falar com ele.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">No dia que comprei o livro, fui logo lê-lo, e como a minha história tem muitas coisa parecidas com o Vicente (o personagem principal), facilmente tocou em botões dentro de mim que me fizeram comover, a ponto de ter ficado num estado quase de transe emotiva, da qual só acordei quando voltei ao meu local de trabalho e uma colega me pergunta o que é que se tinha passado, se estava tudo bem.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Estava tudo bem, porque como falei com o André, procuro ser tocado pela arte, sentir-me vivo, sentir renascer coisas que fui desligando, tornar-me mais daquilo que sou.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Nos dias antes de falar como André fartei-me de comentar com várias pessoas que o ia entrevistar, e que até estava algo nervoso, uma vez que percebi pela investigação que fiz, tratar-se de um excelente argumentista, mas acima de tudo uma boa pessoa.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O texto que o Mário Freitas escreveu como prefácio da colectânea <a href='http://www.wook.pt/ficha/casulo/a/id/16489796'>"Casulo"</a>, descreve o Sr Oliveira, que se torna André como sendo um aglutinador de pessoas à sua volta, e alguém com a capacidade de rir de si próprio.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Aquilo que vos posso dizer é que reconheço nele uma grandeza que senti também no <a href='http://falarcriativo.com/episodio-22-filipe-melo/'>Filipe Melo</a>, pessoas que são muito maiores que a sua obra, sendo essa obra gigante. Essa grandeza vem de uma grande generosidade criativa, um ego diminuto que permite trabalhar com muitas e variadas pessoas, com igual grau de sucesso.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Se há característica que tento copiar é essa de conseguir não alimentar o ego, nem sempre o consigo. E a razão para esse insucesso, vem de querer ser visto pelos outros como relevante, e aqueles que são relevantes, simplesmente o são.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Ele escreve livros "na sua pessoa", e eu tento fazer entrevistas na minha pessoa, e aqueles que correram menos bem, foram aqueles em que tentei ser outra pessoa, alguém que achava ser mais o mais indicado para a ocasião, mas não eu. Nessas ocasiões escondi-me, e quem apareceu era um boneco de cartão, sem profundidade. E é na profundidade que está o valor.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Percebo cada vez melhor a força que existe na persistência e na capacidade de ser parte, e não estar permanentemente aos saltos para ser escolhido.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Eu escolho ser parte, eu escolho sonhar com um mundo onde não se divide a tarte em mais partes, mas todos fazemos uma tarte maior.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A banda desenhada parece-me caminhar nesse sentido, e eu fico muito feliz por isso.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='https://www.facebook.com/andreoliveirabd'>Facebook do André.</a></li>
<li><a href='http://andreoliveirabd.blogspot.pt/'>Blog do André.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Livros sugeridos:</p>
<ol style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.wook.pt/ficha/o-amor-infinito-que-te-tenho/a/id/10293069'>"O Amor infinito que te tenho e outras histórias" do Paulo Monteiro</a></li>
<li><a href='http://www.wook.pt/ficha/lisboa-triunfante/a/id/225498'>"Lisboa Triunfante" do David Soares</a></li>
</ol>]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o André Oliveira, argumentista que recentemente ganhou o prémio de melhor argumento no festival de banda desenhada da Amadora, com o livro "Volta".Nas minhas visitas ao festival, tomei contacto com o trabalho do André, e rapidamente percebi que, primeiro tinha de comprar o livro "Hawk", e de seguida falar com ele.No dia que comprei o livro, fui logo lê-lo, e como a minha história tem muitas coisa parecidas com o Vicente (o personagem principal), facilmente tocou em botões dentro de mim que me fizeram comover, a ponto de ter ficado num estado quase de transe emotiva, da qual só acordei quando voltei ao meu local de trabalho e uma colega me pergunta o que é que se tinha passado, se estava tudo bem.Estava tudo bem, porque como falei com o André, procuro ser tocado pela arte, sentir-me vivo, sentir renascer coisas que fui desligando, tornar-me mais daquilo que sou.Nos dias antes de falar como André fartei-me de comentar com várias pessoas que o ia entrevistar, e que até estava algo nervoso, uma vez que percebi pela investigação que fiz, tratar-se de um excelente argumentista, mas acima de tudo uma boa pessoa.O texto que o Mário Freitas escreveu como prefácio da colectânea "Casulo", descreve o Sr Oliveira, que se torna André como sendo um aglutinador de pessoas à sua volta, e alguém com a capacidade de rir de si próprio.Aquilo que vos posso dizer é que reconheço nele uma grandeza que senti também no Filipe Melo, pessoas que são muito maiores que a sua obra, sendo essa obra gigante. Essa grandeza vem de uma grande generosidade criativa, um ego diminuto que permite trabalhar com muitas e variadas pessoas, com igual grau de sucesso.Se há característica que tento copiar é essa de conseguir não alimentar o ego, nem sempre o consigo. E a razão para esse insucesso, vem de querer ser visto pelos outros como relevante, e aqueles que são relevantes, simplesmente o são.Ele escreve livros "na sua pessoa", e eu tento fazer entrevistas na minha pessoa, e aqueles que correram menos bem, foram aqueles em que tentei ser outra pessoa, alguém que achava ser mais o mais indicado para a ocasião, mas não eu. Nessas ocasiões escondi-me, e quem apareceu era um boneco de cartão, sem profundidade. E é na profundidade que está o valor.Percebo cada vez melhor a força que existe na persistência e na capacidade de ser parte, e não estar permanentemente aos saltos para ser escolhido.Eu escolho ser parte, eu escolho sonhar com um mundo onde não se divide a tarte em mais partes, mas todos fazemos uma tarte maior.A banda desenhada parece-me caminhar nesse sentido, e eu fico muito feliz por isso.Facebook do André.Blog do André.Livros sugeridos:"O Amor infinito que te tenho e outras histórias" do Paulo Monteiro"Lisboa Triunfante" do David Soares]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 106 - Francisco Sousa Lobo</title>
        <itunes:title>episódio 106 - Francisco Sousa Lobo</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-106-francisco-sousa-lobo/#comments</comments>        <pubDate>Wed, 04 Nov 2015 14:49:05 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O convidado desta semana é o Francisco Sousa Lobo, autor de banda desenhada e mais coisas que poderão pesquisar no site dele.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Eu aproveitei a oportunidade que me foi concedida de ter entrada livre para o festival <a href='https://www.facebook.com/amadorabd/'>Amadora BD</a>,  já lá fui duas vezes, nas minhas horas de almoço, e aconselho vivamente.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Logo na primeira visita chamou-me à atenção o trabalho do Francisco, <a href='http://www.ruadebaixo.com/the-dying-draughtsman-o-desenhador-defunto-francisco-sousa-lobo-23-12-2013.html'>"O desenhador defunto"</a>, entrei em contacto com ele, e rapidamente acedeu e fizemos a entrevista vis Skype, pois ele vive em Londres.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Falámos muito do que é, pode, deve,   ou não deve ser o desenho, é algo que me intriga, e que o Francisco tem pensado sobre.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Eu senti-me algo nervoso, com necessidade de fazer acontecer este episódio, e penso que por vezes terei falado mais do que devia, interrompendo-o até. Sei que presencialmente, sem esta pressão auto-imposta, teria sido uma conversa mais fluída.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Por outro lado, dei por mim, a fazer perguntas mais arriscadas, tentando perceber os processos mentais por trás das decisões artísticas, esmiuçando os processos, talvez como forma de compensar esse meu nervosismo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Tocámos em coisas que parecem não ter nada a ver como fé e religião, mas a conversa acabou por me revelar processos mentais que contenho em mim, e que espero mais pessoas se consigam relacionar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Falar Criativo tem, e já o disse, um lado muito subjectivo e egoísta, o meu.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">As conversas que vou tendo, são as que quero, e de certa forma, preciso ter. Procuro pistas, validação de coisas que penso, que aspiro, mas frequentemente me confronto com maneiras diferentes de pensar, que ajudam a tornar o quadro mais rico e mais real.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">
</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.franciscosousalobo.com/'>Site do Francisco.</a></li>
</ul>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>Outros links:</li>
<li><a href='http://bandasdesenhadas.com/2015/10/28/the-care-of-birds-o-cuidados-dos-passaros/'>The Care of Birds / O Cuidados dos Pássaros</a></li>
<li><a href='http://p3.publico.pt/cultura/livros/18490/bd-portuguesa-em-destaque-no-reino-unido-na-cobicada-bloomberg-new-contemporari'>BD portuguesa em destaque no Reino Unido na cobiçada Bloomberg New Contemporaries | P3</a></li>
<li><a href='http://www.paulgravett.com/articles/article/francisco_sousa_lobo'>Francisco Sousa Lobo | PAUL GRAVETT</a></li>
<li><a href='http://lerbd.blogspot.co.uk/2015/05/tres-titulos-francisco-sousa-lobo.html'>Ler BD: Três títulos. Francisco Sousa Lobo (várias editoras)</a></li>
<li><a href='http://www.fumettologica.it/2014/12/scaffale-andrea-bruno/'>Lo scaffale di Andrea Bruno</a></li>
<li><a href='http://lerbd.blogspot.co.uk/2013/12/the-dying-draughtsman-francisco-sousa.html'>Ler BD: The Dying Draughtsman. Francisco Sousa Lobo (Chili Com Carne)</a></li>
<li><a href='http://www.ruadebaixo.com/the-dying-draughtsman-o-desenhador-defunto-francisco-sousa-lobo-23-12-2013.html'>“The Dying Draughtsman / O Desenhador Defunto” | Francisco Sousa Lobo | RDB - www.ruadebaixo.com</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">
</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>O livro sugerido é o <a href='http://www.amazon.fr/Lhomme-sans-talent-Fr%C3%A9d%C3%A9ric-Boilet/dp/2910946347'>"Um homem sem talentos" de Yoshiharu Tsuge</a>.</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O convidado desta semana é o Francisco Sousa Lobo, autor de banda desenhada e mais coisas que poderão pesquisar no site dele.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Eu aproveitei a oportunidade que me foi concedida de ter entrada livre para o festival <a href='https://www.facebook.com/amadorabd/'>Amadora BD</a>,  já lá fui duas vezes, nas minhas horas de almoço, e aconselho vivamente.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Logo na primeira visita chamou-me à atenção o trabalho do Francisco, <a href='http://www.ruadebaixo.com/the-dying-draughtsman-o-desenhador-defunto-francisco-sousa-lobo-23-12-2013.html'>"O desenhador defunto"</a>, entrei em contacto com ele, e rapidamente acedeu e fizemos a entrevista vis Skype, pois ele vive em Londres.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Falámos muito do que é, pode, deve,   ou não deve ser o desenho, é algo que me intriga, e que o Francisco tem pensado sobre.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Eu senti-me algo nervoso, com necessidade de fazer acontecer este episódio, e penso que por vezes terei falado mais do que devia, interrompendo-o até. Sei que presencialmente, sem esta pressão auto-imposta, teria sido uma conversa mais fluída.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Por outro lado, dei por mim, a fazer perguntas mais arriscadas, tentando perceber os processos mentais por trás das decisões artísticas, esmiuçando os processos, talvez como forma de compensar esse meu nervosismo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Tocámos em coisas que parecem não ter nada a ver como fé e religião, mas a conversa acabou por me revelar processos mentais que contenho em mim, e que espero mais pessoas se consigam relacionar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O Falar Criativo tem, e já o disse, um lado muito subjectivo e egoísta, o meu.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">As conversas que vou tendo, são as que quero, e de certa forma, preciso ter. Procuro pistas, validação de coisas que penso, que aspiro, mas frequentemente me confronto com maneiras diferentes de pensar, que ajudam a tornar o quadro mais rico e mais real.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><br>
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<li><a href='http://bandasdesenhadas.com/2015/10/28/the-care-of-birds-o-cuidados-dos-passaros/'>The Care of Birds / O Cuidados dos Pássaros</a></li>
<li><a href='http://p3.publico.pt/cultura/livros/18490/bd-portuguesa-em-destaque-no-reino-unido-na-cobicada-bloomberg-new-contemporari'>BD portuguesa em destaque no Reino Unido na cobiçada Bloomberg New Contemporaries | P3</a></li>
<li><a href='http://www.paulgravett.com/articles/article/francisco_sousa_lobo'>Francisco Sousa Lobo | PAUL GRAVETT</a></li>
<li><a href='http://lerbd.blogspot.co.uk/2015/05/tres-titulos-francisco-sousa-lobo.html'>Ler BD: Três títulos. Francisco Sousa Lobo (várias editoras)</a></li>
<li><a href='http://www.fumettologica.it/2014/12/scaffale-andrea-bruno/'>Lo scaffale di Andrea Bruno</a></li>
<li><a href='http://lerbd.blogspot.co.uk/2013/12/the-dying-draughtsman-francisco-sousa.html'>Ler BD: The Dying Draughtsman. Francisco Sousa Lobo (Chili Com Carne)</a></li>
<li><a href='http://www.ruadebaixo.com/the-dying-draughtsman-o-desenhador-defunto-francisco-sousa-lobo-23-12-2013.html'>“The Dying Draughtsman / O Desenhador Defunto” | Francisco Sousa Lobo | RDB - www.ruadebaixo.com</a></li>
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<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><br>
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        <title>Falar mais Criativo - episódio 17, Inovação social</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 17, Inovação social</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">Neste episódio, eu Rui Branco e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos sobre inovação social.</p>
<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
<ul style="margin:0px 0px;padding:0px 0px 0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);"><li style="margin:0px;padding:0px;border:0px;vertical-align:baseline;">Livro sugerido, <a href='https://www.bookdepository.com/Start-Something-That-Matters/9780812981445'>“Start something that matters” do Blake Mycoskie.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">Neste episódio, eu Rui Branco e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos sobre inovação social.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Neste episódio, eu Rui Branco e a Anita Silva, falamos sobre inovação social.Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.Livro sugerido, “Start something that matters” do Blake Mycoskie.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 105, Mariana Branco e Emanuel Barreira, Half Studio Signs</title>
        <itunes:title>episódio 105, Mariana Branco e Emanuel Barreira, Half Studio Signs</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[Os convidados desta semana são a Mariana Branco e o Emanuel Barreira, amantes das letras, neste caso mais o lado estético das letras.

O Emanuel enviou-me uma mensagem, pelo facebook a falar-me do que faziam, e eu fui investigar, e percebi que queria falar com eles, pois tipografia, "craft", e este lado de fazer à mão e com tempo, agradou-me.

Encontrámo-nos no Centro Cultural de Belém, mas a horas, a que espaços para gravar entevistas, não havia.

Fomos parar aos Pastéis de Belém, daí haver algum ruído durante a entrevista.

A conversa fluiu, e o Emanuel revelou-se alguém muito parecido comigo nalgumas coisas, sendo a mais parecida, essa curiosidade em forma de novelo que parece nunca ter fim, vamos desenrolando e há sempre mais fio à espera de ser desenrolado.

A Mariana, mais tranquila, é a corda que evita que ele desapareça nos céus, tal qual balão que deixámos fugir.

Gosto daquilo que fazem, de como fazem.

São empenhados, têm ética profissional, pelas palavras da Mariana, que senti verdadeiras e seguras, os clientes não têm nada a ver se dormes uma ou oito horas, se há um compromisso, é para cumprir.

Há uma garra tranquila, algo quase imperceptível, um gosto pelo tempo, pela tradição, aliado a uma modernidade que o passado pode trazer para o futuro.



Site Half Studio Signs.
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[Os convidados desta semana são a Mariana Branco e o Emanuel Barreira, amantes das letras, neste caso mais o lado estético das letras.

O Emanuel enviou-me uma mensagem, pelo facebook a falar-me do que faziam, e eu fui investigar, e percebi que queria falar com eles, pois tipografia, "craft", e este lado de fazer à mão e com tempo, agradou-me.

Encontrámo-nos no Centro Cultural de Belém, mas a horas, a que espaços para gravar entevistas, não havia.

Fomos parar aos Pastéis de Belém, daí haver algum ruído durante a entrevista.

A conversa fluiu, e o Emanuel revelou-se alguém muito parecido comigo nalgumas coisas, sendo a mais parecida, essa curiosidade em forma de novelo que parece nunca ter fim, vamos desenrolando e há sempre mais fio à espera de ser desenrolado.

A Mariana, mais tranquila, é a corda que evita que ele desapareça nos céus, tal qual balão que deixámos fugir.

Gosto daquilo que fazem, de como fazem.

São empenhados, têm ética profissional, pelas palavras da Mariana, que senti verdadeiras e seguras, os clientes não têm nada a ver se dormes uma ou oito horas, se há um compromisso, é para cumprir.

Há uma garra tranquila, algo quase imperceptível, um gosto pelo tempo, pela tradição, aliado a uma modernidade que o passado pode trazer para o futuro.



Site Half Studio Signs.
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        <itunes:summary><![CDATA[Os convidados desta semana são a Mariana Branco e o Emanuel Barreira, amantes das letras, neste caso mais o lado estético das letras.

O Emanuel enviou-me uma mensagem, pelo facebook a falar-me do que faziam, e eu fui investigar, e percebi que queria falar com eles, pois tipografia, "craft", e este lado de fazer à mão e com tempo, agradou-me.

Encontrámo-nos no Centro Cultural de Belém, mas a horas, a que espaços para gravar entevistas, não havia.

Fomos parar aos Pastéis de Belém, daí haver algum ruído durante a entrevista.

A conversa fluiu, e o Emanuel revelou-se alguém muito parecido comigo nalgumas coisas, sendo a mais parecida, essa curiosidade em forma de novelo que parece nunca ter fim, vamos desenrolando e há sempre mais fio à espera de ser desenrolado.

A Mariana, mais tranquila, é a corda que evita que ele desapareça nos céus, tal qual balão que deixámos fugir.

Gosto daquilo que fazem, de como fazem.

São empenhados, têm ética profissional, pelas palavras da Mariana, que senti verdadeiras e seguras, os clientes não têm nada a ver se dormes uma ou oito horas, se há um compromisso, é para cumprir.

Há uma garra tranquila, algo quase imperceptível, um gosto pelo tempo, pela tradição, aliado a uma modernidade que o passado pode trazer para o futuro.



Site Half Studio Signs.
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        <title>episódio 104 - Marta Mestre</title>
        <itunes:title>episódio 104 - Marta Mestre</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A convidada desta semana é a Marta Mestre, que criou uns sapatos de salto alto para andar de bicicleta.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Eu cheguei até à Marta, através de uma amiga em comum, a Sónia Carvalheiro, que partilhou a notícia do público sobre os referidos sapatos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Já nos tínhamos conhecidos há muitos anos atrás em festas dessa amiga, mas não posso dizer que conhecia realmente a Marta.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O nosso encontro foi no <a href='http://www.velocitecafe.com/velocite/'>Velocité Café</a>, o que faz sentido, mas que fez com que haja mais barulho que o eu desejaria.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Quando chegou, a Marta, fez um ar surpreendido e comentou, que não se tinha apercebido que era gravado, e que, como a grande maioria das pessoas, não gosta de se ouvir.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Tranquilizei-a, explicando-lhe que era apenas uma conversa entre duas pessoas, que era gravada, nada mais.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A Marta tal como eu, passou por arquitectura, embora ela não tenha terminado o curso, porque inseguranças, dúvidas, que a fizeram procurar algo que mais tivesse a ver com o que queria, e quer para a sua vida.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Há uma certa fragilidade nela, um tactear das palavras, hesitações, mas há também uma certa força silenciosa, um fogo brando, mas constante, o sítio onde as inquietações encontram espaço e se tornam ideias com uma força maior, que nem os seus medos conseguem parar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Todos temos medos e inseguranças, mas há em alguns inquietações que são muito mais fortes que esses medos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Vozes mais altas que o medo de dizer a coisa errada.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O fazer, a criatividade, muitas vezes nada mais é do que isso, ter uma voz cá dentro que não conseguimos calar.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.facebook.com/martamestreshoes'>Facebook da Marta.</a></li>
<li><a href='https://instagram.com/culuintheskywithdiamonds/'>Instagram da Marta.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Livro sugerido é o <a href='http://www.wook.pt/ficha/ensaio-sobre-a-cegueira/a/id/15825486'>"Ensaio sobre a cegueira" do José Saramago.</a></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Uma vez que a Marta é grande fã de cinema, também sugeriu um filme,  <a href='http://www.imdb.com/title/tt0098327/?ref_=nm_flmg_dr_16'>"O sétimo continente" do Michael Haneke.</a></p>

]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A convidada desta semana é a Marta Mestre, que criou uns sapatos de salto alto para andar de bicicleta.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Eu cheguei até à Marta, através de uma amiga em comum, a Sónia Carvalheiro, que partilhou a notícia do público sobre os referidos sapatos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Já nos tínhamos conhecidos há muitos anos atrás em festas dessa amiga, mas não posso dizer que conhecia realmente a Marta.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O nosso encontro foi no <a href='http://www.velocitecafe.com/velocite/'>Velocité Café</a>, o que faz sentido, mas que fez com que haja mais barulho que o eu desejaria.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Quando chegou, a Marta, fez um ar surpreendido e comentou, que não se tinha apercebido que era gravado, e que, como a grande maioria das pessoas, não gosta de se ouvir.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Tranquilizei-a, explicando-lhe que era apenas uma conversa entre duas pessoas, que era gravada, nada mais.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A Marta tal como eu, passou por arquitectura, embora ela não tenha terminado o curso, porque inseguranças, dúvidas, que a fizeram procurar algo que mais tivesse a ver com o que queria, e quer para a sua vida.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Há uma certa fragilidade nela, um tactear das palavras, hesitações, mas há também uma certa força silenciosa, um fogo brando, mas constante, o sítio onde as inquietações encontram espaço e se tornam ideias com uma força maior, que nem os seus medos conseguem parar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Todos temos medos e inseguranças, mas há em alguns inquietações que são muito mais fortes que esses medos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Vozes mais altas que o medo de dizer a coisa errada.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O fazer, a criatividade, muitas vezes nada mais é do que isso, ter uma voz cá dentro que não conseguimos calar.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.facebook.com/martamestreshoes'>Facebook da Marta.</a></li>
<li><a href='https://instagram.com/culuintheskywithdiamonds/'>Instagram da Marta.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Livro sugerido é o <a href='http://www.wook.pt/ficha/ensaio-sobre-a-cegueira/a/id/15825486'>"Ensaio sobre a cegueira" do José Saramago.</a></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Uma vez que a Marta é grande fã de cinema, também sugeriu um filme,  <a href='http://www.imdb.com/title/tt0098327/?ref_=nm_flmg_dr_16'>"O sétimo continente" do Michael Haneke.</a></p>
<br>
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        <title>episódio 103 - André Carrilho</title>
        <itunes:title>episódio 103 - André Carrilho</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">O convidado desta semana é o André Carrilho, ilustrador e cartoonista que recentemente ganhou o World Press Cartoon.</p>
<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">Não conhecia o André, mas quando do anúncio da sua vitória, decidi contactá-lo para saber da possibilidade de conversarmos para o podcast. Prontamente acedeu, porém por várias razões, não foi fácil arranjar um dia e um local que desse para os dois, daí termos finalmente decidido fazer por Skype.</p>
<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">Foi muito fácil falar com ele, muito acessível, e descontraído.</p>
<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">Deu para perceber porque razão tem teve o reconhecimento, e os trabalhos importantes que tem feito.</p>
<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">É alguém que gosta de desenhar, que se prepara para quando a sorte lhe bate à porta, só ter de dizer “presente”.</p>
<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">Já conhece processos que potenciam a sua criatividade, e são sobretudo uma capacidade de estar atento, equilibrada com um deixar fluir.</p>
<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">Não há uma receita, mas como muito dos criativos, cria as condições para que as ideias surjam, é só isso que se pode fazer, não dá para forçar.</p>
<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">Os trabalhos quer já fez internacionalmente, deram-lhe algum reconhecimento, mas isso não faz com que as dúvidas sobre as capacidades desapareçam.</p>
<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">Esse maldito “síndrome do impostor” é algo com que eu, e muitos outros nos debatemos, na altura de nos expormos, apresentando o fruto das nossas e ideias e do nosso trabalho.</p>
<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">Há para mim uma certa tranquilidade em saber que os que fazem e os que não fazem, têm dúvidas, mas os que fazem, fazem apesar delas.</p>
<ul style="margin:0px 0px;padding:0px 0px 0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);"><li style="margin:0px;padding:0px;border:0px;vertical-align:baseline;"><a href='http://www.andrecarrilho.com/'>Site do André.</a></li>
<li style="margin:0px;padding:0px;border:0px;vertical-align:baseline;"><a href='https://www.facebook.com/andrecarrilho.illustrator'>Facebook do André.</a></li>
</ul>
<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">Livro sugerido é “Corto Maltese, A balada do Mar Salgado” de Hugo Pratt.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">O convidado desta semana é o André Carrilho, ilustrador e cartoonista que recentemente ganhou o World Press Cartoon.</p>
<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">Não conhecia o André, mas quando do anúncio da sua vitória, decidi contactá-lo para saber da possibilidade de conversarmos para o podcast. Prontamente acedeu, porém por várias razões, não foi fácil arranjar um dia e um local que desse para os dois, daí termos finalmente decidido fazer por Skype.</p>
<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">Foi muito fácil falar com ele, muito acessível, e descontraído.</p>
<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">Deu para perceber porque razão tem teve o reconhecimento, e os trabalhos importantes que tem feito.</p>
<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">É alguém que gosta de desenhar, que se prepara para quando a sorte lhe bate à porta, só ter de dizer “presente”.</p>
<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">Já conhece processos que potenciam a sua criatividade, e são sobretudo uma capacidade de estar atento, equilibrada com um deixar fluir.</p>
<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">Não há uma receita, mas como muito dos criativos, cria as condições para que as ideias surjam, é só isso que se pode fazer, não dá para forçar.</p>
<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">Os trabalhos quer já fez internacionalmente, deram-lhe algum reconhecimento, mas isso não faz com que as dúvidas sobre as capacidades desapareçam.</p>
<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">Esse maldito “síndrome do impostor” é algo com que eu, e muitos outros nos debatemos, na altura de nos expormos, apresentando o fruto das nossas e ideias e do nosso trabalho.</p>
<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">Há para mim uma certa tranquilidade em saber que os que fazem e os que não fazem, têm dúvidas, mas os que fazem, fazem apesar delas.</p>
<ul style="margin:0px 0px;padding:0px 0px 0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);"><li style="margin:0px;padding:0px;border:0px;vertical-align:baseline;"><a href='http://www.andrecarrilho.com/'>Site do André.</a></li>
<li style="margin:0px;padding:0px;border:0px;vertical-align:baseline;"><a href='https://www.facebook.com/andrecarrilho.illustrator'>Facebook do André.</a></li>
</ul>
<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">Livro sugerido é “Corto Maltese, A balada do Mar Salgado” de Hugo Pratt.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o André Carrilho, ilustrador e cartoonista que recentemente ganhou o World Press Cartoon.Não conhecia o André, mas quando do anúncio da sua vitória, decidi contactá-lo para saber da possibilidade de conversarmos para o podcast. Prontamente acedeu, porém por várias razões, não foi fácil arranjar um dia e um local que desse para os dois, daí termos finalmente decidido fazer por Skype.Foi muito fácil falar com ele, muito acessível, e descontraído.Deu para perceber porque razão tem teve o reconhecimento, e os trabalhos importantes que tem feito.É alguém que gosta de desenhar, que se prepara para quando a sorte lhe bate à porta, só ter de dizer “presente”.Já conhece processos que potenciam a sua criatividade, e são sobretudo uma capacidade de estar atento, equilibrada com um deixar fluir.Não há uma receita, mas como muito dos criativos, cria as condições para que as ideias surjam, é só isso que se pode fazer, não dá para forçar.Os trabalhos quer já fez internacionalmente, deram-lhe algum reconhecimento, mas isso não faz com que as dúvidas sobre as capacidades desapareçam.Esse maldito “síndrome do impostor” é algo com que eu, e muitos outros nos debatemos, na altura de nos expormos, apresentando o fruto das nossas e ideias e do nosso trabalho.Há para mim uma certa tranquilidade em saber que os que fazem e os que não fazem, têm dúvidas, mas os que fazem, fazem apesar delas.Site do André.Facebook do André.Livro sugerido é “Corto Maltese, A balada do Mar Salgado” de Hugo Pratt.]]></itunes:summary>
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        <title>Falar mais Criativo - episódio 15, Competências.</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 15, Competências.</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Neste episódio, eu Rui Branco e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos sobre competências.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='https://www.salto-youth.net/tools/publications/'>Site com os livros grátis.</a></li>
<li>Livro sugerido, <a href='http://www.bookdepository.com/Mindset-Carol-Dweck/9781780332000'>"Mindset" da Carol Dweck</a>.</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Neste episódio, eu Rui Branco e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos sobre competências.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='https://www.salto-youth.net/tools/publications/'>Site com os livros grátis.</a></li>
<li>Livro sugerido, <a href='http://www.bookdepository.com/Mindset-Carol-Dweck/9781780332000'>"Mindset" da Carol Dweck</a>.</li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[Neste episódio, eu Rui Branco e a Anita Silva, falamos sobre competências.Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.Site com os livros grátis.Livro sugerido, "Mindset" da Carol Dweck.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 102 - Maria Valadares aka Pi</title>
        <itunes:title>episódio 102 - Maria Valadares aka Pi</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A convidada desta semana é a Maria Valadares, que todos conhecem por Pi.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Quem me falou da Pi. foi a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-21-rossana-appolloni/'>Rossana</a>, e eu fui perceber um pouco mais e achei que tinha ali matéria para conversar, e sobretudo, senti uma vontade enorme de a conhecer, uma vez que a vibração que ela transmitia nas coisas que li e vi, era muito positiva.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Houve uma coisa muito engraçada que se passou que nem comentei com ela, e que foi o facto de assim que me sentei no sofá dela, uma tremenda vontade de me descalçar (o que não fiz), mas que foi para mim a sensação de estar "em casa", com boa gente.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Talvez por isso, sinto que por vezes falei mais do que devia, a convidada era a Pi, e eu vá de partilhar opiniões e teoria minhas.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Engraçado como muitos de nós têm essa dificuldade de ver o lado mais negócio naquilo que gostamos de fazer. Não que tenhamos todos de ser tubarões, que fazem as coisas só com o objectivo do retorno financeiro, mas há um equilíbrio saudável, que torna aquilo que gostamos de fazer mais sustentável, e dessa forma nos satisfazer ainda mais.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A Pi, pegou numa ideia, e agiu, sem grandes planos de negócios, projecções e estudos de mercado, apenas um objectivo, o de fazer capas para pranchas, de uma forma que alimentasse a sua veia criativa.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A criatividade, não é específica de nenhuma profissão, é sim uma ferramenta que todos podemos e devemos usar, independentemente da tarefa/profissão que desempenhemos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Saí de lá, cheio de vontade de ir dar um mergulho no mar, ainda não fui, mas se calhar é hoje.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.soulofpi.com/'>Site Soul of Pi.</a></li>
<li><a href='http://www.facebook.com/soulofpi'>Facebook Soul of Pi.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Livro sugerido, foi o <a href='http://www.wook.pt/ficha/siddhartha/a/id/78225'>"Siddartha" do Herman Hesse.</a></p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A convidada desta semana é a Maria Valadares, que todos conhecem por Pi.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Quem me falou da Pi. foi a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-21-rossana-appolloni/'>Rossana</a>, e eu fui perceber um pouco mais e achei que tinha ali matéria para conversar, e sobretudo, senti uma vontade enorme de a conhecer, uma vez que a vibração que ela transmitia nas coisas que li e vi, era muito positiva.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Houve uma coisa muito engraçada que se passou que nem comentei com ela, e que foi o facto de assim que me sentei no sofá dela, uma tremenda vontade de me descalçar (o que não fiz), mas que foi para mim a sensação de estar "em casa", com boa gente.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Talvez por isso, sinto que por vezes falei mais do que devia, a convidada era a Pi, e eu vá de partilhar opiniões e teoria minhas.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Engraçado como muitos de nós têm essa dificuldade de ver o lado mais negócio naquilo que gostamos de fazer. Não que tenhamos todos de ser tubarões, que fazem as coisas só com o objectivo do retorno financeiro, mas há um equilíbrio saudável, que torna aquilo que gostamos de fazer mais sustentável, e dessa forma nos satisfazer ainda mais.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A Pi, pegou numa ideia, e agiu, sem grandes planos de negócios, projecções e estudos de mercado, apenas um objectivo, o de fazer capas para pranchas, de uma forma que alimentasse a sua veia criativa.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A criatividade, não é específica de nenhuma profissão, é sim uma ferramenta que todos podemos e devemos usar, independentemente da tarefa/profissão que desempenhemos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Saí de lá, cheio de vontade de ir dar um mergulho no mar, ainda não fui, mas se calhar é hoje.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.soulofpi.com/'>Site Soul of Pi.</a></li>
<li><a href='http://www.facebook.com/soulofpi'>Facebook Soul of Pi.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Livro sugerido, foi o <a href='http://www.wook.pt/ficha/siddhartha/a/id/78225'>"Siddartha" do Herman Hesse.</a></p>
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        <title>episódio 101 - Rui Branco, a entrevista.</title>
        <itunes:title>episódio 101 - Rui Branco, a entrevista.</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">O convidado desta semana é o Rui Branco, podcaster, entre outras coisas, e que já tem três podcasts, o Falar Criativo, o Falar + Criativo, e o Ousar Ser.</p>
<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">Já conheço o Rui Branco, há muitos anos, quase quarenta, mas este Rui dos podcasts é coisa mais recente, e a pedido de várias pessoas convidei-o a partilhar um pouco da sua história.</p>
<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">Foi um exercício, uma forma de reconhecer que eu próprio transformei uma ideia em algo de valor.</p>
<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">Livros sugeridos:</p>
<ol style="margin:0px 0px;padding:0px 0px 0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);"><li style="margin:0px;padding:0px;border:0px;vertical-align:baseline;"><a href='http://www.fnac.pt/4-Horas-por-Semana-Timothy-Ferriss/a286857'>“4 Horas por Semana” do Tim Ferriss (Four Hour Workweek)</a>.</li>
<li style="margin:0px;padding:0px;border:0px;vertical-align:baseline;">“A Metamorfose”, “O Processo”, “O Castelo”, “América”, todos do Franz Kafka.</li>
<li style="margin:0px;padding:0px;border:0px;vertical-align:baseline;"><a href='http://www.fnac.pt/Os-Sonhos-de-Einstein-Alan-Lightman/a90920'>“Os Sonhos de Einstein” do Alan Lightman.</a></li>
<li style="margin:0px;padding:0px;border:0px;vertical-align:baseline;"><a href='http://www.bookdepository.com/Choose-Yourself-James-Altucher/9781490313375'>“Choose Yourself” do James Altucher.</a></li>
</ol><p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">A Ilustração da minha pessoa foi uma oferta de <a href='https://www.facebook.com/UmaPitadadeSonhos'>“Uma Pitada de Sonhos”</a>.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">O convidado desta semana é o Rui Branco, podcaster, entre outras coisas, e que já tem três podcasts, o Falar Criativo, o Falar + Criativo, e o Ousar Ser.</p>
<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">Já conheço o Rui Branco, há muitos anos, quase quarenta, mas este Rui dos podcasts é coisa mais recente, e a pedido de várias pessoas convidei-o a partilhar um pouco da sua história.</p>
<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">Foi um exercício, uma forma de reconhecer que eu próprio transformei uma ideia em algo de valor.</p>
<p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">Livros sugeridos:</p>
<ol style="margin:0px 0px;padding:0px 0px 0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);"><li style="margin:0px;padding:0px;border:0px;vertical-align:baseline;"><a href='http://www.fnac.pt/4-Horas-por-Semana-Timothy-Ferriss/a286857'>“4 Horas por Semana” do Tim Ferriss (Four Hour Workweek)</a>.</li>
<li style="margin:0px;padding:0px;border:0px;vertical-align:baseline;">“A Metamorfose”, “O Processo”, “O Castelo”, “América”, todos do Franz Kafka.</li>
<li style="margin:0px;padding:0px;border:0px;vertical-align:baseline;"><a href='http://www.fnac.pt/Os-Sonhos-de-Einstein-Alan-Lightman/a90920'>“Os Sonhos de Einstein” do Alan Lightman.</a></li>
<li style="margin:0px;padding:0px;border:0px;vertical-align:baseline;"><a href='http://www.bookdepository.com/Choose-Yourself-James-Altucher/9781490313375'>“Choose Yourself” do James Altucher.</a></li>
</ol><p style="margin:0px 0px;padding:0px;border:0px;font-size:17px;vertical-align:baseline;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;line-height:27.2px;background-color:rgb(255,255,255);">A Ilustração da minha pessoa foi uma oferta de <a href='https://www.facebook.com/UmaPitadadeSonhos'>“Uma Pitada de Sonhos”</a>.</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Rui Branco, podcaster, entre outras coisas, e que já tem três podcasts, o Falar Criativo, o Falar + Criativo, e o Ousar Ser.Já conheço o Rui Branco, há muitos anos, quase quarenta, mas este Rui dos podcasts é coisa mais recente, e a pedido de várias pessoas convidei-o a partilhar um pouco da sua história.Foi um exercício, uma forma de reconhecer que eu próprio transformei uma ideia em algo de valor.Livros sugeridos:“4 Horas por Semana” do Tim Ferriss (Four Hour Workweek).“A Metamorfose”, “O Processo”, “O Castelo”, “América”, todos do Franz Kafka.“Os Sonhos de Einstein” do Alan Lightman.“Choose Yourself” do James Altucher.A Ilustração da minha pessoa foi uma oferta de “Uma Pitada de Sonhos”.]]></itunes:summary>
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        <title>Falar mais Criativo - episódio 14, play(jogar/brincar)</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 14, play(jogar/brincar)</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Neste episódio, eu Rui Branco e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos sobre Play (jogar/brincar).</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.bookdepository.com/Playful-Brain-Sergio-Pellis/9781851687602'>Livro sugerido é "The Playful Brain" do Sergio Pellis e Vivien Pellis.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Neste episódio, eu Rui Branco e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos sobre Play (jogar/brincar).</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.bookdepository.com/Playful-Brain-Sergio-Pellis/9781851687602'>Livro sugerido é "The Playful Brain" do Sergio Pellis e Vivien Pellis.</a></li>
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        <title>episódio 100 - Marta Poppe</title>
        <itunes:title>episódio 100 - Marta Poppe</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A convidada desta semana é a Marta Poppe, fotógrafa, a qual conheci pessoalmente no último <a href='https://www.facebook.com/WorldFailurists'>WFC (World´s Failurists Congress)</a> da <a href='http://falarcriativo.com/episodio-57-sonia-fernandes/'>Sónia Fernandes</a>, mas cujo trabalho eu já conhecia, pois ela faz parte da "máfia colaborativa" de Óbidos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Já tinha ideia de falar com a Marta, porque ia vendo algumas fotos que ela ia tirando e eu via em alguns posts, ou fotos de perfis dessa malta de Óbidos, no entanto, outro dia é que me apercebi do projecto que ela faz juntamente com a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-64-cristina-nobre-soares/'>Cristina Nobre Soares</a>, o <a href='https://www.facebook.com/profileme.story'>Profile Me</a>, um serviço em que se juntam as fotos da Marta com a capacidade de contar histórias da Cristina.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Encontrei-me com a Marta num jardim em Lisboa, na manhã seguinte a ela ter fotografado um casamento num barco, daí a voz um pouco rouca durante a entrevista.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Antes de começarmos, disse-me que era pouco faladora, e eu tremi um pouco, pois, é da conversa do convidado/a, e do que ele/a tenha para partilhar que vive o Falar Criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Admito que houve um momento, nos primeiros vinte minutos, que estava em dúvida por onde levar a conversa, mas mantive-me firme na minha curiosidade, e sobretudo na capacidade de escutar aquilo que a Marta tinha para contar, e não nalguma ideia que pudesse ter para o rumo da conversa.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">As emoções são o motor da fotografia da Marta, as pessoas o veículo dessas emoções.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Na nossa conversa, tocámos num assunto que me interessa bastante, que é a questão de ter um mentor, alguém que nos guia, que nos educa numa determinada área a que nos decidimos entregar com o objectivo de perseguir o domínio dessa área, atrevo-me a dizer, chegar à mestria.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O mentor é alguém que nos critica, que nos elogia, mas sobretudo, é alguém que usa a sua experiência, para que o nosso caminho se faça com mais qualidade, e mais depressa, pois ao reconhecer erros que cometeu, indica-nos possíveis soluções, a que ele próprio chegou.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Eu tenho encontrado várias partes de um mentor, espalhadas por várias pessoas, e até por vários livros, mas nunca tive, esse farol, que em dias de tempestade, nos faz sentir mais seguros.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Não sei se o irei encontrar, mas espero algum dia sê-lo para alguém.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='https://www.facebook.com/martapoppefotografia'>Facebook da Marta.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/joaomorgado'>Facebook do João Morgado</a>, fotógrafo de arquitectura, que falamos na entrevista, e espero um dia entrevistar.</li>
<li>A foto da Marta é do <a href='http://falarcriativo.com/episodio-70-tiago-figueiredo/'>Tiago Figueiredo</a>, que tem sido fonte de belas fotografias de muitos dos meus convidados.</li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Livros sugeridos:</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.wook.pt/ficha/kafka-a-beira-mar/a/id/178281'>"Kafka à Beira-Mar" de Haruki Murakami.</a></li>
<li><a href='http://www.wook.pt/ficha/timbuktu/a/id/40551'>"Timbuktu" de Paul Auster.</a> (autor que gosto muito)</li>
<li><a href='http://www.wook.pt/ficha/ensaios-sobre-fotografia/a/id/14160643'>"Ensaios sobre Fotografia de Susan Sontag.</a></li>
<li></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A convidada desta semana é a Marta Poppe, fotógrafa, a qual conheci pessoalmente no último <a href='https://www.facebook.com/WorldFailurists'>WFC (World´s Failurists Congress)</a> da <a href='http://falarcriativo.com/episodio-57-sonia-fernandes/'>Sónia Fernandes</a>, mas cujo trabalho eu já conhecia, pois ela faz parte da "máfia colaborativa" de Óbidos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Já tinha ideia de falar com a Marta, porque ia vendo algumas fotos que ela ia tirando e eu via em alguns posts, ou fotos de perfis dessa malta de Óbidos, no entanto, outro dia é que me apercebi do projecto que ela faz juntamente com a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-64-cristina-nobre-soares/'>Cristina Nobre Soares</a>, o <a href='https://www.facebook.com/profileme.story'>Profile Me</a>, um serviço em que se juntam as fotos da Marta com a capacidade de contar histórias da Cristina.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Encontrei-me com a Marta num jardim em Lisboa, na manhã seguinte a ela ter fotografado um casamento num barco, daí a voz um pouco rouca durante a entrevista.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Antes de começarmos, disse-me que era pouco faladora, e eu tremi um pouco, pois, é da conversa do convidado/a, e do que ele/a tenha para partilhar que vive o Falar Criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Admito que houve um momento, nos primeiros vinte minutos, que estava em dúvida por onde levar a conversa, mas mantive-me firme na minha curiosidade, e sobretudo na capacidade de escutar aquilo que a Marta tinha para contar, e não nalguma ideia que pudesse ter para o rumo da conversa.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">As emoções são o motor da fotografia da Marta, as pessoas o veículo dessas emoções.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Na nossa conversa, tocámos num assunto que me interessa bastante, que é a questão de ter um mentor, alguém que nos guia, que nos educa numa determinada área a que nos decidimos entregar com o objectivo de perseguir o domínio dessa área, atrevo-me a dizer, chegar à mestria.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O mentor é alguém que nos critica, que nos elogia, mas sobretudo, é alguém que usa a sua experiência, para que o nosso caminho se faça com mais qualidade, e mais depressa, pois ao reconhecer erros que cometeu, indica-nos possíveis soluções, a que ele próprio chegou.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Eu tenho encontrado várias partes de um mentor, espalhadas por várias pessoas, e até por vários livros, mas nunca tive, esse farol, que em dias de tempestade, nos faz sentir mais seguros.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Não sei se o irei encontrar, mas espero algum dia sê-lo para alguém.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='https://www.facebook.com/martapoppefotografia'>Facebook da Marta.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/joaomorgado'>Facebook do João Morgado</a>, fotógrafo de arquitectura, que falamos na entrevista, e espero um dia entrevistar.</li>
<li>A foto da Marta é do <a href='http://falarcriativo.com/episodio-70-tiago-figueiredo/'>Tiago Figueiredo</a>, que tem sido fonte de belas fotografias de muitos dos meus convidados.</li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Livros sugeridos:</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.wook.pt/ficha/kafka-a-beira-mar/a/id/178281'>"Kafka à Beira-Mar" de Haruki Murakami.</a></li>
<li><a href='http://www.wook.pt/ficha/timbuktu/a/id/40551'>"Timbuktu" de Paul Auster.</a> (autor que gosto muito)</li>
<li><a href='http://www.wook.pt/ficha/ensaios-sobre-fotografia/a/id/14160643'>"Ensaios sobre Fotografia de Susan Sontag.</a></li>
<li></li>
</ul>
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        <title>Falar mais Criativo - episódio 13, pensamentos: divergente e convergente.</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 13, pensamentos: divergente e convergente.</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Este é o episódio treze de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Andamos a tentar dissecar vários conceitos ligados à criatividade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Neste episódio, eu Rui Branco e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos sobre os conceitos de pensamento divergente e pensamento convergente.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.fnac.pt/A-Arte-de-Viajar-Alain-de-Botton/a201432'>Livro sugerido é "A arte de viajar" do Alain de Botton.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Este é o episódio treze de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Andamos a tentar dissecar vários conceitos ligados à criatividade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Neste episódio, eu Rui Branco e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos sobre os conceitos de pensamento divergente e pensamento convergente.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.fnac.pt/A-Arte-de-Viajar-Alain-de-Botton/a201432'>Livro sugerido é "A arte de viajar" do Alain de Botton.</a></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[Este é o episódio treze de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.Andamos a tentar dissecar vários conceitos ligados à criatividade.Neste episódio, eu Rui Branco e a Anita Silva, falamos sobre os conceitos de pensamento divergente e pensamento convergente.Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.Livro sugerido é "A arte de viajar" do Alain de Botton.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 99 - Ana Quintas</title>
        <itunes:title>episódio 99 - Ana Quintas</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A convidada desta semana é a Ana Quintas, empreendedora e professora, que tem um projecto muito giro, a Vitamimos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Conheci a Ana através da <a href='http://falarcriativo.com/episodio-21-rossana-appolloni/'>Rossana Appolloni</a>, e embora frequente o jardim onde é a Vitamimos, e embora nunca tenha entrado nas instalações, conhecia as actividades, e o conceito.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O conceito é bastante interessante, é ajudar as crianças a serem mais conscientes nas suas escolhas alimentares, através da capacitação práctica, pondo-as a cozinhar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Não conhecia era, a história da Ana, e o como tudo isto se tornou realidade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Foi muito interessante conversar com a Ana, sobre as questões relacionadas com as dificuldades de ver uma ideia de negócio, chegar a ver a luz do dia, pois com os entraves que existem, muito negócios fecham até antes da abertura das portas.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">As dúvidas, as incertezas, as inseguranças, são aquilo que qualquer pessoa, que decida agir sobre algo que gostaria de ver concretizado, tem.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Empreender, agir, sobre algo que se acredita, é um acto de coragem.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Tenho andado às voltas com esta questão do acreditar, pois percebo que é desta fé, que vem a energia para concretizar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Se por acaso a minha crença é abalada, das duas uma, ou aproveito a energia do abalo para andar com mais garra, ou então cai tudo por terra.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Quando cai, normalmente é porque a fé era pouca, porque ventanias e contrariedades todos encontram, mesmo os privilegiados e os sortudos. Estes últimos talvez sofram menos, mas irão sofrer.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Outro dia ouvi, relativamente a motards, que só existem dois tipos: os que já cairam, ou os que vão cair.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O mesmo se aplica a quem quer fazer mais, ser mais.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Todos vão cair, a grande diferença está na capacidade de se voltar a levantar, e o que é que se aprendeu com a queda.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.vitamimos.pt/'>Site da Vitamimos.</a></li>
</ul>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li>Livro sugerido, é o <a href='http://www.presenca.pt/livro/saude-e-familia/nutricao/crescer-para-cima/'>"Crescer para cima" das autoras, Maria Antónia Peças e da Carla Rêgo.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A convidada desta semana é a Ana Quintas, empreendedora e professora, que tem um projecto muito giro, a Vitamimos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Conheci a Ana através da <a href='http://falarcriativo.com/episodio-21-rossana-appolloni/'>Rossana Appolloni</a>, e embora frequente o jardim onde é a Vitamimos, e embora nunca tenha entrado nas instalações, conhecia as actividades, e o conceito.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O conceito é bastante interessante, é ajudar as crianças a serem mais conscientes nas suas escolhas alimentares, através da capacitação práctica, pondo-as a cozinhar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Não conhecia era, a história da Ana, e o como tudo isto se tornou realidade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Foi muito interessante conversar com a Ana, sobre as questões relacionadas com as dificuldades de ver uma ideia de negócio, chegar a ver a luz do dia, pois com os entraves que existem, muito negócios fecham até antes da abertura das portas.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">As dúvidas, as incertezas, as inseguranças, são aquilo que qualquer pessoa, que decida agir sobre algo que gostaria de ver concretizado, tem.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Empreender, agir, sobre algo que se acredita, é um acto de coragem.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Tenho andado às voltas com esta questão do acreditar, pois percebo que é desta fé, que vem a energia para concretizar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Se por acaso a minha crença é abalada, das duas uma, ou aproveito a energia do abalo para andar com mais garra, ou então cai tudo por terra.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Quando cai, normalmente é porque a fé era pouca, porque ventanias e contrariedades todos encontram, mesmo os privilegiados e os sortudos. Estes últimos talvez sofram menos, mas irão sofrer.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Outro dia ouvi, relativamente a motards, que só existem dois tipos: os que já cairam, ou os que vão cair.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">O mesmo se aplica a quem quer fazer mais, ser mais.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Todos vão cair, a grande diferença está na capacidade de se voltar a levantar, e o que é que se aprendeu com a queda.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.vitamimos.pt/'>Site da Vitamimos.</a></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[A convidada desta semana é a Ana Quintas, empreendedora e professora, que tem um projecto muito giro, a Vitamimos.Conheci a Ana através da Rossana Appolloni, e embora frequente o jardim onde é a Vitamimos, e embora nunca tenha entrado nas instalações, conhecia as actividades, e o conceito.O conceito é bastante interessante, é ajudar as crianças a serem mais conscientes nas suas escolhas alimentares, através da capacitação práctica, pondo-as a cozinhar.Não conhecia era, a história da Ana, e o como tudo isto se tornou realidade.Foi muito interessante conversar com a Ana, sobre as questões relacionadas com as dificuldades de ver uma ideia de negócio, chegar a ver a luz do dia, pois com os entraves que existem, muito negócios fecham até antes da abertura das portas.As dúvidas, as incertezas, as inseguranças, são aquilo que qualquer pessoa, que decida agir sobre algo que gostaria de ver concretizado, tem.Empreender, agir, sobre algo que se acredita, é um acto de coragem.Tenho andado às voltas com esta questão do acreditar, pois percebo que é desta fé, que vem a energia para concretizar.Se por acaso a minha crença é abalada, das duas uma, ou aproveito a energia do abalo para andar com mais garra, ou então cai tudo por terra.Quando cai, normalmente é porque a fé era pouca, porque ventanias e contrariedades todos encontram, mesmo os privilegiados e os sortudos. Estes últimos talvez sofram menos, mas irão sofrer.Outro dia ouvi, relativamente a motards, que só existem dois tipos: os que já cairam, ou os que vão cair.O mesmo se aplica a quem quer fazer mais, ser mais.Todos vão cair, a grande diferença está na capacidade de se voltar a levantar, e o que é que se aprendeu com a queda.Site da Vitamimos.Livro sugerido, é o "Crescer para cima" das autoras, Maria Antónia Peças e da Carla Rêgo.]]></itunes:summary>
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        <title>Falar mais Criativo - episódio 12, Gamificação</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 12, Gamificação</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Este é o episódio doze de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Andamos a tentar dissecar vários conceitos ligados à criatividade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Neste episódio, eu Rui Branco e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos sobre o conceito de gamificação.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Os livros recomendados são, o <a href='http://www.wook.pt/ficha/homo-ludens/a/id/16393935'>"Homo Ludens" do Johan Huizinga</a>, e o<a href='http://www.bookdepository.com/Play-Stuart-Brown/9781583333785'>"Play" do Stuart Brown.</a></p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://fourhourworkweek.com/2015/07/28/jane-mcgonigal/'>Link para o podcast com a Jane Mcgonigal e o Tim Ferriss.</a></li>
<li><a href='http://www.ted.com/talks/stuart_brown_says_play_is_more_than_fun_it_s_vital?language=pt'>Palestra do Stuart Brown sobre Play.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Este é o episódio doze de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Andamos a tentar dissecar vários conceitos ligados à criatividade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Neste episódio, eu Rui Branco e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos sobre o conceito de gamificação.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Os livros recomendados são, o <a href='http://www.wook.pt/ficha/homo-ludens/a/id/16393935'>"Homo Ludens" do Johan Huizinga</a>, e o<a href='http://www.bookdepository.com/Play-Stuart-Brown/9781583333785'>"Play" do Stuart Brown.</a></p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://fourhourworkweek.com/2015/07/28/jane-mcgonigal/'>Link para o podcast com a Jane Mcgonigal e o Tim Ferriss.</a></li>
<li><a href='http://www.ted.com/talks/stuart_brown_says_play_is_more_than_fun_it_s_vital?language=pt'>Palestra do Stuart Brown sobre Play.</a></li>
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        <itunes:summary><![CDATA[Este é o episódio doze de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.Andamos a tentar dissecar vários conceitos ligados à criatividade.Neste episódio, eu Rui Branco e a Anita Silva, falamos sobre o conceito de gamificação.Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.Os livros recomendados são, o "Homo Ludens" do Johan Huizinga, e o"Play" do Stuart Brown.Link para o podcast com a Jane Mcgonigal e o Tim Ferriss.Palestra do Stuart Brown sobre Play.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 98 - Andresa Salgueiro</title>
        <itunes:title>episódio 98 - Andresa Salgueiro</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-98-andresa-salgueiro/#comments</comments>        <pubDate>Tue, 08 Sep 2015 23:20:44 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A convidada desta semana é a Andresa Salgueiro que durante mais de um ano viveu à base de trocas.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Eu conheci a Andresa através da <a href='http://falarcriativo.com/episodio-78-edite-amorim/'>Edite Amorim</a>, num encontro que também incluiu a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-21-rossana-appolloni/'>Rossana Appolloni</a> e o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-35-andre-leonardo/'>André Leonardo</a>, um café que virou sala de reuniões de pessoas que acreditam que se pode fazer diferente, e querem e fazem diferente.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/09/super-herois.jpg'></a></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Pessoas que sentem que há muita coisa para fazer, que gostavam de mudar o mundo, e à sua escala fazem, o mundo é composto por conjuntos pequenos, grupos de amigos, vizinhos, famílias, e se todos fizermos um pouco, o pouco vira muito.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Saí do meu local de trabalho, onde a Andresa foi ter, fomos a casa de uma familiar minha, e gravámos a conversa possível, pois o tempo era limitado. Fica aqui o repto às pessoas que seguem o podcast, se depois de ouvirem, acharem que ela deve voltar, arranjarei maneira de o fazer.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Um ano, a viver de trocas...eu acho que é preciso muita imaginação, criatividade e coragem.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Como falamos na entrevista, é-nos mais fácil dar ajuda, do que pedir ajuda, achamos que mostramos fraqueza, que estamos acima quando damos e não pedimos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A vida é dar e receber, nem é só dar, nem é só receber, e felizes são aqueles que dão e recebem com o mesmo sorriso.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://andresasalgueiro.weebly.com/'>Link para o site da Andresa.</a></li>
<li><a href='https://vimeo.com/130898946'>Um discurso muito interessante sobre mudar o mundo.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">
</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.wook.pt/ficha/quero-falar-te-dos-meus-sentimentos/a/id/1553051'>Livro sugerido, "Quero falar-te dos meus sentimentos".</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A convidada desta semana é a Andresa Salgueiro que durante mais de um ano viveu à base de trocas.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Eu conheci a Andresa através da <a href='http://falarcriativo.com/episodio-78-edite-amorim/'>Edite Amorim</a>, num encontro que também incluiu a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-21-rossana-appolloni/'>Rossana Appolloni</a> e o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-35-andre-leonardo/'>André Leonardo</a>, um café que virou sala de reuniões de pessoas que acreditam que se pode fazer diferente, e querem e fazem diferente.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/09/super-herois.jpg'></a></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Pessoas que sentem que há muita coisa para fazer, que gostavam de mudar o mundo, e à sua escala fazem, o mundo é composto por conjuntos pequenos, grupos de amigos, vizinhos, famílias, e se todos fizermos um pouco, o pouco vira muito.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Saí do meu local de trabalho, onde a Andresa foi ter, fomos a casa de uma familiar minha, e gravámos a conversa possível, pois o tempo era limitado. Fica aqui o repto às pessoas que seguem o podcast, se depois de ouvirem, acharem que ela deve voltar, arranjarei maneira de o fazer.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Um ano, a viver de trocas...eu acho que é preciso muita imaginação, criatividade e coragem.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">Como falamos na entrevista, é-nos mais fácil dar ajuda, do que pedir ajuda, achamos que mostramos fraqueza, que estamos acima quando damos e não pedimos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;">A vida é dar e receber, nem é só dar, nem é só receber, e felizes são aqueles que dão e recebem com o mesmo sorriso.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://andresasalgueiro.weebly.com/'>Link para o site da Andresa.</a></li>
<li><a href='https://vimeo.com/130898946'>Um discurso muito interessante sobre mudar o mundo.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><br>
</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.35px;"><li><a href='http://www.wook.pt/ficha/quero-falar-te-dos-meus-sentimentos/a/id/1553051'>Livro sugerido, "Quero falar-te dos meus sentimentos".</a></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[A convidada desta semana é a Andresa Salgueiro que durante mais de um ano viveu à base de trocas.Eu conheci a Andresa através da Edite Amorim, num encontro que também incluiu a Rossana Appolloni e o André Leonardo, um café que virou sala de reuniões de pessoas que acreditam que se pode fazer diferente, e querem e fazem diferente.Pessoas que sentem que há muita coisa para fazer, que gostavam de mudar o mundo, e à sua escala fazem, o mundo é composto por conjuntos pequenos, grupos de amigos, vizinhos, famílias, e se todos fizermos um pouco, o pouco vira muito.Saí do meu local de trabalho, onde a Andresa foi ter, fomos a casa de uma familiar minha, e gravámos a conversa possível, pois o tempo era limitado. Fica aqui o repto às pessoas que seguem o podcast, se depois de ouvirem, acharem que ela deve voltar, arranjarei maneira de o fazer.Um ano, a viver de trocas...eu acho que é preciso muita imaginação, criatividade e coragem.Como falamos na entrevista, é-nos mais fácil dar ajuda, do que pedir ajuda, achamos que mostramos fraqueza, que estamos acima quando damos e não pedimos.A vida é dar e receber, nem é só dar, nem é só receber, e felizes são aqueles que dão e recebem com o mesmo sorriso.Link para o site da Andresa.Um discurso muito interessante sobre mudar o mundo.Livro sugerido, "Quero falar-te dos meus sentimentos".]]></itunes:summary>
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        <title>Falar mais Criativo - episódio 11, Aprender a aprender</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 11, Aprender a aprender</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/falar-mais-criativo-episodio-11-aprender-a-aprender/#comments</comments>        <pubDate>Thu, 03 Sep 2015 09:00:00 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Este é o episódio oito de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Andamos a tentar dissecar vários conceitos ligados à criatividade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Neste episódio, a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, virou as coisas ao contrário e pôs-me a falar sobre aprender a aprender.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Tudo porque recentemente fiz um curso online da Coursera, o <a href='https://www.coursera.org/learn/learning-how-to-learn'>"Learning How To Learn"</a>, e admito ser uma das minhas grandes paixões, o ter a curiosidade de aprender, e saber aprender.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O livro que recomendo é o <a href='https://www.bookdepository.com/The-Art-of-Learning/9780743277464'>"The Art of Learning" do Josh Waitzkin.</a></p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Este é o episódio oito de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Andamos a tentar dissecar vários conceitos ligados à criatividade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Neste episódio, a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, virou as coisas ao contrário e pôs-me a falar sobre aprender a aprender.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Tudo porque recentemente fiz um curso online da Coursera, o <a href='https://www.coursera.org/learn/learning-how-to-learn'>"Learning How To Learn"</a>, e admito ser uma das minhas grandes paixões, o ter a curiosidade de aprender, e saber aprender.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O livro que recomendo é o <a href='https://www.bookdepository.com/The-Art-of-Learning/9780743277464'>"The Art of Learning" do Josh Waitzkin.</a></p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Este é o episódio oito de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.Andamos a tentar dissecar vários conceitos ligados à criatividade.Neste episódio, a Anita Silva, virou as coisas ao contrário e pôs-me a falar sobre aprender a aprender.Tudo porque recentemente fiz um curso online da Coursera, o "Learning How To Learn", e admito ser uma das minhas grandes paixões, o ter a curiosidade de aprender, e saber aprender.Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.O livro que recomendo é o "The Art of Learning" do Josh Waitzkin.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>Falar mais Criativo - episódio 10, Dez coisas que as pessoas criativas não são.</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 10, Dez coisas que as pessoas criativas não são.</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/falar-mais-criativo-episodio-10-dez-coisas-que-as-pessoas-criativas-nao-sao/</link>
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                                    <description><![CDATA[<p>Este é o episódio dez de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.</p>
<p>Andamos a tentar dissecar vários conceitos ligados à criatividade.</p>
<p>Neste episódio, eu Rui Branco, e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos sobre alguns mitos relativamente às pessoas criativas.</p>
10 coisas que as pessoas criativas não são: <p>1. Não nascem mais criativas que as outras </p>
<p>2. Não são uma minoria</p>
<p> 3. Não são artistas </p>
<p>4. Não são excêntricas </p>
<p>5. Não têm tendência para a loucura</p>
<p> 6. Não têm prazo de validade </p>
<p>7. Não têm, necessariamente, uma atração pelo risco </p>
<p>8. Não são temperamentais </p>
<p>9. Não têm ideias espontaneamente </p>
<p>10. Não são alérgicas à rotina</p>
<p> e se houvesse uma 11ª seria não gostam de ser rotuladas.</p>
<p> 
</p>
<p>Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
O livro sugerido  é o <a href='http://www.bookdepository.com/Daily-Rituals-Mason-Currey/9780307273604'>Daily Rituals do Mason Currey.</a>]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Este é o episódio dez de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.</p>
<p>Andamos a tentar dissecar vários conceitos ligados à criatividade.</p>
<p>Neste episódio, eu Rui Branco, e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, falamos sobre alguns mitos relativamente às pessoas criativas.</p>
10 coisas que as pessoas criativas não são: <p>1. Não nascem mais criativas que as outras </p>
<p>2. Não são uma minoria</p>
<p> 3. Não são artistas </p>
<p>4. Não são excêntricas </p>
<p>5. Não têm tendência para a loucura</p>
<p> 6. Não têm prazo de validade </p>
<p>7. Não têm, necessariamente, uma atração pelo risco </p>
<p>8. Não são temperamentais </p>
<p>9. Não têm ideias espontaneamente </p>
<p>10. Não são alérgicas à rotina</p>
<p> e se houvesse uma 11ª seria não gostam de ser rotuladas.</p>
<p> <br>
</p>
<p>Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
O livro sugerido  é o <a href='http://www.bookdepository.com/Daily-Rituals-Mason-Currey/9780307273604'>Daily Rituals do Mason Currey.</a>]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Este é o episódio dez de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.Andamos a tentar dissecar vários conceitos ligados à criatividade.Neste episódio, eu Rui Branco, e a Anita Silva, falamos sobre alguns mitos relativamente às pessoas criativas.10 coisas que as pessoas criativas não são: 1. Não nascem mais criativas que as outras 2. Não são uma minoria 3. Não são artistas 4. Não são excêntricas 5. Não têm tendência para a loucura 6. Não têm prazo de validade 7. Não têm, necessariamente, uma atração pelo risco 8. Não são temperamentais 9. Não têm ideias espontaneamente 10. Não são alérgicas à rotina e se houvesse uma 11ª seria não gostam de ser rotuladas. Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.O livro sugerido  é o Daily Rituals do Mason Currey.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 96 - Rafael Martins</title>
        <itunes:title>episódio 96 - Rafael Martins</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-96-rafael-martins/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-96-rafael-martins/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 24 Aug 2015 16:35:37 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O convidado desta semana é o Rafael Martins, fotógrafo e gerente de dois restaurantes, o <a href='https://www.facebook.com/Silas.pt'>Silas</a> e o <a href='https://www.facebook.com/silaschef.almeirim'>Silas Chef</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O Rafael entrou em contacto comigo no início do podcast a sugerir convidados, um deles cheguei a entrevistar, o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-29-pedro-albuquerque/'>Pedro Albuquerque</a>, o outro ainda não consegui, mas espero coneguir.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Fomos mantendo contacto através do facebook, e em Maio, por altura do meu aniversário ele disse-me que se eu quisesse um dia bem passado ia lá ter com ele a Muge, e iríamos à Casa-Estúdio do Carlos Relvas na Golegã, e almoçaríamos no Silas Chef.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Meses depois, perguntei-lhe se o convite estava de pé, e se ele estaria disponível para ser entrevistado, a resposta foi positiva e lá fui eu ter com ele.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Cheguei lá, e encontrei o Rafael na companhia de um amigo, que passou também o dia connosco, o Vieira Jardim, que escreve uns belos textos, e uma pessoa bastante divertida.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Fizemos uma visita guiada ao Silas, onde o Rafael nos explicou os conceitos por trás de muitas das ideias que teve para o espaço, como o balcão que contém desenhos feitos com vinho, a caixa de vinho que contém um <a href='http://www.priberam.pt/dlpo/pampilho'>pampilho</a> inteiro cortado em vários segmentos, e outras coisas que tais.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Comemos uma (espectacular) bifana logo pela manhã e arrancámos em direcção à Golegã onde nos esperavam para a visita guiada à <a href='http://www.casarelvas.com/'>Casa-Estúdio do Carlos Relvas</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Aconselho vivamente a visitarem, tanto pelo espaço em si, como pela história fantástica deste português visionário.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O Rafael entrou para a colecção de honra da Associação Portuguesa dos Profissionais da imagem com este <a href='http://www.oribatejo.pt/2015/01/22/rafael-martins-entra-na-colecao-de-honra-da-appimagem-2015-com-remake-do-auto-retrato-de-carlos-relvas/'>remake do autoretrato do Carlos Relvas</a>, alguém que admira bastante.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/08/Relvas-e-Rafael-blog.png'></a></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Fomos então almoçar ao Silas Chef onde comi uma bifana deliciosamente criativa, com o nome de Vila Morena, e uma vez que o meu pai é de Grândola, e eu gosto muito de lá ir, achei apropriado.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/08/bifana-vila-morena.jpg'></a></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Eu sei que não se devem partilhar fotografias de comida tão apelativa, acho que se chama food porn, mas é totalmente justificado, uma vez que assim vos deixo a vontade de ir lá experimentar, esta e muitas das outras bifanas, com um nome e uma história.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">A conversa fluiu, bebemos, comemos, e até o Vieira Jardim, perguntou se eu e o Rafael nos conhecíamos, e eu disse que apenas através do facebook, porém tem sido comum estes encontros com pessoas que partilham comigo uma certa insatisfação de haver tanto para fazer, tão pouco tempo, o não se questionar o porque sim, o gosto pelas artes, pelo querer fazer diferente.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">No entanto o Rafael distingue-se de mim pelo facto de ter insistido em trazer ao mundo bifanas diferentes, passando noites a arriscar, a tornar-se um ponto de referência para quem queria comer bem, fosse a que horas fosse.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Eu não me lembro de ter insistido em muitas coisas na minha vida, a não ser na teimosia de não querer que as coisas sejam só porque sim, mas desisti muita vez de várias coisas, sem saber se insistindo mais um pouco o resultado não seria bem melhor, e com real valor.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Como me disse, tenta colocar arte em tudo o que faz, uma vez que neste momento não lhe é possível viver da arte, mas isto para mim também é criatividade, é colocar criatividade na arte de viver.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Mais uma vez agradeço ao Rafael um dos melhores dias que tive nos últimos tempos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O único lamento que tenho é que a melhor bebida que me lembro de ter provado, o "improvável" um vinho licoroso que o Rafael lá tinha, ainda não seja "possível" de provar por todos nós.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/08/improvavel.jpg'></a></p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li><a href='http://rafaelmartins.net/'>Link para o site do Rafael Martins Fotografia.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">
</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">
</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O convidado desta semana é o Rafael Martins, fotógrafo e gerente de dois restaurantes, o <a href='https://www.facebook.com/Silas.pt'>Silas</a> e o <a href='https://www.facebook.com/silaschef.almeirim'>Silas Chef</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O Rafael entrou em contacto comigo no início do podcast a sugerir convidados, um deles cheguei a entrevistar, o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-29-pedro-albuquerque/'>Pedro Albuquerque</a>, o outro ainda não consegui, mas espero coneguir.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Fomos mantendo contacto através do facebook, e em Maio, por altura do meu aniversário ele disse-me que se eu quisesse um dia bem passado ia lá ter com ele a Muge, e iríamos à Casa-Estúdio do Carlos Relvas na Golegã, e almoçaríamos no Silas Chef.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Meses depois, perguntei-lhe se o convite estava de pé, e se ele estaria disponível para ser entrevistado, a resposta foi positiva e lá fui eu ter com ele.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Cheguei lá, e encontrei o Rafael na companhia de um amigo, que passou também o dia connosco, o Vieira Jardim, que escreve uns belos textos, e uma pessoa bastante divertida.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Fizemos uma visita guiada ao Silas, onde o Rafael nos explicou os conceitos por trás de muitas das ideias que teve para o espaço, como o balcão que contém desenhos feitos com vinho, a caixa de vinho que contém um <a href='http://www.priberam.pt/dlpo/pampilho'>pampilho</a> inteiro cortado em vários segmentos, e outras coisas que tais.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Comemos uma (espectacular) bifana logo pela manhã e arrancámos em direcção à Golegã onde nos esperavam para a visita guiada à <a href='http://www.casarelvas.com/'>Casa-Estúdio do Carlos Relvas</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Aconselho vivamente a visitarem, tanto pelo espaço em si, como pela história fantástica deste português visionário.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O Rafael entrou para a colecção de honra da Associação Portuguesa dos Profissionais da imagem com este <a href='http://www.oribatejo.pt/2015/01/22/rafael-martins-entra-na-colecao-de-honra-da-appimagem-2015-com-remake-do-auto-retrato-de-carlos-relvas/'>remake do autoretrato do Carlos Relvas</a>, alguém que admira bastante.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/08/Relvas-e-Rafael-blog.png'></a></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Fomos então almoçar ao Silas Chef onde comi uma bifana deliciosamente criativa, com o nome de Vila Morena, e uma vez que o meu pai é de Grândola, e eu gosto muito de lá ir, achei apropriado.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/08/bifana-vila-morena.jpg'></a></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Eu sei que não se devem partilhar fotografias de comida tão apelativa, acho que se chama food porn, mas é totalmente justificado, uma vez que assim vos deixo a vontade de ir lá experimentar, esta e muitas das outras bifanas, com um nome e uma história.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">A conversa fluiu, bebemos, comemos, e até o Vieira Jardim, perguntou se eu e o Rafael nos conhecíamos, e eu disse que apenas através do facebook, porém tem sido comum estes encontros com pessoas que partilham comigo uma certa insatisfação de haver tanto para fazer, tão pouco tempo, o não se questionar o porque sim, o gosto pelas artes, pelo querer fazer diferente.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">No entanto o Rafael distingue-se de mim pelo facto de ter insistido em trazer ao mundo bifanas diferentes, passando noites a arriscar, a tornar-se um ponto de referência para quem queria comer bem, fosse a que horas fosse.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Eu não me lembro de ter insistido em muitas coisas na minha vida, a não ser na teimosia de não querer que as coisas sejam só porque sim, mas desisti muita vez de várias coisas, sem saber se insistindo mais um pouco o resultado não seria bem melhor, e com real valor.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Como me disse, tenta colocar arte em tudo o que faz, uma vez que neste momento não lhe é possível viver da arte, mas isto para mim também é criatividade, é colocar criatividade na arte de viver.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Mais uma vez agradeço ao Rafael um dos melhores dias que tive nos últimos tempos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O único lamento que tenho é que a melhor bebida que me lembro de ter provado, o "improvável" um vinho licoroso que o Rafael lá tinha, ainda não seja "possível" de provar por todos nós.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/08/improvavel.jpg'></a></p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li><a href='http://rafaelmartins.net/'>Link para o site do Rafael Martins Fotografia.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><br>
</p>
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</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Rafael Martins, fotógrafo e gerente de dois restaurantes, o Silas e o Silas Chef.O Rafael entrou em contacto comigo no início do podcast a sugerir convidados, um deles cheguei a entrevistar, o Pedro Albuquerque, o outro ainda não consegui, mas espero coneguir.Fomos mantendo contacto através do facebook, e em Maio, por altura do meu aniversário ele disse-me que se eu quisesse um dia bem passado ia lá ter com ele a Muge, e iríamos à Casa-Estúdio do Carlos Relvas na Golegã, e almoçaríamos no Silas Chef.Meses depois, perguntei-lhe se o convite estava de pé, e se ele estaria disponível para ser entrevistado, a resposta foi positiva e lá fui eu ter com ele.Cheguei lá, e encontrei o Rafael na companhia de um amigo, que passou também o dia connosco, o Vieira Jardim, que escreve uns belos textos, e uma pessoa bastante divertida.Fizemos uma visita guiada ao Silas, onde o Rafael nos explicou os conceitos por trás de muitas das ideias que teve para o espaço, como o balcão que contém desenhos feitos com vinho, a caixa de vinho que contém um pampilho inteiro cortado em vários segmentos, e outras coisas que tais.Comemos uma (espectacular) bifana logo pela manhã e arrancámos em direcção à Golegã onde nos esperavam para a visita guiada à Casa-Estúdio do Carlos Relvas.Aconselho vivamente a visitarem, tanto pelo espaço em si, como pela história fantástica deste português visionário.O Rafael entrou para a colecção de honra da Associação Portuguesa dos Profissionais da imagem com este remake do autoretrato do Carlos Relvas, alguém que admira bastante.Fomos então almoçar ao Silas Chef onde comi uma bifana deliciosamente criativa, com o nome de Vila Morena, e uma vez que o meu pai é de Grândola, e eu gosto muito de lá ir, achei apropriado.Eu sei que não se devem partilhar fotografias de comida tão apelativa, acho que se chama food porn, mas é totalmente justificado, uma vez que assim vos deixo a vontade de ir lá experimentar, esta e muitas das outras bifanas, com um nome e uma história.A conversa fluiu, bebemos, comemos, e até o Vieira Jardim, perguntou se eu e o Rafael nos conhecíamos, e eu disse que apenas através do facebook, porém tem sido comum estes encontros com pessoas que partilham comigo uma certa insatisfação de haver tanto para fazer, tão pouco tempo, o não se questionar o porque sim, o gosto pelas artes, pelo querer fazer diferente.No entanto o Rafael distingue-se de mim pelo facto de ter insistido em trazer ao mundo bifanas diferentes, passando noites a arriscar, a tornar-se um ponto de referência para quem queria comer bem, fosse a que horas fosse.Eu não me lembro de ter insistido em muitas coisas na minha vida, a não ser na teimosia de não querer que as coisas sejam só porque sim, mas desisti muita vez de várias coisas, sem saber se insistindo mais um pouco o resultado não seria bem melhor, e com real valor.Como me disse, tenta colocar arte em tudo o que faz, uma vez que neste momento não lhe é possível viver da arte, mas isto para mim também é criatividade, é colocar criatividade na arte de viver.Mais uma vez agradeço ao Rafael um dos melhores dias que tive nos últimos tempos.O único lamento que tenho é que a melhor bebida que me lembro de ter provado, o "improvável" um vinho licoroso que o Rafael lá tinha, ainda não seja "possível" de provar por todos nós.Link para o site do Rafael Martins Fotografia.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>Falar mais Criativo - episódio 9, psicologia positiva</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 9, psicologia positiva</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/falar-mais-criativo-episodio-9-psicologia-positiva/#comments</comments>        <pubDate>Thu, 20 Aug 2015 09:00:00 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>Este é o episódio nove de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.</p>
<p>Andamos a tentar dissecar vários conceitos ligados à criatividade.</p>
<p>Neste episódio, eu Rui Branco, e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, tivemos connosco a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-78-edite-amorim/'>Edite Amorim</a> da <a href='http://www.thinking-big.com/'>Thinking Big</a>, para nos explicar o que é psicologia positiva.</p>
<p>Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
<ul><li>O livro sugerido pela Edite, é o <a href='http://www.bookdepository.com/Authentic-Happiness-Seligman-Martin/9780743222983'>Authentic Happiness do Martin Seligman</a>.</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Este é o episódio nove de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.</p>
<p>Andamos a tentar dissecar vários conceitos ligados à criatividade.</p>
<p>Neste episódio, eu Rui Branco, e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, tivemos connosco a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-78-edite-amorim/'>Edite Amorim</a> da <a href='http://www.thinking-big.com/'>Thinking Big</a>, para nos explicar o que é psicologia positiva.</p>
<p>Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
<ul><li>O livro sugerido pela Edite, é o <a href='http://www.bookdepository.com/Authentic-Happiness-Seligman-Martin/9780743222983'>Authentic Happiness do Martin Seligman</a>.</li>
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        <itunes:summary><![CDATA[Este é o episódio nove de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.Andamos a tentar dissecar vários conceitos ligados à criatividade.Neste episódio, eu Rui Branco, e a Anita Silva, tivemos connosco a Edite Amorim da Thinking Big, para nos explicar o que é psicologia positiva.Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.O livro sugerido pela Edite, é o Authentic Happiness do Martin Seligman.]]></itunes:summary>
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                                    </item>
    <item>
        <title>episódio 95 - Madalena Matoso</title>
        <itunes:title>episódio 95 - Madalena Matoso</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-95-madalena-matoso/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 17 Aug 2015 13:48:21 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Madalena Matoso, ilustradora, e uma das fundadoras da editora <a href='http://www.planetatangerina.com/'>Planeta Tangerina</a>.</p>
<p>Cheguei à Madalena através do <a href='http://falarcriativo.com/episodio-91-bernardo-carvalho/'>Bernardo Carvalho</a>,
 pois quando o entrevistei, o nome dela surgiu algumas vezes, e achei 
por bem entrevistá-la, uma vez que também gosto do trabalho dela.</p>
<p>Gostei
 mesmo muito de a conhecer, há uma certa tranquilidade na maneira de 
estar, embora numa altura da entrevista tenha partilhado que se irrita 
quando os desenhos que a mão produz não chegam sequer aos calcanhares da
 imagem que a sua ideia tem.</p>
<p>Eu também sinto muitas vezes isso, e 
foi uma das razões que me fez afastar do desenho durante uns tempos, o 
achar que não desenho assim tão bem, ajudado pelo facto de aquilo que 
imagino ficar muito longe do que tecnicamente sou capaz de fazer.</p>
<p>Claro que arranjamos sempre maneira de dar a volta e aproximar, mas consegue ser muito frustrante por vezes.</p>
<p>Não
 que me esteja a comparar com a Madalena, ela é mil vezes melhor, mas é 
engrçado ver que mesmo pessoas premiadas e que fizeram disso a sua 
profissão, tem lutas muito semelhantes.</p>
<p>Isto agora fez-me pensar 
numa frase que ouvi outro dia, que "um herói não é o que não tem medo, é
 apenas aquele que age apesar do medo".</p>
<p>E de que forma é que isso tem a ver, perguntam-se vocês?</p>
<p>A
 Madalena, podia quando as coisas não saem como a sua imaginação, deitar
 a toalha ao chão e ir fazer outra coisa da sua vida, mas não, continua a
 fazer, insiste.</p>
<p>Eu, e muitos de nós, em várias coisas que nos 
sentimos bem a fazer não temos essa paciência, essa energia que vem de 
crer, e querer, insistir apesar de aquilo não sair bem à primeira, nem à
 segunda, nem à terceira..., mas se aguentarmos até à décima quinta, 
podemos ter uma bela surpresa, algo que fomos nós que fizemos, que deu 
muito gozo e que nos orgulhamos.</p>
<p>Há livros que a Madalena referiu 
como "flops de estimação", mas sobre os quais não há qualquer tipo de 
arrependimento, que são trabalhos que se orgulham de ter feito tanto 
como os ditos "sucessos".</p>
<p>Eu já voltei a desenhar mais, dá-me 
gozo. São maus muitos dos desenhos, mesmo maus, mas depois há uns 
bonzinhos, e quando menos espero até dou por mim a mostrar alguns deles,
 de peito inchado, tal qual galo de capoeira.</p>
<ul><li><a href='http://www.planetatangerina.com/pt/autores/madalena-matoso'> Página da Madalena no site do Planeta</a>.</li>
<li><a href='https://www.pinterest.com/paulazuluagaatp/madalena-matoso/'>Página da Madalena no Pinterest.</a>
</li>
<li><a href='http://www.planetatangerina.com/pt/livros/nunca-vi-uma-bicicleta-e-os-patos-nao-me-largam'>Um livro que gosto, provocador, e acima de tudo para questiona o aprender nas escolas.</a>
</li>
</ul>
<p>Livro sugerido</p>
<a href='http://www.wook.pt/ficha/gente-melancolicamente-louca/a/id/16230747'>Gente Melancolicamente Louca da Teresa Veiga.</a>]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Madalena Matoso, ilustradora, e uma das fundadoras da editora <a href='http://www.planetatangerina.com/'>Planeta Tangerina</a>.</p>
<p>Cheguei à Madalena através do <a href='http://falarcriativo.com/episodio-91-bernardo-carvalho/'>Bernardo Carvalho</a>,
 pois quando o entrevistei, o nome dela surgiu algumas vezes, e achei 
por bem entrevistá-la, uma vez que também gosto do trabalho dela.</p>
<p>Gostei
 mesmo muito de a conhecer, há uma certa tranquilidade na maneira de 
estar, embora numa altura da entrevista tenha partilhado que se irrita 
quando os desenhos que a mão produz não chegam sequer aos calcanhares da
 imagem que a sua ideia tem.</p>
<p>Eu também sinto muitas vezes isso, e 
foi uma das razões que me fez afastar do desenho durante uns tempos, o 
achar que não desenho assim tão bem, ajudado pelo facto de aquilo que 
imagino ficar muito longe do que tecnicamente sou capaz de fazer.</p>
<p>Claro que arranjamos sempre maneira de dar a volta e aproximar, mas consegue ser muito frustrante por vezes.</p>
<p>Não
 que me esteja a comparar com a Madalena, ela é mil vezes melhor, mas é 
engrçado ver que mesmo pessoas premiadas e que fizeram disso a sua 
profissão, tem lutas muito semelhantes.</p>
<p>Isto agora fez-me pensar 
numa frase que ouvi outro dia, que "um herói não é o que não tem medo, é
 apenas aquele que age apesar do medo".</p>
<p>E de que forma é que isso tem a ver, perguntam-se vocês?</p>
<p>A
 Madalena, podia quando as coisas não saem como a sua imaginação, deitar
 a toalha ao chão e ir fazer outra coisa da sua vida, mas não, continua a
 fazer, insiste.</p>
<p>Eu, e muitos de nós, em várias coisas que nos 
sentimos bem a fazer não temos essa paciência, essa energia que vem de 
crer, e querer, insistir apesar de aquilo não sair bem à primeira, nem à
 segunda, nem à terceira..., mas se aguentarmos até à décima quinta, 
podemos ter uma bela surpresa, algo que fomos nós que fizemos, que deu 
muito gozo e que nos orgulhamos.</p>
<p>Há livros que a Madalena referiu 
como "flops de estimação", mas sobre os quais não há qualquer tipo de 
arrependimento, que são trabalhos que se orgulham de ter feito tanto 
como os ditos "sucessos".</p>
<p>Eu já voltei a desenhar mais, dá-me 
gozo. São maus muitos dos desenhos, mesmo maus, mas depois há uns 
bonzinhos, e quando menos espero até dou por mim a mostrar alguns deles,
 de peito inchado, tal qual galo de capoeira.</p>
<ul><li><a href='http://www.planetatangerina.com/pt/autores/madalena-matoso'> Página da Madalena no site do Planeta</a>.</li>
<li><a href='https://www.pinterest.com/paulazuluagaatp/madalena-matoso/'>Página da Madalena no Pinterest.</a><br>
</li>
<li><a href='http://www.planetatangerina.com/pt/livros/nunca-vi-uma-bicicleta-e-os-patos-nao-me-largam'>Um livro que gosto, provocador, e acima de tudo para questiona o aprender nas escolas.</a><br>
</li>
</ul>
<p>Livro sugerido</p>
<a href='http://www.wook.pt/ficha/gente-melancolicamente-louca/a/id/16230747'>Gente Melancolicamente Louca da Teresa Veiga.</a>]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[A convidada desta semana é a Madalena Matoso, ilustradora, e uma das fundadoras da editora Planeta Tangerina.Cheguei à Madalena através do Bernardo Carvalho,
 pois quando o entrevistei, o nome dela surgiu algumas vezes, e achei 
por bem entrevistá-la, uma vez que também gosto do trabalho dela.Gostei
 mesmo muito de a conhecer, há uma certa tranquilidade na maneira de 
estar, embora numa altura da entrevista tenha partilhado que se irrita 
quando os desenhos que a mão produz não chegam sequer aos calcanhares da
 imagem que a sua ideia tem.Eu também sinto muitas vezes isso, e 
foi uma das razões que me fez afastar do desenho durante uns tempos, o 
achar que não desenho assim tão bem, ajudado pelo facto de aquilo que 
imagino ficar muito longe do que tecnicamente sou capaz de fazer.Claro que arranjamos sempre maneira de dar a volta e aproximar, mas consegue ser muito frustrante por vezes.Não
 que me esteja a comparar com a Madalena, ela é mil vezes melhor, mas é 
engrçado ver que mesmo pessoas premiadas e que fizeram disso a sua 
profissão, tem lutas muito semelhantes.Isto agora fez-me pensar 
numa frase que ouvi outro dia, que "um herói não é o que não tem medo, é
 apenas aquele que age apesar do medo".E de que forma é que isso tem a ver, perguntam-se vocês?A
 Madalena, podia quando as coisas não saem como a sua imaginação, deitar
 a toalha ao chão e ir fazer outra coisa da sua vida, mas não, continua a
 fazer, insiste.Eu, e muitos de nós, em várias coisas que nos 
sentimos bem a fazer não temos essa paciência, essa energia que vem de 
crer, e querer, insistir apesar de aquilo não sair bem à primeira, nem à
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muito gozo e que nos orgulhamos.Há livros que a Madalena referiu 
como "flops de estimação", mas sobre os quais não há qualquer tipo de 
arrependimento, que são trabalhos que se orgulham de ter feito tanto 
como os ditos "sucessos".Eu já voltei a desenhar mais, dá-me 
gozo. São maus muitos dos desenhos, mesmo maus, mas depois há uns 
bonzinhos, e quando menos espero até dou por mim a mostrar alguns deles,
 de peito inchado, tal qual galo de capoeira. Página da Madalena no site do Planeta.Página da Madalena no Pinterest.Um livro que gosto, provocador, e acima de tudo para questiona o aprender nas escolas.Livro sugeridoGente Melancolicamente Louca da Teresa Veiga.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>Falar mais Criativo - episódio 8, animação sociocultural</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 8, animação sociocultural</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/falar-mais-criativo-episodio-8-animacao-sociocultural/</link>
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                                    <description><![CDATA[Este é o episódio oito de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.<p>Andamos a tentar dissecar vários conceitos ligados à criatividade.</p>
<p>Neste episódio, eu Rui Branco, e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, tentamos explicar o que é animação sociocultural, a
 sua importância, e apesar de eu brincar um pouco com o conceito, ficou 
muito mais claro o valor que tem para a sociedade como ferramenta de 
aprendizagem.</p>
<p>Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[Este é o episódio oito de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.<p>Andamos a tentar dissecar vários conceitos ligados à criatividade.</p>
<p>Neste episódio, eu Rui Branco, e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, tentamos explicar o que é animação sociocultural, a
 sua importância, e apesar de eu brincar um pouco com o conceito, ficou 
muito mais claro o valor que tem para a sociedade como ferramenta de 
aprendizagem.</p>
<p>Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Este é o episódio oito de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.Andamos a tentar dissecar vários conceitos ligados à criatividade.Neste episódio, eu Rui Branco, e a Anita Silva, tentamos explicar o que é animação sociocultural, a
 sua importância, e apesar de eu brincar um pouco com o conceito, ficou 
muito mais claro o valor que tem para a sociedade como ferramenta de 
aprendizagem.Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 94 - Fernando Alvim</title>
        <itunes:title>episódio 94 - Fernando Alvim</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O convidado desta semana é o Fernando Alvim, alguém que sigo há bastante tempo, alguém que eu já queria ter entrevistado, mas a oportunidade surgiu após a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-57-sonia-fernandes/'>Sónia Fernandes</a> nos ter apresentado no <a href='https://pt-pt.facebook.com/WorldFailurists'>World Failurists Congress</a>, no qual o Alvim foi partilhar os seus falhanços amorosos, pois o tema era o Amor.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Não foi fácil encontrar espaço na agenda do Alvim para a nossa conversa, ele é bastante ocupado, está envolvido em montes de coisas, e existe nele a exigência para fazer bem.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Relativamente à exigência, falámos da necessidade de os criadores serem exigentes com  o seu público, os artistas, os jornais, as televisões, etc, caem muita vez no "fácil", e como ele diz se não formos exigentes com o público, este não será exigente connosco, e o resultado é um emprobrecimento do resultado final, e consequentemente, digo eu, uma morte.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Gostava de ter tido mais tempo com ele, acho-o uma pessoa muito inteligente, e com uma visão muito interessante sobre o mundo em que vivemos, alguém que reflecte, que se preocupa em estar informado, mas que me parece por vezes se esconde atrás de um Alvim mais brincalhão, e aparentemente desligado.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">É alguém que se pode chamar de vanguardista, pois como ele disse, "...difícil é fazeres algo que as pessoas não sabem que vão gostar, mas que vão gostar...", e para isso é preciso conhecer o que se faz, e perceber que se pode fazer diferente e melhor.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O cansaço que ele tinha, devido a ter dormido pouco, reflectiu-se um pouco na entrevista, e percebi que para conseguirmos não estar resignados e nos renovarmos constantemente, por vezes temos de esticar a corda, mas é um equilíbrio muito difícil de gerir, pois é uma estratégia a curto prazo, a energia que colocamos nos projectos vem de termos energia, e essa energia tanto pode vir de uma vida equilibrada e regrada, como por vezes vem da energia do movimento contínuo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O Alvim, tem pressa, os projectos são a curto-médio prazo, havendo preferência pelos de curto prazo, o que não invalida a carreira longa que tem, e que se prevê continue a ter.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">No meu caso, a pressa, o curto prazo, chocou com a falta de foco, e o querer agradar a outros, fui "maricão" como ele se refere a quem faz por agradar aos outros, mas é sempre tempo de respirar fundo, ganhar coragem, e fazer melhor, já, hoje.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li><a href='http://www.fernandoalvim.com/'>Site do Alvim.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/FernandoAlvimOficial'>Facebook do Alvim.</a></li>
<li><a href='http://www.cegosurdoemudo.com/'>Editora Cego, Surdo e Mudo.</a></li>
<li><a href='https://pt-br.facebook.com/vidaalvim'>Facebook do "É a vida Alvim."</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Livro sugerido.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li><a href='http://www.portoeditora.pt/produtos/ficha?id=13998942'>A Causa das Coisas, de Miguel Esteves Cardoso.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O convidado desta semana é o Fernando Alvim, alguém que sigo há bastante tempo, alguém que eu já queria ter entrevistado, mas a oportunidade surgiu após a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-57-sonia-fernandes/'>Sónia Fernandes</a> nos ter apresentado no <a href='https://pt-pt.facebook.com/WorldFailurists'>World Failurists Congress</a>, no qual o Alvim foi partilhar os seus falhanços amorosos, pois o tema era o Amor.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Não foi fácil encontrar espaço na agenda do Alvim para a nossa conversa, ele é bastante ocupado, está envolvido em montes de coisas, e existe nele a exigência para fazer bem.</p>
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<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Gostava de ter tido mais tempo com ele, acho-o uma pessoa muito inteligente, e com uma visão muito interessante sobre o mundo em que vivemos, alguém que reflecte, que se preocupa em estar informado, mas que me parece por vezes se esconde atrás de um Alvim mais brincalhão, e aparentemente desligado.</p>
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<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O cansaço que ele tinha, devido a ter dormido pouco, reflectiu-se um pouco na entrevista, e percebi que para conseguirmos não estar resignados e nos renovarmos constantemente, por vezes temos de esticar a corda, mas é um equilíbrio muito difícil de gerir, pois é uma estratégia a curto prazo, a energia que colocamos nos projectos vem de termos energia, e essa energia tanto pode vir de uma vida equilibrada e regrada, como por vezes vem da energia do movimento contínuo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O Alvim, tem pressa, os projectos são a curto-médio prazo, havendo preferência pelos de curto prazo, o que não invalida a carreira longa que tem, e que se prevê continue a ter.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">No meu caso, a pressa, o curto prazo, chocou com a falta de foco, e o querer agradar a outros, fui "maricão" como ele se refere a quem faz por agradar aos outros, mas é sempre tempo de respirar fundo, ganhar coragem, e fazer melhor, já, hoje.</p>
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<li><a href='https://www.facebook.com/FernandoAlvimOficial'>Facebook do Alvim.</a></li>
<li><a href='http://www.cegosurdoemudo.com/'>Editora Cego, Surdo e Mudo.</a></li>
<li><a href='https://pt-br.facebook.com/vidaalvim'>Facebook do "É a vida Alvim."</a></li>
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<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Livro sugerido.</p>
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    <item>
        <title>Falar mais Criativo - episódio 7, participação</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 7, participação</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/falar-mais-criativo-episodio-7-participacao/#comments</comments>        <pubDate>Thu, 06 Aug 2015 12:16:58 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Este é o episódio sete de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Tentaremos dissecar vários conceitos ligados à criatividade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Neste episódio, eu Rui Branco, e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, tentamos explicar o que é participação, e a importância que tem no papel que todos temos na sociedade e no mundo.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li>A TED Talk que a Anita refere é do<a href='http://www.ted.com/talks/dave_meslin_the_antidote_to_apathy?language=pt'> Dave Meslin, o Antídoto para a Apatia.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Este é o episódio sete de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Tentaremos dissecar vários conceitos ligados à criatividade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Neste episódio, eu Rui Branco, e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, tentamos explicar o que é participação, e a importância que tem no papel que todos temos na sociedade e no mundo.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li>A TED Talk que a Anita refere é do<a href='http://www.ted.com/talks/dave_meslin_the_antidote_to_apathy?language=pt'> Dave Meslin, o Antídoto para a Apatia.</a></li>
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<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
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        <title>episódio 93 - Joana Brígido e João Remondes</title>
        <itunes:title>episódio 93 - Joana Brígido e João Remondes</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Os convidados desta semana são a Joana Brígido e o João Remondes, as pessoas que estão à frente da <a href='http://www.toyno.com/'>Toyno</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O episódio é longo, não tão longo como o do <a href='http://falarcriativo.com/episodio-67-tiago-nunes/'>Tiago Nunes</a>, o azelha que escreve este texto não verificou a capacidade do cartão do gravador, e a meio da entrevista, acabou o cartão e tive de apagar outros ficheiros. Mas acho que nem se nota.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Gosto da Toyno. Dos produtos que fazem, das pessoas que fazem parte da empresa, gosto da ousadia de ser pequeno e internacional, da ideia de ter um material simples como o cartão e transformá-lo em algo mais, um acto "divino" de transformar a água em vinho.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Tudo surgiu de uma ideia para um presente de Natal, e hoje em dia está por esse mundo fora, a Joana e o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-11-rui-quinta/'>Rui Quinta</a>, perceberam que aquilo podia ser mais, e fizeram com que assim fosse.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O tal momento eureka, é necessário, porém se não for sustentado por trabalho anterior e/ou trabalho posterior, nada mais é do que neurónios a fazer uma festa.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Eu vejo por mim, que os meus neurónios se divertem à brava, mas muitas vezes, o resto do corpo não está para isso, e vivo intensamente as ideias dentro destes 3 litros entre as minhas orelhas que são a minha cabeça.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Há coisas que são mais chatas no ter uma empresa, no ter de um negócio, no caso da Toyno e de outras pequenas empresas, existe a necessidade da maior parte das pessoas fazer mais do que uma coisa, tal como embalar produto, e ter paralelamente a responsabilidade de gerir. No caso das empresas grandes, as dores de cabeça serão outras, que necessariamente vêm com uma menor agilidade para a adaptação a novas realidades, e um pequeno deslize poder siginifcar milhões de perdas, e com isso muitos postos de trabalho.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Relativamente ao trabalho, há que salientar duas questões, que são a necessidade de empresas como a Toyno trabalharem com freelancers, e não com grandes equipas fixas, e a boa disposição que se sente, que não é incompatível com cumprimento de prazos e trabalho de grande qualidade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Para os freelancers há por vezes a insegurança de não saber quando voltarão a ter trabalho, mas há também o desafio de conhecer várias realidades, e com isso crescer.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Para as empresas que os contratam há a mais valia de ter ideias novas vindas de fora, outra perspectiva, mas há a dificuldade de muitas das vezes segurar talento que vão encontrando e que gostariam de poder pagar para ter consigo numa base mais regular.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li><a href='https://www.facebook.com/toynoproducts'>Facebook da Toyno.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Sugestão de livro da Joana.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li><a href='http://www.wook.pt/ficha/o-principezinho/a/id/46993'>O Principezinho de Antoine de Saint-Exupéry.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Sugestões de livros do João.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li><a href='http://www.bookdepository.com/Living-Buddha-Living-Christ-Thich-Nhat-Hanh/9781594482397'>Living Buddha, Living Christ do Tich Naht Hanh.</a></li>
<li><a href='http://www.bookdepository.com/Daring-Greatly-Brene-Brown/9781592408900'>Daring Greatly da Brene Brown.</a></li>
<li><a href='http://www.bookdepository.com/Sell-is-Human-Daniel-Pink/9780857867209'>To Sell is Human do Daniel Pink.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Os convidados desta semana são a Joana Brígido e o João Remondes, as pessoas que estão à frente da <a href='http://www.toyno.com/'>Toyno</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O episódio é longo, não tão longo como o do <a href='http://falarcriativo.com/episodio-67-tiago-nunes/'>Tiago Nunes</a>, o azelha que escreve este texto não verificou a capacidade do cartão do gravador, e a meio da entrevista, acabou o cartão e tive de apagar outros ficheiros. Mas acho que nem se nota.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Gosto da Toyno. Dos produtos que fazem, das pessoas que fazem parte da empresa, gosto da ousadia de ser pequeno e internacional, da ideia de ter um material simples como o cartão e transformá-lo em algo mais, um acto "divino" de transformar a água em vinho.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Tudo surgiu de uma ideia para um presente de Natal, e hoje em dia está por esse mundo fora, a Joana e o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-11-rui-quinta/'>Rui Quinta</a>, perceberam que aquilo podia ser mais, e fizeram com que assim fosse.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O tal momento eureka, é necessário, porém se não for sustentado por trabalho anterior e/ou trabalho posterior, nada mais é do que neurónios a fazer uma festa.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Eu vejo por mim, que os meus neurónios se divertem à brava, mas muitas vezes, o resto do corpo não está para isso, e vivo intensamente as ideias dentro destes 3 litros entre as minhas orelhas que são a minha cabeça.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Há coisas que são mais chatas no ter uma empresa, no ter de um negócio, no caso da Toyno e de outras pequenas empresas, existe a necessidade da maior parte das pessoas fazer mais do que uma coisa, tal como embalar produto, e ter paralelamente a responsabilidade de gerir. No caso das empresas grandes, as dores de cabeça serão outras, que necessariamente vêm com uma menor agilidade para a adaptação a novas realidades, e um pequeno deslize poder siginifcar milhões de perdas, e com isso muitos postos de trabalho.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Relativamente ao trabalho, há que salientar duas questões, que são a necessidade de empresas como a Toyno trabalharem com freelancers, e não com grandes equipas fixas, e a boa disposição que se sente, que não é incompatível com cumprimento de prazos e trabalho de grande qualidade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Para os freelancers há por vezes a insegurança de não saber quando voltarão a ter trabalho, mas há também o desafio de conhecer várias realidades, e com isso crescer.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Para as empresas que os contratam há a mais valia de ter ideias novas vindas de fora, outra perspectiva, mas há a dificuldade de muitas das vezes segurar talento que vão encontrando e que gostariam de poder pagar para ter consigo numa base mais regular.</p>
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<li><a href='http://www.bookdepository.com/Daring-Greatly-Brene-Brown/9781592408900'>Daring Greatly da Brene Brown.</a></li>
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        <title>episódio 92 - Susana Martins</title>
        <itunes:title>episódio 92 - Susana Martins</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">A convidada desta semana é a Susana Martins, fotógrafa sub-aquática e também fora de água, criadora de uma marca de t-shirts, a <a href='http://www.grow-gills.com/'>Grow Gills</a>, relacionada com mergulho, tudo isto no seu tempo livre, pois o seu emprego é ser analista.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O conheço a Susana há muitos anos, tal como a irmã, a anterior convidada <a href='http://falarcriativo.com/episodio-40-rita-martins/'>Rita Martins</a>, é prima de uma grande amiga minha, porém não tinha a noção da profissão dela, vou sim acompanhando os projectos que faz para além do seu emprego, pois são esses que ela partilha no Facebook.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Eu já andei com ideias de lançar uma marca de t-shirts, e na altura conversei com a Susana, que tinha lançado havia pouco tempo a Grow Gills, e apercebi-me que não é só imprimir umas camisolas e começar a vender.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Comecei a acompanhar com interesse as fotografias sub-aquáticas que ela ia partilhando, e chamou-me à atenção ainda mais o facto de uma fotografia dela ter feito parte de uma exposição no Smithsonian, e tempos mais tarde fez uma exposição de fotografia e publicou um livro, também de fotografia.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Eu achei que teria de falar com ela, para perceber um pouco melhor, como se faz tanta coisa, e porque é que se faz tanta coisa.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Eu sou daquelas pessoas que achava que só a tempo inteiro se consegue fazer alguma coisa, porém começo a encontrar exemplos atrás de exemplos, de pessoas que gota a gota, ou grão a grão, conseguem realizar os mais variados projectos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Vejo também por mim que mesmo no tempo inteiro, é o comparecer todos os dias, ou com a regularidade que conseguirmos, que produz resultados, é a consistência, mais do que o tempo só por si.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Por vezes apetece-me andar a saltar de projecto em projecto, deixando uns começados, outros por acabar, mas é até a atitude de dizer presente que faz com que os projectos cheguem a bom porto.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">A Susana também gosta de muita coisa, e claro que gostaria de mergulhar de cabeça nos projectos, mas isso não a impede de ir navegando serenamente nas coisa que a entusiasmam um pouco de cada vez, com a segurança que o emprego lhe traz, mas sempre com a motivação que cada dia, cada hora que investe, a deixam mais perto de onde quer chegar.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li><a href='http://susanaaamartins.wix.com/photo'>O site da Susana</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/SusanaMartinsPhotography'>Facebook da Susana Martins Photography.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/GrowGills'>Grow Gills página de Facebook.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">A convidada desta semana é a Susana Martins, fotógrafa sub-aquática e também fora de água, criadora de uma marca de t-shirts, a <a href='http://www.grow-gills.com/'>Grow Gills</a>, relacionada com mergulho, tudo isto no seu tempo livre, pois o seu emprego é ser analista.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O conheço a Susana há muitos anos, tal como a irmã, a anterior convidada <a href='http://falarcriativo.com/episodio-40-rita-martins/'>Rita Martins</a>, é prima de uma grande amiga minha, porém não tinha a noção da profissão dela, vou sim acompanhando os projectos que faz para além do seu emprego, pois são esses que ela partilha no Facebook.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Eu já andei com ideias de lançar uma marca de t-shirts, e na altura conversei com a Susana, que tinha lançado havia pouco tempo a Grow Gills, e apercebi-me que não é só imprimir umas camisolas e começar a vender.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Comecei a acompanhar com interesse as fotografias sub-aquáticas que ela ia partilhando, e chamou-me à atenção ainda mais o facto de uma fotografia dela ter feito parte de uma exposição no Smithsonian, e tempos mais tarde fez uma exposição de fotografia e publicou um livro, também de fotografia.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Eu achei que teria de falar com ela, para perceber um pouco melhor, como se faz tanta coisa, e porque é que se faz tanta coisa.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Eu sou daquelas pessoas que achava que só a tempo inteiro se consegue fazer alguma coisa, porém começo a encontrar exemplos atrás de exemplos, de pessoas que gota a gota, ou grão a grão, conseguem realizar os mais variados projectos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Vejo também por mim que mesmo no tempo inteiro, é o comparecer todos os dias, ou com a regularidade que conseguirmos, que produz resultados, é a consistência, mais do que o tempo só por si.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Por vezes apetece-me andar a saltar de projecto em projecto, deixando uns começados, outros por acabar, mas é até a atitude de dizer presente que faz com que os projectos cheguem a bom porto.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">A Susana também gosta de muita coisa, e claro que gostaria de mergulhar de cabeça nos projectos, mas isso não a impede de ir navegando serenamente nas coisa que a entusiasmam um pouco de cada vez, com a segurança que o emprego lhe traz, mas sempre com a motivação que cada dia, cada hora que investe, a deixam mais perto de onde quer chegar.</p>
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        <title>Falar mais Criativo - episódio 6, Clown</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 6, Clown</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/falar-mais-criativo-episodio-6-clown/#comments</comments>        <pubDate>Fri, 24 Jul 2015 14:21:06 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Este é o sexto episódio de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Tentaremos dissecar vários conceitos ligados à criatividade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Neste episódio, eu Rui Branco, e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, tentamos explicar o que é a arte do Clown, e de que forma podemos usar como ferramenta para o processo criativo.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li>O livro sugerido é precisamente <a href='http://jesusjaraclown.com/mislibros1.html'>"El Clown, navegante de las emociones" de Jesus Jara</a>.</li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Este é o sexto episódio de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.</p>
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<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Neste episódio, eu Rui Branco, e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, tentamos explicar o que é a arte do Clown, e de que forma podemos usar como ferramenta para o processo criativo.</p>
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<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
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        <title>episódio 91 - Bernardo Carvalho</title>
        <itunes:title>episódio 91 - Bernardo Carvalho</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O convidado desta semana é o Bernardo Carvalho, ilustrador, que surgiu em conversa quando falei com o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-82-tomaz-viana/'>Tomaz Viana</a>, como sendo o seu mestre do surf.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Engraçada esta coisa do mestre, pois quando conversei com o Bernardo, a questão da mestria veio à conversa, no sentido em que o curso de desenho que tirou na <a href='http://www.snba.pt/'>Sociedade Nacional de Belas Artes</a>, tinha muito de saber olhar, de memória visual, mas muita repetição, não há talentos naturais, há dedicação. Se houver uma inclinação natural, a vontade irá estar associada, porém para chegarmos mais longe temos de continuar, insistir, mesmo quando não está a correr muito bem, e não apetece.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Gostei mesmo de conversar com ele, este foi daqueles convidados que cheguei todo entusiasmado a casa, a contar isto e aquilo da conversa, a dizer que era "gajo muito fixe", e que me fez querer voltar a desenhar. Não que ache que estou ao nível dele, mas a postura de ter pica, para atacar os desenhos, o divertir-se a desenhar, isso quero voltar a ter, e percebo que foi o não continuar a desenhar tanto como desenhava que me fez regredir.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Quando me confrontei com pessoas que desenhavam melhor do que eu, não tive a coragem de perceber como é que posso desenhar assim, mas encolhi-me e preferi fazer-me de vítima,  deixando o desenho para o lado. Não o abandonei, mas passei a encará-lo apenas como uma ferramenta para me explicar enquanto arquitecto, e como ferramenta de entendimento de questões mais complexas.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Claro que o desenho pode ser também isso, serviu-me bastante, mas o gosto de riscar, de experimentar canetas novas, lápis, estrear cadernos, foi ficando para trás e com ele muito do que fazia feliz.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">A minha felicidade não passa somente pelo desenho, mas ajuda a aumentá-la.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">A felicidade do Bernardo passa muito pelo desenho, mas também pelo surf, tanto é que uma das formas que tem de estruturar a sua semana é a de saber como vão estar as marés, e se vão haver ondas no sítio onde costuma surfar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Gostei de o ouvir falar do surf, de como é importante para ele, sem com isso deixar de ser cumpridor, como ele próprio se considera.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Vivemos muito numa mentalidade de sim ou não, preto ou branco, "se faz surf com fartura não trabalha", "se dorme muito não produz", e cada vez mais tenho exemplos de que é no fazer aquilo que nos motiva que arranjamos as forças para aqueles dias em que não vai apetecer, mas que vamos continuar a fazer, sabendo que no dia seguinte ou até na semana seguinte, teremos superado mais um desafio e estamos mais fortes.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/07/euevivi.jpg'></a></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">
</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li><a href='http://www.planetatangerina.com/'>O site da Planeta Tangerina.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/pages/Planeta-Tangerina/283220922760'>O facebook do Planeta Tangerina.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">
</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li>O livro sugerido é o <a href='http://www.wook.pt/ficha/stoner/a/id/15934330'>Stoner do John Edward Williams</a>.</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O convidado desta semana é o Bernardo Carvalho, ilustrador, que surgiu em conversa quando falei com o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-82-tomaz-viana/'>Tomaz Viana</a>, como sendo o seu mestre do surf.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Engraçada esta coisa do mestre, pois quando conversei com o Bernardo, a questão da mestria veio à conversa, no sentido em que o curso de desenho que tirou na <a href='http://www.snba.pt/'>Sociedade Nacional de Belas Artes</a>, tinha muito de saber olhar, de memória visual, mas muita repetição, não há talentos naturais, há dedicação. Se houver uma inclinação natural, a vontade irá estar associada, porém para chegarmos mais longe temos de continuar, insistir, mesmo quando não está a correr muito bem, e não apetece.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Gostei mesmo de conversar com ele, este foi daqueles convidados que cheguei todo entusiasmado a casa, a contar isto e aquilo da conversa, a dizer que era "gajo muito fixe", e que me fez querer voltar a desenhar. Não que ache que estou ao nível dele, mas a postura de ter pica, para atacar os desenhos, o divertir-se a desenhar, isso quero voltar a ter, e percebo que foi o não continuar a desenhar tanto como desenhava que me fez regredir.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Quando me confrontei com pessoas que desenhavam melhor do que eu, não tive a coragem de perceber como é que posso desenhar assim, mas encolhi-me e preferi fazer-me de vítima,  deixando o desenho para o lado. Não o abandonei, mas passei a encará-lo apenas como uma ferramenta para me explicar enquanto arquitecto, e como ferramenta de entendimento de questões mais complexas.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Claro que o desenho pode ser também isso, serviu-me bastante, mas o gosto de riscar, de experimentar canetas novas, lápis, estrear cadernos, foi ficando para trás e com ele muito do que fazia feliz.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">A minha felicidade não passa somente pelo desenho, mas ajuda a aumentá-la.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">A felicidade do Bernardo passa muito pelo desenho, mas também pelo surf, tanto é que uma das formas que tem de estruturar a sua semana é a de saber como vão estar as marés, e se vão haver ondas no sítio onde costuma surfar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Gostei de o ouvir falar do surf, de como é importante para ele, sem com isso deixar de ser cumpridor, como ele próprio se considera.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Vivemos muito numa mentalidade de sim ou não, preto ou branco, "se faz surf com fartura não trabalha", "se dorme muito não produz", e cada vez mais tenho exemplos de que é no fazer aquilo que nos motiva que arranjamos as forças para aqueles dias em que não vai apetecer, mas que vamos continuar a fazer, sabendo que no dia seguinte ou até na semana seguinte, teremos superado mais um desafio e estamos mais fortes.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/07/euevivi.jpg'></a></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><br>
</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li><a href='http://www.planetatangerina.com/'>O site da Planeta Tangerina.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/pages/Planeta-Tangerina/283220922760'>O facebook do Planeta Tangerina.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><br>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Bernardo Carvalho, ilustrador, que surgiu em conversa quando falei com o Tomaz Viana, como sendo o seu mestre do surf.Engraçada esta coisa do mestre, pois quando conversei com o Bernardo, a questão da mestria veio à conversa, no sentido em que o curso de desenho que tirou na Sociedade Nacional de Belas Artes, tinha muito de saber olhar, de memória visual, mas muita repetição, não há talentos naturais, há dedicação. Se houver uma inclinação natural, a vontade irá estar associada, porém para chegarmos mais longe temos de continuar, insistir, mesmo quando não está a correr muito bem, e não apetece.Gostei mesmo de conversar com ele, este foi daqueles convidados que cheguei todo entusiasmado a casa, a contar isto e aquilo da conversa, a dizer que era "gajo muito fixe", e que me fez querer voltar a desenhar. Não que ache que estou ao nível dele, mas a postura de ter pica, para atacar os desenhos, o divertir-se a desenhar, isso quero voltar a ter, e percebo que foi o não continuar a desenhar tanto como desenhava que me fez regredir.Quando me confrontei com pessoas que desenhavam melhor do que eu, não tive a coragem de perceber como é que posso desenhar assim, mas encolhi-me e preferi fazer-me de vítima,  deixando o desenho para o lado. Não o abandonei, mas passei a encará-lo apenas como uma ferramenta para me explicar enquanto arquitecto, e como ferramenta de entendimento de questões mais complexas.Claro que o desenho pode ser também isso, serviu-me bastante, mas o gosto de riscar, de experimentar canetas novas, lápis, estrear cadernos, foi ficando para trás e com ele muito do que fazia feliz.A minha felicidade não passa somente pelo desenho, mas ajuda a aumentá-la.A felicidade do Bernardo passa muito pelo desenho, mas também pelo surf, tanto é que uma das formas que tem de estruturar a sua semana é a de saber como vão estar as marés, e se vão haver ondas no sítio onde costuma surfar.Gostei de o ouvir falar do surf, de como é importante para ele, sem com isso deixar de ser cumpridor, como ele próprio se considera.Vivemos muito numa mentalidade de sim ou não, preto ou branco, "se faz surf com fartura não trabalha", "se dorme muito não produz", e cada vez mais tenho exemplos de que é no fazer aquilo que nos motiva que arranjamos as forças para aqueles dias em que não vai apetecer, mas que vamos continuar a fazer, sabendo que no dia seguinte ou até na semana seguinte, teremos superado mais um desafio e estamos mais fortes.O site da Planeta Tangerina.O facebook do Planeta Tangerina.O livro sugerido é o Stoner do John Edward Williams.]]></itunes:summary>
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        <title>Falar mais Criativo - episódio 5, os seis chapéus do pensamento</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 5, os seis chapéus do pensamento</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Este é o quinto episódio de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Tentaremos dissecar vários conceitos ligados à criatividade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Neste episódio, eu Rui Branco, e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, tentamos explicar o que são os Seis Chapéus do Pensamento do Edward de Bono.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li>O livro sugerido é o precisamente <a href='http://www.pergaminho.pt/livros/ficha/os-seis-chapeus-do-pensamento?id=80651'>"Os Seis Chapéus do Pensamento" do Edward de Bono.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Este é o quinto episódio de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Tentaremos dissecar vários conceitos ligados à criatividade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Neste episódio, eu Rui Branco, e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, tentamos explicar o que são os Seis Chapéus do Pensamento do Edward de Bono.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li>O livro sugerido é o precisamente <a href='http://www.pergaminho.pt/livros/ficha/os-seis-chapeus-do-pensamento?id=80651'>"Os Seis Chapéus do Pensamento" do Edward de Bono.</a></li>
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<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Este é o quinto episódio de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.Tentaremos dissecar vários conceitos ligados à criatividade.Neste episódio, eu Rui Branco, e a Anita Silva, tentamos explicar o que são os Seis Chapéus do Pensamento do Edward de Bono.O livro sugerido é o precisamente "Os Seis Chapéus do Pensamento" do Edward de Bono.Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 90 DJ Johnny</title>
        <itunes:title>episódio 90 DJ Johnny</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-90-dj-johnny/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 13 Jul 2015 12:02:10 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O convidado desta semana é DJ Johnny, que me foi sugerido pelo anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/episodio-84-ricardo-jose-lopes/'>Ricardo José Lopes</a>, e que também já tinha surgido durante a conversa que tive com o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-79-vitor-belanciano/'>Vitor Belanciano</a>, pois o Johnny foi um dos membros fundadores da <a href='https://pt-pt.facebook.com/cooltraincrew'>Cooltrain Crew</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O Johnny não estava por Portugal quando o Ricardo me falou nisso, mas que viria brevemente. Contactei o Johnny via Facebook, para saber quando chegaria, e se estaria disponível para a entrevista, e quando chegou passou-me o número de telemóvel dele para combinarmos. Achei engraçado que nesse primeiro telefonema, me disse para ir ter com ele ao <a href='https://pt-pt.facebook.com/RibeiradasNausLisboa'>Quiosque da Ribeira das Naus</a> ( onde estaria a passar música ) para "quebrar o gelo". Foi a primeira vez que um convidado me quis conhecer antes da conversa, mas depois de estar com ele dessa vez, e depois na entrevista, pareceu-me que embora o Johnny seja muito boa onda e cool, é reservado, e o primeiro contacto permitiu que aquando da entrevista ele tenha falado mais, do que se esse primeiro contacto não tivesse existido.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">A conversa foi muito centrada na música como seria de esperar, mas foi uma conversa com um apaixonado pela música, mais do que com alguém que vive do passar música, ou misturar música, o Johnny refere vários nomes de músicas, de álbuns, associando discos a alturas da sua vida, quase como postes que vão servindo de referência cronológica.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Existe um respeito enorme dele pelos músicos, e embora viva da música não quer ser considerado músico, pelo esse mesmo respeito que tem.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Fui re-ouvir o <a href='https://www.youtube.com/watch?v=DYeAzLMq1r8'>Jazzmatazz do Guru</a>, pois o Johnny refere a importância deste albúm, e achei interessante haver uma música que ouvi bastantes vezes,  o "No Time To Play", que ao mesmo tempo relacionei com o percurso dele, um percurso de muito esforço, de muitas horas, de noites mal dormidas, quase "sem tempo para brincar", e foi uma das coisas que mais marcou da nossa conversa, foi essa responsabilidade por um trabalho bem feito, e o ter a consciência de que para fazermos o que gostamos há que colocar amor e capacidade de trabalho, "Love and Hard Work".
</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li><a href='https://www.facebook.com/djjohnnycooltrain'>Facebook do Johnny.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">
</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Livro sugerido é o <a href='http://www.bookdepository.com/Notes-Native-Son-James-Baldwin/9780807006238'>Notes of a native son do James Baldwin.</a></p>

]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O convidado desta semana é DJ Johnny, que me foi sugerido pelo anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/episodio-84-ricardo-jose-lopes/'>Ricardo José Lopes</a>, e que também já tinha surgido durante a conversa que tive com o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-79-vitor-belanciano/'>Vitor Belanciano</a>, pois o Johnny foi um dos membros fundadores da <a href='https://pt-pt.facebook.com/cooltraincrew'>Cooltrain Crew</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O Johnny não estava por Portugal quando o Ricardo me falou nisso, mas que viria brevemente. Contactei o Johnny via Facebook, para saber quando chegaria, e se estaria disponível para a entrevista, e quando chegou passou-me o número de telemóvel dele para combinarmos. Achei engraçado que nesse primeiro telefonema, me disse para ir ter com ele ao <a href='https://pt-pt.facebook.com/RibeiradasNausLisboa'>Quiosque da Ribeira das Naus</a> ( onde estaria a passar música ) para "quebrar o gelo". Foi a primeira vez que um convidado me quis conhecer antes da conversa, mas depois de estar com ele dessa vez, e depois na entrevista, pareceu-me que embora o Johnny seja muito boa onda e cool, é reservado, e o primeiro contacto permitiu que aquando da entrevista ele tenha falado mais, do que se esse primeiro contacto não tivesse existido.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">A conversa foi muito centrada na música como seria de esperar, mas foi uma conversa com um apaixonado pela música, mais do que com alguém que vive do passar música, ou misturar música, o Johnny refere vários nomes de músicas, de álbuns, associando discos a alturas da sua vida, quase como postes que vão servindo de referência cronológica.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Existe um respeito enorme dele pelos músicos, e embora viva da música não quer ser considerado músico, pelo esse mesmo respeito que tem.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Fui re-ouvir o <a href='https://www.youtube.com/watch?v=DYeAzLMq1r8'>Jazzmatazz do Guru</a>, pois o Johnny refere a importância deste albúm, e achei interessante haver uma música que ouvi bastantes vezes,  o "No Time To Play", que ao mesmo tempo relacionei com o percurso dele, um percurso de muito esforço, de muitas horas, de noites mal dormidas, quase "sem tempo para brincar", e foi uma das coisas que mais marcou da nossa conversa, foi essa responsabilidade por um trabalho bem feito, e o ter a consciência de que para fazermos o que gostamos há que colocar amor e capacidade de trabalho, <em>"Love and Hard Work"</em>.<br>
</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li><a href='https://www.facebook.com/djjohnnycooltrain'>Facebook do Johnny.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><br>
</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Livro sugerido é o <a href='http://www.bookdepository.com/Notes-Native-Son-James-Baldwin/9780807006238'>Notes of a native son do James Baldwin.</a></p>
<br>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é DJ Johnny, que me foi sugerido pelo anterior convidado Ricardo José Lopes, e que também já tinha surgido durante a conversa que tive com o Vitor Belanciano, pois o Johnny foi um dos membros fundadores da Cooltrain Crew.O Johnny não estava por Portugal quando o Ricardo me falou nisso, mas que viria brevemente. Contactei o Johnny via Facebook, para saber quando chegaria, e se estaria disponível para a entrevista, e quando chegou passou-me o número de telemóvel dele para combinarmos. Achei engraçado que nesse primeiro telefonema, me disse para ir ter com ele ao Quiosque da Ribeira das Naus ( onde estaria a passar música ) para "quebrar o gelo". Foi a primeira vez que um convidado me quis conhecer antes da conversa, mas depois de estar com ele dessa vez, e depois na entrevista, pareceu-me que embora o Johnny seja muito boa onda e cool, é reservado, e o primeiro contacto permitiu que aquando da entrevista ele tenha falado mais, do que se esse primeiro contacto não tivesse existido.A conversa foi muito centrada na música como seria de esperar, mas foi uma conversa com um apaixonado pela música, mais do que com alguém que vive do passar música, ou misturar música, o Johnny refere vários nomes de músicas, de álbuns, associando discos a alturas da sua vida, quase como postes que vão servindo de referência cronológica.Existe um respeito enorme dele pelos músicos, e embora viva da música não quer ser considerado músico, pelo esse mesmo respeito que tem.Fui re-ouvir o Jazzmatazz do Guru, pois o Johnny refere a importância deste albúm, e achei interessante haver uma música que ouvi bastantes vezes,  o "No Time To Play", que ao mesmo tempo relacionei com o percurso dele, um percurso de muito esforço, de muitas horas, de noites mal dormidas, quase "sem tempo para brincar", e foi uma das coisas que mais marcou da nossa conversa, foi essa responsabilidade por um trabalho bem feito, e o ter a consciência de que para fazermos o que gostamos há que colocar amor e capacidade de trabalho, "Love and Hard Work".Facebook do Johnny.Livro sugerido é o Notes of a native son do James Baldwin.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>Falar mais Criativo - episódio 4, Educação não formal</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 4, Educação não formal</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Este é o quarto episódio de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Tentaremos dissecar vários conceitos ligados à criatividade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Neste episódio, eu Rui Branco, e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, tentamos explicar o que é a EDUCAÇÃO NÃO FORMAL, e assim acabamos por explicar também o que é educação formal, e educação informal.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li>O livro sugerido é o <a href='http://www.bookdepository.com/Artists-Way-Julia-Cameron/9780330343589'>The Artist's Way da Julia Cameron.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Este é o quarto episódio de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Tentaremos dissecar vários conceitos ligados à criatividade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Neste episódio, eu Rui Branco, e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, tentamos explicar o que é a EDUCAÇÃO NÃO FORMAL, e assim acabamos por explicar também o que é educação formal, e educação informal.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li>O livro sugerido é o <a href='http://www.bookdepository.com/Artists-Way-Julia-Cameron/9780330343589'>The Artist's Way da Julia Cameron.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Este é o quarto episódio de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.Tentaremos dissecar vários conceitos ligados à criatividade.Neste episódio, eu Rui Branco, e a Anita Silva, tentamos explicar o que é a EDUCAÇÃO NÃO FORMAL, e assim acabamos por explicar também o que é educação formal, e educação informal.O livro sugerido é o The Artist's Way da Julia Cameron.Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 89 Mário Belém</title>
        <itunes:title>episódio 89 Mário Belém</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-89-mario-belem/#comments</comments>        <pubDate>Tue, 07 Jul 2015 09:00:00 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O quinto e último convidado desta semana especial dedicada ao <a href='https://www.facebook.com/muralizacascais'>Muraliza, Festival de Arte Mural de Cascais</a>, é o Mário Belém.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Foi uma bela maneira de terminar o especial Muraliza, o Mário era um artista que eu já gostava de ter entrevistado, mas havia alguma resistência em mim que eu não entendia.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Percebi quando o estudei mais a fundo para preparar a entrevista, e mais ainda quando o entrevistei, que a resistência não era mais que uma inveja, mas uma inveja boa, no sentido de "ele já está onde eu gostava de estar".</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">É um artista reconhecido pelos seus pares, e pelo público em geral, uma vez que o seu trabalho a um nível mais superficial é "fofinho", como lhe digo durante a nossa conversa, uma linguagem muito próxima da ilustração infantil, mas que tem mais camadas, é mais complexa, tem mensagens subtis que fazem com que a maior parte das pessoas "tropece" nas suas certezas, mas nada de muito violento que as faça cair.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Há um lado muito descontraído na sua maneira de estar, uma tranquilidade que suponho vir desta sua alegria de brincar de forma séria com os materiais, tal como uma criança que experimenta os lápis de cor, a plasticina, os recortes, mas com a maturidade que os 38 anos trazem.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Tal como o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-88-diogo-machado-aka-add-fuel/'>Diogo (Add Fuel)</a>, o Mário é uma pessoa organizada que trabalha as suas 6 a 8 horas por dia, que tem serão sem trabalhar, que faz por almoçar com a namorada na praia, que faz bodyboard, mas que não deixa de acrescentar valor, e não deixa de ser produtivo, basta seguir aquilo que ele faz para perceber que não dorme em serviço.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Achei engraçado falarmos em dores de crescimento, na passagem do computador para as paredes, em que há de facto um crescer em termos de maneira de olhar, mas também um lado físico que tem a ver com o ter de desenhar um círculo com 2 metros em vez de fazer um pequeno círculo com o rato.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">A fotografia que está aqui em cima mostra aquilo que se sente quando se contacta com o Mário, que estamos com alguém que voltou a encontrar uma profunda alegria em brincar com a plasticina.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">
</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/07/muraliza.jpg'></a></p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li><a href='http://www.mariobelem.com/'>Site do Mário.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/mariobellinni'>Página do Mário no facebook.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/07/mario-belem.jpg'></a></p>
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</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Livros sugeridos</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li><a href='http://www.amazon.com/Isaac-Asimov/e/B003RY2ISS'>Livros do Isaac Asimov.</a></li>
<li><a href='http://www.wook.pt/ficha/a-toupeira-que-queria-saber-quem-lhe-fizera-aquilo-na-cabeca/a/id/191263'>"A Toupeira que Queria Saber quem lhe fizera aquilo na cabeça" de Werner Holzwarth.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O quinto e último convidado desta semana especial dedicada ao <a href='https://www.facebook.com/muralizacascais'>Muraliza, Festival de Arte Mural de Cascais</a>, é o Mário Belém.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Foi uma bela maneira de terminar o especial Muraliza, o Mário era um artista que eu já gostava de ter entrevistado, mas havia alguma resistência em mim que eu não entendia.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Percebi quando o estudei mais a fundo para preparar a entrevista, e mais ainda quando o entrevistei, que a resistência não era mais que uma inveja, mas uma inveja boa, no sentido de "ele já está onde eu gostava de estar".</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">É um artista reconhecido pelos seus pares, e pelo público em geral, uma vez que o seu trabalho a um nível mais superficial é "fofinho", como lhe digo durante a nossa conversa, uma linguagem muito próxima da ilustração infantil, mas que tem mais camadas, é mais complexa, tem mensagens subtis que fazem com que a maior parte das pessoas "tropece" nas suas certezas, mas nada de muito violento que as faça cair.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Há um lado muito descontraído na sua maneira de estar, uma tranquilidade que suponho vir desta sua alegria de brincar de forma séria com os materiais, tal como uma criança que experimenta os lápis de cor, a plasticina, os recortes, mas com a maturidade que os 38 anos trazem.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Tal como o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-88-diogo-machado-aka-add-fuel/'>Diogo (Add Fuel)</a>, o Mário é uma pessoa organizada que trabalha as suas 6 a 8 horas por dia, que tem serão sem trabalhar, que faz por almoçar com a namorada na praia, que faz bodyboard, mas que não deixa de acrescentar valor, e não deixa de ser produtivo, basta seguir aquilo que ele faz para perceber que não dorme em serviço.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Achei engraçado falarmos em dores de crescimento, na passagem do computador para as paredes, em que há de facto um crescer em termos de maneira de olhar, mas também um lado físico que tem a ver com o ter de desenhar um círculo com 2 metros em vez de fazer um pequeno círculo com o rato.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">A fotografia que está aqui em cima mostra aquilo que se sente quando se contacta com o Mário, que estamos com alguém que voltou a encontrar uma profunda alegria em brincar com a plasticina.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><br>
</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/07/muraliza.jpg'></a></p>
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<li><a href='https://www.facebook.com/mariobellinni'>Página do Mário no facebook.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/07/mario-belem.jpg'></a></p>
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<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li><a href='http://www.amazon.com/Isaac-Asimov/e/B003RY2ISS'>Livros do Isaac Asimov.</a></li>
<li><a href='http://www.wook.pt/ficha/a-toupeira-que-queria-saber-quem-lhe-fizera-aquilo-na-cabeca/a/id/191263'>"A Toupeira que Queria Saber quem lhe fizera aquilo na cabeça" de Werner Holzwarth.</a></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[O quinto e último convidado desta semana especial dedicada ao Muraliza, Festival de Arte Mural de Cascais, é o Mário Belém.Foi uma bela maneira de terminar o especial Muraliza, o Mário era um artista que eu já gostava de ter entrevistado, mas havia alguma resistência em mim que eu não entendia.Percebi quando o estudei mais a fundo para preparar a entrevista, e mais ainda quando o entrevistei, que a resistência não era mais que uma inveja, mas uma inveja boa, no sentido de "ele já está onde eu gostava de estar".É um artista reconhecido pelos seus pares, e pelo público em geral, uma vez que o seu trabalho a um nível mais superficial é "fofinho", como lhe digo durante a nossa conversa, uma linguagem muito próxima da ilustração infantil, mas que tem mais camadas, é mais complexa, tem mensagens subtis que fazem com que a maior parte das pessoas "tropece" nas suas certezas, mas nada de muito violento que as faça cair.Há um lado muito descontraído na sua maneira de estar, uma tranquilidade que suponho vir desta sua alegria de brincar de forma séria com os materiais, tal como uma criança que experimenta os lápis de cor, a plasticina, os recortes, mas com a maturidade que os 38 anos trazem.Tal como o Diogo (Add Fuel), o Mário é uma pessoa organizada que trabalha as suas 6 a 8 horas por dia, que tem serão sem trabalhar, que faz por almoçar com a namorada na praia, que faz bodyboard, mas que não deixa de acrescentar valor, e não deixa de ser produtivo, basta seguir aquilo que ele faz para perceber que não dorme em serviço.Achei engraçado falarmos em dores de crescimento, na passagem do computador para as paredes, em que há de facto um crescer em termos de maneira de olhar, mas também um lado físico que tem a ver com o ter de desenhar um círculo com 2 metros em vez de fazer um pequeno círculo com o rato.A fotografia que está aqui em cima mostra aquilo que se sente quando se contacta com o Mário, que estamos com alguém que voltou a encontrar uma profunda alegria em brincar com a plasticina.Site do Mário.Página do Mário no facebook.Livros sugeridosLivros do Isaac Asimov."A Toupeira que Queria Saber quem lhe fizera aquilo na cabeça" de Werner Holzwarth.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 88 Diogo Machado aka AddFuel</title>
        <itunes:title>episódio 88 Diogo Machado aka AddFuel</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O quarto convidado desta semana especial dedicada ao <a href='https://www.facebook.com/muralizacascais'>Muraliza, Festival de Arte Mural de Cascais</a>, é o Diogo Machado aka Add Fuel.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O Diogo é um artista que já queria ter entrevistado, mas fui adiando, até que surgiu a bela oportunidade de o "apanhar" durante esta série especial do Muraliza 2015.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O trabalho dele foi-me aparecendo na frente das mais variadas formas, e percebi desde logo que era um artista com um trabalho muito mais profundo do que possa parecer, e não ser apenas "um gajo que pintas azulejos em caixas de electricidade".</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Neste aspecto, durante a entrevista referi-lhe o facto de achar que o universo que ele representa, é para mim comparável ao trabalho de um <a href='https://pt.wikipedia.org/wiki/Tim_Burton'>Tim Burton</a> ou um <a href='https://pt.wikipedia.org/wiki/J._R._R._Tolkien'>J. R. R. Tolkien</a>, no sentido em que existe uma série de personagens, de cenários que vão construindo um mundo próprio, um mundo imaginado por ele, e que os trabalhos são como que fotografias, ou janelas para esse mundo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Uma coisa que percebi, foi que o trabalho dele é sólido, porque ele como artista já está num patamar em que só chegam os grandes artistas, que arranjam processos, que tem a disciplina necessária para ser grandes e se manter lá.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Enquanto somos jovens muitos de nós conseguimos compensar a falta de processo, de sistema, de organização, e de disciplina, usando a energia que temos, dormindo apenas duas horas por noite, porque a idade assim o permite. Porém mesmo que consigamos aguentar durante algum tempo este castelo de cartas, eventualmente ele acaba por ruir, pois a solidez é construída da base, da fundação para cima, e é isso que o processo, os sistemas, a organização, e a disciplina têm um papel fundamental, são essa plataforma sólida na qual podemos subir e ver mais longe.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Assim o meu conselho para mim, neste momento, e para a minha versão de vinte anos, é:</p>
<p style="font-size:22.9500007629395px;">"Organiza-te, estuda a tua maneira estares no teu melhor, cria um sistema, e disciplina-te, para que nos dias que não apetece, sabes exactamente o que deves fazer, e assim não viverás no arrependimento daquilo que podias ter feito, e daquilo que podias ter sido."</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Ah, e como nota final, nunca é tarde, mas começar hoje é sempre melhor do que amanhã.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">
</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/07/muraliza.jpg'></a></p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li><a href='http://www.addfueltothefire.com/'>Site do Diogo.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/addfuel'>Página do Diogo no facebook.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/07/addfuel-cascais.jpg'></a></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">
</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Livros sugeridos</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li><a href='http://www.amazon.com/Surf-Skate-Rock-Art-Phillips/dp/0764319272'>Surf, Skate & Rock Art of Jim Phillips.</a></li>
<li><a href='http://www.ateneulivros.com/website/2012/09/azulejaria-em-portugal-no-seculo-xvii-tomo-i-e-ii/'>Azulejaria em Portugal no Século XVII.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O quarto convidado desta semana especial dedicada ao <a href='https://www.facebook.com/muralizacascais'>Muraliza, Festival de Arte Mural de Cascais</a>, é o Diogo Machado aka Add Fuel.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O Diogo é um artista que já queria ter entrevistado, mas fui adiando, até que surgiu a bela oportunidade de o "apanhar" durante esta série especial do Muraliza 2015.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O trabalho dele foi-me aparecendo na frente das mais variadas formas, e percebi desde logo que era um artista com um trabalho muito mais profundo do que possa parecer, e não ser apenas "um gajo que pintas azulejos em caixas de electricidade".</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Neste aspecto, durante a entrevista referi-lhe o facto de achar que o universo que ele representa, é para mim comparável ao trabalho de um <a href='https://pt.wikipedia.org/wiki/Tim_Burton'>Tim Burton</a> ou um <a href='https://pt.wikipedia.org/wiki/J._R._R._Tolkien'>J. R. R. Tolkien</a>, no sentido em que existe uma série de personagens, de cenários que vão construindo um mundo próprio, um mundo imaginado por ele, e que os trabalhos são como que fotografias, ou janelas para esse mundo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Uma coisa que percebi, foi que o trabalho dele é sólido, porque ele como artista já está num patamar em que só chegam os grandes artistas, que arranjam processos, que tem a disciplina necessária para ser grandes e se manter lá.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Enquanto somos jovens muitos de nós conseguimos compensar a falta de processo, de sistema, de organização, e de disciplina, usando a energia que temos, dormindo apenas duas horas por noite, porque a idade assim o permite. Porém mesmo que consigamos aguentar durante algum tempo este castelo de cartas, eventualmente ele acaba por ruir, pois a solidez é construída da base, da fundação para cima, e é isso que o processo, os sistemas, a organização, e a disciplina têm um papel fundamental, são essa plataforma sólida na qual podemos subir e ver mais longe.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Assim o meu conselho para mim, neste momento, e para a minha versão de vinte anos, é:</p>
<p style="font-size:22.9500007629395px;">"Organiza-te, estuda a tua maneira estares no teu melhor, cria um sistema, e disciplina-te, para que nos dias que não apetece, sabes exactamente o que deves fazer, e assim não viverás no arrependimento daquilo que podias ter feito, e daquilo que podias ter sido."</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Ah, e como nota final, nunca é tarde, mas começar hoje é sempre melhor do que amanhã.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><br>
</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/07/muraliza.jpg'></a></p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li><a href='http://www.addfueltothefire.com/'>Site do Diogo.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/addfuel'>Página do Diogo no facebook.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/07/addfuel-cascais.jpg'></a></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><br>
</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Livros sugeridos</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li><a href='http://www.amazon.com/Surf-Skate-Rock-Art-Phillips/dp/0764319272'>Surf, Skate & Rock Art of Jim Phillips.</a></li>
<li><a href='http://www.ateneulivros.com/website/2012/09/azulejaria-em-portugal-no-seculo-xvii-tomo-i-e-ii/'>Azulejaria em Portugal no Século XVII.</a></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[O quarto convidado desta semana especial dedicada ao Muraliza, Festival de Arte Mural de Cascais, é o Diogo Machado aka Add Fuel.O Diogo é um artista que já queria ter entrevistado, mas fui adiando, até que surgiu a bela oportunidade de o "apanhar" durante esta série especial do Muraliza 2015.O trabalho dele foi-me aparecendo na frente das mais variadas formas, e percebi desde logo que era um artista com um trabalho muito mais profundo do que possa parecer, e não ser apenas "um gajo que pintas azulejos em caixas de electricidade".Neste aspecto, durante a entrevista referi-lhe o facto de achar que o universo que ele representa, é para mim comparável ao trabalho de um Tim Burton ou um J. R. R. Tolkien, no sentido em que existe uma série de personagens, de cenários que vão construindo um mundo próprio, um mundo imaginado por ele, e que os trabalhos são como que fotografias, ou janelas para esse mundo.Uma coisa que percebi, foi que o trabalho dele é sólido, porque ele como artista já está num patamar em que só chegam os grandes artistas, que arranjam processos, que tem a disciplina necessária para ser grandes e se manter lá.Enquanto somos jovens muitos de nós conseguimos compensar a falta de processo, de sistema, de organização, e de disciplina, usando a energia que temos, dormindo apenas duas horas por noite, porque a idade assim o permite. Porém mesmo que consigamos aguentar durante algum tempo este castelo de cartas, eventualmente ele acaba por ruir, pois a solidez é construída da base, da fundação para cima, e é isso que o processo, os sistemas, a organização, e a disciplina têm um papel fundamental, são essa plataforma sólida na qual podemos subir e ver mais longe.Assim o meu conselho para mim, neste momento, e para a minha versão de vinte anos, é:"Organiza-te, estuda a tua maneira estares no teu melhor, cria um sistema, e disciplina-te, para que nos dias que não apetece, sabes exactamente o que deves fazer, e assim não viverás no arrependimento daquilo que podias ter feito, e daquilo que podias ter sido."Ah, e como nota final, nunca é tarde, mas começar hoje é sempre melhor do que amanhã.Site do Diogo.Página do Diogo no facebook.Livros sugeridosSurf, Skate & Rock Art of Jim Phillips.Azulejaria em Portugal no Século XVII.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 87 Frederico Soares Campos aka Draw</title>
        <itunes:title>episódio 87 Frederico Soares Campos aka Draw</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O terceiro convidado desta semana especial dedicada ao <a href='https://www.facebook.com/muralizacascais'>Muraliza, Festival de Arte Mural de Cascais</a>, é o Frederico Soares Campos aka Draw.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O Frederico estava algo atrasado na sua parede quando fomos tratar da entrevista, foi notória desde o início a sua preocupação com o que realmente interessa, e percebo perfeitamente que ter um gajo d'óculos a querer saber de processos criativos, não seria a coisa mais importante naquele momento.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Apesar disso houve momentos em que consegui sentir alguma ligação com ele, ligação essa que é importante para mim ter com as pessoas que entrevisto, pois assim conseguirei tirar mais informação para mim, e posteriormente para quem ouve.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Mais um jovem arquitecto como o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-85-joao-samina/'>Samina</a>, mas do Porto como o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-86-nuno-palhas-aka-third/'>Third</a>, com o qual também partilha o facto de fazer parte do <a href='http://colectivorua.tumblr.com/'>Colectivo Rua</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Quando acabei a entrevista, aquilo que me veio logo à cabeça foi como uma comparação entre mim e estes dois jovens, Samina e Draw, no sentido em que também sou arquitecto, mas eu ao contrário deles encarei o curso de arquitectura, e o ser arquitecto como um fim em si mesmo. Eles não, tiraram o curso mas exploraram aquilo que sempre os acompanhou, a arte, o desenho e a rua.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Não me quero comparar com eles ao nível artístico, mas é bom para mim perceber que mais importante do que um curso como destino final, é importante continuar a andar movidos por aquilo que nos faz felizes e realiza.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">
</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/07/muraliza.jpg'></a></p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li><a href='http://www.fredericodraw.com/'>Site do Frederico.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/frederico.draw'>Página do Frederico no facebook.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/07/draw-cascais.jpg'></a></p>
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<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Livros sugeridos</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li><a href='http://www.wook.pt/ficha/saber-ver-a-arquitetura/a/id/1956673'>Saber ver a Arquitectura, Bruno Zevi.</a></li>
<li><a href='http://www.wook.pt/ficha/da-organizacao-do-espaco/a/id/175166'>Da organização do espaço, Fernando Távora.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O terceiro convidado desta semana especial dedicada ao <a href='https://www.facebook.com/muralizacascais'>Muraliza, Festival de Arte Mural de Cascais</a>, é o Frederico Soares Campos aka Draw.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O Frederico estava algo atrasado na sua parede quando fomos tratar da entrevista, foi notória desde o início a sua preocupação com o que realmente interessa, e percebo perfeitamente que ter um gajo d'óculos a querer saber de processos criativos, não seria a coisa mais importante naquele momento.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Apesar disso houve momentos em que consegui sentir alguma ligação com ele, ligação essa que é importante para mim ter com as pessoas que entrevisto, pois assim conseguirei tirar mais informação para mim, e posteriormente para quem ouve.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Mais um jovem arquitecto como o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-85-joao-samina/'>Samina</a>, mas do Porto como o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-86-nuno-palhas-aka-third/'>Third</a>, com o qual também partilha o facto de fazer parte do <a href='http://colectivorua.tumblr.com/'>Colectivo Rua</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Quando acabei a entrevista, aquilo que me veio logo à cabeça foi como uma comparação entre mim e estes dois jovens, Samina e Draw, no sentido em que também sou arquitecto, mas eu ao contrário deles encarei o curso de arquitectura, e o ser arquitecto como um fim em si mesmo. Eles não, tiraram o curso mas exploraram aquilo que sempre os acompanhou, a arte, o desenho e a rua.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Não me quero comparar com eles ao nível artístico, mas é bom para mim perceber que mais importante do que um curso como destino final, é importante continuar a andar movidos por aquilo que nos faz felizes e realiza.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><br>
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<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/07/muraliza.jpg'></a></p>
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<li><a href='https://www.facebook.com/frederico.draw'>Página do Frederico no facebook.</a></li>
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<li><a href='http://www.wook.pt/ficha/da-organizacao-do-espaco/a/id/175166'>Da organização do espaço, Fernando Távora.</a></li>
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        <title>episódio 86 Nuno Palhas aka Third</title>
        <itunes:title>episódio 86 Nuno Palhas aka Third</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O segundo convidado desta semana especial dedicada ao <a href='https://www.facebook.com/muralizacascais'>Muraliza, Festival de Arte Mural de Cascais</a>, é o Nuno Palhas aka Third.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">A entrevista foi pouco tempo depois da entrevista do <a href='http://falarcriativo.com/episodio-85-joao-samina/'>João Samina</a>, e eu estava com receio da minha capacidade de entrevistar não tivesse sido reposta, porém assim que começamos a falar, percebo que o Nuno tem muito para dizer, e eu muito para aprender com ele, e a coisa acaba por fluir bastante bem.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O percurso dele, como ele diz é pautado por diversas paixões, que tem em comum o desenho, sempre o desenho, que faz com que se divida entre a ilustração, a street art, a modelação 3D, o design têxtil, e mais coisas, caso lhe despertem o interesse.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Disse-me uma coisa que por vezes me esqueço, mas que é realmente uma verdade:</p>
<p style="font-size:22.9500007629395px;">"Quando estamos no início de uma coisa vamos ser todos fracos."</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Quando começamos, se começarmos com essa mentalidade, que os prodígios e talentos naturais são muito raros, e que a maior parte daqueles que admiramos, também eles já foram medíocres, e que é a determinação e o trabalho continuado que fazem os grandes artistas.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">A melhor promoção que se pode fazer do nosso trabalho, segundo o Nuno, é dando o máximo em tudo o que fazes, como dizia o Fernando Pessoa "Põe quanto és no mínimo que fazes", e muitas vezes culpamos (eu sofro deste mal) factores externos para não estarmos onde gostaríamos de estar, mas se pusermos a mão na consciência, sabemos que não subimos todos os degraus necessários para lá chegar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O Nuno, vive de e para a sua arte, aquilo que o faz feliz, e é com essa felicidade que vem tudo o resto.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/07/muraliza.jpg'></a></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">
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<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">
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<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">
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<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li><a href='https://www.facebook.com/third.dnt.nbq'>Página do Nuno no facebook.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">
</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/07/third.jpg'></a></p>
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<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Livros sugeridos</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li><a href='http://www.bookdepository.com/Beat-Urban-Art-Justin-Bua/9780061734991'>Justin Bua.</a></li>
<li><a href='http://www.amazon.com/Subway-Art-25th-Anniversary-Edition/dp/0811868877'>Subway Art.</a></li>
<li><a href='http://www.amazon.com/Logan-Sevilles-Finest-Books-Paperback/dp/3937946527/ref=la_B003QS22QS_1_1?s=books&ie=UTF8&qid=1435852086&sr=1-1'>Logan, artista sevilhano.</a></li>
<li><a href='http://www.123klan.com/post/214'>Colectivo francês 123Klan.</a></li>
<li><a href='http://www.amazon.com/Mel-Ramos-Pop-Art-Fantasies/dp/0823040933'>Mel Ramos, e as suas Pinups.</a></li>
<li></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O segundo convidado desta semana especial dedicada ao <a href='https://www.facebook.com/muralizacascais'>Muraliza, Festival de Arte Mural de Cascais</a>, é o Nuno Palhas aka Third.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">A entrevista foi pouco tempo depois da entrevista do <a href='http://falarcriativo.com/episodio-85-joao-samina/'>João Samina</a>, e eu estava com receio da minha capacidade de entrevistar não tivesse sido reposta, porém assim que começamos a falar, percebo que o Nuno tem muito para dizer, e eu muito para aprender com ele, e a coisa acaba por fluir bastante bem.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O percurso dele, como ele diz é pautado por diversas paixões, que tem em comum o desenho, sempre o desenho, que faz com que se divida entre a ilustração, a street art, a modelação 3D, o design têxtil, e mais coisas, caso lhe despertem o interesse.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Disse-me uma coisa que por vezes me esqueço, mas que é realmente uma verdade:</p>
<p style="font-size:22.9500007629395px;"><em>"Quando estamos no início de uma coisa vamos ser todos fracos."</em></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Quando começamos, se começarmos com essa mentalidade, que os prodígios e talentos naturais são muito raros, e que a maior parte daqueles que admiramos, também eles já foram medíocres, e que é a determinação e o trabalho continuado que fazem os grandes artistas.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">A melhor promoção que se pode fazer do nosso trabalho, segundo o Nuno, é dando o máximo em tudo o que fazes, como dizia o Fernando Pessoa "Põe quanto és no mínimo que fazes", e muitas vezes culpamos (eu sofro deste mal) factores externos para não estarmos onde gostaríamos de estar, mas se pusermos a mão na consciência, sabemos que não subimos todos os degraus necessários para lá chegar.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O Nuno, vive de e para a sua arte, aquilo que o faz feliz, e é com essa felicidade que vem tudo o resto.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/07/muraliza.jpg'></a></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><br>
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<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li><a href='https://www.facebook.com/third.dnt.nbq'>Página do Nuno no facebook.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><br>
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<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li><a href='http://www.bookdepository.com/Beat-Urban-Art-Justin-Bua/9780061734991'>Justin Bua.</a></li>
<li><a href='http://www.amazon.com/Subway-Art-25th-Anniversary-Edition/dp/0811868877'>Subway Art.</a></li>
<li><a href='http://www.amazon.com/Logan-Sevilles-Finest-Books-Paperback/dp/3937946527/ref=la_B003QS22QS_1_1?s=books&ie=UTF8&qid=1435852086&sr=1-1'>Logan, artista sevilhano.</a></li>
<li><a href='http://www.123klan.com/post/214'>Colectivo francês 123Klan.</a></li>
<li><a href='http://www.amazon.com/Mel-Ramos-Pop-Art-Fantasies/dp/0823040933'>Mel Ramos, e as suas Pinups.</a></li>
<li></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[O segundo convidado desta semana especial dedicada ao Muraliza, Festival de Arte Mural de Cascais, é o Nuno Palhas aka Third.A entrevista foi pouco tempo depois da entrevista do João Samina, e eu estava com receio da minha capacidade de entrevistar não tivesse sido reposta, porém assim que começamos a falar, percebo que o Nuno tem muito para dizer, e eu muito para aprender com ele, e a coisa acaba por fluir bastante bem.O percurso dele, como ele diz é pautado por diversas paixões, que tem em comum o desenho, sempre o desenho, que faz com que se divida entre a ilustração, a street art, a modelação 3D, o design têxtil, e mais coisas, caso lhe despertem o interesse.Disse-me uma coisa que por vezes me esqueço, mas que é realmente uma verdade:"Quando estamos no início de uma coisa vamos ser todos fracos."Quando começamos, se começarmos com essa mentalidade, que os prodígios e talentos naturais são muito raros, e que a maior parte daqueles que admiramos, também eles já foram medíocres, e que é a determinação e o trabalho continuado que fazem os grandes artistas.A melhor promoção que se pode fazer do nosso trabalho, segundo o Nuno, é dando o máximo em tudo o que fazes, como dizia o Fernando Pessoa "Põe quanto és no mínimo que fazes", e muitas vezes culpamos (eu sofro deste mal) factores externos para não estarmos onde gostaríamos de estar, mas se pusermos a mão na consciência, sabemos que não subimos todos os degraus necessários para lá chegar.O Nuno, vive de e para a sua arte, aquilo que o faz feliz, e é com essa felicidade que vem tudo o resto.Página do Nuno no facebook.Livros sugeridosJustin Bua.Subway Art.Logan, artista sevilhano.Colectivo francês 123Klan.Mel Ramos, e as suas Pinups.]]></itunes:summary>
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        <title>Falar mais Criativo - episódio 03, Generatividade</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 03, Generatividade</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/generatividade/#comments</comments>        <pubDate>Thu, 02 Jul 2015 09:30:00 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Este é o terceiro episódio de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Tentaremos dissecar vários conceitos ligados à criatividade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Neste episódio, eu Rui Branco, e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, tentamos explicar o que é a GENERATIVIDADE, e de que forma todos podemos usar esta ferramenta.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li>O livro sugerido é o <a href='http://drrobertepstein.com/index.php/creativity'>The Big Book of Creativity Games do Robert Epstein</a>.</li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Este é o terceiro episódio de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Tentaremos dissecar vários conceitos ligados à criatividade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Neste episódio, eu Rui Branco, e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, tentamos explicar o que é a GENERATIVIDADE, e de que forma todos podemos usar esta ferramenta.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li>O livro sugerido é o <a href='http://drrobertepstein.com/index.php/creativity'>The Big Book of Creativity Games do Robert Epstein</a>.</li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
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        <title>episódio 85 João Samina</title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O primeiro convidado desta semana especial dedicada ao <a href='https://www.facebook.com/muralizacascais'>Muraliza, Festival de Arte Mural de Cascais</a>, é o João Samina.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O Samina foi o primeiro a ser entrevistado, porque foi o primeiro a marcar a data da sua entrevista, não houve da minha parte nenhuma lógica na sequência que as entrevistas teriam.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Até a Lara nos ter posto em contacto, admito que não o conhecia, embora me tenha apercebido quando fiz alguma pesquisa sobre ele, que o trabalho dele não me era desconhecido.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Fiquei surpreendido pela maturidade que demonstra como artista, e como pessoa, para alguém que apenas tem 25 anos. Pareceu-me um artista que não tem receio de experimentar que tem a coragem de fazer o que gosta, pois tem o curso de arquitectura e não exerce.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Tenho cada vez mais respeito pelos street artists, sendo o Samina um dos exemplos, pois a colaboração entre eles, o usar de diferentes escalas para os seus trabalhos, pois nem só de paredes vive a sua obra, a curiosidade de experimentar técnicas diferentes, de saborear os sucessos de outros artistas, são coisas que me parecem mostrar que o futuro da arte passa mesmo pela versão de rua.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Também gostei de ver a atitude de ir traçando um caminho, de ir validando através de vários marcos no seu caminho, que era por aqui, pela sua arte que estava o seu caminho.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">
</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/07/muraliza.jpg'></a></p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">
</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li><a href='http://www.facebook.com/saminartist'>Samina no Facebook.</a></li>
<li><a href='http://www.instagram.com/j_samina'>Samina no Instagram.</a></li>
<li><a href='http://www.behance.net/JSAMINA'>Samina no Behance.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/07/samina2.jpg'></a></p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li>Livro sugerido, <a href='http://www.bookdepository.com/Wall-Piece-Banksy/9781844137879'>Banksy, Wall and Piece.</a></li>
<li>Disco sugerido, <a href='http://junglejunglejungle.com/'>Jungle dos Jungle.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">
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<p>
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<p></p>
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                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O primeiro convidado desta semana especial dedicada ao <a href='https://www.facebook.com/muralizacascais'>Muraliza, Festival de Arte Mural de Cascais</a>, é o João Samina.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O Samina foi o primeiro a ser entrevistado, porque foi o primeiro a marcar a data da sua entrevista, não houve da minha parte nenhuma lógica na sequência que as entrevistas teriam.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Até a Lara nos ter posto em contacto, admito que não o conhecia, embora me tenha apercebido quando fiz alguma pesquisa sobre ele, que o trabalho dele não me era desconhecido.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Fiquei surpreendido pela maturidade que demonstra como artista, e como pessoa, para alguém que apenas tem 25 anos. Pareceu-me um artista que não tem receio de experimentar que tem a coragem de fazer o que gosta, pois tem o curso de arquitectura e não exerce.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Tenho cada vez mais respeito pelos street artists, sendo o Samina um dos exemplos, pois a colaboração entre eles, o usar de diferentes escalas para os seus trabalhos, pois nem só de paredes vive a sua obra, a curiosidade de experimentar técnicas diferentes, de saborear os sucessos de outros artistas, são coisas que me parecem mostrar que o futuro da arte passa mesmo pela versão de rua.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Também gostei de ver a atitude de ir traçando um caminho, de ir validando através de vários marcos no seu caminho, que era por aqui, pela sua arte que estava o seu caminho.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><br>
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<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/07/muraliza.jpg'></a></p>
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<li><a href='http://www.instagram.com/j_samina'>Samina no Instagram.</a></li>
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<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/07/samina2.jpg'></a></p>
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<li>Disco sugerido, <a href='http://junglejunglejungle.com/'>Jungle dos Jungle.</a></li>
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<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><br>
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        <itunes:summary><![CDATA[O primeiro convidado desta semana especial dedicada ao Muraliza, Festival de Arte Mural de Cascais, é o João Samina.O Samina foi o primeiro a ser entrevistado, porque foi o primeiro a marcar a data da sua entrevista, não houve da minha parte nenhuma lógica na sequência que as entrevistas teriam.Até a Lara nos ter posto em contacto, admito que não o conhecia, embora me tenha apercebido quando fiz alguma pesquisa sobre ele, que o trabalho dele não me era desconhecido.Fiquei surpreendido pela maturidade que demonstra como artista, e como pessoa, para alguém que apenas tem 25 anos. Pareceu-me um artista que não tem receio de experimentar que tem a coragem de fazer o que gosta, pois tem o curso de arquitectura e não exerce.Tenho cada vez mais respeito pelos street artists, sendo o Samina um dos exemplos, pois a colaboração entre eles, o usar de diferentes escalas para os seus trabalhos, pois nem só de paredes vive a sua obra, a curiosidade de experimentar técnicas diferentes, de saborear os sucessos de outros artistas, são coisas que me parecem mostrar que o futuro da arte passa mesmo pela versão de rua.Também gostei de ver a atitude de ir traçando um caminho, de ir validando através de vários marcos no seu caminho, que era por aqui, pela sua arte que estava o seu caminho.Samina no Facebook.Samina no Instagram.Samina no Behance.Livro sugerido, Banksy, Wall and Piece.Disco sugerido, Jungle dos Jungle. ]]></itunes:summary>
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        <title>Falar mais Criativo - episódio 02, Inovação</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 02, Inovação</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/falar-mais-criativo-episodio-02-inovacao/#comments</comments>        <pubDate>Thu, 25 Jun 2015 09:30:00 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Este é o segundo episódio de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Tentaremos dissecar vários conceitos ligados à criatividade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Neste episódio, eu Rui Branco, e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, tentamos explicar o que é a INOVAÇÃO, e de que forma todos podemos inovar.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li>O livro sugerido é o <a href='http://www.facebook.com/naofacoideia.vascodurao/'>Não Faço Ideia</a> do <a href='http://falarcriativo.com/episodio-23-vasco-durao/'>Vasco Durão</a> e o <a href='http://drrobertepstein.com/index.php/creativity'>The Big Book of Creativity Games do Robert Epstein</a>.</li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Este é o segundo episódio de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Tentaremos dissecar vários conceitos ligados à criatividade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Neste episódio, eu Rui Branco, e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, tentamos explicar o que é a INOVAÇÃO, e de que forma todos podemos inovar.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li>O livro sugerido é o <a href='http://www.facebook.com/naofacoideia.vascodurao/'>Não Faço Ideia</a> do <a href='http://falarcriativo.com/episodio-23-vasco-durao/'>Vasco Durão</a> e o <a href='http://drrobertepstein.com/index.php/creativity'>The Big Book of Creativity Games do Robert Epstein</a>.</li>
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<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
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        <title>episódio 84 Ricardo José Lopes</title>
        <itunes:title>episódio 84 Ricardo José Lopes</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O convidado desta semana é o Ricardo José Lopes, que conheci nas <a href='https://www.facebook.com/events/1606011862976504/'>"Design Thinking Flash Sessions"</a> organizadas pelo <a href='http://falarcriativo.com/episodio-11-rui-quinta/'>Rui Quinta </a>e <a href='http://falarcriativo.com/episodio-67-tiago-nunes/'>Tiago Nunes</a> da <a href='https://www.facebook.com/withco'>With Company</a>, anteriores convidados do podcast.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Quando nos conhecemos falou-se que eu tinha um podcast, e surgiu na conversa o artigo do <a href='http://falarcriativo.com/episodio-79-vitor-belanciano/'>Vitor Belanciano</a>, <a href='http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/a-mentira-da-criatividade-1693493'>"A mentira da Criatividade"</a>, que ele disse conhecer pois também faz parte da <a href='https://www.facebook.com/cooltraincrew'>Cooltrain Crew</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Ficámos em contacto, e ele sugeriu-me vários convidados, e eu decidi perguntar-lhe se ele próprio não gostaria de ser convidado. Disse que sim, marcámos um dia, e aí fui eu a Lisboa ter com ele, o primeiro local combinado, estava a fechar e fomos ao <a href='https://www.facebook.com/LandeauChocolate'>Landeau chocolate</a> no Chiado. Algum barulho de fundo que sujou de alguma forma a conversa, mas nada em demasia.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Comemos um belo bolinho, e fomos conversando.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O Ricardo tem um percurso cheio de coisas que fez acontecer, ideias que surgiram, e vamos lá torná-las realidade, sempre com uma vontade de fazer bem, e acreditando sempre que era possível, e que iria correr pelo melhor.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Não me é fácil ver os projectos desta forma, ponho sempre tudo em causa, e o insucesso é aquilo que tenho garantido, tudo o que vier já não é mau.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Percebo que me saboto muitas vezes, que o medo me impede de apontar mais alto, e que se os resultados não têm tanto impacto, é apenas porque aponto demasiado baixo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Não quero dizer que me deveria tornar numa besta arrogante que nunca tem dúvidas e que o sucesso é garantido, é sim acreditar naquilo que quero atingir, e aplicar todas as minhas capacidades nesse sentido, e se falhar, ter pelo menos a certeza que fiz tudo o que estava ao meu alcance.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">As <a href='http://www.facebook.com/lisbonlivingroomsessions'>Lisbon Living Room Sessions</a>, são um bom exemplo de uma ideia que surge porque o Ricardo não encontrava resposta a algo que gostaria de experienciar. Agiu, entrou em contacto com patrocínios, pensou como tornar realidade para ele e para outros, algo que sentiu como falha.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Parece fácil, visto de fora, mas só quem nunca se meteu numa coisa destas poderá pensar que é fácil, ou então que é fácil para o Ricardo, e que para si seria sempre mais difícil.</p>
<p style="font-size:22.9500007629395px;">Como dizia o Henry Ford, "Quer acredites que consegues, quer acredites que não, tens sempre razão".</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li>Livros sugeridos<a href='http://www.amazon.com/Its-Our-Turn-Eat-Whistle-Blower/dp/B003L1ZX1G'> "Its Our Turn Eat"</a> e <a href='http://www.amazon.com/Emergency-Sex-Other-Desperate-Measures-ebook/dp/B004WOEYMU/ref=sr_1_1?s=books&ie=UTF8&qid=1434986463&sr=1-1&keywords=emergency+sex'>"Emergency Sex"</a>.</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O convidado desta semana é o Ricardo José Lopes, que conheci nas <a href='https://www.facebook.com/events/1606011862976504/'>"Design Thinking Flash Sessions"</a> organizadas pelo <a href='http://falarcriativo.com/episodio-11-rui-quinta/'>Rui Quinta </a>e <a href='http://falarcriativo.com/episodio-67-tiago-nunes/'>Tiago Nunes</a> da <a href='https://www.facebook.com/withco'>With Company</a>, anteriores convidados do podcast.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Quando nos conhecemos falou-se que eu tinha um podcast, e surgiu na conversa o artigo do <a href='http://falarcriativo.com/episodio-79-vitor-belanciano/'>Vitor Belanciano</a>, <a href='http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/a-mentira-da-criatividade-1693493'>"A mentira da Criatividade"</a>, que ele disse conhecer pois também faz parte da <a href='https://www.facebook.com/cooltraincrew'>Cooltrain Crew</a>.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Ficámos em contacto, e ele sugeriu-me vários convidados, e eu decidi perguntar-lhe se ele próprio não gostaria de ser convidado. Disse que sim, marcámos um dia, e aí fui eu a Lisboa ter com ele, o primeiro local combinado, estava a fechar e fomos ao <a href='https://www.facebook.com/LandeauChocolate'>Landeau chocolate</a> no Chiado. Algum barulho de fundo que sujou de alguma forma a conversa, mas nada em demasia.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Comemos um belo bolinho, e fomos conversando.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O Ricardo tem um percurso cheio de coisas que fez acontecer, ideias que surgiram, e vamos lá torná-las realidade, sempre com uma vontade de fazer bem, e acreditando sempre que era possível, e que iria correr pelo melhor.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Não me é fácil ver os projectos desta forma, ponho sempre tudo em causa, e o insucesso é aquilo que tenho garantido, tudo o que vier já não é mau.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Percebo que me saboto muitas vezes, que o medo me impede de apontar mais alto, e que se os resultados não têm tanto impacto, é apenas porque aponto demasiado baixo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Não quero dizer que me deveria tornar numa besta arrogante que nunca tem dúvidas e que o sucesso é garantido, é sim acreditar naquilo que quero atingir, e aplicar todas as minhas capacidades nesse sentido, e se falhar, ter pelo menos a certeza que fiz tudo o que estava ao meu alcance.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">As <a href='http://www.facebook.com/lisbonlivingroomsessions'>Lisbon Living Room Sessions</a>, são um bom exemplo de uma ideia que surge porque o Ricardo não encontrava resposta a algo que gostaria de experienciar. Agiu, entrou em contacto com patrocínios, pensou como tornar realidade para ele e para outros, algo que sentiu como falha.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Parece fácil, visto de fora, mas só quem nunca se meteu numa coisa destas poderá pensar que é fácil, ou então que é fácil para o Ricardo, e que para si seria sempre mais difícil.</p>
<p style="font-size:22.9500007629395px;">Como dizia o Henry Ford, <em>"Quer acredites que consegues, quer acredites que não, tens sempre razão".</em></p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li>Livros sugeridos<a href='http://www.amazon.com/Its-Our-Turn-Eat-Whistle-Blower/dp/B003L1ZX1G'> "Its Our Turn Eat"</a> e <a href='http://www.amazon.com/Emergency-Sex-Other-Desperate-Measures-ebook/dp/B004WOEYMU/ref=sr_1_1?s=books&ie=UTF8&qid=1434986463&sr=1-1&keywords=emergency+sex'>"Emergency Sex"</a>.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Ricardo José Lopes, que conheci nas "Design Thinking Flash Sessions" organizadas pelo Rui Quinta e Tiago Nunes da With Company, anteriores convidados do podcast.Quando nos conhecemos falou-se que eu tinha um podcast, e surgiu na conversa o artigo do Vitor Belanciano, "A mentira da Criatividade", que ele disse conhecer pois também faz parte da Cooltrain Crew.Ficámos em contacto, e ele sugeriu-me vários convidados, e eu decidi perguntar-lhe se ele próprio não gostaria de ser convidado. Disse que sim, marcámos um dia, e aí fui eu a Lisboa ter com ele, o primeiro local combinado, estava a fechar e fomos ao Landeau chocolate no Chiado. Algum barulho de fundo que sujou de alguma forma a conversa, mas nada em demasia.Comemos um belo bolinho, e fomos conversando.O Ricardo tem um percurso cheio de coisas que fez acontecer, ideias que surgiram, e vamos lá torná-las realidade, sempre com uma vontade de fazer bem, e acreditando sempre que era possível, e que iria correr pelo melhor.Não me é fácil ver os projectos desta forma, ponho sempre tudo em causa, e o insucesso é aquilo que tenho garantido, tudo o que vier já não é mau.Percebo que me saboto muitas vezes, que o medo me impede de apontar mais alto, e que se os resultados não têm tanto impacto, é apenas porque aponto demasiado baixo.Não quero dizer que me deveria tornar numa besta arrogante que nunca tem dúvidas e que o sucesso é garantido, é sim acreditar naquilo que quero atingir, e aplicar todas as minhas capacidades nesse sentido, e se falhar, ter pelo menos a certeza que fiz tudo o que estava ao meu alcance.As Lisbon Living Room Sessions, são um bom exemplo de uma ideia que surge porque o Ricardo não encontrava resposta a algo que gostaria de experienciar. Agiu, entrou em contacto com patrocínios, pensou como tornar realidade para ele e para outros, algo que sentiu como falha.Parece fácil, visto de fora, mas só quem nunca se meteu numa coisa destas poderá pensar que é fácil, ou então que é fácil para o Ricardo, e que para si seria sempre mais difícil.Como dizia o Henry Ford, "Quer acredites que consegues, quer acredites que não, tens sempre razão".Livros sugeridos "Its Our Turn Eat" e "Emergency Sex".]]></itunes:summary>
        <itunes:author></itunes:author>
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    <item>
        <title>Falar mais Criativo - episódio 01, Criatividade</title>
        <itunes:title>Falar mais Criativo - episódio 01, Criatividade</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/fmc-episodio-01-criatividade/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/fmc-episodio-01-criatividade/#comments</comments>        <pubDate>Thu, 18 Jun 2015 09:30:00 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Este é o primeiro episódio de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Tentaremos dissecar vários conceitos ligados à criatividade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Neste episódio, eu Rui Branco, e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, tentamos explicar o que é a criatividade, e de que forma todos podemos ser mais criativos.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li>O livro sugerido é o <a href='https://books.google.pt/books/about/Creativamente.html?id=dbJwur9l7e8C&hl=en'>Creativamente de Diego Parra Duque</a>.</li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Este é o primeiro episódio de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Tentaremos dissecar vários conceitos ligados à criatividade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Neste episódio, eu Rui Branco, e a <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>Anita Silva</a>, tentamos explicar o que é a criatividade, e de que forma todos podemos ser mais criativos.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li>O livro sugerido é o <a href='https://books.google.pt/books/about/Creativamente.html?id=dbJwur9l7e8C&hl=en'>Creativamente de Diego Parra Duque</a>.</li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[Este é o primeiro episódio de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.Tentaremos dissecar vários conceitos ligados à criatividade.Neste episódio, eu Rui Branco, e a Anita Silva, tentamos explicar o que é a criatividade, e de que forma todos podemos ser mais criativos.O livro sugerido é o Creativamente de Diego Parra Duque.Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio especial - Óniversário, em Óbidos </title>
        <itunes:title>episódio especial - Óniversário, em Óbidos </itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-especial-oniversario-em-obidos/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 15 Jun 2015 17:12:35 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>No dia 13 de Junho fui a Óbidos, ao <a href='https://www.facebook.com/espaco.ativacao?fref=ts'>espaço Ó</a>, fazer uma mesa "podcastável" redonda, sobre o dito espaço, o que é, o que é que Óbidos tem a ver com a criatividade, e o valor que repensar algo tradicional pode ter.</p>
<p style="font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;line-height:26.3500003814697px;color:rgb(23,23,23);">Os participantes foram a Celeste Afonso, vereadora da Câmara Municipal, o Pedro Reis do <a href='https://www.facebook.com/colab.at?fref=ts'>Colab</a>, e o <a href='https://www.facebook.com/pages/Nic-Mepham-Art/220044028054927?fref=ts'>Nic Mepham</a>, artista plástico. No fim tivemos a participação em forma de fecho do presidente da Câmara, Humberto Marques.</p>
<p style="font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;line-height:26.3500003814697px;color:rgb(23,23,23);">Uma conversa diferente, a lembrar os Encontros com o Património da TSF, mas que manteve muitas das coisas que fazem o Falar Criativo, o passar das ideias à acção, e de que forma podemos capacitar as pessoas a gerar valor, e não ser meros consumidores de empregos.</p>
<p style="font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;line-height:26.3500003814697px;color:rgb(23,23,23);">Gostei da viagem que fiz, da experiência diferente de moderar uma conversa, e de ter um podcast parcialmente em inglês, algo talvez a repetir.</p>
<p style="font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;line-height:26.3500003814697px;color:rgb(23,23,23);">
</p>
<p style="font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;line-height:26.3500003814697px;color:rgb(23,23,23);">
</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>No dia 13 de Junho fui a Óbidos, ao <a href='https://www.facebook.com/espaco.ativacao?fref=ts'>espaço Ó</a>, fazer uma mesa "podcastável" redonda, sobre o dito espaço, o que é, o que é que Óbidos tem a ver com a criatividade, e o valor que repensar algo tradicional pode ter.</p>
<p style="font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;line-height:26.3500003814697px;color:rgb(23,23,23);">Os participantes foram a Celeste Afonso, vereadora da Câmara Municipal, o Pedro Reis do <a href='https://www.facebook.com/colab.at?fref=ts'>Colab</a>, e o <a href='https://www.facebook.com/pages/Nic-Mepham-Art/220044028054927?fref=ts'>Nic Mepham</a>, artista plástico. No fim tivemos a participação em forma de fecho do presidente da Câmara, Humberto Marques.</p>
<p style="font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;line-height:26.3500003814697px;color:rgb(23,23,23);">Uma conversa diferente, a lembrar os Encontros com o Património da TSF, mas que manteve muitas das coisas que fazem o Falar Criativo, o passar das ideias à acção, e de que forma podemos capacitar as pessoas a gerar valor, e não ser meros consumidores de empregos.</p>
<p style="font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;line-height:26.3500003814697px;color:rgb(23,23,23);">Gostei da viagem que fiz, da experiência diferente de moderar uma conversa, e de ter um podcast parcialmente em inglês, algo talvez a repetir.</p>
<p style="font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;line-height:26.3500003814697px;color:rgb(23,23,23);"><br>
</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[No dia 13 de Junho fui a Óbidos, ao espaço Ó, fazer uma mesa "podcastável" redonda, sobre o dito espaço, o que é, o que é que Óbidos tem a ver com a criatividade, e o valor que repensar algo tradicional pode ter.Os participantes foram a Celeste Afonso, vereadora da Câmara Municipal, o Pedro Reis do Colab, e o Nic Mepham, artista plástico. No fim tivemos a participação em forma de fecho do presidente da Câmara, Humberto Marques.Uma conversa diferente, a lembrar os Encontros com o Património da TSF, mas que manteve muitas das coisas que fazem o Falar Criativo, o passar das ideias à acção, e de que forma podemos capacitar as pessoas a gerar valor, e não ser meros consumidores de empregos.Gostei da viagem que fiz, da experiência diferente de moderar uma conversa, e de ter um podcast parcialmente em inglês, algo talvez a repetir.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 83 Tamara Alves</title>
        <itunes:title>episódio 83 Tamara Alves</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-83-tamara-alves/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-83-tamara-alves/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 15 Jun 2015 10:05:12 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">A convidada desta semana é a Tamara Alves, urban artist, ilustradora, tatuadora, alguém que encontrou algo que ama fazer.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O desenho é sem dúvida uma ferramenta muito importante para ela, de tal forma que foi para ela uma surpresa encontrar artistas que não desenhavam quando fez o curso na <a href='http://www.esad.ipleiria.pt/'>ESAD das Caldas da Rainha</a>. Gosto bastante dos desenhos, de um lado cru, de instinto que os desenhos têm, de como já a ouvi dizer "pôr o coração cá para fora".</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">A Tamara surgiu como sugestão da <a href='http://falarcriativo.com/episodio-71-lara-seixo-rodrigues/'>Lara Seixo Rodrigues</a>, e assim que vi o seu trabalho, percebi que teria de falar com ela. (Aproveito para agradecer à Lara a cedência do espaço para a entrevista, disse-me logo que sim. Lara és a maior.)</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Pessoa muito simpática, sem adereços de personalidade, isto é, não senti nenhum tipo barreira, de tentativa de ser outra coisa do que aquilo que ela é. Agora que escrevi isto, percebi a relação com a verdade do trabalho da Tamara, há coerência entre aquilo que faz e aquilo que é, daí ser tão bom.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Houve muita coisa da entrevista que retive, mas gostava apenas de salientar dois pontos, que simplesmente não me têm largado o pensamento desde o dia da entrevista.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O primeiro é o lado de lutar por aquilo que gosta de fazer, sabendo que desde que haja um tecto e comida na mesa, estamos bem, e isso é mais fácil do que aquilo que pensamos. A maior parte de nós, tem é uma bitola muito alta, e ficamos prisioneiros de um salário mais alto, porque ter o último telemóvel, ou comer carne e peixe todos os dias se torna indispensável.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Dentro ainda deste ponto, referir o lado de comunidade, de porto de abrigo, quando a Tamara se despediu e uma amiga lhe diz "quem faz para um, faz para dois". Mais uma vez, estamos bem.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O outro ponto que me marcou, foi esse lado quase obsessivo, e de também estabelecer um esqueleto, uma estrutura de pensamento, usando o livro do Allen Ginsberg, o Uivo e outros poemas, lendo-o, relendo-o e até reescrevendo à mão.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Há livros que me marcaram, e penso que se os tivesse levado a esse extremo, a vida poderia ter-se tornado mais simples, uma vez que em caso de dúvida, a nossa visão do mundo é mais clara, com menos ruído e confusão.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Não quero dizer com isto, que nos tornemos escravos de uma coerência fundada em pura teimosia, mas sim ter uma estrutura que pode ser revestida das mais diversas formas, que se pode acrescentar, ou retirar, que se move com as ondas, mas que se move em uníssono, e não um monte de fragmentos que andam à deriva no oceano dos dias.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li><a href='http://www.tamaraalves.com/'>o Site da Tamara.</a></li>
<li><a href='https://instagram.com/tamara_aalves/'>o instagram da Tamara.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/Tamaraalvesartwork'>o Facebook da Tamara.</a>
</li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">
</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li>livros sugeridos: <a href='http://www.fnac.pt/Uivo-e-Outros-Poemas-Allen-Ginsberg/a808423'>Uivo e Outros Poemas do Allen Ginsberg</a> e <a href='http://www.fnac.pt/Lunario-Al-Berto/a97796'>Lunario do Al Berto</a>.</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">A convidada desta semana é a Tamara Alves, urban artist, ilustradora, tatuadora, alguém que encontrou algo que ama fazer.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O desenho é sem dúvida uma ferramenta muito importante para ela, de tal forma que foi para ela uma surpresa encontrar artistas que não desenhavam quando fez o curso na <a href='http://www.esad.ipleiria.pt/'>ESAD das Caldas da Rainha</a>. Gosto bastante dos desenhos, de um lado cru, de instinto que os desenhos têm, de como já a ouvi dizer "pôr o coração cá para fora".</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">A Tamara surgiu como sugestão da <a href='http://falarcriativo.com/episodio-71-lara-seixo-rodrigues/'>Lara Seixo Rodrigues</a>, e assim que vi o seu trabalho, percebi que teria de falar com ela. (Aproveito para agradecer à Lara a cedência do espaço para a entrevista, disse-me logo que sim. Lara és a maior.)</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Pessoa muito simpática, sem adereços de personalidade, isto é, não senti nenhum tipo barreira, de tentativa de ser outra coisa do que aquilo que ela é. Agora que escrevi isto, percebi a relação com a verdade do trabalho da Tamara, há coerência entre aquilo que faz e aquilo que é, daí ser tão bom.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Houve muita coisa da entrevista que retive, mas gostava apenas de salientar dois pontos, que simplesmente não me têm largado o pensamento desde o dia da entrevista.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O primeiro é o lado de lutar por aquilo que gosta de fazer, sabendo que desde que haja um tecto e comida na mesa, estamos bem, e isso é mais fácil do que aquilo que pensamos. A maior parte de nós, tem é uma bitola muito alta, e ficamos prisioneiros de um salário mais alto, porque ter o último telemóvel, ou comer carne e peixe todos os dias se torna indispensável.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Dentro ainda deste ponto, referir o lado de comunidade, de porto de abrigo, quando a Tamara se despediu e uma amiga lhe diz "quem faz para um, faz para dois". Mais uma vez, estamos bem.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O outro ponto que me marcou, foi esse lado quase obsessivo, e de também estabelecer um esqueleto, uma estrutura de pensamento, usando o livro do Allen Ginsberg, o Uivo e outros poemas, lendo-o, relendo-o e até reescrevendo à mão.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Há livros que me marcaram, e penso que se os tivesse levado a esse extremo, a vida poderia ter-se tornado mais simples, uma vez que em caso de dúvida, a nossa visão do mundo é mais clara, com menos ruído e confusão.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Não quero dizer com isto, que nos tornemos escravos de uma coerência fundada em pura teimosia, mas sim ter uma estrutura que pode ser revestida das mais diversas formas, que se pode acrescentar, ou retirar, que se move com as ondas, mas que se move em uníssono, e não um monte de fragmentos que andam à deriva no oceano dos dias.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li><a href='http://www.tamaraalves.com/'>o Site da Tamara.</a></li>
<li><a href='https://instagram.com/tamara_aalves/'>o instagram da Tamara.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/Tamaraalvesartwork'>o Facebook da Tamara.</a><br>
</li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><br>
</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li>livros sugeridos: <a href='http://www.fnac.pt/Uivo-e-Outros-Poemas-Allen-Ginsberg/a808423'>Uivo e Outros Poemas do Allen Ginsberg</a> e <a href='http://www.fnac.pt/Lunario-Al-Berto/a97796'>Lunario do Al Berto</a>.</li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[A convidada desta semana é a Tamara Alves, urban artist, ilustradora, tatuadora, alguém que encontrou algo que ama fazer.O desenho é sem dúvida uma ferramenta muito importante para ela, de tal forma que foi para ela uma surpresa encontrar artistas que não desenhavam quando fez o curso na ESAD das Caldas da Rainha. Gosto bastante dos desenhos, de um lado cru, de instinto que os desenhos têm, de como já a ouvi dizer "pôr o coração cá para fora".A Tamara surgiu como sugestão da Lara Seixo Rodrigues, e assim que vi o seu trabalho, percebi que teria de falar com ela. (Aproveito para agradecer à Lara a cedência do espaço para a entrevista, disse-me logo que sim. Lara és a maior.)Pessoa muito simpática, sem adereços de personalidade, isto é, não senti nenhum tipo barreira, de tentativa de ser outra coisa do que aquilo que ela é. Agora que escrevi isto, percebi a relação com a verdade do trabalho da Tamara, há coerência entre aquilo que faz e aquilo que é, daí ser tão bom.Houve muita coisa da entrevista que retive, mas gostava apenas de salientar dois pontos, que simplesmente não me têm largado o pensamento desde o dia da entrevista.O primeiro é o lado de lutar por aquilo que gosta de fazer, sabendo que desde que haja um tecto e comida na mesa, estamos bem, e isso é mais fácil do que aquilo que pensamos. A maior parte de nós, tem é uma bitola muito alta, e ficamos prisioneiros de um salário mais alto, porque ter o último telemóvel, ou comer carne e peixe todos os dias se torna indispensável.Dentro ainda deste ponto, referir o lado de comunidade, de porto de abrigo, quando a Tamara se despediu e uma amiga lhe diz "quem faz para um, faz para dois". Mais uma vez, estamos bem.O outro ponto que me marcou, foi esse lado quase obsessivo, e de também estabelecer um esqueleto, uma estrutura de pensamento, usando o livro do Allen Ginsberg, o Uivo e outros poemas, lendo-o, relendo-o e até reescrevendo à mão.Há livros que me marcaram, e penso que se os tivesse levado a esse extremo, a vida poderia ter-se tornado mais simples, uma vez que em caso de dúvida, a nossa visão do mundo é mais clara, com menos ruído e confusão.Não quero dizer com isto, que nos tornemos escravos de uma coerência fundada em pura teimosia, mas sim ter uma estrutura que pode ser revestida das mais diversas formas, que se pode acrescentar, ou retirar, que se move com as ondas, mas que se move em uníssono, e não um monte de fragmentos que andam à deriva no oceano dos dias.o Site da Tamara.o instagram da Tamara.o Facebook da Tamara.livros sugeridos: Uivo e Outros Poemas do Allen Ginsberg e Lunario do Al Berto.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 82 Tomaz Viana</title>
        <itunes:title>episódio 82 Tomaz Viana</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O convidado desta semana é o Tomaz Viana, um designer maker, que é algo de definição difícil, até para a <a href='http://www.designermakers.org.uk/EligibilityGuidelines.html'>organização de designermakers em Inglaterra</a>, mas sabendo inglês o suficiente, percebemos que é alguém que desenha e faz, que tem um lado artesão, aliado a um lado mais conceptual. Poderíamos, segundo o priberam traduzir para <a href='http://www.priberam.pt/dlpo/art%C3%ADfice'>artífice</a>, uma vez que a definição engloba o artesão, o criador, autor e inventor.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">A maneira como tomei contacto com o trabalho do Tomaz, estou eu convencido, que foi através de uma partilha do <a href='http://falarcriativo.com/episodio-6-bernardo-barata/'>Bernardo Barata</a>, amigo comum, ou de outra convidada, a J<a href='http://falarcriativo.com/episodio-18-joana-barra-vaz/'>oana Barra Vaz</a>, que também é amiga do Tomaz.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Quando li na página dele, "designer maker" e vi os trabalhos, percebi que este lado mão na massa, aliado a um lado mais artístico, condimentado com mestria e pragmatismo, seria um ponto de partida interessante para conversar com ele.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Feito o convite, o Tomaz aceitou, e como moramos perto, a conversa foi cá em casa.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Falámos de todas estas questões da definição do que ele faz, o como faz, a sua relutância em considerar-se artista, e abordámos o seu percurso de experimentação, não-linear, mas de procura de algo que ele acredita, que vai sentindo ser o seu caminho, de criar peças de autor, valorizadas tal como outras criações mais artísticas, como por exemplo uma escultura, uma peça de joalharia.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Existe a perfeita noção que ele deveria crescer como marca, como alguém que tem uma maneira própria de estar no desenvolvimento de peças únicas que são bem construídas, resolvem uma questão funcional, e são muito bem desenhadas.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Mas tal como o material que normalmente trabalha, a madeira, o Tomaz sente que é preciso tempo...tempo que todo o processo criativo precisa, tudo o que tem valor adicionado necessita, até nós como seres humanos, como "works in progress" que somos.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li><a href='http://www.behance.net/tomazviana'>Tomaz Viana no Behance</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/tomazvianadesignermaker'>Página do Facebook.</a></li>
<li><a href='http://en.wikipedia.org/wiki/Carlo_Mollino'>Carlo Mollino.</a></li>
<li><a href='http://en.wikipedia.org/wiki/Wharton_Esherick'>Wharton Esherick.</a></li>
</ul>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li>Livro sugerido sobre mobiliário, <a href='http://www.amazon.com/Furniture-21st-Century-Betty-Norbury/dp/067089169X'>"Furniture for The XXI Century" da Betty Norbury.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O convidado desta semana é o Tomaz Viana, um designer maker, que é algo de definição difícil, até para a <a href='http://www.designermakers.org.uk/EligibilityGuidelines.html'>organização de designermakers em Inglaterra</a>, mas sabendo inglês o suficiente, percebemos que é alguém que desenha e faz, que tem um lado artesão, aliado a um lado mais conceptual. Poderíamos, segundo o priberam traduzir para <a href='http://www.priberam.pt/dlpo/art%C3%ADfice'>artífice</a>, uma vez que a definição engloba o artesão, o criador, autor e inventor.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">A maneira como tomei contacto com o trabalho do Tomaz, estou eu convencido, que foi através de uma partilha do <a href='http://falarcriativo.com/episodio-6-bernardo-barata/'>Bernardo Barata</a>, amigo comum, ou de outra convidada, a J<a href='http://falarcriativo.com/episodio-18-joana-barra-vaz/'>oana Barra Vaz</a>, que também é amiga do Tomaz.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Quando li na página dele, "designer maker" e vi os trabalhos, percebi que este lado mão na massa, aliado a um lado mais artístico, condimentado com mestria e pragmatismo, seria um ponto de partida interessante para conversar com ele.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Feito o convite, o Tomaz aceitou, e como moramos perto, a conversa foi cá em casa.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Falámos de todas estas questões da definição do que ele faz, o como faz, a sua relutância em considerar-se artista, e abordámos o seu percurso de experimentação, não-linear, mas de procura de algo que ele acredita, que vai sentindo ser o seu caminho, de criar peças de autor, valorizadas tal como outras criações mais artísticas, como por exemplo uma escultura, uma peça de joalharia.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Existe a perfeita noção que ele deveria crescer como marca, como alguém que tem uma maneira própria de estar no desenvolvimento de peças únicas que são bem construídas, resolvem uma questão funcional, e são muito bem desenhadas.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Mas tal como o material que normalmente trabalha, a madeira, o Tomaz sente que é preciso tempo...tempo que todo o processo criativo precisa, tudo o que tem valor adicionado necessita, até nós como seres humanos, como "works in progress" que somos.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li><a href='http://www.behance.net/tomazviana'>Tomaz Viana no Behance</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/tomazvianadesignermaker'>Página do Facebook.</a></li>
<li><a href='http://en.wikipedia.org/wiki/Carlo_Mollino'>Carlo Mollino.</a></li>
<li><a href='http://en.wikipedia.org/wiki/Wharton_Esherick'>Wharton Esherick.</a></li>
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</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Tomaz Viana, um designer maker, que é algo de definição difícil, até para a organização de designermakers em Inglaterra, mas sabendo inglês o suficiente, percebemos que é alguém que desenha e faz, que tem um lado artesão, aliado a um lado mais conceptual. Poderíamos, segundo o priberam traduzir para artífice, uma vez que a definição engloba o artesão, o criador, autor e inventor.A maneira como tomei contacto com o trabalho do Tomaz, estou eu convencido, que foi através de uma partilha do Bernardo Barata, amigo comum, ou de outra convidada, a Joana Barra Vaz, que também é amiga do Tomaz.Quando li na página dele, "designer maker" e vi os trabalhos, percebi que este lado mão na massa, aliado a um lado mais artístico, condimentado com mestria e pragmatismo, seria um ponto de partida interessante para conversar com ele.Feito o convite, o Tomaz aceitou, e como moramos perto, a conversa foi cá em casa.Falámos de todas estas questões da definição do que ele faz, o como faz, a sua relutância em considerar-se artista, e abordámos o seu percurso de experimentação, não-linear, mas de procura de algo que ele acredita, que vai sentindo ser o seu caminho, de criar peças de autor, valorizadas tal como outras criações mais artísticas, como por exemplo uma escultura, uma peça de joalharia.Existe a perfeita noção que ele deveria crescer como marca, como alguém que tem uma maneira própria de estar no desenvolvimento de peças únicas que são bem construídas, resolvem uma questão funcional, e são muito bem desenhadas.Mas tal como o material que normalmente trabalha, a madeira, o Tomaz sente que é preciso tempo...tempo que todo o processo criativo precisa, tudo o que tem valor adicionado necessita, até nós como seres humanos, como "works in progress" que somos.Tomaz Viana no BehancePágina do Facebook.Carlo Mollino.Wharton Esherick.Livro sugerido sobre mobiliário, "Furniture for The XXI Century" da Betty Norbury.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 81 Christina Quest</title>
        <itunes:title>episódio 81 Christina Quest</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-81-christina-quest/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-81-christina-quest/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 01 Jun 2015 16:01:11 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Christina Quest, música e criadora do movimento Rock À Lady.</p>
<p>Eu conheci a Christina através da outra <a href='http://falarcriativo.com/episodio-64-cristina-nobre-soares/'>Cristina, a Nobre Soares,</a> um dia que houve meet-up do <a href='https://www.facebook.com/groups/colab.art.friends/'>Colab at Art</a>, e aí depois de falarmos sobre várias coisas, convidei-a para a entrevista e ela prontamente acedeu.</p>
<p>A
 Christina é música, vive da música porque decidiu viver disso, pois há 
uns anos trabalhava noutra área onde ganhava muito dinheiro, e escolheu 
passar a ganhar menos durante algum tempo para se dedicar de corpo e 
alma ao que gosta de fazer, mas anos mais tarde já ganhava com a sua 
paixão o que ganhava anteriormente numa coisa que não lhe agradava 
tanto.</p>
<p>Disse-me que gosta de dinheiro, mas não de forma apegada 
nem coloca no dinheiro uma carga que ele não tem, algo que eu nos 
últimos tempos fiz, e percebi que não é de facto o caminho.</p>
<p>Não 
será só o dinheiro, percebo agora, que em tudo o que fazemos ou queremos
 vir a fazer, devemos colocar esse elemento de paixão, mas paixão 
desapegada, todos os dias, ou com a frequência que nos for possível, 
trabalhar naquilo que queremos, sem contudo exigir que as coisas se 
realizem da forma exacta que ambicionamos, deixando espaço ao 
imprevisto, ao surpreendente e até espaço para gozar a viagem até ao 
nosso objectivo.</p>
<p>A Christina começou este processo de crescimento 
humano há vários anos, não é algo que se vejam resultados gigantes em 
pouco tempo, mais uma vez vejo por mim, que já estou muito à frente de 
onde comecei com o Falar Criativo, porém andei umas semanas pior quando 
me foquei no que ainda faltava e me esqueci daquilo que já andei.</p>
<p>Esta
 conversa, e mesmo o episódio pode parecer nalguns pontos e para algumas
 pessoas um pouco "wu-wu", mas a verdade é mesmo esta a energia que 
colocamos nas coisas deve ser uma energia de gozo, de coragem de sermos 
autênticos, uma energia de gratidão. Não pretendo converter ninguém ao 
lado mais positivo do que é trabalhar naquilo que se gosta e viver 
disso, todos nós estamos a fazer um caminho, a velocidades diferentes, 
não comparemos nem objectivos nem maneiras de lá chegar, mas todos 
devemos gozar a viagem.</p>
<p> “It is more important to know where you are going than to get there quickly. Do not mistake activity for achievement.</p>
<p>Remember
 that there is nothing stable in human affairs, therefore avoid undue 
elation in prosperity or undue depression in adversity.”
 Isocrates</p>
<ul><li><a href='http://christinaquest.wix.com/christinaquest'>O site da Christina.</a>
</li>
<li>O site que a Christina falou, <a href='http://www.mindvalley.com/'>Mind Valley.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Christina Quest, música e criadora do movimento Rock À Lady.</p>
<p>Eu conheci a Christina através da outra <a href='http://falarcriativo.com/episodio-64-cristina-nobre-soares/'>Cristina, a Nobre Soares,</a> um dia que houve meet-up do <a href='https://www.facebook.com/groups/colab.art.friends/'>Colab at Art</a>, e aí depois de falarmos sobre várias coisas, convidei-a para a entrevista e ela prontamente acedeu.</p>
<p>A
 Christina é música, vive da música porque decidiu viver disso, pois há 
uns anos trabalhava noutra área onde ganhava muito dinheiro, e escolheu 
passar a ganhar menos durante algum tempo para se dedicar de corpo e 
alma ao que gosta de fazer, mas anos mais tarde já ganhava com a sua 
paixão o que ganhava anteriormente numa coisa que não lhe agradava 
tanto.</p>
<p>Disse-me que gosta de dinheiro, mas não de forma apegada 
nem coloca no dinheiro uma carga que ele não tem, algo que eu nos 
últimos tempos fiz, e percebi que não é de facto o caminho.</p>
<p>Não 
será só o dinheiro, percebo agora, que em tudo o que fazemos ou queremos
 vir a fazer, devemos colocar esse elemento de paixão, mas paixão 
desapegada, todos os dias, ou com a frequência que nos for possível, 
trabalhar naquilo que queremos, sem contudo exigir que as coisas se 
realizem da forma exacta que ambicionamos, deixando espaço ao 
imprevisto, ao surpreendente e até espaço para gozar a viagem até ao 
nosso objectivo.</p>
<p>A Christina começou este processo de crescimento 
humano há vários anos, não é algo que se vejam resultados gigantes em 
pouco tempo, mais uma vez vejo por mim, que já estou muito à frente de 
onde comecei com o Falar Criativo, porém andei umas semanas pior quando 
me foquei no que ainda faltava e me esqueci daquilo que já andei.</p>
<p>Esta
 conversa, e mesmo o episódio pode parecer nalguns pontos e para algumas
 pessoas um pouco "wu-wu", mas a verdade é mesmo esta a energia que 
colocamos nas coisas deve ser uma energia de gozo, de coragem de sermos 
autênticos, uma energia de gratidão. Não pretendo converter ninguém ao 
lado mais positivo do que é trabalhar naquilo que se gosta e viver 
disso, todos nós estamos a fazer um caminho, a velocidades diferentes, 
não comparemos nem objectivos nem maneiras de lá chegar, mas todos 
devemos gozar a viagem.</p>
<p> “It is more important to know where you are going than to get there quickly. Do not mistake activity for achievement.</p>
<p>Remember
 that there is nothing stable in human affairs, therefore avoid undue 
elation in prosperity or undue depression in adversity.”<br>
 Isocrates</p>
<ul><li><a href='http://christinaquest.wix.com/christinaquest'>O site da Christina.</a><br>
</li>
<li>O site que a Christina falou, <a href='http://www.mindvalley.com/'>Mind Valley.</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[A convidada desta semana é a Christina Quest, música e criadora do movimento Rock À Lady.Eu conheci a Christina através da outra Cristina, a Nobre Soares, um dia que houve meet-up do Colab at Art, e aí depois de falarmos sobre várias coisas, convidei-a para a entrevista e ela prontamente acedeu.A
 Christina é música, vive da música porque decidiu viver disso, pois há 
uns anos trabalhava noutra área onde ganhava muito dinheiro, e escolheu 
passar a ganhar menos durante algum tempo para se dedicar de corpo e 
alma ao que gosta de fazer, mas anos mais tarde já ganhava com a sua 
paixão o que ganhava anteriormente numa coisa que não lhe agradava 
tanto.Disse-me que gosta de dinheiro, mas não de forma apegada 
nem coloca no dinheiro uma carga que ele não tem, algo que eu nos 
últimos tempos fiz, e percebi que não é de facto o caminho.Não 
será só o dinheiro, percebo agora, que em tudo o que fazemos ou queremos
 vir a fazer, devemos colocar esse elemento de paixão, mas paixão 
desapegada, todos os dias, ou com a frequência que nos for possível, 
trabalhar naquilo que queremos, sem contudo exigir que as coisas se 
realizem da forma exacta que ambicionamos, deixando espaço ao 
imprevisto, ao surpreendente e até espaço para gozar a viagem até ao 
nosso objectivo.A Christina começou este processo de crescimento 
humano há vários anos, não é algo que se vejam resultados gigantes em 
pouco tempo, mais uma vez vejo por mim, que já estou muito à frente de 
onde comecei com o Falar Criativo, porém andei umas semanas pior quando 
me foquei no que ainda faltava e me esqueci daquilo que já andei.Esta
 conversa, e mesmo o episódio pode parecer nalguns pontos e para algumas
 pessoas um pouco "wu-wu", mas a verdade é mesmo esta a energia que 
colocamos nas coisas deve ser uma energia de gozo, de coragem de sermos 
autênticos, uma energia de gratidão. Não pretendo converter ninguém ao 
lado mais positivo do que é trabalhar naquilo que se gosta e viver 
disso, todos nós estamos a fazer um caminho, a velocidades diferentes, 
não comparemos nem objectivos nem maneiras de lá chegar, mas todos 
devemos gozar a viagem. “It is more important to know where you are going than to get there quickly. Do not mistake activity for achievement.Remember
 that there is nothing stable in human affairs, therefore avoid undue 
elation in prosperity or undue depression in adversity.” IsocratesO site da Christina.O site que a Christina falou, Mind Valley.]]></itunes:summary>
        <itunes:author></itunes:author>
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    <item>
        <title>episódio 80 Catarina Catarino</title>
        <itunes:title>episódio 80 Catarina Catarino</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-80-catarina-catarino/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 25 May 2015 14:16:58 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">A convidada desta semana é a Catarina Catarino, a qual tomei contacto através de um grupo que ambos fazemos parte, grupo esse em que somos (pelo que sei) os dois únicos portugueses.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Chamou-me à atenção estar mais um português, neste caso uma portuguesa, naquele grupo, pois faço parte de outros grupos do género e não é comum encontrar lá almas lusas.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Investiguei o que a Catarina fazia, e apercebi-me que estava na área da nutrição, postura e movimento, áreas que bastante me interessam, mas acima de tudo quis falar com ela pela abordagem que ela tem do assunto.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Estando sediada na Madeira, e sendo portuguesa, isso não a impediu de ter a coragem de ver o mundo como possível mercado, pois através do Skype e o site em inglês, a localização e a língua deixaram de ser impedimento.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">A criatividade para mim, como as pessoas que seguem o podcast já sabem, passa por muita coisa, e está presente em quase tudo, seja na forma como nos mexemos seja na forma como comemos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Muitos de nós, quando a pressão aumenta, deixamos de fazer aquilo que nos colocou em posição de fazer bem, passamos a comer a primeira coisa que nos aparece à frente (de preferência cheia de açúcar), e normalmente à pressa. A questão é que nós somos mente e corpo, e atrevo-me a dizer que as ideias, e aquilo que fazemos com elas, passa também pela maneira como nos alimentamos e como nos mexemos. A falta de energia para fazer, ou uma letargia mental, que nos inibe de estarmos no nosso melhor para produzir algo de valor, é muitas vezes parte de um ciclo que começa numa sobrecarga, que resulta em más posturas, falta de exercício e o recurso a comidas que no deêm um ganho calórico rápido, mas que logo de seguida se esgota e deixa mais mazelas que benefícios. Até podemos conseguir "enganar" o corpo durante algum tempo e "espremer-lhe" ideias de valor, mas é um caminho que cedo acaba e nos faz embater numa parede.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Essa parede pode ser um esgotamento, uma gordura abdominal que teima em não desaparecer, uma forte dor nas costas que nos acompanha todo o dia, e tudo porque não fomos ouvindo os sinais do corpo, e achamos que a mente controla tudo, e que "é só mais um bocadinho".</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Eu por mim falo, pois quando as coisas para fazer são mais que o tempo para as fazer, a tendência natural é largar o tempo "perdido" como exercício, e comer qualquer coisa rápida, e os doces passam a puxar por mim como um remoinho que leva tudo para o fundo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Mas por mim também falo que se resisto ao pensamento inicial de ceder à pressão, o resultado é bem superior, mais sustentado, pois consigo fazê-lo de forma mais regular.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Como a Catarina diz, a digestão é importante, seja comida ou informação, e para digerir é preciso tempo.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li><a href='http://www.catarinacatarino.com/'>Site da Catarina</a></li>
<li><a href='http://retreats.catarinacatarino.com/'>Retiro de Pilates</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">
</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li>Livros sugeridos do Marc David, <a href='http://www.bookdepository.com/Slow-Down-Diet-Marc-David/9781594770609'>Slow Down Diet</a> e <a href='http://www.bookdepository.com/Nourishing-Wisdom-Marc-David/9780517881293'>Nourishing Wisdom.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">A convidada desta semana é a Catarina Catarino, a qual tomei contacto através de um grupo que ambos fazemos parte, grupo esse em que somos (pelo que sei) os dois únicos portugueses.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Chamou-me à atenção estar mais um português, neste caso uma portuguesa, naquele grupo, pois faço parte de outros grupos do género e não é comum encontrar lá almas lusas.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Investiguei o que a Catarina fazia, e apercebi-me que estava na área da nutrição, postura e movimento, áreas que bastante me interessam, mas acima de tudo quis falar com ela pela abordagem que ela tem do assunto.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Estando sediada na Madeira, e sendo portuguesa, isso não a impediu de ter a coragem de ver o mundo como possível mercado, pois através do Skype e o site em inglês, a localização e a língua deixaram de ser impedimento.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">A criatividade para mim, como as pessoas que seguem o podcast já sabem, passa por muita coisa, e está presente em quase tudo, seja na forma como nos mexemos seja na forma como comemos.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Muitos de nós, quando a pressão aumenta, deixamos de fazer aquilo que nos colocou em posição de fazer bem, passamos a comer a primeira coisa que nos aparece à frente (de preferência cheia de açúcar), e normalmente à pressa. A questão é que nós somos mente e corpo, e atrevo-me a dizer que as ideias, e aquilo que fazemos com elas, passa também pela maneira como nos alimentamos e como nos mexemos. A falta de energia para fazer, ou uma letargia mental, que nos inibe de estarmos no nosso melhor para produzir algo de valor, é muitas vezes parte de um ciclo que começa numa sobrecarga, que resulta em más posturas, falta de exercício e o recurso a comidas que no deêm um ganho calórico rápido, mas que logo de seguida se esgota e deixa mais mazelas que benefícios. Até podemos conseguir "enganar" o corpo durante algum tempo e "espremer-lhe" ideias de valor, mas é um caminho que cedo acaba e nos faz embater numa parede.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Essa parede pode ser um esgotamento, uma gordura abdominal que teima em não desaparecer, uma forte dor nas costas que nos acompanha todo o dia, e tudo porque não fomos ouvindo os sinais do corpo, e achamos que a mente controla tudo, e que "é só mais um bocadinho".</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Eu por mim falo, pois quando as coisas para fazer são mais que o tempo para as fazer, a tendência natural é largar o tempo "perdido" como exercício, e comer qualquer coisa rápida, e os doces passam a puxar por mim como um remoinho que leva tudo para o fundo.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Mas por mim também falo que se resisto ao pensamento inicial de ceder à pressão, o resultado é bem superior, mais sustentado, pois consigo fazê-lo de forma mais regular.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Como a Catarina diz, a digestão é importante, seja comida ou informação, e para digerir é preciso tempo.</p>
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<li><a href='http://retreats.catarinacatarino.com/'>Retiro de Pilates</a></li>
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<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><br>
</p>
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        <title>episódio 79 Vitor Belanciano</title>
        <itunes:title>episódio 79 Vitor Belanciano</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O convidado desta semana é o Vitor Belanciano, crítico de música, cronista no jornal Público, mas acima de tudo, confirmei isso no tempo em que estive com ele, um pensador, alguém que reflecte sobre as mais variadas questões relacionadas com o Ser humano.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O mês passado o Vitor escreveu um artigo que a Sónia Fernandes partilhou, intitulado <a href='http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/a-mentira-da-criatividade-1693493'>"A mentira da criatividade"</a>, artigo que também partilhei e que acho muito certeiro naquilo que eu considero ser a perspectiva "mentirosa" que muitas pessoas têm da criatividade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Quis logo falar com ele sobre o artigo, (mas vou aqui também admitir, que há muito que sigo as suas críticas musicais e os seus artigos, e até acho que me posso considerar um fã do trabalho dele), e não quis perder a oportunidade de o conhecer pessoalmente. Poderia tê-lo feito numa festa de um amigo comum, onde estivemos os dois, mas na altura não tive a coragem.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Entrei em contacto com o Vitor, disse que gostaria de o entrevistar, e a resposta foi prontamente positiva, o que muito me entusiasmou.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Combinado o dia e hora, lá dirigi ao local, que se revelou mais ruidoso do que o esperado, e acabámos por ir para casa dele. Por vezes durante a entrevista, os meus comentários são tímidos, a meia voz, para não querer interromper o Vitor, algo a aprender para uma próxima conversa.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Desde o momento que cheguei ao pé dele, a conversa começou a fluir, expliquei-lhe um pouco melhor o que é o Falar Criativo, o meu "why" desta aventura, aquilo que me move, e aquilo em que acredito ser a criatividade e como acho que posso ajudar outras pessoas a acreditar na sua veia criativa.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O percurso do Vitor é daqueles que eu acho muito interessante, um percurso aparentemente não linear, mas de procura, de achar que se pode fazer outras coisas, questionar os porquês e dizer, "porque não?".</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">A conversa andou pelo teatro, pela música, pela antropologia, sobre a dificuldade das pessoas que querem levar uma vida de verdade, de autenticidade e como a criatividade e a autenticidade se podem revelar um caminho bastante solitário.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Não quero estragar o que é dito na entrevista, eu por mim conseguiria facilmente dar por mim a partilhar aqui quase tudo, pois a nossa conversa foi daquelas que me fez ligar a várias pessoas a seguir, quando ia no carro, a dizer que tinha sido uma conversa do "caraças" e que o Vitor além de ter confirmado a opinião respeitosa que tinha sobre ele, a superou, pelo seu lado extremamente acessível e humano.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Gostava de lhe ter dado um abraço quando me despedi dele, de ter tirado uma selfie, mas mais uma vez não tive a coragem, fiquei-me apenas por uma foto à sua estante de CD's...repleta de verdades e autenticidades, reduzidas e embaladas em caixas de plástico.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li>Artigo sobre cidades criativas - <a href='http://www.publico.pt/temas/jornal/richard-florida-o-guru-do-conceito-das-cidades-criativas-257409'>Richard Florida: o guru do conceito das cidades criativas</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/cooltraincrew/info?tab=page_info'>Cooltrain Crew</a></li>
<li><a href='http://www.imdb.com/title/tt0475984/'>Filme "Mister Lonely" do Harmony Korine.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">
</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li>Livro sugerido: <a href='http://www.assirio.pt/livros/ficha/Bartleby?id=11236811'>Bartleby do Herman Melville.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/05/estante-vitor.jpg'></a></p>

]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O convidado desta semana é o Vitor Belanciano, crítico de música, cronista no jornal Público, mas acima de tudo, confirmei isso no tempo em que estive com ele, um pensador, alguém que reflecte sobre as mais variadas questões relacionadas com o Ser humano.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O mês passado o Vitor escreveu um artigo que a Sónia Fernandes partilhou, intitulado <a href='http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/a-mentira-da-criatividade-1693493'>"A mentira da criatividade"</a>, artigo que também partilhei e que acho muito certeiro naquilo que eu considero ser a perspectiva "mentirosa" que muitas pessoas têm da criatividade.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Quis logo falar com ele sobre o artigo, (mas vou aqui também admitir, que há muito que sigo as suas críticas musicais e os seus artigos, e até acho que me posso considerar um fã do trabalho dele), e não quis perder a oportunidade de o conhecer pessoalmente. Poderia tê-lo feito numa festa de um amigo comum, onde estivemos os dois, mas na altura não tive a coragem.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Entrei em contacto com o Vitor, disse que gostaria de o entrevistar, e a resposta foi prontamente positiva, o que muito me entusiasmou.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Combinado o dia e hora, lá dirigi ao local, que se revelou mais ruidoso do que o esperado, e acabámos por ir para casa dele. Por vezes durante a entrevista, os meus comentários são tímidos, a meia voz, para não querer interromper o Vitor, algo a aprender para uma próxima conversa.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Desde o momento que cheguei ao pé dele, a conversa começou a fluir, expliquei-lhe um pouco melhor o que é o Falar Criativo, o meu "why" desta aventura, aquilo que me move, e aquilo em que acredito ser a criatividade e como acho que posso ajudar outras pessoas a acreditar na sua veia criativa.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">O percurso do Vitor é daqueles que eu acho muito interessante, um percurso aparentemente não linear, mas de procura, de achar que se pode fazer outras coisas, questionar os porquês e dizer, "porque não?".</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">A conversa andou pelo teatro, pela música, pela antropologia, sobre a dificuldade das pessoas que querem levar uma vida de verdade, de autenticidade e como a criatividade e a autenticidade se podem revelar um caminho bastante solitário.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Não quero estragar o que é dito na entrevista, eu por mim conseguiria facilmente dar por mim a partilhar aqui quase tudo, pois a nossa conversa foi daquelas que me fez ligar a várias pessoas a seguir, quando ia no carro, a dizer que tinha sido uma conversa do "caraças" e que o Vitor além de ter confirmado a opinião respeitosa que tinha sobre ele, a superou, pelo seu lado extremamente acessível e humano.</p>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;">Gostava de lhe ter dado um abraço quando me despedi dele, de ter tirado uma selfie, mas mais uma vez não tive a coragem, fiquei-me apenas por uma foto à sua estante de CD's...repleta de verdades e autenticidades, reduzidas e embaladas em caixas de plástico.</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li>Artigo sobre cidades criativas - <a href='http://www.publico.pt/temas/jornal/richard-florida-o-guru-do-conceito-das-cidades-criativas-257409'>Richard Florida: o guru do conceito das cidades criativas</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/cooltraincrew/info?tab=page_info'>Cooltrain Crew</a></li>
<li><a href='http://www.imdb.com/title/tt0475984/'>Filme "Mister Lonely" do Harmony Korine.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><br>
</p>
<ul style="margin:0px 0px 22px;padding-left:20px;color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><li>Livro sugerido: <a href='http://www.assirio.pt/livros/ficha/Bartleby?id=11236811'>Bartleby do Herman Melville.</a></li>
</ul>
<p style="color:rgb(23,23,23);font-family:Oxygen, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:17px;line-height:26.3500003814697px;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/05/estante-vitor.jpg'></a></p>
<br>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Vitor Belanciano, crítico de música, cronista no jornal Público, mas acima de tudo, confirmei isso no tempo em que estive com ele, um pensador, alguém que reflecte sobre as mais variadas questões relacionadas com o Ser humano.O mês passado o Vitor escreveu um artigo que a Sónia Fernandes partilhou, intitulado "A mentira da criatividade", artigo que também partilhei e que acho muito certeiro naquilo que eu considero ser a perspectiva "mentirosa" que muitas pessoas têm da criatividade.Quis logo falar com ele sobre o artigo, (mas vou aqui também admitir, que há muito que sigo as suas críticas musicais e os seus artigos, e até acho que me posso considerar um fã do trabalho dele), e não quis perder a oportunidade de o conhecer pessoalmente. Poderia tê-lo feito numa festa de um amigo comum, onde estivemos os dois, mas na altura não tive a coragem.Entrei em contacto com o Vitor, disse que gostaria de o entrevistar, e a resposta foi prontamente positiva, o que muito me entusiasmou.Combinado o dia e hora, lá dirigi ao local, que se revelou mais ruidoso do que o esperado, e acabámos por ir para casa dele. Por vezes durante a entrevista, os meus comentários são tímidos, a meia voz, para não querer interromper o Vitor, algo a aprender para uma próxima conversa.Desde o momento que cheguei ao pé dele, a conversa começou a fluir, expliquei-lhe um pouco melhor o que é o Falar Criativo, o meu "why" desta aventura, aquilo que me move, e aquilo em que acredito ser a criatividade e como acho que posso ajudar outras pessoas a acreditar na sua veia criativa.O percurso do Vitor é daqueles que eu acho muito interessante, um percurso aparentemente não linear, mas de procura, de achar que se pode fazer outras coisas, questionar os porquês e dizer, "porque não?".A conversa andou pelo teatro, pela música, pela antropologia, sobre a dificuldade das pessoas que querem levar uma vida de verdade, de autenticidade e como a criatividade e a autenticidade se podem revelar um caminho bastante solitário.Não quero estragar o que é dito na entrevista, eu por mim conseguiria facilmente dar por mim a partilhar aqui quase tudo, pois a nossa conversa foi daquelas que me fez ligar a várias pessoas a seguir, quando ia no carro, a dizer que tinha sido uma conversa do "caraças" e que o Vitor além de ter confirmado a opinião respeitosa que tinha sobre ele, a superou, pelo seu lado extremamente acessível e humano.Gostava de lhe ter dado um abraço quando me despedi dele, de ter tirado uma selfie, mas mais uma vez não tive a coragem, fiquei-me apenas por uma foto à sua estante de CD's...repleta de verdades e autenticidades, reduzidas e embaladas em caixas de plástico.Artigo sobre cidades criativas - Richard Florida: o guru do conceito das cidades criativasCooltrain CrewFilme "Mister Lonely" do Harmony Korine.Livro sugerido: Bartleby do Herman Melville.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 78 Edite Amorim</title>
        <itunes:title>episódio 78 Edite Amorim</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-78-edite-amorim/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-78-edite-amorim/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 11 May 2015 13:13:16 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Edite Amorim, que conheci através da <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>convidada 69, a Anita Silva</a>, quando estive a colaborar com ela no stand da Team Mais, durante o Festival IN na FIL.</p>
<p>Nos
 momentos de pausa, fui trocando algumas ideias com a Edite, que me 
pareceu uma pessoa interessante para conversar sobre estas questões da 
criatividade, da psicologia positiva, e da relação entre a 
produtividade/eficácia e ambientes de trabalho positivos.</p>
<p>Liguei-lhe
 no dia a seguir e expliquei-lhe o porquê de querer conversar com ela 
para o Falar Criativo. Conversámos bastante, e a Edite disse-me que no 
dia a seguir voltava para o Porto, e eu disse, ok, fazemos via Skype. A 
Edite como pessoa que "faz acontecer", como diz o anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/episodio-35-andre-leonardo/'>André Leonardo</a>,
 disse, que o avião era às 11h30, e que dava tempo. Hesitei ( como diz 
um amigo meu, às vezes tenho a tendência para arranjar problemas para 
todas as soluções), mas levei a minha filha mais velha à escola e 
arranquei direito a Lisboa para levar a Edite ao aeroporto, e lá 
fazermos a entrevista.</p>
<p>Gostei muito de a conhecer, tenho mantido 
algum contacto via email com ela, e tenho pena de não ter tido mais 
tempo para a entrevista.</p>
<p>A Edite, é bastante alegre, o que fez com
 que por vezes essa alegria me contagiasse e desse por mim a 
interrompê-la, a querer partilhar as minhas ideias, em vez de a deixar 
fundamentar aquilo de que tanto sabe, e a esquecer que a entrevista é 
sobre ela e não sobre mim.</p>
<p>Retirei bastantes coisas da conversa 
que tive com a Edite, que "para criar alguma coisa, é preciso acreditar 
que é possível", um elemento importante de confiança, reforçar a ideia 
que o Fluir é essencial para uma vida plena, e que precisamos de criar 
os nossos espaços sagrados, nem que seja o acender de uma vela de 
baunilha ao fim do dia.</p>
<ul><li> Conferência da Edite, <a href='https://www.youtube.com/watch?v=ntgHRJGcn1s'>"Questionar o óbvio na criação de uma empresa"</a>.</li>
<li><a href='https://www.ted.com/talks/brene_brown_on_vulnerability'>"O poder da vulnerabilidade" da Brené Brown.</a>
</li>
<li>Site: <a href='http://www.thinking-big.com'>www.thinking-big.com</a>
</li>
<li>Twitter: @eathinkingbig</li>
<li>Facebook: <a href='https://www.facebook.com/pages/Thinking-Big/185124361543411'>https://www.facebook.com/pages/Thinking-Big/185124361543411</a>
</li>
<li>LinkedIn: <a href='https://pt.linkedin.com/in/editeamorim'>https://pt.linkedin.com/in/editeamorim</a>
</li>
<li>Canal Youtube: <a href='https://www.youtube.com/user/ThinkingBigEA'>https://www.youtube.com/user/ThinkingBigEA</a>
</li>
</ul>
 
<p>
<ul>
</p>
<ul><li><a href='https://www.udemy.com/creative-thinking-online-course/'>Curso online sobre Criatividade. </a>Os 5 primeiros a enviar um email para o rui@falarcriativo.com a requesitar o cupão de desconto no curso têm direito a 25% menos quando o adquirirem.<a href='https://www.udemy.com/creative-thinking-online-course/'>
</a>
</li>
</ul>
 
<ul><li>Livros sugeridos: <a href='http://www.wook.pt/ficha/fluir/a/id/81114'>"Fluir" do Mihaly Csikszentmihalyi </a> , <a href='http://luadepapel.pt/pt/desenvolvimento-pessoal/os-lugares-que-nos-assustam/'>"Lugares que nos assustam" da Pema </a><a href='http://luadepapel.pt/pt/desenvolvimento-pessoal/os-lugares-que-nos-assustam/'>Chödrön</a>, e <a href='http://www.wook.pt/ficha/pina-bausch/a/id/8288645'>"Pina Bausch" da Claudia Galhós</a>.</li>
</ul>
<p><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/05/backstage-rui-edite.jpg'></a>
</p>
 ]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Edite Amorim, que conheci através da <a href='http://falarcriativo.com/episodio-69-anita-silva/'>convidada 69, a Anita Silva</a>, quando estive a colaborar com ela no stand da Team Mais, durante o Festival IN na FIL.</p>
<p>Nos
 momentos de pausa, fui trocando algumas ideias com a Edite, que me 
pareceu uma pessoa interessante para conversar sobre estas questões da 
criatividade, da psicologia positiva, e da relação entre a 
produtividade/eficácia e ambientes de trabalho positivos.</p>
<p>Liguei-lhe
 no dia a seguir e expliquei-lhe o porquê de querer conversar com ela 
para o Falar Criativo. Conversámos bastante, e a Edite disse-me que no 
dia a seguir voltava para o Porto, e eu disse, ok, fazemos via Skype. A 
Edite como pessoa que "faz acontecer", como diz o anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/episodio-35-andre-leonardo/'>André Leonardo</a>,
 disse, que o avião era às 11h30, e que dava tempo. Hesitei ( como diz 
um amigo meu, às vezes tenho a tendência para arranjar problemas para 
todas as soluções), mas levei a minha filha mais velha à escola e 
arranquei direito a Lisboa para levar a Edite ao aeroporto, e lá 
fazermos a entrevista.</p>
<p>Gostei muito de a conhecer, tenho mantido 
algum contacto via email com ela, e tenho pena de não ter tido mais 
tempo para a entrevista.</p>
<p>A Edite, é bastante alegre, o que fez com
 que por vezes essa alegria me contagiasse e desse por mim a 
interrompê-la, a querer partilhar as minhas ideias, em vez de a deixar 
fundamentar aquilo de que tanto sabe, e a esquecer que a entrevista é 
sobre ela e não sobre mim.</p>
<p>Retirei bastantes coisas da conversa 
que tive com a Edite, que "para criar alguma coisa, é preciso acreditar 
que é possível", um elemento importante de confiança, reforçar a ideia 
que o Fluir é essencial para uma vida plena, e que precisamos de criar 
os nossos espaços sagrados, nem que seja o acender de uma vela de 
baunilha ao fim do dia.</p>
<ul><li> Conferência da Edite, <a href='https://www.youtube.com/watch?v=ntgHRJGcn1s'>"Questionar o óbvio na criação de uma empresa"</a>.</li>
<li><a href='https://www.ted.com/talks/brene_brown_on_vulnerability'>"O poder da vulnerabilidade" da Brené Brown.</a><br>
</li>
<li>Site: <a href='http://www.thinking-big.com'>www.thinking-big.com</a><br>
</li>
<li>Twitter: @eathinkingbig</li>
<li>Facebook: <a href='https://www.facebook.com/pages/Thinking-Big/185124361543411'>https://www.facebook.com/pages/Thinking-Big/185124361543411</a><br>
</li>
<li>LinkedIn: <a href='https://pt.linkedin.com/in/editeamorim'>https://pt.linkedin.com/in/editeamorim</a><br>
</li>
<li>Canal Youtube: <a href='https://www.youtube.com/user/ThinkingBigEA'>https://www.youtube.com/user/ThinkingBigEA</a><br>
</li>
</ul>
 <br>
<p><br>
<ul><br>
</p>
<ul><li><a href='https://www.udemy.com/creative-thinking-online-course/'>Curso online sobre Criatividade. </a>Os 5 primeiros a enviar um email para o rui@falarcriativo.com a requesitar o cupão de desconto no curso têm direito a 25% menos quando o adquirirem.<a href='https://www.udemy.com/creative-thinking-online-course/'><br>
</a><br>
</li>
</ul>
 <br>
<ul><li>Livros sugeridos: <a href='http://www.wook.pt/ficha/fluir/a/id/81114'>"Fluir" do Mihaly Csikszentmihalyi </a> , <a href='http://luadepapel.pt/pt/desenvolvimento-pessoal/os-lugares-que-nos-assustam/'>"Lugares que nos assustam" da Pema </a><a href='http://luadepapel.pt/pt/desenvolvimento-pessoal/os-lugares-que-nos-assustam/'>Chödrön</a>, e <a href='http://www.wook.pt/ficha/pina-bausch/a/id/8288645'>"Pina Bausch" da Claudia Galhós</a>.</li>
</ul>
<p><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/05/backstage-rui-edite.jpg'></a><br>
</p>
 ]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[A convidada desta semana é a Edite Amorim, que conheci através da convidada 69, a Anita Silva, quando estive a colaborar com ela no stand da Team Mais, durante o Festival IN na FIL.Nos
 momentos de pausa, fui trocando algumas ideias com a Edite, que me 
pareceu uma pessoa interessante para conversar sobre estas questões da 
criatividade, da psicologia positiva, e da relação entre a 
produtividade/eficácia e ambientes de trabalho positivos.Liguei-lhe
 no dia a seguir e expliquei-lhe o porquê de querer conversar com ela 
para o Falar Criativo. Conversámos bastante, e a Edite disse-me que no 
dia a seguir voltava para o Porto, e eu disse, ok, fazemos via Skype. A 
Edite como pessoa que "faz acontecer", como diz o anterior convidado André Leonardo,
 disse, que o avião era às 11h30, e que dava tempo. Hesitei ( como diz 
um amigo meu, às vezes tenho a tendência para arranjar problemas para 
todas as soluções), mas levei a minha filha mais velha à escola e 
arranquei direito a Lisboa para levar a Edite ao aeroporto, e lá 
fazermos a entrevista.Gostei muito de a conhecer, tenho mantido 
algum contacto via email com ela, e tenho pena de não ter tido mais 
tempo para a entrevista.A Edite, é bastante alegre, o que fez com
 que por vezes essa alegria me contagiasse e desse por mim a 
interrompê-la, a querer partilhar as minhas ideias, em vez de a deixar 
fundamentar aquilo de que tanto sabe, e a esquecer que a entrevista é 
sobre ela e não sobre mim.Retirei bastantes coisas da conversa 
que tive com a Edite, que "para criar alguma coisa, é preciso acreditar 
que é possível", um elemento importante de confiança, reforçar a ideia 
que o Fluir é essencial para uma vida plena, e que precisamos de criar 
os nossos espaços sagrados, nem que seja o acender de uma vela de 
baunilha ao fim do dia. Conferência da Edite, "Questionar o óbvio na criação de uma empresa"."O poder da vulnerabilidade" da Brené Brown.Site: www.thinking-big.comTwitter: @eathinkingbigFacebook: https://www.facebook.com/pages/Thinking-Big/185124361543411LinkedIn: https://pt.linkedin.com/in/editeamorimCanal Youtube: https://www.youtube.com/user/ThinkingBigEA Curso online sobre Criatividade. Os 5 primeiros a enviar um email para o rui@falarcriativo.com a requesitar o cupão de desconto no curso têm direito a 25% menos quando o adquirirem. Livros sugeridos: "Fluir" do Mihaly Csikszentmihalyi  , "Lugares que nos assustam" da Pema Chödrön, e "Pina Bausch" da Claudia Galhós. ]]></itunes:summary>
        <itunes:author></itunes:author>
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                                    </item>
    <item>
        <title>episódio 77 Isa Silva</title>
        <itunes:title>episódio 77 Isa Silva</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-77-isa-silva/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-77-isa-silva/#comments</comments>        <pubDate>Tue, 05 May 2015 00:13:02 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Isa Silva, ilustradora, artista 
plástica, escritora, uma lista bastante extensa de capacidades, e que me
 foi sugerida pelo ouvinte Rui Santos, que me contou que a Isa era uma 
artista bastante interessante, e muito activa no Twitter.</p>
<p>Fui 
investigar e ver os links que o Rui me enviou, e apercebi-me que sem 
dúvida queria falar com a Isa, sobre a diversidade do seu trabalho, e um
 estilo muito próprio.</p>
<p>O percurso é muito interessante, variado, 
que começou no desenho na Escola António Arroio, mas que “a vida 
obrigou” a por um pouco de lado, trabalhando como dactilógrafa, mas que 
desta forma a fez ter contacto com o mundo dos computadores, e a partir 
daí chegou à formação nessa área, e daí para o software de design 
gráfico.</p>
<p>Ao voltar ao lado mais criativo com mais força, fez que estivesse nos primórdios da internet, fazendo sites no idos de 1998.</p>
<p>Cedo
 contactou com o teletrabalho, e criou mecanismos de se auto-disciplinar
 no trabalhar a partir de casa, que de muito lhe tem servido na sua 
situação de desemprego, sempre ajudada pelo desenho e pela pintura.</p>
<p>Falámos
 na importância que a internet e o Twitter têm no seu processo criativo,
 buscando referências, absorvendo toda aquela informação que depois de 
digerida lhe serve para os trabalhos que lhe pedem.</p>
<p>A Isa é uma 
pessoa que é uma autodidacta, que quando precisa, aprende, estuda e 
arrisca, como fez para escrever a sua peça de teatro, "A Lua que queria 
ser quadrada", onde além de escrever, desenhar os cenários e figurinos, 
também fez a encenação.</p>
<p>A "Marciana" como a Isa é conhecida, tem 
duas antenas, a antena da razão e a do coração, que eu acho que todos 
temos, mas muitas vezes não ouvimos da mesma forma, ganhando normalmente
 a razão, pois é muito mais matreira.</p>
<p>As ideias são quase uma 
praga que muitas vezes impedem o adormecer calmo e sereno que a Isa 
gostaria, mas os resultados são muito interessantes.</p>
<p>Gostaria de deixar aqui um agradecimento público à Isa pelo belo íman que que ofereceu das suas <a href='http://falarcriativo.com/wp-admin/%20http://www.isasilva.com/squarefaces.html'>SquareFace</a>s, e eu escolhi alguém que muito admiro o António Variações.</p>
<p>Podem comprar os ímans no Museu da Marinha.</p>
<p>Termino com uma bela frase da Isa:</p>
<p>"As coincidências são acasos muito bem programados."</p>
<p> 
</p>
<ul><li> Site oficial: <a href='http://www.isasilva.com/'>http://www.isasilva.com/</a>
</li>
<li>Página do projecto Square Faces: <a href='http://www.isasilva.com/squarefaces.html'>http://www.isasilva.com/squarefaces.html</a>
</li>
<li>Página oficial no FB: <a href='https://www.facebook.com/pages/Isa-Silvacom/128663760527533'>https://www.facebook.com/pages/Isa-Silvacom/128663760527533</a>
</li>
<li>Divulgação dos trabalhos no FB: <a href='https://www.facebook.com/pages/Marci-Land/154124931451987'>https://www.facebook.com/pages/Marci-Land/154124931451987</a>
</li>
<li>As Tiras da Marciana: <a href='https://www.facebook.com/oMundodaMarciana'>https://www.facebook.com/oMundodaMarciana</a>
</li>
</ul>
<p> 
</p>
<a href='http://www.wook.pt/ficha/a-paixao-de-jane-eyre/a/id/66144'>Livro sugerido , "A Paixão de Jane Eyre".</a>]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Isa Silva, ilustradora, artista 
plástica, escritora, uma lista bastante extensa de capacidades, e que me
 foi sugerida pelo ouvinte Rui Santos, que me contou que a Isa era uma 
artista bastante interessante, e muito activa no Twitter.</p>
<p>Fui 
investigar e ver os links que o Rui me enviou, e apercebi-me que sem 
dúvida queria falar com a Isa, sobre a diversidade do seu trabalho, e um
 estilo muito próprio.</p>
<p>O percurso é muito interessante, variado, 
que começou no desenho na Escola António Arroio, mas que “a vida 
obrigou” a por um pouco de lado, trabalhando como dactilógrafa, mas que 
desta forma a fez ter contacto com o mundo dos computadores, e a partir 
daí chegou à formação nessa área, e daí para o software de design 
gráfico.</p>
<p>Ao voltar ao lado mais criativo com mais força, fez que estivesse nos primórdios da internet, fazendo sites no idos de 1998.</p>
<p>Cedo
 contactou com o teletrabalho, e criou mecanismos de se auto-disciplinar
 no trabalhar a partir de casa, que de muito lhe tem servido na sua 
situação de desemprego, sempre ajudada pelo desenho e pela pintura.</p>
<p>Falámos
 na importância que a internet e o Twitter têm no seu processo criativo,
 buscando referências, absorvendo toda aquela informação que depois de 
digerida lhe serve para os trabalhos que lhe pedem.</p>
<p>A Isa é uma 
pessoa que é uma autodidacta, que quando precisa, aprende, estuda e 
arrisca, como fez para escrever a sua peça de teatro, "A Lua que queria 
ser quadrada", onde além de escrever, desenhar os cenários e figurinos, 
também fez a encenação.</p>
<p>A "Marciana" como a Isa é conhecida, tem 
duas antenas, a antena da razão e a do coração, que eu acho que todos 
temos, mas muitas vezes não ouvimos da mesma forma, ganhando normalmente
 a razão, pois é muito mais matreira.</p>
<p>As ideias são quase uma 
praga que muitas vezes impedem o adormecer calmo e sereno que a Isa 
gostaria, mas os resultados são muito interessantes.</p>
<p>Gostaria de deixar aqui um agradecimento público à Isa pelo belo íman que que ofereceu das suas <a href='http://falarcriativo.com/wp-admin/%20http://www.isasilva.com/squarefaces.html'>SquareFace</a>s, e eu escolhi alguém que muito admiro o António Variações.</p>
<p>Podem comprar os ímans no Museu da Marinha.</p>
<p>Termino com uma bela frase da Isa:</p>
<p>"As coincidências são acasos muito bem programados."</p>
<p> <br>
</p>
<ul><li> Site oficial: <a href='http://www.isasilva.com/'>http://www.isasilva.com/</a><br>
</li>
<li>Página do projecto Square Faces: <a href='http://www.isasilva.com/squarefaces.html'>http://www.isasilva.com/squarefaces.html</a><br>
</li>
<li>Página oficial no FB: <a href='https://www.facebook.com/pages/Isa-Silvacom/128663760527533'>https://www.facebook.com/pages/Isa-Silvacom/128663760527533</a><br>
</li>
<li>Divulgação dos trabalhos no FB: <a href='https://www.facebook.com/pages/Marci-Land/154124931451987'>https://www.facebook.com/pages/Marci-Land/154124931451987</a><br>
</li>
<li>As Tiras da Marciana: <a href='https://www.facebook.com/oMundodaMarciana'>https://www.facebook.com/oMundodaMarciana</a><br>
</li>
</ul>
<p> <br>
</p>
<a href='http://www.wook.pt/ficha/a-paixao-de-jane-eyre/a/id/66144'>Livro sugerido , "A Paixão de Jane Eyre".</a>]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[A convidada desta semana é a Isa Silva, ilustradora, artista 
plástica, escritora, uma lista bastante extensa de capacidades, e que me
 foi sugerida pelo ouvinte Rui Santos, que me contou que a Isa era uma 
artista bastante interessante, e muito activa no Twitter.Fui 
investigar e ver os links que o Rui me enviou, e apercebi-me que sem 
dúvida queria falar com a Isa, sobre a diversidade do seu trabalho, e um
 estilo muito próprio.O percurso é muito interessante, variado, 
que começou no desenho na Escola António Arroio, mas que “a vida 
obrigou” a por um pouco de lado, trabalhando como dactilógrafa, mas que 
desta forma a fez ter contacto com o mundo dos computadores, e a partir 
daí chegou à formação nessa área, e daí para o software de design 
gráfico.Ao voltar ao lado mais criativo com mais força, fez que estivesse nos primórdios da internet, fazendo sites no idos de 1998.Cedo
 contactou com o teletrabalho, e criou mecanismos de se auto-disciplinar
 no trabalhar a partir de casa, que de muito lhe tem servido na sua 
situação de desemprego, sempre ajudada pelo desenho e pela pintura.Falámos
 na importância que a internet e o Twitter têm no seu processo criativo,
 buscando referências, absorvendo toda aquela informação que depois de 
digerida lhe serve para os trabalhos que lhe pedem.A Isa é uma 
pessoa que é uma autodidacta, que quando precisa, aprende, estuda e 
arrisca, como fez para escrever a sua peça de teatro, "A Lua que queria 
ser quadrada", onde além de escrever, desenhar os cenários e figurinos, 
também fez a encenação.A "Marciana" como a Isa é conhecida, tem 
duas antenas, a antena da razão e a do coração, que eu acho que todos 
temos, mas muitas vezes não ouvimos da mesma forma, ganhando normalmente
 a razão, pois é muito mais matreira.As ideias são quase uma 
praga que muitas vezes impedem o adormecer calmo e sereno que a Isa 
gostaria, mas os resultados são muito interessantes.Gostaria de deixar aqui um agradecimento público à Isa pelo belo íman que que ofereceu das suas SquareFaces, e eu escolhi alguém que muito admiro o António Variações.Podem comprar os ímans no Museu da Marinha.Termino com uma bela frase da Isa:"As coincidências são acasos muito bem programados."  Site oficial: http://www.isasilva.com/Página do projecto Square Faces: http://www.isasilva.com/squarefaces.htmlPágina oficial no FB: https://www.facebook.com/pages/Isa-Silvacom/128663760527533Divulgação dos trabalhos no FB: https://www.facebook.com/pages/Marci-Land/154124931451987As Tiras da Marciana: https://www.facebook.com/oMundodaMarciana Livro sugerido , "A Paixão de Jane Eyre".]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 76 -  Raquel Félix</title>
        <itunes:title>episódio 76 -  Raquel Félix</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-76-raquel-felix/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-76-raquel-felix/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 27 Apr 2015 19:21:41 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[A convidada desta semana é a Raquel Félix, psicóloga que teve uma ideia, que deu no <a href='http://www.lusideias.pt/'>Lusideias</a>, uma plataforma que ajuda pessoas com ideias a vê-las tornadas realidade.

Cheguei até à Raquel entrando em contacto com a Lusideias, e perguntando com quem poderia falar sobre a ideia por trás do projecto. Foi-me indicado o nome da Raquel, e combinado o dia, lá fui.

A Raquel também tem um blog, o <a href='http://www.portugalize.me/'>Portugalize.Me</a>, onde falam "...de Portugal de forma sustentada..." sobre o que de bom temos, o que de mau, falam sobre nós e quando de nós falam, investigando actividades em esquecimento, as manualidades, ou coisas em que nos destacamos por sermos nós, mas em bom.

O tempo parece ser de elástico para a Raquel, pois tem um horário completo na Compta, dá consultas no seu consultório, tem o blog, e ainda vai ao cinema, e está com os amigos, eu quero tempo desse, pois neste preciso momento as coisas estão a descarrilar, muita coisa para fazer, a pressão de fazer  "o que dá dinheiro", e por vezes fazer menos bem aquilo em que acredito plenamente.

Mesmo o post de hoje, que costumo fazer de forma fluída, não está a sair, estou bastante cansado, mas o respeito que tenho pelos ouvintes e muito também pela convidada, faz com que sinta estar a desrespeitar a confiança que depositam em mim.

Valeria mais a pena escrever noutro dia? Com menos cansaço? Ou "aparecer", tirar as devidas ilações do que quer que tenha corrido menos bem, e na próxima fazer diferente?

São estas questões que hoje me inquietam, e me fazem sentir a trair o trabalho que tenho feito até aqui no Falar Criativo.

Digam de vossa justiça, eu vou descansar, e se conseguir fazer melhor noutro dia, venho cá e revejo o post, temos sempre a opção de corrigir trajectória, pois embora a auto-estrada seja o caminho mais rápido, mas nem sempre é o mais interessante.
<ul>
    <li><a href='http://www.lusideias.pt/'>Lusideias</a></li>

    <li><a href='http://www.portugalize.me/'>Portugalize.Me</a></li>

</ul>

"Ai Portugal, Portugal, enquanto ficares à espera, ninguém te pode ajudar..."

 

]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[A convidada desta semana é a Raquel Félix, psicóloga que teve uma ideia, que deu no <a href='http://www.lusideias.pt/'>Lusideias</a>, uma plataforma que ajuda pessoas com ideias a vê-las tornadas realidade.<br>
<br>
Cheguei até à Raquel entrando em contacto com a Lusideias, e perguntando com quem poderia falar sobre a ideia por trás do projecto. Foi-me indicado o nome da Raquel, e combinado o dia, lá fui.<br>
<br>
A Raquel também tem um blog, o <a href='http://www.portugalize.me/'>Portugalize.Me</a>, onde falam "...de Portugal de forma sustentada..." sobre o que de bom temos, o que de mau, falam sobre nós e quando de nós falam, investigando actividades em esquecimento, as manualidades, ou coisas em que nos destacamos por sermos nós, mas em bom.<br>
<br>
O tempo parece ser de elástico para a Raquel, pois tem um horário completo na Compta, dá consultas no seu consultório, tem o blog, e ainda vai ao cinema, e está com os amigos, eu quero tempo desse, pois neste preciso momento as coisas estão a descarrilar, muita coisa para fazer, a pressão de fazer  "o que dá dinheiro", e por vezes fazer menos bem aquilo em que acredito plenamente.<br>
<br>
Mesmo o post de hoje, que costumo fazer de forma fluída, não está a sair, estou bastante cansado, mas o respeito que tenho pelos ouvintes e muito também pela convidada, faz com que sinta estar a desrespeitar a confiança que depositam em mim.<br>
<br>
Valeria mais a pena escrever noutro dia? Com menos cansaço? Ou "aparecer", tirar as devidas ilações do que quer que tenha corrido menos bem, e na próxima fazer diferente?<br>
<br>
São estas questões que hoje me inquietam, e me fazem sentir a trair o trabalho que tenho feito até aqui no Falar Criativo.<br>
<br>
Digam de vossa justiça, eu vou descansar, e se conseguir fazer melhor noutro dia, venho cá e revejo o post, temos sempre a opção de corrigir trajectória, pois embora a auto-estrada seja o caminho mais rápido, mas nem sempre é o mais interessante.<br>
<ul><br>
    <li><a href='http://www.lusideias.pt/'>Lusideias</a></li>
<br>
    <li><a href='http://www.portugalize.me/'>Portugalize.Me</a></li>
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</ul>
<br>
"Ai Portugal, Portugal, enquanto ficares à espera, ninguém te pode ajudar..."<br>
<br>
 <br>
<br>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[A convidada desta semana é a Raquel Félix, psicóloga que teve uma ideia, que deu no Lusideias, uma plataforma que ajuda pessoas com ideias a vê-las tornadas realidade.Cheguei até à Raquel entrando em contacto com a Lusideias, e perguntando com quem poderia falar sobre a ideia por trás do projecto. Foi-me indicado o nome da Raquel, e combinado o dia, lá fui.A Raquel também tem um blog, o Portugalize.Me, onde falam "...de Portugal de forma sustentada..." sobre o que de bom temos, o que de mau, falam sobre nós e quando de nós falam, investigando actividades em esquecimento, as manualidades, ou coisas em que nos destacamos por sermos nós, mas em bom.O tempo parece ser de elástico para a Raquel, pois tem um horário completo na Compta, dá consultas no seu consultório, tem o blog, e ainda vai ao cinema, e está com os amigos, eu quero tempo desse, pois neste preciso momento as coisas estão a descarrilar, muita coisa para fazer, a pressão de fazer  "o que dá dinheiro", e por vezes fazer menos bem aquilo em que acredito plenamente.Mesmo o post de hoje, que costumo fazer de forma fluída, não está a sair, estou bastante cansado, mas o respeito que tenho pelos ouvintes e muito também pela convidada, faz com que sinta estar a desrespeitar a confiança que depositam em mim.Valeria mais a pena escrever noutro dia? Com menos cansaço? Ou "aparecer", tirar as devidas ilações do que quer que tenha corrido menos bem, e na próxima fazer diferente?São estas questões que hoje me inquietam, e me fazem sentir a trair o trabalho que tenho feito até aqui no Falar Criativo.Digam de vossa justiça, eu vou descansar, e se conseguir fazer melhor noutro dia, venho cá e revejo o post, temos sempre a opção de corrigir trajectória, pois embora a auto-estrada seja o caminho mais rápido, mas nem sempre é o mais interessante.    Lusideias    Portugalize.Me"Ai Portugal, Portugal, enquanto ficares à espera, ninguém te pode ajudar..." ]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 75 Miguel Gizzas</title>
        <itunes:title>episódio 75 Miguel Gizzas</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o Miguel Gizzas, que é amigo de um grande 
amigo meu, e através daquelas conversas via facebook, pedi a esse meu 
amigo para nos pôr em contacto.</p>
<p>Entrei em contacto com o Miguel, 
que prontamente acedeu a conversar comigo, pois eu vinha "com óptimas 
referências" (o que é verdade).</p>
<p>Preparei a entrevista da forma que
 normalmente faço, procurando informação sobre o convidado, ouvindo 
outras entrevistas, lendo o que escrevem, etc., mas devo admitir que 
neste caso, fui surpreendido, e contente fiquei por o ter sido. Eu de 
algum tempo para cá deixei de seguir um “guião” para as entrevistas, 
permito-me escutar aquilo que me dizem, e o Miguel começou a falar num 
tema que me interessa bastante, que é a questão da felicidade, e o que é
 isso de ser feliz.</p>
<p>O Miguel disse-me que é feliz, e que aprendeu 
há uns anos o segredo para ser feliz (vão ter de ouvir, pois não 
vou revelar no texto, eheh).</p>
<p>A partir daí a conversa, centrando-se
 no seu livro, ou melhor romance musical, “Até que o mar acalme”, seguiu
 pelo caminho do puto curioso que sou que tenta através destas 
conversas, resolver questões que me inquietam, entre elas, a questão das
 escolhas, e neste tema em particular, o Miguel fala em não escolhermos 
algo só porque nos vai dar dinheiro, e vai contra os nossos princípios, 
pois como ele diz, vai nos “partir todo por dentro”, e que as decisões 
devem ser tomadas com o coração.</p>
<p>O Miguel formou-se em economia, 
tem duas empresas, deu aulas de gestão analítica, mas desde sempre teve 
contacto com a música, e algum dia havia de lá parar, e assim foi.</p>
<p>Falou
 do processo de “invenção” do conceito inovador de ter um romance, um 
livro, que por cada capítulo tem uma música que o acompanha, que se 
acede através de <a href='http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%B3digo_QR'>QR codes</a>.</p>
<p>Sobre
 o fazer coisas, falou que o importante é começar, o estar dentro, 
apartir daí, temos uma noção bem mais real do que temos pela frente, e é
 mais fácil criar um plano de acção, e dessa forma não parar.</p>
<p>Há 
muita coisa nesta conversa que me apetecia referir, mas com o receio de 
estragar a quem quer ouvir, convido sim a ouvirem mais que uma vez, pois
 eu sei que o farei.</p>
<ul><li> <a href='http://www.miguelgizzas.pt/'>Site do Miguel.</a>
</li>
</ul>
<p></p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o Miguel Gizzas, que é amigo de um grande 
amigo meu, e através daquelas conversas via facebook, pedi a esse meu 
amigo para nos pôr em contacto.</p>
<p>Entrei em contacto com o Miguel, 
que prontamente acedeu a conversar comigo, pois eu vinha "com óptimas 
referências" (o que é verdade).</p>
<p>Preparei a entrevista da forma que
 normalmente faço, procurando informação sobre o convidado, ouvindo 
outras entrevistas, lendo o que escrevem, etc., mas devo admitir que 
neste caso, fui surpreendido, e contente fiquei por o ter sido. Eu de 
algum tempo para cá deixei de seguir um “guião” para as entrevistas, 
permito-me escutar aquilo que me dizem, e o Miguel começou a falar num 
tema que me interessa bastante, que é a questão da felicidade, e o que é
 isso de ser feliz.</p>
<p>O Miguel disse-me que é feliz, e que aprendeu 
há uns anos o segredo para ser feliz (vão ter de ouvir, pois não 
vou revelar no texto, eheh).</p>
<p>A partir daí a conversa, centrando-se
 no seu livro, ou melhor romance musical, “Até que o mar acalme”, seguiu
 pelo caminho do puto curioso que sou que tenta através destas 
conversas, resolver questões que me inquietam, entre elas, a questão das
 escolhas, e neste tema em particular, o Miguel fala em não escolhermos 
algo só porque nos vai dar dinheiro, e vai contra os nossos princípios, 
pois como ele diz, vai nos “partir todo por dentro”, e que as decisões 
devem ser tomadas com o coração.</p>
<p>O Miguel formou-se em economia, 
tem duas empresas, deu aulas de gestão analítica, mas desde sempre teve 
contacto com a música, e algum dia havia de lá parar, e assim foi.</p>
<p>Falou
 do processo de “invenção” do conceito inovador de ter um romance, um 
livro, que por cada capítulo tem uma música que o acompanha, que se 
acede através de <a href='http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%B3digo_QR'>QR codes</a>.</p>
<p>Sobre
 o fazer coisas, falou que o importante é começar, o estar dentro, 
apartir daí, temos uma noção bem mais real do que temos pela frente, e é
 mais fácil criar um plano de acção, e dessa forma não parar.</p>
<p>Há 
muita coisa nesta conversa que me apetecia referir, mas com o receio de 
estragar a quem quer ouvir, convido sim a ouvirem mais que uma vez, pois
 eu sei que o farei.</p>
<ul><li> <a href='http://www.miguelgizzas.pt/'>Site do Miguel.</a><br>
</li>
</ul>
<p></p>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Miguel Gizzas, que é amigo de um grande 
amigo meu, e através daquelas conversas via facebook, pedi a esse meu 
amigo para nos pôr em contacto.Entrei em contacto com o Miguel, 
que prontamente acedeu a conversar comigo, pois eu vinha "com óptimas 
referências" (o que é verdade).Preparei a entrevista da forma que
 normalmente faço, procurando informação sobre o convidado, ouvindo 
outras entrevistas, lendo o que escrevem, etc., mas devo admitir que 
neste caso, fui surpreendido, e contente fiquei por o ter sido. Eu de 
algum tempo para cá deixei de seguir um “guião” para as entrevistas, 
permito-me escutar aquilo que me dizem, e o Miguel começou a falar num 
tema que me interessa bastante, que é a questão da felicidade, e o que é
 isso de ser feliz.O Miguel disse-me que é feliz, e que aprendeu 
há uns anos o segredo para ser feliz (vão ter de ouvir, pois não 
vou revelar no texto, eheh).A partir daí a conversa, centrando-se
 no seu livro, ou melhor romance musical, “Até que o mar acalme”, seguiu
 pelo caminho do puto curioso que sou que tenta através destas 
conversas, resolver questões que me inquietam, entre elas, a questão das
 escolhas, e neste tema em particular, o Miguel fala em não escolhermos 
algo só porque nos vai dar dinheiro, e vai contra os nossos princípios, 
pois como ele diz, vai nos “partir todo por dentro”, e que as decisões 
devem ser tomadas com o coração.O Miguel formou-se em economia, 
tem duas empresas, deu aulas de gestão analítica, mas desde sempre teve 
contacto com a música, e algum dia havia de lá parar, e assim foi.Falou
 do processo de “invenção” do conceito inovador de ter um romance, um 
livro, que por cada capítulo tem uma música que o acompanha, que se 
acede através de QR codes.Sobre
 o fazer coisas, falou que o importante é começar, o estar dentro, 
apartir daí, temos uma noção bem mais real do que temos pela frente, e é
 mais fácil criar um plano de acção, e dessa forma não parar.Há 
muita coisa nesta conversa que me apetecia referir, mas com o receio de 
estragar a quem quer ouvir, convido sim a ouvirem mais que uma vez, pois
 eu sei que o farei. Site do Miguel.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 74 Joana Rita Sousa</title>
        <itunes:title>episódio 74 Joana Rita Sousa</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-74-joana-rita-sousa/</link>
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                                    <description><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Joana Rita Sousa, filósofa, que tem um gosto especial pela filosofia para crianças.</p>
<p>Conheci a Joana através do Colab Lisboa, uma vez que ambos fazemos parte desse grupo.</p>
<p>A
 Joana tem formação na área da criatividade, e o curso de filosofia, 
assim sendo impunha-se que eu a convidasse a Falar Criativo, pois 
filosofia e criatividade são coisas que muito me interessam e que têm 
muito mais a ver do que muitas pessoas pensam.</p>
<p>Precisamente a 
questão de pensar é importante, pensar é essencial, mas o pensar também 
precisa de outra coisa importantíssima, o tempo.</p>
<p>O tempo tem várias vertentes, o tempo para pensar, e o tempo para as coisas terem todas condições reunidas e ganharem vida.</p>
<p>Falo por mim, quando digo que penso muito, mas não dou tempo, nem às ideias, nem às coisas que dele necessitam. Tenho pressa.</p>
<p>A
 Joana também diz que tem pressa, e que muitas vezes não entende, porque
 razão as outras pessoas não embarcam nessa pressa. Mas Joana pensa, 
reflecte e faz, são muitas as coisas em que se envolve, mas leva-as a 
bom porto.</p>
<p>Quando decidiu que queria tirar o curso de filosofia, 
decidiu com a certeza que nem que depois acabasse a trabalhar num 
supermercado, era aquele o curso que queria.</p>
<p>Acabou por trabalhar num banco, durante anos, e agora sim vive da sua filosofia.</p>
<p>A
 história que contou de um limoeiro, reflecte por muito que queiramos 
ter limões quando achamos que os devemos ter, o limoeiro é que sabe 
quando está pronto para dar limões.</p>
<p>Nós na nossa vida, ( eu sou 
exemplo disso ) queremos logo que as situações se resolvam, que a 
decisão seja rápida, que o emprego ideal surja, que os nossos filhos 
entendam as coisas à mesma velocidade que os seus colegas (ou até à 
nossa velocidade), não damos tempo e comparamos de formas por vezes 
assustadoras.</p>
<p>A filosofia como a Joana a entende, e ensina, é algo
 essencial para viver uma boa vida, uma vida que possamos olhar para 
trás sem arrependimentos, onde demos tempo ao limoeiro.</p>
<p> 
</p>
<ul><li> <a href='https://www.facebook.com/filocriatividade'>Filocriatividade, filosofia e criatividade.</a>
</li>
<li><a href='https://www.facebook.com/SousaJoanaRita'>Joana Rita - comunicação & social media.</a>
</li>
<li><a href='http://joanarssousa.blogs.sapo.pt'>Blog da Joana.</a>
</li>
<li><a href='http://olharapalavra.com/'>Olhar a Palavra.</a>
</li>
<li><a href=''>All about little lady bug.</a>
</li>
<li> <a href='http://www.bertrand.pt/ficha/alice-no-pais-das-maravilhas?id=4653831'>Livro Alice no País das Maravilhas.</a></li>
</ul>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p> 
</p>
<p></p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Joana Rita Sousa, filósofa, que tem um gosto especial pela filosofia para crianças.</p>
<p>Conheci a Joana através do Colab Lisboa, uma vez que ambos fazemos parte desse grupo.</p>
<p>A
 Joana tem formação na área da criatividade, e o curso de filosofia, 
assim sendo impunha-se que eu a convidasse a Falar Criativo, pois 
filosofia e criatividade são coisas que muito me interessam e que têm 
muito mais a ver do que muitas pessoas pensam.</p>
<p>Precisamente a 
questão de pensar é importante, pensar é essencial, mas o pensar também 
precisa de outra coisa importantíssima, o tempo.</p>
<p>O tempo tem várias vertentes, o tempo para pensar, e o tempo para as coisas terem todas condições reunidas e ganharem vida.</p>
<p>Falo por mim, quando digo que penso muito, mas não dou tempo, nem às ideias, nem às coisas que dele necessitam. Tenho pressa.</p>
<p>A
 Joana também diz que tem pressa, e que muitas vezes não entende, porque
 razão as outras pessoas não embarcam nessa pressa. Mas Joana pensa, 
reflecte e faz, são muitas as coisas em que se envolve, mas leva-as a 
bom porto.</p>
<p>Quando decidiu que queria tirar o curso de filosofia, 
decidiu com a certeza que nem que depois acabasse a trabalhar num 
supermercado, era aquele o curso que queria.</p>
<p>Acabou por trabalhar num banco, durante anos, e agora sim vive da sua filosofia.</p>
<p>A
 história que contou de um limoeiro, reflecte por muito que queiramos 
ter limões quando achamos que os devemos ter, o limoeiro é que sabe 
quando está pronto para dar limões.</p>
<p>Nós na nossa vida, ( eu sou 
exemplo disso ) queremos logo que as situações se resolvam, que a 
decisão seja rápida, que o emprego ideal surja, que os nossos filhos 
entendam as coisas à mesma velocidade que os seus colegas (ou até à 
nossa velocidade), não damos tempo e comparamos de formas por vezes 
assustadoras.</p>
<p>A filosofia como a Joana a entende, e ensina, é algo
 essencial para viver uma boa vida, uma vida que possamos olhar para 
trás sem arrependimentos, onde demos tempo ao limoeiro.</p>
<p> <br>
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<ul><li> <a href='https://www.facebook.com/filocriatividade'>Filocriatividade, filosofia e criatividade.</a><br>
</li>
<li><a href='https://www.facebook.com/SousaJoanaRita'>Joana Rita - comunicação & social media.</a><br>
</li>
<li><a href='http://joanarssousa.blogs.sapo.pt'>Blog da Joana.</a><br>
</li>
<li><a href='http://olharapalavra.com/'>Olhar a Palavra.</a><br>
</li>
<li><a href=''>All about little lady bug.</a><br>
</li>
<li> <a href='http://www.bertrand.pt/ficha/alice-no-pais-das-maravilhas?id=4653831'>Livro Alice no País das Maravilhas.</a></li>
</ul>
<p><br>
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]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[A convidada desta semana é a Joana Rita Sousa, filósofa, que tem um gosto especial pela filosofia para crianças.Conheci a Joana através do Colab Lisboa, uma vez que ambos fazemos parte desse grupo.A
 Joana tem formação na área da criatividade, e o curso de filosofia, 
assim sendo impunha-se que eu a convidasse a Falar Criativo, pois 
filosofia e criatividade são coisas que muito me interessam e que têm 
muito mais a ver do que muitas pessoas pensam.Precisamente a 
questão de pensar é importante, pensar é essencial, mas o pensar também 
precisa de outra coisa importantíssima, o tempo.O tempo tem várias vertentes, o tempo para pensar, e o tempo para as coisas terem todas condições reunidas e ganharem vida.Falo por mim, quando digo que penso muito, mas não dou tempo, nem às ideias, nem às coisas que dele necessitam. Tenho pressa.A
 Joana também diz que tem pressa, e que muitas vezes não entende, porque
 razão as outras pessoas não embarcam nessa pressa. Mas Joana pensa, 
reflecte e faz, são muitas as coisas em que se envolve, mas leva-as a 
bom porto.Quando decidiu que queria tirar o curso de filosofia, 
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supermercado, era aquele o curso que queria.Acabou por trabalhar num banco, durante anos, e agora sim vive da sua filosofia.A
 história que contou de um limoeiro, reflecte por muito que queiramos 
ter limões quando achamos que os devemos ter, o limoeiro é que sabe 
quando está pronto para dar limões.Nós na nossa vida, ( eu sou 
exemplo disso ) queremos logo que as situações se resolvam, que a 
decisão seja rápida, que o emprego ideal surja, que os nossos filhos 
entendam as coisas à mesma velocidade que os seus colegas (ou até à 
nossa velocidade), não damos tempo e comparamos de formas por vezes 
assustadoras.A filosofia como a Joana a entende, e ensina, é algo
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trás sem arrependimentos, onde demos tempo ao limoeiro.  Filocriatividade, filosofia e criatividade.Joana Rita - comunicação & social media.Blog da Joana.Olhar a Palavra.All about little lady bug. Livro Alice no País das Maravilhas. ]]></itunes:summary>
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                                    </item>
    <item>
        <title>episódio 73 Hugo Makarov</title>
        <itunes:title>episódio 73 Hugo Makarov</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-73-hugo-makarov/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-73-hugo-makarov/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 06 Apr 2015 12:32:33 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o Hugo Makarov, um desenhador compulsivo, que conheci através da <a href='http://falarcriativo.com/episodio-57-sonia-fernandes/'>Sónia Fernandes</a>,
 essa grande senhora de me apresentar pessoas, e que por acaso apareceu 
durante a entrevista e se sentou a ouvir a nossa conversa.</p>
<p>A entrevista foi no espaço da cafetaria do <a href='http://www.coworklisboa.pt/'>Cowork Lisboa</a>, sítio que me tem servido para fazer muitas entrevistas ultimamente.</p>
<p>Das
 duas ou três vezes que estive com o Hugo, aquilo que passou foi sempre a
 mesma coisa, alguém que adora desenhar, que desenha enquanto conversa, e
 que encara as coisas com naturalidade e descontracção.</p>
<p>Isto não 
quer dizer que não tenha ideias bastante marcadas sobre o que quer para 
si e para os seus desenhos, seja vê-los num anúncio, numa parede, ou 
mesmo tatuado no braço de alguém.</p>
<p>Já tem um percurso de fazer 
inveja a muita gente, mas foi ele que o construiu, começou cedo a 
tatuar, aos 19 anos, mas sempre acompanhado pela sua paixão pelo 
desenho.</p>
<p>Poderá parecer fácil e simples, o Hugo transmite na sua 
presença e no seu discurso, uma força que parece não ter limites, que 
não se cansa, uma energia silenciosa, mas que sentimos poder mover 
montanhas, algo que me parece a mim ser aquilo que tenho pouco, 
determinação.</p>
<p>Foi relativamente simples perceber que a influência 
da paixão do pai do Hugo pela banda desenhada, teve na escolha de forma 
de expressão, como o Hugo diz, o pai é um apaixonado pela mesma, e é 
engraçado de ver a referência que o <a href='http://pt.wikipedia.org/wiki/Hugo_Pratt'>Hugo Pratt</a> é para o Hugo Makarov, dizendo mesmo que se pudesse viveria a vida do referido autor.</p>
<p>Seja
 alguém que conhecemos pessoalmente, alguém que vemos nos jornais, ou 
tão somente alguém que admiramos o trabalho, devemos ter ídolos, mestre,
 mentores, o que lhe queiramos chamar, são eles que nos indicam o 
caminho, porque ninguém consegue chegar onde tem de chegar, sozinho.</p>
<ul><li><a href='https://www.facebook.com/HugoMakarov'>Facebook do Hugo.</a>
</li>
<li><a href='https://instagram.com/hugomakarov/'>Instagram do Hugo.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o Hugo Makarov, um desenhador compulsivo, que conheci através da <a href='http://falarcriativo.com/episodio-57-sonia-fernandes/'>Sónia Fernandes</a>,
 essa grande senhora de me apresentar pessoas, e que por acaso apareceu 
durante a entrevista e se sentou a ouvir a nossa conversa.</p>
<p>A entrevista foi no espaço da cafetaria do <a href='http://www.coworklisboa.pt/'>Cowork Lisboa</a>, sítio que me tem servido para fazer muitas entrevistas ultimamente.</p>
<p>Das
 duas ou três vezes que estive com o Hugo, aquilo que passou foi sempre a
 mesma coisa, alguém que adora desenhar, que desenha enquanto conversa, e
 que encara as coisas com naturalidade e descontracção.</p>
<p>Isto não 
quer dizer que não tenha ideias bastante marcadas sobre o que quer para 
si e para os seus desenhos, seja vê-los num anúncio, numa parede, ou 
mesmo tatuado no braço de alguém.</p>
<p>Já tem um percurso de fazer 
inveja a muita gente, mas foi ele que o construiu, começou cedo a 
tatuar, aos 19 anos, mas sempre acompanhado pela sua paixão pelo 
desenho.</p>
<p>Poderá parecer fácil e simples, o Hugo transmite na sua 
presença e no seu discurso, uma força que parece não ter limites, que 
não se cansa, uma energia silenciosa, mas que sentimos poder mover 
montanhas, algo que me parece a mim ser aquilo que tenho pouco, 
determinação.</p>
<p>Foi relativamente simples perceber que a influência 
da paixão do pai do Hugo pela banda desenhada, teve na escolha de forma 
de expressão, como o Hugo diz, o pai é um apaixonado pela mesma, e é 
engraçado de ver a referência que o <a href='http://pt.wikipedia.org/wiki/Hugo_Pratt'>Hugo Pratt</a> é para o Hugo Makarov, dizendo mesmo que se pudesse viveria a vida do referido autor.</p>
<p>Seja
 alguém que conhecemos pessoalmente, alguém que vemos nos jornais, ou 
tão somente alguém que admiramos o trabalho, devemos ter ídolos, mestre,
 mentores, o que lhe queiramos chamar, são eles que nos indicam o 
caminho, porque ninguém consegue chegar onde tem de chegar, sozinho.</p>
<ul><li><a href='https://www.facebook.com/HugoMakarov'>Facebook do Hugo.</a><br>
</li>
<li><a href='https://instagram.com/hugomakarov/'>Instagram do Hugo.</a></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Hugo Makarov, um desenhador compulsivo, que conheci através da Sónia Fernandes,
 essa grande senhora de me apresentar pessoas, e que por acaso apareceu 
durante a entrevista e se sentou a ouvir a nossa conversa.A entrevista foi no espaço da cafetaria do Cowork Lisboa, sítio que me tem servido para fazer muitas entrevistas ultimamente.Das
 duas ou três vezes que estive com o Hugo, aquilo que passou foi sempre a
 mesma coisa, alguém que adora desenhar, que desenha enquanto conversa, e
 que encara as coisas com naturalidade e descontracção.Isto não 
quer dizer que não tenha ideias bastante marcadas sobre o que quer para 
si e para os seus desenhos, seja vê-los num anúncio, numa parede, ou 
mesmo tatuado no braço de alguém.Já tem um percurso de fazer 
inveja a muita gente, mas foi ele que o construiu, começou cedo a 
tatuar, aos 19 anos, mas sempre acompanhado pela sua paixão pelo 
desenho.Poderá parecer fácil e simples, o Hugo transmite na sua 
presença e no seu discurso, uma força que parece não ter limites, que 
não se cansa, uma energia silenciosa, mas que sentimos poder mover 
montanhas, algo que me parece a mim ser aquilo que tenho pouco, 
determinação.Foi relativamente simples perceber que a influência 
da paixão do pai do Hugo pela banda desenhada, teve na escolha de forma 
de expressão, como o Hugo diz, o pai é um apaixonado pela mesma, e é 
engraçado de ver a referência que o Hugo Pratt é para o Hugo Makarov, dizendo mesmo que se pudesse viveria a vida do referido autor.Seja
 alguém que conhecemos pessoalmente, alguém que vemos nos jornais, ou 
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    <item>
        <title>episódio 72 Humberto Neves</title>
        <itunes:title>episódio 72 Humberto Neves</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-72-humberto-neves/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-72-humberto-neves/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 30 Mar 2015 13:19:43 +0100</pubDate>
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<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Eu conheci o Humberto porque fui fazer um workshop sobre como criar um livro interactivo digital. Gostei do workshop, de perceber as potencialidades que este tipo de plataforma tem, uma vez que a barreira de entrada, os softwares utilizados, são bastantes simples de trabalhar, passando a importância para a qualidade da história, e o empenho e capacidade de divulgar os livros que formos fazendo.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A Ardózia, já tem vários produtos no mercado, bastante interessantes, didácticos e que promovem uma interacção com os tablets que vai para além de uma máquina de jogos que entretém os nossos filhos enquanto estamos ocupados a fazer outras coisas.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O percurso do Humberto é outro daqueles que demonstra que podemos, e temos inclinações, mas que em nada são determinantes em que ângulo as abordamos. Ele começou por querer ser médico, mas ao descobrir o mundo dos computadores, percebeu que aquilo sim era o que queria fazer. Desde aí tem tido várias experiências ligadas ao computador, e à programação, mas em áreas diferentes, sendo a Ardózia mais uma dessas experiências.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A Ardózia está agora no momento de se fazer ver, de divulgar aquilo que faz, de estar a par dos outros conteúdos digitais, os produtos têm qualidade mas se ninguém souber que eles existem, de nada serve.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Eu próprio sinto que o Falar Criativo tem falta desse trabalho de se mostrar, de gritar para o mundo:</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">"Estou aqui, já cá estou a algum tempo, e tenho pessoas muito interessantes como convidados".</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"> </p>
Links para a Ardozia:<a href='http://www.ardozia.com/'>www.ardozia.com</a><a href='http://www.facebook.ciom/ardozia'>www.facebook.ciom/ardozia</a><a href='http://www.twitter.com/ardozia'>www.twitter.com/ardozia</a>
A Alfiii<a href='http://www.alfiii.com/'>www.alfiii.com</a>
 O Livro "Mindstorms" que o Humberto recomenda.<a href='https://www.goodreads.com/book/show/703532.Mindstorms'>https://www.goodreads.com/book/show/703532.Mindstorms</a>
Os  livros e Apps na App Store<a href='http://bit.ly/W6Lcva'>http://bit.ly/W6Lcva</a>]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o Humberto Neves, fundador da Ardózia, uma editora de conteúdo digital para crianças, que é usado em dispositivos móveis, entenda-se, sobretudo tablets.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Eu conheci o Humberto porque fui fazer um workshop sobre como criar um livro interactivo digital. Gostei do workshop, de perceber as potencialidades que este tipo de plataforma tem, uma vez que a barreira de entrada, os softwares utilizados, são bastantes simples de trabalhar, passando a importância para a qualidade da história, e o empenho e capacidade de divulgar os livros que formos fazendo.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A Ardózia, já tem vários produtos no mercado, bastante interessantes, didácticos e que promovem uma interacção com os tablets que vai para além de uma máquina de jogos que entretém os nossos filhos enquanto estamos ocupados a fazer outras coisas.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O percurso do Humberto é outro daqueles que demonstra que podemos, e temos inclinações, mas que em nada são determinantes em que ângulo as abordamos. Ele começou por querer ser médico, mas ao descobrir o mundo dos computadores, percebeu que aquilo sim era o que queria fazer. Desde aí tem tido várias experiências ligadas ao computador, e à programação, mas em áreas diferentes, sendo a Ardózia mais uma dessas experiências.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A Ardózia está agora no momento de se fazer ver, de divulgar aquilo que faz, de estar a par dos outros conteúdos digitais, os produtos têm qualidade mas se ninguém souber que eles existem, de nada serve.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Eu próprio sinto que o Falar Criativo tem falta desse trabalho de se mostrar, de gritar para o mundo:</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">"Estou aqui, já cá estou a algum tempo, e tenho pessoas muito interessantes como convidados".</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"> </p>
Links para a Ardozia:<a href='http://www.ardozia.com/'>www.ardozia.com</a><a href='http://www.facebook.ciom/ardozia'>www.facebook.ciom/ardozia</a><a href='http://www.twitter.com/ardozia'>www.twitter.com/ardozia</a><br>
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 O Livro "Mindstorms" que o Humberto recomenda.<a href='https://www.goodreads.com/book/show/703532.Mindstorms'>https://www.goodreads.com/book/show/703532.Mindstorms</a><br>
Os  livros e Apps na App Store<a href='http://bit.ly/W6Lcva'>http://bit.ly/W6Lcva</a>]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Humberto Neves, fundador da Ardózia, uma editora de conteúdo digital para crianças, que é usado em dispositivos móveis, entenda-se, sobretudo tablets.Eu conheci o Humberto porque fui fazer um workshop sobre como criar um livro interactivo digital. Gostei do workshop, de perceber as potencialidades que este tipo de plataforma tem, uma vez que a barreira de entrada, os softwares utilizados, são bastantes simples de trabalhar, passando a importância para a qualidade da história, e o empenho e capacidade de divulgar os livros que formos fazendo.A Ardózia, já tem vários produtos no mercado, bastante interessantes, didácticos e que promovem uma interacção com os tablets que vai para além de uma máquina de jogos que entretém os nossos filhos enquanto estamos ocupados a fazer outras coisas.O percurso do Humberto é outro daqueles que demonstra que podemos, e temos inclinações, mas que em nada são determinantes em que ângulo as abordamos. Ele começou por querer ser médico, mas ao descobrir o mundo dos computadores, percebeu que aquilo sim era o que queria fazer. Desde aí tem tido várias experiências ligadas ao computador, e à programação, mas em áreas diferentes, sendo a Ardózia mais uma dessas experiências.A Ardózia está agora no momento de se fazer ver, de divulgar aquilo que faz, de estar a par dos outros conteúdos digitais, os produtos têm qualidade mas se ninguém souber que eles existem, de nada serve.Eu próprio sinto que o Falar Criativo tem falta desse trabalho de se mostrar, de gritar para o mundo:"Estou aqui, já cá estou a algum tempo, e tenho pessoas muito interessantes como convidados". Links para a Ardozia:www.ardozia.comwww.facebook.ciom/ardoziawww.twitter.com/ardoziaA Alfiiiwww.alfiii.com O Livro "Mindstorms" que o Humberto recomenda.https://www.goodreads.com/book/show/703532.MindstormsOs  livros e Apps na App Storehttp://bit.ly/W6Lcva]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 71 Lara Seixo Rodrigues</title>
        <itunes:title>episódio 71 Lara Seixo Rodrigues</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-71-lara-seixo-rodrigues/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 23 Mar 2015 13:21:17 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A convidada desta semana, é a Lara Seixo Rodrigues, que faz muita coisa, embora ultimamente esteja ligada à curadoria de artistas, mais ligados à street art.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Eu já tinha ouvido falar muito da Lara, primeiro porque fui colega de faculdade do Pedro, o irmão dela, que fazia as maquetes mais espectaculares da turma e arredores, contrastando com as minhas, que segundo uma professora eram "feitas com os dentes". Em segundo lugar, acompanho via web alguns artistas que de alguma forma já colaboraram com a Lara, sendo participantes em alguns projectos por ela organizados.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Já tinha no radar falar com a Lara, há algum tempo, mas como lhe disse pessoalmente, até agora não sabia muito bem qual o ângulo a abordar na nossa conversa.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A conversa conseguiu superar as minhas expectativas, que já eram altas, a Lara gosta do que faz, sabe fazer, e tem uma visão bastante abrangente do panorama da arte em Portugal, mais focada porém na street art.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">As pessoas são o que motiva a Lara nas intervenções urbanas, o alterar dinâmicas nas cidades, só faz sentido se for com as pessoas e para as pessoas, num processo inclusão, integração, e não ser simplesmente uma parede "muita cool".</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Falámos da necessidade de dar espaço aos artistas para criar, retirando-lhes a não natural tarefa de negociar contractos, autorizações e todas as burocracias que retiram tempo para aprofundar as suas capacidades, explorar novos caminhos, e no fundo crescer como artista.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A questão das galerias, e dos agentes, é algo que me divide de alguma forma, mas consegui ficar mais esclarecido ao falar sobre o assunto, com quem sabe mais do que eu. Aquilo que percebi, é que os maus agentes e os maus galeristas, fazem com que muitos artistas não consigam ver as vantagens de ter alguém a "arrumar" as coisas, para a energia que o artista traz, seja entregue na sua arte, e não burocracias nada criativas.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A Lara tem de ser organizada, pois gerir 15, 20 projectos ao mesmo tempo implica organização, mas também tem de ser capaz de desligar ao fim de um dia intenso.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Referiu-me que a vida é que lhe ensinou, tanto a ser organizada, como a saber desligar. Disse-lhe que a vida tinha sido boa professora para ela, mas mais importante que a vida ter sido boa professora, foi a capacidade que a Lara teve para ouvir os ensinamentos que a vida lhe apresentou.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='https://www.linkedin.com/in/laraseixorodrigues'>LinkedIn da Lara.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/naofacoideia.vascodurao'>Livro Não Faço Ideia do Vasco Durão.</a></li>
<li><a href='http://www.fnac.pt/Nao-Basta-Ser-Bom-e-Preciso-Querer-Ser-Bom-Paul-Arden/a735073'>Livro do Paul Arden.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A convidada desta semana, é a Lara Seixo Rodrigues, que faz muita coisa, embora ultimamente esteja ligada à curadoria de artistas, mais ligados à street art.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Eu já tinha ouvido falar muito da Lara, primeiro porque fui colega de faculdade do Pedro, o irmão dela, que fazia as maquetes mais espectaculares da turma e arredores, contrastando com as minhas, que segundo uma professora eram "feitas com os dentes". Em segundo lugar, acompanho via web alguns artistas que de alguma forma já colaboraram com a Lara, sendo participantes em alguns projectos por ela organizados.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Já tinha no radar falar com a Lara, há algum tempo, mas como lhe disse pessoalmente, até agora não sabia muito bem qual o ângulo a abordar na nossa conversa.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A conversa conseguiu superar as minhas expectativas, que já eram altas, a Lara gosta do que faz, sabe fazer, e tem uma visão bastante abrangente do panorama da arte em Portugal, mais focada porém na street art.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">As pessoas são o que motiva a Lara nas intervenções urbanas, o alterar dinâmicas nas cidades, só faz sentido se for com as pessoas e para as pessoas, num processo inclusão, integração, e não ser simplesmente uma parede "muita cool".</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Falámos da necessidade de dar espaço aos artistas para criar, retirando-lhes a não natural tarefa de negociar contractos, autorizações e todas as burocracias que retiram tempo para aprofundar as suas capacidades, explorar novos caminhos, e no fundo crescer como artista.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A questão das galerias, e dos agentes, é algo que me divide de alguma forma, mas consegui ficar mais esclarecido ao falar sobre o assunto, com quem sabe mais do que eu. Aquilo que percebi, é que os maus agentes e os maus galeristas, fazem com que muitos artistas não consigam ver as vantagens de ter alguém a "arrumar" as coisas, para a energia que o artista traz, seja entregue na sua arte, e não burocracias nada criativas.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A Lara tem de ser organizada, pois gerir 15, 20 projectos ao mesmo tempo implica organização, mas também tem de ser capaz de desligar ao fim de um dia intenso.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Referiu-me que a vida é que lhe ensinou, tanto a ser organizada, como a saber desligar. Disse-lhe que a vida tinha sido boa professora para ela, mas mais importante que a vida ter sido boa professora, foi a capacidade que a Lara teve para ouvir os ensinamentos que a vida lhe apresentou.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='https://www.linkedin.com/in/laraseixorodrigues'>LinkedIn da Lara.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/naofacoideia.vascodurao'>Livro Não Faço Ideia do Vasco Durão.</a></li>
<li><a href='http://www.fnac.pt/Nao-Basta-Ser-Bom-e-Preciso-Querer-Ser-Bom-Paul-Arden/a735073'>Livro do Paul Arden.</a></li>
</ul>
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        <title>episódio 70 Tiago Figueiredo</title>
        <itunes:title>episódio 70 Tiago Figueiredo</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o Tiago Figueiredo, fotógrafo, realizador e um amante das viagens.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Conheci primeiro o trabalho do Tiago, o Photomaton, porque usei várias das fotografias de convidados anteriores para o post do Facebook. Fui usando, porque os convidados me diziam, "usa a foto que o Tiago me tirou". Ao fim de várias fotografias, achei por bem entrevistar o responsável.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Enviei um primeiro convite que se extraviou, mas por coincidência, um dia de Meetup do <a href='https://www.facebook.com/groups/colab.lisboa.friends/'>Colab Lisboa</a>, estava eu de saída, chega o Tiago que vinha ter com alguns elementos do Colab. Aproveitei a oportunidade e prontamente o Tiago respondeu que estaria disponível.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">No dia combinado, meti-me no carro para ir até à LX Factory, ao Cowork Lisboa, local onde faria a entrevista. Depois de 50 minutos à procura de lugar, e através da Cristina Nobre Soares (que entretanto encontrou o Tiago que andava à minha procura), falei com o Tiago, e fomos no meu carro procurar um lugar de mais fácil estacionamento.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Fomos parar à doca de Belém, e no caminho fomos logo estabelecendo ligação, falando de motas, do meu tombo que me estragou o ombro, e do projecto Falar Criativo.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A conversa foi fácil, o Tiago tem o tipo de percurso que me interessa, o não linear, um percurso mais horizontal, mais focado no estar bem consigo, e menos numa de ascensão vertical e apressada de carreira.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Considera-se uma pessoa com sorte, que as coisas lhe têm corrido bem. Acho interessante que as pessoas que se consideram com sorte, que de certa forma são gratas pelo que de bom lhes acontece, são regra geral pessoas que trabalham tanto como as outras, mas cujo esforço acaba por lhes custar menos, há uma força ( a sorte) que os ajuda.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A conversa andou pelo ensino, como aprendemos, preconceitos, zonas de desconforto, foi um zigue-zague tal qual aquele que todos sentimos pelo facto de estarmos vivos.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Por muito que o possamos desejar, a vida não é uma linha recta. </p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://www.tiagofigueiredo.com/'>Site do Tiago.</a></li>
<li><a href='https://www.youtube.com/watch?v=clHHsNjtvms'>Trailer do documentário "Intervalo".</a></li>
<li><a href='http://www.antigona.pt/catalogo/na-penuria-em-paris-e-em-londres-26/'>Na Penúria em Paris e em Londres.</a></li>
<li><a href='https://www.youtube.com/watch?v=HD89Nt9kx6E'>Boatman do Gianfranco Rossi.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o Tiago Figueiredo, fotógrafo, realizador e um amante das viagens.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Conheci primeiro o trabalho do Tiago, o Photomaton, porque usei várias das fotografias de convidados anteriores para o post do Facebook. Fui usando, porque os convidados me diziam, "usa a foto que o Tiago me tirou". Ao fim de várias fotografias, achei por bem entrevistar o responsável.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Enviei um primeiro convite que se extraviou, mas por coincidência, um dia de Meetup do <a href='https://www.facebook.com/groups/colab.lisboa.friends/'>Colab Lisboa</a>, estava eu de saída, chega o Tiago que vinha ter com alguns elementos do Colab. Aproveitei a oportunidade e prontamente o Tiago respondeu que estaria disponível.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">No dia combinado, meti-me no carro para ir até à LX Factory, ao Cowork Lisboa, local onde faria a entrevista. Depois de 50 minutos à procura de lugar, e através da Cristina Nobre Soares (que entretanto encontrou o Tiago que andava à minha procura), falei com o Tiago, e fomos no meu carro procurar um lugar de mais fácil estacionamento.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Fomos parar à doca de Belém, e no caminho fomos logo estabelecendo ligação, falando de motas, do meu tombo que me estragou o ombro, e do projecto Falar Criativo.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A conversa foi fácil, o Tiago tem o tipo de percurso que me interessa, o não linear, um percurso mais horizontal, mais focado no estar bem consigo, e menos numa de ascensão vertical e apressada de carreira.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Considera-se uma pessoa com sorte, que as coisas lhe têm corrido bem. Acho interessante que as pessoas que se consideram com sorte, que de certa forma são gratas pelo que de bom lhes acontece, são regra geral pessoas que trabalham tanto como as outras, mas cujo esforço acaba por lhes custar menos, há uma força ( a sorte) que os ajuda.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A conversa andou pelo ensino, como aprendemos, preconceitos, zonas de desconforto, foi um zigue-zague tal qual aquele que todos sentimos pelo facto de estarmos vivos.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Por muito que o possamos desejar, a vida não é uma linha recta. </p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://www.tiagofigueiredo.com/'>Site do Tiago.</a></li>
<li><a href='https://www.youtube.com/watch?v=clHHsNjtvms'>Trailer do documentário "Intervalo".</a></li>
<li><a href='http://www.antigona.pt/catalogo/na-penuria-em-paris-e-em-londres-26/'>Na Penúria em Paris e em Londres.</a></li>
<li><a href='https://www.youtube.com/watch?v=HD89Nt9kx6E'>Boatman do Gianfranco Rossi.</a></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Tiago Figueiredo, fotógrafo, realizador e um amante das viagens.Conheci primeiro o trabalho do Tiago, o Photomaton, porque usei várias das fotografias de convidados anteriores para o post do Facebook. Fui usando, porque os convidados me diziam, "usa a foto que o Tiago me tirou". Ao fim de várias fotografias, achei por bem entrevistar o responsável.Enviei um primeiro convite que se extraviou, mas por coincidência, um dia de Meetup do Colab Lisboa, estava eu de saída, chega o Tiago que vinha ter com alguns elementos do Colab. Aproveitei a oportunidade e prontamente o Tiago respondeu que estaria disponível.No dia combinado, meti-me no carro para ir até à LX Factory, ao Cowork Lisboa, local onde faria a entrevista. Depois de 50 minutos à procura de lugar, e através da Cristina Nobre Soares (que entretanto encontrou o Tiago que andava à minha procura), falei com o Tiago, e fomos no meu carro procurar um lugar de mais fácil estacionamento.Fomos parar à doca de Belém, e no caminho fomos logo estabelecendo ligação, falando de motas, do meu tombo que me estragou o ombro, e do projecto Falar Criativo.A conversa foi fácil, o Tiago tem o tipo de percurso que me interessa, o não linear, um percurso mais horizontal, mais focado no estar bem consigo, e menos numa de ascensão vertical e apressada de carreira.Considera-se uma pessoa com sorte, que as coisas lhe têm corrido bem. Acho interessante que as pessoas que se consideram com sorte, que de certa forma são gratas pelo que de bom lhes acontece, são regra geral pessoas que trabalham tanto como as outras, mas cujo esforço acaba por lhes custar menos, há uma força ( a sorte) que os ajuda.A conversa andou pelo ensino, como aprendemos, preconceitos, zonas de desconforto, foi um zigue-zague tal qual aquele que todos sentimos pelo facto de estarmos vivos.Por muito que o possamos desejar, a vida não é uma linha recta. Site do Tiago.Trailer do documentário "Intervalo".Na Penúria em Paris e em Londres.Boatman do Gianfranco Rossi.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 69 Anita Silva</title>
        <itunes:title>episódio 69 Anita Silva</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin-bottom:15.6pt;line-height:15.75pt;">A convidada desta semana é a Anita
Silva, CEO da Team Mais, uma empresa de consultoria criativa, e acima de tudo
uma pessoa muito divertida.</p>
<p></p>

<p style="margin-bottom:15.6pt;line-height:15.75pt;">Conheci a Anita
através do <a href='https://www.facebook.com/groups/colab.lisboa.friends/'>Colab
Lisboa</a>, e logo na primeira reunião onde a conheci percebi que estava
perante alguém criativo, e com muito para partilhar de forma divertidamente
séria.</p>
<p></p>

<p style="margin-bottom:15.6pt;line-height:15.75pt;">Durante a entrevista
foram várias as coisas que retive e que precisei de escrever, como por exemplo,
a definição que a Anita tem de inovação.</p>
<p></p>

<p style="margin-bottom:15.6pt;line-height:15.75pt;">"Concretização eficaz de uma
ideia, que tem uma mais valia."</p>
<p></p>

<p style="margin-bottom:15.6pt;line-height:15.75pt;">Isto é, valor é
adicionado, sem isso não há inovação, e muitas vezes sinto que o só fazer
diferente basta a muitas pessoas para se considerarem inovadoras, eu próprio me
incluía há muito pouco tempo atrás.</p>
<p></p>

<p style="margin-bottom:15.6pt;line-height:15.75pt;">Falámos da
criatividade como capacidade de irmos construindo as coisas, de sermos
"criadores" da nossa própria vida, e o importante que isso é.</p>
<p></p>

<p style="margin-bottom:15.6pt;line-height:15.75pt;">Outro conceito que
me mexeu cá dentro, foi a relação entre criatividade e autoconfiança, que a
criatividade tem muito a ver com isso,  "eu sei que sou capaz, e vou
fazer". Vejo por mim, que à medida que a minha autoconfiança se expande,
tenho vontade de criar mais, e criar coisas maiores.</p>
<p></p>

<p style="margin-bottom:15.6pt;line-height:15.75pt;">O projecto
Clowncare, é algo que acho muito interessante, pois durante a minha vida já
tive de contactar com a realidade dos lares de idosos, e sei que um palhaço que
visita e faz rir, são anos que dão aos idosos, e sobretudo, momentos de ligação
e onde a dor se esquece por instantes.</p>
<p></p>

<ul type="disc"><li class="MsoNormal" style="color:#333333;line-height:15.75pt;"><a href='http://www.teammais.com/'>Site da Team Mais.</a><p></p>
</li>
 <li class="MsoNormal" style="color:#333333;line-height:15.75pt;"><a href='https://www.facebook.com/events/663726450420771/'>Play
     Seminar, "Como  ligar o On da sua Criatividade".</a><p></p>
</li>
 <li class="MsoNormal" style="color:#333333;line-height:15.75pt;"><a href='http://www.clowncare.pt/#!sobre-nos/csgz'>Site da
     Clowncare.</a><p></p>
</li>
 <li class="MsoNormal" style="color:#333333;line-height:15.75pt;"><a href='http://ppl.com.pt/pt/causas/clowncare'>Campanha de
     crowdfunding da Clowncare.</a><p></p>
</li>
 <li class="MsoNormal" style="color:#333333;line-height:15.75pt;"><a href='https://www.stansberryradio.com/James-Altucher/Latest-Episodes/Episode/895/Ep-89-Maria-Popova-A-Museum-of-the-World'>Entrevista
     da Maria Popova.</a><p></p>
</li>
</ul>
<p style="margin-bottom:15.6pt;line-height:15.75pt;"> </p>

<ul type="disc"><li class="MsoNormal" style="color:#333333;line-height:15.75pt;"><a href='http://drrobertepstein.com/index.php/books'>Livros do Dr
     Roger Epstein.</a><p></p>
</li>
 <li class="MsoNormal" style="color:#333333;line-height:15.75pt;"><a href='http://www.wook.pt/ficha/fluir/a/id/81114'>Fluxo
     de Mihaly Csikszentmihalyi.</a><p></p>
</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:15.6pt;line-height:15.75pt;">A convidada desta semana é a Anita
Silva, CEO da Team Mais, uma empresa de consultoria criativa, e acima de tudo
uma pessoa muito divertida.</p>
<p></p>

<p style="margin-bottom:15.6pt;line-height:15.75pt;">Conheci a Anita
através do <a href='https://www.facebook.com/groups/colab.lisboa.friends/'>Colab
Lisboa</a>, e logo na primeira reunião onde a conheci percebi que estava
perante alguém criativo, e com muito para partilhar de forma divertidamente
séria.</p>
<p></p>

<p style="margin-bottom:15.6pt;line-height:15.75pt;">Durante a entrevista
foram várias as coisas que retive e que precisei de escrever, como por exemplo,
a definição que a Anita tem de inovação.</p>
<p></p>

<p style="margin-bottom:15.6pt;line-height:15.75pt;">"Concretização eficaz de uma
ideia, que tem uma mais valia."</p>
<p></p>

<p style="margin-bottom:15.6pt;line-height:15.75pt;">Isto é, valor é
adicionado, sem isso não há inovação, e muitas vezes sinto que o só fazer
diferente basta a muitas pessoas para se considerarem inovadoras, eu próprio me
incluía há muito pouco tempo atrás.</p>
<p></p>

<p style="margin-bottom:15.6pt;line-height:15.75pt;">Falámos da
criatividade como capacidade de irmos construindo as coisas, de sermos
"criadores" da nossa própria vida, e o importante que isso é.</p>
<p></p>

<p style="margin-bottom:15.6pt;line-height:15.75pt;">Outro conceito que
me mexeu cá dentro, foi a relação entre criatividade e autoconfiança, que a
criatividade tem muito a ver com isso,  "eu sei que sou capaz, e vou
fazer". Vejo por mim, que à medida que a minha autoconfiança se expande,
tenho vontade de criar mais, e criar coisas maiores.</p>
<p></p>

<p style="margin-bottom:15.6pt;line-height:15.75pt;">O projecto
Clowncare, é algo que acho muito interessante, pois durante a minha vida já
tive de contactar com a realidade dos lares de idosos, e sei que um palhaço que
visita e faz rir, são anos que dão aos idosos, e sobretudo, momentos de ligação
e onde a dor se esquece por instantes.</p>
<p></p>

<ul type="disc"><li class="MsoNormal" style="color:#333333;line-height:15.75pt;"><a href='http://www.teammais.com/'>Site da Team Mais.</a><p></p>
</li>
 <li class="MsoNormal" style="color:#333333;line-height:15.75pt;"><a href='https://www.facebook.com/events/663726450420771/'>Play
     Seminar, "Como  ligar o On da sua Criatividade".</a><p></p>
</li>
 <li class="MsoNormal" style="color:#333333;line-height:15.75pt;"><a href='http://www.clowncare.pt/#!sobre-nos/csgz'>Site da
     Clowncare.</a><p></p>
</li>
 <li class="MsoNormal" style="color:#333333;line-height:15.75pt;"><a href='http://ppl.com.pt/pt/causas/clowncare'>Campanha de
     crowdfunding da Clowncare.</a><p></p>
</li>
 <li class="MsoNormal" style="color:#333333;line-height:15.75pt;"><a href='https://www.stansberryradio.com/James-Altucher/Latest-Episodes/Episode/895/Ep-89-Maria-Popova-A-Museum-of-the-World'>Entrevista
     da Maria Popova.</a><p></p>
</li>
</ul>
<p style="margin-bottom:15.6pt;line-height:15.75pt;"> </p>

<ul type="disc"><li class="MsoNormal" style="color:#333333;line-height:15.75pt;"><a href='http://drrobertepstein.com/index.php/books'>Livros do Dr
     Roger Epstein.</a><p></p>
</li>
 <li class="MsoNormal" style="color:#333333;line-height:15.75pt;"><a href='http://www.wook.pt/ficha/fluir/a/id/81114'>Fluxo
     de Mihaly Csikszentmihalyi.</a><p></p>
</li>
</ul>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[A convidada desta semana é a Anita
Silva, CEO da Team Mais, uma empresa de consultoria criativa, e acima de tudo
uma pessoa muito divertida.

Conheci a Anita
através do Colab
Lisboa, e logo na primeira reunião onde a conheci percebi que estava
perante alguém criativo, e com muito para partilhar de forma divertidamente
séria.

Durante a entrevista
foram várias as coisas que retive e que precisei de escrever, como por exemplo,
a definição que a Anita tem de inovação.

"Concretização eficaz de uma
ideia, que tem uma mais valia."

Isto é, valor é
adicionado, sem isso não há inovação, e muitas vezes sinto que o só fazer
diferente basta a muitas pessoas para se considerarem inovadoras, eu próprio me
incluía há muito pouco tempo atrás.

Falámos da
criatividade como capacidade de irmos construindo as coisas, de sermos
"criadores" da nossa própria vida, e o importante que isso é.

Outro conceito que
me mexeu cá dentro, foi a relação entre criatividade e autoconfiança, que a
criatividade tem muito a ver com isso,  "eu sei que sou capaz, e vou
fazer". Vejo por mim, que à medida que a minha autoconfiança se expande,
tenho vontade de criar mais, e criar coisas maiores.

O projecto
Clowncare, é algo que acho muito interessante, pois durante a minha vida já
tive de contactar com a realidade dos lares de idosos, e sei que um palhaço que
visita e faz rir, são anos que dão aos idosos, e sobretudo, momentos de ligação
e onde a dor se esquece por instantes.

Site da Team Mais.
 Play
     Seminar, "Como  ligar o On da sua Criatividade".
 Site da
     Clowncare.
 Campanha de
     crowdfunding da Clowncare.
 Entrevista
     da Maria Popova.
 

Livros do Dr
     Roger Epstein.
 Fluxo
     de Mihaly Csikszentmihalyi.
]]></itunes:summary>
        <itunes:author></itunes:author>
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                                    </item>
    <item>
        <title>episódio 68 Hugo Barbosa</title>
        <itunes:title>episódio 68 Hugo Barbosa</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-68-hugo-barbosa/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-68-hugo-barbosa/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 02 Mar 2015 17:36:32 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o Hugo Barbosa, um personal trainer, 
bastante jovem, que conheci através de um amigo que treina com ele.</p>
<p>Esse
 meu amigo, o Jorge, falava comigo sobre a qualidade dos treinos, sobre o
 quanto o Hugo sabia acerca da qualidade do movimento, mais do que ficar
 "ripped", seco, com grandes músculos.</p>
<p>Há uns anos atrás tive um 
acidente de mota que me deixou um ombro bastante mal tratado, e desde 
então já fiz várias coisas para recuperar o padrão de moviemento normal 
do ombro, sem dor. Acabei por um dia fazer um treino com o Hugo, e nesse
 mesmo treino percebi, "este puto é diferente" (o Hugo tem menos 10 anos
 que eu).</p>
<p>Eu já tive contacto com outros personal trainers, que 
não são mais do que vendedores de automóveis vestidos de fato de treino,
 que são todos falinhas mansas, e falam no físico, e ganhar músculo, 
etc, mas eu considero,  provavelmente devido ao meu historial de lesão, 
que ter um movimento correcto, e não ter dores é a base de qualquer 
forma física que venha depois, deverá ser uma consequência de uma 
estrutura eficaz, e não apenas um trabalho de tunning da carroçaria.</p>
<p>Também
 quis falar com o Hugo porque, num fim de um treino, ao falarmos de um 
livro que estava a ler, ele me disse "cada vez mais tenho a certeza que 
escolhi o curso certo", quis perceber como soube isso, e de que forma a 
sua postura de querer saber mais o faz ir mudando de tipos de treino, 
mas com um fio condutor, que é o mover bem e correctamente.</p>
<p>O meu 
irmão, ao qual ofereci no Natal um treino/avaliação com o Hugo disse-me 
"ele deve gostar mesmo daquilo que faz, tão novo e sabe tanto", mostra 
bem que quando gostamos muito daquilo que fazemos, tentamos sempre saber
 mais, fazer mais, ser melhor.</p>
<p>Continuemos na busca, se ainda não encontrámos, daquilo que como diz o <a href='https://www.youtube.com/watch?v=3TAqSBMZDY8'>Sir Ken Robinson ser o nosso elemento</a>, aquilo em que queremos ser bons, saber mais, ser mais.</p>
<ul><li><a href='http://www.re-move.pt/'>Site do Re-Move.</a>
</li>
<li>Livro que estava a ler quando falei com o Hugo. <a href='http://www.bookdepository.com/Spark-John-Ratey/9780316113519'>Spark do John Ratey.</a>
</li>
</ul>
<p> </p>
<ul><li><a href='https://www.facebook.com/events/1998555913616660'>Creativity Gym Lisboa.</a>
</li>
<li><a href='https://www.facebook.com/events/472722309543867'>ArtCamp II em Óbidos.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o Hugo Barbosa, um personal trainer, 
bastante jovem, que conheci através de um amigo que treina com ele.</p>
<p>Esse
 meu amigo, o Jorge, falava comigo sobre a qualidade dos treinos, sobre o
 quanto o Hugo sabia acerca da qualidade do movimento, mais do que ficar
 "ripped", seco, com grandes músculos.</p>
<p>Há uns anos atrás tive um 
acidente de mota que me deixou um ombro bastante mal tratado, e desde 
então já fiz várias coisas para recuperar o padrão de moviemento normal 
do ombro, sem dor. Acabei por um dia fazer um treino com o Hugo, e nesse
 mesmo treino percebi, "este puto é diferente" (o Hugo tem menos 10 anos
 que eu).</p>
<p>Eu já tive contacto com outros personal trainers, que 
não são mais do que vendedores de automóveis vestidos de fato de treino,
 que são todos falinhas mansas, e falam no físico, e ganhar músculo, 
etc, mas eu considero,  provavelmente devido ao meu historial de lesão, 
que ter um movimento correcto, e não ter dores é a base de qualquer 
forma física que venha depois, deverá ser uma consequência de uma 
estrutura eficaz, e não apenas um trabalho de tunning da carroçaria.</p>
<p>Também
 quis falar com o Hugo porque, num fim de um treino, ao falarmos de um 
livro que estava a ler, ele me disse "cada vez mais tenho a certeza que 
escolhi o curso certo", quis perceber como soube isso, e de que forma a 
sua postura de querer saber mais o faz ir mudando de tipos de treino, 
mas com um fio condutor, que é o mover bem e correctamente.</p>
<p>O meu 
irmão, ao qual ofereci no Natal um treino/avaliação com o Hugo disse-me 
"ele deve gostar mesmo daquilo que faz, tão novo e sabe tanto", mostra 
bem que quando gostamos muito daquilo que fazemos, tentamos sempre saber
 mais, fazer mais, ser melhor.</p>
<p>Continuemos na busca, se ainda não encontrámos, daquilo que como diz o <a href='https://www.youtube.com/watch?v=3TAqSBMZDY8'>Sir Ken Robinson ser o nosso elemento</a>, aquilo em que queremos ser bons, saber mais, ser mais.</p>
<ul><li><a href='http://www.re-move.pt/'>Site do Re-Move.</a><br>
</li>
<li>Livro que estava a ler quando falei com o Hugo. <a href='http://www.bookdepository.com/Spark-John-Ratey/9780316113519'>Spark do John Ratey.</a><br>
</li>
</ul>
<p> </p>
<ul><li><a href='https://www.facebook.com/events/1998555913616660'>Creativity Gym Lisboa.</a><br>
</li>
<li><a href='https://www.facebook.com/events/472722309543867'>ArtCamp II em Óbidos.</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Hugo Barbosa, um personal trainer, 
bastante jovem, que conheci através de um amigo que treina com ele.Esse
 meu amigo, o Jorge, falava comigo sobre a qualidade dos treinos, sobre o
 quanto o Hugo sabia acerca da qualidade do movimento, mais do que ficar
 "ripped", seco, com grandes músculos.Há uns anos atrás tive um 
acidente de mota que me deixou um ombro bastante mal tratado, e desde 
então já fiz várias coisas para recuperar o padrão de moviemento normal 
do ombro, sem dor. Acabei por um dia fazer um treino com o Hugo, e nesse
 mesmo treino percebi, "este puto é diferente" (o Hugo tem menos 10 anos
 que eu).Eu já tive contacto com outros personal trainers, que 
não são mais do que vendedores de automóveis vestidos de fato de treino,
 que são todos falinhas mansas, e falam no físico, e ganhar músculo, 
etc, mas eu considero,  provavelmente devido ao meu historial de lesão, 
que ter um movimento correcto, e não ter dores é a base de qualquer 
forma física que venha depois, deverá ser uma consequência de uma 
estrutura eficaz, e não apenas um trabalho de tunning da carroçaria.Também
 quis falar com o Hugo porque, num fim de um treino, ao falarmos de um 
livro que estava a ler, ele me disse "cada vez mais tenho a certeza que 
escolhi o curso certo", quis perceber como soube isso, e de que forma a 
sua postura de querer saber mais o faz ir mudando de tipos de treino, 
mas com um fio condutor, que é o mover bem e correctamente.O meu 
irmão, ao qual ofereci no Natal um treino/avaliação com o Hugo disse-me 
"ele deve gostar mesmo daquilo que faz, tão novo e sabe tanto", mostra 
bem que quando gostamos muito daquilo que fazemos, tentamos sempre saber
 mais, fazer mais, ser melhor.Continuemos na busca, se ainda não encontrámos, daquilo que como diz o Sir Ken Robinson ser o nosso elemento, aquilo em que queremos ser bons, saber mais, ser mais.Site do Re-Move.Livro que estava a ler quando falei com o Hugo. Spark do John Ratey. Creativity Gym Lisboa.ArtCamp II em Óbidos.]]></itunes:summary>
        <itunes:author></itunes:author>
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                                    </item>
    <item>
        <title>episódio 67 Tiago Nunes</title>
        <itunes:title>episódio 67 Tiago Nunes</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-67-tiago-nunes/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-67-tiago-nunes/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 23 Feb 2015 14:25:45 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o Tiago Nunes, designer, que tive a sorte 
de conhecer em Dezembro quando fui a uma "Design Thinking Flash Session"
 organizada pela With Company, evento partilhado pelo <a href='http://falarcriativo.com/episodio-11-rui-quinta/'>convidado número 11 do Falar Criativo, o Rui Quinta.</a>
</p>
<p>O Tiago tirou o curso de Design de Produto da Faculdade de Belas Artes, onde contactou com o lado mais "artístico" do design.
</p>
<p>O
 design como ele próprio se apercebeu, é muito mais do que desenhar 
coisas, do que compor um flyer, criar um website, ou como muitas pessoas
 acham, embelezar a coisa para se vender mais caro.
</p>
<p>A pós-graduação no <a href='http://aquila1.iseg.ulisboa.pt/aquila/instituicao/ISEG'>ISEG</a>,
 em Design e Inovação foi fundamental para clarificar determinados 
conceitos que de alguma forma o Tiago já se tinha apercebido, o design 
como ferramenta de desenvolvimento de estratégia, de processos. 
</p>
<p>Este
 casamento entre um lado mais artístico/criativo, e o lado mais da 
economia/gestão é algo que me interessa particularmente, pois como 
pessoa criativa que me considero, tenho alguma dificuldade em ter um 
pragmatismo económico que me permita viver da enorme quantidade de 
ideias que me assolam o pensamento.
</p>
<p>O Design Thinking (DT)
 surgiu na vida do Tiago, e como uma pseudo-quase epifania, permitiu-lhe
 perceber que muitas das coisas que ele já tinha experimentado na 
práctica, tinha um nome, e havia uma "escola" nos Estados Unidos da 
Améria, a<a href='http://dschool.stanford.edu/'> d.school de Stanford</a>, que oferecia um curso nessa área do DT.
 Como Stanford estava longe, e havia uma irmã alemã (que também era boa,
 #palhaçada), rumou até Berlim, onde fez o curso de dois semestres .
</p>
<p>O curso fez ver que é fazendo que se aprende, essa componente muito  mão na massa do DT e muito centrada no utilizador é peça fundamental na maneira do Tiago abordar as questões do design.
</p>
<p>O
 Tiago tem um currículo extenso para uma pessoa da idade dele, com 
experiências internacionais a atestar o valor e capacidade que possui.
</p>
<p>Várias
 vezes o Tiago foi referindo "...tive a sorte...", mas não me parece que
 tenha sido sorte, ele faz pelas coisas, gosta bastante do que faz, e 
faz bem.
</p>
<p>Quando lhe pedi para me dizer qual
 era o "elevator pitch" da With Company, ele disse-me que o Rui Quinta é
 que é a pessoa da comunicação, mas fiiquei a saber que é uma 
consultora, uma agência de estratégia de design.
</p>
<p>Em
 tom de brincadeira ofereci-me para ir colaborar com eles, pois quem os 
conhece percebe que são uns porreiraços, malta muito descontraída que 
adora o que faz, e por essa razão faz bem, faz muito bem. O ambiente 
galhofeiro do processo, e do mindset do DT, é sem dúvida algo que gostei muito de experienciar quando tive a oportunidade no Creathon em Cascais.
</p>
<p>Como
 o Tiago refere, as pessoas são a alma do negócio, as pessoas é que 
fazem a diferença, para mudar uma marca, a mudança tem de começar ao 
nível do indivíduo, não ao nível de um conjunto de regras e 
procedimentos.
</p>
<p>Foi mais uma conversa que me deixou bastante mais rico, e não falo obviamente de euros.
</p>
<ul><li><a href='http://www.with-company.com/'>Site da With Company.</a>
</li>
<li><a href='http://hpi.de/en.html'>HPI School of Design Thinking em Berlim.</a>
</li>
<li>Blog sobre o projecto que o Tiago desenvolveu com o Rui Quinta, <a href='https://fishingforideas.wordpress.com/'>Fishing for Ideas</a>.</li>
<li>Blog sobre o projecto que o Tiago desenvolveu com o Rui Quinta, em Berlim para a startup Mimi, <a href='https://saywhatproject.wordpress.com/'>Say What?</a>
</li>
</ul>
<p>
</p>
<ul><li>Sugestões de Livros
</li>
</ul>
<ol><li><a href='http://www.bulhosa.pt/detail.ud121?oid=1052300'>Conversas com Agostinho da Silva.</a>
</li>
<li><a href='http://www.bookdepository.com/Design-Business-Roger-Martin/9781422177808'>The Design Of Business do Roger Martin.</a>
</li>
<li><a href='http://www.bookdepository.com/Design-Driven-Innovation-Roberto-Verganti/9781422124826'>Design Driven Innovation do Roberto Verganti.</a>
</li>
</ol><p> </p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o Tiago Nunes, designer, que tive a sorte 
de conhecer em Dezembro quando fui a uma "Design Thinking Flash Session"
 organizada pela With Company, evento partilhado pelo <a href='http://falarcriativo.com/episodio-11-rui-quinta/'>convidado número 11 do Falar Criativo, o Rui Quinta.</a><br>
</p>
<p>O Tiago tirou o curso de Design de Produto da Faculdade de Belas Artes, onde contactou com o lado mais "artístico" do design.<br>
</p>
<p>O
 design como ele próprio se apercebeu, é muito mais do que desenhar 
coisas, do que compor um flyer, criar um website, ou como muitas pessoas
 acham, embelezar a coisa para se vender mais caro.<br>
</p>
<p>A pós-graduação no <a href='http://aquila1.iseg.ulisboa.pt/aquila/instituicao/ISEG'>ISEG</a>,
 em Design e Inovação foi fundamental para clarificar determinados 
conceitos que de alguma forma o Tiago já se tinha apercebido, o design 
como ferramenta de desenvolvimento de estratégia, de processos. <br>
</p>
<p>Este
 casamento entre um lado mais artístico/criativo, e o lado mais da 
economia/gestão é algo que me interessa particularmente, pois como 
pessoa criativa que me considero, tenho alguma dificuldade em ter um 
pragmatismo económico que me permita viver da enorme quantidade de 
ideias que me assolam o pensamento.<br>
</p>
<p>O Design Thinking <em>(DT)</em>
 surgiu na vida do Tiago, e como uma pseudo-quase epifania, permitiu-lhe
 perceber que muitas das coisas que ele já tinha experimentado na 
práctica, tinha um nome, e havia uma "escola" nos Estados Unidos da 
Améria, a<a href='http://dschool.stanford.edu/'> d.school de Stanford</a>, que oferecia um curso nessa área do <em>DT</em>.
 Como Stanford estava longe, e havia uma irmã alemã (que também era boa,
 #palhaçada), rumou até Berlim, onde fez o curso de dois semestres .<br>
</p>
<p>O curso fez ver que é fazendo que se aprende, essa componente muito  mão na massa do <em>DT </em>e muito centrada no utilizador é peça fundamental na maneira do Tiago abordar as questões do design.<br>
</p>
<p>O
 Tiago tem um currículo extenso para uma pessoa da idade dele, com 
experiências internacionais a atestar o valor e capacidade que possui.<br>
</p>
<p>Várias
 vezes o Tiago foi referindo "...tive a sorte...", mas não me parece que
 tenha sido sorte, ele faz pelas coisas, gosta bastante do que faz, e 
faz bem.<br>
</p>
<p>Quando lhe pedi para me dizer qual
 era o "elevator pitch" da With Company, ele disse-me que o Rui Quinta é
 que é a pessoa da comunicação, mas fiiquei a saber que é uma 
consultora, uma agência de estratégia de design.<br>
</p>
<p>Em
 tom de brincadeira ofereci-me para ir colaborar com eles, pois quem os 
conhece percebe que são uns porreiraços, malta muito descontraída que 
adora o que faz, e por essa razão faz bem, faz muito bem. O ambiente 
galhofeiro do processo, e do mindset do <em>DT</em>, é sem dúvida algo que gostei muito de experienciar quando tive a oportunidade no Creathon em Cascais.<br>
</p>
<p>Como
 o Tiago refere, as pessoas são a alma do negócio, as pessoas é que 
fazem a diferença, para mudar uma marca, a mudança tem de começar ao 
nível do indivíduo, não ao nível de um conjunto de regras e 
procedimentos.<br>
</p>
<p>Foi mais uma conversa que me deixou bastante mais rico, e não falo obviamente de euros.<br>
</p>
<ul><li><a href='http://www.with-company.com/'>Site da With Company.</a><br>
</li>
<li><a href='http://hpi.de/en.html'>HPI School of Design Thinking em Berlim.</a><br>
</li>
<li>Blog sobre o projecto que o Tiago desenvolveu com o Rui Quinta, <a href='https://fishingforideas.wordpress.com/'>Fishing for Ideas</a>.</li>
<li>Blog sobre o projecto que o Tiago desenvolveu com o Rui Quinta, em Berlim para a startup Mimi, <a href='https://saywhatproject.wordpress.com/'>Say What?</a><br>
</li>
</ul>
<p><br>
</p>
<ul><li>Sugestões de Livros<br>
</li>
</ul>
<ol><li><a href='http://www.bulhosa.pt/detail.ud121?oid=1052300'>Conversas com Agostinho da Silva.</a><br>
</li>
<li><a href='http://www.bookdepository.com/Design-Business-Roger-Martin/9781422177808'>The Design Of Business do Roger Martin.</a><br>
</li>
<li><a href='http://www.bookdepository.com/Design-Driven-Innovation-Roberto-Verganti/9781422124826'>Design Driven Innovation do Roberto Verganti.</a><br>
</li>
</ol><p> </p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Tiago Nunes, designer, que tive a sorte 
de conhecer em Dezembro quando fui a uma "Design Thinking Flash Session"
 organizada pela With Company, evento partilhado pelo convidado número 11 do Falar Criativo, o Rui Quinta.O Tiago tirou o curso de Design de Produto da Faculdade de Belas Artes, onde contactou com o lado mais "artístico" do design.O
 design como ele próprio se apercebeu, é muito mais do que desenhar 
coisas, do que compor um flyer, criar um website, ou como muitas pessoas
 acham, embelezar a coisa para se vender mais caro.A pós-graduação no ISEG,
 em Design e Inovação foi fundamental para clarificar determinados 
conceitos que de alguma forma o Tiago já se tinha apercebido, o design 
como ferramenta de desenvolvimento de estratégia, de processos. Este
 casamento entre um lado mais artístico/criativo, e o lado mais da 
economia/gestão é algo que me interessa particularmente, pois como 
pessoa criativa que me considero, tenho alguma dificuldade em ter um 
pragmatismo económico que me permita viver da enorme quantidade de 
ideias que me assolam o pensamento.O Design Thinking (DT)
 surgiu na vida do Tiago, e como uma pseudo-quase epifania, permitiu-lhe
 perceber que muitas das coisas que ele já tinha experimentado na 
práctica, tinha um nome, e havia uma "escola" nos Estados Unidos da 
Améria, a d.school de Stanford, que oferecia um curso nessa área do DT.
 Como Stanford estava longe, e havia uma irmã alemã (que também era boa,
 #palhaçada), rumou até Berlim, onde fez o curso de dois semestres .O curso fez ver que é fazendo que se aprende, essa componente muito  mão na massa do DT e muito centrada no utilizador é peça fundamental na maneira do Tiago abordar as questões do design.O
 Tiago tem um currículo extenso para uma pessoa da idade dele, com 
experiências internacionais a atestar o valor e capacidade que possui.Várias
 vezes o Tiago foi referindo "...tive a sorte...", mas não me parece que
 tenha sido sorte, ele faz pelas coisas, gosta bastante do que faz, e 
faz bem.Quando lhe pedi para me dizer qual
 era o "elevator pitch" da With Company, ele disse-me que o Rui Quinta é
 que é a pessoa da comunicação, mas fiiquei a saber que é uma 
consultora, uma agência de estratégia de design.Em
 tom de brincadeira ofereci-me para ir colaborar com eles, pois quem os 
conhece percebe que são uns porreiraços, malta muito descontraída que 
adora o que faz, e por essa razão faz bem, faz muito bem. O ambiente 
galhofeiro do processo, e do mindset do DT, é sem dúvida algo que gostei muito de experienciar quando tive a oportunidade no Creathon em Cascais.Como
 o Tiago refere, as pessoas são a alma do negócio, as pessoas é que 
fazem a diferença, para mudar uma marca, a mudança tem de começar ao 
nível do indivíduo, não ao nível de um conjunto de regras e 
procedimentos.Foi mais uma conversa que me deixou bastante mais rico, e não falo obviamente de euros.Site da With Company.HPI School of Design Thinking em Berlim.Blog sobre o projecto que o Tiago desenvolveu com o Rui Quinta, Fishing for Ideas.Blog sobre o projecto que o Tiago desenvolveu com o Rui Quinta, em Berlim para a startup Mimi, Say What?Sugestões de LivrosConversas com Agostinho da Silva.The Design Of Business do Roger Martin.Design Driven Innovation do Roberto Verganti. ]]></itunes:summary>
        <itunes:author></itunes:author>
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                                    </item>
    <item>
        <title>episódio 66 André Bello e Rique Nitzsche d.think</title>
        <itunes:title>episódio 66 André Bello e Rique Nitzsche d.think</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-66-andre-bello-e-rique-nitzsche-dthink/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-66-andre-bello-e-rique-nitzsche-dthink/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 16 Feb 2015 08:00:00 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>Os convidados desta semana são o André Bello e o Rique Nitzsche, dois brasileiros da <a href='http://www.dthink.com.br/'>dthink</a>,
 que tive a oportunidade de conhecer através da iniciativa da Câmara 
Municipal de Cascais, o Creathon - Maratona Criativa, na qual participei
 durante dois dias e meio, para através do <a href='http://pt.wikipedia.org/wiki/Design_thinking'>Design Thinking</a> encontrar soluções para alguns dos problemas do Concelho de Cascais.</p>
<p>O
 Creathon foi muito interessante, uma vez que aliava uma formação e a 
sua aplicação imediata, alternando momentos teóricos com a utilização na
 práctica dos conceitos que eram explicados.</p>
<p>A metodologia do <a href='http://pt.wikipedia.org/wiki/Design_thinking'>Design Thinking</a>
 é algo que me seduz, pois a minha curiosidade se saber dos mais 
variados assuntos acaba por ser uma mais valia, porque me permite 
relacionar vários conceitos, ter pensamentos desordenados, que acabam 
por ser filtrados, nos momentos determinados para o efeito.</p>
<p>Eles 
falam nas personalidades em forma de T, ou especialistas em 
generalidades, pessoas que no eixo horizontal percorrem várias áreas e 
assuntos mas que no eixo vertical, aprofundam apenas um.</p>
<p>Eles 
falam durante a entrevista algo que também acredito, e que á tinha 
ouvido de outras pessoas, que o ser humano é a unidade mínima de 
transformação, que se queremos mudar alguma coisa numa empresa, ou até 
num país, temos de conseguir mudar ao nível do indivíduo, e só depois a 
mudança será profunda e duradoura.</p>
<p>A inovação que tanto se fala 
hoje em dia, deve ser um processo constante, não apenas quando as coisas
 começam a correr mal, como o André refere a mudança é feita "por amor ou por dor",
 isto é, quando há vontade de mudar ou a necessidade. Quando há 
necessidade, devido a problemas, é mais óbvio e imperativo, mas quando 
as coisas estão a correr bem deve haver vontade, amor, para inovar, para
 fazer melhor, usando os recursos disponíveis em alturas de abundância.</p>
<p>A
 alegria e o divertimento são parte dos ambientes criativos, e 
experenciei isso no Creathon, onde o facto de haver alturas em que não 
há filtros, onde a quantidade de ideias é o mais importante, as pessoas 
soltam-se e retornam o contacto com a criança criativa que vive dentro 
de todos nós.</p>
<p>Acerca disto eles falam que a criatividade é uma 
linguagem esquecida, que todos nascemos criativos, mas através da 
formatação do sistema de ensino muitos de nós, desligamos essa parte de 
nós.</p>
<p>O falhar, falhar depressa, é o caminho para acertar, quanto mais depressa falharmos mais depressa acertamos.</p>
<p>Não
 passa por ser irresponsável, estamos a falar em "laboratórios", em 
ambientes controlados onde o erro pode ser minimizado, mas que nos 
permite ver o que pode e deve ser melhorado.</p>
<p>A própria escola 
deveria ser um espaço de erro, e com ele a aprendizagem resultante, mas 
pelo contrário a escola tornou-se um espaço de "certezas" ou o erro é 
altamente penalizado.</p>
<p>Vou mergulhar mais nesta maneira de pensar, 
usando de forma consciente o pensamento divergente e o pensamento 
convergente, para ver se dessa forma mais estruturada consigo usar 
positivamente o turbilhão de ideias e interesses que tenho.</p>
<ul><li><a href='http://www.dthink.com.br/'>Site da d.think.</a>
</li>
<li>Livro referido pelo André, os Inovadores de Walter Isaacson, <a href='http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=13734'>em Português do Brasil</a> e <a href='http://www.bookdepository.com/Innovators-Walter-Isaacson/9781471138799'>em Inglês</a>.</li>
<li>Livro referido pelo Rique, Jony Ive de Leander Kahney, em <a href='http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=75011'>Português do Brasil</a> e <a href='http://www.bookdepository.com/Jony-Ive-Leander-Kahney/9780670923243'>em Inglês</a>.</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Os convidados desta semana são o André Bello e o Rique Nitzsche, dois brasileiros da <a href='http://www.dthink.com.br/'>dthink</a>,
 que tive a oportunidade de conhecer através da iniciativa da Câmara 
Municipal de Cascais, o Creathon - Maratona Criativa, na qual participei
 durante dois dias e meio, para através do <a href='http://pt.wikipedia.org/wiki/Design_thinking'>Design Thinking</a> encontrar soluções para alguns dos problemas do Concelho de Cascais.</p>
<p>O
 Creathon foi muito interessante, uma vez que aliava uma formação e a 
sua aplicação imediata, alternando momentos teóricos com a utilização na
 práctica dos conceitos que eram explicados.</p>
<p>A metodologia do <a href='http://pt.wikipedia.org/wiki/Design_thinking'>Design Thinking</a>
 é algo que me seduz, pois a minha curiosidade se saber dos mais 
variados assuntos acaba por ser uma mais valia, porque me permite 
relacionar vários conceitos, ter pensamentos desordenados, que acabam 
por ser filtrados, nos momentos determinados para o efeito.</p>
<p>Eles 
falam nas personalidades em forma de T, ou especialistas em 
generalidades, pessoas que no eixo horizontal percorrem várias áreas e 
assuntos mas que no eixo vertical, aprofundam apenas um.</p>
<p>Eles 
falam durante a entrevista algo que também acredito, e que á tinha 
ouvido de outras pessoas, que o ser humano é a unidade mínima de 
transformação, que se queremos mudar alguma coisa numa empresa, ou até 
num país, temos de conseguir mudar ao nível do indivíduo, e só depois a 
mudança será profunda e duradoura.</p>
<p>A inovação que tanto se fala 
hoje em dia, deve ser um processo constante, não apenas quando as coisas
 começam a correr mal, como o André refere a <em>mudança é feita "por amor ou por dor"</em>,
 isto é, quando há vontade de mudar ou a necessidade. Quando há 
necessidade, devido a problemas, é mais óbvio e imperativo, mas quando 
as coisas estão a correr bem deve haver vontade, amor, para inovar, para
 fazer melhor, usando os recursos disponíveis em alturas de abundância.</p>
<p>A
 alegria e o divertimento são parte dos ambientes criativos, e 
experenciei isso no Creathon, onde o facto de haver alturas em que não 
há filtros, onde a quantidade de ideias é o mais importante, as pessoas 
soltam-se e retornam o contacto com a criança criativa que vive dentro 
de todos nós.</p>
<p>Acerca disto eles falam que a criatividade é uma 
linguagem esquecida, que todos nascemos criativos, mas através da 
formatação do sistema de ensino muitos de nós, desligamos essa parte de 
nós.</p>
<p>O falhar, falhar depressa, é o caminho para acertar, quanto mais depressa falharmos mais depressa acertamos.</p>
<p>Não
 passa por ser irresponsável, estamos a falar em "laboratórios", em 
ambientes controlados onde o erro pode ser minimizado, mas que nos 
permite ver o que pode e deve ser melhorado.</p>
<p>A própria escola 
deveria ser um espaço de erro, e com ele a aprendizagem resultante, mas 
pelo contrário a escola tornou-se um espaço de "certezas" ou o erro é 
altamente penalizado.</p>
<p>Vou mergulhar mais nesta maneira de pensar, 
usando de forma consciente o pensamento divergente e o pensamento 
convergente, para ver se dessa forma mais estruturada consigo usar 
positivamente o turbilhão de ideias e interesses que tenho.</p>
<ul><li><a href='http://www.dthink.com.br/'>Site da d.think.</a><br>
</li>
<li>Livro referido pelo André, os Inovadores de Walter Isaacson, <a href='http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=13734'>em Português do Brasil</a> e <a href='http://www.bookdepository.com/Innovators-Walter-Isaacson/9781471138799'>em Inglês</a>.</li>
<li>Livro referido pelo Rique, Jony Ive de Leander Kahney, em <a href='http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=75011'>Português do Brasil</a> e <a href='http://www.bookdepository.com/Jony-Ive-Leander-Kahney/9780670923243'>em Inglês</a>.</li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[Os convidados desta semana são o André Bello e o Rique Nitzsche, dois brasileiros da dthink,
 que tive a oportunidade de conhecer através da iniciativa da Câmara 
Municipal de Cascais, o Creathon - Maratona Criativa, na qual participei
 durante dois dias e meio, para através do Design Thinking encontrar soluções para alguns dos problemas do Concelho de Cascais.O
 Creathon foi muito interessante, uma vez que aliava uma formação e a 
sua aplicação imediata, alternando momentos teóricos com a utilização na
 práctica dos conceitos que eram explicados.A metodologia do Design Thinking
 é algo que me seduz, pois a minha curiosidade se saber dos mais 
variados assuntos acaba por ser uma mais valia, porque me permite 
relacionar vários conceitos, ter pensamentos desordenados, que acabam 
por ser filtrados, nos momentos determinados para o efeito.Eles 
falam nas personalidades em forma de T, ou especialistas em 
generalidades, pessoas que no eixo horizontal percorrem várias áreas e 
assuntos mas que no eixo vertical, aprofundam apenas um.Eles 
falam durante a entrevista algo que também acredito, e que á tinha 
ouvido de outras pessoas, que o ser humano é a unidade mínima de 
transformação, que se queremos mudar alguma coisa numa empresa, ou até 
num país, temos de conseguir mudar ao nível do indivíduo, e só depois a 
mudança será profunda e duradoura.A inovação que tanto se fala 
hoje em dia, deve ser um processo constante, não apenas quando as coisas
 começam a correr mal, como o André refere a mudança é feita "por amor ou por dor",
 isto é, quando há vontade de mudar ou a necessidade. Quando há 
necessidade, devido a problemas, é mais óbvio e imperativo, mas quando 
as coisas estão a correr bem deve haver vontade, amor, para inovar, para
 fazer melhor, usando os recursos disponíveis em alturas de abundância.A
 alegria e o divertimento são parte dos ambientes criativos, e 
experenciei isso no Creathon, onde o facto de haver alturas em que não 
há filtros, onde a quantidade de ideias é o mais importante, as pessoas 
soltam-se e retornam o contacto com a criança criativa que vive dentro 
de todos nós.Acerca disto eles falam que a criatividade é uma 
linguagem esquecida, que todos nascemos criativos, mas através da 
formatação do sistema de ensino muitos de nós, desligamos essa parte de 
nós.O falhar, falhar depressa, é o caminho para acertar, quanto mais depressa falharmos mais depressa acertamos.Não
 passa por ser irresponsável, estamos a falar em "laboratórios", em 
ambientes controlados onde o erro pode ser minimizado, mas que nos 
permite ver o que pode e deve ser melhorado.A própria escola 
deveria ser um espaço de erro, e com ele a aprendizagem resultante, mas 
pelo contrário a escola tornou-se um espaço de "certezas" ou o erro é 
altamente penalizado.Vou mergulhar mais nesta maneira de pensar, 
usando de forma consciente o pensamento divergente e o pensamento 
convergente, para ver se dessa forma mais estruturada consigo usar 
positivamente o turbilhão de ideias e interesses que tenho.Site da d.think.Livro referido pelo André, os Inovadores de Walter Isaacson, em Português do Brasil e em Inglês.Livro referido pelo Rique, Jony Ive de Leander Kahney, em Português do Brasil e em Inglês.]]></itunes:summary>
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                                    </item>
    <item>
        <title>episódio 65 Catarina Sousa</title>
        <itunes:title>episódio 65 Catarina Sousa</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-65-catarina-sousa/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 09 Feb 2015 16:53:14 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Catarina Sousa, arquitecta que tive 
contacto através de  uma partilha de uma amiga minha, a Cecília Lopes 
que tem um centro de yoga onde a Catarina pratica, o <a href='https://www.facebook.com/suryayogashalaalges'>Surya Yoga Shala</a>.</p>
<p>A Catarina tem uma página no facebook <a href='https://www.facebook.com/INNERTREE/timeline'>Inner Tree</a>, onde partilha dicas, frases, e outras coisas relacionadas com a  harmonia, arquitectura, feng shui, e outros assuntos afins.</p>
<p>Quando
 fui falar com a Catarina andava eu próprio a sentir-me desconfortável 
na minha própria casa, e a sentir que havia várias coisas que não 
fluiam, o podcast, a relação com as minhas filhas, e até a relação 
comigo mesmo.</p>
<p>Sentia a falta de um espaço dedicado ao trabalho, 
pois o escritório era um bocado que eu ocupava na sala. O espaço para 
criar o escritório existia, estava era cheio de tralha e a 
preguiça/procrastinação não deixavam que a mudança se fizesse.</p>
<p>Já está, neste momento escrevo no dito espaço, que era uma pena estar dedicado a acumular tralha. Foto da vista em anexo.</p>
<p><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/02/Foto-Office.jpg'></a>
</p>
<p>A
 Catarina tem um percurso dentro da arquitectura até bastante lógico, 
trabalhar num atelier durante 10 anos, chegar a ter sociedade, e depois 
perceber que a vida não pode ser só isto.</p>
<p>O seu gosto pela 
harmonia fizeram-na chegar ao Feng Shui, uma "corrente de pensamento 
analítico" (segundo a wikipédia), que tenta criar essa mesma harmonia 
nos espaços onde habitamos.</p>
<p>Agora a Catarina tem essa ferramenta 
que usa para fazer avaliações de espaços, usando instrumentos como a Lo 
Pan, que ajudam a tornar mais claro aquilo que por vezes sentimos e não 
conseguimos identificar quando entramos numa sala que parece não 
funcionar.</p>
<p>Como ponto de partida é essencial "destralhar", 
vermo-nos livres daquilo que já não usamos e que vamos deixando ficar lá
 por casa, e que acaba por bloquear o fluxo normal da energia.</p>
<p>Haverá
 concerteza pessoas que não acreditam em nada destas coisas, mas eu não 
sou dessas pessoas, eu acredito que as coisas que nos rodeiam nos 
influenciam, mas mais importante do que isso é a ligação emocional que 
criamos a certas coisas, um apego que não nos deixam avançar como se de 
uma âncora se tratasse.</p>
<p>A sensação que fiquei ao falar com a 
Catarina é que as coisas fluem porque ela respeita o seu ser, se 
respeita, e essa clareza que vem de não forçar, permitiu-lhe ver uma 
oportunidade de negócio numa necessidade, e assim criou a Mercearia da 
Terra, um pequeno negócio que traz para a cidade as riquezas escondidas 
que temos em muitas zonas rurais de Portugal.</p>
<p>Vou então respeitar-me mais, largar o excesso e zarpar a àguas mais prolíferas.</p>
<ul><li> <a href='https://www.facebook.com/INNERTREE/'>InnerTree.</a>
</li>
</ul>
<ul><li><a href='http://merceariadaterra.wix.com/mercearia-da-terra'>Mercearia da Terra.</a>
</li>
</ul>
<p style="text-align:center;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/02/LIRIO-DA-PAZ-1.jpg'></a>Lírio da Paz - serve para absorver radiações. Obrigado Sr Lírio.</p>
<p style="text-align:center;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/02/LO-Pan-Feng-Shui.jpg'></a> Lo Pan - Bússola para o Feng Shui</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Catarina Sousa, arquitecta que tive 
contacto através de  uma partilha de uma amiga minha, a Cecília Lopes 
que tem um centro de yoga onde a Catarina pratica, o <a href='https://www.facebook.com/suryayogashalaalges'>Surya Yoga Shala</a>.</p>
<p>A Catarina tem uma página no facebook <a href='https://www.facebook.com/INNERTREE/timeline'>Inner Tree</a>, onde partilha dicas, frases, e outras coisas relacionadas com a  harmonia, arquitectura, feng shui, e outros assuntos afins.</p>
<p>Quando
 fui falar com a Catarina andava eu próprio a sentir-me desconfortável 
na minha própria casa, e a sentir que havia várias coisas que não 
fluiam, o podcast, a relação com as minhas filhas, e até a relação 
comigo mesmo.</p>
<p>Sentia a falta de um espaço dedicado ao trabalho, 
pois o escritório era um bocado que eu ocupava na sala. O espaço para 
criar o escritório existia, estava era cheio de tralha e a 
preguiça/procrastinação não deixavam que a mudança se fizesse.</p>
<p>Já está, neste momento escrevo no dito espaço, que era uma pena estar dedicado a acumular tralha. Foto da vista em anexo.</p>
<p><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/02/Foto-Office.jpg'></a><br>
</p>
<p>A
 Catarina tem um percurso dentro da arquitectura até bastante lógico, 
trabalhar num atelier durante 10 anos, chegar a ter sociedade, e depois 
perceber que a vida não pode ser só isto.</p>
<p>O seu gosto pela 
harmonia fizeram-na chegar ao Feng Shui, uma "corrente de pensamento 
analítico" (segundo a wikipédia), que tenta criar essa mesma harmonia 
nos espaços onde habitamos.</p>
<p>Agora a Catarina tem essa ferramenta 
que usa para fazer avaliações de espaços, usando instrumentos como a Lo 
Pan, que ajudam a tornar mais claro aquilo que por vezes sentimos e não 
conseguimos identificar quando entramos numa sala que parece não 
funcionar.</p>
<p>Como ponto de partida é essencial "destralhar", 
vermo-nos livres daquilo que já não usamos e que vamos deixando ficar lá
 por casa, e que acaba por bloquear o fluxo normal da energia.</p>
<p>Haverá
 concerteza pessoas que não acreditam em nada destas coisas, mas eu não 
sou dessas pessoas, eu acredito que as coisas que nos rodeiam nos 
influenciam, mas mais importante do que isso é a ligação emocional que 
criamos a certas coisas, um apego que não nos deixam avançar como se de 
uma âncora se tratasse.</p>
<p>A sensação que fiquei ao falar com a 
Catarina é que as coisas fluem porque ela respeita o seu ser, se 
respeita, e essa clareza que vem de não forçar, permitiu-lhe ver uma 
oportunidade de negócio numa necessidade, e assim criou a Mercearia da 
Terra, um pequeno negócio que traz para a cidade as riquezas escondidas 
que temos em muitas zonas rurais de Portugal.</p>
<p>Vou então respeitar-me mais, largar o excesso e zarpar a àguas mais prolíferas.</p>
<ul><li> <a href='https://www.facebook.com/INNERTREE/'>InnerTree.</a><br>
</li>
</ul>
<ul><li><a href='http://merceariadaterra.wix.com/mercearia-da-terra'>Mercearia da Terra.</a><br>
</li>
</ul>
<p style="text-align:center;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/02/LIRIO-DA-PAZ-1.jpg'></a>Lírio da Paz - serve para absorver radiações. Obrigado Sr Lírio.</p>
<p style="text-align:center;"><a href='http://falarcriativo.com/wp-content/uploads/2015/02/LO-Pan-Feng-Shui.jpg'></a> Lo Pan - Bússola para o Feng Shui</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[A convidada desta semana é a Catarina Sousa, arquitecta que tive 
contacto através de  uma partilha de uma amiga minha, a Cecília Lopes 
que tem um centro de yoga onde a Catarina pratica, o Surya Yoga Shala.A Catarina tem uma página no facebook Inner Tree, onde partilha dicas, frases, e outras coisas relacionadas com a  harmonia, arquitectura, feng shui, e outros assuntos afins.Quando
 fui falar com a Catarina andava eu próprio a sentir-me desconfortável 
na minha própria casa, e a sentir que havia várias coisas que não 
fluiam, o podcast, a relação com as minhas filhas, e até a relação 
comigo mesmo.Sentia a falta de um espaço dedicado ao trabalho, 
pois o escritório era um bocado que eu ocupava na sala. O espaço para 
criar o escritório existia, estava era cheio de tralha e a 
preguiça/procrastinação não deixavam que a mudança se fizesse.Já está, neste momento escrevo no dito espaço, que era uma pena estar dedicado a acumular tralha. Foto da vista em anexo.A
 Catarina tem um percurso dentro da arquitectura até bastante lógico, 
trabalhar num atelier durante 10 anos, chegar a ter sociedade, e depois 
perceber que a vida não pode ser só isto.O seu gosto pela 
harmonia fizeram-na chegar ao Feng Shui, uma "corrente de pensamento 
analítico" (segundo a wikipédia), que tenta criar essa mesma harmonia 
nos espaços onde habitamos.Agora a Catarina tem essa ferramenta 
que usa para fazer avaliações de espaços, usando instrumentos como a Lo 
Pan, que ajudam a tornar mais claro aquilo que por vezes sentimos e não 
conseguimos identificar quando entramos numa sala que parece não 
funcionar.Como ponto de partida é essencial "destralhar", 
vermo-nos livres daquilo que já não usamos e que vamos deixando ficar lá
 por casa, e que acaba por bloquear o fluxo normal da energia.Haverá
 concerteza pessoas que não acreditam em nada destas coisas, mas eu não 
sou dessas pessoas, eu acredito que as coisas que nos rodeiam nos 
influenciam, mas mais importante do que isso é a ligação emocional que 
criamos a certas coisas, um apego que não nos deixam avançar como se de 
uma âncora se tratasse.A sensação que fiquei ao falar com a 
Catarina é que as coisas fluem porque ela respeita o seu ser, se 
respeita, e essa clareza que vem de não forçar, permitiu-lhe ver uma 
oportunidade de negócio numa necessidade, e assim criou a Mercearia da 
Terra, um pequeno negócio que traz para a cidade as riquezas escondidas 
que temos em muitas zonas rurais de Portugal.Vou então respeitar-me mais, largar o excesso e zarpar a àguas mais prolíferas. InnerTree.Mercearia da Terra.Lírio da Paz - serve para absorver radiações. Obrigado Sr Lírio. Lo Pan - Bússola para o Feng Shui]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 64 Cristina Nobre Soares</title>
        <itunes:title>episódio 64 Cristina Nobre Soares</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-64-cristina-nobre-soares/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 02 Feb 2015 13:12:50 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Cristina Nobre Soares, escritora, fundadora do <a href='http://dreamlab.camp/'>Dream Lab</a>.  A Cristina foi-me apresentada pela Sónia Fernandes, quando fui à primeira reunião do Colab at Lisboa, no Cowork Lisboa.</p>
<p>Já tinha lido na <a href='http://visao.sapo.pt/'>revista Visão</a>
 um artigo sobre o Dream Lab, e fiquei cheio de vontade de falar com a 
Cristina, sobre este laboratório que tanta falta me tinha feito quando 
era eu adolescente, pois como ela diz na entrevista, é dito ao jovens, 
"A vida não é só isto", isto no sentido de que nós não somos um cargo, 
uma profissão, um título, e acima de tudo todas as escolhas são válidas,
 temos é de as fazer com seriedade, entrega e de forma sustentada.</p>
<p>Desde
 pequenina que a Cristina queria ser escritora, mas acabou por tirar o 
curso de engenharia florestal, curso onde segundo ela aprendeu a ser 
humilde, coisa que o meu também me fez um bocado, uma vez que tal como a
 Cristina a escola até aí tinha sido fácil, boas notas não me eram 
difíceis.</p>
<p>Chegou então a um ponto onde não foi possível continuar a
 ser aquilo que não era, pois mais uma vez usando as palavras da 
Cristina, "nós só somos um, não podemos ser duas pessoas", e aquilo que 
ela era e é, é escritora. E que bem que ela escreve, eu pelo menos gosto
 do estilo de escrita.</p>
<p>Falamos também que nós como pais temos a 
tendência para "mastigar a vida" dos nossos filhos, e que nem sempre 
será o melhor para eles.</p>
<p>Admito que hoje me foi algo difícil 
escrever este texto, fartei-me de tirar apontamentos enquanto ouvia 
novamente a nossa conversa, a dificuldade foi achar que há muito nesta 
conversa com o qual me identifico, mas as palavras ditas acertam na 
mouche, e seria apenas uma mera transcrição das sábias palavras da 
Cristina.</p>
<p>Acabo com a frase do Dream Lab, que para mim diz tudo.</p>
<p>"Aquilo que fazemos só faz sentido quando é aquilo que somos."</p>
<ul><li><a href='http://linharecta.blogs.sapo.pt/'>Blog em Linha Recta.</a>
</li>
<li><a href='https://www.facebook.com/events/1525794247683807/permalink/1530548853875013/'>Dream Big.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Cristina Nobre Soares, escritora, fundadora do <a href='http://dreamlab.camp/'>Dream Lab</a>.  A Cristina foi-me apresentada pela Sónia Fernandes, quando fui à primeira reunião do Colab at Lisboa, no Cowork Lisboa.</p>
<p>Já tinha lido na <a href='http://visao.sapo.pt/'>revista Visão</a>
 um artigo sobre o Dream Lab, e fiquei cheio de vontade de falar com a 
Cristina, sobre este laboratório que tanta falta me tinha feito quando 
era eu adolescente, pois como ela diz na entrevista, é dito ao jovens, 
"A vida não é só isto", isto no sentido de que nós não somos um cargo, 
uma profissão, um título, e acima de tudo todas as escolhas são válidas,
 temos é de as fazer com seriedade, entrega e de forma sustentada.</p>
<p>Desde
 pequenina que a Cristina queria ser escritora, mas acabou por tirar o 
curso de engenharia florestal, curso onde segundo ela aprendeu a ser 
humilde, coisa que o meu também me fez um bocado, uma vez que tal como a
 Cristina a escola até aí tinha sido fácil, boas notas não me eram 
difíceis.</p>
<p>Chegou então a um ponto onde não foi possível continuar a
 ser aquilo que não era, pois mais uma vez usando as palavras da 
Cristina, "nós só somos um, não podemos ser duas pessoas", e aquilo que 
ela era e é, é escritora. E que bem que ela escreve, eu pelo menos gosto
 do estilo de escrita.</p>
<p>Falamos também que nós como pais temos a 
tendência para "mastigar a vida" dos nossos filhos, e que nem sempre 
será o melhor para eles.</p>
<p>Admito que hoje me foi algo difícil 
escrever este texto, fartei-me de tirar apontamentos enquanto ouvia 
novamente a nossa conversa, a dificuldade foi achar que há muito nesta 
conversa com o qual me identifico, mas as palavras ditas acertam na 
mouche, e seria apenas uma mera transcrição das sábias palavras da 
Cristina.</p>
<p>Acabo com a frase do Dream Lab, que para mim diz tudo.</p>
<p><em>"Aquilo que fazemos só faz sentido quando é aquilo que somos."</em></p>
<ul><li><a href='http://linharecta.blogs.sapo.pt/'>Blog em Linha Recta.</a><br>
</li>
<li><a href='https://www.facebook.com/events/1525794247683807/permalink/1530548853875013/'>Dream Big.</a></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[A convidada desta semana é a Cristina Nobre Soares, escritora, fundadora do Dream Lab.  A Cristina foi-me apresentada pela Sónia Fernandes, quando fui à primeira reunião do Colab at Lisboa, no Cowork Lisboa.Já tinha lido na revista Visão
 um artigo sobre o Dream Lab, e fiquei cheio de vontade de falar com a 
Cristina, sobre este laboratório que tanta falta me tinha feito quando 
era eu adolescente, pois como ela diz na entrevista, é dito ao jovens, 
"A vida não é só isto", isto no sentido de que nós não somos um cargo, 
uma profissão, um título, e acima de tudo todas as escolhas são válidas,
 temos é de as fazer com seriedade, entrega e de forma sustentada.Desde
 pequenina que a Cristina queria ser escritora, mas acabou por tirar o 
curso de engenharia florestal, curso onde segundo ela aprendeu a ser 
humilde, coisa que o meu também me fez um bocado, uma vez que tal como a
 Cristina a escola até aí tinha sido fácil, boas notas não me eram 
difíceis.Chegou então a um ponto onde não foi possível continuar a
 ser aquilo que não era, pois mais uma vez usando as palavras da 
Cristina, "nós só somos um, não podemos ser duas pessoas", e aquilo que 
ela era e é, é escritora. E que bem que ela escreve, eu pelo menos gosto
 do estilo de escrita.Falamos também que nós como pais temos a 
tendência para "mastigar a vida" dos nossos filhos, e que nem sempre 
será o melhor para eles.Admito que hoje me foi algo difícil 
escrever este texto, fartei-me de tirar apontamentos enquanto ouvia 
novamente a nossa conversa, a dificuldade foi achar que há muito nesta 
conversa com o qual me identifico, mas as palavras ditas acertam na 
mouche, e seria apenas uma mera transcrição das sábias palavras da 
Cristina.Acabo com a frase do Dream Lab, que para mim diz tudo."Aquilo que fazemos só faz sentido quando é aquilo que somos."Blog em Linha Recta.Dream Big.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 63 Elsa Serra</title>
        <itunes:title>episódio 63 Elsa Serra</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-63-elsa-serra/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-63-elsa-serra/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 26 Jan 2015 13:47:48 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Elsa Serra, uma contadora de histórias, 
que me foi sugerida pela Rossana Appolloni, que me disse que havia uma 
pessoa que tinha como profissão "contadora de histórias"! Fiquei 
curiosíssimo de falar com ela, de perceber o que é um contador de 
histórias, e como isso se faz.</p>
<p>O percurso da Elsa é não-linear, 
como muitos dos convidados do Falar Criativo, onde um sonho de ser atriz
 se cruza com circo, com escrita.</p>
<p>Acredito que a capacidade de 
contar histórias, de humanizar dados, factos e até coisas, é uma 
ferramenta que todos deveríamos possuir, pois no nosso dia-a-dia, as 
ligações que criamos com as pessoas que nos rodeiam, passam muito pelas 
histórias que vivemos e pela forma que partilhamos as coisas que nos 
acontecem, levando os ouvintes numa viagem connosco a sítios tão banais,
 como uma ida ao supermercado que se torna numa epopeia só porque nos 
esquecemos da carteira em casa, e o relato emociona quem nos ouve, e de 
alguma forma sente que também ele se esqueceu da dita carteira.</p>
<p>Os
 criativos, sabem criar, daí o adjectivo que se lhes refere, e essa 
capacidade tem de ser usada para envolver os destinatários daquilo que 
criam, passar a informação sobre os seus quadros, os seus potes, o seu 
design, etc., de forma que seja retida por quem será "comprador" daquilo
 que vendem. Como a Elsa diz na nossa conversa, 90% da informação é 
retida se for contada sob a forma de história, contra uns meros 34%, se 
for apenas um relacto de factos. A história apela a todos os nossos 
sentidos, inclui-nos, os factos são apenas "razão".</p>
<p>Como diz a Elsa no seu site, "Contar uma história é um exercício de intimidade", e todos, sem excepção, ansiamos por esse toque, por essa intimidade da partilha mágica de emoções.</p>
<ul><li><a href='http://elsaserra1.wix.com/contadorahistorias'>Site da Elsa.</a>
</li>
</ul>
<ul><li><a href='https://www.facebook.com/pages/Elsa-Serra-Contadora-de-Hist%C3%B3rias/111937228920323?sk=timeline'>Facebook da Elsa.</a>
</li>
</ul>
<a href='http://www.planetatangerina.com/pt/livros/a-ilha'>O livro "A ilha" do João Gomes de Abreu e ilustrações da Yara Kono.</a>]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Elsa Serra, uma contadora de histórias, 
que me foi sugerida pela Rossana Appolloni, que me disse que havia uma 
pessoa que tinha como profissão "contadora de histórias"! Fiquei 
curiosíssimo de falar com ela, de perceber o que é um contador de 
histórias, e como isso se faz.</p>
<p>O percurso da Elsa é não-linear, 
como muitos dos convidados do Falar Criativo, onde um sonho de ser atriz
 se cruza com circo, com escrita.</p>
<p>Acredito que a capacidade de 
contar histórias, de humanizar dados, factos e até coisas, é uma 
ferramenta que todos deveríamos possuir, pois no nosso dia-a-dia, as 
ligações que criamos com as pessoas que nos rodeiam, passam muito pelas 
histórias que vivemos e pela forma que partilhamos as coisas que nos 
acontecem, levando os ouvintes numa viagem connosco a sítios tão banais,
 como uma ida ao supermercado que se torna numa epopeia só porque nos 
esquecemos da carteira em casa, e o relato emociona quem nos ouve, e de 
alguma forma sente que também ele se esqueceu da dita carteira.</p>
<p>Os
 criativos, sabem criar, daí o adjectivo que se lhes refere, e essa 
capacidade tem de ser usada para envolver os destinatários daquilo que 
criam, passar a informação sobre os seus quadros, os seus potes, o seu 
design, etc., de forma que seja retida por quem será "comprador" daquilo
 que vendem. Como a Elsa diz na nossa conversa, 90% da informação é 
retida se for contada sob a forma de história, contra uns meros 34%, se 
for apenas um relacto de factos. A história apela a todos os nossos 
sentidos, inclui-nos, os factos são apenas "razão".</p>
<p>Como diz a Elsa no seu site, "Contar uma história é um exercício de intimidade", e todos, sem excepção, ansiamos por esse toque, por essa intimidade da partilha mágica de emoções.</p>
<ul><li><a href='http://elsaserra1.wix.com/contadorahistorias'>Site da Elsa.</a><br>
</li>
</ul>
<ul><li><a href='https://www.facebook.com/pages/Elsa-Serra-Contadora-de-Hist%C3%B3rias/111937228920323?sk=timeline'>Facebook da Elsa.</a><br>
</li>
</ul>
<a href='http://www.planetatangerina.com/pt/livros/a-ilha'>O livro "A ilha" do João Gomes de Abreu e ilustrações da Yara Kono.</a>]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[A convidada desta semana é a Elsa Serra, uma contadora de histórias, 
que me foi sugerida pela Rossana Appolloni, que me disse que havia uma 
pessoa que tinha como profissão "contadora de histórias"! Fiquei 
curiosíssimo de falar com ela, de perceber o que é um contador de 
histórias, e como isso se faz.O percurso da Elsa é não-linear, 
como muitos dos convidados do Falar Criativo, onde um sonho de ser atriz
 se cruza com circo, com escrita.Acredito que a capacidade de 
contar histórias, de humanizar dados, factos e até coisas, é uma 
ferramenta que todos deveríamos possuir, pois no nosso dia-a-dia, as 
ligações que criamos com as pessoas que nos rodeiam, passam muito pelas 
histórias que vivemos e pela forma que partilhamos as coisas que nos 
acontecem, levando os ouvintes numa viagem connosco a sítios tão banais,
 como uma ida ao supermercado que se torna numa epopeia só porque nos 
esquecemos da carteira em casa, e o relato emociona quem nos ouve, e de 
alguma forma sente que também ele se esqueceu da dita carteira.Os
 criativos, sabem criar, daí o adjectivo que se lhes refere, e essa 
capacidade tem de ser usada para envolver os destinatários daquilo que 
criam, passar a informação sobre os seus quadros, os seus potes, o seu 
design, etc., de forma que seja retida por quem será "comprador" daquilo
 que vendem. Como a Elsa diz na nossa conversa, 90% da informação é 
retida se for contada sob a forma de história, contra uns meros 34%, se 
for apenas um relacto de factos. A história apela a todos os nossos 
sentidos, inclui-nos, os factos são apenas "razão".Como diz a Elsa no seu site, "Contar uma história é um exercício de intimidade", e todos, sem excepção, ansiamos por esse toque, por essa intimidade da partilha mágica de emoções.Site da Elsa.Facebook da Elsa.O livro "A ilha" do João Gomes de Abreu e ilustrações da Yara Kono.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 62 Fernando Mendes</title>
        <itunes:title>episódio 62 Fernando Mendes</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-62-fernando-mendes/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-62-fernando-mendes/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 19 Jan 2015 12:50:59 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o Fernando Mendes, que segundo o próprio, é um designer e pensa como um.</p>
<p>O Fernando foi-me apresentado pela <a href='http://falarcriativo.com/episodio-57-sonia-fernandes/'>Sónia Fernandes</a>,
 convidada 57 do Falar Criativo, através de um email, onde me colocou em
 contacto com ele. Combinado o dia e hora, lá me dirigi eu ao Cowork 
Lisboa para fazer a entrevista, era fim do dia, e por essa mesma razão 
se ouvem algumas pessoas a passar por nós e a dizer "até amanhã".</p>
<p>Tirando
 o facto de saber que o Fernando era fundador do Cowork Lisboa, que era 
designer, e dava aulas, pouco sabia da pessoa em questão. Sendo assim, 
fui realmente disponível para ouvir, mais do que falar (algo que tento 
sempre nas minhas conversas/entrevistas).</p>
<p>Falámos de muita coisa, 
de criatividade, do  que é isso da criatividade, do design, do "ser" 
designer, mas admito que retive a questão do Fernando se assumir como um
 preguiçoso, como algo profundo, e que me diz muito, por duas razões. A 
primeira é que tendemos a criticar maneiras diferentes de abordar o 
trabalho, a valorizar o ocupado, aquele que "nem tem tempo para se 
coçar", o empreendedor que se levanta às 5 da manhã e se deita à 
meia-noite. A segunda é que se ele é de facto preguiçoso e consegue 
gerar valor, é porque usa de forma muito acertada, tipo sniper, onde 
investir a sua energia e o seu tempo. Muitos de nós, nos quais me ainda 
me incluo, somos poucos criteriosos onde, quando, e como usamos as 
nossas capacidades, onde de melhor forma podemos acrescentar valor. 
Temos a tendência de seguir uma to-do list abarrotada, acabar o dia a 
sentirmo-nos falhados pois estamos cansados, e nem um décimo da lista 
foi feito.</p>
<p>O Fernando na música por exemplo simplificou, devoto fã
 dos Velvet Underground, diz que não precisa de ser fã de outras bandas,
 aquilo que os Velvet e o Lou Reed fizeram "é tudo".</p>
<p>Simplificar, dizer não, para dizer <a href='http://sivers.org/hellyeah'>Hell Yeah</a>, àquilo que realmente importa para nós, e onde inequivocamente somos geradores de valor na nossa especificidade.</p>
<ul><li><a href='http://coworklisboa.pt/'>Site do Cowork Lisboa</a>
</li>
</ul>
<p>http://youtu.be/0cWzxJvgWc8</p>
<p> </p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o Fernando Mendes, que segundo o próprio, é um designer e pensa como um.</p>
<p>O Fernando foi-me apresentado pela <a href='http://falarcriativo.com/episodio-57-sonia-fernandes/'>Sónia Fernandes</a>,
 convidada 57 do Falar Criativo, através de um email, onde me colocou em
 contacto com ele. Combinado o dia e hora, lá me dirigi eu ao Cowork 
Lisboa para fazer a entrevista, era fim do dia, e por essa mesma razão 
se ouvem algumas pessoas a passar por nós e a dizer "até amanhã".</p>
<p>Tirando
 o facto de saber que o Fernando era fundador do Cowork Lisboa, que era 
designer, e dava aulas, pouco sabia da pessoa em questão. Sendo assim, 
fui realmente disponível para ouvir, mais do que falar (algo que tento 
sempre nas minhas conversas/entrevistas).</p>
<p>Falámos de muita coisa, 
de criatividade, do  que é isso da criatividade, do design, do "ser" 
designer, mas admito que retive a questão do Fernando se assumir como um
 preguiçoso, como algo profundo, e que me diz muito, por duas razões. A 
primeira é que tendemos a criticar maneiras diferentes de abordar o 
trabalho, a valorizar o ocupado, aquele que "nem tem tempo para se 
coçar", o empreendedor que se levanta às 5 da manhã e se deita à 
meia-noite. A segunda é que se ele é de facto preguiçoso e consegue 
gerar valor, é porque usa de forma muito acertada, tipo sniper, onde 
investir a sua energia e o seu tempo. Muitos de nós, nos quais me ainda 
me incluo, somos poucos criteriosos onde, quando, e como usamos as 
nossas capacidades, onde de melhor forma podemos acrescentar valor. 
Temos a tendência de seguir uma to-do list abarrotada, acabar o dia a 
sentirmo-nos falhados pois estamos cansados, e nem um décimo da lista 
foi feito.</p>
<p>O Fernando na música por exemplo simplificou, devoto fã
 dos Velvet Underground, diz que não precisa de ser fã de outras bandas,
 aquilo que os Velvet e o Lou Reed fizeram "é tudo".</p>
<p>Simplificar, dizer não, para dizer <a href='http://sivers.org/hellyeah'>Hell Yeah</a>, àquilo que realmente importa para nós, e onde inequivocamente somos geradores de valor na nossa especificidade.</p>
<ul><li><a href='http://coworklisboa.pt/'>Site do Cowork Lisboa</a><br>
</li>
</ul>
<p>http://youtu.be/0cWzxJvgWc8</p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Fernando Mendes, que segundo o próprio, é um designer e pensa como um.O Fernando foi-me apresentado pela Sónia Fernandes,
 convidada 57 do Falar Criativo, através de um email, onde me colocou em
 contacto com ele. Combinado o dia e hora, lá me dirigi eu ao Cowork 
Lisboa para fazer a entrevista, era fim do dia, e por essa mesma razão 
se ouvem algumas pessoas a passar por nós e a dizer "até amanhã".Tirando
 o facto de saber que o Fernando era fundador do Cowork Lisboa, que era 
designer, e dava aulas, pouco sabia da pessoa em questão. Sendo assim, 
fui realmente disponível para ouvir, mais do que falar (algo que tento 
sempre nas minhas conversas/entrevistas).Falámos de muita coisa, 
de criatividade, do  que é isso da criatividade, do design, do "ser" 
designer, mas admito que retive a questão do Fernando se assumir como um
 preguiçoso, como algo profundo, e que me diz muito, por duas razões. A 
primeira é que tendemos a criticar maneiras diferentes de abordar o 
trabalho, a valorizar o ocupado, aquele que "nem tem tempo para se 
coçar", o empreendedor que se levanta às 5 da manhã e se deita à 
meia-noite. A segunda é que se ele é de facto preguiçoso e consegue 
gerar valor, é porque usa de forma muito acertada, tipo sniper, onde 
investir a sua energia e o seu tempo. Muitos de nós, nos quais me ainda 
me incluo, somos poucos criteriosos onde, quando, e como usamos as 
nossas capacidades, onde de melhor forma podemos acrescentar valor. 
Temos a tendência de seguir uma to-do list abarrotada, acabar o dia a 
sentirmo-nos falhados pois estamos cansados, e nem um décimo da lista 
foi feito.O Fernando na música por exemplo simplificou, devoto fã
 dos Velvet Underground, diz que não precisa de ser fã de outras bandas,
 aquilo que os Velvet e o Lou Reed fizeram "é tudo".Simplificar, dizer não, para dizer Hell Yeah, àquilo que realmente importa para nós, e onde inequivocamente somos geradores de valor na nossa especificidade.Site do Cowork Lisboahttp://youtu.be/0cWzxJvgWc8 ]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 61 Ricardo Frade</title>
        <itunes:title>episódio 61 Ricardo Frade</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-61-ricardo-frade/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 12 Jan 2015 13:26:09 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o Ricardo Frade, uma pessoa que é criativa
 na arte de viver, na arte de nos centrarmos na solução e não no 
problema.</p>
<p>A sugestão do convidado veio de uma ouvinte do podcast, a
 Ana Patrocínio, que me disse que eu era capaz de achar a história do 
Ricardo interessante. Confirmou-se achei a história interessante, pois 
histórias de reinvenção, de nos superarmos, são coisas que mexem muito 
comigo, pois eu próprio acredito que só tendo essa capacidade poderemos 
ser felizes. Porquê? Perguntam as pessoas. Só quem vive criativamente e 
 consegue ver a saída de situações menos boas em que se encontra, poderá
 almejar ser feliz, uma vez que viver significa isso mesmo, altos e 
baixos. E não importa o número de vezes que caímos, mas o número de 
vezes que nos levantamos.</p>
<p>O livro está cheio de peripécias em que o
 Ricardo tem de encontrar uma solução rápida para o seu problema, e todo
 o processo mental, descrito na primeira pessoa, é bastante inspirador.</p>
<p>Eu
 desde a nossa conversa comecei a olhar para a minha vida de forma 
diferente, espero que mais pessoas aproveitem este episódio para um 
pouco de reflexão.</p>
<ul><li><a href='http://www.pedescalco.pt/'>Site do Pé Descalço</a>
</li>
</ul>
<p>A entrevista foi feita no <a href='http://www.arigato.pt/'>Arigato Sushi Arena</a>, o restaurante  de um anterior convidado, o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-9-joao-banazol/'>João Banazol</a>.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o Ricardo Frade, uma pessoa que é criativa
 na arte de viver, na arte de nos centrarmos na solução e não no 
problema.</p>
<p>A sugestão do convidado veio de uma ouvinte do podcast, a
 Ana Patrocínio, que me disse que eu era capaz de achar a história do 
Ricardo interessante. Confirmou-se achei a história interessante, pois 
histórias de reinvenção, de nos superarmos, são coisas que mexem muito 
comigo, pois eu próprio acredito que só tendo essa capacidade poderemos 
ser felizes. Porquê? Perguntam as pessoas. Só quem vive criativamente e 
 consegue ver a saída de situações menos boas em que se encontra, poderá
 almejar ser feliz, uma vez que viver significa isso mesmo, altos e 
baixos. E não importa o número de vezes que caímos, mas o número de 
vezes que nos levantamos.</p>
<p>O livro está cheio de peripécias em que o
 Ricardo tem de encontrar uma solução rápida para o seu problema, e todo
 o processo mental, descrito na primeira pessoa, é bastante inspirador.</p>
<p>Eu
 desde a nossa conversa comecei a olhar para a minha vida de forma 
diferente, espero que mais pessoas aproveitem este episódio para um 
pouco de reflexão.</p>
<ul><li><a href='http://www.pedescalco.pt/'>Site do Pé Descalço</a><br>
</li>
</ul>
<p>A entrevista foi feita no <a href='http://www.arigato.pt/'>Arigato Sushi Arena</a>, o restaurante  de um anterior convidado, o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-9-joao-banazol/'>João Banazol</a>.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Ricardo Frade, uma pessoa que é criativa
 na arte de viver, na arte de nos centrarmos na solução e não no 
problema.A sugestão do convidado veio de uma ouvinte do podcast, a
 Ana Patrocínio, que me disse que eu era capaz de achar a história do 
Ricardo interessante. Confirmou-se achei a história interessante, pois 
histórias de reinvenção, de nos superarmos, são coisas que mexem muito 
comigo, pois eu próprio acredito que só tendo essa capacidade poderemos 
ser felizes. Porquê? Perguntam as pessoas. Só quem vive criativamente e 
 consegue ver a saída de situações menos boas em que se encontra, poderá
 almejar ser feliz, uma vez que viver significa isso mesmo, altos e 
baixos. E não importa o número de vezes que caímos, mas o número de 
vezes que nos levantamos.O livro está cheio de peripécias em que o
 Ricardo tem de encontrar uma solução rápida para o seu problema, e todo
 o processo mental, descrito na primeira pessoa, é bastante inspirador.Eu
 desde a nossa conversa comecei a olhar para a minha vida de forma 
diferente, espero que mais pessoas aproveitem este episódio para um 
pouco de reflexão.Site do Pé DescalçoA entrevista foi feita no Arigato Sushi Arena, o restaurante  de um anterior convidado, o João Banazol.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 60 Hugo Macedo</title>
        <itunes:title>episódio 60 Hugo Macedo</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-60-hugo-macedo/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 05 Jan 2015 13:10:25 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o Hugo Macedo, fotógrafo que recentemente teve uma exposição em Lisboa,  no <a href='http://destinationhostels.com'>Destinations Hostels</a> na Estação do Rossio. A exposição chamava-se <a href='http://p3.publico.pt/cultura/exposicoes/14762/tabasamu-os-sorrisos-de-africa-revelados-por-hugo'>"Tabasamu" </a>e um amigo comum, o Nuno Gaudêncio,  sugeriu-me a ida à inauguração, que infelizmente não consegui ir.</p>
<p>Daí surgiu a ideia de entrevistar o Hugo, que aceitou logo o convite.</p>
<p>O
 percurso do Hugo é muito interessante no sentido em que experimentou 
várias coisas, "Estatística e Investigação Operacional" uma vez que 
gosta/gostava desse tipo de coisas, mas percebeu que não era bem aquilo 
que pretendia, e deixou a estatística e arranjou emprego na TMN, onde 
conciliava com um novo curso, o de "Gestão e Engenharia Industrial". 
Como gostava e era bom naquilo que fazia na TMN, acabou por se desligar 
do curso, e subir dentro da empresa onde esteve 10 anos. Uma vez que 
acabou por chegar a um cargo onde coordenava outras pessoas, percebeu o 
interesse pelos "Recursos Humanos", curso que passou a frequentar e a 
gostar, pois conseguia ver, como ele próprio diz, a aplicabilidade 
daquilo que aprendia na universidade, pois a experiência da práctica no 
trabalho era complementar com a teoria.</p>
<p>Tal como eu o Hugo 
considera que deveríamos ter experiências reais antes de nos metermos a 
tirar um curso superior, a pessoa que somos dos 15 aos 18/19 anos, não é
 uma pessoa com conhecimentos suficientes sobre o mundo e de que maneira
 nos queremos relacionar com ele, partindo de uma base académica que se 
encaixe com uma visão do mundo mais real e abrangente.</p>
<p>A 
fotografia surgiu, ou melhor, nunca esteve ausente, mas quando o Hugo 
saiu da TMN, achou que iria ter uns tempos para pensar no que fazer da 
vida, mas acabou por estar dois anos a viver da fotografia, algo que 
aconteceu quase de forma orgânica, sem grandes planeamentos, alguém que 
precisava de um fotógrafo, e "voilá", os trabalhos começaram a surgir.</p>
<p>O Hugo desde 2010 trabalha na <a href='http://www.ano.com.pt/'>Associação Nacional dos Ópticos</a>,
 na parte dos recursos humanos, tendo sido, segundo ele uma decisão 
ponderada e não apaixonada, pela estabilidade que um emprego "normal" 
traz, mas acaba por beneficiar a paixão da fotografia, pois quando 
fotografa, aos fins de semana, e após o seu horário de trabalho, fá-lo 
de uma forma mais liberta da pressão que o "viver da fotografia" de 
certa forma obrigaria.</p>
<p>O próprio podcast, para mim, pretendo que 
seja algo paralelo, não seja a minha fonte principal de rendimento, a 
liberdade de escolhas que isso permite, beneficia de certeza a mim, aos 
convidados e a quem segue o podcast.</p>
<a href='http://www.hugomacedo.net/'>Site do Hugo.</a>]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o Hugo Macedo, fotógrafo que recentemente teve uma exposição em Lisboa,  no <a href='http://destinationhostels.com'>Destinations Hostels</a> na Estação do Rossio. A exposição chamava-se <a href='http://p3.publico.pt/cultura/exposicoes/14762/tabasamu-os-sorrisos-de-africa-revelados-por-hugo'>"Tabasamu" </a>e um amigo comum, o Nuno Gaudêncio,  sugeriu-me a ida à inauguração, que infelizmente não consegui ir.</p>
<p>Daí surgiu a ideia de entrevistar o Hugo, que aceitou logo o convite.</p>
<p>O
 percurso do Hugo é muito interessante no sentido em que experimentou 
várias coisas, "Estatística e Investigação Operacional" uma vez que 
gosta/gostava desse tipo de coisas, mas percebeu que não era bem aquilo 
que pretendia, e deixou a estatística e arranjou emprego na TMN, onde 
conciliava com um novo curso, o de "Gestão e Engenharia Industrial". 
Como gostava e era bom naquilo que fazia na TMN, acabou por se desligar 
do curso, e subir dentro da empresa onde esteve 10 anos. Uma vez que 
acabou por chegar a um cargo onde coordenava outras pessoas, percebeu o 
interesse pelos "Recursos Humanos", curso que passou a frequentar e a 
gostar, pois conseguia ver, como ele próprio diz, a aplicabilidade 
daquilo que aprendia na universidade, pois a experiência da práctica no 
trabalho era complementar com a teoria.</p>
<p>Tal como eu o Hugo 
considera que deveríamos ter experiências reais antes de nos metermos a 
tirar um curso superior, a pessoa que somos dos 15 aos 18/19 anos, não é
 uma pessoa com conhecimentos suficientes sobre o mundo e de que maneira
 nos queremos relacionar com ele, partindo de uma base académica que se 
encaixe com uma visão do mundo mais real e abrangente.</p>
<p>A 
fotografia surgiu, ou melhor, nunca esteve ausente, mas quando o Hugo 
saiu da TMN, achou que iria ter uns tempos para pensar no que fazer da 
vida, mas acabou por estar dois anos a viver da fotografia, algo que 
aconteceu quase de forma orgânica, sem grandes planeamentos, alguém que 
precisava de um fotógrafo, e "voilá", os trabalhos começaram a surgir.</p>
<p>O Hugo desde 2010 trabalha na <a href='http://www.ano.com.pt/'>Associação Nacional dos Ópticos</a>,
 na parte dos recursos humanos, tendo sido, segundo ele uma decisão 
ponderada e não apaixonada, pela estabilidade que um emprego "normal" 
traz, mas acaba por beneficiar a paixão da fotografia, pois quando 
fotografa, aos fins de semana, e após o seu horário de trabalho, fá-lo 
de uma forma mais liberta da pressão que o "viver da fotografia" de 
certa forma obrigaria.</p>
<p>O próprio podcast, para mim, pretendo que 
seja algo paralelo, não seja a minha fonte principal de rendimento, a 
liberdade de escolhas que isso permite, beneficia de certeza a mim, aos 
convidados e a quem segue o podcast.</p>
<a href='http://www.hugomacedo.net/'>Site do Hugo.</a>]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Hugo Macedo, fotógrafo que recentemente teve uma exposição em Lisboa,  no Destinations Hostels na Estação do Rossio. A exposição chamava-se "Tabasamu" e um amigo comum, o Nuno Gaudêncio,  sugeriu-me a ida à inauguração, que infelizmente não consegui ir.Daí surgiu a ideia de entrevistar o Hugo, que aceitou logo o convite.O
 percurso do Hugo é muito interessante no sentido em que experimentou 
várias coisas, "Estatística e Investigação Operacional" uma vez que 
gosta/gostava desse tipo de coisas, mas percebeu que não era bem aquilo 
que pretendia, e deixou a estatística e arranjou emprego na TMN, onde 
conciliava com um novo curso, o de "Gestão e Engenharia Industrial". 
Como gostava e era bom naquilo que fazia na TMN, acabou por se desligar 
do curso, e subir dentro da empresa onde esteve 10 anos. Uma vez que 
acabou por chegar a um cargo onde coordenava outras pessoas, percebeu o 
interesse pelos "Recursos Humanos", curso que passou a frequentar e a 
gostar, pois conseguia ver, como ele próprio diz, a aplicabilidade 
daquilo que aprendia na universidade, pois a experiência da práctica no 
trabalho era complementar com a teoria.Tal como eu o Hugo 
considera que deveríamos ter experiências reais antes de nos metermos a 
tirar um curso superior, a pessoa que somos dos 15 aos 18/19 anos, não é
 uma pessoa com conhecimentos suficientes sobre o mundo e de que maneira
 nos queremos relacionar com ele, partindo de uma base académica que se 
encaixe com uma visão do mundo mais real e abrangente.A 
fotografia surgiu, ou melhor, nunca esteve ausente, mas quando o Hugo 
saiu da TMN, achou que iria ter uns tempos para pensar no que fazer da 
vida, mas acabou por estar dois anos a viver da fotografia, algo que 
aconteceu quase de forma orgânica, sem grandes planeamentos, alguém que 
precisava de um fotógrafo, e "voilá", os trabalhos começaram a surgir.O Hugo desde 2010 trabalha na Associação Nacional dos Ópticos,
 na parte dos recursos humanos, tendo sido, segundo ele uma decisão 
ponderada e não apaixonada, pela estabilidade que um emprego "normal" 
traz, mas acaba por beneficiar a paixão da fotografia, pois quando 
fotografa, aos fins de semana, e após o seu horário de trabalho, fá-lo 
de uma forma mais liberta da pressão que o "viver da fotografia" de 
certa forma obrigaria.O próprio podcast, para mim, pretendo que 
seja algo paralelo, não seja a minha fonte principal de rendimento, a 
liberdade de escolhas que isso permite, beneficia de certeza a mim, aos 
convidados e a quem segue o podcast.Site do Hugo.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 59 Ernesto Pereira</title>
        <itunes:title>episódio 59 Ernesto Pereira</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o Ernesto Pereira, um arquitecto, 
carpinteiro, empreiteiro e acima de tudo alguém que tem vontade de fazer
 bem e de forma diferente.</p>
<p>Um jovem que foi criado num meio rural onde as fisgas e outras engenhocas faziam parte do dia a dia.</p>
<p>O
 Ernesto foi atleta de alta competição, tendo sido campeão nacional de 
salto à vara e decatlo, dua modalidades muito exigentes e que de certeza
 tiveram muita influência na coragem de atacar os mais diversos tipos de
 problemas.</p>
<p>O seu percurso teve incursões pelo negócio da "noite",
 tendo tido um bar com amigos, e onde conheceu muitas pessoas, uma delas
 que lhe abriu portas para trabalhar como o filho do Siza Vieira, o 
Alvarinho.</p>
<p>Embora tenha aprendido muito nos gabinetes onde 
trabalhou, foi nesta nova fase que o Ernesto encontrou o seu elemento, 
um modo "mãos na massa" que lhe permite arriscar, fazer diferente, e 
experimentar na práctica aquilo que ele considera ser a sua imagem de 
marca, o seu modo de fazer.</p>
<p>A sua proximidade no dia a dia com as 
pessoas que com ele constroem faz com que saiba melhor do que muitos 
arquitectos o que é construir, e não apenas imaginar e desenhar.</p>
<p>Gostava
 de ter mais a atitude "go for it" que o Ernesto tem, vou sem dúvida 
tentar incorporar na minha vida a coragem de fazer, sem receio de ser 
diferente, sem receio de me espalhar ao comprido.</p>
<ul><li><a href='http://www.3-r.pt/'>Site do Ernesto.</a>
</li>
<li><a href='https://www.facebook.com/3rErnestoPereira?fref=ts'>3r Facebook.</a>
</li>
<li><a href='https://www.youtube.com/watch?v=-Tfdw2cIzfk'>Videoclip do Jimmy P onde aparece a SandHouse.</a>
</li>
</ul>
<p> </p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o Ernesto Pereira, um arquitecto, 
carpinteiro, empreiteiro e acima de tudo alguém que tem vontade de fazer
 bem e de forma diferente.</p>
<p>Um jovem que foi criado num meio rural onde as fisgas e outras engenhocas faziam parte do dia a dia.</p>
<p>O
 Ernesto foi atleta de alta competição, tendo sido campeão nacional de 
salto à vara e decatlo, dua modalidades muito exigentes e que de certeza
 tiveram muita influência na coragem de atacar os mais diversos tipos de
 problemas.</p>
<p>O seu percurso teve incursões pelo negócio da "noite",
 tendo tido um bar com amigos, e onde conheceu muitas pessoas, uma delas
 que lhe abriu portas para trabalhar como o filho do Siza Vieira, o 
Alvarinho.</p>
<p>Embora tenha aprendido muito nos gabinetes onde 
trabalhou, foi nesta nova fase que o Ernesto encontrou o seu elemento, 
um modo "mãos na massa" que lhe permite arriscar, fazer diferente, e 
experimentar na práctica aquilo que ele considera ser a sua imagem de 
marca, o seu modo de fazer.</p>
<p>A sua proximidade no dia a dia com as 
pessoas que com ele constroem faz com que saiba melhor do que muitos 
arquitectos o que é construir, e não apenas imaginar e desenhar.</p>
<p>Gostava
 de ter mais a atitude "go for it" que o Ernesto tem, vou sem dúvida 
tentar incorporar na minha vida a coragem de fazer, sem receio de ser 
diferente, sem receio de me espalhar ao comprido.</p>
<ul><li><a href='http://www.3-r.pt/'>Site do Ernesto.</a><br>
</li>
<li><a href='https://www.facebook.com/3rErnestoPereira?fref=ts'>3r Facebook.</a><br>
</li>
<li><a href='https://www.youtube.com/watch?v=-Tfdw2cIzfk'>Videoclip do Jimmy P onde aparece a SandHouse.</a><br>
</li>
</ul>
<p> </p>
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carpinteiro, empreiteiro e acima de tudo alguém que tem vontade de fazer
 bem e de forma diferente.Um jovem que foi criado num meio rural onde as fisgas e outras engenhocas faziam parte do dia a dia.O
 Ernesto foi atleta de alta competição, tendo sido campeão nacional de 
salto à vara e decatlo, dua modalidades muito exigentes e que de certeza
 tiveram muita influência na coragem de atacar os mais diversos tipos de
 problemas.O seu percurso teve incursões pelo negócio da "noite",
 tendo tido um bar com amigos, e onde conheceu muitas pessoas, uma delas
 que lhe abriu portas para trabalhar como o filho do Siza Vieira, o 
Alvarinho.Embora tenha aprendido muito nos gabinetes onde 
trabalhou, foi nesta nova fase que o Ernesto encontrou o seu elemento, 
um modo "mãos na massa" que lhe permite arriscar, fazer diferente, e 
experimentar na práctica aquilo que ele considera ser a sua imagem de 
marca, o seu modo de fazer.A sua proximidade no dia a dia com as 
pessoas que com ele constroem faz com que saiba melhor do que muitos 
arquitectos o que é construir, e não apenas imaginar e desenhar.Gostava
 de ter mais a atitude "go for it" que o Ernesto tem, vou sem dúvida 
tentar incorporar na minha vida a coragem de fazer, sem receio de ser 
diferente, sem receio de me espalhar ao comprido.Site do Ernesto.3r Facebook.Videoclip do Jimmy P onde aparece a SandHouse. ]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 58 Elisa de Mira</title>
        <itunes:title>episódio 58 Elisa de Mira</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-58-elisa-de-mira/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 22 Dec 2014 23:49:29 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Elisa de Mira, psicóloga, entre outras 
coisas que eu conheci numa palestra que ela foi fazer na escola da minha
 filha.</p>
<p>Das várias coisas que a Elisa falou na dita palestra, 
houve algumas que mexeram comigo, a questão das motivações extrínsecas e
 intrínsecas, o motivar para a tarefa e não somente para um resultado, 
naquele contexto, as notas escolares.</p>
<p>Percebi que me apetecia 
conversar mais com ela, e que aquilo que gostaria de falar com ela, 
interessaria a mais pessoas, ouvintes do podcast, uma vez que as 
questões de sabermos quem somos, de nos reinventarmos, têm tudo a ver 
com muitos dos anteriores convidados, e sobretudo com muitos dos 
seguidores do podcast.</p>
<p>Falámos durante uma hora, e hoje é daquelas
 situações que me sinto limitado a escrever sobre o que foi falado, que 
de certa forma, nada do que possa dizer aqui faça justiça ao que foi 
dito.</p>
<p>Das minhas impressões, no entanto gostaria de salientar o 
tempo que precisamos para nos encontrarmos, para desse lugar de 
autoconhecimento, abraçarmos com todas as nossas forças aquilo que 
queremos, seguro de que as escolhas são nossas, e não aquilo que os 
outros acham ser o melhor para nós.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Elisa de Mira, psicóloga, entre outras 
coisas que eu conheci numa palestra que ela foi fazer na escola da minha
 filha.</p>
<p>Das várias coisas que a Elisa falou na dita palestra, 
houve algumas que mexeram comigo, a questão das motivações extrínsecas e
 intrínsecas, o motivar para a tarefa e não somente para um resultado, 
naquele contexto, as notas escolares.</p>
<p>Percebi que me apetecia 
conversar mais com ela, e que aquilo que gostaria de falar com ela, 
interessaria a mais pessoas, ouvintes do podcast, uma vez que as 
questões de sabermos quem somos, de nos reinventarmos, têm tudo a ver 
com muitos dos anteriores convidados, e sobretudo com muitos dos 
seguidores do podcast.</p>
<p>Falámos durante uma hora, e hoje é daquelas
 situações que me sinto limitado a escrever sobre o que foi falado, que 
de certa forma, nada do que possa dizer aqui faça justiça ao que foi 
dito.</p>
<p>Das minhas impressões, no entanto gostaria de salientar o 
tempo que precisamos para nos encontrarmos, para desse lugar de 
autoconhecimento, abraçarmos com todas as nossas forças aquilo que 
queremos, seguro de que as escolhas são nossas, e não aquilo que os 
outros acham ser o melhor para nós.</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[A convidada desta semana é a Elisa de Mira, psicóloga, entre outras 
coisas que eu conheci numa palestra que ela foi fazer na escola da minha
 filha.Das várias coisas que a Elisa falou na dita palestra, 
houve algumas que mexeram comigo, a questão das motivações extrínsecas e
 intrínsecas, o motivar para a tarefa e não somente para um resultado, 
naquele contexto, as notas escolares.Percebi que me apetecia 
conversar mais com ela, e que aquilo que gostaria de falar com ela, 
interessaria a mais pessoas, ouvintes do podcast, uma vez que as 
questões de sabermos quem somos, de nos reinventarmos, têm tudo a ver 
com muitos dos anteriores convidados, e sobretudo com muitos dos 
seguidores do podcast.Falámos durante uma hora, e hoje é daquelas
 situações que me sinto limitado a escrever sobre o que foi falado, que 
de certa forma, nada do que possa dizer aqui faça justiça ao que foi 
dito.Das minhas impressões, no entanto gostaria de salientar o 
tempo que precisamos para nos encontrarmos, para desse lugar de 
autoconhecimento, abraçarmos com todas as nossas forças aquilo que 
queremos, seguro de que as escolhas são nossas, e não aquilo que os 
outros acham ser o melhor para nós.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 57 Sónia Fernandes</title>
        <itunes:title>episódio 57 Sónia Fernandes</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-57-sonia-fernandes/#comments</comments>        <pubDate>Wed, 17 Dec 2014 09:10:42 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Sónia Fernandes, fundadora do <a href='http://www.wfc.pt/'>World Failurist Congress (WFC)</a>, uma celebração à Falha, ao Falhanço, ao Fracasso, no sentido em que faz parte daquilo que corre bem, o tão aclamado sucesso.</p>
<p>Cheguei à Sónia, através de uma ouvinte do podcast, a Nídia Nobre, que me falou do WFC, e que tinha sugerido o nome do <a href='http://falarcriativo.com/episodio-23-vasco-durao/'>Vasco Durão</a>,
 convidado 23 do Falar Criatio, e que a Sónia tinha aceite. Quando o 
Vasco partilhou como tinha gostado de participar no evento, que tinha 
sido uma experiência fantástica, com mais pena fiquei de não ter 
conseguido ir. Após a  troca de comentários com o Vasco e a Sónia, 
perguntei à Sónia da sua disponibilidade para ser entrevistada, que 
prontamente acedeu.</p>
<p>A nossa conversa teve lugar no <a href='http://www.coworklisboa.pt/'>CoWork Lisboa</a>, ao fim do dia, local onde decorreu o WFC.</p>
<p>Desde
 as conversas antes da gravação, que percebi algo que a Sónia fala na 
entrevista, que ela é uma "people's person", a sua vontade de ouvir, 
comunicar e partilhar, cativa desde o primeiro instante.</p>
<p>Na TEDx 
no Porto, onde a Sónia falou, que segundo ela foi feita em apneia, ela 
partilha que estava desempregada quando se lembrou de criar o WFC, como 
que uma reacção à "praga" que assolou (e ainda assola) do "tens é de ser
 empreendedor", e "é só ter sucesso", e em lado nenhum se falava do que 
corre mal até correr bem.</p>
<p>Com um computador, a internet do 
vizinho, e muita vontade, a Sónia conseguiu levar o evento a bom porto, e
 como ela fala na entrevista, a catarse que se dá nos WFC é algo que a 
fascina, a expressão de alívio por parte de quem assiste ao realizar que
 todos falhamos, e falhar não faz de nós uns falhados.</p>
<p>Também eu 
me vi/vejo um pouco refém da vaga do tens de criar o teu negócio, e é só
 sucesso, e todas as coisa com que somos bombardeados diáriamente.</p>
<p>Adorei conhecer e falar com a Sónia, e espero sinceramente um dia viver bem com as minhas falhas.</p>
<ul><li>Site do <a href='http://www.wfc.pt/'>World Failurist Congress (WFC)</a>.</li>
<li><a href='http://falarcriativo.com/wp-admin/www.facebook.com/happener'>Novo projecto da Sónia.</a>
</li>
<li><a href='https://www.youtube.com/watch?v=zbobzWKmPXc'>TEDx Porto.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Sónia Fernandes, fundadora do <a href='http://www.wfc.pt/'>World Failurist Congress (WFC)</a>, uma celebração à Falha, ao Falhanço, ao Fracasso, no sentido em que faz parte daquilo que corre bem, o tão aclamado sucesso.</p>
<p>Cheguei à Sónia, através de uma ouvinte do podcast, a Nídia Nobre, que me falou do WFC, e que tinha sugerido o nome do <a href='http://falarcriativo.com/episodio-23-vasco-durao/'>Vasco Durão</a>,
 convidado 23 do Falar Criatio, e que a Sónia tinha aceite. Quando o 
Vasco partilhou como tinha gostado de participar no evento, que tinha 
sido uma experiência fantástica, com mais pena fiquei de não ter 
conseguido ir. Após a  troca de comentários com o Vasco e a Sónia, 
perguntei à Sónia da sua disponibilidade para ser entrevistada, que 
prontamente acedeu.</p>
<p>A nossa conversa teve lugar no <a href='http://www.coworklisboa.pt/'>CoWork Lisboa</a>, ao fim do dia, local onde decorreu o WFC.</p>
<p>Desde
 as conversas antes da gravação, que percebi algo que a Sónia fala na 
entrevista, que ela é uma "people's person", a sua vontade de ouvir, 
comunicar e partilhar, cativa desde o primeiro instante.</p>
<p>Na TEDx 
no Porto, onde a Sónia falou, que segundo ela foi feita em apneia, ela 
partilha que estava desempregada quando se lembrou de criar o WFC, como 
que uma reacção à "praga" que assolou (e ainda assola) do "tens é de ser
 empreendedor", e "é só ter sucesso", e em lado nenhum se falava do que 
corre mal até correr bem.</p>
<p>Com um computador, a internet do 
vizinho, e muita vontade, a Sónia conseguiu levar o evento a bom porto, e
 como ela fala na entrevista, a catarse que se dá nos WFC é algo que a 
fascina, a expressão de alívio por parte de quem assiste ao realizar que
 todos falhamos, e falhar não faz de nós uns falhados.</p>
<p>Também eu 
me vi/vejo um pouco refém da vaga do tens de criar o teu negócio, e é só
 sucesso, e todas as coisa com que somos bombardeados diáriamente.</p>
<p>Adorei conhecer e falar com a Sónia, e espero sinceramente um dia viver bem com as minhas falhas.</p>
<ul><li>Site do <a href='http://www.wfc.pt/'>World Failurist Congress (WFC)</a>.</li>
<li><a href='http://falarcriativo.com/wp-admin/www.facebook.com/happener'>Novo projecto da Sónia.</a><br>
</li>
<li><a href='https://www.youtube.com/watch?v=zbobzWKmPXc'>TEDx Porto.</a></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[A convidada desta semana é a Sónia Fernandes, fundadora do World Failurist Congress (WFC), uma celebração à Falha, ao Falhanço, ao Fracasso, no sentido em que faz parte daquilo que corre bem, o tão aclamado sucesso.Cheguei à Sónia, através de uma ouvinte do podcast, a Nídia Nobre, que me falou do WFC, e que tinha sugerido o nome do Vasco Durão,
 convidado 23 do Falar Criatio, e que a Sónia tinha aceite. Quando o 
Vasco partilhou como tinha gostado de participar no evento, que tinha 
sido uma experiência fantástica, com mais pena fiquei de não ter 
conseguido ir. Após a  troca de comentários com o Vasco e a Sónia, 
perguntei à Sónia da sua disponibilidade para ser entrevistada, que 
prontamente acedeu.A nossa conversa teve lugar no CoWork Lisboa, ao fim do dia, local onde decorreu o WFC.Desde
 as conversas antes da gravação, que percebi algo que a Sónia fala na 
entrevista, que ela é uma "people's person", a sua vontade de ouvir, 
comunicar e partilhar, cativa desde o primeiro instante.Na TEDx 
no Porto, onde a Sónia falou, que segundo ela foi feita em apneia, ela 
partilha que estava desempregada quando se lembrou de criar o WFC, como 
que uma reacção à "praga" que assolou (e ainda assola) do "tens é de ser
 empreendedor", e "é só ter sucesso", e em lado nenhum se falava do que 
corre mal até correr bem.Com um computador, a internet do 
vizinho, e muita vontade, a Sónia conseguiu levar o evento a bom porto, e
 como ela fala na entrevista, a catarse que se dá nos WFC é algo que a 
fascina, a expressão de alívio por parte de quem assiste ao realizar que
 todos falhamos, e falhar não faz de nós uns falhados.Também eu 
me vi/vejo um pouco refém da vaga do tens de criar o teu negócio, e é só
 sucesso, e todas as coisa com que somos bombardeados diáriamente.Adorei conhecer e falar com a Sónia, e espero sinceramente um dia viver bem com as minhas falhas.Site do World Failurist Congress (WFC).Novo projecto da Sónia.TEDx Porto.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 56 Tiago Neto</title>
        <itunes:title>episódio 56 Tiago Neto</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-56-tiago-neto/#comments</comments>        <pubDate>Thu, 11 Dec 2014 09:35:59 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o Tiago Neto, amigo de longa data, que já não via há uns dez anos, e que agora é DJ/produtor de música.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Aproveitei a "desculpa" de o Tiago fazer umas músicas para o voltar a ver.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Fui ter com ele à Costa da Caparica, junto à praia, depois de ele ter tido mais uma sessão de bodyboard.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Não sabia muito bem como direccionar a entrevista/conversa, mas sabia que queria saber mais sobre o mundo da música electrónica e de que forma o Tiago entende a música, e como faz.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Tiago só começou a fazer música electrónica aos 29 anos, mais um exemplo que não é na adolescência que se têm de tomar as decisões para a vida.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A "cena" da música electrónica ou música de dança em Portugal, é pequena, e pelo que percebi sobrelotada. Algo que gera escassez para todos os que tentam vingar neste meio. Poucas discotecas dedicadas, e uma contaminação negativa por parte dos "êxitos" que passam nas rádios.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Parece que estamos a chegar a uma coisa que ouvi há muitos anos, que nos E.U.A. as músicas precisam sempre de letras, pois eles só estão felizes quando podem cantar enquanto dançam.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A música que o Tiago faz é complexa, envolve muitas variáveis, batida, loops, e todas aquelas coisas que eu apenas repito porque ouvi.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Mais uma pessoa que vai deixar o nosso país, a caminho da Austrália em busca de melhores oportunidades de fazer a música que acredita e conseguir viver disso.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Tiago apesar de haver mais de vinte anos que o conheci, continua igual naquilo que sempre foi dele, um miúdo de olhar vivo, que procura ser feliz, só isso, ser feliz.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='https://soundcloud.com/d-rakki'>Soundcloud do Tiago.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o Tiago Neto, amigo de longa data, que já não via há uns dez anos, e que agora é DJ/produtor de música.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Aproveitei a "desculpa" de o Tiago fazer umas músicas para o voltar a ver.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Fui ter com ele à Costa da Caparica, junto à praia, depois de ele ter tido mais uma sessão de bodyboard.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Não sabia muito bem como direccionar a entrevista/conversa, mas sabia que queria saber mais sobre o mundo da música electrónica e de que forma o Tiago entende a música, e como faz.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Tiago só começou a fazer música electrónica aos 29 anos, mais um exemplo que não é na adolescência que se têm de tomar as decisões para a vida.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A "cena" da música electrónica ou música de dança em Portugal, é pequena, e pelo que percebi sobrelotada. Algo que gera escassez para todos os que tentam vingar neste meio. Poucas discotecas dedicadas, e uma contaminação negativa por parte dos "êxitos" que passam nas rádios.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Parece que estamos a chegar a uma coisa que ouvi há muitos anos, que nos E.U.A. as músicas precisam sempre de letras, pois eles só estão felizes quando podem cantar enquanto dançam.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A música que o Tiago faz é complexa, envolve muitas variáveis, batida, loops, e todas aquelas coisas que eu apenas repito porque ouvi.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Mais uma pessoa que vai deixar o nosso país, a caminho da Austrália em busca de melhores oportunidades de fazer a música que acredita e conseguir viver disso.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Tiago apesar de haver mais de vinte anos que o conheci, continua igual naquilo que sempre foi dele, um miúdo de olhar vivo, que procura ser feliz, só isso, ser feliz.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='https://soundcloud.com/d-rakki'>Soundcloud do Tiago.</a></li>
</ul>
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    <item>
        <title>episódio 0.1 Rui Branco parte II</title>
        <itunes:title>episódio 0.1 Rui Branco parte II</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-01-rui-branco-parte-ii/</link>
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                                    <description><![CDATA[<p>Este episódio é  apenas uma reflexão sobre o que foi um ano de podcast.
</p>
<p>Pareço sério, e de certa forma, é uma conversa séria. 
</p>
<p>Parabéns ao Falar Criativo, a mim, aos convidados e aos ouvintes.
</p>
Qualquer opinião e comentário rui@falarcriativo.com]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Este episódio é  apenas uma reflexão sobre o que foi um ano de podcast.<br>
</p>
<p>Pareço sério, e de certa forma, é uma conversa séria. <br>
</p>
<p>Parabéns ao Falar Criativo, a mim, aos convidados e aos ouvintes.<br>
</p>
Qualquer opinião e comentário rui@falarcriativo.com]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[Este episódio é  apenas uma reflexão sobre o que foi um ano de podcast.Pareço sério, e de certa forma, é uma conversa séria. Parabéns ao Falar Criativo, a mim, aos convidados e aos ouvintes.Qualquer opinião e comentário rui@falarcriativo.com]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 55 Ronaldo Costa</title>
        <itunes:title>episódio 55 Ronaldo Costa</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-55-ronaldo-costa/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-55-ronaldo-costa/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 01 Dec 2014 15:42:18 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o Ronaldo Costa, arquitecto brasileiro, 
que começou por ser amigo do meu irmão e tornou-se amigo da família, 
tendo até já passado um Natal connosco.</p>
<p>Quando conheci o Ronaldo, 
ele andava atentar ser reconhecido pela Ordem dos Arquitectos 
portuguesa. Relatou o facto, e esse relato chegou aos responsáveis no 
Brasil, e fez com que o processo de reconhecimento dos arquitectos 
portugueses no Brasil fosse revisto.</p>
<p>Questionei-o sobre o facto de
 o facilitar da entrada dos arquitectos portugueses no Brasil, aumentar a
 concorrência, ao que me respondeu, de forma clara: " Quem tem medo da 
concorrência são os incompetentes."</p>
<p>Quando lhe perguntei sobre o 
ser freelancer, adorei a expressão que usou, trabalhar por conta própria
 "é matar um leão todos os dias". É algo que luto, pois neste momento 
tenho dificuldade em aventurar-me, tenho tido medo do leão. Mas se quero
 comer a carne, tenho de ir à caça.</p>
<p>O site do Ronaldo tem muito 
bom ar, funciona bem, e é uma bela montra para o trabalho que vem 
desenvolvendo, e tem tido retorno, pois já fez projectos no Senegal e em
 Moçambique.</p>
<p>A rotina diária de exercício, é algo que vejo em 
grandes "fazedores", o Ronaldo às 6h da manhã está com o seu "segundo 
despertador" o personal trainer que o espera. O exercício tem essa dupla
 função de ser um laboratório para as dificuldades da vida, do esforço, 
além de nos tornar mais despertos e resistentes.</p>
<p>Vou recomeçar a práctica matinal da corrida, e daqui a um ano, a minha vida será certamente bem diferente.</p>
 <a href='http://www.ronaldojcosta.com/'>Site do Ronaldo.</a>]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o Ronaldo Costa, arquitecto brasileiro, 
que começou por ser amigo do meu irmão e tornou-se amigo da família, 
tendo até já passado um Natal connosco.</p>
<p>Quando conheci o Ronaldo, 
ele andava atentar ser reconhecido pela Ordem dos Arquitectos 
portuguesa. Relatou o facto, e esse relato chegou aos responsáveis no 
Brasil, e fez com que o processo de reconhecimento dos arquitectos 
portugueses no Brasil fosse revisto.</p>
<p>Questionei-o sobre o facto de
 o facilitar da entrada dos arquitectos portugueses no Brasil, aumentar a
 concorrência, ao que me respondeu, de forma clara: " Quem tem medo da 
concorrência são os incompetentes."</p>
<p>Quando lhe perguntei sobre o 
ser freelancer, adorei a expressão que usou, trabalhar por conta própria
 "é matar um leão todos os dias". É algo que luto, pois neste momento 
tenho dificuldade em aventurar-me, tenho tido medo do leão. Mas se quero
 comer a carne, tenho de ir à caça.</p>
<p>O site do Ronaldo tem muito 
bom ar, funciona bem, e é uma bela montra para o trabalho que vem 
desenvolvendo, e tem tido retorno, pois já fez projectos no Senegal e em
 Moçambique.</p>
<p>A rotina diária de exercício, é algo que vejo em 
grandes "fazedores", o Ronaldo às 6h da manhã está com o seu "segundo 
despertador" o personal trainer que o espera. O exercício tem essa dupla
 função de ser um laboratório para as dificuldades da vida, do esforço, 
além de nos tornar mais despertos e resistentes.</p>
<p>Vou recomeçar a práctica matinal da corrida, e daqui a um ano, a minha vida será certamente bem diferente.</p>
 <a href='http://www.ronaldojcosta.com/'>Site do Ronaldo.</a>]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Ronaldo Costa, arquitecto brasileiro, 
que começou por ser amigo do meu irmão e tornou-se amigo da família, 
tendo até já passado um Natal connosco.Quando conheci o Ronaldo, 
ele andava atentar ser reconhecido pela Ordem dos Arquitectos 
portuguesa. Relatou o facto, e esse relato chegou aos responsáveis no 
Brasil, e fez com que o processo de reconhecimento dos arquitectos 
portugueses no Brasil fosse revisto.Questionei-o sobre o facto de
 o facilitar da entrada dos arquitectos portugueses no Brasil, aumentar a
 concorrência, ao que me respondeu, de forma clara: " Quem tem medo da 
concorrência são os incompetentes."Quando lhe perguntei sobre o 
ser freelancer, adorei a expressão que usou, trabalhar por conta própria
 "é matar um leão todos os dias". É algo que luto, pois neste momento 
tenho dificuldade em aventurar-me, tenho tido medo do leão. Mas se quero
 comer a carne, tenho de ir à caça.O site do Ronaldo tem muito 
bom ar, funciona bem, e é uma bela montra para o trabalho que vem 
desenvolvendo, e tem tido retorno, pois já fez projectos no Senegal e em
 Moçambique.A rotina diária de exercício, é algo que vejo em 
grandes "fazedores", o Ronaldo às 6h da manhã está com o seu "segundo 
despertador" o personal trainer que o espera. O exercício tem essa dupla
 função de ser um laboratório para as dificuldades da vida, do esforço, 
além de nos tornar mais despertos e resistentes.Vou recomeçar a práctica matinal da corrida, e daqui a um ano, a minha vida será certamente bem diferente. Site do Ronaldo.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 54 Patrícia Maia Noronha</title>
        <itunes:title>episódio 54 Patrícia Maia Noronha</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-54-patricia-maia-noronha/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 24 Nov 2014 14:18:08 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Patrícia Maia Noronha, coordenadora editorial do site<a href='http://boasnoticias.pt/'> Boas Notícias, </a>um site que como o próprio nome indica trata de boas notícias.</p>
<p>Foi
 a Rossana Appolloni, que me sugeriu falar com a Patrícia, que seria 
interessante, e eu após a minha pesquisa inicial, concordei. Combinei 
com a Patrícia, e num fim de tarde chuvoso, de trânsito caótico em 
Lisboa (já me tinha esquecido o quanto "Lisboa" me odeia), fui ter com 
ela e fizemos a entrevista.</p>
<p>A Patrícia é uma pessoa relativamente 
discreta, pois não consegui encontrar muita informação sobre ela quando 
pesquisei. Por compromissos da Patrícia, a nossa conversa foi um pouco 
contra-relógio, não que isso lhe tire interesse, obrigou sim a focar no 
essencial, algo que admito ter alguma dificuldade.</p>
<p>A escrita 
sempre fez parte da vida da Patrícia, e quando "teve de tirar" um curso,
 optou por algo que tivesse relacionado com a escrita, Ciências da 
Comunicação.</p>
<p>Trabalhou na TSF, e quando surgiu o projecto Boas 
Notícias, embarcou desde o início, sem pensar muito, pois como diz, "eu 
não penso muito nas coisas, só faço".</p>
<p>Falámos em hábitos de 
escrita, em que a própria Patrícia, reconhece que podia e gostaria de 
escrever mais, mas que lhe falta uma certa disciplina para o fazer.</p>
<p>Eu
 próprio luto com isso, sou muito indisciplinado, tenho dificuldade em 
concretizar as coisas, este podcast acaba por ser uma excepção.</p>
<p>A 
Patrícia  só escreve quando está inspirada, algo que diz que não é muito
 bom, porque vamos sempre adiando. Segundo ela é muito importante 
começar, pois depois de começar temos a necessidade de acabar.</p>
<p>Adora
 escrever contos, e já publicou um livro de contos, o "Brilho Vermelho",
 diz que os seus contos são muito visuais, e embora a estrutura seja 
diferente, também já escreveu um guião em parceria, de uma 
curta-metragem, que anda a tentar que seja realizada.</p>
<p>Gostei da 
naturalidade com que a Patrícia encara a escrita, o escrever, os 
projectos, as coisas em que se envolve, a sensação que fiquei foi que de
 alguma forma, ela flui com a vida, como dizia o Bruce Lee: "Be like 
water my friend."</p>
<ul><li><a href='http://www.boasnoticias.pt/'>Boas Notícias.</a></li>
<li><a href='http://www.ruadireita.pt/author/patricianoronha'>Textos no site Rua Direita.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Patrícia Maia Noronha, coordenadora editorial do site<a href='http://boasnoticias.pt/'> Boas Notícias, </a>um site que como o próprio nome indica trata de boas notícias.</p>
<p>Foi
 a Rossana Appolloni, que me sugeriu falar com a Patrícia, que seria 
interessante, e eu após a minha pesquisa inicial, concordei. Combinei 
com a Patrícia, e num fim de tarde chuvoso, de trânsito caótico em 
Lisboa (já me tinha esquecido o quanto "Lisboa" me odeia), fui ter com 
ela e fizemos a entrevista.</p>
<p>A Patrícia é uma pessoa relativamente 
discreta, pois não consegui encontrar muita informação sobre ela quando 
pesquisei. Por compromissos da Patrícia, a nossa conversa foi um pouco 
contra-relógio, não que isso lhe tire interesse, obrigou sim a focar no 
essencial, algo que admito ter alguma dificuldade.</p>
<p>A escrita 
sempre fez parte da vida da Patrícia, e quando "teve de tirar" um curso,
 optou por algo que tivesse relacionado com a escrita, Ciências da 
Comunicação.</p>
<p>Trabalhou na TSF, e quando surgiu o projecto Boas 
Notícias, embarcou desde o início, sem pensar muito, pois como diz, "eu 
não penso muito nas coisas, só faço".</p>
<p>Falámos em hábitos de 
escrita, em que a própria Patrícia, reconhece que podia e gostaria de 
escrever mais, mas que lhe falta uma certa disciplina para o fazer.</p>
<p>Eu
 próprio luto com isso, sou muito indisciplinado, tenho dificuldade em 
concretizar as coisas, este podcast acaba por ser uma excepção.</p>
<p>A 
Patrícia  só escreve quando está inspirada, algo que diz que não é muito
 bom, porque vamos sempre adiando. Segundo ela é muito importante 
começar, pois depois de começar temos a necessidade de acabar.</p>
<p>Adora
 escrever contos, e já publicou um livro de contos, o "Brilho Vermelho",
 diz que os seus contos são muito visuais, e embora a estrutura seja 
diferente, também já escreveu um guião em parceria, de uma 
curta-metragem, que anda a tentar que seja realizada.</p>
<p>Gostei da 
naturalidade com que a Patrícia encara a escrita, o escrever, os 
projectos, as coisas em que se envolve, a sensação que fiquei foi que de
 alguma forma, ela flui com a vida, como dizia o Bruce Lee: "Be like 
water my friend."</p>
<ul><li><a href='http://www.boasnoticias.pt/'>Boas Notícias.</a></li>
<li><a href='http://www.ruadireita.pt/author/patricianoronha'>Textos no site Rua Direita.</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[A convidada desta semana é a Patrícia Maia Noronha, coordenadora editorial do site Boas Notícias, um site que como o próprio nome indica trata de boas notícias.Foi
 a Rossana Appolloni, que me sugeriu falar com a Patrícia, que seria 
interessante, e eu após a minha pesquisa inicial, concordei. Combinei 
com a Patrícia, e num fim de tarde chuvoso, de trânsito caótico em 
Lisboa (já me tinha esquecido o quanto "Lisboa" me odeia), fui ter com 
ela e fizemos a entrevista.A Patrícia é uma pessoa relativamente 
discreta, pois não consegui encontrar muita informação sobre ela quando 
pesquisei. Por compromissos da Patrícia, a nossa conversa foi um pouco 
contra-relógio, não que isso lhe tire interesse, obrigou sim a focar no 
essencial, algo que admito ter alguma dificuldade.A escrita 
sempre fez parte da vida da Patrícia, e quando "teve de tirar" um curso,
 optou por algo que tivesse relacionado com a escrita, Ciências da 
Comunicação.Trabalhou na TSF, e quando surgiu o projecto Boas 
Notícias, embarcou desde o início, sem pensar muito, pois como diz, "eu 
não penso muito nas coisas, só faço".Falámos em hábitos de 
escrita, em que a própria Patrícia, reconhece que podia e gostaria de 
escrever mais, mas que lhe falta uma certa disciplina para o fazer.Eu
 próprio luto com isso, sou muito indisciplinado, tenho dificuldade em 
concretizar as coisas, este podcast acaba por ser uma excepção.A 
Patrícia  só escreve quando está inspirada, algo que diz que não é muito
 bom, porque vamos sempre adiando. Segundo ela é muito importante 
começar, pois depois de começar temos a necessidade de acabar.Adora
 escrever contos, e já publicou um livro de contos, o "Brilho Vermelho",
 diz que os seus contos são muito visuais, e embora a estrutura seja 
diferente, também já escreveu um guião em parceria, de uma 
curta-metragem, que anda a tentar que seja realizada.Gostei da 
naturalidade com que a Patrícia encara a escrita, o escrever, os 
projectos, as coisas em que se envolve, a sensação que fiquei foi que de
 alguma forma, ela flui com a vida, como dizia o Bruce Lee: "Be like 
water my friend."Boas Notícias.Textos no site Rua Direita.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 53 Paula Pinto</title>
        <itunes:title>episódio 53 Paula Pinto</itunes:title>
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<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A Paula foi sugerida por uma ouvinte do podcast já há vários meses, mas por razões de saúde só agora lhe foi possível fazer-mos a entrevista.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A Paula teve uma carreira longa dentro da dança, foi "prima ballerina" no Ballet Gulbenkian, até se reformar. Quando criança assistiu ao Quebra Nozes e a mãe perguntou-lhe se ela estava a gostar, respondeu que sim, e que haveria de dançar naquele palco.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A sua persistência, e não teimosia, como explica, tornaram possível um desejo de criança, que foi realidade pois a Paula colocou as horas e a dedicação necessárias para que isso acontecesse. Treinava no seu quarto as posições agarrada à cama seguindo as indicações de um livro.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Quando entrou para a escola do Ballet Gulbenkian, as coisas como que aceleraram, pois como um peixe na água, as coisas começaram a fluir e aos treze anos fez parte do elenco de um peça onde actuou durante nove meses.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A sua juventude foi preenchida pela dança, formação e actuação deixando de alguma forma os estudos para trás, recuperando-os mais tarde.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Chegada a um determinado ponto, percebeu que para evoluir deveria buscar outro tipo de formação "uma escola" com tradição internacional, tendo por isso deixado o país e rumado a França.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">As estadias no estrangeiro repetiram-se pois a necessidade de contactar com mais perspectivas era e é necessária ao impulso criativo da Paula.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Esse impulso foi um dos motores para a criação do projecto Compota, uma "jam session" de criatividade, onde as as mais diferentes áreas artísticas se cruzam, se desafiam e se complementam.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Aconselho a explorarem um pouco do site da Sentidos Ilimitados, pois os projectos são muitos e interessantes, justificando plenamente o tempo que passem no site.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A Paula quer fazer mais, melhor, quer que os artistas tenham as condições necessárias para deitarem cá para fora o melhor de si, sem compromissos, sem "condicionantes de mercado" a ditar a linha de trabalho de um artista.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Retive muitas coisas da nossa conversa, mas o que ficou gravada na pedra, foi uma frase do Agostinho da Silva que a Paula citou: "Persistentemente todo na tarefa." </p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Sei que é necessária essa persistência, é isso que me faz semana após semana, fazer o podcast, persistir, embora deva admitir que o caminho não me é claro, mas sobretudo sei que não posso ficar onde estou.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://sentidosilimitados.myguide.pt/'>Site da Sentidos Ilimitados.</a></li>
</ul>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"> </p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A convidada desta semana é a Paula Pinto, uma das pessoas responsáveis pela associação <a href='http://sentidosilimitados.myguide.pt/'>Sentidos Ilimitados</a>, uma associação que promove projectos multidisciplinares, envolvendo os artistas de forma plena em performances, espectáculos, etc. É sobretudo um espaço de exploração artística,  onde cada um traz as suas valências, e as disponibiliza para um bem maior, um bem comum.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A Paula foi sugerida por uma ouvinte do podcast já há vários meses, mas por razões de saúde só agora lhe foi possível fazer-mos a entrevista.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A Paula teve uma carreira longa dentro da dança, foi "prima ballerina" no Ballet Gulbenkian, até se reformar. Quando criança assistiu ao Quebra Nozes e a mãe perguntou-lhe se ela estava a gostar, respondeu que sim, e que haveria de dançar naquele palco.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A sua persistência, e não teimosia, como explica, tornaram possível um desejo de criança, que foi realidade pois a Paula colocou as horas e a dedicação necessárias para que isso acontecesse. Treinava no seu quarto as posições agarrada à cama seguindo as indicações de um livro.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Quando entrou para a escola do Ballet Gulbenkian, as coisas como que aceleraram, pois como um peixe na água, as coisas começaram a fluir e aos treze anos fez parte do elenco de um peça onde actuou durante nove meses.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A sua juventude foi preenchida pela dança, formação e actuação deixando de alguma forma os estudos para trás, recuperando-os mais tarde.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Chegada a um determinado ponto, percebeu que para evoluir deveria buscar outro tipo de formação "uma escola" com tradição internacional, tendo por isso deixado o país e rumado a França.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">As estadias no estrangeiro repetiram-se pois a necessidade de contactar com mais perspectivas era e é necessária ao impulso criativo da Paula.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Esse impulso foi um dos motores para a criação do projecto Compota, uma "jam session" de criatividade, onde as as mais diferentes áreas artísticas se cruzam, se desafiam e se complementam.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Aconselho a explorarem um pouco do site da Sentidos Ilimitados, pois os projectos são muitos e interessantes, justificando plenamente o tempo que passem no site.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A Paula quer fazer mais, melhor, quer que os artistas tenham as condições necessárias para deitarem cá para fora o melhor de si, sem compromissos, sem "condicionantes de mercado" a ditar a linha de trabalho de um artista.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Retive muitas coisas da nossa conversa, mas o que ficou gravada na pedra, foi uma frase do Agostinho da Silva que a Paula citou: <em>"Persistentemente todo na tarefa." </em></p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Sei que é necessária essa persistência, é isso que me faz semana após semana, fazer o podcast, persistir, embora deva admitir que o caminho não me é claro, mas sobretudo sei que não posso ficar onde estou.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://sentidosilimitados.myguide.pt/'>Site da Sentidos Ilimitados.</a></li>
</ul>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"> </p>
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        <itunes:summary><![CDATA[A convidada desta semana é a Paula Pinto, uma das pessoas responsáveis pela associação Sentidos Ilimitados, uma associação que promove projectos multidisciplinares, envolvendo os artistas de forma plena em performances, espectáculos, etc. É sobretudo um espaço de exploração artística,  onde cada um traz as suas valências, e as disponibiliza para um bem maior, um bem comum.A Paula foi sugerida por uma ouvinte do podcast já há vários meses, mas por razões de saúde só agora lhe foi possível fazer-mos a entrevista.A Paula teve uma carreira longa dentro da dança, foi "prima ballerina" no Ballet Gulbenkian, até se reformar. Quando criança assistiu ao Quebra Nozes e a mãe perguntou-lhe se ela estava a gostar, respondeu que sim, e que haveria de dançar naquele palco.A sua persistência, e não teimosia, como explica, tornaram possível um desejo de criança, que foi realidade pois a Paula colocou as horas e a dedicação necessárias para que isso acontecesse. Treinava no seu quarto as posições agarrada à cama seguindo as indicações de um livro.Quando entrou para a escola do Ballet Gulbenkian, as coisas como que aceleraram, pois como um peixe na água, as coisas começaram a fluir e aos treze anos fez parte do elenco de um peça onde actuou durante nove meses.A sua juventude foi preenchida pela dança, formação e actuação deixando de alguma forma os estudos para trás, recuperando-os mais tarde.Chegada a um determinado ponto, percebeu que para evoluir deveria buscar outro tipo de formação "uma escola" com tradição internacional, tendo por isso deixado o país e rumado a França.As estadias no estrangeiro repetiram-se pois a necessidade de contactar com mais perspectivas era e é necessária ao impulso criativo da Paula.Esse impulso foi um dos motores para a criação do projecto Compota, uma "jam session" de criatividade, onde as as mais diferentes áreas artísticas se cruzam, se desafiam e se complementam.Aconselho a explorarem um pouco do site da Sentidos Ilimitados, pois os projectos são muitos e interessantes, justificando plenamente o tempo que passem no site.A Paula quer fazer mais, melhor, quer que os artistas tenham as condições necessárias para deitarem cá para fora o melhor de si, sem compromissos, sem "condicionantes de mercado" a ditar a linha de trabalho de um artista.Retive muitas coisas da nossa conversa, mas o que ficou gravada na pedra, foi uma frase do Agostinho da Silva que a Paula citou: "Persistentemente todo na tarefa." Sei que é necessária essa persistência, é isso que me faz semana após semana, fazer o podcast, persistir, embora deva admitir que o caminho não me é claro, mas sobretudo sei que não posso ficar onde estou.Site da Sentidos Ilimitados. ]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 52 Little Hands (leonor feijó e marta belo)</title>
        <itunes:title>episódio 52 Little Hands (leonor feijó e marta belo)</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-52-little-hands-leonor-feijo-e-marta-belo/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 10 Nov 2014 12:52:58 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">As convidadas desta semana, (sim são duas, uma estreia no podcast) são o "duo" de ilustradoras da <a href='http://www.littlehandsillustration.com/'>Little Hands</a>, a Leonor Feijó e a Marta Belo, cuja empresa vende a maior parte daquilo que produz para o estrangeiro.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A entrevista foi falada já há muito tempo, mas nas vésperas das convidadas partirem de viagem durante um mês, daí só agora ter sido possível concretizar a entrevista.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Foi via Skype pois estavam no Porto, e eu na minha casinha. Durante a entrevista parecia-me ouvir ressonar, mas não quis dizer nada. No fim, perguntei, "Vocês não têm aí um labrador ou um boxer a ressonar? Ah sim, temos um labrador." Mistério resolvido.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A conversa começou algo timidamente, pois as entrevistadas não sabiam muito bem ao que iam, pois não tinham escutado nenhum dos episódios.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Quebrado o gelo inicial, que normalmente é quebrado enquanto monto os microfones, nas situações em que é presencialmente, a conversa começou a fluir, e entrámos naquilo que eu mais tinha curiosidade de saber.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O que leva alguém a arriscar, a levar as coisa em frente, em ser teimoso para ultrapassar os muitos obstáculos de quem está a começar, e que como falámos, a sensação de muitas vezes ser uma fraude, de aquilo que estamos a querer "vender" não ser bom o suficiente para justificar o dinheiro ou a atenção das pessoas.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Não tendo nenhuma delas formação na área, a Leonor tirou fotografia e a Marta arquitectura, conseguiram vingar num meio muito competitivo, mas teve de ser lá fora primeiro o reconhecimento e só depois em Portugal. Várias vezes pensei em negócios que dependem de um mercado maior ou inexistente em Portugal, e várias vezes me contrariei, dizendo "Não dá, com os portes que terias de cobrar, é impensável...".</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Mas dá, a Little Hands é exemplo disso, até para a Austrália enviam papel de parede. (Nota mental: Toma lá ó critíco!)</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Falámos dos cursos superiores não serem necessários, mas sim vontade, teimosia, persistência, etc, mas tudo isto vem da paixão, do gosto naquilo que se faz, por isso gostaria de deixar um último motivo de reflexão.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Se ao fazerem aquilo que fazem, a única pessoas feliz forem vocês, será que não vale a pena?</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Eu tenho a minha resposta, aguardo as vossas por mail, rui@falarcriativo.com.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Gostaria de pedir a quem puder ajudar a causa que falámos na nossa conversa, que o faça, as instruções estão no link.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='https://www.youtube.com/watch?v=Sk9I1IM67G0'>A organização que a Leonor e a Marta ajudam - CDO.</a></li>
</ul>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://www.littlehandsillustration.com/'>Site Little Hands.</a></li>
<li><a href='http://littlehands-shop.com/'>Loja Little Hands.</a></li>
<li><a href='http://2littlehands.blogspot.pt/'>Blog little Hands.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/littlehandsmusicillustration'>Little Hands Music Illustration.</a></li>
</ul>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"> </p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">As convidadas desta semana, (sim são duas, uma estreia no podcast) são o "duo" de ilustradoras da <a href='http://www.littlehandsillustration.com/'>Little Hands</a>, a Leonor Feijó e a Marta Belo, cuja empresa vende a maior parte daquilo que produz para o estrangeiro.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A entrevista foi falada já há muito tempo, mas nas vésperas das convidadas partirem de viagem durante um mês, daí só agora ter sido possível concretizar a entrevista.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Foi via Skype pois estavam no Porto, e eu na minha casinha. Durante a entrevista parecia-me ouvir ressonar, mas não quis dizer nada. No fim, perguntei, "Vocês não têm aí um labrador ou um boxer a ressonar? Ah sim, temos um labrador." Mistério resolvido.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A conversa começou algo timidamente, pois as entrevistadas não sabiam muito bem ao que iam, pois não tinham escutado nenhum dos episódios.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Quebrado o gelo inicial, que normalmente é quebrado enquanto monto os microfones, nas situações em que é presencialmente, a conversa começou a fluir, e entrámos naquilo que eu mais tinha curiosidade de saber.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O que leva alguém a arriscar, a levar as coisa em frente, em ser teimoso para ultrapassar os muitos obstáculos de quem está a começar, e que como falámos, a sensação de muitas vezes ser uma fraude, de aquilo que estamos a querer "vender" não ser bom o suficiente para justificar o dinheiro ou a atenção das pessoas.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Não tendo nenhuma delas formação na área, a Leonor tirou fotografia e a Marta arquitectura, conseguiram vingar num meio muito competitivo, mas teve de ser lá fora primeiro o reconhecimento e só depois em Portugal. Várias vezes pensei em negócios que dependem de um mercado maior ou inexistente em Portugal, e várias vezes me contrariei, dizendo "Não dá, com os portes que terias de cobrar, é impensável...".</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Mas dá, a Little Hands é exemplo disso, até para a Austrália enviam papel de parede. (Nota mental: Toma lá ó critíco!)</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Falámos dos cursos superiores não serem necessários, mas sim vontade, teimosia, persistência, etc, mas tudo isto vem da paixão, do gosto naquilo que se faz, por isso gostaria de deixar um último motivo de reflexão.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Se ao fazerem aquilo que fazem, a única pessoas feliz forem vocês, será que não vale a pena?</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Eu tenho a minha resposta, aguardo as vossas por mail, rui@falarcriativo.com.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Gostaria de pedir a quem puder ajudar a causa que falámos na nossa conversa, que o faça, as instruções estão no link.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='https://www.youtube.com/watch?v=Sk9I1IM67G0'>A organização que a Leonor e a Marta ajudam - CDO.</a></li>
</ul>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://www.littlehandsillustration.com/'>Site Little Hands.</a></li>
<li><a href='http://littlehands-shop.com/'>Loja Little Hands.</a></li>
<li><a href='http://2littlehands.blogspot.pt/'>Blog little Hands.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/littlehandsmusicillustration'>Little Hands Music Illustration.</a></li>
</ul>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"> </p>
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        <itunes:summary><![CDATA[As convidadas desta semana, (sim são duas, uma estreia no podcast) são o "duo" de ilustradoras da Little Hands, a Leonor Feijó e a Marta Belo, cuja empresa vende a maior parte daquilo que produz para o estrangeiro.A entrevista foi falada já há muito tempo, mas nas vésperas das convidadas partirem de viagem durante um mês, daí só agora ter sido possível concretizar a entrevista.Foi via Skype pois estavam no Porto, e eu na minha casinha. Durante a entrevista parecia-me ouvir ressonar, mas não quis dizer nada. No fim, perguntei, "Vocês não têm aí um labrador ou um boxer a ressonar? Ah sim, temos um labrador." Mistério resolvido.A conversa começou algo timidamente, pois as entrevistadas não sabiam muito bem ao que iam, pois não tinham escutado nenhum dos episódios.Quebrado o gelo inicial, que normalmente é quebrado enquanto monto os microfones, nas situações em que é presencialmente, a conversa começou a fluir, e entrámos naquilo que eu mais tinha curiosidade de saber.O que leva alguém a arriscar, a levar as coisa em frente, em ser teimoso para ultrapassar os muitos obstáculos de quem está a começar, e que como falámos, a sensação de muitas vezes ser uma fraude, de aquilo que estamos a querer "vender" não ser bom o suficiente para justificar o dinheiro ou a atenção das pessoas.Não tendo nenhuma delas formação na área, a Leonor tirou fotografia e a Marta arquitectura, conseguiram vingar num meio muito competitivo, mas teve de ser lá fora primeiro o reconhecimento e só depois em Portugal. Várias vezes pensei em negócios que dependem de um mercado maior ou inexistente em Portugal, e várias vezes me contrariei, dizendo "Não dá, com os portes que terias de cobrar, é impensável...".Mas dá, a Little Hands é exemplo disso, até para a Austrália enviam papel de parede. (Nota mental: Toma lá ó critíco!)Falámos dos cursos superiores não serem necessários, mas sim vontade, teimosia, persistência, etc, mas tudo isto vem da paixão, do gosto naquilo que se faz, por isso gostaria de deixar um último motivo de reflexão.Se ao fazerem aquilo que fazem, a única pessoas feliz forem vocês, será que não vale a pena?Eu tenho a minha resposta, aguardo as vossas por mail, rui@falarcriativo.com.Gostaria de pedir a quem puder ajudar a causa que falámos na nossa conversa, que o faça, as instruções estão no link.A organização que a Leonor e a Marta ajudam - CDO.Site Little Hands.Loja Little Hands.Blog little Hands.Little Hands Music Illustration. ]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 51 Luis Simões</title>
        <itunes:title>episódio 51 Luis Simões</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-51-luis-simoes/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 03 Nov 2014 14:01:10 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta semana,  é o Luis Simões, um ilustrador e contador 
de histórias, que decidiu dar a volta ao mundo a desenhar, na sua <a href='http://www.worldsketchingtour.com/'>World Sketching Tour.</a>
</p>
<p>Tomei contacto com o Luis, e aquilo que ele anda a fazer atavés de uma partilha do <a href='http://falarcriativo.com/episodio-49-joao-vitoria/'>João Vitória </a>no
 Facebook, onde ele fez o "tag" do Luis. Comentei que gostaria de 
entrevistá-lo e ele acusou-se. Combinámos logo na altura uma entrevista 
Skype uma vez que ele está em Hong Kong.</p>
<p>Quando fiz a investigação
 sobre o Luis e a sua World Skecthing Tour, fiquei fascinado pela 
coragem de largar tudo e correr mundo na busca de si mesmo e do contacto
 com os outros.</p>
<p>Sou demasiado agarrado às minhas raízes, aos meus 
familiares e amigos para o fazer, não porque seja alguém muito 
"bonzinho", mas porque é muito mais confortável estar onde conhecemos as
 coisas e as pessoas. Voar é sempre assustador, mesmo para quem está 
habituado a não viver com os pés no chão.</p>
<p>O Luis tem algo que 
cativa, uma verdade qualquer que transparece naquilo que diz, sente-se 
que não faz isto para provar nada a ninguém, nem para ser convidado para
 os programas da tarde como exemplo a seguir.</p>
<p>Acredita que esta 
viagem é algo que tinha de fazer, o desenho como falamos na nossa 
conversa, é uma ferramenta para viajar, ele é um viajante, o desenho é o
 seu meio de transporte, da mesma maneira que há outros viajantes que 
decidem fazer travessias de bicicleta, viagens a fotografar, aventuras 
de canoa, ou qualquer outro meio que encaremos como capaz de nos 
transportar para fora de nós mesmos, de maneira a que no fim nos 
encontremos.</p>
<p>"As pessoas que têm  maior curiosidade de viver, são as que mais arriscam."</p>
<p>Quero e vou arriscar a viver a vida que tenho a curiosidade de viver. Obrigado Luis pela inspiração.</p>
<ul><li><a href='http://www.worldsketchingtour.com/'>O site da World Skecthing Tour.</a>
</li>
<li><a href='http://fugas.publico.pt/Viagens/340983_enquanto-luis-simoes-andava-a-descobrir-o-mundo-foi-descoberto-pela-cnn'>Reportagem do Público sobre o Luis.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta semana,  é o Luis Simões, um ilustrador e contador 
de histórias, que decidiu dar a volta ao mundo a desenhar, na sua <a href='http://www.worldsketchingtour.com/'>World Sketching Tour.</a><br>
</p>
<p>Tomei contacto com o Luis, e aquilo que ele anda a fazer atavés de uma partilha do <a href='http://falarcriativo.com/episodio-49-joao-vitoria/'>João Vitória </a>no
 Facebook, onde ele fez o "tag" do Luis. Comentei que gostaria de 
entrevistá-lo e ele acusou-se. Combinámos logo na altura uma entrevista 
Skype uma vez que ele está em Hong Kong.</p>
<p>Quando fiz a investigação
 sobre o Luis e a sua World Skecthing Tour, fiquei fascinado pela 
coragem de largar tudo e correr mundo na busca de si mesmo e do contacto
 com os outros.</p>
<p>Sou demasiado agarrado às minhas raízes, aos meus 
familiares e amigos para o fazer, não porque seja alguém muito 
"bonzinho", mas porque é muito mais confortável estar onde conhecemos as
 coisas e as pessoas. Voar é sempre assustador, mesmo para quem está 
habituado a não viver com os pés no chão.</p>
<p>O Luis tem algo que 
cativa, uma verdade qualquer que transparece naquilo que diz, sente-se 
que não faz isto para provar nada a ninguém, nem para ser convidado para
 os programas da tarde como exemplo a seguir.</p>
<p>Acredita que esta 
viagem é algo que tinha de fazer, o desenho como falamos na nossa 
conversa, é uma ferramenta para viajar, ele é um viajante, o desenho é o
 seu meio de transporte, da mesma maneira que há outros viajantes que 
decidem fazer travessias de bicicleta, viagens a fotografar, aventuras 
de canoa, ou qualquer outro meio que encaremos como capaz de nos 
transportar para fora de nós mesmos, de maneira a que no fim nos 
encontremos.</p>
<p>"As pessoas que têm  maior curiosidade de viver, são as que mais arriscam."</p>
<p>Quero e vou arriscar a viver a vida que tenho a curiosidade de viver. Obrigado Luis pela inspiração.</p>
<ul><li><a href='http://www.worldsketchingtour.com/'>O site da World Skecthing Tour.</a><br>
</li>
<li><a href='http://fugas.publico.pt/Viagens/340983_enquanto-luis-simoes-andava-a-descobrir-o-mundo-foi-descoberto-pela-cnn'>Reportagem do Público sobre o Luis.</a></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana,  é o Luis Simões, um ilustrador e contador 
de histórias, que decidiu dar a volta ao mundo a desenhar, na sua World Sketching Tour.Tomei contacto com o Luis, e aquilo que ele anda a fazer atavés de uma partilha do João Vitória no
 Facebook, onde ele fez o "tag" do Luis. Comentei que gostaria de 
entrevistá-lo e ele acusou-se. Combinámos logo na altura uma entrevista 
Skype uma vez que ele está em Hong Kong.Quando fiz a investigação
 sobre o Luis e a sua World Skecthing Tour, fiquei fascinado pela 
coragem de largar tudo e correr mundo na busca de si mesmo e do contacto
 com os outros.Sou demasiado agarrado às minhas raízes, aos meus 
familiares e amigos para o fazer, não porque seja alguém muito 
"bonzinho", mas porque é muito mais confortável estar onde conhecemos as
 coisas e as pessoas. Voar é sempre assustador, mesmo para quem está 
habituado a não viver com os pés no chão.O Luis tem algo que 
cativa, uma verdade qualquer que transparece naquilo que diz, sente-se 
que não faz isto para provar nada a ninguém, nem para ser convidado para
 os programas da tarde como exemplo a seguir.Acredita que esta 
viagem é algo que tinha de fazer, o desenho como falamos na nossa 
conversa, é uma ferramenta para viajar, ele é um viajante, o desenho é o
 seu meio de transporte, da mesma maneira que há outros viajantes que 
decidem fazer travessias de bicicleta, viagens a fotografar, aventuras 
de canoa, ou qualquer outro meio que encaremos como capaz de nos 
transportar para fora de nós mesmos, de maneira a que no fim nos 
encontremos."As pessoas que têm  maior curiosidade de viver, são as que mais arriscam."Quero e vou arriscar a viver a vida que tenho a curiosidade de viver. Obrigado Luis pela inspiração.O site da World Skecthing Tour.Reportagem do Público sobre o Luis.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 50 marta Hugon</title>
        <itunes:title>episódio 50 marta Hugon</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-50-marta-hugon/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 27 Oct 2014 13:28:18 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Marta Hugon, cantora de jazz, à qual cheguei através do <a href='http://falarcriativo.com/episodio-46-filipe-ferreira-1/'>Filipe Ferreira</a>,
 pois quando ele partilhou o episódio dele, a Marta comentou-o, e eu não
 me fiz rogado, lembrei-me das palavras do Filipe, de o "não" estar 
garantido, e aproveitei a oportunidade que se me apresentava.</p>
<p>A 
Marta chegou ao canto quase como uma experiência, inscreveu-se num côro,
 e de forma quase casual viu-se em cima de um palco, e perceber, que 
tinha receio, mas "eu quero fazer mais disto".</p>
<p>A partir desse 
momento teve que se desenvolver como cantora, através de aulas 
particulares e mais tarde, ingressando no Hot Clube onde veio a ter como
 professor o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-22-filipe-melo/'>Filipe Melo</a>, que hoje em dia é parceiro de composição, faz os arranjos e o pianista que a acompanha.</p>
<p>Falámos
 da pressa que normalmente se tem de ver resultados, de chegar a esse 
destino, seja a publicação de um disco,  ou até mesmo reconhecimento 
como cantor firmado. Não há pressa, isto é, pressa há, mas as coisas na 
vida, não querem saber da pressa que temos ou não temos, elas seguem a 
ordem que têm de seguir e somos nós que temos de aprender a ter 
paciência, em acreditar que vai acontecer, mas não ficar sentado à 
espera que as coisas se resolvam por si.</p>
<p>A Marta não acha que 
exista "um mais fácil e um mais difícil, um certo ou um errado", no que 
toca a escolhas profissionais, pois no caso dos músicos, refere que 
todos os músicos que conhece, "por muitas dificuldades que passem, são 
pessoas felizes e realizadas profissionalmente" e que "a música é a maior recompensa".</p>
<ul><li><a href='http://falarcriativo.com/wp-admin/www.martahugon.com'>Site da Marta.</a>
</li>
<li><a href='https://itunes.apple.com/pt/artist/marta-hugon/id472962612'>Discos da Marta no iTunes.</a>
</li>
<li><a href='https://www.youtube.com/watch?v=xLUW2Vog7vQ&list=UUzDkwaav8Ud7pnRCk-oVApg'>"Hate Song" no Youtube.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Marta Hugon, cantora de jazz, à qual cheguei através do <a href='http://falarcriativo.com/episodio-46-filipe-ferreira-1/'>Filipe Ferreira</a>,
 pois quando ele partilhou o episódio dele, a Marta comentou-o, e eu não
 me fiz rogado, lembrei-me das palavras do Filipe, de o "não" estar 
garantido, e aproveitei a oportunidade que se me apresentava.</p>
<p>A 
Marta chegou ao canto quase como uma experiência, inscreveu-se num côro,
 e de forma quase casual viu-se em cima de um palco, e perceber, que 
tinha receio, mas "eu quero fazer mais disto".</p>
<p>A partir desse 
momento teve que se desenvolver como cantora, através de aulas 
particulares e mais tarde, ingressando no Hot Clube onde veio a ter como
 professor o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-22-filipe-melo/'>Filipe Melo</a>, que hoje em dia é parceiro de composição, faz os arranjos e o pianista que a acompanha.</p>
<p>Falámos
 da pressa que normalmente se tem de ver resultados, de chegar a esse 
destino, seja a publicação de um disco,  ou até mesmo reconhecimento 
como cantor firmado. Não há pressa, isto é, pressa há, mas as coisas na 
vida, não querem saber da pressa que temos ou não temos, elas seguem a 
ordem que têm de seguir e somos nós que temos de aprender a ter 
paciência, em acreditar que vai acontecer, mas não ficar sentado à 
espera que as coisas se resolvam por si.</p>
<p>A Marta não acha que 
exista "um mais fácil e um mais difícil, um certo ou um errado", no que 
toca a escolhas profissionais, pois no caso dos músicos, refere que 
todos os músicos que conhece, "por muitas dificuldades que passem, são 
pessoas felizes e realizadas profissionalmente" e que <em>"a música é a maior recompensa"</em>.</p>
<ul><li><a href='http://falarcriativo.com/wp-admin/www.martahugon.com'>Site da Marta.</a><br>
</li>
<li><a href='https://itunes.apple.com/pt/artist/marta-hugon/id472962612'>Discos da Marta no iTunes.</a><br>
</li>
<li><a href='https://www.youtube.com/watch?v=xLUW2Vog7vQ&list=UUzDkwaav8Ud7pnRCk-oVApg'>"Hate Song" no Youtube.</a></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[A convidada desta semana é a Marta Hugon, cantora de jazz, à qual cheguei através do Filipe Ferreira,
 pois quando ele partilhou o episódio dele, a Marta comentou-o, e eu não
 me fiz rogado, lembrei-me das palavras do Filipe, de o "não" estar 
garantido, e aproveitei a oportunidade que se me apresentava.A 
Marta chegou ao canto quase como uma experiência, inscreveu-se num côro,
 e de forma quase casual viu-se em cima de um palco, e perceber, que 
tinha receio, mas "eu quero fazer mais disto".A partir desse 
momento teve que se desenvolver como cantora, através de aulas 
particulares e mais tarde, ingressando no Hot Clube onde veio a ter como
 professor o Filipe Melo, que hoje em dia é parceiro de composição, faz os arranjos e o pianista que a acompanha.Falámos
 da pressa que normalmente se tem de ver resultados, de chegar a esse 
destino, seja a publicação de um disco,  ou até mesmo reconhecimento 
como cantor firmado. Não há pressa, isto é, pressa há, mas as coisas na 
vida, não querem saber da pressa que temos ou não temos, elas seguem a 
ordem que têm de seguir e somos nós que temos de aprender a ter 
paciência, em acreditar que vai acontecer, mas não ficar sentado à 
espera que as coisas se resolvam por si.A Marta não acha que 
exista "um mais fácil e um mais difícil, um certo ou um errado", no que 
toca a escolhas profissionais, pois no caso dos músicos, refere que 
todos os músicos que conhece, "por muitas dificuldades que passem, são 
pessoas felizes e realizadas profissionalmente" e que "a música é a maior recompensa".Site da Marta.Discos da Marta no iTunes."Hate Song" no Youtube.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 49 João Vitória</title>
        <itunes:title>episódio 49 João Vitória</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-49-joao-vitoria/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 20 Oct 2014 11:23:59 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o João Vitória, que é Chief Digital 
Officer, um desses cargos que só a modernidade nos trouxe. Mas no fundo o
 João é uma pessoa que gosta de aprender, explorar aquilo que a 
conectividade via web nos permite.
</p>
<p>Eu tomei contacto com o João através do <a href='http://falarcriativo.com/episodio-23-vasco-durao/'>Vasco Durão</a>, o convidado 23 do Falar Criativo, pois os dois têm uma formação em criatividade, o <a href='https://www.facebook.com/shaker.pt'>Shaker</a>, onde levam as pessoas a experimentarem vários processos para resolver problemas criativos.
</p>
<p>Gostei
 bastante do facto de o Vasco dizer ao João, "olha, vai falar com o Rui,
 ele tem entrevistado mais pessoas da área" e isso ser suficiente para o
 João dizer que sim. Isto mostra duas coisas, que se sugerirmos coisas 
às pessoas que de facto lhe são favoráveis, no futuro bastará a nossa 
sugestão e elas irão aceitar pois confiam em nós, a segunda é que se nos
 mostrarmos dignos e cordiais, o nosso trabalho vai ser reconhecido como
 merecedor do tempo das pessoas.
</p>
<p>Voltando 
ao João, eu admito que até gosto de tecnologias, redes sociais e esse 
tipo de coisas, mas estou longe de saber tanto como ele, porém na 
conversa foi reforçado algo que eu já tinha ideia de ser assim, o facto 
que as redes sociais são um canal, uma ferramenta, na génese estão as 
relações entre pessoas, ou como também falámos a relação entre as marcas
 e os clientes. Como o João refere, as marcas ao virem para o território
 das redes sociais, estão a abrir uma porta, dessa forma podem entrar 
coisas boas e coisas más, as marcas ficam mais vulneráveis às críticas, 
mas também mais próximas de saber o que importa para os seus clientes.
</p>
<p>O
 joão refere que nem todas as redes sociais, ou melhor nem todas estas 
tecnologias são indicadas para todos os tipos de negócio e todas as 
marcas, isto é, mais do que receitar uma "injecção de facebook", há que 
entender o que é que a marca pretende, e se de facto os clientes de 
determinado produto ou marca, estão interessados em interagir dessa 
forma.
</p>
<ul><li><a href='http://joaovitoria.com/'>Blog do João.</a></li>
<li><a href='https://www.behance.net/jvitoria/'>Site do João no Behance.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o João Vitória, que é Chief Digital 
Officer, um desses cargos que só a modernidade nos trouxe. Mas no fundo o
 João é uma pessoa que gosta de aprender, explorar aquilo que a 
conectividade via web nos permite.<br>
</p>
<p>Eu tomei contacto com o João através do <a href='http://falarcriativo.com/episodio-23-vasco-durao/'>Vasco Durão</a>, o convidado 23 do Falar Criativo, pois os dois têm uma formação em criatividade, o <a href='https://www.facebook.com/shaker.pt'>Shaker</a>, onde levam as pessoas a experimentarem vários processos para resolver problemas criativos.<br>
</p>
<p>Gostei
 bastante do facto de o Vasco dizer ao João, "olha, vai falar com o Rui,
 ele tem entrevistado mais pessoas da área" e isso ser suficiente para o
 João dizer que sim. Isto mostra duas coisas, que se sugerirmos coisas 
às pessoas que de facto lhe são favoráveis, no futuro bastará a nossa 
sugestão e elas irão aceitar pois confiam em nós, a segunda é que se nos
 mostrarmos dignos e cordiais, o nosso trabalho vai ser reconhecido como
 merecedor do tempo das pessoas.<br>
</p>
<p>Voltando 
ao João, eu admito que até gosto de tecnologias, redes sociais e esse 
tipo de coisas, mas estou longe de saber tanto como ele, porém na 
conversa foi reforçado algo que eu já tinha ideia de ser assim, o facto 
que as redes sociais são um canal, uma ferramenta, na génese estão as 
relações entre pessoas, ou como também falámos a relação entre as marcas
 e os clientes. Como o João refere, as marcas ao virem para o território
 das redes sociais, estão a abrir uma porta, dessa forma podem entrar 
coisas boas e coisas más, as marcas ficam mais vulneráveis às críticas, 
mas também mais próximas de saber o que importa para os seus clientes.<br>
</p>
<p>O
 joão refere que nem todas as redes sociais, ou melhor nem todas estas 
tecnologias são indicadas para todos os tipos de negócio e todas as 
marcas, isto é, mais do que receitar uma "injecção de facebook", há que 
entender o que é que a marca pretende, e se de facto os clientes de 
determinado produto ou marca, estão interessados em interagir dessa 
forma.<br>
</p>
<ul><li><a href='http://joaovitoria.com/'>Blog do João.</a></li>
<li><a href='https://www.behance.net/jvitoria/'>Site do João no Behance.</a></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o João Vitória, que é Chief Digital 
Officer, um desses cargos que só a modernidade nos trouxe. Mas no fundo o
 João é uma pessoa que gosta de aprender, explorar aquilo que a 
conectividade via web nos permite.Eu tomei contacto com o João através do Vasco Durão, o convidado 23 do Falar Criativo, pois os dois têm uma formação em criatividade, o Shaker, onde levam as pessoas a experimentarem vários processos para resolver problemas criativos.Gostei
 bastante do facto de o Vasco dizer ao João, "olha, vai falar com o Rui,
 ele tem entrevistado mais pessoas da área" e isso ser suficiente para o
 João dizer que sim. Isto mostra duas coisas, que se sugerirmos coisas 
às pessoas que de facto lhe são favoráveis, no futuro bastará a nossa 
sugestão e elas irão aceitar pois confiam em nós, a segunda é que se nos
 mostrarmos dignos e cordiais, o nosso trabalho vai ser reconhecido como
 merecedor do tempo das pessoas.Voltando 
ao João, eu admito que até gosto de tecnologias, redes sociais e esse 
tipo de coisas, mas estou longe de saber tanto como ele, porém na 
conversa foi reforçado algo que eu já tinha ideia de ser assim, o facto 
que as redes sociais são um canal, uma ferramenta, na génese estão as 
relações entre pessoas, ou como também falámos a relação entre as marcas
 e os clientes. Como o João refere, as marcas ao virem para o território
 das redes sociais, estão a abrir uma porta, dessa forma podem entrar 
coisas boas e coisas más, as marcas ficam mais vulneráveis às críticas, 
mas também mais próximas de saber o que importa para os seus clientes.O
 joão refere que nem todas as redes sociais, ou melhor nem todas estas 
tecnologias são indicadas para todos os tipos de negócio e todas as 
marcas, isto é, mais do que receitar uma "injecção de facebook", há que 
entender o que é que a marca pretende, e se de facto os clientes de 
determinado produto ou marca, estão interessados em interagir dessa 
forma.Blog do João.Site do João no Behance.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 48 Christelle Rodrigues</title>
        <itunes:title>episódio 48 Christelle Rodrigues</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Christelle Rodrigues da Monóculo, uma empresa que presta serviços na área da edição de livros.</p>
<p>Aconselho
 a passarem pela página da Monóculo para perceberem melhor as 
possibilidades que existem para quem quer transformar um manuscrito, num
 bonito livro físico, e deliciarem-se com o percorrer dos dedos pelas 
páginas.</p>
<p>Eu cheguei até à Christelle, através da Rossana 
Appolloni, pois foi a Monóculo que fez a edição do primeiro livro, o 
"Ousar Ser Feliz" edição independente (versão esgotada, mas podem 
adquirir a nova versão com o dobro dos textos). Já tinha vontade de 
conversar com a Christelle há algum tempo mas ainda não se tinha 
proporcionado  o momento oportuno. A conversa foi cá em casa, algo que 
me agrada bastante, sinto-me muito bem ao receber os convidados, mais 
disponível para ouvir, enfim, no meu meio.</p>
<p>Na investigação que 
fiz, fiquei a saber mais sobre o que a Monóculo fazia, mas pouco sobre a
 Christelle. Nem o seu aspecto eu conhecia. Dessa forma tive de me 
auxiliar das minhas primeiras perguntas para perceber de que forma a 
Monóculo se encaixava no seu percurso de vida.</p>
<p>Fiquei a saber que a
 pedagogia, o ensinar e o saber,  são grandes motivadores, e bases nas 
coisas que a Christelle faz. A componente humana também passou na nossa 
conversa, porque todos os autores que chegam até à Monóculo, são pessoas
 com expectativas, dúvidas e o sonho de ver o resultado do seu trabalho,
 da sua ideia virar livro com o qual poderão partilhar as suas histórias
 com outros.</p>
<p>Foi muito fácil falar com a Christelle, houve empatia
 logo de início, o partilhar um pouco da minha história, e do objectivo 
do Falar Criativo, fez com que se sentisse mais à vontade para partilhar
 a sua história.</p>
<p>Na conversa, antes,  durante e após gravação, 
fiquei a saber muito mais sobre a edição de livros, das dificuldades, e 
da felicidade que é ver algo de nós tomar vida, e dessa forma dar vidas 
aos outros.</p>
<ul><li><a href='http://www.monoculo.pt/'>O site da Monóculo.</a>
</li>
<li><a href='http://www.rossana-appolloni.pt/publicacoes.html'>Nova edição do livro da Rossana.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Christelle Rodrigues da Monóculo, uma empresa que presta serviços na área da edição de livros.</p>
<p>Aconselho
 a passarem pela página da Monóculo para perceberem melhor as 
possibilidades que existem para quem quer transformar um manuscrito, num
 bonito livro físico, e deliciarem-se com o percorrer dos dedos pelas 
páginas.</p>
<p>Eu cheguei até à Christelle, através da Rossana 
Appolloni, pois foi a Monóculo que fez a edição do primeiro livro, o 
"Ousar Ser Feliz" edição independente (versão esgotada, mas podem 
adquirir a nova versão com o dobro dos textos). Já tinha vontade de 
conversar com a Christelle há algum tempo mas ainda não se tinha 
proporcionado  o momento oportuno. A conversa foi cá em casa, algo que 
me agrada bastante, sinto-me muito bem ao receber os convidados, mais 
disponível para ouvir, enfim, no meu meio.</p>
<p>Na investigação que 
fiz, fiquei a saber mais sobre o que a Monóculo fazia, mas pouco sobre a
 Christelle. Nem o seu aspecto eu conhecia. Dessa forma tive de me 
auxiliar das minhas primeiras perguntas para perceber de que forma a 
Monóculo se encaixava no seu percurso de vida.</p>
<p>Fiquei a saber que a
 pedagogia, o ensinar e o saber,  são grandes motivadores, e bases nas 
coisas que a Christelle faz. A componente humana também passou na nossa 
conversa, porque todos os autores que chegam até à Monóculo, são pessoas
 com expectativas, dúvidas e o sonho de ver o resultado do seu trabalho,
 da sua ideia virar livro com o qual poderão partilhar as suas histórias
 com outros.</p>
<p>Foi muito fácil falar com a Christelle, houve empatia
 logo de início, o partilhar um pouco da minha história, e do objectivo 
do Falar Criativo, fez com que se sentisse mais à vontade para partilhar
 a sua história.</p>
<p>Na conversa, antes,  durante e após gravação, 
fiquei a saber muito mais sobre a edição de livros, das dificuldades, e 
da felicidade que é ver algo de nós tomar vida, e dessa forma dar vidas 
aos outros.</p>
<ul><li><a href='http://www.monoculo.pt/'>O site da Monóculo.</a><br>
</li>
<li><a href='http://www.rossana-appolloni.pt/publicacoes.html'>Nova edição do livro da Rossana.</a></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[A convidada desta semana é a Christelle Rodrigues da Monóculo, uma empresa que presta serviços na área da edição de livros.Aconselho
 a passarem pela página da Monóculo para perceberem melhor as 
possibilidades que existem para quem quer transformar um manuscrito, num
 bonito livro físico, e deliciarem-se com o percorrer dos dedos pelas 
páginas.Eu cheguei até à Christelle, através da Rossana 
Appolloni, pois foi a Monóculo que fez a edição do primeiro livro, o 
"Ousar Ser Feliz" edição independente (versão esgotada, mas podem 
adquirir a nova versão com o dobro dos textos). Já tinha vontade de 
conversar com a Christelle há algum tempo mas ainda não se tinha 
proporcionado  o momento oportuno. A conversa foi cá em casa, algo que 
me agrada bastante, sinto-me muito bem ao receber os convidados, mais 
disponível para ouvir, enfim, no meu meio.Na investigação que 
fiz, fiquei a saber mais sobre o que a Monóculo fazia, mas pouco sobre a
 Christelle. Nem o seu aspecto eu conhecia. Dessa forma tive de me 
auxiliar das minhas primeiras perguntas para perceber de que forma a 
Monóculo se encaixava no seu percurso de vida.Fiquei a saber que a
 pedagogia, o ensinar e o saber,  são grandes motivadores, e bases nas 
coisas que a Christelle faz. A componente humana também passou na nossa 
conversa, porque todos os autores que chegam até à Monóculo, são pessoas
 com expectativas, dúvidas e o sonho de ver o resultado do seu trabalho,
 da sua ideia virar livro com o qual poderão partilhar as suas histórias
 com outros.Foi muito fácil falar com a Christelle, houve empatia
 logo de início, o partilhar um pouco da minha história, e do objectivo 
do Falar Criativo, fez com que se sentisse mais à vontade para partilhar
 a sua história.Na conversa, antes,  durante e após gravação, 
fiquei a saber muito mais sobre a edição de livros, das dificuldades, e 
da felicidade que é ver algo de nós tomar vida, e dessa forma dar vidas 
aos outros.O site da Monóculo.Nova edição do livro da Rossana.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 47 Filipe Ferreira (parte 2)</title>
        <itunes:title>episódio 47 Filipe Ferreira (parte 2)</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-47-filipe-ferreira-parte-2/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-47-filipe-ferreira-parte-2/#comments</comments>        <pubDate>Thu, 09 Oct 2014 00:42:45 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>Esta é a segunda parte da conversa que tive com o Filipe Ferreira.</p>
A primeira parte podem ouvir <a href='http://falarcriativo.com/episodio-46-filipe-ferreira-1/'>aqui.</a>]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Esta é a segunda parte da conversa que tive com o Filipe Ferreira.</p>
A primeira parte podem ouvir <a href='http://falarcriativo.com/episodio-46-filipe-ferreira-1/'>aqui.</a>]]></content:encoded>
                                    
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    <item>
        <title>episódio 46 Filipe Ferreira (parte 1)</title>
        <itunes:title>episódio 46 Filipe Ferreira (parte 1)</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-46-filipe-ferreira-parte-1/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 06 Oct 2014 16:59:47 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o Filipe Ferreira, fotógrafo, e acima de tudo "a real nice guy".</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Tomei contacto com o trabalho do Filipe, através de uma partilha que o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-22-filipe-melo/'>Filipe Melo</a> fez de <a href='http://filipeferreiraphoto.blogspot.pt/2014/07/a-foto-photo-music-jazz.html'>uma foto do Benny Golson tirada pelo Filipe Ferreira</a>. No blog do Filipe Ferreira, ele referia-se à foto como sendo "a foto", é de facto uma grande fotografia.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O percurso do Filipe é muito interessante, não é muito linear, as coisas foram sucedendo, a "sorte" foi-o encontrando mos sítios certos, e preparado para receber o que ela trazia na sua direcção.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A questão que ele refere do "não" estar garantido, por isso não custa nada perguntar, é algo que não me é fácil, está mais fácil com esta minha aventura de convidar pessoas a serem entrevistadas, mas é uma grande maneira de encarar as coisas que queremos e por vezes não temos coragem de pedir.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Filipe foi generoso com as pessoas que tem encontrado pelo caminho, e essas pessoas têm retribuído das mais diferentes formas, seja passando-lhe contactos, seja contratando-o para mais trabalhos.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A coisa que mais me agradou da nossa conversa foi perceber que os super-heróis existem, não fazem nada de sobre humano, mas usam o bem como super poder. Fazer algo pelos outros de forma desinteressada compensa, e não é preciso pisar em ninguém para alcançarmos os nossos sonhos.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://filipeferreiraphoto.blogspot.pt/'>Blogue do Filipe.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o Filipe Ferreira, fotógrafo, e acima de tudo "a real nice guy".</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Tomei contacto com o trabalho do Filipe, através de uma partilha que o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-22-filipe-melo/'>Filipe Melo</a> fez de <a href='http://filipeferreiraphoto.blogspot.pt/2014/07/a-foto-photo-music-jazz.html'>uma foto do Benny Golson tirada pelo Filipe Ferreira</a>. No blog do Filipe Ferreira, ele referia-se à foto como sendo "a foto", é de facto uma grande fotografia.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O percurso do Filipe é muito interessante, não é muito linear, as coisas foram sucedendo, a "sorte" foi-o encontrando mos sítios certos, e preparado para receber o que ela trazia na sua direcção.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A questão que ele refere do "não" estar garantido, por isso não custa nada perguntar, é algo que não me é fácil, está mais fácil com esta minha aventura de convidar pessoas a serem entrevistadas, mas é uma grande maneira de encarar as coisas que queremos e por vezes não temos coragem de pedir.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Filipe foi generoso com as pessoas que tem encontrado pelo caminho, e essas pessoas têm retribuído das mais diferentes formas, seja passando-lhe contactos, seja contratando-o para mais trabalhos.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A coisa que mais me agradou da nossa conversa foi perceber que os super-heróis existem, não fazem nada de sobre humano, mas usam o bem como super poder. Fazer algo pelos outros de forma desinteressada compensa, e não é preciso pisar em ninguém para alcançarmos os nossos sonhos.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://filipeferreiraphoto.blogspot.pt/'>Blogue do Filipe.</a></li>
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    <item>
        <title>episódio 45 Ana Rita Queiroz</title>
        <itunes:title>episódio 45 Ana Rita Queiroz</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-45-ana-rita-queiroz/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 29 Sep 2014 13:37:21 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Ana Rita Queiroz, ela é marketeer, mais 
ligada ao lado digital, também faz webdesign, com bastante enfâse na 
parte das lojas online.</p>
<p>A Ana Rita entrou em contacto comigo 
depois de ouvir a entrevista com o Diogo Vilhena, alguém com quem está a
 trabalhar, para saber de que forma poderia ser entrevistada para 
partilhar um pouco da sua história e daquilo que ela faz.</p>
<p>Lá fiz 
uma pequena investigação para ver de que forma seria mais interessante 
esta questão das lojas online, e o facto de ter um plano de marketing, 
uma estratégia, em que as ferramentas digitais, as redes sociais, fazem 
parte de um plano maior, e não um fim em si mesmo.</p>
<p>Após a criação 
de uma loja ou de um site, é importante, perceber quem visita, quem 
compra, o que compra, quantas visitas fez até comprar, etc, e dessa 
forma potenciar o canal de vendas que é a internet. As redes sociais por
 si só não vendem, ajudam sim a criar relações que poderão resultar em 
vendas se o trabalho for bem feito, e for essa a intenção.</p>
<p>Eu 
admito que gostava de ter uma fonte de rendimento web, pelo facto de 
poder estar longe de casa, e mesmo assim processar vendas e pagamentos, 
agrada-me a liberdade que um negócio digital permite.</p>
<p>O percurso 
da Ana Rita não é linear, não existiram certezas desde o momento de 
arranque, e o sítio onde se encontra nesta altura é o resultado de 
váriascoisas que foram acontecendo ao longo da sua vida, e que incluem 
processos de desenvolvimento pessoal e de autoconhecimento que são a 
base para chegarmos mais longe.</p>
<p>A importância de entender aquilo 
que o cliente pretende, sem por vezes saberem explicar o que é, tem sido
 uma das ferramentas que a Ana Rita consegue usar de forma eficaz, pois 
como me disse na troca inicial de mensagens, o importante são as 
pessoas.</p>
<ul><li><a href='https://www.behance.net/ritadesign'>Portfolio no Behance.</a>
</li>
<li><a href='http://www.coroflot.com/ritasousa'>Portfolio no Coroflot.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Ana Rita Queiroz, ela é marketeer, mais 
ligada ao lado digital, também faz webdesign, com bastante enfâse na 
parte das lojas online.</p>
<p>A Ana Rita entrou em contacto comigo 
depois de ouvir a entrevista com o Diogo Vilhena, alguém com quem está a
 trabalhar, para saber de que forma poderia ser entrevistada para 
partilhar um pouco da sua história e daquilo que ela faz.</p>
<p>Lá fiz 
uma pequena investigação para ver de que forma seria mais interessante 
esta questão das lojas online, e o facto de ter um plano de marketing, 
uma estratégia, em que as ferramentas digitais, as redes sociais, fazem 
parte de um plano maior, e não um fim em si mesmo.</p>
<p>Após a criação 
de uma loja ou de um site, é importante, perceber quem visita, quem 
compra, o que compra, quantas visitas fez até comprar, etc, e dessa 
forma potenciar o canal de vendas que é a internet. As redes sociais por
 si só não vendem, ajudam sim a criar relações que poderão resultar em 
vendas se o trabalho for bem feito, e for essa a intenção.</p>
<p>Eu 
admito que gostava de ter uma fonte de rendimento web, pelo facto de 
poder estar longe de casa, e mesmo assim processar vendas e pagamentos, 
agrada-me a liberdade que um negócio digital permite.</p>
<p>O percurso 
da Ana Rita não é linear, não existiram certezas desde o momento de 
arranque, e o sítio onde se encontra nesta altura é o resultado de 
váriascoisas que foram acontecendo ao longo da sua vida, e que incluem 
processos de desenvolvimento pessoal e de autoconhecimento que são a 
base para chegarmos mais longe.</p>
<p>A importância de entender aquilo 
que o cliente pretende, sem por vezes saberem explicar o que é, tem sido
 uma das ferramentas que a Ana Rita consegue usar de forma eficaz, pois 
como me disse na troca inicial de mensagens, o importante são as 
pessoas.</p>
<ul><li><a href='https://www.behance.net/ritadesign'>Portfolio no Behance.</a><br>
</li>
<li><a href='http://www.coroflot.com/ritasousa'>Portfolio no Coroflot.</a></li>
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        <itunes:summary><![CDATA[A convidada desta semana é a Ana Rita Queiroz, ela é marketeer, mais 
ligada ao lado digital, também faz webdesign, com bastante enfâse na 
parte das lojas online.A Ana Rita entrou em contacto comigo 
depois de ouvir a entrevista com o Diogo Vilhena, alguém com quem está a
 trabalhar, para saber de que forma poderia ser entrevistada para 
partilhar um pouco da sua história e daquilo que ela faz.Lá fiz 
uma pequena investigação para ver de que forma seria mais interessante 
esta questão das lojas online, e o facto de ter um plano de marketing, 
uma estratégia, em que as ferramentas digitais, as redes sociais, fazem 
parte de um plano maior, e não um fim em si mesmo.Após a criação 
de uma loja ou de um site, é importante, perceber quem visita, quem 
compra, o que compra, quantas visitas fez até comprar, etc, e dessa 
forma potenciar o canal de vendas que é a internet. As redes sociais por
 si só não vendem, ajudam sim a criar relações que poderão resultar em 
vendas se o trabalho for bem feito, e for essa a intenção.Eu 
admito que gostava de ter uma fonte de rendimento web, pelo facto de 
poder estar longe de casa, e mesmo assim processar vendas e pagamentos, 
agrada-me a liberdade que um negócio digital permite.O percurso 
da Ana Rita não é linear, não existiram certezas desde o momento de 
arranque, e o sítio onde se encontra nesta altura é o resultado de 
váriascoisas que foram acontecendo ao longo da sua vida, e que incluem 
processos de desenvolvimento pessoal e de autoconhecimento que são a 
base para chegarmos mais longe.A importância de entender aquilo 
que o cliente pretende, sem por vezes saberem explicar o que é, tem sido
 uma das ferramentas que a Ana Rita consegue usar de forma eficaz, pois 
como me disse na troca inicial de mensagens, o importante são as 
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    <item>
        <title>episódio 44 Sérgio Kaufmann</title>
        <itunes:title>episódio 44 Sérgio Kaufmann</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-44-sergio-kaufmann/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-44-sergio-kaufmann/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 22 Sep 2014 15:24:28 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o Sérgio Kaufmann, marceneiro que trocou o video pela madeira, e um porsche por uma bicicleta.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Sérgio foi-me sugerido por um ouvinte do podcast, o Rui Santos, que é amigo dele, e que trabalhou com ele quando o Sérgio era editor de video.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Aquando da sugestão o Rui, mencionou a mudança de carreira do Sérgio como algo que ele achava de valor, trocar uma carreira longa, no topo, bom salário, mas que mudou, sendo uma das principais razão a vontade de ser pai e ter tempo para o filho.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Fiquei logo cheio de vontade de ir conversar com o Sérgio, pois, os exemplos de pessoas que dão importância, às coisas realmente importantes da vida, o ter tempo, para estar com a família, para andar de bicicleta, para ser alguém que faz por ser o condutor do seu dia-a-dia, é algo que me diz muito, pois a escravatura do ter coisas, estatuto, mas não ter tempo, e estar à mercê de um "chefe", não se encaixa naquilo que quero para a minha vida.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Sérgio é uma pessoa extremamente acessível, foi fácil criar logo uma ligação com ele, nada de fachada, verdadeiro.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A marcenaria não era algo que o Sérgio tivesse ligação, mas quando, o hoje sócio dele, o Domingos, lhe falou num curso de marcenaria o Sérgio, disse vamos lá a isso, e ao mesmo tempo que tiravam o curso, iam fazendo alguns trabalhos, o que lhes permitia ter mais dúvidas, e dessa forma extrair mais conhecimentos da formação que frequentavam.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O crescimento sustentado da marcenaria "PAU - Marceneiros", é algo que vejo como essencial nos dias que correm, ganhar, investir, e não pôr-mo-nos a pedir empréstimos que nos tornam escravos de uma mensalidade.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A história do Sérgio fez-me lembrar um livro que já li há alguns anos, que me marcou muito, <a href='http://www.robinsharma.com/store/books/HardcoverandPaperback/the-monk-who-sold-his-ferrari'>"O monge que vendeu o seu Ferrari" do Robin Sharma</a>, aqui o título do episódio desta semana podia perfeitamente ser, " O marceneiro que vendeu o seu Porsche".</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='https://www.facebook.com/pages/Pau-Marceneiros/348697300639'>Pau Marceneiros no Facebook.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o Sérgio Kaufmann, marceneiro que trocou o video pela madeira, e um porsche por uma bicicleta.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Sérgio foi-me sugerido por um ouvinte do podcast, o Rui Santos, que é amigo dele, e que trabalhou com ele quando o Sérgio era editor de video.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Aquando da sugestão o Rui, mencionou a mudança de carreira do Sérgio como algo que ele achava de valor, trocar uma carreira longa, no topo, bom salário, mas que mudou, sendo uma das principais razão a vontade de ser pai e ter tempo para o filho.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Fiquei logo cheio de vontade de ir conversar com o Sérgio, pois, os exemplos de pessoas que dão importância, às coisas realmente importantes da vida, o ter tempo, para estar com a família, para andar de bicicleta, para ser alguém que faz por ser o condutor do seu dia-a-dia, é algo que me diz muito, pois a escravatura do ter coisas, estatuto, mas não ter tempo, e estar à mercê de um "chefe", não se encaixa naquilo que quero para a minha vida.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Sérgio é uma pessoa extremamente acessível, foi fácil criar logo uma ligação com ele, nada de fachada, verdadeiro.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A marcenaria não era algo que o Sérgio tivesse ligação, mas quando, o hoje sócio dele, o Domingos, lhe falou num curso de marcenaria o Sérgio, disse vamos lá a isso, e ao mesmo tempo que tiravam o curso, iam fazendo alguns trabalhos, o que lhes permitia ter mais dúvidas, e dessa forma extrair mais conhecimentos da formação que frequentavam.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O crescimento sustentado da marcenaria "PAU - Marceneiros", é algo que vejo como essencial nos dias que correm, ganhar, investir, e não pôr-mo-nos a pedir empréstimos que nos tornam escravos de uma mensalidade.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A história do Sérgio fez-me lembrar um livro que já li há alguns anos, que me marcou muito, <a href='http://www.robinsharma.com/store/books/HardcoverandPaperback/the-monk-who-sold-his-ferrari'>"O monge que vendeu o seu Ferrari" do Robin Sharma</a>, aqui o título do episódio desta semana podia perfeitamente ser, " O marceneiro que vendeu o seu Porsche".</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='https://www.facebook.com/pages/Pau-Marceneiros/348697300639'>Pau Marceneiros no Facebook.</a></li>
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    <item>
        <title>episódio 43 Ricardo Henriques</title>
        <itunes:title>episódio 43 Ricardo Henriques</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-43-ricardo-henriques/#comments</comments>        <pubDate>Tue, 16 Sep 2014 16:44:47 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o Ricardo Henriques, redactor publicitário, amante das viagens e de almoçar com os amigos.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Eu já conhecia o Ricardo há muitos anos, temos uma amiga em comum, e quando essa amiga fazia festas lá nos encontrávamos. Mas pouco sabia do que ele fazia.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Outro dia, abro a revista Visão e vejo o Ricardo com os seus cadernos de viagem. Liguei logo à Tita, a nossa amiga a pedir que fizesse a ponte entre mim e ele, e que me arranjasse o contacto.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Falámos pelo telefone, e na altura não foi possível. Quando regressei de férias, falei com ele, e de um dia para o outro agendámos a entrevista.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A ideia que tinha dele, era de alguém que não sendo calado, não se alongava desnecessáriamente sobre o assunto. Preparei-me mentalmente para saber suportar silêncios, e interromper o menos possível.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Confirmou-se o Ricardo diz o que sente ser o necessário, nada mais, eu como pessoa que fala mais do que deve, admiro as pessoas que fazem a gestão sábia das palavras.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Ricardo tem um percurso engraçado, de ir fazendo várias coisas, tirou arquitectura de interiores, mas serviu para fazer amigos para a vida, não para decorar apartamentos.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Achei fantástica a ideia de gerir o dia pelo almoço, o antes e o depois do almoço. Escolher com que amigos se vai almoçar, e gerir o dia com esse combustível extra de estarmos com aqueles que nalgum momento foram parte mais presente das nossas vidas.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Eu gostava de fazer o mesmo, adoro marcar almoços com amigos, como desculpa para os rever, e por a conversa em dia.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Percebi pelo exemplo do Ricardo que a serendipidade existe, e que não temos, nem devemos lutar constantemente com o curso das coisas, é deixar fluir, o que tem de ser, será.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://www.pato-logico.com/mar/'>Livro Mar - Pato Lógico.</a></li>
<li><a href='http://vimeo.com/50617843'>MAR - Book trailer</a></li>
</ul>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"> </p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o Ricardo Henriques, redactor publicitário, amante das viagens e de almoçar com os amigos.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Eu já conhecia o Ricardo há muitos anos, temos uma amiga em comum, e quando essa amiga fazia festas lá nos encontrávamos. Mas pouco sabia do que ele fazia.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Outro dia, abro a revista Visão e vejo o Ricardo com os seus cadernos de viagem. Liguei logo à Tita, a nossa amiga a pedir que fizesse a ponte entre mim e ele, e que me arranjasse o contacto.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Falámos pelo telefone, e na altura não foi possível. Quando regressei de férias, falei com ele, e de um dia para o outro agendámos a entrevista.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A ideia que tinha dele, era de alguém que não sendo calado, não se alongava desnecessáriamente sobre o assunto. Preparei-me mentalmente para saber suportar silêncios, e interromper o menos possível.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Confirmou-se o Ricardo diz o que sente ser o necessário, nada mais, eu como pessoa que fala mais do que deve, admiro as pessoas que fazem a gestão sábia das palavras.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Ricardo tem um percurso engraçado, de ir fazendo várias coisas, tirou arquitectura de interiores, mas serviu para fazer amigos para a vida, não para decorar apartamentos.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Achei fantástica a ideia de gerir o dia pelo almoço, o antes e o depois do almoço. Escolher com que amigos se vai almoçar, e gerir o dia com esse combustível extra de estarmos com aqueles que nalgum momento foram parte mais presente das nossas vidas.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Eu gostava de fazer o mesmo, adoro marcar almoços com amigos, como desculpa para os rever, e por a conversa em dia.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Percebi pelo exemplo do Ricardo que a serendipidade existe, e que não temos, nem devemos lutar constantemente com o curso das coisas, é deixar fluir, o que tem de ser, será.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://www.pato-logico.com/mar/'>Livro Mar - Pato Lógico.</a></li>
<li><a href='http://vimeo.com/50617843'>MAR - Book trailer</a></li>
</ul>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"> </p>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Ricardo Henriques, redactor publicitário, amante das viagens e de almoçar com os amigos.Eu já conhecia o Ricardo há muitos anos, temos uma amiga em comum, e quando essa amiga fazia festas lá nos encontrávamos. Mas pouco sabia do que ele fazia.Outro dia, abro a revista Visão e vejo o Ricardo com os seus cadernos de viagem. Liguei logo à Tita, a nossa amiga a pedir que fizesse a ponte entre mim e ele, e que me arranjasse o contacto.Falámos pelo telefone, e na altura não foi possível. Quando regressei de férias, falei com ele, e de um dia para o outro agendámos a entrevista.A ideia que tinha dele, era de alguém que não sendo calado, não se alongava desnecessáriamente sobre o assunto. Preparei-me mentalmente para saber suportar silêncios, e interromper o menos possível.Confirmou-se o Ricardo diz o que sente ser o necessário, nada mais, eu como pessoa que fala mais do que deve, admiro as pessoas que fazem a gestão sábia das palavras.O Ricardo tem um percurso engraçado, de ir fazendo várias coisas, tirou arquitectura de interiores, mas serviu para fazer amigos para a vida, não para decorar apartamentos.Achei fantástica a ideia de gerir o dia pelo almoço, o antes e o depois do almoço. Escolher com que amigos se vai almoçar, e gerir o dia com esse combustível extra de estarmos com aqueles que nalgum momento foram parte mais presente das nossas vidas.Eu gostava de fazer o mesmo, adoro marcar almoços com amigos, como desculpa para os rever, e por a conversa em dia.Percebi pelo exemplo do Ricardo que a serendipidade existe, e que não temos, nem devemos lutar constantemente com o curso das coisas, é deixar fluir, o que tem de ser, será.Livro Mar - Pato Lógico.MAR - Book trailer ]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 42 António Campos Soares</title>
        <itunes:title>episódio 42 António Campos Soares</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-42-antonio-campos-soares/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 08 Sep 2014 01:01:00 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o António Campos Soares, um jovem que me foi sugerido por um ouvinte do podcast, o Michel Martins, como sendo escritor, músico, artesão e acima de tudo boa pessoa. Fiquei curioso...</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Uma vez que o António vive em Joane, perto de Braga, a conversa foi via Skype. Por muito que gostasse de conversar pessoalmente, a distância ainda é grande.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O António estudou num seminário, e o sentido de comunidade foi algo que ele referiu como marcante, o sentirmos que fazemos parte de algo maior que nós, que temos com quem contar, dá a confiança necessária para poder querer fazer mais.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Estudou línguas na universidade, e ainda anda às voltas com um mestrado, mas isso não o impede de fazer parte de três projectos musicais e de ter o seu próprio negócio de encadernações personalizadas, o <a href='https://www.facebook.com/exsapientia.encadernacoes'>Ex Sapientia.</a></p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">As encadernações surgiram quase por acaso, pois o irmão inscreveu-se num curso de encadernação e não podendo ir foi o António no lugar dele.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Depois ganhou-lhe o gosto, e junto com a sua curiosidade, tem evoluído e criado cadernos cada vez mais ricos e complexos.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A evolução e aprendizagem também se tem feito através de outros artesãos que vão partilhando as suas técnicas, e que com esta partilha todos ganham das experiências uns dos outros.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A música embora uma paixão, acaba por ser um escape, algo que o António organizou como uma rotina ao fim do dia, uma forma de contacto com os outros e o libertar de mais criatividade.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Vi na força de vontade do António fazer muitas coisas, algo inspirador, mas que ao mesmo tempo vejo-o como fazendo parte da juventude, em que o roubar algumas horas ao sono e ao descanso não causam grande mossa, algo que em mim já faz estragos, pois as noites reduzidas hipotecam a minha capacidade de ter uma mente clara capaz de dar o seu melhor.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='https://www.etsy.com/shop/ExSapientia?ref=l2-shopheader-name'>Loja digital das Encadernações</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/antoniocampossoaresescritor'>Página de escrita do António</a></li>
<li><a href='http://lascasdeumarocha.blogspot.pt/'>Blog de escrita do António</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/headcitizen'>Página dos Head Citizen</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o António Campos Soares, um jovem que me foi sugerido por um ouvinte do podcast, o Michel Martins, como sendo escritor, músico, artesão e acima de tudo boa pessoa. Fiquei curioso...</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Uma vez que o António vive em Joane, perto de Braga, a conversa foi via Skype. Por muito que gostasse de conversar pessoalmente, a distância ainda é grande.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O António estudou num seminário, e o sentido de comunidade foi algo que ele referiu como marcante, o sentirmos que fazemos parte de algo maior que nós, que temos com quem contar, dá a confiança necessária para poder querer fazer mais.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Estudou línguas na universidade, e ainda anda às voltas com um mestrado, mas isso não o impede de fazer parte de três projectos musicais e de ter o seu próprio negócio de encadernações personalizadas, o <a href='https://www.facebook.com/exsapientia.encadernacoes'>Ex Sapientia.</a></p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">As encadernações surgiram quase por acaso, pois o irmão inscreveu-se num curso de encadernação e não podendo ir foi o António no lugar dele.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Depois ganhou-lhe o gosto, e junto com a sua curiosidade, tem evoluído e criado cadernos cada vez mais ricos e complexos.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A evolução e aprendizagem também se tem feito através de outros artesãos que vão partilhando as suas técnicas, e que com esta partilha todos ganham das experiências uns dos outros.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A música embora uma paixão, acaba por ser um escape, algo que o António organizou como uma rotina ao fim do dia, uma forma de contacto com os outros e o libertar de mais criatividade.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Vi na força de vontade do António fazer muitas coisas, algo inspirador, mas que ao mesmo tempo vejo-o como fazendo parte da juventude, em que o roubar algumas horas ao sono e ao descanso não causam grande mossa, algo que em mim já faz estragos, pois as noites reduzidas hipotecam a minha capacidade de ter uma mente clara capaz de dar o seu melhor.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='https://www.etsy.com/shop/ExSapientia?ref=l2-shopheader-name'>Loja digital das Encadernações</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/antoniocampossoaresescritor'>Página de escrita do António</a></li>
<li><a href='http://lascasdeumarocha.blogspot.pt/'>Blog de escrita do António</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/headcitizen'>Página dos Head Citizen</a></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o António Campos Soares, um jovem que me foi sugerido por um ouvinte do podcast, o Michel Martins, como sendo escritor, músico, artesão e acima de tudo boa pessoa. Fiquei curioso...Uma vez que o António vive em Joane, perto de Braga, a conversa foi via Skype. Por muito que gostasse de conversar pessoalmente, a distância ainda é grande.O António estudou num seminário, e o sentido de comunidade foi algo que ele referiu como marcante, o sentirmos que fazemos parte de algo maior que nós, que temos com quem contar, dá a confiança necessária para poder querer fazer mais.Estudou línguas na universidade, e ainda anda às voltas com um mestrado, mas isso não o impede de fazer parte de três projectos musicais e de ter o seu próprio negócio de encadernações personalizadas, o Ex Sapientia.As encadernações surgiram quase por acaso, pois o irmão inscreveu-se num curso de encadernação e não podendo ir foi o António no lugar dele.Depois ganhou-lhe o gosto, e junto com a sua curiosidade, tem evoluído e criado cadernos cada vez mais ricos e complexos.A evolução e aprendizagem também se tem feito através de outros artesãos que vão partilhando as suas técnicas, e que com esta partilha todos ganham das experiências uns dos outros.A música embora uma paixão, acaba por ser um escape, algo que o António organizou como uma rotina ao fim do dia, uma forma de contacto com os outros e o libertar de mais criatividade.Vi na força de vontade do António fazer muitas coisas, algo inspirador, mas que ao mesmo tempo vejo-o como fazendo parte da juventude, em que o roubar algumas horas ao sono e ao descanso não causam grande mossa, algo que em mim já faz estragos, pois as noites reduzidas hipotecam a minha capacidade de ter uma mente clara capaz de dar o seu melhor.Loja digital das EncadernaçõesPágina de escrita do AntónioBlog de escrita do AntónioPágina dos Head Citizen]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 41 Pedro Falcão</title>
        <itunes:title>episódio 41 Pedro Falcão</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-41-pedro-falcao/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-41-pedro-falcao/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 01 Sep 2014 16:46:12 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o Pedro Falcão, ele é designer, muito 
ligado ao design de livros, catálogos para exposições, e acima de tudo 
um criativo muito acessível.</p>
<p>O percurso do Pedro não foi muito 
linear, no sentido de saber desde pequeno aquilo que queria ser, teve 
várias experiências formativas, acabando por ingressar num bacharelato 
de pintura, que não terminou para ingressar no mundo do trabalho e 
ajudar o seu amigo Mário Feliciano a criar o design da primeira revista 
de surf em Portugal, a Surf Portugal.</p>
<p>Outra arte que o acompanhou 
também, foi a música, tendo feito parte de duas bandas, os Red Beans e 
os Tina and the Top Ten, esta última uma banda que eu conhecia, e que 
teve algum sucesso nos anos 90.</p>
<p>O Pedro refere algo neste percurso
 não determinado à partida, e não linear, que me pareceu bastante 
interessante, quase como uma metodologia, o irmos tentando várias 
coisas, e quando os resultados vão aparecendo, vamos ganhando a 
confiança de poder ser por ali.</p>
<p>É importante sabermos com o que é que nos identificamos, e assim ter uma segurança de perceber o que é que realmente queremos.</p>
<p>O
 livro como objecto é algo que o Pedro considera importante, e não acha 
que o livro digital seja substituto, pois o manusear do livro físico não
 tem comparação com o manusear de um dispositivo electrónico que contem 
bits e bytes.</p>
<p>O surf também faz parte da vida do Pedro, e 
recentemente ele decidiu criar uma marca de pranchas para surfistas que 
não tenham própriamente pretensões competitivas.</p>
<p>Quando eu 
preparava o episódio, e re-ouvia a nossa conversa, houve uma coisa que 
me ficou gravada, o querer que o seu trabalho se pareça com ele. Não 
tenho qualquer tipo de dúvida que dessa forma a originalidade e 
autenticidade do trabalho estão garantidas, pois só há um exemplar de 
cada um de nós.</p>
<ul><li><a href='http://www.atelierpedrofalcao.com/'>Atelier Pedro Falcão</a>
</li>
<li><a href='http://flyblackbird.net/'>Fly Black Bird surfboards.</a>
</li>
<li><a href='https://www.youtube.com/watch?v=Aqgqvn9Vj-Q'>Tina and the Top Ten</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o Pedro Falcão, ele é designer, muito 
ligado ao design de livros, catálogos para exposições, e acima de tudo 
um criativo muito acessível.</p>
<p>O percurso do Pedro não foi muito 
linear, no sentido de saber desde pequeno aquilo que queria ser, teve 
várias experiências formativas, acabando por ingressar num bacharelato 
de pintura, que não terminou para ingressar no mundo do trabalho e 
ajudar o seu amigo Mário Feliciano a criar o design da primeira revista 
de surf em Portugal, a Surf Portugal.</p>
<p>Outra arte que o acompanhou 
também, foi a música, tendo feito parte de duas bandas, os Red Beans e 
os Tina and the Top Ten, esta última uma banda que eu conhecia, e que 
teve algum sucesso nos anos 90.</p>
<p>O Pedro refere algo neste percurso
 não determinado à partida, e não linear, que me pareceu bastante 
interessante, quase como uma metodologia, o irmos tentando várias 
coisas, e quando os resultados vão aparecendo, vamos ganhando a 
confiança de poder ser por ali.</p>
<p>É importante sabermos com o que é que nos identificamos, e assim ter uma segurança de perceber o que é que realmente queremos.</p>
<p>O
 livro como objecto é algo que o Pedro considera importante, e não acha 
que o livro digital seja substituto, pois o manusear do livro físico não
 tem comparação com o manusear de um dispositivo electrónico que contem 
bits e bytes.</p>
<p>O surf também faz parte da vida do Pedro, e 
recentemente ele decidiu criar uma marca de pranchas para surfistas que 
não tenham própriamente pretensões competitivas.</p>
<p>Quando eu 
preparava o episódio, e re-ouvia a nossa conversa, houve uma coisa que 
me ficou gravada, o querer que o seu trabalho se pareça com ele. Não 
tenho qualquer tipo de dúvida que dessa forma a originalidade e 
autenticidade do trabalho estão garantidas, pois só há um exemplar de 
cada um de nós.</p>
<ul><li><a href='http://www.atelierpedrofalcao.com/'>Atelier Pedro Falcão</a><br>
</li>
<li><a href='http://flyblackbird.net/'>Fly Black Bird surfboards.</a><br>
</li>
<li><a href='https://www.youtube.com/watch?v=Aqgqvn9Vj-Q'>Tina and the Top Ten</a></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Pedro Falcão, ele é designer, muito 
ligado ao design de livros, catálogos para exposições, e acima de tudo 
um criativo muito acessível.O percurso do Pedro não foi muito 
linear, no sentido de saber desde pequeno aquilo que queria ser, teve 
várias experiências formativas, acabando por ingressar num bacharelato 
de pintura, que não terminou para ingressar no mundo do trabalho e 
ajudar o seu amigo Mário Feliciano a criar o design da primeira revista 
de surf em Portugal, a Surf Portugal.Outra arte que o acompanhou 
também, foi a música, tendo feito parte de duas bandas, os Red Beans e 
os Tina and the Top Ten, esta última uma banda que eu conhecia, e que 
teve algum sucesso nos anos 90.O Pedro refere algo neste percurso
 não determinado à partida, e não linear, que me pareceu bastante 
interessante, quase como uma metodologia, o irmos tentando várias 
coisas, e quando os resultados vão aparecendo, vamos ganhando a 
confiança de poder ser por ali.É importante sabermos com o que é que nos identificamos, e assim ter uma segurança de perceber o que é que realmente queremos.O
 livro como objecto é algo que o Pedro considera importante, e não acha 
que o livro digital seja substituto, pois o manusear do livro físico não
 tem comparação com o manusear de um dispositivo electrónico que contem 
bits e bytes.O surf também faz parte da vida do Pedro, e 
recentemente ele decidiu criar uma marca de pranchas para surfistas que 
não tenham própriamente pretensões competitivas.Quando eu 
preparava o episódio, e re-ouvia a nossa conversa, houve uma coisa que 
me ficou gravada, o querer que o seu trabalho se pareça com ele. Não 
tenho qualquer tipo de dúvida que dessa forma a originalidade e 
autenticidade do trabalho estão garantidas, pois só há um exemplar de 
cada um de nós.Atelier Pedro FalcãoFly Black Bird surfboards.Tina and the Top Ten]]></itunes:summary>
        <itunes:author></itunes:author>
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    <item>
        <title>episódio 40 Rita Martins</title>
        <itunes:title>episódio 40 Rita Martins</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-40-rita-martins/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-40-rita-martins/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 25 Aug 2014 12:54:58 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A convidada desta semana é a Rita Martins, uma empreendedora criativa, que criou o seu próprio negócio a partir do nada, a não ser o apoio dos seus familiares, um espaço vazio, e força de vontade.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Eu conheço a Rita há muitos anos, ela é prima de duas grandes amigas minhas, e quando lhe disse que gostava de a entrevistar ela ficou surpreendida,</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">“Mas eu vou falar de quê?”</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">e eu expliquei-lhe que ela se enquadrava bastante bem nos exemplos que passam pelo Falar Criativo, de pessoas que transformam as ideias em algo de valor.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Fui ter com ela ao Cercal do Alentejo, à loja dela, depois de ter almoçado com o Diogo Vilhena em  Sines.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Uma vez que é uma área que gosto, e até já estive ligado através de bordados em camisola, quis perceber de que maneira a Rita conseguiu por o negócio a funcionar, pois no meu caso a coisa falhou.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A maneira sustentada que a Rita criou e desenvolveu o negócio foi uma das coisas que mais me agradou, ela não investiu dinheiro que não tinha (como muitos fazem e ficam endividados até ao resto dos seus dias), e mesmo assim tem uma fonte de rendmento que lhe dá para viver.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A parte menos afinada é o equilíbrio entre a vida pessoal e o trabalho, neste caso o trabalho também é um projecto pessoal que rouba muitas horas ao tempo que a Rita estaria com a família ou a descansar , mas segundo ela é algo que no início de um negócio é necessário. As mudanças parecem estar a caminho, a Rita já percebeu que para estar no seu melhor precisa de descansar e de ter tempo de qualidade com aqueles que lhe são mais próximos.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Foi uma escolha que a Rita fez até aqui, de investir tantas horas no seu projecto, mas como tudo na vida, existe crescimento e mudança, e ela sente que nesta fase já tem a capacidade de reequilibrar as coisas.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Grande exemplo de que o mais importante é o querer fazer e ter o apoio daqueles que gostamos e gostam de nós.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"> </p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A convidada desta semana é a Rita Martins, uma empreendedora criativa, que criou o seu próprio negócio a partir do nada, a não ser o apoio dos seus familiares, um espaço vazio, e força de vontade.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Eu conheço a Rita há muitos anos, ela é prima de duas grandes amigas minhas, e quando lhe disse que a gostava de entrevistar ela ficou surpreendida,</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">“Mas eu vou falar de quê?”</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">e eu expliquei-lhe que ela se enquadrava bastante bem nos exemplos que passam pelo Falar Criativo, de pessoas que transformam as ideias em algo de valor.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Fui ter com ela ao Cercal do Alentejo, à loja dela, depois de ter almoçado com o Diogo Vilhena em  Sines.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Uma vez que é uma área que gosto, e até já estive ligado através de bordados em camisola, quis perceber de que maneira a Rita conseguiu por o negócio a funcionar, pois no meu caso a coisa falhou.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A maneira sustentada que a Rita criou e desenvolveu o negócio foi uma das coisas que mais me agradou, ela não investiu dinheiro que não tinha (como muitos fazem e ficam endividados até ao resto dos seus dias), e mesmo assim tem uma fonte de rendmento que lhe dá para viver.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A parte menos afinada é o equilíbrio entre a vida pessoal e o trabalho, neste caso o trabalho também é um projecto pessoal que rouba muitas horas ao tempo que a Rita estaria com a família ou a descansar , mas segundo ela é algo que no início de um negócio é necessário. As mudanças parecem estar a caminho, a Rita já percebeu que para estar no seu melhor precisa de descansar e de ter tempo de qualidade com aqueles que lhe são mais próximos.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Foi uma escolha que a Rita fez até aqui, de investir tantas horas no seu projecto, mas como tudo na vida, existe crescimento e mudança, e ela sente que nesta fase já tem a capacidade de reequilibrar as coisas.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Grande exemplo de que o mais importante é o querer fazer e ter o apoio daqueles que gostamos e gostam de nós.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://www.etcetera.com.pt/'> Site da loja da Rita, Etcetera.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A convidada desta semana é a Rita Martins, uma empreendedora criativa, que criou o seu próprio negócio a partir do nada, a não ser o apoio dos seus familiares, um espaço vazio, e força de vontade.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Eu conheço a Rita há muitos anos, ela é prima de duas grandes amigas minhas, e quando lhe disse que gostava de a entrevistar ela ficou surpreendida,</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">“Mas eu vou falar de quê?”</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">e eu expliquei-lhe que ela se enquadrava bastante bem nos exemplos que passam pelo Falar Criativo, de pessoas que transformam as ideias em algo de valor.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Fui ter com ela ao Cercal do Alentejo, à loja dela, depois de ter almoçado com o Diogo Vilhena em  Sines.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Uma vez que é uma área que gosto, e até já estive ligado através de bordados em camisola, quis perceber de que maneira a Rita conseguiu por o negócio a funcionar, pois no meu caso a coisa falhou.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A maneira sustentada que a Rita criou e desenvolveu o negócio foi uma das coisas que mais me agradou, ela não investiu dinheiro que não tinha (como muitos fazem e ficam endividados até ao resto dos seus dias), e mesmo assim tem uma fonte de rendmento que lhe dá para viver.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A parte menos afinada é o equilíbrio entre a vida pessoal e o trabalho, neste caso o trabalho também é um projecto pessoal que rouba muitas horas ao tempo que a Rita estaria com a família ou a descansar , mas segundo ela é algo que no início de um negócio é necessário. As mudanças parecem estar a caminho, a Rita já percebeu que para estar no seu melhor precisa de descansar e de ter tempo de qualidade com aqueles que lhe são mais próximos.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Foi uma escolha que a Rita fez até aqui, de investir tantas horas no seu projecto, mas como tudo na vida, existe crescimento e mudança, e ela sente que nesta fase já tem a capacidade de reequilibrar as coisas.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Grande exemplo de que o mais importante é o querer fazer e ter o apoio daqueles que gostamos e gostam de nós.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"> </p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A convidada desta semana é a Rita Martins, uma empreendedora criativa, que criou o seu próprio negócio a partir do nada, a não ser o apoio dos seus familiares, um espaço vazio, e força de vontade.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Eu conheço a Rita há muitos anos, ela é prima de duas grandes amigas minhas, e quando lhe disse que a gostava de entrevistar ela ficou surpreendida,</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">“Mas eu vou falar de quê?”</p>
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<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Fui ter com ela ao Cercal do Alentejo, à loja dela, depois de ter almoçado com o Diogo Vilhena em  Sines.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Uma vez que é uma área que gosto, e até já estive ligado através de bordados em camisola, quis perceber de que maneira a Rita conseguiu por o negócio a funcionar, pois no meu caso a coisa falhou.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A maneira sustentada que a Rita criou e desenvolveu o negócio foi uma das coisas que mais me agradou, ela não investiu dinheiro que não tinha (como muitos fazem e ficam endividados até ao resto dos seus dias), e mesmo assim tem uma fonte de rendmento que lhe dá para viver.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A parte menos afinada é o equilíbrio entre a vida pessoal e o trabalho, neste caso o trabalho também é um projecto pessoal que rouba muitas horas ao tempo que a Rita estaria com a família ou a descansar , mas segundo ela é algo que no início de um negócio é necessário. As mudanças parecem estar a caminho, a Rita já percebeu que para estar no seu melhor precisa de descansar e de ter tempo de qualidade com aqueles que lhe são mais próximos.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Foi uma escolha que a Rita fez até aqui, de investir tantas horas no seu projecto, mas como tudo na vida, existe crescimento e mudança, e ela sente que nesta fase já tem a capacidade de reequilibrar as coisas.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Grande exemplo de que o mais importante é o querer fazer e ter o apoio daqueles que gostamos e gostam de nós.</p>
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    <item>
        <title>episodio 39 Diogo Vilhena</title>
        <itunes:title>episodio 39 Diogo Vilhena</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-39-diogo-vilhena/</link>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o Diogo Vilhena, realizador ligado ao documentário, ou como ele próprio diz, arqueólogo da memória.</p>
<p>Nasceu em Vila Nova de Milfontes, onde cedo teve contacto com o cinema, quer por ter trabalhado no cinema Girassól, quer pelo facto de quando era criança ter sido rodado lá a maior produção de Hollywood em Portugal, a “Casa dos Espíritos”, algo que lhe deu acesso a conhecer os bastidores e todo um lado menos vísivel de como se faz cinema.</p>
<p>Também enquanto jovem criou uma base de dados, uma compliação dos sons da sua terra, recolhidos com um gravador que o acompanhava no dia-a-dia.</p>
<p>O património que temos ao nível das histórias, das vivências e costumes, é algo que interessa bastante ao Diogo, aquilo que nos faz “um povo” é mais do que um hino ou uma bandeira, é uma partilha das mesmas experiências, ou similares, como habitantes neste território rodeado de mar e Espanha.</p>
<p>O Diogo vive em Sines, onde me encontrei com ele, onde lhe é fácil usar o seu meio de transporte preferido, a bicicleta, um hábito que ele refere como sendo algo que o ajuda a pensar.</p>
<p>Considera a criatividade a sua ferramenta de trabalho, pois os meios técnicos, são isso mesmo, meio, e o que interessa é a maneira como se faz, a mestria que se tem, e a dedicação que se tem para com o objecto de estudo.</p>
<p>O Diogo é uma pessoa que aparenta muita calma, uma pessoa que gosta de ouvir as histórias que os mais velhos têm para contar, histórias que fazem a História de Portugal, pois não são só os grandes feitos que constroem a nossa identidade.</p>
<p>A atenção é outra ferramenta que ele usa, e por essa razão a treina, abstendo-se de estimúlos em excesso, pois quando vai entrevistar estas pessoas, necessita de ir de mente vazia, disponível para ouvir, sem influenciar, sem julgar, fazendo assim um registo o mais fiel possível.</p>
<p>Houve uma frase que o Diogo referiu, que ele usa como referência e que vou guardar para me ajudar em certos momentos de dificuldade que encontro por falta de meios:</p>
<p>-“Quando não tens material tens de usar o teu potencial.”</p>
<ul><li>"<a href='http://vimeo.com/97095664'>O tempo da fome".</a></li>
<li><a href='http://vimeo.com/51981805'>Showreel do Diogo.</a></li>
<li><a href='http://vimeo.com/16125130'>"Cinema com gente dentro".</a></li>
<li><a href='https://www.youtube.com/watch?v=-QdJfddkgbU'>"Do Silêncio à Liberdade"</a></li>
<li><a href='https://www.youtube.com/watch?v=rTcsfZuSHuw'>"650 anos do Município de Sines"</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o Diogo Vilhena, realizador ligado ao documentário, ou como ele próprio diz, arqueólogo da memória.</p>
<p>Nasceu em Vila Nova de Milfontes, onde cedo teve contacto com o cinema, quer por ter trabalhado no cinema Girassól, quer pelo facto de quando era criança ter sido rodado lá a maior produção de Hollywood em Portugal, a “Casa dos Espíritos”, algo que lhe deu acesso a conhecer os bastidores e todo um lado menos vísivel de como se faz cinema.</p>
<p>Também enquanto jovem criou uma base de dados, uma compliação dos sons da sua terra, recolhidos com um gravador que o acompanhava no dia-a-dia.</p>
<p>O património que temos ao nível das histórias, das vivências e costumes, é algo que interessa bastante ao Diogo, aquilo que nos faz “um povo” é mais do que um hino ou uma bandeira, é uma partilha das mesmas experiências, ou similares, como habitantes neste território rodeado de mar e Espanha.</p>
<p>O Diogo vive em Sines, onde me encontrei com ele, onde lhe é fácil usar o seu meio de transporte preferido, a bicicleta, um hábito que ele refere como sendo algo que o ajuda a pensar.</p>
<p>Considera a criatividade a sua ferramenta de trabalho, pois os meios técnicos, são isso mesmo, meio, e o que interessa é a maneira como se faz, a mestria que se tem, e a dedicação que se tem para com o objecto de estudo.</p>
<p>O Diogo é uma pessoa que aparenta muita calma, uma pessoa que gosta de ouvir as histórias que os mais velhos têm para contar, histórias que fazem a História de Portugal, pois não são só os grandes feitos que constroem a nossa identidade.</p>
<p>A atenção é outra ferramenta que ele usa, e por essa razão a treina, abstendo-se de estimúlos em excesso, pois quando vai entrevistar estas pessoas, necessita de ir de mente vazia, disponível para ouvir, sem influenciar, sem julgar, fazendo assim um registo o mais fiel possível.</p>
<p>Houve uma frase que o Diogo referiu, que ele usa como referência e que vou guardar para me ajudar em certos momentos de dificuldade que encontro por falta de meios:</p>
<p>-“Quando não tens material tens de usar o teu potencial.”</p>
<ul><li>"<a href='http://vimeo.com/97095664'>O tempo da fome".</a></li>
<li><a href='http://vimeo.com/51981805'>Showreel do Diogo.</a></li>
<li><a href='http://vimeo.com/16125130'>"Cinema com gente dentro".</a></li>
<li><a href='https://www.youtube.com/watch?v=-QdJfddkgbU'>"Do Silêncio à Liberdade"</a></li>
<li><a href='https://www.youtube.com/watch?v=rTcsfZuSHuw'>"650 anos do Município de Sines"</a></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Diogo Vilhena, realizador ligado ao documentário, ou como ele próprio diz, arqueólogo da memória.Nasceu em Vila Nova de Milfontes, onde cedo teve contacto com o cinema, quer por ter trabalhado no cinema Girassól, quer pelo facto de quando era criança ter sido rodado lá a maior produção de Hollywood em Portugal, a “Casa dos Espíritos”, algo que lhe deu acesso a conhecer os bastidores e todo um lado menos vísivel de como se faz cinema.Também enquanto jovem criou uma base de dados, uma compliação dos sons da sua terra, recolhidos com um gravador que o acompanhava no dia-a-dia.O património que temos ao nível das histórias, das vivências e costumes, é algo que interessa bastante ao Diogo, aquilo que nos faz “um povo” é mais do que um hino ou uma bandeira, é uma partilha das mesmas experiências, ou similares, como habitantes neste território rodeado de mar e Espanha.O Diogo vive em Sines, onde me encontrei com ele, onde lhe é fácil usar o seu meio de transporte preferido, a bicicleta, um hábito que ele refere como sendo algo que o ajuda a pensar.Considera a criatividade a sua ferramenta de trabalho, pois os meios técnicos, são isso mesmo, meio, e o que interessa é a maneira como se faz, a mestria que se tem, e a dedicação que se tem para com o objecto de estudo.O Diogo é uma pessoa que aparenta muita calma, uma pessoa que gosta de ouvir as histórias que os mais velhos têm para contar, histórias que fazem a História de Portugal, pois não são só os grandes feitos que constroem a nossa identidade.A atenção é outra ferramenta que ele usa, e por essa razão a treina, abstendo-se de estimúlos em excesso, pois quando vai entrevistar estas pessoas, necessita de ir de mente vazia, disponível para ouvir, sem influenciar, sem julgar, fazendo assim um registo o mais fiel possível.Houve uma frase que o Diogo referiu, que ele usa como referência e que vou guardar para me ajudar em certos momentos de dificuldade que encontro por falta de meios:-“Quando não tens material tens de usar o teu potencial.”"O tempo da fome".Showreel do Diogo."Cinema com gente dentro"."Do Silêncio à Liberdade""650 anos do Município de Sines"]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 38 Ricardo Fonseca</title>
        <itunes:title>episódio 38 Ricardo Fonseca</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o Ricardo Fonseca, enfermeiro e escritor, tendo já publicado vários livros.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Ricardo é seguidor do Falar Criativo, e em tempos entrou em contacto comigo e partilhou aquilo que faz.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A oportunidade de conversarmos surgiu, pois com esta época de férias, percorri a lista de possíveis convidados e poucos foram os que estavam disponíveis, mas o Ricardo, de forma muito simpática acedeu com apenas um dia de antecedência. Algo que lhe fico muito agradecido.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Na entrevista exploramos o gerir de uma profissão e uma paixão que consome bastante tempo, entre o escrever de livros e os workshops de escrita do autoconhecimento, e como é tudo uma questão de prioridades, se há algo que realmente queremos fazer temos de dizer não aquilo que simplesmente podemos ou não fazer. Sei por experiência própria que é muito fácil dizer que sim a certas coisas só porque é isso que esperam de nós, ou naquele dia parece mais fácil, mas acabamos por nos afastar demasiado da rota que havíamos traçado. Não que seja mau deambular e investigar outras coisas, mas se dizemos que o nosso maior sonho é ser jogador de póquer, passar os dias a cozinhar de certeza que não nos leva à mesa de póquer.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A escrita como ferramenta para o autoconhecimento, do que de deu a perceber pela nossa conversa, é uma ferramenta muito útil, pois liberta-nos do jogo interminável dos diálogos internos, colocando o papel e a caneta pelo meio, permitindo assim ter quase uma perspectiva externa à situação, sendo mais honestos connosco próprios e talvez até menos críticos.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Aquilo que retive como a cereja no topo do bolo, foi uma reflexão que o Ricardo partilha no final, "termos a capacidade de bater palmas a nós próprios."</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://ricardosousafonseca.pt.to/'>O site do Ricardo.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o Ricardo Fonseca, enfermeiro e escritor, tendo já publicado vários livros.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Ricardo é seguidor do Falar Criativo, e em tempos entrou em contacto comigo e partilhou aquilo que faz.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A oportunidade de conversarmos surgiu, pois com esta época de férias, percorri a lista de possíveis convidados e poucos foram os que estavam disponíveis, mas o Ricardo, de forma muito simpática acedeu com apenas um dia de antecedência. Algo que lhe fico muito agradecido.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Na entrevista exploramos o gerir de uma profissão e uma paixão que consome bastante tempo, entre o escrever de livros e os workshops de escrita do autoconhecimento, e como é tudo uma questão de prioridades, se há algo que realmente queremos fazer temos de dizer não aquilo que simplesmente podemos ou não fazer. Sei por experiência própria que é muito fácil dizer que sim a certas coisas só porque é isso que esperam de nós, ou naquele dia parece mais fácil, mas acabamos por nos afastar demasiado da rota que havíamos traçado. Não que seja mau deambular e investigar outras coisas, mas se dizemos que o nosso maior sonho é ser jogador de póquer, passar os dias a cozinhar de certeza que não nos leva à mesa de póquer.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A escrita como ferramenta para o autoconhecimento, do que de deu a perceber pela nossa conversa, é uma ferramenta muito útil, pois liberta-nos do jogo interminável dos diálogos internos, colocando o papel e a caneta pelo meio, permitindo assim ter quase uma perspectiva externa à situação, sendo mais honestos connosco próprios e talvez até menos críticos.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Aquilo que retive como a cereja no topo do bolo, foi uma reflexão que o Ricardo partilha no final, "termos a capacidade de bater palmas a nós próprios."</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://ricardosousafonseca.pt.to/'>O site do Ricardo.</a></li>
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        <title>episódio 37 João Gomes</title>
        <itunes:title>episódio 37 João Gomes</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o João Gomes, alquimista da terra, artista plástico que trabalha com barro.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O João aos trinta anos decidiu largar o emprego que tinha e dedicar-se à cerâmica, já conhecia o material, e gosta da tridimensionalidade que a escultura tem, então arriscou.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Na altura em que ele o fez, segundo ele, as coisas eram mais fáceis do que são agora, quase todas as peças que fazia se vendiam, o cenário mudou e comercializar tornou-se mais difícil.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Uma coisa que falámos foi a dificuldade que muitos criativos/artistas têm em vender aquilo que fazem, quase um sentimento de vergonha em trocar dinheiro pelas suas obras.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O João até comentou comigo que muito mais facilmente consegue vender as peças de outros artistas do que as suas.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A cerâmica como forma de expressão artística mais pura, segundo o João, é algo que a nossa cultura não está muito habituada, ele sente que o facto de não haver muita divulgação faz com que o público, ao ser menos culto e exposto a esta vertente da cerâmica, tenha mais dificuldade em aderir, apreciar e comprar.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O João tem uma loja digital onde vende os seus trabalhos, mas o seu mercado principal é o estrangeiro, que comprova aquilo que ele sente, de a falta de aculturação "ceramista" ser um obstáculo ao entendimento do seu trabalho, algo que no estrangeiro não se verifica, sobretudo centro e norte da Europa.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O João descreve que o ir para o atelier, trabalhar nas suas peças é algo que o absorve totalmente, que o faz perder a noção do tempo, mas ele também já percebeu que o forçar as coisas criativamente não funciona, é preciso deixar fluir, não significando isso que devemos sentar-nos à espera que as coisas aconteçam.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://www.joaocgomes.com/'>Site do João.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/joaocgomesceramic'>Facebook do João.</a></li>
<li><a href='https://www.etsy.com/pt/shop/thenatureofclay?ref=pr_shop_more'>Loja Digital.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o João Gomes, alquimista da terra, artista plástico que trabalha com barro.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O João aos trinta anos decidiu largar o emprego que tinha e dedicar-se à cerâmica, já conhecia o material, e gosta da tridimensionalidade que a escultura tem, então arriscou.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Na altura em que ele o fez, segundo ele, as coisas eram mais fáceis do que são agora, quase todas as peças que fazia se vendiam, o cenário mudou e comercializar tornou-se mais difícil.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Uma coisa que falámos foi a dificuldade que muitos criativos/artistas têm em vender aquilo que fazem, quase um sentimento de vergonha em trocar dinheiro pelas suas obras.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O João até comentou comigo que muito mais facilmente consegue vender as peças de outros artistas do que as suas.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A cerâmica como forma de expressão artística mais pura, segundo o João, é algo que a nossa cultura não está muito habituada, ele sente que o facto de não haver muita divulgação faz com que o público, ao ser menos culto e exposto a esta vertente da cerâmica, tenha mais dificuldade em aderir, apreciar e comprar.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O João tem uma loja digital onde vende os seus trabalhos, mas o seu mercado principal é o estrangeiro, que comprova aquilo que ele sente, de a falta de aculturação "ceramista" ser um obstáculo ao entendimento do seu trabalho, algo que no estrangeiro não se verifica, sobretudo centro e norte da Europa.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O João descreve que o ir para o atelier, trabalhar nas suas peças é algo que o absorve totalmente, que o faz perder a noção do tempo, mas ele também já percebeu que o forçar as coisas criativamente não funciona, é preciso deixar fluir, não significando isso que devemos sentar-nos à espera que as coisas aconteçam.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://www.joaocgomes.com/'>Site do João.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/joaocgomesceramic'>Facebook do João.</a></li>
<li><a href='https://www.etsy.com/pt/shop/thenatureofclay?ref=pr_shop_more'>Loja Digital.</a></li>
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        <title>episódio 36 Thomas Anahory</title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-36-thomas-anahory/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 28 Jul 2014 01:51:06 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o Thomas Anahory, músico que já conta com dois álbuns editados.O Thomas entrou em contacto comigo porque ouviu uma entrevista do Falar Criativo. e perguntou-me se eu poderia divulgar o trabalho dele no blog.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Eu fui ao site dele e depois de ler que practicava bodyboard para descontrair (eu também já fui desses), e ver que desde a juventude a música fazia parte da sua vida, fiquei curioso de falar com ele.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Fui ter a casa dele, e desde logo me senti à vontade, pois a sua alegria e simpatia são contagiantes.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A conversa centrou-se como seria de esperar na música, no percurso do Thomas desde a sua banda no liceu os "Go!" até ao seu projecto actual a solo.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Thomas trabalha como Sound Designer, ou seja o seu trabalho tem a ver com produção musical, ele trabalha sobre a música de outros interpretes, e tem também a necessidade criativa de partilhar com os outros aquilo que se vai passando na sua vida.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O primeiro álbum, o <a href='http://www.thomasanahory.com/#!disc/c1jmr'>"So much of me"</a> é como o próprio nome diz um disco muito pessoal, quase autobiográfico, e senti na nossa conversa que a escrita de canções é a forma que o Thomas tem de se exprimir.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O segundo álbum "Thank your lucky stars", tem uma história de força e coragem envolvida no seu processo criativo, uma vez que o Thomas escreveu o album na convalescência de um transplante renal, onde a ausência das "distracções" normais de quem vai na corrente do esquema/trabalho, permite que a energia criativa se foque e gere resultados mais rápidos.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A história do Thomas é inspiradora e mostra que quando realmente temos de criar algo, o obstáculo é o caminho.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://www.thomasanahory.com/'>Site do Thomas.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o Thomas Anahory, músico que já conta com dois álbuns editados.O Thomas entrou em contacto comigo porque ouviu uma entrevista do Falar Criativo. e perguntou-me se eu poderia divulgar o trabalho dele no blog.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Eu fui ao site dele e depois de ler que practicava bodyboard para descontrair (eu também já fui desses), e ver que desde a juventude a música fazia parte da sua vida, fiquei curioso de falar com ele.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Fui ter a casa dele, e desde logo me senti à vontade, pois a sua alegria e simpatia são contagiantes.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A conversa centrou-se como seria de esperar na música, no percurso do Thomas desde a sua banda no liceu os "Go!" até ao seu projecto actual a solo.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Thomas trabalha como Sound Designer, ou seja o seu trabalho tem a ver com produção musical, ele trabalha sobre a música de outros interpretes, e tem também a necessidade criativa de partilhar com os outros aquilo que se vai passando na sua vida.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O primeiro álbum, o <a href='http://www.thomasanahory.com/#!disc/c1jmr'>"So much of me"</a> é como o próprio nome diz um disco muito pessoal, quase autobiográfico, e senti na nossa conversa que a escrita de canções é a forma que o Thomas tem de se exprimir.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O segundo álbum "Thank your lucky stars", tem uma história de força e coragem envolvida no seu processo criativo, uma vez que o Thomas escreveu o album na convalescência de um transplante renal, onde a ausência das "distracções" normais de quem vai na corrente do esquema/trabalho, permite que a energia criativa se foque e gere resultados mais rápidos.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A história do Thomas é inspiradora e mostra que quando realmente temos de criar algo, o obstáculo é o caminho.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://www.thomasanahory.com/'>Site do Thomas.</a></li>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Thomas Anahory, músico que já conta com dois álbuns editados.O Thomas entrou em contacto comigo porque ouviu uma entrevista do Falar Criativo. e perguntou-me se eu poderia divulgar o trabalho dele no blog.Eu fui ao site dele e depois de ler que practicava bodyboard para descontrair (eu também já fui desses), e ver que desde a juventude a música fazia parte da sua vida, fiquei curioso de falar com ele.Fui ter a casa dele, e desde logo me senti à vontade, pois a sua alegria e simpatia são contagiantes.A conversa centrou-se como seria de esperar na música, no percurso do Thomas desde a sua banda no liceu os "Go!" até ao seu projecto actual a solo.O Thomas trabalha como Sound Designer, ou seja o seu trabalho tem a ver com produção musical, ele trabalha sobre a música de outros interpretes, e tem também a necessidade criativa de partilhar com os outros aquilo que se vai passando na sua vida.O primeiro álbum, o "So much of me" é como o próprio nome diz um disco muito pessoal, quase autobiográfico, e senti na nossa conversa que a escrita de canções é a forma que o Thomas tem de se exprimir.O segundo álbum "Thank your lucky stars", tem uma história de força e coragem envolvida no seu processo criativo, uma vez que o Thomas escreveu o album na convalescência de um transplante renal, onde a ausência das "distracções" normais de quem vai na corrente do esquema/trabalho, permite que a energia criativa se foque e gere resultados mais rápidos.A história do Thomas é inspiradora e mostra que quando realmente temos de criar algo, o obstáculo é o caminho.Site do Thomas.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 35 André Leonardo</title>
        <itunes:title>episódio 35 André Leonardo</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-35-andre-leonardo/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 21 Jul 2014 18:51:53 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o André Leonardo, um jovem aventureiro que decidiu dar a volta ao mundo para conhecer casos de empreendedorismo com realidades sociais, económicas e culturais diferentes para no fim transformar num livro, ao mesmo tempo que vai partilhando as histórias que encontra no seu <a href='http://www.andreleonardotour.com/#!inspiracao-pt/c201z'>blog </a>.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O André muito cedo resolveu os seus problemas encontrando soluções criativas para os mesmos, desde vender flores do quintal dos seus pais para comprar pastilhas, até organizar conferências com pensadores nacionais e estrangeiros quando já era estudante universitário.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Algo que me impressionou no André foi a capacidade que tem de ver os obstáculos apenas como parte do caminho e não o fim do caminho que traçou. Entende as falhas, as recusas, como hipóteses de melhorar o "produto" que oferece, transformando as coisas negativas em modos positivos de fazer melhor.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O André tem por outro lado uma componente social muito importante pois adiciona valor àquilo que toca, ajudando a sua comunidade, seja ela a física na sua terra natal os Açores, seja em Portugal, como também a comunidade virtual de seguidores que pelo mundo fora, sendo um exemplo de alguém que não baixa os braços apesar das dificuldades.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O André não é nenhum super-herói, é sim alguém que entende que pode fazer mais do que aquilo que normalmente permitimos a nós próprios.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Ele não consegue voar, nem é mais rápido que uma locomotiva, mas consegue dar a volta ao mundo à procura de exemplos que motivam os outros a também fazer, e mostrar que, como ele diz, "O difícil é diferente do impossível".</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://www.andreleonardotour.com/'>Site do André.</a></li>
</ul>
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                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o André Leonardo, um jovem aventureiro que decidiu dar a volta ao mundo para conhecer casos de empreendedorismo com realidades sociais, económicas e culturais diferentes para no fim transformar num livro, ao mesmo tempo que vai partilhando as histórias que encontra no seu <a href='http://www.andreleonardotour.com/#!inspiracao-pt/c201z'>blog </a>.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O André muito cedo resolveu os seus problemas encontrando soluções criativas para os mesmos, desde vender flores do quintal dos seus pais para comprar pastilhas, até organizar conferências com pensadores nacionais e estrangeiros quando já era estudante universitário.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Algo que me impressionou no André foi a capacidade que tem de ver os obstáculos apenas como parte do caminho e não o fim do caminho que traçou. Entende as falhas, as recusas, como hipóteses de melhorar o "produto" que oferece, transformando as coisas negativas em modos positivos de fazer melhor.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O André tem por outro lado uma componente social muito importante pois adiciona valor àquilo que toca, ajudando a sua comunidade, seja ela a física na sua terra natal os Açores, seja em Portugal, como também a comunidade virtual de seguidores que pelo mundo fora, sendo um exemplo de alguém que não baixa os braços apesar das dificuldades.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O André não é nenhum super-herói, é sim alguém que entende que pode fazer mais do que aquilo que normalmente permitimos a nós próprios.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Ele não consegue voar, nem é mais rápido que uma locomotiva, mas consegue dar a volta ao mundo à procura de exemplos que motivam os outros a também fazer, e mostrar que, como ele diz, "O difícil é diferente do impossível".</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://www.andreleonardotour.com/'>Site do André.</a></li>
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        <title>episódio 34 Sandro William Junqueira</title>
        <itunes:title>episódio 34 Sandro William Junqueira</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-34-sandro-william-junqueira/</link>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o <a href='http://www.caminho.leya.com/pt/autores/biografia.php?id=22813'>Sandro William Junqueira</a>, escritor, que recentemente publicou um livro, o <a href='http://www.caminho.leya.com/pt/literatura/romance/no-ceu-nao-ha-limoes/'>“No Céu Não Há Limões”</a>. Tomei contacto com o Sandro e o livro através de um anterior convidado, o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-23-vasco-durao/'>Vasco Durão</a>, ao referir que iria haver uma sessão de autógrafos na Feira do Livro de Lisboa.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Peguei na família e e lá fomos nós passear.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Comprei o livro e dirigi-me ao Sandro para o dito autógrafo, mas também já com ela fisgada de o convidar a passar no Falar Criativo. Disse logo que sim, mas que vivia em Portimão, e aí volta o Skype a entrar em acção. Com a ajuda do filho do Sandro, o Guilherme, que emprestou o computador ao pai, conseguimos estabelecer contacto.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Quando a nossa conversa começou senti alguma reserva nas respostas, não que não estivesse a responder ao que lhe perguntava, mas sentia um certo tatear de território desconhecido, um “vamos lá ver o que vai ser esta entrevista”. Normalmente este tatear dos convidados é feito pessoalmente, antes do gravador estar ligado, mas no Skype perde-se essa ambientação.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Á medida que a conversa começou a fluir, e o Sandro estava mais à vontade, a intensidade do que era dito, e como era dito, aumentou.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Acabei esta semana de ler o livro, e daquilo que fiquei a conhecer do Sandro, os livros têm muito a ver com o processo dele, é um processo de verdade, de respeito pelo livro e pela escrita.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Foi o primeiro escritor que entrevistei e acho que tive muita sorte com a estreia, pois confirmou de alguma forma ideias que eu tinha sobre a importância do fluxo do subconsciente na construção das narrativas, de mundos, ou como o Sandro diz, de um território ficcional que ele está a construir com os seus livros.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Sandro relata que a escrita para ele é algo muito intenso, até físicamente, que quando acaba um livro fica esgotado, exausto mesmo.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Isto serve de exemplo a que quando fazemos algo que tem tanto de nós, só pode correr bem. Todos temos algo de único para dizer, e muitas vezes o facto de não nos entregarmos de corpo e alma, ao tentarmos racionalizar o que fazemos, ao não colocarmos aquilo que realmente somos naquilo que fazemos, acabamos por ficar aquém do que é realmente de valor.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Este último livro levou quatro anos a escrever, pode parecer muito tempo, mas ao lermos o livro, as emoções, o espanto que temos, mostram o cuidado e a entrega que o Sandro põe na escrita e na revisão que faz da sua escrita.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Quem tiver algo para dizer, seja na escrita ou não, que comece hoje, com verdade e intensidade, e daqui a quatro anos terá algo de valor concerteza, mesmo que seja uma página, um risco, uma nota de música por dia, vai valer a pena.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Tal como o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-22-filipe-melo/'>Filipe Melo</a>, o Sandro reforça a ideia que é o processo, o gosto pelo processo que faz com que as dificuldades sejam ultrapassadas, pois se nos focarmos só no resultado vamos estar logo à partida condicionados por coisas que não controlamos, como por exemplo, a opinião dos outros.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Adorei conversar com o Sandro, e apesar de ter tido participação na conversa, já a re-ouvi várias vezes, e de todas elas me emocionei, e espero que a vocês também.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Encontrei esta frase num livro que estou a ler, e assenta que nem uma luva ao Sandro.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">“...é uma das maiores proezas dos grandes escritores: desenhar personagens sem esconder os seus defeitos e, ainda assim, deixar que a sua humanidade se revele.” Carlo Strenger</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='https://www.youtube.com/watch?v=cv5Z6pqxW5E'>Sandro no Inferno do Canal Q</a></li>
<li><a href='http://scholar.harvard.edu/files/jenniferlerner/files/govt_exec_edit_6-151_ks_999wds-_pz_6-28.docx.final_.pdf'>Artigo sobre emoções e razão.</a></li>
</ul>
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                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o <a href='http://www.caminho.leya.com/pt/autores/biografia.php?id=22813'>Sandro William Junqueira</a>, escritor, que recentemente publicou um livro, o <a href='http://www.caminho.leya.com/pt/literatura/romance/no-ceu-nao-ha-limoes/'>“No Céu Não Há Limões”</a>. Tomei contacto com o Sandro e o livro através de um anterior convidado, o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-23-vasco-durao/'>Vasco Durão</a>, ao referir que iria haver uma sessão de autógrafos na Feira do Livro de Lisboa.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Peguei na família e e lá fomos nós passear.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Comprei o livro e dirigi-me ao Sandro para o dito autógrafo, mas também já com ela fisgada de o convidar a passar no Falar Criativo. Disse logo que sim, mas que vivia em Portimão, e aí volta o Skype a entrar em acção. Com a ajuda do filho do Sandro, o Guilherme, que emprestou o computador ao pai, conseguimos estabelecer contacto.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Quando a nossa conversa começou senti alguma reserva nas respostas, não que não estivesse a responder ao que lhe perguntava, mas sentia um certo tatear de território desconhecido, um “vamos lá ver o que vai ser esta entrevista”. Normalmente este tatear dos convidados é feito pessoalmente, antes do gravador estar ligado, mas no Skype perde-se essa ambientação.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Á medida que a conversa começou a fluir, e o Sandro estava mais à vontade, a intensidade do que era dito, e como era dito, aumentou.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Acabei esta semana de ler o livro, e daquilo que fiquei a conhecer do Sandro, os livros têm muito a ver com o processo dele, é um processo de verdade, de respeito pelo livro e pela escrita.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Foi o primeiro escritor que entrevistei e acho que tive muita sorte com a estreia, pois confirmou de alguma forma ideias que eu tinha sobre a importância do fluxo do subconsciente na construção das narrativas, de mundos, ou como o Sandro diz, de um território ficcional que ele está a construir com os seus livros.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Sandro relata que a escrita para ele é algo muito intenso, até físicamente, que quando acaba um livro fica esgotado, exausto mesmo.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Isto serve de exemplo a que quando fazemos algo que tem tanto de nós, só pode correr bem. Todos temos algo de único para dizer, e muitas vezes o facto de não nos entregarmos de corpo e alma, ao tentarmos racionalizar o que fazemos, ao não colocarmos aquilo que realmente somos naquilo que fazemos, acabamos por ficar aquém do que é realmente de valor.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Este último livro levou quatro anos a escrever, pode parecer muito tempo, mas ao lermos o livro, as emoções, o espanto que temos, mostram o cuidado e a entrega que o Sandro põe na escrita e na revisão que faz da sua escrita.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Quem tiver algo para dizer, seja na escrita ou não, que comece hoje, com verdade e intensidade, e daqui a quatro anos terá algo de valor concerteza, mesmo que seja uma página, um risco, uma nota de música por dia, vai valer a pena.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Tal como o <a href='http://falarcriativo.com/episodio-22-filipe-melo/'>Filipe Melo</a>, o Sandro reforça a ideia que é o processo, o gosto pelo processo que faz com que as dificuldades sejam ultrapassadas, pois se nos focarmos só no resultado vamos estar logo à partida condicionados por coisas que não controlamos, como por exemplo, a opinião dos outros.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Adorei conversar com o Sandro, e apesar de ter tido participação na conversa, já a re-ouvi várias vezes, e de todas elas me emocionei, e espero que a vocês também.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Encontrei esta frase num livro que estou a ler, e assenta que nem uma luva ao Sandro.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><em>“...é uma das maiores proezas dos grandes escritores: desenhar personagens sem esconder os seus defeitos e, ainda assim, deixar que a sua humanidade se revele.” Carlo Strenger</em></p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='https://www.youtube.com/watch?v=cv5Z6pqxW5E'>Sandro no Inferno do Canal Q</a></li>
<li><a href='http://scholar.harvard.edu/files/jenniferlerner/files/govt_exec_edit_6-151_ks_999wds-_pz_6-28.docx.final_.pdf'>Artigo sobre emoções e razão.</a></li>
</ul>
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    <item>
        <title>episódio 33 António Pacheco</title>
        <itunes:title>episódio 33 António Pacheco</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-33-antonio-pacheco/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-33-antonio-pacheco/#comments</comments>        <pubDate>Sun, 06 Jul 2014 15:16:30 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o António Pacheco, responsável da <a href='http://www.espacoself.com/'>Editora Self – Desenvolvimento Pessoal.</a></p>
<p>Estou a ler um livro editado pela Self, o <a href='http://www.espacoself.com/#!startup/cyla'>$tartup do Chris Guillebeau</a>, e quando vi o nome da editora chamou-me à atenção o “desenvolvimento pessoal”, fui investigar outros títulos editados e fiquei curioso, e decidi falar com alguém da editora, pois o desenvolvimento pessoal é algo que considero importante.</p>
<p>Abordámos o tema  das escolhas que fazemos, que somos livres de escolhar, mas que somos responsáveis por aquilo que escolhemos.</p>
<p>É algo que lutei muito e que ainda luto por vezes, que é o facto de me ver em situações que não estão alinhadas com o que realmente quero para a minha vida, por fazer escolher um caminho aparentemente mais fácil, e depois não querer responsabilizar-me por aquilo que escolhi.</p>
<p>Posso escolher não querer ter um trabalho das nove às seis, tal como o nosso convidado nunca gostou, mas isso tem implicações pelas quais eu sou responsável, mas dizer que não tenho escolha é que não é verdade.</p>
<p>O António desde cedo percebeu que queria ter o seu negócio, e muito jovem tentou perceber como fazê-lo. Seguiu gestão de empresas, mas sempre com a ideia de criar os seus negócios e ser dono do seu tempo.</p>
<p>Além da Self, quase por brincadeira, o António começou outro negócio, o <a href='http://www.lisbonboattour.com/'>Lisbon Boat Tour</a>, aproveitando algo que já tinha, um barco, respondendo a uma lacuna do mercado criou um negócio fazendo algo que gosta.</p>
<p>O António refere relativamente a esta questão, que muitas vezes achamos que temos de ter um grande investimento, ou não temos as qualificações necessárias, quando na verdade, podemos tornar um hobby numa fonte de rendimento.</p>
<p>Falámos que todas as pessoas, ou quase todas as pessoas têm ideias, mas que falham na hora da implementação, e o António refere como costuma fazer e que todos o podemos fazer também.</p>
<p>Claro que o assunto dos livros também foi abordado, e fiquei a saber o dilema que o mundo livreiro passa neste momento, o facto de terem de co-existir os livros digitais e o livro físico, pois o número de livros físicos díminui, fazendo com que o custo por unidade tenha de aumentar.</p>
<p>Gostei muito da conversa, os livros são uma das minhas grandes paixões, e se a isso se juntam as ideias, tenho o dia feito.</p>
<p>Não nos podemos esquecer: Somos livres de escolher, mas somos responsáveis por aquilo que escolhemos.</p>
<ul><li><a href='https://www.facebook.com/pages/Self-Desenvolvimento-Pessoal-Editora/216052541852634'>Facebook da Self.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/pages/Lisbon-Boat-Tour/212866908819880'>Facebook da Lisbon Boat Tour.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o António Pacheco, responsável da <a href='http://www.espacoself.com/'>Editora Self – Desenvolvimento Pessoal.</a></p>
<p>Estou a ler um livro editado pela Self, o <a href='http://www.espacoself.com/#!startup/cyla'>$tartup do Chris Guillebeau</a>, e quando vi o nome da editora chamou-me à atenção o “desenvolvimento pessoal”, fui investigar outros títulos editados e fiquei curioso, e decidi falar com alguém da editora, pois o desenvolvimento pessoal é algo que considero importante.</p>
<p>Abordámos o tema  das escolhas que fazemos, que somos livres de escolhar, mas que somos responsáveis por aquilo que escolhemos.</p>
<p>É algo que lutei muito e que ainda luto por vezes, que é o facto de me ver em situações que não estão alinhadas com o que realmente quero para a minha vida, por fazer escolher um caminho aparentemente mais fácil, e depois não querer responsabilizar-me por aquilo que escolhi.</p>
<p>Posso escolher não querer ter um trabalho das nove às seis, tal como o nosso convidado nunca gostou, mas isso tem implicações pelas quais eu sou responsável, mas dizer que não tenho escolha é que não é verdade.</p>
<p>O António desde cedo percebeu que queria ter o seu negócio, e muito jovem tentou perceber como fazê-lo. Seguiu gestão de empresas, mas sempre com a ideia de criar os seus negócios e ser dono do seu tempo.</p>
<p>Além da Self, quase por brincadeira, o António começou outro negócio, o <a href='http://www.lisbonboattour.com/'>Lisbon Boat Tour</a>, aproveitando algo que já tinha, um barco, respondendo a uma lacuna do mercado criou um negócio fazendo algo que gosta.</p>
<p>O António refere relativamente a esta questão, que muitas vezes achamos que temos de ter um grande investimento, ou não temos as qualificações necessárias, quando na verdade, podemos tornar um hobby numa fonte de rendimento.</p>
<p>Falámos que todas as pessoas, ou quase todas as pessoas têm ideias, mas que falham na hora da implementação, e o António refere como costuma fazer e que todos o podemos fazer também.</p>
<p>Claro que o assunto dos livros também foi abordado, e fiquei a saber o dilema que o mundo livreiro passa neste momento, o facto de terem de co-existir os livros digitais e o livro físico, pois o número de livros físicos díminui, fazendo com que o custo por unidade tenha de aumentar.</p>
<p>Gostei muito da conversa, os livros são uma das minhas grandes paixões, e se a isso se juntam as ideias, tenho o dia feito.</p>
<p>Não nos podemos esquecer: Somos livres de escolher, mas somos responsáveis por aquilo que escolhemos.</p>
<ul><li><a href='https://www.facebook.com/pages/Self-Desenvolvimento-Pessoal-Editora/216052541852634'>Facebook da Self.</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/pages/Lisbon-Boat-Tour/212866908819880'>Facebook da Lisbon Boat Tour.</a></li>
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        <title>episódio 32 Inês Cruz</title>
        <itunes:title>episódio 32 Inês Cruz</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-32-ines-cruz/#comments</comments>        <pubDate>Sun, 29 Jun 2014 09:50:33 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Inês Cruz, que teve uma necessidade e a partir dessa necessidade teve uma ideia, a ideia de responder à necessidade que também outros sentiam.</p>
<p>A Inês tem um pequeno negócio que produz uns sacos de pano que servem para guardar e transportar o que se quiser colocar lá dentro, os sacos NOAH.</p>
<p>Quando viveu na Costa Rica com o marido João e o filho Noah (daí o nome dos sacos), tomou contacto com uns sacos que os surfistas usavam para transportar os fatos, e realizou que aqueles sacos eram óptimos para transportar os brinquedos dos seu filho.</p>
<p>No regresso a Portugal, questionou-se se alguém já fazia os sacos nos nosso país, e não, ninguém os fazia. A oportunidade estava lá, meteu mãos à obra e começou ela a produzir e a comercializar os sacos através da sua página no facebook.</p>
<p>Com as vantagens da internet, dois blogues, o <a href='http://mariaguedeslisboa.clix.pt/'>Stylista</a> e o <a href='http://mariaguedeslisboa.clix.pt/'>Blog da Carlota</a>, fizeram referência aos sacos Noah e em pouco tempo, até na SIC os sacos apareceram.</p>
<p>Eu por exemplo encontrei uma pequena notícia no suplemento Tentações da revista Sábado, e depois contactei  a Inês que gentilmente acedeu a fazer a entrevista, e me recebeu no restaurante que gere com o marido, o Restaurante Equador.</p>
<p>Esta é outra das partes interessantes da conversa, pois os sacos são um extra, algo que a Inês faz antes e após o trabalho no restaurante, e tomar conta do filho. Não significa que seja uma viciada em trabalho, pelo contrário é uma pessoa que dá prioridade ao filho e às relações com os que lhe são queridos, mostrando que não é preciso deixar o trabalho que paga as contas para se conseguir transformar uma ideia em algo de valor.</p>
<p>Outra coisa interessante, e com a qual me identifiquei bastante foi com a visão que a Inês tem relativamente oas bens materiais, uma vez que dá prioridade ao tempo com o filho, amigos e família, em vez de não ter tempo e ter um carro do último modelo.</p>
<p>Posso dizer nos contactos que tive com a Inês, ela sempre se revelou uma pessoa alegre e positiva, que tal como eu coloca as pessoas e as experiências à frente dos bens materiais.</p>
<p>Não precisamos de muito, precisamos é de fazer alguma coisa.</p>
<ul><li><a href='https://pt-br.facebook.com/pages/NOAH-NOAH/553982164694214'>Facebook sacos NOAH</a></li>
<li><a href='https://pt-pt.facebook.com/equadorbarbistro'>Restaurante Equador</a></li>
</ul>
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                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Inês Cruz, que teve uma necessidade e a partir dessa necessidade teve uma ideia, a ideia de responder à necessidade que também outros sentiam.</p>
<p>A Inês tem um pequeno negócio que produz uns sacos de pano que servem para guardar e transportar o que se quiser colocar lá dentro, os sacos NOAH.</p>
<p>Quando viveu na Costa Rica com o marido João e o filho Noah (daí o nome dos sacos), tomou contacto com uns sacos que os surfistas usavam para transportar os fatos, e realizou que aqueles sacos eram óptimos para transportar os brinquedos dos seu filho.</p>
<p>No regresso a Portugal, questionou-se se alguém já fazia os sacos nos nosso país, e não, ninguém os fazia. A oportunidade estava lá, meteu mãos à obra e começou ela a produzir e a comercializar os sacos através da sua página no facebook.</p>
<p>Com as vantagens da internet, dois blogues, o <a href='http://mariaguedeslisboa.clix.pt/'>Stylista</a> e o <a href='http://mariaguedeslisboa.clix.pt/'>Blog da Carlota</a>, fizeram referência aos sacos Noah e em pouco tempo, até na SIC os sacos apareceram.</p>
<p>Eu por exemplo encontrei uma pequena notícia no suplemento Tentações da revista Sábado, e depois contactei  a Inês que gentilmente acedeu a fazer a entrevista, e me recebeu no restaurante que gere com o marido, o Restaurante Equador.</p>
<p>Esta é outra das partes interessantes da conversa, pois os sacos são um extra, algo que a Inês faz antes e após o trabalho no restaurante, e tomar conta do filho. Não significa que seja uma viciada em trabalho, pelo contrário é uma pessoa que dá prioridade ao filho e às relações com os que lhe são queridos, mostrando que não é preciso deixar o trabalho que paga as contas para se conseguir transformar uma ideia em algo de valor.</p>
<p>Outra coisa interessante, e com a qual me identifiquei bastante foi com a visão que a Inês tem relativamente oas bens materiais, uma vez que dá prioridade ao tempo com o filho, amigos e família, em vez de não ter tempo e ter um carro do último modelo.</p>
<p>Posso dizer nos contactos que tive com a Inês, ela sempre se revelou uma pessoa alegre e positiva, que tal como eu coloca as pessoas e as experiências à frente dos bens materiais.</p>
<p>Não precisamos de muito, precisamos é de fazer alguma coisa.</p>
<ul><li><a href='https://pt-br.facebook.com/pages/NOAH-NOAH/553982164694214'>Facebook sacos NOAH</a></li>
<li><a href='https://pt-pt.facebook.com/equadorbarbistro'>Restaurante Equador</a></li>
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        <itunes:summary><![CDATA[A convidada desta semana é a Inês Cruz, que teve uma necessidade e a partir dessa necessidade teve uma ideia, a ideia de responder à necessidade que também outros sentiam.A Inês tem um pequeno negócio que produz uns sacos de pano que servem para guardar e transportar o que se quiser colocar lá dentro, os sacos NOAH.Quando viveu na Costa Rica com o marido João e o filho Noah (daí o nome dos sacos), tomou contacto com uns sacos que os surfistas usavam para transportar os fatos, e realizou que aqueles sacos eram óptimos para transportar os brinquedos dos seu filho.No regresso a Portugal, questionou-se se alguém já fazia os sacos nos nosso país, e não, ninguém os fazia. A oportunidade estava lá, meteu mãos à obra e começou ela a produzir e a comercializar os sacos através da sua página no facebook.Com as vantagens da internet, dois blogues, o Stylista e o Blog da Carlota, fizeram referência aos sacos Noah e em pouco tempo, até na SIC os sacos apareceram.Eu por exemplo encontrei uma pequena notícia no suplemento Tentações da revista Sábado, e depois contactei  a Inês que gentilmente acedeu a fazer a entrevista, e me recebeu no restaurante que gere com o marido, o Restaurante Equador.Esta é outra das partes interessantes da conversa, pois os sacos são um extra, algo que a Inês faz antes e após o trabalho no restaurante, e tomar conta do filho. Não significa que seja uma viciada em trabalho, pelo contrário é uma pessoa que dá prioridade ao filho e às relações com os que lhe são queridos, mostrando que não é preciso deixar o trabalho que paga as contas para se conseguir transformar uma ideia em algo de valor.Outra coisa interessante, e com a qual me identifiquei bastante foi com a visão que a Inês tem relativamente oas bens materiais, uma vez que dá prioridade ao tempo com o filho, amigos e família, em vez de não ter tempo e ter um carro do último modelo.Posso dizer nos contactos que tive com a Inês, ela sempre se revelou uma pessoa alegre e positiva, que tal como eu coloca as pessoas e as experiências à frente dos bens materiais.Não precisamos de muito, precisamos é de fazer alguma coisa.Facebook sacos NOAHRestaurante Equador]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 31 David Oliveira</title>
        <itunes:title>episódio 31 David Oliveira</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-31-david-oliveira/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 23 Jun 2014 11:31:51 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o David Oliveira, ele é escultor, e tomei contacto com o seu trabalho através do meu amigo e anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/falar-criativo-episodio-2-rui-viana/'>Rui Viana</a>, que me mostrou umas fotografias de alguns trabalhos do David.  Fiquei absolutamente fascinado com a nobreza que o “simples” arame ganha, quando o David pega nele e desenha no espaço.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Procurei o contacto no mesmo instante em que vi as fotografias, e no mesmo dia o David concordou em conversar comigo na minha casa.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Mesmo antes de pôr o gravador a funcionar e começar a entrevista, estivemos um bocado à conversa, sobre desenho, a arte, a sociedade, o fazer o que se gosta, e a conversa continuou por mais uma hora depois de carregar no botão de stop do gravador.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Daquilo que me deu para conhcer do David na manhã que passei com ele, as suas esculturas têm muito a ver com o que ele é, uma força tranquila, uma leveza no trato, e uma complexidade transparente à qual não conseguimos ser indiferentes.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O nosso convidado também teve da parte dos pais aquela conversa que muitos de nós ouvimos dos nossos, sobre seguir uma carreira artística mas apenas como “hobby”, arranjar um trabalho das 9 às 5, e no tempo livre ser artista. Porém no caso do David isso não o impediu de tentar viver como artista, e como ele diz, considera sim a hipótese inversa, ter um emprego como “hobby”.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Gostei muito de conhecer o David, de ver que quando se faz aquilo que se gosta, se assume uma determinada escolha feita, as coisas acabam por acontecer, pode não ser fácil, mas o caminho alternativo, embora o possa parecer, não será mais fácil, pois viver todos os dias a fazer algo de que não se gosta para poder ter um telemóvel de última geração, não é, na minha opinão, fácil.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Falámos de muitas coisas, mas as coisas que mais retive da nossa conversa, foi uma serenidade que o David transmite ao falar das suas escolhas, dos seus hábitos, e também o facto de ele dizer que fala consigo próprio na terceira pessoa, que se chama à razão, algo que também faço, que todos deveríamos fazer, mas deveríamos falar connosco próprios como gostaríamos que os outros nos falassem.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li> <a href='http://davidoliveiraescul.wix.com/davidoliveira'>Site do David.</a></li>
<li><a href='http://www.111.pt/'>Galeria 111</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/pages/David-Oliveira/299568343405365'>Facebook </a> </li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o David Oliveira, ele é escultor, e tomei contacto com o seu trabalho através do meu amigo e anterior convidado <a href='http://falarcriativo.com/falar-criativo-episodio-2-rui-viana/'>Rui Viana</a>, que me mostrou umas fotografias de alguns trabalhos do David.  Fiquei absolutamente fascinado com a nobreza que o “simples” arame ganha, quando o David pega nele e desenha no espaço.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Procurei o contacto no mesmo instante em que vi as fotografias, e no mesmo dia o David concordou em conversar comigo na minha casa.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Mesmo antes de pôr o gravador a funcionar e começar a entrevista, estivemos um bocado à conversa, sobre desenho, a arte, a sociedade, o fazer o que se gosta, e a conversa continuou por mais uma hora depois de carregar no botão de stop do gravador.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Daquilo que me deu para conhcer do David na manhã que passei com ele, as suas esculturas têm muito a ver com o que ele é, uma força tranquila, uma leveza no trato, e uma complexidade transparente à qual não conseguimos ser indiferentes.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O nosso convidado também teve da parte dos pais aquela conversa que muitos de nós ouvimos dos nossos, sobre seguir uma carreira artística mas apenas como “hobby”, arranjar um trabalho das 9 às 5, e no tempo livre ser artista. Porém no caso do David isso não o impediu de tentar viver como artista, e como ele diz, considera sim a hipótese inversa, ter um emprego como “hobby”.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Gostei muito de conhecer o David, de ver que quando se faz aquilo que se gosta, se assume uma determinada escolha feita, as coisas acabam por acontecer, pode não ser fácil, mas o caminho alternativo, embora o possa parecer, não será mais fácil, pois viver todos os dias a fazer algo de que não se gosta para poder ter um telemóvel de última geração, não é, na minha opinão, fácil.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Falámos de muitas coisas, mas as coisas que mais retive da nossa conversa, foi uma serenidade que o David transmite ao falar das suas escolhas, dos seus hábitos, e também o facto de ele dizer que fala consigo próprio na terceira pessoa, que se chama à razão, algo que também faço, que todos deveríamos fazer, mas deveríamos falar connosco próprios como gostaríamos que os outros nos falassem.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li> <a href='http://davidoliveiraescul.wix.com/davidoliveira'>Site do David.</a></li>
<li><a href='http://www.111.pt/'>Galeria 111</a></li>
<li><a href='https://www.facebook.com/pages/David-Oliveira/299568343405365'>Facebook </a> </li>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o David Oliveira, ele é escultor, e tomei contacto com o seu trabalho através do meu amigo e anterior convidado Rui Viana, que me mostrou umas fotografias de alguns trabalhos do David.  Fiquei absolutamente fascinado com a nobreza que o “simples” arame ganha, quando o David pega nele e desenha no espaço.Procurei o contacto no mesmo instante em que vi as fotografias, e no mesmo dia o David concordou em conversar comigo na minha casa.Mesmo antes de pôr o gravador a funcionar e começar a entrevista, estivemos um bocado à conversa, sobre desenho, a arte, a sociedade, o fazer o que se gosta, e a conversa continuou por mais uma hora depois de carregar no botão de stop do gravador.Daquilo que me deu para conhcer do David na manhã que passei com ele, as suas esculturas têm muito a ver com o que ele é, uma força tranquila, uma leveza no trato, e uma complexidade transparente à qual não conseguimos ser indiferentes.O nosso convidado também teve da parte dos pais aquela conversa que muitos de nós ouvimos dos nossos, sobre seguir uma carreira artística mas apenas como “hobby”, arranjar um trabalho das 9 às 5, e no tempo livre ser artista. Porém no caso do David isso não o impediu de tentar viver como artista, e como ele diz, considera sim a hipótese inversa, ter um emprego como “hobby”.Gostei muito de conhecer o David, de ver que quando se faz aquilo que se gosta, se assume uma determinada escolha feita, as coisas acabam por acontecer, pode não ser fácil, mas o caminho alternativo, embora o possa parecer, não será mais fácil, pois viver todos os dias a fazer algo de que não se gosta para poder ter um telemóvel de última geração, não é, na minha opinão, fácil.Falámos de muitas coisas, mas as coisas que mais retive da nossa conversa, foi uma serenidade que o David transmite ao falar das suas escolhas, dos seus hábitos, e também o facto de ele dizer que fala consigo próprio na terceira pessoa, que se chama à razão, algo que também faço, que todos deveríamos fazer, mas deveríamos falar connosco próprios como gostaríamos que os outros nos falassem. Site do David.Galeria 111Facebook  ]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 30 Bruno Pernadas</title>
        <itunes:title>episódio 30 Bruno Pernadas</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o Bruno Pernadas, um músico que em Março de 2014 editou um albúm a solo com um título que eu achei muito interessante, “How can we be joyful in a world full of knowledge”, e daí surgiu a minha curiosidade em perceber de que forma isso se reflectia na sua forma de pensar.</p>
<p>Pelo que percebi durante a nossa conversa, interessa mais ao Bruno a pergunta que ter resposta para a mesma. Por essa razão fui com uma ideia feita sobre qual o caminho que achei que a conversa poderia tomar, e serviu-me de lição pois, as ideias feitas, são sempre um mau caminho, e dei por mim a improvisar um bocado.</p>
<p>Falámos de viver da música, mas de uma forma “composta”, que eu nunca tinha pensado, pois a música tem várias vertentes, o ensino, a intrepretação, a composição, etc., e é possível “viver da música”, sem ser só vender discos e dar concertos.</p>
<p>O Bruno divide-se em vários projectos, o que demonstra uma vontade de seguir uma via que decidiu cedo, aos 13 anos, que era algo que iria fazer para o resto da vida.</p>
<p>Para um músico de jazz provavelmente será mais difícil do que para um músico pop ou pop-rock, mas não lhe passa pela cabeça fazer cedências nesse sentido para poder ter uma vida mais fácil.</p>
<p>O Bruno parece-me um músico seguro que tem ideias claras relativamente àquilo que quer para si e para a sua música.</p>
<p>A música dele é muito rica, como se pode ouvir neste video.</p>
<p></p>
<ul><li><a href='http://www.brunopernadas.com/'>Site do Bruno.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o Bruno Pernadas, um músico que em Março de 2014 editou um albúm a solo com um título que eu achei muito interessante, <em>“How can we be joyful in a world full of knowledge”,</em> e daí surgiu a minha curiosidade em perceber de que forma isso se reflectia na sua forma de pensar.</p>
<p>Pelo que percebi durante a nossa conversa, interessa mais ao Bruno a pergunta que ter resposta para a mesma. Por essa razão fui com uma ideia feita sobre qual o caminho que achei que a conversa poderia tomar, e serviu-me de lição pois, as ideias feitas, são sempre um mau caminho, e dei por mim a improvisar um bocado.</p>
<p>Falámos de viver da música, mas de uma forma “composta”, que eu nunca tinha pensado, pois a música tem várias vertentes, o ensino, a intrepretação, a composição, etc., e é possível “viver da música”, sem ser só vender discos e dar concertos.</p>
<p>O Bruno divide-se em vários projectos, o que demonstra uma vontade de seguir uma via que decidiu cedo, aos 13 anos, que era algo que iria fazer para o resto da vida.</p>
<p>Para um músico de jazz provavelmente será mais difícil do que para um músico pop ou pop-rock, mas não lhe passa pela cabeça fazer cedências nesse sentido para poder ter uma vida mais fácil.</p>
<p>O Bruno parece-me um músico seguro que tem ideias claras relativamente àquilo que quer para si e para a sua música.</p>
<p>A música dele é muito rica, como se pode ouvir neste video.</p>
<p></p>
<ul><li><a href='http://www.brunopernadas.com/'>Site do Bruno.</a></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Bruno Pernadas, um músico que em Março de 2014 editou um albúm a solo com um título que eu achei muito interessante, “How can we be joyful in a world full of knowledge”, e daí surgiu a minha curiosidade em perceber de que forma isso se reflectia na sua forma de pensar.Pelo que percebi durante a nossa conversa, interessa mais ao Bruno a pergunta que ter resposta para a mesma. Por essa razão fui com uma ideia feita sobre qual o caminho que achei que a conversa poderia tomar, e serviu-me de lição pois, as ideias feitas, são sempre um mau caminho, e dei por mim a improvisar um bocado.Falámos de viver da música, mas de uma forma “composta”, que eu nunca tinha pensado, pois a música tem várias vertentes, o ensino, a intrepretação, a composição, etc., e é possível “viver da música”, sem ser só vender discos e dar concertos.O Bruno divide-se em vários projectos, o que demonstra uma vontade de seguir uma via que decidiu cedo, aos 13 anos, que era algo que iria fazer para o resto da vida.Para um músico de jazz provavelmente será mais difícil do que para um músico pop ou pop-rock, mas não lhe passa pela cabeça fazer cedências nesse sentido para poder ter uma vida mais fácil.O Bruno parece-me um músico seguro que tem ideias claras relativamente àquilo que quer para si e para a sua música.A música dele é muito rica, como se pode ouvir neste video.Site do Bruno.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 29 Pedro Albuquerque</title>
        <itunes:title>episódio 29 Pedro Albuquerque</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o Pedro Albuquerque, designer, que me me foi sugerido por um membro da comunidade falar criativo, o Rafael Martins, e ainda bem que o fez pois foi um enorme prazer conhecer e falar com o Pedro.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A conversa foi fácil, o Pedro gosta de conversar e tem coisas para dizer. Falámos de uma questão que tenho muito interesse, a questão das marcas, das pessoas como marcas, também abordámos o tema da marca Portugal e de algumas ideias que o Pedro tem sobre isso.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Dentro de este assunto o Pedro partilhou algo que ele já percebeu e que eu achei bastante interessante, que é o facto de as marcas serem compostas por pessoas que elas próprias são marcas com características próprias, e que mudar uma marca é algo muito difícil se as marcas/pessoas que a constituem não se identificarem com o que algum estratega possa ter pensado para a imagem da marca.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O BOOX é um produto desenvolvido pelo Pedro, e que é na minha opinião genialmente simples e simplesmente genial, uma peça que permite que livros e revistas deixem de ser apenas lombadas numa estante, e se abram e revelem o que de belo têm dentro.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Neste aspecto dos produtos, o Pedro disse algo que retive e que sei que vou passar a pensar dessa maneira quando surgir a oportunidade de desenvolver algum produto, que é o facto de que o mais importante são as experiências, que o design deve ser acima de tudo o desenhar de uma experiência, e daí sim criar uma peça que nos permita vivê-la.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A conversa foi longa, mas nem demos pelo tempo passar pelo extremo interesse que tem aquilo que o Pedro partilhou.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Aconselho vivamente a visita ao site do Pedro, pois está cheio de informação interessante e que nos põem a pensar.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://www.albuquerqueonline.pt/index.php'>Pedro Albuquerque site.</a></li>
<li><a href='http://www.boox.me/'>Site do BOOX.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o Pedro Albuquerque, designer, que me me foi sugerido por um membro da comunidade <em>falar criativo,</em> o Rafael Martins, e ainda bem que o fez pois foi um enorme prazer conhecer e falar com o Pedro.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A conversa foi fácil, o Pedro gosta de conversar e tem coisas para dizer. Falámos de uma questão que tenho muito interesse, a questão das marcas, das pessoas como marcas, também abordámos o tema da marca Portugal e de algumas ideias que o Pedro tem sobre isso.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Dentro de este assunto o Pedro partilhou algo que ele já percebeu e que eu achei bastante interessante, que é o facto de as marcas serem compostas por pessoas que elas próprias são marcas com características próprias, e que mudar uma marca é algo muito difícil se as marcas/pessoas que a constituem não se identificarem com o que algum estratega possa ter pensado para a imagem da marca.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O BOOX é um produto desenvolvido pelo Pedro, e que é na minha opinião genialmente simples e simplesmente genial, uma peça que permite que livros e revistas deixem de ser apenas lombadas numa estante, e se abram e revelem o que de belo têm dentro.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Neste aspecto dos produtos, o Pedro disse algo que retive e que sei que vou passar a pensar dessa maneira quando surgir a oportunidade de desenvolver algum produto, que é o facto de que o mais importante são as experiências, que o design deve ser acima de tudo o desenhar de uma experiência, e daí sim criar uma peça que nos permita vivê-la.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A conversa foi longa, mas nem demos pelo tempo passar pelo extremo interesse que tem aquilo que o Pedro partilhou.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Aconselho vivamente a visita ao site do Pedro, pois está cheio de informação interessante e que nos põem a pensar.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://www.albuquerqueonline.pt/index.php'>Pedro Albuquerque site.</a></li>
<li><a href='http://www.boox.me/'>Site do BOOX.</a></li>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Pedro Albuquerque, designer, que me me foi sugerido por um membro da comunidade falar criativo, o Rafael Martins, e ainda bem que o fez pois foi um enorme prazer conhecer e falar com o Pedro.A conversa foi fácil, o Pedro gosta de conversar e tem coisas para dizer. Falámos de uma questão que tenho muito interesse, a questão das marcas, das pessoas como marcas, também abordámos o tema da marca Portugal e de algumas ideias que o Pedro tem sobre isso.Dentro de este assunto o Pedro partilhou algo que ele já percebeu e que eu achei bastante interessante, que é o facto de as marcas serem compostas por pessoas que elas próprias são marcas com características próprias, e que mudar uma marca é algo muito difícil se as marcas/pessoas que a constituem não se identificarem com o que algum estratega possa ter pensado para a imagem da marca.O BOOX é um produto desenvolvido pelo Pedro, e que é na minha opinião genialmente simples e simplesmente genial, uma peça que permite que livros e revistas deixem de ser apenas lombadas numa estante, e se abram e revelem o que de belo têm dentro.Neste aspecto dos produtos, o Pedro disse algo que retive e que sei que vou passar a pensar dessa maneira quando surgir a oportunidade de desenvolver algum produto, que é o facto de que o mais importante são as experiências, que o design deve ser acima de tudo o desenhar de uma experiência, e daí sim criar uma peça que nos permita vivê-la.A conversa foi longa, mas nem demos pelo tempo passar pelo extremo interesse que tem aquilo que o Pedro partilhou.Aconselho vivamente a visita ao site do Pedro, pois está cheio de informação interessante e que nos põem a pensar.Pedro Albuquerque site.Site do BOOX.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 28 Rui Amador</title>
        <itunes:title>episódio 28 Rui Amador</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-28-rui-amador/#comments</comments>        <pubDate>Sun, 01 Jun 2014 23:34:54 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o Rui Amador um amante das bicicletas que acredita que as duas rodas a pedal são um meio de transporte cheio de vantagens para as pessoas e para as cidades.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Rui é uma das pessoas por trás da empresa Biciway, uma empresa portuguesa que desenvolve soluções de mobiliário urbano específico para bicicletas, tendo o seu produto Urbanfix ganho alguns prémios.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">As grandes batalhas que uma empresa que está a começar e que quer inovar tem de travar, são a resistência à mudança, o comodismo de se manter as coisas como estão, e por outro lado o Estado que coloca dificuldades à produção de valor, em vez de ser uma alavanca para gerar ainda mais valor para as empresas e como consequência, para o próprio Estado.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Conheço o Rui há mais de vinte anos, e quando fui conhecer um projecto onde ele agora está envolvido, o <a href='http://www.velocitecafe.com/'>Velocité Caffé</a>, disse-lhe, "tu davas um bom entrevistado para o meu podcast", ele concordou e acabou por ser uma conversa entre amigos.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O<a href='http://www.velocitecafe.com/'> Velocité Caffé </a> é um projecto engraçado onde se une um café e uma loja e oficina de bicicletas, um sítio muito agradável para se estar, onde a bicicleta é rainha.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Nesta conversa aprendi várias coisas, uma delas é a de que temos de ser nós a fazer as coisas, que ganhar prémios não é garante de apoios, que as mentalidades mudam devagar, mas que isso não pode ser impeditivo de acreditar e fazer para que as nossas ideias se tornem realidade.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://www.biciway.eu/'>Biciway </a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o Rui Amador um amante das bicicletas que acredita que as duas rodas a pedal são um meio de transporte cheio de vantagens para as pessoas e para as cidades.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Rui é uma das pessoas por trás da empresa Biciway, uma empresa portuguesa que desenvolve soluções de mobiliário urbano específico para bicicletas, tendo o seu produto Urbanfix ganho alguns prémios.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">As grandes batalhas que uma empresa que está a começar e que quer inovar tem de travar, são a resistência à mudança, o comodismo de se manter as coisas como estão, e por outro lado o Estado que coloca dificuldades à produção de valor, em vez de ser uma alavanca para gerar ainda mais valor para as empresas e como consequência, para o próprio Estado.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Conheço o Rui há mais de vinte anos, e quando fui conhecer um projecto onde ele agora está envolvido, o <a href='http://www.velocitecafe.com/'>Velocité Caffé</a>, disse-lhe, "tu davas um bom entrevistado para o meu podcast", ele concordou e acabou por ser uma conversa entre amigos.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O<a href='http://www.velocitecafe.com/'> Velocité Caffé </a> é um projecto engraçado onde se une um café e uma loja e oficina de bicicletas, um sítio muito agradável para se estar, onde a bicicleta é rainha.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Nesta conversa aprendi várias coisas, uma delas é a de que temos de ser nós a fazer as coisas, que ganhar prémios não é garante de apoios, que as mentalidades mudam devagar, mas que isso não pode ser impeditivo de acreditar e fazer para que as nossas ideias se tornem realidade.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://www.biciway.eu/'>Biciway </a></li>
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O convidado desta semana é o Rui Amador um amante das bicicletas que acredita que as duas rodas a pedal são um meio de transporte cheio de vantagens para as pessoas e para as cidades.
O Rui é uma das pessoas por trás da empresa Biciway, uma empresa portuguesa que desenvolve soluções de mobiliário urbano específico para bicicletas, tendo o seu produto Urbanfix ganho alguns prémios.
As grandes batalhas que uma empresa que está a começar e que quer inovar tem de travar, são a resistência à mudança, o comodismo de se manter as coisas como estão, e por outro lado o Estado que coloca dificuldades à produção de valor, em vez de ser uma alavanca para gerar ainda mais valor para as empresas e como consequência, para o próprio Estado.
Conheço o Rui há mais de vinte anos, e quando fui conhecer um projecto onde ele agora está envolvido, o Velocité Caffé, disse-lhe, "tu davas um bom entrevistado para o meu podcast", ele concordou e acabou por ser uma conversa entre amigos.
O Velocité Caffé  é um projecto engraçado onde se une um café e uma loja e oficina de bicicletas, um sítio muito agradável para se estar, onde a bicicleta é rainha.
Nesta conversa aprendi várias coisas, uma delas é a de que temos de ser nós a fazer as coisas, que ganhar prémios não é garante de apoios, que as mentalidades mudam devagar, mas que isso não pode ser impeditivo de acreditar e fazer para que as nossas ideias se tornem realidade.Biciway ]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 27 José Alves da Silva</title>
        <itunes:title>episódio 27 José Alves da Silva</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o José Alves da Silva, ele é artista 3D, entre outras coisas cria personagens digitais, é uma pessoa bastante acessível, e uma referência mundial no meio do 3D.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A conversa teve lugar no escritório de um outro convidado do falar criativo, o António Castanheira, que gentilmente cedeu o espaço para a entrevista, uma vez que a <a href='http://www.nebula-studios.com/'>Nebula-Studios</a>, a empresa onde o José trabalha às segundas, quartas e sextas, é mesmo ao lado da empresa do António. O José  que é freelancer, arranjou um equilíbrio entre os dias que passa sozinho em casa, e estes dias em que se junta aos seus amigos da Nebula Studios.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O José , embora tenha tirado o curso de arquitectura, é mais um autodidacta, pois quando lhe surgiu o interesse pelo 3D não havia formação cá em Portugal que respondesse à sua necessidade, daí ele ter de pegar nos manuais do software e estudá-los a fundo.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Ele refere algo importante relativamente a esta questão do software, que existem jovens hoje em dia que se focam mais neste do que nos princípios básicos da arte, quer dizer a representação digital replica ou parte da realidade, assim sendo é fundamental saber anatomia, composição, teoria da cor, teoria da luz, e todas as capacidades que um artista não digital tem de dominar, pois como o José diz, o software está sempre a mudar, enquanto que os primcípios estão cá há milheres de anos.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O José esteve, e está, envolvido num festival de animação e efeitos especiais virtuais (Animation & VFX), o “Trojan Horse was an Unicorn”, que teve a sua primeira edição no ano de 2013, e se tornou logo num dos mais importantes festivais a nível mundial nesta área.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Encontrei um video que mostra o excelente ambiente que se viveu no festival, e que concerteza só vai melhorar este ano.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O José disse algo relativamente aos criadores deste festival, que ele também sentiu quando criou a sua empresa, que foi: “A audácia de quem não sabe no que se está a meter.” Retive isto na minha cabeça, e se calhar por vezes temos de ter esta ignorância audaz, saltar, e acreditar que vale a pena.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://www.artofjose.com/'>Site do José.</a></li>
<li><a href='https://trojan-unicorn.com/'>Festival "Trojan Horse was an Unicorn"</a>.</li>
<li><a href='http://vimeo.com/75981107'>Video da edição de 2013 do Festival.</a> "É um festival para os destemidos. Os apaixonados. Os inquietos. Os sedentos de conhecimento.É o talento a divertir-se. Uma oportunidade de criar ligações com os melhores. Bem-Vindos."</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o José Alves da Silva, ele é artista 3D, entre outras coisas cria personagens digitais, é uma pessoa bastante acessível, e uma referência mundial no meio do 3D.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A conversa teve lugar no escritório de um outro convidado do falar criativo, o António Castanheira, que gentilmente cedeu o espaço para a entrevista, uma vez que a <a href='http://www.nebula-studios.com/'>Nebula-Studios</a>, a empresa onde o José trabalha às segundas, quartas e sextas, é mesmo ao lado da empresa do António. O José  que é freelancer, arranjou um equilíbrio entre os dias que passa sozinho em casa, e estes dias em que se junta aos seus amigos da Nebula Studios.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O José , embora tenha tirado o curso de arquitectura, é mais um autodidacta, pois quando lhe surgiu o interesse pelo 3D não havia formação cá em Portugal que respondesse à sua necessidade, daí ele ter de pegar nos manuais do software e estudá-los a fundo.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Ele refere algo importante relativamente a esta questão do software, que existem jovens hoje em dia que se focam mais neste do que nos princípios básicos da arte, quer dizer a representação digital replica ou parte da realidade, assim sendo é fundamental saber anatomia, composição, teoria da cor, teoria da luz, e todas as capacidades que um artista não digital tem de dominar, pois como o José diz, o software está sempre a mudar, enquanto que os primcípios estão cá há milheres de anos.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O José esteve, e está, envolvido num festival de animação e efeitos especiais virtuais (Animation & VFX), o “Trojan Horse was an Unicorn”, que teve a sua primeira edição no ano de 2013, e se tornou logo num dos mais importantes festivais a nível mundial nesta área.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Encontrei um video que mostra o excelente ambiente que se viveu no festival, e que concerteza só vai melhorar este ano.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O José disse algo relativamente aos criadores deste festival, que ele também sentiu quando criou a sua empresa, que foi: “A audácia de quem não sabe no que se está a meter.” Retive isto na minha cabeça, e se calhar por vezes temos de ter esta ignorância audaz, saltar, e acreditar que vale a pena.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://www.artofjose.com/'>Site do José.</a></li>
<li><a href='https://trojan-unicorn.com/'>Festival "Trojan Horse was an Unicorn"</a>.</li>
<li><a href='http://vimeo.com/75981107'>Video da edição de 2013 do Festival.</a> <em>"É um festival para os destemidos. Os apaixonados. Os inquietos. Os sedentos de conhecimento.É o talento a divertir-se. Uma oportunidade de criar ligações com os melhores. Bem-Vindos."</em></li>
</ul>
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        <title>episódio 26 Susana Romana</title>
        <itunes:title>episódio 26 Susana Romana</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A convidada desta semana é a Susana Romana, guionista nas Produções Fictícias, autora do excelente  livro, "Escrever para Comédia, Um Guia Prático para Arruinar (ou Salvar) Vidas",  e além disso tudo ainda dá aulas de escrita para comédia.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Eu sempre fui um "engraçadinho" e quando soube que tinha sido lançado um livro em português como escrever para comédia decidi investigar e cheguei à Susana.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Fiquei a saber que iria haver uma apresentação do livro na FNAC do Colombo com a presença da autora, disse para mim mesmo "vou lá a ver a consigo convencer a passar pelo podcast".</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Carlos Moura fez uma apresentação bastante interessante e reflectida, a Susana Romana falou do livro e seguiu-se a sessão de perguntas respostas, que eu como melga que sou fiz questão de iniciar. Gostei das respostas que fui obtendo e quando se passou para a sessão de autógrafos perguntei-lhe da sua disponibilidade . Disse logo que sim, e após algumas tentativas falhadas de encontro de agendas, lá conseguimos ter a nossa conversa, desta vez no Amoreiras Plaza numa altura em que houve um ataque de barulho perpetrado por um senhor com um berbequim e uma senhora com uma enceradora. Uma pequena nota, depois de vários desencontros de agenda, foi a Susana que retomou o contacto para agendarmos a nossa conversa, o que mostra a sua generosidade, pois com uma agenda tão preenchida podia ter-se borrifado num podcast que não tem tanta notoriedade como isso.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Foi uma conversa fácil, a Susana fala fluentemente dos seus processos, uma vez que a práctica que tem ao ensinar aos outros como escrever, obrigou-a a reflectir nesses mesmos processos.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Aconselho o livro, e aviso já que é um livro que se for bem usado, dá resultado, também dá trabalho pois tem montes de exercícios prácticos, mas que vale bem a pena fazer.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O subtítulo do livro "Um guia práctico para arruinar (ou salvar) vidas" faz todo o sentido, pois através do humor poderemos salvar a nossa vida aprendendo a rir de nós próprios e daquilo que nos acontece, mas também pode arruinar se somente rirmos dos outros e daquilo que lhes acontece.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Retive muitas coisas da conversa que tivemos. A primeira é que mais importante que escrever é reescrever, a segunda é que no humor a atenção ao detalhe é fundamental e a terceira é que no humor não há fórmulas daí ser tão poderoso e interessante.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://www.cegosurdoemudo.com/?book/15'>O livro "Escrever para Comédia".</a></li>
<li><a href='https://www.youtube.com/watch?v=tmY4-RMB0YY'>John Cleese fala sobre Criatividade.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A convidada desta semana é a Susana Romana, guionista nas Produções Fictícias, autora do excelente  livro, "Escrever para Comédia, Um Guia Prático para Arruinar (ou Salvar) Vidas",  e além disso tudo ainda dá aulas de escrita para comédia.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Eu sempre fui um "engraçadinho" e quando soube que tinha sido lançado um livro em português como escrever para comédia decidi investigar e cheguei à Susana.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Fiquei a saber que iria haver uma apresentação do livro na FNAC do Colombo com a presença da autora, disse para mim mesmo "vou lá a ver a consigo convencer a passar pelo podcast".</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Carlos Moura fez uma apresentação bastante interessante e reflectida, a Susana Romana falou do livro e seguiu-se a sessão de perguntas respostas, que eu como melga que sou fiz questão de iniciar. Gostei das respostas que fui obtendo e quando se passou para a sessão de autógrafos perguntei-lhe da sua disponibilidade . Disse logo que sim, e após algumas tentativas falhadas de encontro de agendas, lá conseguimos ter a nossa conversa, desta vez no Amoreiras Plaza numa altura em que houve um ataque de barulho perpetrado por um senhor com um berbequim e uma senhora com uma enceradora. Uma pequena nota, depois de vários desencontros de agenda, foi a Susana que retomou o contacto para agendarmos a nossa conversa, o que mostra a sua generosidade, pois com uma agenda tão preenchida podia ter-se borrifado num podcast que não tem tanta notoriedade como isso.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Foi uma conversa fácil, a Susana fala fluentemente dos seus processos, uma vez que a práctica que tem ao ensinar aos outros como escrever, obrigou-a a reflectir nesses mesmos processos.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Aconselho o livro, e aviso já que é um livro que se for bem usado, dá resultado, também dá trabalho pois tem montes de exercícios prácticos, mas que vale bem a pena fazer.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O subtítulo do livro "Um guia práctico para arruinar (ou salvar) vidas" faz todo o sentido, pois através do humor poderemos salvar a nossa vida aprendendo a rir de nós próprios e daquilo que nos acontece, mas também pode arruinar se somente rirmos dos outros e daquilo que lhes acontece.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Retive muitas coisas da conversa que tivemos. A primeira é que mais importante que escrever é reescrever, a segunda é que no humor a atenção ao detalhe é fundamental e a terceira é que no humor não há fórmulas daí ser tão poderoso e interessante.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://www.cegosurdoemudo.com/?book/15'>O livro "Escrever para Comédia".</a></li>
<li><a href='https://www.youtube.com/watch?v=tmY4-RMB0YY'>John Cleese fala sobre Criatividade.</a></li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[A convidada desta semana é a Susana Romana, guionista nas Produções Fictícias, autora do excelente  livro, "Escrever para Comédia, Um Guia Prático para Arruinar (ou Salvar) Vidas",  e além disso tudo ainda dá aulas de escrita para comédia.Eu sempre fui um "engraçadinho" e quando soube que tinha sido lançado um livro em português como escrever para comédia decidi investigar e cheguei à Susana.Fiquei a saber que iria haver uma apresentação do livro na FNAC do Colombo com a presença da autora, disse para mim mesmo "vou lá a ver a consigo convencer a passar pelo podcast".O Carlos Moura fez uma apresentação bastante interessante e reflectida, a Susana Romana falou do livro e seguiu-se a sessão de perguntas respostas, que eu como melga que sou fiz questão de iniciar. Gostei das respostas que fui obtendo e quando se passou para a sessão de autógrafos perguntei-lhe da sua disponibilidade . Disse logo que sim, e após algumas tentativas falhadas de encontro de agendas, lá conseguimos ter a nossa conversa, desta vez no Amoreiras Plaza numa altura em que houve um ataque de barulho perpetrado por um senhor com um berbequim e uma senhora com uma enceradora. Uma pequena nota, depois de vários desencontros de agenda, foi a Susana que retomou o contacto para agendarmos a nossa conversa, o que mostra a sua generosidade, pois com uma agenda tão preenchida podia ter-se borrifado num podcast que não tem tanta notoriedade como isso.Foi uma conversa fácil, a Susana fala fluentemente dos seus processos, uma vez que a práctica que tem ao ensinar aos outros como escrever, obrigou-a a reflectir nesses mesmos processos.Aconselho o livro, e aviso já que é um livro que se for bem usado, dá resultado, também dá trabalho pois tem montes de exercícios prácticos, mas que vale bem a pena fazer.O subtítulo do livro "Um guia práctico para arruinar (ou salvar) vidas" faz todo o sentido, pois através do humor poderemos salvar a nossa vida aprendendo a rir de nós próprios e daquilo que nos acontece, mas também pode arruinar se somente rirmos dos outros e daquilo que lhes acontece.Retive muitas coisas da conversa que tivemos. A primeira é que mais importante que escrever é reescrever, a segunda é que no humor a atenção ao detalhe é fundamental e a terceira é que no humor não há fórmulas daí ser tão poderoso e interessante.O livro "Escrever para Comédia".John Cleese fala sobre Criatividade.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 25 Nuno Moreira</title>
        <itunes:title>episódio 25 Nuno Moreira</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-25-nuno-moreira/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 12 May 2014 02:02:47 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o Nuno Moreira, designer e fotógrafo a viver no Japão, que recentemente editou um fotolivro intitulado "State of Mind".</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Nuno entrou em contacto comigo a dizer-me que um amigo em Portugal lhe tinha falado do podcast, e se eu o ajudava a promover o livro. Disse-lhe logo que sim, e perguntei-lhe se estaria disponível para ser entrevistado via Skype, uma estreia para mim.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O processo do Nuno fotografar e deixar na máquina e só ver depois foi algo que me agradou, e que faz todo o sentido, pois deixamos o lado crítico desligado e permitimos que o lado criativo tenha mais liberdade.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Para o Nuno começar o dia por ler é algo que lhe dá algum descanso, pois considera que aqueles quinze a vinte minutos dão-lhe energia para continuar com o dia, sabendo que já fez uma coisa que lhe dá gozo e material para trabalhar.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Os processos manuais são algo que considera cada vez mais importante, pela singularidade que isso traz aos trabalhos, uma vez que as ferramentas digitais tendem criar tendências, e a uniformizar.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A gestão da imagem, a responsabilidade que os artistas têm na divulgação dos seus trabalhos, e na auto-promoção, é agora fundamental, mas também mais fácil com as vantagens da globalidade.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Sites do Nuno.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li>Fotografia <a href='http://nmphotos.org/'>http://nmphotos.org</a></li>
<li>Design <a href='http://nmdesign.org/'>http://nmdesign.org</a></li>
<li>Capas de livros <a href='http://bookcovers-design.com/'>http://bookcovers-design.com</a></li>
<li>Fotomontagem <a href='http://cargocollective.com/nunomoreiradesign'>http://cargocollective.com/nunomoreiradesign</a></li>
</ul>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Nuno vai oferecer um exemplar do seu livro "State of Mind", para ganhar têm de tirar uma fotografia inspirada no livro e partilhá-la na página do <a href='https://www.facebook.com/falar.criativo'>Falar Criativo</a>, a foto com mais "likes" ganha o livro.</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o Nuno Moreira, designer e fotógrafo a viver no Japão, que recentemente editou um fotolivro intitulado "State of Mind".</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Nuno entrou em contacto comigo a dizer-me que um amigo em Portugal lhe tinha falado do podcast, e se eu o ajudava a promover o livro. Disse-lhe logo que sim, e perguntei-lhe se estaria disponível para ser entrevistado via Skype, uma estreia para mim.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O processo do Nuno fotografar e deixar na máquina e só ver depois foi algo que me agradou, e que faz todo o sentido, pois deixamos o lado crítico desligado e permitimos que o lado criativo tenha mais liberdade.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Para o Nuno começar o dia por ler é algo que lhe dá algum descanso, pois considera que aqueles quinze a vinte minutos dão-lhe energia para continuar com o dia, sabendo que já fez uma coisa que lhe dá gozo e material para trabalhar.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Os processos manuais são algo que considera cada vez mais importante, pela singularidade que isso traz aos trabalhos, uma vez que as ferramentas digitais tendem criar tendências, e a uniformizar.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A gestão da imagem, a responsabilidade que os artistas têm na divulgação dos seus trabalhos, e na auto-promoção, é agora fundamental, mas também mais fácil com as vantagens da globalidade.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Sites do Nuno.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li>Fotografia <a href='http://nmphotos.org/'>http://nmphotos.org</a></li>
<li>Design <a href='http://nmdesign.org/'>http://nmdesign.org</a></li>
<li>Capas de livros <a href='http://bookcovers-design.com/'>http://bookcovers-design.com</a></li>
<li>Fotomontagem <a href='http://cargocollective.com/nunomoreiradesign'>http://cargocollective.com/nunomoreiradesign</a></li>
</ul>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Nuno vai oferecer um exemplar do seu livro "State of Mind", para ganhar têm de tirar uma fotografia inspirada no livro e partilhá-la na página do <a href='https://www.facebook.com/falar.criativo'>Falar Criativo</a>, a foto com mais "likes" ganha o livro.</p>
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        <title>episódio 24 Nuno Paulino</title>
        <itunes:title>episódio 24 Nuno Paulino</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o Nuno Paulino, ele faz canas de pesca costumizadas, e é  nesta área uma das referências mundiais. As suas canas já foram capa da maior revista da especialidade, a <a href='http://www.rodmakermagazine.com/'>RodMaker</a> por seis vezes.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Fui ter com ele à sua loja e oficina em Setúbal, e não percebendo eu nada de pesca, quis sim perceber a sua mestria, o gosto que tem naquilo que faz.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Uma das coisas que percebi foi que embora não visível  para o grande público, nós temos em Portugal valor para sermos considerados melhores do mundo em várias área, no entanto percebi também que a maior parte dos artistas e artesãos que temos, falham muito na auto-promoção.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Seria de esperar que um "melhor do mundo" vivesse facilmente desse seu grau de mestria, o que na verdade acontece é que o Nuno não consegue viver somente da costumização das canas. Como diz o artigo do Rodrigo Leitão, <a href='http://www.briefing.pt/opiniao/29387-sair-da-crise-de-valor-ii.html'>"Sair da Crise de Valor"</a>, temos de parar de nos vendermos como marca branca, só assim conseguiremos sair da crise.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Nuno chegou a ser treinado pelo José Mourinho no Vitória de Setúbal, algo que refere com orgulho, e uma vez que ele é o "special one" na costumização de canas de pesca, acho justo considerá-lo o "Mourinho das Canas de Pesca"!</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Algo que o Nuno tem, e não são muitas pessoas a ter, é um gosto tão grande por aquilo que faz, que anseia todos os dias regressar às suas canas, ganhando menos financeiramente mas adorando todos os minutos do seu trabalho.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">E sobre os portugueses fica isto da nossa conversa: "É da nossa natureza adaptarmo-nos às situações e sermos bons naquilo que fazemos."</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li>O site do Nuno, <a href='http://canasmadeinportugal.blogspot.pt/'>aqui</a>.</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o Nuno Paulino, ele faz canas de pesca costumizadas, e é  nesta área uma das referências mundiais. As suas canas já foram capa da maior revista da especialidade, a <a href='http://www.rodmakermagazine.com/'>RodMaker</a> por seis vezes.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Fui ter com ele à sua loja e oficina em Setúbal, e não percebendo eu nada de pesca, quis sim perceber a sua mestria, o gosto que tem naquilo que faz.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Uma das coisas que percebi foi que embora não visível  para o grande público, nós temos em Portugal valor para sermos considerados melhores do mundo em várias área, no entanto percebi também que a maior parte dos artistas e artesãos que temos, falham muito na auto-promoção.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Seria de esperar que um "melhor do mundo" vivesse facilmente desse seu grau de mestria, o que na verdade acontece é que o Nuno não consegue viver somente da costumização das canas. Como diz o artigo do Rodrigo Leitão, <a href='http://www.briefing.pt/opiniao/29387-sair-da-crise-de-valor-ii.html'>"Sair da Crise de Valor"</a>, temos de parar de nos vendermos como marca branca, só assim conseguiremos sair da crise.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Nuno chegou a ser treinado pelo José Mourinho no Vitória de Setúbal, algo que refere com orgulho, e uma vez que ele é o "special one" na costumização de canas de pesca, acho justo considerá-lo o "Mourinho das Canas de Pesca"!</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Algo que o Nuno tem, e não são muitas pessoas a ter, é um gosto tão grande por aquilo que faz, que anseia todos os dias regressar às suas canas, ganhando menos financeiramente mas adorando todos os minutos do seu trabalho.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">E sobre os portugueses fica isto da nossa conversa: "É da nossa natureza adaptarmo-nos às situações e sermos bons naquilo que fazemos."</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li>O site do Nuno, <a href='http://canasmadeinportugal.blogspot.pt/'>aqui</a>.</li>
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        <itunes:summary>O falar criativo é o podcast sobre ideias, o processo criativo das pessoas de diferentes áreas, mas que em comum têm o facto de transformar as ideias em algo de valor. São conversas que abordam diferentes questões relacionadas com o acto de passar das ideias à práctica, a implementação, as rotinas, os mecanismos individuais que usam para conseguir produzir algo de valor.</itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 23 Vasco Durão</title>
        <itunes:title>episódio 23 Vasco Durão</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-23-vasco-durao/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 28 Apr 2014 00:19:35 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o Vasco Durão, estratega de comunicação, algo que ele explica, pelo menos a opinião dele sobre o que isso é.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Eu entrei em contacto com o Vasco, pois dei com os olhos no trailer do livro dele, o <a href='http://vimeo.com/53675001'>"Não Faço Ideia"</a>, um livro "sobre como fazer a diferença no mundo da comunicação". Eu li o livro e gostei muito, e como disse ao Vasco é daqueles livros que eu sei que vou voltar.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Vasco recentemente teve de criativamente mudar a sua maneira de trabalhar, pois passou a trabalhar de forma independente sem o conforto de um ordenado ao fim do mês, passou a ter mais tempo para dar à família, e até agora a experiência tem sido positiva.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A entrevista foi muito descontraída, a conversa fluiu, falou-se de coisas sérias, que interessam a quem se interessa pelas ideias.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Gostava de agradecer à <a href='https://www.facebook.com/lojaanasalgueiro'>Loja Ana Salgueiro</a>, pela disponibilização do espaço para a nossa conversa.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://www.restart.pt/shaker-simulador-de-criatividade/'>Shaker - Simulador de Criatividade, na Restart.</a></li>
<li><a href='https://www.behance.net/covasdauro'>Página do Vasco Durão no Behance.</a></li>
</ul>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">"Um gajo ser pago para ter ideias é uma maravilha."</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o Vasco Durão, estratega de comunicação, algo que ele explica, pelo menos a opinião dele sobre o que isso é.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Eu entrei em contacto com o Vasco, pois dei com os olhos no trailer do livro dele, o <a href='http://vimeo.com/53675001'>"Não Faço Ideia"</a>, um livro "sobre como fazer a diferença no mundo da comunicação". Eu li o livro e gostei muito, e como disse ao Vasco é daqueles livros que eu sei que vou voltar.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Vasco recentemente teve de criativamente mudar a sua maneira de trabalhar, pois passou a trabalhar de forma independente sem o conforto de um ordenado ao fim do mês, passou a ter mais tempo para dar à família, e até agora a experiência tem sido positiva.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A entrevista foi muito descontraída, a conversa fluiu, falou-se de coisas sérias, que interessam a quem se interessa pelas ideias.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Gostava de agradecer à <a href='https://www.facebook.com/lojaanasalgueiro'>Loja Ana Salgueiro</a>, pela disponibilização do espaço para a nossa conversa.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://www.restart.pt/shaker-simulador-de-criatividade/'>Shaker - Simulador de Criatividade, na Restart.</a></li>
<li><a href='https://www.behance.net/covasdauro'>Página do Vasco Durão no Behance.</a></li>
</ul>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">"Um gajo ser pago para ter ideias é uma maravilha."</p>
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        <title>episódio 22 Filipe Melo</title>
        <itunes:title>episódio 22 Filipe Melo</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-22-filipe-melo/#comments</comments>        <pubDate>Sun, 20 Apr 2014 23:53:30 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o Filipe Melo, músico de jazz, autor de banda desenhada, realizador, uma mente irrequieta e criativa.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Filipe veio à Biblioteca de São Domingos de Rana falar do processo de fazer a trilogia de banda desenhada "Dog Mendonça e PizzaBoy". No fim dirigi-me a ele e perguntei se ele estaria disponível para ser entrevistado para o Falar Criativo, e após dizer qualquer coisa do género "...se achares que eu tenho algo para dizer...", deu-me os seus contactos, e assim que foi possível encontrámo-nos para conversar.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A humildade e generosidade do Filipe é sincera e presente, o que só o torna maior, mesmo grande.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Foi uma conversa cheia de histórias, de pontos de vista, de experiências pessoais, onde mais uma vez vi que a dúvida faz parte de quem tem a inquietação de fazer coisas.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A "inveja boa" e a "monogamia de ideias", foram dois conceitos que adorei e vou usar com mais frquência.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='https://www.facebook.com/filipemelopage'>A página do Filipe no Facebook.</a></li>
<li><a href='https://www.youtube.com/watch?v=CMoZfhNp2ww'>Filipe Melo no TEDx Coimbra.</a></li>
<li><a href='http://www.dog-pizzaboy.com/'>Dog Mendonça e PizzaBoy.</a></li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o Filipe Melo, músico de jazz, autor de banda desenhada, realizador, uma mente irrequieta e criativa.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O Filipe veio à Biblioteca de São Domingos de Rana falar do processo de fazer a trilogia de banda desenhada "Dog Mendonça e PizzaBoy". No fim dirigi-me a ele e perguntei se ele estaria disponível para ser entrevistado para o Falar Criativo, e após dizer qualquer coisa do género "...se achares que eu tenho algo para dizer...", deu-me os seus contactos, e assim que foi possível encontrámo-nos para conversar.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A humildade e generosidade do Filipe é sincera e presente, o que só o torna maior, mesmo grande.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Foi uma conversa cheia de histórias, de pontos de vista, de experiências pessoais, onde mais uma vez vi que a dúvida faz parte de quem tem a inquietação de fazer coisas.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A "inveja boa" e a "monogamia de ideias", foram dois conceitos que adorei e vou usar com mais frquência.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='https://www.facebook.com/filipemelopage'>A página do Filipe no Facebook.</a></li>
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<li><a href='http://www.dog-pizzaboy.com/'>Dog Mendonça e PizzaBoy.</a></li>
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        <title>episódio 21 Rossana Appolloni</title>
        <itunes:title>episódio 21 Rossana Appolloni</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A convidada desta semana é a Rossana Appolloni, psicóloga, que escreveu um livro "Ousar ser feliz: Dá trabalho mas compensa!". O livro foi edição independente feita pela Monóculo, foi algo em que a Rossana acreditou e transformou em realidade.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Na nossa conversa falámos do percurso da Rossana, que inclui formação em cinema e que depois chegou à psicologia.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Conhecia-a num dos workshops que ela faz, e achei muito interessante o processo do auto-conhecimento como caminho para a felicidade. É depois a seguir que entra a criatividade como ferramenta para nos ajudar na concretização das nossas escolhas.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Gostei da maneira como a Rossana encara as diferentes "vidas" que já teve, em vez de (como eu) achar que esteve a perder tempo em algo que já fez e não se enquadra com o que queremos, encara sim como algo que a enriqueceu e lhe deu mais ferramentas.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li>O site da Rossana, <a href='http://www.rossana-appolloni.pt/'>aqui</a>.</li>
<li>O site da Monóculo, <a href='http://www.monoculo.pt/'>aqui</a>.</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A convidada desta semana é a Rossana Appolloni, psicóloga, que escreveu um livro "Ousar ser feliz: Dá trabalho mas compensa!". O livro foi edição independente feita pela Monóculo, foi algo em que a Rossana acreditou e transformou em realidade.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Na nossa conversa falámos do percurso da Rossana, que inclui formação em cinema e que depois chegou à psicologia.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Conhecia-a num dos workshops que ela faz, e achei muito interessante o processo do auto-conhecimento como caminho para a felicidade. É depois a seguir que entra a criatividade como ferramenta para nos ajudar na concretização das nossas escolhas.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Gostei da maneira como a Rossana encara as diferentes "vidas" que já teve, em vez de (como eu) achar que esteve a perder tempo em algo que já fez e não se enquadra com o que queremos, encara sim como algo que a enriqueceu e lhe deu mais ferramentas.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li>O site da Rossana, <a href='http://www.rossana-appolloni.pt/'>aqui</a>.</li>
<li>O site da Monóculo, <a href='http://www.monoculo.pt/'>aqui</a>.</li>
</ul>
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        <title>episódio 20 Paulo Arraiano</title>
        <itunes:title>episódio 20 Paulo Arraiano</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-20-paulo-arraiano/#comments</comments>        <pubDate>Sun, 06 Apr 2014 12:27:49 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o Paulo Arraiano, artista plástico, mais conhecido pela street art, mas que faz outras coisas igualmente interessantes.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Ele é um dos artistas residentes no <a href='http://www.cm-cascais.pt/noticia/cidadela-de-cascais-art-district-ja-esta-aberta'>Cidadela Art District em Cascais</a>, projecto muito interessante que criou espaços para galerias e para artistas, dentro de uma pousada, unindo um hotel a um bairro das artes.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Da conversa com o Paulo retirei várias coisas, uma delas é o facto de os criativos serem pouco criativos na parte económica, se calhar não são todos, existem exemplos que usam a sua criatividade para gerar negócios de milhões, acho sim que tem a ver com incluir espaço para essa área e sobretudo um mindset mais comercial, mas <a href='http://www.inc.com/scott-gerber-and-marc-ecko/sell-yourself-without-selling-out.html'>Vender sem nos Vendermos</a>.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A relação que ele tem com a Natureza é algo que acho muito interessante, também acredito que é lá que está tudo o que precisamos como fonte de inspiração, é, é mais súbtil, implica mais atenção, pois a descodificação ainda não está feita e tem de ser feita por nós.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A ideia que o street art pode funcionar como ponto de acupuntura, achei que faz todo o sentido e nunca me tinha ocorrido. Normalmente a street art é feita em zonas degradadas ou abandonadas, ao criar um ponto de atracção vamos irrigar com pessoas aquela parte que está doente, e dessa forma levar algo que pode ajudar a curar.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">As frases que mais retive depois de re-ouvir a nossa conversa foram, uma do Paulo outra do Milan Kundera:</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">"Pouco é o tempo que temos para pensar."</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">"O coeficiente da velocidade é proporcional ao coeficiente do esquecimento." -  Milan Kundera in "A Lentidão"</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li>Site do Paulo, <a href='http://www.pauloarraiano.com/'>aqui</a>.</li>
<li><a href='https://www.youtube.com/watch?v=JhS3BjEuGCY'>"Beautiful Losers"</a>, documentário que o Paulo me sugeriu, e que aconselho.</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o Paulo Arraiano, artista plástico, mais conhecido pela street art, mas que faz outras coisas igualmente interessantes.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Ele é um dos artistas residentes no <a href='http://www.cm-cascais.pt/noticia/cidadela-de-cascais-art-district-ja-esta-aberta'>Cidadela Art District em Cascais</a>, projecto muito interessante que criou espaços para galerias e para artistas, dentro de uma pousada, unindo um hotel a um bairro das artes.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Da conversa com o Paulo retirei várias coisas, uma delas é o facto de os criativos serem pouco criativos na parte económica, se calhar não são todos, existem exemplos que usam a sua criatividade para gerar negócios de milhões, acho sim que tem a ver com incluir espaço para essa área e sobretudo um mindset mais comercial, mas <a href='http://www.inc.com/scott-gerber-and-marc-ecko/sell-yourself-without-selling-out.html'>Vender sem nos Vendermos</a>.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A relação que ele tem com a Natureza é algo que acho muito interessante, também acredito que é lá que está tudo o que precisamos como fonte de inspiração, é, é mais súbtil, implica mais atenção, pois a descodificação ainda não está feita e tem de ser feita por nós.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A ideia que o street art pode funcionar como ponto de acupuntura, achei que faz todo o sentido e nunca me tinha ocorrido. Normalmente a street art é feita em zonas degradadas ou abandonadas, ao criar um ponto de atracção vamos irrigar com pessoas aquela parte que está doente, e dessa forma levar algo que pode ajudar a curar.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">As frases que mais retive depois de re-ouvir a nossa conversa foram, uma do Paulo outra do Milan Kundera:</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">"Pouco é o tempo que temos para pensar."</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">"O coeficiente da velocidade é proporcional ao coeficiente do esquecimento." -  Milan Kundera in "A Lentidão"</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li>Site do Paulo, <a href='http://www.pauloarraiano.com/'>aqui</a>.</li>
<li><a href='https://www.youtube.com/watch?v=JhS3BjEuGCY'>"Beautiful Losers"</a>, documentário que o Paulo me sugeriu, e que aconselho.</li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Paulo Arraiano, artista plástico, mais conhecido pela street art, mas que faz outras coisas igualmente interessantes.Ele é um dos artistas residentes no Cidadela Art District em Cascais, projecto muito interessante que criou espaços para galerias e para artistas, dentro de uma pousada, unindo um hotel a um bairro das artes.Da conversa com o Paulo retirei várias coisas, uma delas é o facto de os criativos serem pouco criativos na parte económica, se calhar não são todos, existem exemplos que usam a sua criatividade para gerar negócios de milhões, acho sim que tem a ver com incluir espaço para essa área e sobretudo um mindset mais comercial, mas Vender sem nos Vendermos.A relação que ele tem com a Natureza é algo que acho muito interessante, também acredito que é lá que está tudo o que precisamos como fonte de inspiração, é, é mais súbtil, implica mais atenção, pois a descodificação ainda não está feita e tem de ser feita por nós.A ideia que o street art pode funcionar como ponto de acupuntura, achei que faz todo o sentido e nunca me tinha ocorrido. Normalmente a street art é feita em zonas degradadas ou abandonadas, ao criar um ponto de atracção vamos irrigar com pessoas aquela parte que está doente, e dessa forma levar algo que pode ajudar a curar.As frases que mais retive depois de re-ouvir a nossa conversa foram, uma do Paulo outra do Milan Kundera:"Pouco é o tempo que temos para pensar.""O coeficiente da velocidade é proporcional ao coeficiente do esquecimento." -  Milan Kundera in "A Lentidão"Site do Paulo, aqui."Beautiful Losers", documentário que o Paulo me sugeriu, e que aconselho.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 19 David Carvalho</title>
        <itunes:title>episódio 19 David Carvalho</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-19-david-carvalho/#comments</comments>        <pubDate>Sun, 30 Mar 2014 23:30:28 +0100</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o David Carvalho, um designer, artista e director criativo, que tem uma ligação bastante intensa com a música como fonte de inspiração.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Foi muito interessante ver o percurso de formação de um autodidacta, o David foi responsável pelo caminho que escolheu, o que na minha opinião faz com que a fome de fazer mais e melhor não acabe, ele não vê um fim para o seu trabalho, para a suas criações, a sua arte.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O David já trabalhou com grandes marcas, já ganhou prémios, mas como lhe disse nos petiscos que se seguiram à entrevista, não lhe subiu à cabeça, é uma pessoa super acessível, humilde e muito criativo.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Com o David percebi que temos de lutar por aquilo que queremos, nem que isso signifique, ir trabalhar nos nossos projectos, mesmo depois de um dia inteiro no nosso emprego.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://www.the-ova.com/'>OVA Creative Boutique.</a></li>
<li><a href='http://www.behance.net/Karpa'>O portfolio do David no Behance</a>.</li>
<li>O sítio onde comemos uns belos petiscos, <a href='http://nanapetiscos.pai.pt/'>Nana Petiscos</a>.</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o David Carvalho, um designer, artista e director criativo, que tem uma ligação bastante intensa com a música como fonte de inspiração.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Foi muito interessante ver o percurso de formação de um autodidacta, o David foi responsável pelo caminho que escolheu, o que na minha opinião faz com que a fome de fazer mais e melhor não acabe, ele não vê um fim para o seu trabalho, para a suas criações, a sua arte.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O David já trabalhou com grandes marcas, já ganhou prémios, mas como lhe disse nos petiscos que se seguiram à entrevista, não lhe subiu à cabeça, é uma pessoa super acessível, humilde e muito criativo.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Com o David percebi que temos de lutar por aquilo que queremos, nem que isso signifique, ir trabalhar nos nossos projectos, mesmo depois de um dia inteiro no nosso emprego.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://www.the-ova.com/'>OVA Creative Boutique.</a></li>
<li><a href='http://www.behance.net/Karpa'>O portfolio do David no Behance</a>.</li>
<li>O sítio onde comemos uns belos petiscos, <a href='http://nanapetiscos.pai.pt/'>Nana Petiscos</a>.</li>
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        <title>episódio 18 Joana Barra Vaz</title>
        <itunes:title>episódio 18 Joana Barra Vaz</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A convidada desta semana é a Joana Barra Vaz, compositora, cantora, realizadora, e super simpática.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A Joana foi-me sugerida pelo <a href='http://falarcriativo.com/episodio-6-bernardo-barata/'>Bernardo Barata</a>, como sendo uma pessoa interessante para entrevistar, e de facto revelou-se alguém que eu não conhecia, mas no processo de estudo que faço dos entrevistados, antes de os entrevistar fiquei surpreendido com a quantidade e qualidade de coisas que a Joana já fez.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Gostei muito de a conhecer, de ver mais uma vez o lado colaborativo associado à criatividade, alguém que gosta de fazer as coisas pela oportunidade de criar ligações, que a certa altura diz na entrevista "...o importante na criatividade não é o ego, é o que se cria de ligação emocional." Grande!</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://www.joanabarravaz.com/'>O site da Joana.</a></li>
<li>Videos da Joana no <a href='http://vimeo.com/joanabarravaz'>Vimeo</a>.</li>
<li><a href='http://amusicaportuguesaagostardelapropria.org/'>A música portuguesa a gostar dela própria.</a></li>
<li><a href='http://www.bilheteiraonline.pt/Comprar/Bilhetes/16796-sergio_godinho_liberdade-sao_luiz_teatro_municipal/'>Concerto</a> no São Luiz com o Sérgio Godinho e outros artistas.</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A convidada desta semana é a Joana Barra Vaz, compositora, cantora, realizadora, e super simpática.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A Joana foi-me sugerida pelo <a href='http://falarcriativo.com/episodio-6-bernardo-barata/'>Bernardo Barata</a>, como sendo uma pessoa interessante para entrevistar, e de facto revelou-se alguém que eu não conhecia, mas no processo de estudo que faço dos entrevistados, antes de os entrevistar fiquei surpreendido com a quantidade e qualidade de coisas que a Joana já fez.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Gostei muito de a conhecer, de ver mais uma vez o lado colaborativo associado à criatividade, alguém que gosta de fazer as coisas pela oportunidade de criar ligações, que a certa altura diz na entrevista "...o importante na criatividade não é o ego, é o que se cria de ligação emocional." Grande!</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li><a href='http://www.joanabarravaz.com/'>O site da Joana.</a></li>
<li>Videos da Joana no <a href='http://vimeo.com/joanabarravaz'>Vimeo</a>.</li>
<li><a href='http://amusicaportuguesaagostardelapropria.org/'>A música portuguesa a gostar dela própria.</a></li>
<li><a href='http://www.bilheteiraonline.pt/Comprar/Bilhetes/16796-sergio_godinho_liberdade-sao_luiz_teatro_municipal/'>Concerto</a> no São Luiz com o Sérgio Godinho e outros artistas.</li>
</ul>
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        <title>episódio 17 Tânia Carvalho</title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A convidada desta semana é a Tânia Carvalho, coreógrafa, e várias outras coisas, também desenha, canta, uma força criativa.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A conversa não foi das mais fáceis que tive, a Tânia avisou-me logo que não era muito faladora, mas o que não tem de faladora, tem de simpática e talentosa.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Uma pessoa muito confiante que partilhou os seus processos, e uma coisa que eu tenho algum fascínio que é usar a visualização. Os atletas de alta competição usam, pessoas de sucesso usam, e eu gostava de conseguir usar mais, porque acredito que é uma ferramenta bastante poderosa. É continuar a treinar.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li>O site da Tânia <a href='http://falarcriativo.com/wp-admin/www.taniacarvalho.org'>aqui.</a></li>
<li>O espectáculo no <a href='http://www.ccb.pt/sites/ccb/pt-PT/Programacao/Danca/Pages/solospauloribeiromarco2014.aspx'>CCB</a>.</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A convidada desta semana é a Tânia Carvalho, coreógrafa, e várias outras coisas, também desenha, canta, uma força criativa.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">A conversa não foi das mais fáceis que tive, a Tânia avisou-me logo que não era muito faladora, mas o que não tem de faladora, tem de simpática e talentosa.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Uma pessoa muito confiante que partilhou os seus processos, e uma coisa que eu tenho algum fascínio que é usar a visualização. Os atletas de alta competição usam, pessoas de sucesso usam, e eu gostava de conseguir usar mais, porque acredito que é uma ferramenta bastante poderosa. É continuar a treinar.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li>O site da Tânia <a href='http://falarcriativo.com/wp-admin/www.taniacarvalho.org'>aqui.</a></li>
<li>O espectáculo no <a href='http://www.ccb.pt/sites/ccb/pt-PT/Programacao/Danca/Pages/solospauloribeiromarco2014.aspx'>CCB</a>.</li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[A convidada desta semana é a Tânia Carvalho, coreógrafa, e várias outras coisas, também desenha, canta, uma força criativa.A conversa não foi das mais fáceis que tive, a Tânia avisou-me logo que não era muito faladora, mas o que não tem de faladora, tem de simpática e talentosa.Uma pessoa muito confiante que partilhou os seus processos, e uma coisa que eu tenho algum fascínio que é usar a visualização. Os atletas de alta competição usam, pessoas de sucesso usam, e eu gostava de conseguir usar mais, porque acredito que é uma ferramenta bastante poderosa. É continuar a treinar.O site da Tânia aqui.O espectáculo no CCB.]]></itunes:summary>
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                                    </item>
    <item>
        <title>episódio 16 Bruno Vinagre</title>
        <itunes:title>episódio 16 Bruno Vinagre</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-16-bruno-vinagre/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 10 Mar 2014 00:00:57 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o Bruno Serra Vinagre, tatuador, um dos sócios da <a href='http://bloodbrothers13.blogspot.pt/'>BloodBrothers Incoporated</a>, skater, practicante de jiu-jitsu e um artista, pois o que que faz nas pranchas e na pele, é arte.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Foi uma conversa descontraída sobre o processo criativo de um tatuador de alguém que desenha com a tatuagem gravada na maneira de ver os desenhos.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Com o Bruno percebi que, quando nos dividimos por mais de uma tarefa, a organização toma um papel fundamental, e que o afastamento, e o desporto são sem dúvida uma motivação para voltar com força para o trabalho criativo.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li>A <a href='https://pt.foursquare.com/v/noine-tattoo-studio/50ad089fe4b0a1152628e9cb'>Noine Tattoo no Pinhal Novo</a>, onde o Bruno faz a sua arte.</li>
<li>Loja onde podem encontrar pranchas da BloodBrothers, <a href='http://facebook.com/surfers.store'>SurfersStore na Costa de Caparica</a>.</li>
</ul>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"> </p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">O convidado desta semana é o Bruno Serra Vinagre, tatuador, um dos sócios da <a href='http://bloodbrothers13.blogspot.pt/'>BloodBrothers Incoporated</a>, skater, practicante de jiu-jitsu e um artista, pois o que que faz nas pranchas e na pele, é arte.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Foi uma conversa descontraída sobre o processo criativo de um tatuador de alguém que desenha com a tatuagem gravada na maneira de ver os desenhos.</p>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;">Com o Bruno percebi que, quando nos dividimos por mais de uma tarefa, a organização toma um papel fundamental, e que o afastamento, e o desporto são sem dúvida uma motivação para voltar com força para o trabalho criativo.</p>
<ul style="color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"><li>A <a href='https://pt.foursquare.com/v/noine-tattoo-studio/50ad089fe4b0a1152628e9cb'>Noine Tattoo no Pinhal Novo</a>, onde o Bruno faz a sua arte.</li>
<li>Loja onde podem encontrar pranchas da BloodBrothers, <a href='http://facebook.com/surfers.store'>SurfersStore na Costa de Caparica</a>.</li>
</ul>
<p style="margin-bottom:1.3em;color:rgb(51,51,51);font-family:Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size:14px;line-height:21px;"> </p>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Bruno Serra Vinagre, tatuador, um dos sócios da BloodBrothers Incoporated, skater, practicante de jiu-jitsu e um artista, pois o que que faz nas pranchas e na pele, é arte.Foi uma conversa descontraída sobre o processo criativo de um tatuador de alguém que desenha com a tatuagem gravada na maneira de ver os desenhos.Com o Bruno percebi que, quando nos dividimos por mais de uma tarefa, a organização toma um papel fundamental, e que o afastamento, e o desporto são sem dúvida uma motivação para voltar com força para o trabalho criativo.A Noine Tattoo no Pinhal Novo, onde o Bruno faz a sua arte.Loja onde podem encontrar pranchas da BloodBrothers, SurfersStore na Costa de Caparica. ]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 15 Hélder White</title>
        <itunes:title>episódio 15 Hélder White</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin-bottom: 1.3em; color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 21px;">O convidado desta semana é o Hélder White, mais conhecido como Dedy Dread, DJ, produtor, que gosta de música Soul e Funk dos anos 50 e 60, uma época que também considero das mais ricas.</p>
<p style="margin-bottom: 1.3em; color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 21px;">Não conhecia o Hélder (Dedy) pessoalmente, mais foi fácil conversar com ele, super acessível, inquieto com a sua vontade de criar novas músicas, novas ligações.</p>
<p style="margin-bottom: 1.3em; color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 21px;">Gostei desta conversa porque a música é algo que gosto muito, que mexe comigo, embora não saiba tocar qualquer tipo de instrumento. Mais uma vez a colaboração o fazer com a ajuda dos outros, surgiu na conversa, e que ao contrário daquilo que eu achava, as editoras ainda têm nesta cena musical um papel importante.</p>
<ul style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 21px;"><li><a href='http://dedy-dread.com/'>Site do Dedy-Dread.</a></li>
<li><a href='https://soundcloud.com/dedydread'>Dedy Dread Soundcloud.</a></li>
</ul>
</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 1.3em; color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 21px;">O convidado desta semana é o Hélder White, mais conhecido como Dedy Dread, DJ, produtor, que gosta de música Soul e Funk dos anos 50 e 60, uma época que também considero das mais ricas.</p>
<p style="margin-bottom: 1.3em; color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 21px;">Não conhecia o Hélder (Dedy) pessoalmente, mais foi fácil conversar com ele, super acessível, inquieto com a sua vontade de criar novas músicas, novas ligações.</p>
<p style="margin-bottom: 1.3em; color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 21px;">Gostei desta conversa porque a música é algo que gosto muito, que mexe comigo, embora não saiba tocar qualquer tipo de instrumento. Mais uma vez a colaboração o fazer com a ajuda dos outros, surgiu na conversa, e que ao contrário daquilo que eu achava, as editoras ainda têm nesta cena musical um papel importante.</p>
<ul style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 21px;"><li><a href='http://dedy-dread.com/'>Site do Dedy-Dread.</a></li>
<li><a href='https://soundcloud.com/dedydread'>Dedy Dread Soundcloud.</a></li>
</ul>
</li>
</ul>
]]></content:encoded>
                                    
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        <title>episódio 14 Leonor Hipólito</title>
        <itunes:title>episódio 14 Leonor Hipólito</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-14-leonor-hipolito/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 24 Feb 2014 09:25:06 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="margin-bottom: 1.3em; color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 21px;">A convidada desta semana é a Leonor Hipólito, joalheira, artista plástica que tem neste momento uma exposição em Lisboa, no Espaço AZ.</p>
<p style="margin-bottom: 1.3em; color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 21px;">A Leonor é uma pessoa, como ela própria o diz, muito mental, e isso nota-se ao longo da entrevista, percebe-se que existe reflexão sobre aquilo que faz e o como fazer, que nos diz que o processo criativo não é algo que possa ser forçado.</p>
<p style="margin-bottom: 1.3em; color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 21px;">Gostei desta conversa calma que tivemos, num dia de chuva, onde retirei para mim, que é importante ser tolerante ao que vai surgindo quando se faz, e que quando se faz aquilo que se gosta, a necessidade de férias é relativa.</p>
<p style="margin-bottom: 1.3em; color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 21px;"> </p>
<ul style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 21px;"><li>O site da Leonor, <a href='http://www.leonorhipolito.com/'>aqui.</a></li>
</ul>
</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 1.3em; color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 21px;">A convidada desta semana é a Leonor Hipólito, joalheira, artista plástica que tem neste momento uma exposição em Lisboa, no Espaço AZ.</p>
<p style="margin-bottom: 1.3em; color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 21px;">A Leonor é uma pessoa, como ela própria o diz, muito mental, e isso nota-se ao longo da entrevista, percebe-se que existe reflexão sobre aquilo que faz e o como fazer, que nos diz que o processo criativo não é algo que possa ser forçado.</p>
<p style="margin-bottom: 1.3em; color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 21px;">Gostei desta conversa calma que tivemos, num dia de chuva, onde retirei para mim, que é importante ser tolerante ao que vai surgindo quando se faz, e que quando se faz aquilo que se gosta, a necessidade de férias é relativa.</p>
<p style="margin-bottom: 1.3em; color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 21px;"> </p>
<ul style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 21px;"><li>O site da Leonor, <a href='http://www.leonorhipolito.com/'>aqui.</a></li>
</ul>
</li>
</ul>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[A convidada desta semana é a Leonor Hipólito, joalheira, artista plástica que tem neste momento uma exposição em Lisboa, no Espaço AZ.A Leonor é uma pessoa, como ela própria o diz, muito mental, e isso nota-se ao longo da entrevista, percebe-se que existe reflexão sobre aquilo que faz e o como fazer, que nos diz que o processo criativo não é algo que possa ser forçado.Gostei desta conversa calma que tivemos, num dia de chuva, onde retirei para mim, que é importante ser tolerante ao que vai surgindo quando se faz, e que quando se faz aquilo que se gosta, a necessidade de férias é relativa. O site da Leonor, aqui.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 13 Jens Sievert</title>
        <itunes:title>episódio 13 Jens Sievert</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">O meu convidado desta semana é o Jens Sievert um designer, que entre outras coisas fez parte de uma equipa que ganhou um prémio com uma cadeira, a <a href='http://www.valuma.pt/'>Valuma</a>.</p>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">Mais um criativo que aconselha e acredita que em equipa se produzem coisas mais criativas, e ter um método de criar, ajuda a sairmos das nossas cabeças e a pôr o trabalho cá fora.</p>
<ul style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;"><li>Página do <a href='http://www.behance.net/jenssievert'>Jens no Behance</a>.</li>
<li>Livro das <a href='http://www.edicoes70.pt/site/node/282'>"Das coisas nascem coisas" do Bruno Munari</a>.</li>
<li>Livro <a href='http://www.brainpickings.org/index.php/2012/05/04/a-technique-for-producing-ideas-young/'>"A Technique for Producing Ideas" de James W. Young</a>.</li>
<li><a href='http://chrisguillebeau.com/3x5/reducing-decisions-to-focus-better/'>Artigo sobre reduzir o número de decisões para focar melhor.</a></li>
</ul>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;"> </p>
</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">O meu convidado desta semana é o Jens Sievert um designer, que entre outras coisas fez parte de uma equipa que ganhou um prémio com uma cadeira, a <a href='http://www.valuma.pt/'>Valuma</a>.</p>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">Mais um criativo que aconselha e acredita que em equipa se produzem coisas mais criativas, e ter um método de criar, ajuda a sairmos das nossas cabeças e a pôr o trabalho cá fora.</p>
<ul style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;"><li>Página do <a href='http://www.behance.net/jenssievert'>Jens no Behance</a>.</li>
<li>Livro das <a href='http://www.edicoes70.pt/site/node/282'>"Das coisas nascem coisas" do Bruno Munari</a>.</li>
<li>Livro <a href='http://www.brainpickings.org/index.php/2012/05/04/a-technique-for-producing-ideas-young/'>"A Technique for Producing Ideas" de James W. Young</a>.</li>
<li><a href='http://chrisguillebeau.com/3x5/reducing-decisions-to-focus-better/'>Artigo sobre reduzir o número de decisões para focar melhor.</a></li>
</ul>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;"> </p>
</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[O meu convidado desta semana é o Jens Sievert um designer, que entre outras coisas fez parte de uma equipa que ganhou um prémio com uma cadeira, a Valuma.Mais um criativo que aconselha e acredita que em equipa se produzem coisas mais criativas, e ter um método de criar, ajuda a sairmos das nossas cabeças e a pôr o trabalho cá fora.Página do Jens no Behance.Livro das "Das coisas nascem coisas" do Bruno Munari.Livro "A Technique for Producing Ideas" de James W. Young.Artigo sobre reduzir o número de decisões para focar melhor. ]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>epsisódio 12 Rodrigo Leitão</title>
        <itunes:title>epsisódio 12 Rodrigo Leitão</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/epsisodio-12-rodrigo-leitao/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 10 Feb 2014 10:48:05 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">O convidado desta semana é o Rodrigo Leitão, publicitário que escreveu um livro sobre o efeito que as marcas têm sobre as nossas opções de compra, <a href='http://www.fnac.pt/Grandes-Expectativas-Rodrigo-Leitao/a597342'>"Grandes Expectativas - O Efeito Placebo das Marcas"</a>.</p>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">O Rodrigo escreveu um artigo muito interessante sobre valor no site briefing.pt, daí lembrei-me de entrevistá-lo para esmiuçar mais a questão do valor das ideias.</p>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">O Nick Cave e o seu ritual de descer para a cave e trabalhar, voltou a surgir na conversa, tenho de ver se o entrevisto!</p>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">Aprendi mais umas coisas, que o partilhar das ideias e que andar são uma grande ajuda para a criatividade.</p>
<ul style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;"><li>O Rodrigo fez referência ao <a href='http://www.ted.com/speakers/dan_ariely.html'>Dan Ariely, na página do TED</a>, estão várias palestras, todas interessantes.</li>
<li>O artigo do Rodrigo sobre valor, <a href='http://www.briefing.pt/opiniao/28675-sair-da-crise-de-valor.html'>aqui.</a></li>
<li>Entrevista onde o Nick Cave fala do seu processo e das suas rotinas. <a href='http://www.youtube.com/watch?v=0eZfZOTWCyc'>Hábitos e Rotinas</a>, e <a href='http://www.youtube.com/watch?v=ZgHatnzQ9ZM'>Processo Criativo</a>.</li>
</ul>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;"> </p>
<p></p>
</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">O convidado desta semana é o Rodrigo Leitão, publicitário que escreveu um livro sobre o efeito que as marcas têm sobre as nossas opções de compra, <a href='http://www.fnac.pt/Grandes-Expectativas-Rodrigo-Leitao/a597342'>"Grandes Expectativas - O Efeito Placebo das Marcas"</a>.</p>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">O Rodrigo escreveu um artigo muito interessante sobre valor no site briefing.pt, daí lembrei-me de entrevistá-lo para esmiuçar mais a questão do valor das ideias.</p>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">O Nick Cave e o seu ritual de descer para a cave e trabalhar, voltou a surgir na conversa, tenho de ver se o entrevisto!</p>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">Aprendi mais umas coisas, que o <em>partilhar das ideias</em> e que <em>andar</em> são uma grande ajuda para a criatividade.</p>
<ul style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;"><li>O Rodrigo fez referência ao <a href='http://www.ted.com/speakers/dan_ariely.html'>Dan Ariely, na página do TED</a>, estão várias palestras, todas interessantes.</li>
<li>O artigo do Rodrigo sobre valor, <a href='http://www.briefing.pt/opiniao/28675-sair-da-crise-de-valor.html'>aqui.</a></li>
<li>Entrevista onde o Nick Cave fala do seu processo e das suas rotinas. <a href='http://www.youtube.com/watch?v=0eZfZOTWCyc'>Hábitos e Rotinas</a>, e <a href='http://www.youtube.com/watch?v=ZgHatnzQ9ZM'>Processo Criativo</a>.</li>
</ul>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;"> </p>
<p></p>
</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Rodrigo Leitão, publicitário que escreveu um livro sobre o efeito que as marcas têm sobre as nossas opções de compra, "Grandes Expectativas - O Efeito Placebo das Marcas".O Rodrigo escreveu um artigo muito interessante sobre valor no site briefing.pt, daí lembrei-me de entrevistá-lo para esmiuçar mais a questão do valor das ideias.O Nick Cave e o seu ritual de descer para a cave e trabalhar, voltou a surgir na conversa, tenho de ver se o entrevisto!Aprendi mais umas coisas, que o partilhar das ideias e que andar são uma grande ajuda para a criatividade.O Rodrigo fez referência ao Dan Ariely, na página do TED, estão várias palestras, todas interessantes.O artigo do Rodrigo sobre valor, aqui.Entrevista onde o Nick Cave fala do seu processo e das suas rotinas. Hábitos e Rotinas, e Processo Criativo. ]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 11 Rui Quinta</title>
        <itunes:title>episódio 11 Rui Quinta</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-11-rui-quinta/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 03 Feb 2014 11:34:13 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">O convidado desta semana é o Rui Quinta, um designer, ou como também o ouvi dizer num video, um ideísta. Vi um video no site do Público com o título de <a href='http://www.publico.pt/multimedia/video/rui-quinta-designer-de-comunicacao-e-peixeiro-20131206-192221'>"Rui Quinta, designer de comunicação e peixeiro"</a>, achei interessante, procurei o contacto e convidei-o a partilhar as suas ideias connosco. No próprio dia recebi a resposta positiva, o que mostra a disponibilidade para colaborar, para partilhar o seu conhecimento.</p>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">A ideia do <a href='http://designthinking.ideo.com/'>"Design Thinking"</a> atraíu-me, fui investigar e percebo porque razão o Rui o usa como ferramenta.</p>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">Aprendi várias coisas que penso ser uma grande ajuda para a criatividade: um ficheiro com o registo de ideias que vão surgindo, e as power naps!</p>
<ul style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;"><li> O site do Rui, <a href='http://falarcriativo.com/wp-admin/www.ruiquinta.com/actions'>aqui.</a> No site existe muita informação e também links para outros projectos do Rui. Aconselho uma visita atenta.</li>
<li>Os videos <a href='http://everythingisaremix.info/watch-the-series/'>"Everything is a Remix"</a>.</li>
<li><a href='http://pt.wikipedia.org/wiki/Power_nap'>Power Naps</a>, definição Wikipédia.</li>
<li><a href='http://video.pt.msn.com/watch/video/peixeiros-dos-tempos-modernos/295eafg50'>Reportagem da TVI</a>, sobre a <a href='www.peixariacentenaria.pt'>Peixaria Centenária</a>.
</li>
<li>Projecto do Rui que gosto muito, a <a href='www.toyno.com'>Toyno</a>.</li>
<li>Outro projecto que o Rui está envolvido, uma colaboração internacional, a <a href='http://bubka-associates.com/'>Bubka Associates</a>.</li>
</ul>
</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">O convidado desta semana é o Rui Quinta, um designer, ou como também o ouvi dizer num video, um ideísta. Vi um video no site do Público com o título de <a href='http://www.publico.pt/multimedia/video/rui-quinta-designer-de-comunicacao-e-peixeiro-20131206-192221'>"Rui Quinta, designer de comunicação e peixeiro"</a>, achei interessante, procurei o contacto e convidei-o a partilhar as suas ideias connosco. No próprio dia recebi a resposta positiva, o que mostra a disponibilidade para colaborar, para partilhar o seu conhecimento.</p>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">A ideia do <a href='http://designthinking.ideo.com/'>"Design Thinking"</a> atraíu-me, fui investigar e percebo porque razão o Rui o usa como ferramenta.</p>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">Aprendi várias coisas que penso ser uma grande ajuda para a criatividade: <em>um ficheiro com o registo de ideias que vão surgindo, e as power naps!</em></p>
<ul style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;"><li> O site do Rui, <a href='http://falarcriativo.com/wp-admin/www.ruiquinta.com/actions'>aqui.</a> No site existe muita informação e também links para outros projectos do Rui. Aconselho uma visita atenta.</li>
<li>Os videos <a href='http://everythingisaremix.info/watch-the-series/'>"Everything is a Remix"</a>.</li>
<li><a href='http://pt.wikipedia.org/wiki/Power_nap'>Power Naps</a>, definição Wikipédia.</li>
<li><a href='http://video.pt.msn.com/watch/video/peixeiros-dos-tempos-modernos/295eafg50'>Reportagem da TVI</a>, sobre a <a href='www.peixariacentenaria.pt'>Peixaria Centenária</a>.<br>
</li>
<li>Projecto do Rui que gosto muito, a <a href='www.toyno.com'>Toyno</a>.</li>
<li>Outro projecto que o Rui está envolvido, uma colaboração internacional, a <a href='http://bubka-associates.com/'>Bubka Associates</a>.</li>
</ul>
</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Rui Quinta, um designer, ou como também o ouvi dizer num video, um ideísta. Vi um video no site do Público com o título de "Rui Quinta, designer de comunicação e peixeiro", achei interessante, procurei o contacto e convidei-o a partilhar as suas ideias connosco. No próprio dia recebi a resposta positiva, o que mostra a disponibilidade para colaborar, para partilhar o seu conhecimento.A ideia do "Design Thinking" atraíu-me, fui investigar e percebo porque razão o Rui o usa como ferramenta.Aprendi várias coisas que penso ser uma grande ajuda para a criatividade: um ficheiro com o registo de ideias que vão surgindo, e as power naps! O site do Rui, aqui. No site existe muita informação e também links para outros projectos do Rui. Aconselho uma visita atenta.Os videos "Everything is a Remix".Power Naps, definição Wikipédia.Reportagem da TVI, sobre a Peixaria Centenária.Projecto do Rui que gosto muito, a Toyno.Outro projecto que o Rui está envolvido, uma colaboração internacional, a Bubka Associates.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 10 Marco Santos</title>
        <itunes:title>episódio 10 Marco Santos</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-10-marco-santos/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 27 Jan 2014 11:08:14 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">O convidado desta semana do é o Marco Santos, conhecido como o "Taínha", uma das pessoas por trás da <a href='http://bloodbrothers13.blogspot.pt/'>BloodBrothers Incorporated</a>, um artesão, um shaper, uma pessoa cheia de garra e de ideias, que se percebe dar muito valor ao que é ajudarmos os outros, para todos sermos melhores. Rebelde, irreverente, mas um grande criativo.</p>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">Foi uma boa conversa ao sol, em boa companhia.</p>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">Gostei de aprender mais um pouco neste caminho de perceber o que leva as pessoas que "fazem" a "fazer". Percebe-se que duas das grandes forças que levam o Marco a fazer coisas, é o querer fazer diferente e melhor, e o fazer num ambiente de colaboração, onde o resultado final é muito mais do que a soma das partes.</p>
<ul style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;"><li>Apresentação do documentário <a href='http://vimeo.com/80491582'>"Marco Tainha - Vision"</a>, de <a href='https://www.facebook.com/HelioValentimCinematography'>Hélio Valentim</a>.</li>
<li>Documentário <a href='http://www.youtube.com/watch?v=UaDnSxvsQXg'>BloodBrothers.DOC</a> de Ricardo Mourão.</li>
<li>Loja onde podem encontrar pranchas da BloodBrothers, <a href='http://facebook.com/surfers.store'>SurfersStore na Costa de Caparica</a>.</li>
</ul>
</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">O convidado desta semana do é o Marco Santos, conhecido como o "Taínha", uma das pessoas por trás da <a href='http://bloodbrothers13.blogspot.pt/'>BloodBrothers Incorporated</a>, um artesão, um shaper, uma pessoa cheia de garra e de ideias, que se percebe dar muito valor ao que é ajudarmos os outros, para todos sermos melhores. Rebelde, irreverente, mas um grande criativo.</p>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">Foi uma boa conversa ao sol, em boa companhia.</p>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">Gostei de aprender mais um pouco neste caminho de perceber o que leva as pessoas que "fazem" a "fazer". Percebe-se que duas das grandes forças que levam o Marco a fazer coisas, é o <em>querer fazer diferente e melhor</em>, e o <em>fazer num ambiente de colaboração, </em>onde o resultado final é muito mais do que a soma das partes.</p>
<ul style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;"><li>Apresentação do documentário <a href='http://vimeo.com/80491582'>"Marco Tainha - Vision"</a>, de <a href='https://www.facebook.com/HelioValentimCinematography'>Hélio Valentim</a>.</li>
<li>Documentário <a href='http://www.youtube.com/watch?v=UaDnSxvsQXg'>BloodBrothers.DOC</a> de Ricardo Mourão.</li>
<li>Loja onde podem encontrar pranchas da BloodBrothers, <a href='http://facebook.com/surfers.store'>SurfersStore na Costa de Caparica</a>.</li>
</ul>
</p>
]]></content:encoded>
                                    
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana do é o Marco Santos, conhecido como o "Taínha", uma das pessoas por trás da BloodBrothers Incorporated, um artesão, um shaper, uma pessoa cheia de garra e de ideias, que se percebe dar muito valor ao que é ajudarmos os outros, para todos sermos melhores. Rebelde, irreverente, mas um grande criativo.Foi uma boa conversa ao sol, em boa companhia.Gostei de aprender mais um pouco neste caminho de perceber o que leva as pessoas que "fazem" a "fazer". Percebe-se que duas das grandes forças que levam o Marco a fazer coisas, é o querer fazer diferente e melhor, e o fazer num ambiente de colaboração, onde o resultado final é muito mais do que a soma das partes.Apresentação do documentário "Marco Tainha - Vision", de Hélio Valentim.Documentário BloodBrothers.DOC de Ricardo Mourão.Loja onde podem encontrar pranchas da BloodBrothers, SurfersStore na Costa de Caparica.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 9 João Banazol</title>
        <itunes:title>episódio 9 João Banazol</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">O convidado desta semana é o João Banazol, arquitecto e também empresário, neste momento tem três restaurantes de sushi. O João foi professor, chegou a ser meu professor, sempre foi uma pessoa com paixão pelas coisas, pela adrenalina, pelos desportos radicais, pela música, pela vida.</p>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">A conversa foi muito rica, aprendi muito, foi fácil, o João tem um discurso fluído o que em muito me facilitou a tarefa.</p>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">Os aspectos mais relevantes que retive foram: a colaboração (somos o resultado das ligações que fazemos), a coragem de fazer, e vontade, querer. </p>
<ul style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;"><li>Página do Arigato no facebook, <a href='https://www.facebook.com/ArigatoSushihouse'>aqui</a>.</li>
</ul>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">
</p>
</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">O convidado desta semana é o João Banazol, arquitecto e também empresário, neste momento tem três restaurantes de sushi. O João foi professor, chegou a ser meu professor, sempre foi uma pessoa com paixão pelas coisas, pela adrenalina, pelos desportos radicais, pela música, pela vida.</p>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">A conversa foi muito rica, aprendi muito, foi fácil, o João tem um discurso fluído o que em muito me facilitou a tarefa.</p>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">Os aspectos mais relevantes que retive foram: <em>a colaboração (somos o resultado das ligações que fazemos), a coragem de fazer, e vontade, querer. </em></p>
<ul style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;"><li>Página do Arigato no facebook, <a href='https://www.facebook.com/ArigatoSushihouse'>aqui</a>.</li>
</ul>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;"><em><br>
</em></p>
</li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o João Banazol, arquitecto e também empresário, neste momento tem três restaurantes de sushi. O João foi professor, chegou a ser meu professor, sempre foi uma pessoa com paixão pelas coisas, pela adrenalina, pelos desportos radicais, pela música, pela vida.A conversa foi muito rica, aprendi muito, foi fácil, o João tem um discurso fluído o que em muito me facilitou a tarefa.Os aspectos mais relevantes que retive foram: a colaboração (somos o resultado das ligações que fazemos), a coragem de fazer, e vontade, querer. Página do Arigato no facebook, aqui.]]></itunes:summary>
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    <item>
        <title>episódio 8 Lata Gouveia</title>
        <itunes:title>episódio 8 Lata Gouveia</itunes:title>
        <link>https://falarcriativo.podbean.com/e/epsisodio-8-lata-gouveia/</link>
                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/epsisodio-8-lata-gouveia/#comments</comments>        <pubDate>Sun, 12 Jan 2014 23:38:29 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">O convidado desta semana é Lata Gouveia, um músico português que vive no Luxemburgo, já viveu em Inglaterra e nos Estados Unidos.</p>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">Um músico que durante a sua estadia nos E.U.A. fez um documentário intitulado <a href='https://www.youtube.com/watch?v=W-ONsewk_Zc'>RedDirt - Songs from the dust</a>, algo que alterou a sua maneira de ver a música, parece-me até que a maneira de encarar a vida. Há aqueles que vão para o Oriente à procura de um renascer espiritual, eu senti que no caso do Lata Gouveia, a ida aos E.U.A. teve quase o mesmo impacto.</p>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">Gostei muito da conversa que tivemos, de tal maneira que temos mais de uma hora de conversa, mas aquilo que me saltou quando ouvi a conversa foi que: não precisamos de autorização para fazer aquilo que queremos fazer, que temos de nos dar valor e que o importante é fazer.</p>
<ul style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;"><li>Site do Lata Gouveia <a href='http://www.lata-gouveia.com/'>aqui</a>.</li>
<li>A música que não me saía da cabeça, <a href='http://www.youtube.com/watch?v=jJx1IbKF4x4'>Radio Night</a>.</li>
<li>Página do Facebook <a href='https://www.facebook.com/pages/Lata-Gouveia/118795230920'>aqui</a>.</li>
</ul>
<p></p>
</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">O convidado desta semana é Lata Gouveia, um músico português que vive no Luxemburgo, já viveu em Inglaterra e nos Estados Unidos.</p>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">Um músico que durante a sua estadia nos E.U.A. fez um documentário intitulado <a href='https://www.youtube.com/watch?v=W-ONsewk_Zc'>RedDirt - Songs from the dust</a>, algo que alterou a sua maneira de ver a música, parece-me até que a maneira de encarar a vida. Há aqueles que vão para o Oriente à procura de um renascer espiritual, eu senti que no caso do Lata Gouveia, a ida aos E.U.A. teve quase o mesmo impacto.</p>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">Gostei muito da conversa que tivemos, de tal maneira que temos mais de uma hora de conversa, mas aquilo que me saltou quando ouvi a conversa foi que: <em>não precisamos de autorização para fazer aquilo que queremos fazer, que temos de nos dar valor e que o importante é fazer.</em></p>
<ul style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;"><li>Site do Lata Gouveia <a href='http://www.lata-gouveia.com/'>aqui</a>.</li>
<li>A música que não me saía da cabeça, <a href='http://www.youtube.com/watch?v=jJx1IbKF4x4'>Radio Night</a>.</li>
<li>Página do Facebook <a href='https://www.facebook.com/pages/Lata-Gouveia/118795230920'>aqui</a>.</li>
</ul>
<p></p>
</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é Lata Gouveia, um músico português que vive no Luxemburgo, já viveu em Inglaterra e nos Estados Unidos.Um músico que durante a sua estadia nos E.U.A. fez um documentário intitulado RedDirt - Songs from the dust, algo que alterou a sua maneira de ver a música, parece-me até que a maneira de encarar a vida. Há aqueles que vão para o Oriente à procura de um renascer espiritual, eu senti que no caso do Lata Gouveia, a ida aos E.U.A. teve quase o mesmo impacto.Gostei muito da conversa que tivemos, de tal maneira que temos mais de uma hora de conversa, mas aquilo que me saltou quando ouvi a conversa foi que: não precisamos de autorização para fazer aquilo que queremos fazer, que temos de nos dar valor e que o importante é fazer.Site do Lata Gouveia aqui.A música que não me saía da cabeça, Radio Night.Página do Facebook aqui.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 7 André Costa</title>
        <itunes:title>episódio 7 André Costa</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/epsisodio-7-andre-costa/#comments</comments>        <pubDate>Sun, 05 Jan 2014 00:52:12 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">O convidado desta semana é o André Costa, ou Lude Design, um designer, que tem ganho alguns concursos internacionais, que não se limita ao car design e procura explorar várias áreas dentro da criatividade.</p>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">Nesta conversa que tivemos, deu para aprender mais algumas coisas: que a criatividade é algo sempre presente na mente dos criativos, e que há sempre espaço para evoluirmos, e melhorar o nosso trabalho.</p>
<ul style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;"><li><a href='http://ludedesign.blogspot.pt/'>Blog Lude Design.</a></li>
<li><a href='http://www.facebook.com/LudeDesign'>Facebook Lude Design.</a></li>
<li><a href='http://www.youtube.com/user/LudeDesign/videos'>Canal do Youtube Lude Design.</a></li>
<li><a href='http://www.coroflot.com/LudeDesign'>Coroflot.</a></li>
</ul>
</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">O convidado desta semana é o André Costa, ou Lude Design, um designer, que tem ganho alguns concursos internacionais, que não se limita ao car design e procura explorar várias áreas dentro da criatividade.</p>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">Nesta conversa que tivemos, deu para aprender mais algumas coisas: que a criatividade é algo sempre presente na mente dos criativos, e que há sempre espaço para evoluirmos, e melhorar o nosso trabalho.</p>
<ul style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;"><li><a href='http://ludedesign.blogspot.pt/'>Blog Lude Design.</a></li>
<li><a href='http://www.facebook.com/LudeDesign'>Facebook Lude Design.</a></li>
<li><a href='http://www.youtube.com/user/LudeDesign/videos'>Canal do Youtube Lude Design.</a></li>
<li><a href='http://www.coroflot.com/LudeDesign'>Coroflot.</a></li>
</ul>
</li>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o André Costa, ou Lude Design, um designer, que tem ganho alguns concursos internacionais, que não se limita ao car design e procura explorar várias áreas dentro da criatividade.Nesta conversa que tivemos, deu para aprender mais algumas coisas: que a criatividade é algo sempre presente na mente dos criativos, e que há sempre espaço para evoluirmos, e melhorar o nosso trabalho.Blog Lude Design.Facebook Lude Design.Canal do Youtube Lude Design.Coroflot.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 6 Bernardo Barata</title>
        <itunes:title>episódio 6 Bernardo Barata</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-6-bernardo-barata/#comments</comments>        <pubDate>Mon, 30 Dec 2013 05:30:09 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">O convidado desta semana é o Bernardo Barata,  baixista dos Diabo na Cruz e dos Feromona,  uma pessoa que além de ele próprio ser músico, trabalha com outros músicos no estúdio <a href='https://www.facebook.com/ialisboa'>Iá</a>.</p>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">Nesta conversa que tivemos, um dos temas  foi a questão do trabalho como algo que é essencial para o talento dar frutos,  e que nem todos os músicos querem ser "front man".</p>
<ul style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;"><li><a href='http://bernardobarata.bandcamp.com/track/cauboi-ao-vivo-no-lounge'>bandcamp do Bernardo.</a></li>
<li><a href='https://myspace.com/diabonacruz'>Myspace dos Diabo na Cruz.</a></li>
<li><a href='http://feromona.bandcamp.com/'>Bandcamp dos Feromona.</a></li>
</ul>
</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">O convidado desta semana é o Bernardo Barata,  baixista dos Diabo na Cruz e dos Feromona,  uma pessoa que além de ele próprio ser músico, trabalha com outros músicos no estúdio <a href='https://www.facebook.com/ialisboa'>Iá</a>.</p>
<p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">Nesta conversa que tivemos, um dos temas  foi a questão do trabalho como algo que é essencial para o talento dar frutos,  e que nem todos os músicos querem ser "front man".</p>
<ul style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;"><li><a href='http://bernardobarata.bandcamp.com/track/cauboi-ao-vivo-no-lounge'>bandcamp do Bernardo.</a></li>
<li><a href='https://myspace.com/diabonacruz'>Myspace dos Diabo na Cruz.</a></li>
<li><a href='http://feromona.bandcamp.com/'>Bandcamp dos Feromona.</a></li>
</ul>
</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o Bernardo Barata,  baixista dos Diabo na Cruz e dos Feromona,  uma pessoa que além de ele próprio ser músico, trabalha com outros músicos no estúdio Iá.Nesta conversa que tivemos, um dos temas  foi a questão do trabalho como algo que é essencial para o talento dar frutos,  e que nem todos os músicos querem ser "front man".bandcamp do Bernardo.Myspace dos Diabo na Cruz.Bandcamp dos Feromona.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 5 Mercês Gomes</title>
        <itunes:title>episódio 5 Mercês Gomes</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-5-merces-gomes/#comments</comments>        <pubDate>Thu, 26 Dec 2013 12:00:04 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Mercês Gomes, a primeira mulher a passar pelo Falar Criativo, é cineasta, fotógrafa, arquitecta de formação, mas que usa a essa formação para filmar, e muito bem, projectos de outros arquitectos.</p>
<p>Da longa conversa que tive com a Mercês,  retirei várias coisas, mas as mais relevantes para mim foram a serenidade de encarar as limitações que encontramos como criativos, e que escolhermos um caminho diferente do óbvio é difícil, porém possível e vale a pena.</p>
<ul><li>O filme sobre o "<a href='http://vimeo.com/28034103'>A Casa dos Cubos"</a>, projecto do atelier <a href='http://www.embaixada.net/'>Embaixada.</a></li>
<li><a href='http://vimeo.com/28019208'>"A breve história do vento."</a></li>
<li>Trailer do documentário premiado <a href='http://vimeo.com/27909986'>"A Ilha da Boa Vida".</a></li>
</ul>
</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>A convidada desta semana é a Mercês Gomes, a primeira mulher a passar pelo Falar Criativo, é cineasta, fotógrafa, arquitecta de formação, mas que usa a essa formação para filmar, e muito bem, projectos de outros arquitectos.</p>
<p>Da longa conversa que tive com a Mercês,  retirei várias coisas, mas as mais relevantes para mim foram a serenidade de encarar as limitações que encontramos como criativos, e que escolhermos um caminho diferente do óbvio é difícil, porém possível e vale a pena.</p>
<ul><li>O filme sobre o "<a href='http://vimeo.com/28034103'>A Casa dos Cubos"</a>, projecto do atelier <a href='http://www.embaixada.net/'>Embaixada.</a></li>
<li><a href='http://vimeo.com/28019208'>"A breve história do vento."</a></li>
<li>Trailer do documentário premiado <a href='http://vimeo.com/27909986'>"A Ilha da Boa Vida".</a></li>
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        <itunes:summary><![CDATA[A convidada desta semana é a Mercês Gomes, a primeira mulher a passar pelo Falar Criativo, é cineasta, fotógrafa, arquitecta de formação, mas que usa a essa formação para filmar, e muito bem, projectos de outros arquitectos.Da longa conversa que tive com a Mercês,  retirei várias coisas, mas as mais relevantes para mim foram a serenidade de encarar as limitações que encontramos como criativos, e que escolhermos um caminho diferente do óbvio é difícil, porém possível e vale a pena.O filme sobre o "A Casa dos Cubos", projecto do atelier Embaixada."A breve história do vento."Trailer do documentário premiado "A Ilha da Boa Vida".]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 4 António Castanheira</title>
        <itunes:title>episódio 4 António Castanheira</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-4-antonio-castanheira/#comments</comments>        <pubDate>Thu, 26 Dec 2013 11:57:32 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o António Castanheira, um arquitecto de formação, mas que deixou a arquitectura, para agarrar outros projectos, outras áreas criativas.</p>
<p>Já deu aulas, fez documentários, é um dos responsáveis do Escritaria em Penafiel, e ao parece ideias não lhe faltam para mais projectos.</p>
<p>Nesta conversa que tivemos, deu para aprender mais algumas coisas: que é necessária uma certa dose de teimosia, ou acreditar bastante naquilo que que queremos fazer, e que podemos e devemos reinventarmo-nos.</p>
<ul><li> O documentário sobre José Saramago,<a href='http://www.fnac.pt/Jose-Saramago-Plano-B-sem-especificar/a352842'> José Saramago - Plano B</a>.</li>
<li>O documentário sobre o Urbano Tavares Rodrigues, <a href='http://www.fnac.pt/Memoria-das-Palavras-Urbano-Tavares-Rodrigues-sem-especificar/a36691'>Memória das Palavras .</a></li>
<li>O site do <a href='http://www.escritaria.pt/'>Escritaria em Penafiel.</a></li>
<li>Pequeno filme sobre o <a href='http://www.publico.pt/multimedia/video/o-lar-de-idosos-do-atelier-aires-mateus-20130429-151937'>lar de idosos de Alcácer do Sal, do atelier Aires Mateus.</a></li>
<li>Pré-trailer de um filme na obra de <a href='http://vimeo.com/5670351'>restauro da Igreja e Convento do Sacramento.</a></li>
</ul>
</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o António Castanheira, um arquitecto de formação, mas que deixou a arquitectura, para agarrar outros projectos, outras áreas criativas.</p>
<p>Já deu aulas, fez documentários, é um dos responsáveis do <em>Escritaria</em> em Penafiel, e ao parece ideias não lhe faltam para mais projectos.</p>
<p>Nesta conversa que tivemos, deu para aprender mais algumas coisas: que é necessária uma certa dose de<em> teimosia</em>, ou acreditar bastante naquilo que que queremos fazer, e que podemos e devemos <em>reinventarmo-nos.</em></p>
<ul><li> O documentário sobre José Saramago,<a href='http://www.fnac.pt/Jose-Saramago-Plano-B-sem-especificar/a352842'> José Saramago - Plano B</a>.</li>
<li>O documentário sobre o Urbano Tavares Rodrigues, <a href='http://www.fnac.pt/Memoria-das-Palavras-Urbano-Tavares-Rodrigues-sem-especificar/a36691'>Memória das Palavras .</a></li>
<li>O site do <a href='http://www.escritaria.pt/'>Escritaria em Penafiel.</a></li>
<li>Pequeno filme sobre o <a href='http://www.publico.pt/multimedia/video/o-lar-de-idosos-do-atelier-aires-mateus-20130429-151937'>lar de idosos de Alcácer do Sal, do atelier Aires Mateus.</a></li>
<li>Pré-trailer de um filme na obra de <a href='http://vimeo.com/5670351'>restauro da Igreja e Convento do Sacramento.</a></li>
</ul>
</li>
</ul>
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        <itunes:summary><![CDATA[O convidado desta semana é o António Castanheira, um arquitecto de formação, mas que deixou a arquitectura, para agarrar outros projectos, outras áreas criativas.Já deu aulas, fez documentários, é um dos responsáveis do Escritaria em Penafiel, e ao parece ideias não lhe faltam para mais projectos.Nesta conversa que tivemos, deu para aprender mais algumas coisas: que é necessária uma certa dose de teimosia, ou acreditar bastante naquilo que que queremos fazer, e que podemos e devemos reinventarmo-nos. O documentário sobre José Saramago, José Saramago - Plano B.O documentário sobre o Urbano Tavares Rodrigues, Memória das Palavras .O site do Escritaria em Penafiel.Pequeno filme sobre o lar de idosos de Alcácer do Sal, do atelier Aires Mateus.Pré-trailer de um filme na obra de restauro da Igreja e Convento do Sacramento.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 3 Rui Guerra</title>
        <itunes:title>episódio 3 Rui Guerra</itunes:title>
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                    <comments>https://falarcriativo.podbean.com/e/episodio-3-rui-guerra/#comments</comments>        <pubDate>Thu, 26 Dec 2013 11:55:41 +0000</pubDate>
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                                    <description><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o Rui Guerra, teclista e voz dos <a href='https://www.facebook.com/thequartetofwoah'>The Quartet of Woah</a>. O Rui é um músico, quanto a mim um verdadeiro músico, pois aquilo que faz é por amor à música, ao gosto que tem pela música. Uma pessoa calma daquilo que conheço, que se transforma em palco, onde a calma dá lugar à energia, pois os concertos da banda são conhecidos pela intensidade que eles colocam nas actuações.</p>
<p>Nesta conversa que tivemos, deu para aprender algumas coisas: um gosto profundo daquilo que se faz, a inquietação de querer fazer mais e melhor, e que a sinergia funciona melhor que a tirania.</p>
<ul><li>o site da banda é  <a href='https://myspace.com/thequartetofwoah'>https://myspace.com/thequartetofwoah</a></li>
<li>para ouvirem o albúm "Ultrabomb" podem ir aqui <a href='http://thequartetofwoah.bandcamp.com/'>http://thequartetofwoah.bandcamp.com/</a></li>
<li>da outra banda do Rui,  "Melange", um video muito criativo <a href='http://vimeo.com/7689813'>http://vimeo.com/7689813</a></li>
</ul>
</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O convidado desta semana é o Rui Guerra, teclista e voz dos <a href='https://www.facebook.com/thequartetofwoah'>The Quartet of Woah</a>. O Rui é um músico, quanto a mim um verdadeiro músico, pois aquilo que faz é por amor à música, ao gosto que tem pela música. Uma pessoa calma daquilo que conheço, que se transforma em palco, onde a calma dá lugar à energia, pois os concertos da banda são conhecidos pela intensidade que eles colocam nas actuações.</p>
<p>Nesta conversa que tivemos, deu para aprender algumas coisas: um gosto profundo daquilo que se faz, a inquietação de querer fazer mais e melhor, e que a sinergia funciona melhor que a tirania.</p>
<ul><li>o site da banda é  <a href='https://myspace.com/thequartetofwoah'>https://myspace.com/thequartetofwoah</a></li>
<li>para ouvirem o albúm "Ultrabomb" podem ir aqui <a href='http://thequartetofwoah.bandcamp.com/'>http://thequartetofwoah.bandcamp.com/</a></li>
<li>da outra banda do Rui,  "Melange", um video muito criativo <a href='http://vimeo.com/7689813'>http://vimeo.com/7689813</a></li>
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        <title>episódio 2  Rui Viana</title>
        <itunes:title>episódio 2  Rui Viana</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>O segundo criativo a passar pelo podcast é o Rui Viana, um pintor, artista plástico, que entre outras coisas já foi professor de inglês.</p>
<p>O Rui é uma pessoa que tem uma grande sensibilidade, e que tal como eu gosta destas coisas do processo criativo, de brincar com as ideias, e no caso dele exprimi-las sobre a forma de pintura.</p>
<p>Aprendi com ele nesta conversa algo que me interessou, o facto de não deixar-mos um trabalho por "resolver", que a nossa relação com o que fazemos, especialmente com gosto, deve ser uma relação como aquela que temos com as pessoas de quem gostamos: frontalidade e tolerância.</p>
<ul><li>o site do Rui é <a href='http://www.ruiviana.blogspot.pt/'>http://www.ruiviana.blogspot.pt/</a></li>
</ul>
</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O segundo criativo a passar pelo podcast é o Rui Viana, um pintor, artista plástico, que entre outras coisas já foi professor de inglês.</p>
<p>O Rui é uma pessoa que tem uma grande sensibilidade, e que tal como eu gosta destas coisas do processo criativo, de brincar com as ideias, e no caso dele exprimi-las sobre a forma de pintura.</p>
<p>Aprendi com ele nesta conversa algo que me interessou, o facto de não deixar-mos um trabalho por "resolver", que a nossa relação com o que fazemos, especialmente com gosto, deve ser uma relação como aquela que temos com as pessoas de quem gostamos: frontalidade e tolerância.</p>
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        <itunes:summary><![CDATA[O segundo criativo a passar pelo podcast é o Rui Viana, um pintor, artista plástico, que entre outras coisas já foi professor de inglês.O Rui é uma pessoa que tem uma grande sensibilidade, e que tal como eu gosta destas coisas do processo criativo, de brincar com as ideias, e no caso dele exprimi-las sobre a forma de pintura.Aprendi com ele nesta conversa algo que me interessou, o facto de não deixar-mos um trabalho por "resolver", que a nossa relação com o que fazemos, especialmente com gosto, deve ser uma relação como aquela que temos com as pessoas de quem gostamos: frontalidade e tolerância.o site do Rui é http://www.ruiviana.blogspot.pt/]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 1 Rodrigo Meneses</title>
        <itunes:title>episódio 1 Rodrigo Meneses</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>O primeiro criativo a passar pelo podcast é o Rodrigo Meneses, um ex-publicitário que decidiu largar o mundo da publicidade e dedicar-se à comida. Sim, à comida, pois o Rodrigo gosta da comida em todas as suas dimensões, seja na confecção, nas histórias, e claro na degustação.</p>
<p>Foi uma conversa que gostei de ter, abordámos temas que quero ter em todos os episódios, tais como a infância como ponto de partida, as abordagens às diferentes áreas do uso das ideias, a crítica, o tempo livre, e acabei por perceber porque razão as coisas correm bem ao Rodrigo: trabalho e pensamento positivo.</p>
<ul><li>O site do Rodrigo é <a href='http://www.foodie.pt/'>www.foodie.pt.</a></li>
<li>O programa dele no 24Kitchen é o <a href='http://www.24kitchen.pt/gosto-de-portugal'>Gosto de Portugal</a>.</li>
</ul>
</li>
</ul>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro criativo a passar pelo podcast é o Rodrigo Meneses, um ex-publicitário que decidiu largar o mundo da publicidade e dedicar-se à comida. Sim, à comida, pois o Rodrigo gosta da comida em todas as suas dimensões, seja na confecção, nas histórias, e claro na degustação.</p>
<p>Foi uma conversa que gostei de ter, abordámos temas que quero ter em todos os episódios, tais como a infância como ponto de partida, as abordagens às diferentes áreas do uso das ideias, a crítica, o tempo livre, e acabei por perceber porque razão as coisas correm bem ao Rodrigo: trabalho e pensamento positivo.</p>
<ul><li>O site do Rodrigo é <a href='http://www.foodie.pt/'>www.foodie.pt.</a></li>
<li>O programa dele no 24Kitchen é o <a href='http://www.24kitchen.pt/gosto-de-portugal'>Gosto de Portugal</a>.</li>
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        <itunes:summary><![CDATA[O primeiro criativo a passar pelo podcast é o Rodrigo Meneses, um ex-publicitário que decidiu largar o mundo da publicidade e dedicar-se à comida. Sim, à comida, pois o Rodrigo gosta da comida em todas as suas dimensões, seja na confecção, nas histórias, e claro na degustação.Foi uma conversa que gostei de ter, abordámos temas que quero ter em todos os episódios, tais como a infância como ponto de partida, as abordagens às diferentes áreas do uso das ideias, a crítica, o tempo livre, e acabei por perceber porque razão as coisas correm bem ao Rodrigo: trabalho e pensamento positivo.O site do Rodrigo é www.foodie.pt.O programa dele no 24Kitchen é o Gosto de Portugal.]]></itunes:summary>
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        <title>episódio 0 Eu, Rui Branco</title>
        <itunes:title>episódio 0 Eu, Rui Branco</itunes:title>
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                                    <description><![CDATA[<p>Este é o começo de um projecto pessoal, muito li e ouvi sobre ideias, empreendedorismo, e muito pensei sobre o assunto.</p>
<p>Mas pensar só por si não nos faz avançar.</p>
<p>Isto acaba também por ser o resultado daquilo que experienciei, de viver com a frustração de nada acontecer, apesar de nada fazer para que acontecesse.</p>
<p>Percebi que as ideias valem por aquilo que se faz com elas, se nada fizermos nada valem.</p>
<p>O projecto é composto por um blog e um podcast onde entrevistarei criativos, pessoas que passam as ideias a algo de valor, seja uma música, uma pintura, um anúncio.</p>
<p>Estas conversas são a minha maneira de aprender mais, de receber os conhecimentos em primeira mão, mas como acredito que a viagem é melhor em boa companhia quero convidar a todos a embarcar nesta viagem, onde iremos conhecer novas paragens, novas pessoas.</p>
<p>Sei que o caminho é longo, mas "uma viagem de mil passos começa com o primeiro", este é o meu.</p>
<p>Poderão contar com um podcast por semana, posts no blog quando for encontrando algo digno de partilha ou então algo que dê vontade de deitar cá para fora.</p>
<p>Gostaria muito de ajudar a comunidade criativa a perceber que há algo que os une a todos, a vontade de fazer alguma coisa com ideias, melhorando as vidas dos outros.</p>
<p>É um arriscar, um estar disponível para ser criticado, mas também estar disponível para evoluir, para fazer mais e melhor.</p>
<p>Venho por este meio dizer que estou disponível para falhar, falhar outra vez, falhar melhor (obrigado Samuel Beckett).</p>
]]></description>
                                                            <content:encoded><![CDATA[<p>Este é o começo de um projecto pessoal, muito li e ouvi sobre ideias, empreendedorismo, e muito pensei sobre o assunto.</p>
<p>Mas pensar só por si não nos faz avançar.</p>
<p>Isto acaba também por ser o resultado daquilo que experienciei, de viver com a frustração de nada acontecer, apesar de nada fazer para que acontecesse.</p>
<p>Percebi que as ideias valem por aquilo que se faz com elas, se nada fizermos nada valem.</p>
<p>O projecto é composto por um blog e um podcast onde entrevistarei criativos, pessoas que passam as ideias a algo de valor, seja uma música, uma pintura, um anúncio.</p>
<p>Estas conversas são a minha maneira de aprender mais, de receber os conhecimentos em primeira mão, mas como acredito que a viagem é melhor em boa companhia quero convidar a todos a embarcar nesta viagem, onde iremos conhecer novas paragens, novas pessoas.</p>
<p>Sei que o caminho é longo, mas "uma viagem de mil passos começa com o primeiro", este é o meu.</p>
<p>Poderão contar com um podcast por semana, posts no blog quando for encontrando algo digno de partilha ou então algo que dê vontade de deitar cá para fora.</p>
<p>Gostaria muito de ajudar a comunidade criativa a perceber que há algo que os une a todos, a vontade de fazer alguma coisa com ideias, melhorando as vidas dos outros.</p>
<p>É um arriscar, um estar disponível para ser criticado, mas também estar disponível para evoluir, para fazer mais e melhor.</p>
<p>Venho por este meio dizer que estou disponível para falhar, falhar outra vez, falhar melhor (obrigado Samuel Beckett).</p>
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